Vipera
por Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
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Delírio e desvarios, 54.
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Delírio com vómitos, 40.
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Algo delirante no intervalo de cinquenta minutos entre a mordedura e a morte, 39.
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Parecia divagar, como se estivesse embriagado, e respondia às perguntas de modo balbuciante e incoerente (em duas horas), 31.
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Durante a noite, mal-estar com delírio e vómitos, seguido de suor profuso, 40.
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Muitíssimo melancólico; delírio alternando com sopor (após duas horas), 9.
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Fala irracional, com insónia e dores, 40.
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Gritos, seguidos de convulsões, 39.
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Grande agitação e angústia, 54. [10.]
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Grande abatimento, 27.
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Desassossego psíquico muito grande, 11.
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Premonição da morte, 39.
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Ansiedade angustiosa, 50.
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Angústia e vómitos, 39.
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Grande angústia, 43.
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Angústia indescritível precedendo a morte, 39.
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Intelecto confuso (após duas horas), 10.
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Estado de grande torpor intelectual, 54. [20.]
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Perda das funções psíquicas, com traços faciais contraídos, 40.
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Estupor, 55.
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Estupefação, com dor incisiva no abdómen, 39.
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Perda da consciência e estado paralítico, 39.
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Perda da consciência com tumefação, 39.
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Perda da consciência e colapso, 39.
CABEÇA
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Confusão na cabeça, 34.
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Tontura frequente, 40.
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Tontura, dor de cabeça com náusea, 40. [30.]
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Tontura, dor de cabeça e vómitos, 40.
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Tontura que recorria frequentemente, com náusea e vómitos, a ponto de cair em desmaio, 40.
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Cambaleio com tontura, caindo para a frente, 39.
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Tontura que aumentava até à perda da visão, 34.
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Atordoamento da cabeça (após meia hora), 39.
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Embotamento da cabeça, 21.
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A cabeça parecia pesada (após 10 horas), 1.
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Dor de cabeça violenta, 35.
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Dor de cabeça persistente durante vários dias, 54.
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Dores violentas na cabeça, nos maxilares e no abdómen, com espasmos gerais, 49. [40.]
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Dor dilacerante e em pontada na cabeça a cada mudança do tempo, efeito crônico da mordedura, 39.
OLHO
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Olhos brilhantes com a dor de cabeça, 40.
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Olhos projetados para fora, com inchaço do rosto, 39.
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Em pouco tempo, os olhos ficaram vermelhos, inflamados e muito lacrimejantes, 39.
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Olhos encovados, 39.
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Os olhos tornaram-se imediatamente de um amarelo escuro, 40.
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Pálpebras.
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Paralisia das pálpebras (segundo dia), 55.
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Pálpebras caídas sobre os olhos, 55.
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Globo ocular.
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Globos oculares imóveis, 55.
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Pupila.
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Pupila direita contraída, a esquerda dilatada (segundo dia), 55.
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Visão.
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Perda da visão do olho direito; a do esquerdo, turva (segundo dia), 55.
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Escurecimento da visão, embora ouça tudo distintamente, 40.
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Perda da visão, 34.
Nariz
- Sangramento pelo nariz, com tontura, com angústia, 39.
ROSTO
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Grande angústia expressa na fisionomia (após seis horas), 29. [60.]
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Fisionomia, naturalmente pálida, apresentando agora um aspecto de angústia, 27.
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Fisionomia pálida, extremamente angustiada, coberta de gotas de suor (após meia hora), 22.
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Rosto pálido, 39.
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Rosto pálido com sensação de frio, 39.
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Palidez extrema do rosto, 55.
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Rosto pálido e hipocrático, com transpiração fria na testa (após duas horas), 9.
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Rosto amarelo-pálido, 13.
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O rosto logo se tornou amarelento e assumiu uma expressão de angústia, 11.
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Rosto lívido, com coloração subictérica, 54.
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Inchaço excessivo do rosto, 40. [70.]
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Inchaço, especialmente dos lábios e das pálpebras, 40.
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Rosto inchado e angustiado, 17.
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Enorme tumefação do rosto (após duas horas), 3.
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Rosto inchado, e quase com o dobro do tamanho usual; o pescoço também participava do inchaço, 2.
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Inchaço excessivo do rosto em poucos minutos, de modo que ele não podia abrir os olhos, nem semelhante a erisipela nem edematoso, não muito doloroso, mas muito tenso e enegrecido, com fechamento da garganta durante oito dias, 39.
BOCA
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Gengivas.
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As gengivas frequentemente apresentam a linha escorbútica, 54.
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Língua.
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Língua seca, tumefeita, 13.
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Língua tumefeita, negro-acastanhada, projetando-se para fora da boca, 40.
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Língua tumefeita, pode ser projetada, mas devagar e apenas em pequeno grau, e evidentemente se desvia para o lado afetado; voz hesitante e pastosa, lembrando um pouco a de um homem sofrendo de intoxicação (após meia hora), 22.
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A língua começou a inchar, de modo que ele não conseguia articular as palavras, 6.
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A língua inchou imediatamente tanto que, ao chegar à aldeia mais próxima, estava incapaz de falar; o inchaço aumentou rapidamente, de modo que a língua pendia em parte para fora da boca, e duas horas depois ele faleceu, 4. [90.]
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Poucos minutos após a mordedura, a língua começou a inchar, e, na manhã seguinte, foi encontrado sentado na cama, angustiado, arquejando em busca de ar, rosto pálido, com expressão da maior angústia, terrível tumefação das glândulas submaxilares e parótidas; a língua estava imóvel, azulada, enormemente tumefeita, projetando-se entre os dentes, enchendo toda a cavidade da boca, com escorrimento constante de saliva, 28.
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A língua tornou-se de imediato enormemente tumefeita, e, durante a noite, o homem quase não conseguia respirar. No dia seguinte, a língua foi escarificada, mas o inchaço logo voltou, e ele caiu por terra em estado de asfixia. A respiração e o pulso estavam então completamente suspensos; o rosto tornou-se púrpura, e o pescoço inchou a tal ponto que a sua circunferência excedia a da cabeça, 17.
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Enorme tumefação da língua (embora mordido no pé), 54.
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Nos casos fatais, a língua tornou-se fuliginosa, e o hálito malcheiroso, 54.
GARGANTA
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Fechamento da garganta, de modo que, durante oito dias, ela só pôde engolir água e leite; depois, sensação de mordedura nas fauces, cujo inchaço se tornou enegrecido, 39.
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Dor na garganta, com alguma dificuldade de deglutição, e, ao exame, viu-se uma secreção abundante de muco viscoso aderente à faringe (após duas horas), 31.
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Dor muito intensa na garganta, 6.
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A deglutição estava intensamente dificultada. 18.
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Grande dificuldade ao tentar deglutir, 22.
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Glândulas salivárias tumefeitas, 17.
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Inchaço como um bócio na garganta, permanecendo como resultado crônico, 39.
ESTÔMAGO
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Apetite e Sede. [120.]
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Queixa-se de fome e sede pouco antes da morte, 39.
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Perda completa do apetite, 19.
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Sede, 34.
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Sede incômoda e desejo de bebidas frias (após meia hora), 22.
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Sede, com língua húmida, 40.
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Sede febril, com calafrios, 39.
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Desejo de água durante o coma, 40.
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Pirose.
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Cardialgia, 52.
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Náusea e Vômito. [130.]
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Enjoo no estômago e vômito (em menos de meia hora), 18.
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Náusea e ligeira tentativa de vomitar, que parecem agravar o sofrimento (após meia hora), 22.
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A náusea é provocada por sugar da ferida o veneno amarelo, que tinha sabor insípido, 40.
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Náusea com estremecimentos, 39.
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Náusea violenta, com respiração oprimida, .
ABDÓMEN
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Hipocôndrios muito tensos, 19.
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Sensibilidade dolorosa extrema dos hipocôndrios, 24.
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Dor intensa ao redor da cicatriz umbilical, intensamente agravada pela pressão (em duas horas), 31.
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Inchaço do abdómen, dores furiosas e espasmos, até ao desfalecimento; depois de beber leite, êmese de grande massa de lombrigas; desde então, o paciente ficou completamente livre dos transtornos por helmintos que antes tinha, 39.
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Distensão flatulenta súbita do abdómen, com cólica, dor muito intensa nas costas e êmese, 40.
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Abdómen tenso; a pressão causa distensão dos músculos faciais, 39.
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Rumor abdominal, 21. [190.]
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Dores no abdómen e nas costas, 39.
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Dor no abdómen alternada com dor nos membros, após a mordedura, 39.
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Dor no abdómen, com sede violenta e êmese, 39.
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Cólica, com evacuações diarreicas profusas (terceiro dia), 39.
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Cólica, com dor de cabeça imediata, que atordoa completamente; com êmese e tumefação intensa e coloração azulada do pé, 39.
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Retortijões violentos no abdómen, 54.
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Cólica cortante, 39.
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Dor muito intensa no ventre, 24.
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Dores muito intensas no abdómen, imediatamente, . [200.]
RECTO E ÂNUS
EVACUAÇÕES
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Diarreia, 21.
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Purgação abundante (após vinte minutos), 29.
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Diarreia e vômitos, 39.
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Diarreia com cólica, 39.
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Diarreia; 5 evacuações desde a noite passada, às 9 da manhã (segundo dia), 27.
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O intestino funcionou frequentemente e de modo involuntário, e tanto sangue como muco estavam misturados às dejeções (após duas horas), 31.
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Evacuações abundantes (após duas horas), 10.
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Evacuações numerosas, com urgência evacuatória, calafrios e sede, 39.
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Evacuação intestinal logo após a mordedura, 39.
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Evacuação intestinal preta e muito malcheirosa (após duas horas), 9.
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Evacuações com sangue, 39.
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Eliminação de muito sangue pelo intestino, pouco antes da morte, 10.
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Eliminação, pelo intestino, de sangue preto coagulado, 32.
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Evacuação no segundo dia, consistindo em massas de sangue escuro, de odor horrível, aparentemente provenientes da escarificação da língua, 28. [220.]
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Evacuações muito fétidas, 2.
Órgãos urinários
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Pontadas nos rins, 39.
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Vontade de urinar, mas não conseguia fazê-lo (após vinte minutos), 29.
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Micção involuntária, 39.
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Aumento da eliminação de urina, 40.
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Emissão frequente de urina aguada, 19.
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Eliminação abundante de urina clara, com constipação intestinal e dor de cabeça, 40.
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Emissão profusa de urina, com dores nas costas e no abdómen, êmese e purgação, 40.
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Incontinência de urina e fezes por vezes, 38.
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A urina está habitualmente completamente suprimida, 54. [230.]
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Estrangúria, 38.
Órgãos do aparelho respiratório
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Respiração angustiada, como no crupe, com asfixia iminente, 54.
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Respiração muito angustiada, 13.
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Respiração angustiada, oprimida (após duas horas), 9.
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Respiração difícil, com pontadas no coração, 40.
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Dispneia, 22.
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Sensação de sufocação, com ânsias de vômito, 40. [240.]
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Sensação de sufocação, 50.
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Rasgou a camisa porque havia sensação de sufocação iminente, antecedida por êmese, 40.
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Depois de ser levado ao hospital, o paciente de repente deixou de respirar, o coração parou, o rosto tornou-se lívido etc., sendo logo em seguida praticada traqueotomia; o sangue extraído do braço escoou escassamente, era escuro, misturado com estrias vermelho-vivas, 28.
TÓRAX
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Tumefação do tórax, com dificuldade respiratória, 39.
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Logo após a mordida no rosto, o tórax tornou-se excessivamente tumefeito, sem dificuldade respiratória, e o abdómen tumefeito até ao umbigo, 39.
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As veias do tórax e do abdómen tornaram-se grossas e duras como canhões de pena, 39.
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O edema dos pulmões precede a morte, 38.
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Pulmonia dupla, 54.
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Opressão do tórax, com angústia, 40.
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Opressão do tórax, com grande angústia precordial, 19. [250.]
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Opressão do tórax, com esforços violentos para respirar e deglutir, 40.
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Dores muito intensas no tórax, 39.
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O paciente queixou-se de dores erráticas no tórax (após 10 horas), 1.
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Ardor no tórax e no abdómen, e desejo de aplicações frias, embora a pele estivesse muito fria ao toque, 35.
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A pressão sobre quatro ou cinco costelas do lado direito causa dor (após meia hora), 22.
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Dor muito intensa no tórax e no lado esquerdo (terceiro dia), 43.
CORAÇÃO E PULSO
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Precórdio.
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Angústia precordial, 38.
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Grande angústia precordial, 54.
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Sensação indescritível de angústia na região precordial, 21.
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Dor de repuxamento no coração, de modo que rasga todas as roupas, desfalece e abate-se pela debilidade, com violento mal-estar no abdómen, vómitos violentos por dez vezes, palidez mortal, frieza gélida do corpo, coloração azulada e enegrecimento do dedo mordido, 39. [260.]
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Grande angústia cardíaca, com sensibilidade dolorosa do pé que havia sido mordido, e paralisia do braço direito, ao mesmo tempo, durante quatro anos, 39.
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Dor no coração e desfalecimento, 40.
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Pontada breve no coração, 40.
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Pontada no coração, 40.
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Pontadas no coração, com grande debilidade, dificuldade de respirar e transpiração fria, 40.
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Ação do coração.
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Pulsação do coração débil; não se percebia pulsação nas artérias radial nem carótida, ao passo que na crural era muito forte, 2.
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Ação do coração débil (após duas horas), 3.
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Impulso cardíaco notavelmente débil, 27.
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Ausência de pulsação nas artérias radial e carótida (após duas horas), 3.
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Batimento do coração lento, 40.
COSTAS
MEMBROS
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Membros inchados, dolorosos, 55.
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Inchaço de todo o membro, 16.
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Inchaço de toda a extremidade, que estava coberta de manchas vermelho-azuladas, 15.
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Toda a extremidade estava muito inchada e endurecida, com inflamação das veias superficiais; o menino queixava-se de perda total da sensibilidade na extremidade, 15.
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O membro tornou-se inchado, como numa erisipela fleimonosa, com uma equimose ao redor da mordedura, 25.
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Dor, com edema do membro, cujo volume se tornara o dobro do seu tamanho natural (após duas horas), 3. [310.]
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Membro inchado, vermelho, coberto de manchas amarelas, 40.
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O membro torna-se inchado, azul e preto, 39.
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Inchaço vermelho-escuro do membro mordido, 39.
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No terceiro dia, toda a extremidade estava inchada até ao abdómen, com frieza febril do membro, 39.
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Todo o membro rapidamente se tornou aumentado de volume, azul e preto; até o abdómen estava distendido, 39.
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Inflamação erisipelatosa de todo o membro, 54.
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Inchaço do membro, com manchas pretas; o inchaço estendeu-se ao abdómen, sendo seguido de síncope e morte, 46.
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Grande edema da extremidade, 50.
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Cor escura e grande inchaço do membro afetado, 39.
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O membro tornou-se excessivamente tumefeito, coberto de manchas lívidas, 52. [320.]
EXTREMIDADES SUPERIORES
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Paralisia das extremidades superiores após mordedura no pé, 39.
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Paralisia do braço direito, recorrente durante anos após mordedura no pé, 39. [340.]
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Edema estendendo-se até ao ombro, 49.
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O braço, o ombro, o tórax e o dorso do lado mordido tornam-se intensamente tumefeitos e inflamados, 39.
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Braço tumefeito, vermelho-azulado, 11.
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Toda a extensão do braço direito estava enormemente tumefeita, e a sua superfície era de cor vermelho-lívida (segundo dia), 12.
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No terceiro dia o braço estava ligeiramente tumefeito, vermelho, coberto de manchas, mole e sem dor, 39, 40.
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O braço estava muito tumefeito e descolorado; conservou durante muitos anos uma coloração doentia, até à morte, que ocorreu de repente durante a noite (numa mulher idosa), 39.
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O dedo mordido tornou-se negro-azulado, a ferida ficou rodeada por enormes bolhas, a mão e o braço ficaram muito tumefeitos, de cor amarelo-acinzentada; as escarificações sobre a ferida provocaram exsudação de sangue muito preto, 13.
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A parte mordida logo se tornou quente, inchou, e o dedo contraiu-se; a contratura e o inchaço logo atingiram o braço, estendendo-se este último acima do cotovelo; todo o braço direito ficou muito inchado, especialmente ao redor das articulações (após 10 horas), 1.
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No segundo dia o braço estava inchado e pastoso, como se tivesse hidropisia, 39.
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Dedo branco, porém pouco tumefeito; dorso da mão muito tumefeito; linhas vermelhas atingindo o cotovelo; antebraço não muito tumefeito nem descolorado, mas bastante sensível (após 6 horas); braço muito tumefeito e equimosado, estendendo-se a descoloração até à axila; as glândulas linfáticas dessa região também muito tumefeitas e inflamadas, manhã (segundo dia); inflamação em regressão; equimose estendendo-se para baixo, pelo flanco, até à crista do ílio, tarde (segundo dia); equimose tornando-se mais escura (terceiro dia); cor diminuindo e tornando-se mais acastanhada (oitavo dia); antebraço e cotovelo muito duros, e o doente queixava-se de rigidez e dor ao tentar dobrar o cotovelo (décimo dia), .
MEMBROS INFERIORES
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Movimento convulsivo dos membros inferiores, 54.
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Marcha arrastada causada por paralisia, resultado crônico, 39.
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Paralisia da perna e sensação como se estivesse morta, 39.
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Debilidade dos membros inferiores, 39.
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Cãibras intensas nos membros inferiores, 34. [380.]
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Grande inchaço da perna, até o abdómen, que se apresentava castanho-azulada, com manchas enegrecidas ao redor da mordedura, 14.
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Toda a perna torna-se enormemente inchada até o abdómen, e de cor inteiramente preta, 39.
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O membro mordido ficou excessivamente inchado até o abdómen, azul e amarelo, 39.
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Dor na perna mordida como a ferroada de uma vespa, ou como após uma gota de ácido sulfúrico sobre uma ferida em carne viva, 40.
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Logo em seguida, sentiu como se algo subisse ao longo da coxa, 24.
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Joelho.
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Joelhos enrijecidos durante um ano após isso, 39.
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O joelho ficou enrijecido por muito tempo; a flexão era difícil e dolorosa ao caminhar, 8.
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O menino queixou-se de tensão nas articulações do joelho e do tornozelo (após uma semana). 15.
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A cada mudança do tempo, pontadas e dores dilacerantes no joelho e na cabeça, após cinquenta anos, 39.
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Perna.
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Grau moderado de tumefação na perna, dos artelhos até perto do joelho, mas sem dor nem alteração da cor, salvo um pequeno círculo de rubor ao redor da ferida. A ferida estava preenchida por uma gota de linfa, que mal era enxugada e logo era sucedida por outra (após quatro horas), . [390.]
GENERALIDADES
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As pessoas envelhecem prematuramente; o desenvolvimento das crianças fica detido, 54.
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Torna-se evidente uma modificação das funções do sangue; a fibrina se altera, os glóbulos tornam-se menos capazes de desempenhar suas funções próprias, com tendência à hemoptise, especialmente epistaxe; o sangue coagula imperfeitamente, 54.
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Sintomas de caquexia crônica após a picada, 54.
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A cada ano subsequente à picada, no início do tempo quente, era acometido por edema doloroso do membro, cólica e esforços para vomitar; a digestão tornava-se alterada; era atormentado por sonolência, as gengivas tornavam-se fungosas e a pele assumia tonalidade ictérica; sentia frio, com grande cansaço físico e intelectual, 54.
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Os sintomas subsequentes à picada têm caráter periódico, com tendência ao retorno dos sintomas caquéticos. Em grande número de casos, por muitos anos, há retorno dos transtornos em certo dia de cada ano: inchaço, dor no membro picado, prostração, falta de apetite, enjoo e coloração ictérica da pele. Uma moça em Nantes apresentava, durante anos, na época da picada, erupção de manchas lívidas no membro picado. Um rapaz teve, por anos, no aniversário da picada, mal-estar geral, inchaço do membro e surgimento de manchas, 54.
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Em muitos casos, após cerca de dezoito meses a dois anos, há tendência acentuada à apoplexia; a morte se deve à congestão cerebral ou hemorragia, 54.
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A cada ano subsequente, no aniversário da picada, sofria de transtornos digestivos e debilidade, e após quatro anos morreu de apoplexia, 42 . [Esta pessoa sempre gozara de excelente saúde e nunca mostrara qualquer tendência a perturbações cerebrais.] [420.]
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Os efeitos locais crônicos consistem em alteração permanente dos tecidos; em alguns casos o edema persiste por tempo muito longo; em outros há tendência a úlceras ou bolhas, 54.
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Surgiram equimoses no endocárdio e no pericárdio; os pulmões estavam hiperêmicos, a mucosa coberta de equimoses, o tecido edemaciado; a mucosa dos intestinos estava equimosada; o sangue não coagulava, 38.
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Sensação geral de frio; enjoo; vômitos; sonolência; grande dispneia; manchas negras no membro e até sobre o abdome; temperatura deprimida, como no cólera, .
PELE
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A pele da mão está morta e se desprende como uma luva, em grandes placas, estando os tecidos subjacentes lívidos (terceiro dia), 55.
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O rosto e o tronco tinham tonalidade ictérica, e as extremidades exibiam manchas difusas de rubor (segundo dia), 12.
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A pele do membro afetado apresentava tonalidade lívida amarelenta, marmoreada, 43.
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Cor lívida da pele, 54.
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Manchas lívidas na pele, 54.
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O membro mordido ficou coberto de manchas violáceas lívidas, como equimoses, 54.
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As manchas lívidas aparecem mais tarde do que o inchaço, são muito características, vermelhas, azuladas ou enegrecidas, variando em tonalidade e intensidade em diferentes indivíduos e em diferentes membros; em geral começam entre seis e doze horas após a mordida e, ao desaparecerem, deixam uma mancha verdosa ou amarelenta, que persiste por vários dias; consistem em verdadeiras equimoses sanguíneas, às vezes seguidas de esfacelos gangrenosos, 54.
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Manchas petequiais pretas, estendendo-se por todo o corpo, que estava frio ao toque, 32.
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Manchas equimóticas na pele, que, após a morte, também foram encontradas nas membranas do encéfalo, (nos ventrículos do encéfalo encontrou-se infiltração de um soro sanguinolento), 38.
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Manchas equimóticas em diversas partes do corpo, pouco antes da morte, 10.
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Inchaço coberto de manchas pretas e amarelas, 11. [520.]
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Manchas azul-vivas ou quase pretas ao redor da ferida, 38.
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Manchas negro-avermelhadas por toda parte, do tamanho de ervilhas, por todo o abdómen, e até no rosto, .
SONO
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Disposto a bocejar, 11.
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Pesado e sonolento, 24.
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Sonolência, 55.
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Com sono sem conseguir dormir, 40.
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Grande inclinação para dormir, mas o paciente era incapaz de dormir e era forçado a mudar de posição sem cessar, 19.
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Tendência à sonolência, 54.
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Dormiu durante várias horas após a êmese; ao despertar, sentia-se bem, 40. [540.]
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Sono impedido pelas dores, 40.
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Muito irrequieto durante a noite (primeira noite), 18.
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Insónia durante três ou quatro noites, 34.
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Nenhuma inclinação para dormir até ao meio-dia do segundo dia, 39.
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Perda do sono, 40.
FEBRE
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Sensação de frio.
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Sensação de frio, 52.
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Grande sensação de frio, 54.
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Sensação constante de frio, com transpiração fria, 43.
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Sensação de frio, com rosto pálido e sede, 39.
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Sensação de frio, com dor no tórax, 39. [550.]
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Sensação de frio, seguida de febre (segundo dia), 8.
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Calafrios (após duas horas), 3.
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Calafrios, com afrontamentos, 40.
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Calafrios frios, com enjoo, vômitos e sede acentuada, 39.
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Calafrios, com sintomas febris; pulso pequeno, rápido, contraído, por vezes desigual, intermitente, 39, 40.
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Superfície do corpo fria e pegajosa (em duas horas), 31.
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Frieza e rigidez, com suor viscoso, 40.
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Temperatura reduzida; suporta mal o frio, 54.
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Calor do corpo reduzido, logo em seguida, 40. [560.]
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Mais frio que quente ao toque, com vontade de evacuar, 39.
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Cabeça e membros superiores gelados, 2.
CONDIÇÕES
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Agravação.
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( Mudança de tempo ), dor dilacerante e em pontadas na mordedura; dor dilacerante e em pontadas na perna; os sintomas, em geral.
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( Pressão ), dor no umbigo.
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( Toque ), dor na extremidade.
SUPLEMENTO: VIPERA. Autoridades.
56 , Sr. Tipple, Lancet, vol. xi, 1827, p. 732, um menino foi mordido na língua; 57 , G. W. Jones, ibid., 1828-9 (2), p. 78, um homem foi mordido na perna; 58 , ibid., p. 507, C. S., æt. vinte e seis anos, foi mordido na mão direita; 59 , G. W. James, ibid., 1831-2 (1), p. 294, P. B., æt. trinta anos, foi mordido no dedo indicador direito; 60 , Sr. Canton, ibid., 1857 (2), p. 138, G. S., æt. dezesseis anos, foi mordido no polegar direito; 61 , G. R. Halford, M.D., ibid., p. 181, um jovem foi mordido no dedo indicador direito; 62 , Kadierske, All. Med. Cent. Zeit., 1860, p. 90, um homem foi mordido no pé; 63 , W. H. Wirt, M.D., Med. and Surg. Rep., vol. xxv, 1871, p. 112, W. A., æt. treze anos, foi mordido no pé abaixo do maléolo externo.
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Cabeça pendente, língua projetada para fora da boca; rosto e pálpebras muito inchados; havia edema geral do tecido submucoso da boca e da faringe, com ptialismo, vômitos e dor no epigástrio; nenhuma dor nem inchaço da mão ou do braço direitos, mas grande dor na axila direita. Dentro de poucas horas o braço e o antebraço tornaram-se enormemente inchados, e as glândulas axilares, inflamadas e dolorosas. Na manhã seguinte, a face posterior e a face interna do braço, e o lado correspondente do tórax, estavam muito equimóticos, como se tivessem sido espancados com um bastão. O dedo foi o último a tornar-se doloroso e a inchar, os sintomas propagando-se para baixo, 61.
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A língua começou instantaneamente a inchar e, em vinte minutos, estava enormemente inchada, e os vasos da face inferior estavam ingurgitados de sangue; seu semblante estava pálido, e a fronte coberta de transpiração fria; pulso rápido e irregular; abundante secreção salivar pela boca, tingida de sangue; a língua parecia entorpecida; em duas horas e meia o inchaço da língua aumentara tanto que ela media uma polegada e meia de espessura, e sua forma estava alterada, de modo a parecer quase quadrada; a face inferior estava quase preta; ele era incapaz de articular palavras e tinha grande dificuldade para deglutir; as partes abaixo do maxilar e a garganta do lado direito estavam muito inchadas; uma hora depois o inchaço estendeu-se ao lado direito do tórax, até o mamilo, e tinha sensação crepitante ou enfisematosa ao toque, como se ar tivesse extravasado no tecido celular, 56.
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Em duas horas o braço estava consideravelmente inchado, e, embora tivesse decorrido tão pouco tempo, sua língua estava muito saburrosa; pulso 140, e irregular; ele sentia grande opressão na região precordial, associada a respiração apressada e grande depressão da energia nervosa. A tumefação era de caráter edematoso; linhas vermelhas estendiam-se ao longo do trajeto das glândulas absorventes, que estavam sensíveis e levemente aumentadas de volume, 59.
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A parte assumiu imediatamente o aspecto de uma picada de urtiga, e foi seguida por uma sensação de algo rastejando para cima pelo braço, e ao mesmo tempo as veias ficaram muito distendidas, como se estivessem prestes a romper; isso foi acompanhado por dor acentuada e, subsequentemente, por inchaço de todo o membro, que aumentou rapidamente. Cerca de cinco minutos após sofrer a ferida, sentiu rumor abdominal, seguido de dor extrema e vômitos excessivos, quase incessantes. Tornou-se extremamente fraco e prestes a desmaiar, e diz-se que seu pulso caiu a 38 e era quase imperceptível; mas desse estado parcial de asfixia logo se recuperou, 58.