Arsenicum Hydrogenisatum
By Constantine Hering — Os Sintomas-Guia da Nossa Matéria Médica
Hidrogénio arsenetado. AsH 3 .
Não tivemos patogenesias desta combinação tão importante até 1847, quando C. Hg. a preparou e a experimentou. O que se dá na Encyclopædia de Allen são intoxicações acidentais, em sua maioria fatais. As únicas experiências clínicas foram feitas pelo Dr. Drysdale, em 1849, no tratamento do cólera asiático. Incorrendo no erro de tomar Arsenicum por um específico no cólera asiático, e supondo obter algo mais poderoso no hidrogénio arsenetado, deixou inteiramente de ver que, apesar da sua ação súbita, ele não corresponderia a afeções subagudas, em razão do desenvolvimento muito lento dos seus sintomas. Quase todas as pessoas envenenadas, mesmo por pequenas doses, morreram na segunda semana. A única que se recuperou sofreu durante sete semanas. A única cura real de que há registo é a publicada por F. W. Payne, na New England Medical Gazette.
A semelhança de alguns casos de cólera asiático com os sintomas do arsénico comum é, segundo o conselho de Hahnemann a Stapf, em 1813, acerca de Nux vom . e Ignat ., demasiado grande. Não são antídotos.
As autoridades citadas na Encyclopædia de Allen são: 1, Gehlen, Buchner, Tox., 1827; 2, R. Schindler, Græfe and Walther Journal, vol. xxvi, n.º 4, p. 626; 3, Eisenmenger, Zeit. für Hom. Kl., n.º 1, p. 103; 4, O'Reilly, Dublin Journal, 1842; 5, Ollivier, Gaz. d. Hop., 1863; a estas acrescentamos o caso de J. E. Bullock, morto no 12.º dia, na observação do Dr. Beard (Gmelin, Chemie II. p. 690), e os relatos do Dr. Richardson, em Calcutá, além de algumas observações de Berzelius, Bennecke e outros.
Os experimentadores são assinalados por C. Hg., Hm., N. N., F. K., Rh., Ea. Neste caso afastamo-nos da nossa regra habitual de omitir os nomes dos experimentadores na disposição dos sintomas (o que faria o livro crescer demais), em razão de as patogenesias de Arsenicum hydrogenisatum não terem sido publicadas.
O sinal -- significa que o sintoma é mencionado em outra parte da nossa disposição.
MENTE [1]
Quase inconsciente. --R. Sch.
Perdeu a memória na noite do 6.º dia. --Br.
Depois mal consegue lembrar-se de dores passageiras; 1.º dia. --C. Hg.
Suas faculdades mentais permanecem intactas desde o início. --Br.
Grande exaltação mental; fazia-o falar incessantemente. --R. Sch.
Excitado; quer falar constantemente. θ Febre amarela.
Queixa-se em voz alta de dores insuportáveis na coluna. Dificuldade em falar, responde muito lentamente. Sem vontade de trabalhar. --Eisenmenger.
A sua ocupação lhe é repugnante. --F. K.
Preguiçoso e esquiva-se do trabalho. --C. Hg.
Cheio de cuidados e medo quanto à sua doença quando desperta à noite. --F. K.
Tem medo de ficar sozinho; pensa que vai morrer. --F. K.
O medo de morrer desaparece no 3.º dia, embora todos à sua volta duvidem da sua recuperação. --R. Sch.
Ansiedade; acredita que a morte está próxima e desespera de melhorar (durante os vómitos), com mais coragem depois, até o próximo acesso de vómitos (seis horas). --R. Sch.
Ansiedade, com constrição do peito. --Chemists.
Ansiedade, inquietação e grande prostração das forças. --Robeson.
Sensação ansiosa antes do calafrio. Indiferente ao ouvir as notícias mais importantes; desanimado, inconstante, sua atividade mental muito diminuída durante toda a semana. --C. Hg.
Soporoso e apático; conjuntiva injetada; urina vermelha e escassa; 3.º dia. --O'Reilly.
Está irritado, impaciente, ansioso a respeito da sua doença e cheio de temores. --F. K.
Quando pensa na sua dor de cabeça, sente-a menos; 1.º dia. --C. Hg.
Pensar em água o irrita, como se tivesse de vomitar; a própria ideia lhe provoca náusea. --
SENSÓRIO [2]
Vertigem, com opressão do peito. --Gmelin.
Vertigem violenta ao subir escadas, a ponto de cambalear contra os lados da escada; não notada ao descer nem em piso plano; três horas. --R. Sch.
Vertigem e fraqueza geral. --O'Reilly.
Imediatamente após a segunda inalação, vertigem com desfalecimento, seguida de tremores e de uma evacuação intestinal e de uma descarga indolor de duas onças (c. 60 mL) de sangue pela uretra. --Br.
Vertigem com náusea e vómitos. Sensação de oscilação na cabeça e no corpo todo. --F. K.
Vertigem com dor de cabeça. Sensação de oscilação vertiginosa com pressão nos seios frontais. Cabeça pesada e entorpecida, com pressão na fronte. Peso na cabeça. --F. K.
Durante a noite, sensação opressiva e atordoante na cabeça, como por um peso, com sensação lacerante; insónia a noite toda; aplicou ligaduras frias sem efeito; a dor diminuiu em direção à manhã. --R. Sch.
Sensação atordoante na cabeça, como se houvesse ali um peso. --F. W. Payne.
Acima da fronte, à direita, sensação vertiginosa com contração interna, como tremor doloroso de músculos; logo depois, a mesma sensação no maxilar superior e inferior, descendo em linha reta; mais tarde, o mesmo no ombro direito. --C. Hg.
CABEÇA INTERNA [3]
Pressão no seio frontal direito, como pela ponta do dedo mínimo; mais tarde, o mesmo à esquerda.
Pressão acima das sobrancelhas, com entorpecimento, à tarde. --F. K.
Violenta dor de cabeça frontal compressiva, < à noite, e com tanta debilidade excessiva que foi obrigado a permanecer deitado várias horas após comer; 1.º e 2.º dias. --Eisenmenger.
Violenta dor de cabeça na fronte. --Ollivier.
Pressão na têmpora direita, com sensação de frouxidão no estômago; após dois ou três minutos, a mesma sensação na têmpora esquerda. De vez em quando, uma dor de cabeça em duas faixas, de trás para diante, seria insuportável se continuasse; > ao pensar nela. --C. Hg.
Dores passageiras na cabeça. Dor de cabeça e dor de dentes, < no calor. --C. Hg.
Dor na fronte direita e na cabeça. --C. Hg.
Dor no occipício, < do lado direito e ao tossir. Dor de cabeça na parte superior e posterior da cabeça ao tossir. Para o entardecer, dor de cabeça do lado direito, estendendo-se para a garganta junto da laringe. --F. K.
Dor na fronte com calafrio. A dor de cabeça aumenta durante o calafrio. --Eisenmenger.
Dor violenta na fronte e no sacro. --Ollivier.
Dor na cabeça e no epigástrio, seguida de vómitos dos alimentos. --Ollivier.
Depois das 22h, a dor de cabeça aumenta, a face fica mais vermelha; conjuntiva injetada; pulso forte; fala dificultada, responde lentamente. --Ollivier.
Dura-máter inalterada, a aracnoide ligeiramente injetada e, abaixo dela, bolhas de ar; na substância cerebral, manchas exangues; sem água nas cavidades. --Br.
CABEÇA EXTERNA [4]
Todos os cabelos das partes «entorpecidas» tornam-se de um branco de neve, e as sobrancelhas brancas formavam estranho contraste com a face castanho-escura. --R. Sch.
VISÃO E OLHOS [5]
Ao adormecer e novamente ao despertar à noite, uma luz azul diante do olho direito. --F. K.
Como um fio flutuando para baixo diante do olho direito; mais tarde, obscurecimento da visão. --F. K.
Olhos amarelos, profundamente encovados, com largas olheiras azuis. --Sch.
Olhos encovados, sem brilho; conjuntiva bulbar vermelha. --Eisenmenger.
Conjuntiva avermelhada: com calafrio; à noite; novamente no 3.º dia. Peso das pálpebras, têm de ser levantadas com os dedos. --Rh.
Sensação de entorpecimento na região das sobrancelhas; as sobrancelhas tornam-se brancas como neve, formando estranho contraste com a face de cor escura. --R. Sch.
OLFATO E NARIZ [7]
Cócegas no alto do nariz, do lado direito, provocam espirros. Ver 15.
Sensação indescritível no alto do nariz. --N. N.
Sensação desagradável de rastejamento no nariz provoca espirros. --R. Sch.
Espirros violentos e tal frieza do nariz que tem de ser envolvido em panos quentes. --R. Sch.
Nariz como se estivesse morto. --R. Sch.
O nariz parece ressequido. --F. K.
Sai do nariz muco com sangue. --F. K.
Nariz algo sensível, com calafrio. Nariz e lábios algo escoriados. --Eisenmenger.
PARTE SUPERIOR DA FACE [8]
Olhos amarelos profundamente encovados, com largas olheiras azuis.
Traços dolorosamente distorcidos. --Sch.
A face, que em poucas horas se tornou castanho-escura, ainda no 5.º dia estava amarelo-escura, e os traços distorcidos como por grande sofrimento interno. A face cor de cobre, ou vermelho-escura, o corpo amarelo-esverdeado. --Br.
Face amarelada no começo do calafrio. Face pálida, lábios descoloridos, mal consegue andar; em três horas. --Ollivier.
Face terrosa, traços embotados, estúpidos; pele seca; pulso 107; sede violenta, com língua seca; 2.º dia. --Ollivier.
Rosto alterado, doentio, encovado, faces amareladas; do 5.º ao 7.º dia. --F. K.
Parece perturbado e pálido. --C. Hg.
A face parece envelhecida e traz expressão de dor. --F. W. Payne.
Na face, sensação de frio, seguida de rubor. Calor na face. --Bennecke.
Face vermelha à noite. Suor em grandes gotas na face e em toda a cabeça. Face edematosa; do 5.º ao 7.º dia; < à noite. --Br.
Face muito alterada. θ Febre amarela.
O semblante traz uma expressão de extrema ansiedade. θ Colapso do cólera.
PARTE INFERIOR DA FACE [9]
No maxilar superior e inferior, contração muito dolorosa; a dor vai de cima para baixo em linha reta. --C. Hg.
Dor nas articulações maxilares, ao abrir a boca pela primeira vez, quando comprimidas com o dedo, ao pôr a língua para fora. --F. K.
Lábios sem cor. --Ollivier.
Lábio superior dolorido, com calafrio.
Lábios e língua fuliginosos, saburrentos; 5.º dia. --Ollivier.
DENTES E GENGIVAS [10]
Dor de dentes < no calor. --
Gengivas doloridas e sangrantes ao redor da raiz remanescente do incisivo superior direito. --C. Hg.
PALADAR, FALA, LÍNGUA [11]
Sabor amargo. --Eisenmenger e O'Reilly.
Sabor amargo na boca após quatro horas de vómitos, com grande prostração. --Br.
Tudo o que é doce sabe doce demais. --F. K.
Sabor peculiar e indescritível na boca. --C. Hg.
Retrogosto pegajoso muito desagradável, durando horas após comer, durante toda a semana. --C. Hg.
Sensação contrativa de entorpecimento, como de frio, na metade anterior direita da língua, com afluxo de saliva na boca; fraqueza no abdómen e beliscões; 1.º dia. --C. Hg.
Picadas na ponta da língua e cócegas na parte superior direita do nariz, provocando espirros; 1.º dia, à noite. --C. Hg.
Língua viscosa à noite. Língua amarela. --Eisenmenger.
Língua amarelada, saburrosa, com calafrio. Língua: branco-azulada, finamente recoberta; sabor viscoso, sem apetite; mais tarde, branco-acinzentada, < na parte posterior da língua; ainda mais tarde, língua branca e mole. --F. K.
Língua fuliginosa, saburrosa. Ver 9.
Língua algo aumentada; à direita, uma úlcera profunda e irregular; no dia seguinte, uma segunda tumefação nodular, de cor mais escura, afilando-se em ponta. --Br.
Língua seca, com sede violenta.
CAVIDADE BUCAL [12]
Boca quente e seca, com muito pouca sede; durante o calor.
Afluxo de saliva na boca. Ver 11.
PALATO E GARGANTA [13]
Ardor e constrição na garganta, seguidos de irritabilidade gástrica. --Robertson.
APETITE, SEDE. DESEJOS, AVERSÕES [14]
Menos apetite por causa do sabor viscoso na boca; come sem gosto. --F. K.
Sem apetite à noite, língua viscosa. Muito pouco apetite durante toda a segunda semana. Apetite muito fraco. --Eisenmenger.
Perda do apetite. --F. W. Payne.
Fome na primeira noite. --C. Hg.
Sede violenta em três horas. --Ollivier.
Sede violenta e língua seca. Muita sede no 2.º dia; bebeu papa de aveia, leite e bebidas mucilaginosas em grandes quantidades. --Sch.
Grande sede no 5.º dia, menos na noite seguinte. --Br.
Sede com febre vespertina.
Muito pouca sede com calor febril.
Mais sensível ao tabaco; 1.º dia. --C. Hg.
Fuma sem gosto; 8.º dia. --F. K.
COMER E BEBER [15]
Depois de comer, dor de cabeça frontal. Algumas horas após o jantar teve de deitar-se por causa da dor de cabeça e da fraqueza. --
Ânsias constantes e vómitos ao tomar a menor coisa de comer ou beber. θ Febre amarela.
SOLUÇOS, ERUCTAÇÕES, NÁUSEA E VÓMITOS [16]
Eructações com sabor dos alimentos ingeridos; língua viscosa e sem apetite à noite; fumar sem gosto. --F. K.
Eructações. --Eisenmenger.
Eructações espasmódicas de enorme quantidade de gás sem sabor proveniente do estômago, sem alívio da dor abdominal, o que o faz gemer durante seis horas. --Sch.
Eructações ininterruptas, espasmódicas, de grande quantidade de ar sem sabor, com grande dor no abdómen. θ Febre amarela.
Durante eructações espasmódicas sem qualquer interrupção, é expelida do estômago quantidade incrivelmente grande de ar sem sabor, sem aliviar a dor abdominal. --R. Sch.
Soluços após as eructações; 3.º dia. --R. Sch.
Soluços importunos na primeira noite, retornando no 3.º dia. --Br.
Soluços atormentadores, com epigástrio hipersensível. --Br.
Soluços muito incômodos e importunos. θ Febre amarela.
Náusea. --Berzelius.
Náusea e vómitos, com vertigem e constrição do peito. --
Náusea. θ Febre amarela.
Queixa-se de náusea e plenitude no epigástrio; 6.º dia. --Br.
Ânsias e vómitos incessantes. --Gehlen.
Ânsias e vómitos mesmo após um só gole; até um pouco de água é seguido pelo retorno das mais dolorosas ânsias e vómitos. --Gehlen.
Vomita tudo o que entra no estômago. --Gehlen.
Vómitos violentos; não conseguia reter a mínima coisa. --O'Reilly. Ollivier.
Vomita muco verde e amargo, com cólica. --Sch.
Vómitos de líquido mucoso, amarelo, verde e amargo. θ Febre amarela.
Vómitos verdes copiosos, começando na noite do 1.º dia e durando toda a noite; a cada hora, intercalados por estados soporosos; no 2.º dia, vómitos esverdeados a cada duas horas, diminuindo no 3.º e 4.º dias. --Br.
Vomita grandes massas. --Br.
Antes da meia-noite, vomitou duas vezes, com dor abdominal e a maior ansiedade. --R. Sch.
Vómitos com dor nos lombos. --Br.
ESCROBÍCULO E ESTÔMAGO [17]
Irritabilidade gástrica; vómitos de líquido, primeiro bilioso e depois cor de café, com dor em queimação. --Robertson.
Com pressão no estômago: muito pouco apetite; sabor amargo; eructações; náusea e obstinada constipação intestinal. --Eisenmenger.
Com sensação de parte morta nos membros, cinco horas após a inalação, violenta dor incisiva na região do estômago e abaixo dele, obrigando-o a gemer continuamente. --R. Sch.
Sensação de fadiga no estômago, com pressão nas têmporas. Estômago vazio; duas manchas inflamadas na grande curvatura, onde a mucosa podia ser muito facilmente destacada. Pós-morte. --Br.
Dor no epigástrio e vómitos dos alimentos. Epigástrio muito sensível e soluços atormentadores; 2.º dia. --Br.
Pressão na região epigástrica durante o calafrio. --Eisenmenger.
A pressão da mão causa dor surda no epigástrio. --O'Reilly.
Dores no epigástrio. --Ollivier.
HIPOCÔNDRIOS [18]
Fígado doloroso à pressão; após três ou quatro horas. --Ollivier.
O fígado estava congesto, sem alteração das células. --Ollivier.
Fígado azul-anil profundo, não aumentado; vesícula biliar repleta até quase rebentar. --Br.
Amolecimento do baço. --Ollivier.
ABDÓMEN E LOMBOS [19]
Leve pressão no abdómen; 5.º dia. --R. Sch.
Dor opressiva abaixo do diafragma, no lado esquerdo do abdómen; 1.º dia. --C. Hg.
Violenta dor incisiva na região do umbigo, em intervalos. --R. Sch.
Cólica com vómitos, antes da meia-noite.
Dores em várias partes do abdómen, < do lado esquerdo, seguidas de grande fraqueza, principalmente nos membros inferiores; 1.º dia. --C. Hg.
Sensação de fraqueza no abdómen e pontadas beliscantes.
Sensação indefinida, mas extremamente desagradável, como de uma pedra deitada no abdómen, como se tudo ali se tivesse transformado em pedra; pediu um laxante, mas nem clisteres nem evacuações repetidas (após Magn. sulph.) produziram qualquer mudança; as eructações não aliviaram. --Sch.
Calor vivo no abdómen, com membros frios. --Sch.
Dor em queimação através de todo o canal alimentar. --Robertson.
Abdómen ardente por fora; pés frios. θ Febre amarela.
Ruído gorgolejante no lado esquerdo do abdómen por gases encarcerados, causando dor cólica, ameaçando tornar-se severa; tem de deitar-se de barriga para baixo, ou encolhido, e quer ficar bem coberto; muito sensível ao frio; de manhã, às 3h; 2.º dia. --C. Hg.
Distensão do abdómen durante os calafrios. --Eisenmenger.
Distensão gasosa do abdómen. Pós-morte. --Br.
Os tegumentos do abdómen parecem esverdeados, sobretudo nos lados. --Br.
Prurido violento abaixo da última costela, no extremo esquerdo; 3.º dia. --C. Hg.
DEJEÇÕES E RETO [20]
Sensação fraca, como se relaxado, e como se viesse diarreia, como se tudo fosse cair para fora; à noite; 1.º dia. --C. Hg.
Urgência como para diarreia; meio-dia, 2.º dia. --C. Hg.
Eliminou menos gases após urinar de manhã; 2.º dia. --C. Hg.
Eliminação abundante de gases e soltura intestinal; após Magn. sulph. não aliviou. --Sch.
Várias evacuações no 4.º dia. --Sch.
Evacuação mole às 16h; 2.º dia. --C. Hg.
Evacuações biliosas frequentes. --Br.
A evacuação habitual da manhã falta e aparece à tarde; o mesmo no 6.º, 7.º e 8.º dias. --F. K.
Duas evacuações copiosas e fétidas, às 17h, seguidas de eliminação indolor de meia libra (c. 230 g) de urina vermelha, contendo verdadeiros corpúsculos sanguíneos; 1.º dia. --Ollivier.
A primeira evacuação da manhã, no 10.º dia, cheia de buracos como lava. --F. K.
Constipação intestinal obstinada. --Eisenmenger. (Chamada «obstinada» pela Velha Escola, que transfere uma qualidade da sua própria mente para o cólon.)
Constipação intestinal, com sensação de peso e rigidez, como um fardo no abdómen. --F. W. Payne.
Constipação intestinal com febre. --Robertson.
Evacuação com vertigem, fraqueza e rastejamento. --Br.
Dores martelantes, pulsantes na região do períneo, perto do ânus; de manhã, 2.º dia. --C. Hg.
Dores fugazes frequentes no períneo, para o ânus, ou para cima, na parede anterior do reto; primeira semana. --C. Hg.
ÓRGÃOS DO APARELHO URINÁRIO [21]
Sensação desagradável de pressão na região dos rins, rapidamente crescente, estendendo-se pelas costas até entre as omoplatas, não violenta até à noite; continuou sem interrupção e aumentando, com urgência para urinar; urina vermelho-escura, e forma-se um espesso coágulo de sangue puro; no dia seguinte, a cor a mesma, mas sem coágulo, dor nos rins igualmente violenta; no 3.º dia, dor menos violenta; cor mais viva, ainda sanguinolenta; o mesmo no 4.º dia; no 6.º dia, sem coloração sanguínea. --R. Sch.
Pressão nos rins, estendendo-se às omoplatas, com dor na região renal durante o desejo de urinar. θ Febre amarela.
Rins aumentados, com injeção muito marcada, principalmente na substância tubular; células de ambas as substâncias granuladas. --Ollivier.
Rins azul-anil profundo em toda a substância; o esquerdo aumentado, semelhante ao baço; o direito menor. --Br.
Urina escassa e espumosa pela manhã, depositando sedimento; 2.º dia. --C. Hg.
Do 1.º ao 8.º dia, menos urina; no 9.º, mais, porém castanha, castanha, com nuvem em suspensão. --F. K.
Sem urinação no 2.º dia. --Ollivier.
A urina está suprimida; das 16h até à manhã seguinte, nenhuma urina; 1.º dia. --C. Hg.
Nenhuma urina na 1.ª noite; muito pouca na noite seguinte; do 3.º ao 6.º dia. --Br.
Quantidades muito pequenas de urina, depositando algum sangue; 6.º dia.
Bexiga vazia, sem alteração. --Br.
Urina muito escura, cor de laranja; 5.º dia. --F. K.
Urina negra como tinta; ao ferver e adicionar ácido nítrico, deposita-se um coágulo castanho-avermelhado semelhante ao que obtemos ao ferver sangue. --J. Vogel.
Urina menos frequente, porém mais abundante à noite; 6.º dia. --F. K.
Durante a noite, nenhuma urina; pela manhã, escura, castanho-avermelhada, com sedimento vermelho-gelatinoso e azul-avermelhado; 8.º dia. --F. K.
À tarde, urina escura, com depósito cor-de-rosa nas paredes do recipiente; 9.º dia. --F. K.
Urina como cerveja porter, com depósito turvo; 10.º dia. --F. K.
Urina mais escura no 13.º dia. --F. K.
Urina vermelha, escassa; 3.º dia.
Urina escura, vermelho-enegrecida; formou espesso coágulo de sangue no vaso. --Sch.
Logo, descarga indolor de duas onças (c. 60 mL) de sangue pela uretra; repetida com tremores. --Br.
Hematúria; eliminou duas onças (c. 60 mL) de sangue pela uretra. --O'Reilly.
Quatro colheres de sopa de sangue pela uretra; 2.º dia. --Br.
Quatro pintas (c. 1,9 L) de urina sanguinolenta, contendo arsénico. --Robertson.
Eliminação de urina negra como tinta. --Bennecke.
Urina escura, negro-avermelhada, com sangue puro. θ Febre amarela.
Eliminação, por vezes, de grandes quantidades de urina pálida. --F. W. Payne.
ÓRGÃOS SEXUAIS MASCULINOS [22]
Irritação sexual na glande, quase irresistível com ereção matinal; 2.º dia; continua após levantar-se e urinar; durante toda a primeira semana. --C. Hg.
No fundo da pelve, ao agachar-se, sensação insuportável de entorpecimento, com uma ondulação como se algo fosse romper; depois, sensação horrível, mas de curta duração; pela manhã, 11.º dia. --C. Hg.
Dor na sínfise púbica; nenhuma vermelhidão ali, mas extremamente sensível ao toque, também ao tossir ou ao inclinar-se para diante; 16.º dia. --F. K.
Violenta dor picante num pequeno ponto sobre a virilha direita, repetindo-se frequentemente, como pulsação; 1.º dia. --C. Hg.
Dor insuportável em ambas as virilhas, exatamente onde emergem os cordões espermáticos, como se tudo fosse cair ou escorregar para fora ali; extremamente sensível em pé; > sentado; ainda mais > ao comprimir com ambas as mãos; tarde do 10.º dia; a mesma sensação retorna no 12.º dia às 14h. --C. Hg.
Dor no lado esquerdo do pénis; 1.º dia. --C. Hg.
Na 3.ª semana, todo o prepúcio e a glande cobrem-se de pequenas vesículas contendo pus; rompem-se e formam úlceras muito pequenas, redondas e planas; só na superfície externa do prepúcio contou sessenta e cinco; cicatrizaram após dez a doze dias. --R. Sch. [Obs. O jovem era sifilítico? Ars. met. faz aflorar sífilis latente. --C. Hg.]
VOZ E LARINGE. TRAQUEIA E BRÔNQUIOS [25]
Voz estridente; imediatamente após a inalação. --Br.
Voz sussurrante. --O'Reilly.
A voz permanece sussurrante e à noite fica muito fraca. --Br.
A voz perdeu o timbre, soa como quebrada, mas não rouca; 5.º dia. --F. K.
Dor perto da laringe ao falar, do lado direito; 8.º dia. --F. K.
Sensação repuxante da cabeça em direção à laringe, do lado direito.
Com ligeiro pigarreio, levanta com grande facilidade um bolo de catarro mole, redondo e liso, do tamanho de uma avelã, ao despertar às 3h; 2.º dia. --C. Hg.
Cessa o seu costumeiro pigarrear catarro; 6.º dia. --F. K.
RESPIRAÇÃO [26]
Odor amoniacal do hálito; do 5.º ao 7.º dia. --Br.
Respiração rápida.
Constrição do peito: com náusea; com calafrio.
Falta de ar; respira ofegante buscando ar.
Respiração aliviada após sinapismo e Amm. acet.; após três ou quatro horas. --Ollivier.
Opressão do peito durante o calafrio. --Eisenmenger.
TOSSE [27]
Pela manhã, tosse frequente, com dor no períneo; 3.º dia. --F. K.
Quando tosse à noite, dor de cabeça na parte superior e posterior da cabeça; 6.º dia. --F. K.
Pequena tosse muito frequente, sem irritação interna, como por pressão sobre o peito; após comer gelado, primeiro melhor (também no peito todo), mas depois pior; 6.º dia. --F. K.
A tosse aumenta das 9h às 10h, sobretudo ao conversar no quarto; 7.º dia. --F. K.
À noite, a tosse vem agora das profundezas do peito, está mais solta; a expectoração alivia; 7.º dia. --F. K.
A tosse vem da parte anterior superior do peito; 9.º dia. --F. K.
Sua ao tossir; 11.º dia. --F. K.
Sensação como se todo o tórax estivesse fortemente atado, com respiração rápida, sem tosse nem estertor de catarro; após três horas. --Ollivier.
INTERIOR DO PEITO E PULMÕES [28]
Pressão na região acima do esterno, transversalmente, no 4.º dia; pior no 5.º. --F. K.
Pressão dolorosa na parte superior do peito, onde começa a ficar sensível à pressão, desaparecendo quando transpira; 7.º dia. --F. K.
Pressão sobre todo o peito, com grande ansiedade; 7.º dia; a pressão diminui com bocejos; 9.º dia. --F. K.
A dor no peito desaparece pela manhã, retorna por volta das 11h; 11.º dia. --F. K.
Pressão sobre o peito produz ligeira tosse. Dor através do peito, como batimento no lado direito, perto do meio, puxando para a esquerda. --R. H.
Sensação de calor vivo no peito após sensação de frio. Partes posteriores dos pulmões congestas; 2.º dia. --Ollivier.
Pulmões colabados, contendo muito pouco ar; de resto, normais. --Br.
Nas cavidades pleurais, duas pintas (c. 0,95 L) de líquido castanho-avermelhado, inodoro. --Br.
CORAÇÃO, PULSO E CIRCULAÇÃO [29]
Dor incisiva perto das últimas costelas esquerdas.
Dor pulsante, martelante no coração, profundamente no peito, estendendo-se para o lado direito; pela manhã, 2.º dia. --C. Hg.
Palpitação; 7.º dia. --Br.
Coração pálido, relaxado, vazio de sangue; apenas um pouco de líquido no pericárdio. --Br.
Pulso pequeno e rápido. --Eisenmenger.
Pulso 90, fraco. --O'Reilly.
Febre com pulso cheio, duro e frequente. --Robertson.
Pulso forte e frequente. Pulso 107; 2.º dia. --
Pulso frequente. θ Febre amarela.
Pulso 90 de manhã, 128 às 10 horas, muito pequeno e mole; 7.º dia. --F. K.
Após as refeições, o pulso é mais cheio e mais frequente; 7.º dia. --F. K.
O pulso falha ao despertar à noite, com ansiedade e pensamentos de morte; 7.º dia. --F. K.
Pulso 60 pela manhã e irregular; de manhã, 52; 8.º dia. --F. K.
À noite, pulso 56, o mesmo após comer; mais tarde 60, e tenso, como se torcido ou retorcido; alguns batimentos retardados por mais de um segundo, seguidos de alguns batimentos mais rápidos; 8.º dia. --F. K.
Pulso 64, cada segundo batimento mais forte, como o pêndulo de um relógio colocado obliquamente; 8.º dia. --F. K.
Pulso 64, claudicante na manhã do 9.º dia; ao meio-dia, 112, claudicante até às 13h, e mais mole; às 15h, novamente claudicante e intermitente; mudando de mais rápido para mais lento. --F. K.
Pulso 76 pela manhã; às 11h, 84 a 88; 11.º dia. --F. K.
Pulso mais frequente após a refeição do meio-dia; 14.º dia. --F. K.
Pulso muito frequente e pequeno com calafrio. Pulso 110 após sinapismo e Ammon. acet. --Ollivier.
Pulso 90, porém fraco, após quatro horas; pequeno, 92, com temperatura cutânea diminuída no dia seguinte; 80, forte, com epigástrio sensível, 2.º dia; 76 e epigástrio sem dor, mais tarde no mesmo dia; 76, 3.º dia; 80, 5.º dia; o mesmo, 6.º dia; 102 de manhã, 7.º dia; 76 ao meio-dia; mais tarde, 80; morte na manhã seguinte. --Br.
Respiração muito frequente e pulso impercetível antes da morte. Pulso impercetível após aumento da respiração; ficando inconsciente; à noite do 5.º dia, morte. --Ollivier.
Cessação completa do pulso. --R. Sch.
Pulso completamente impercetível. θ Colapso no cólera.
PAREDE TORÁCICA [30]
Dores reumáticas sobre o esterno diminuem quando transpira; 2.º dia. --F. K.
Dor no meio do esterno; < ao caminhar; 10.º dia. --F. K.
Dor no peito, nos ossos e músculos intercostais; ao mesmo tempo, dor no braço.
Falta de ar e respiração ofegante buscando ar. --Ea.
No lado esquerdo do peito, perto do mamilo, como em carne viva e dolorido, com dor opressiva; 4.º dia. --F. K.
A dor no peito concentra-se no lado esquerdo, acima do mamilo; 9.º dia. --F. K.
Uma pressão sobre o peito, alguns centímetros abaixo da extremidade superior do esterno, com pressão no esterno; 6.º dia. --F. K.
Sensação de escoriação dolorosa em todo o peito; 8.º dia. --F. K.
O peito dói ao tossir, respirar e quando pressionado; 8.º dia. --F. K.
Rastejamento, como se gotas quentes corressem sobre o peito, interrompido ao pressionar com o dedo; 11.º dia. --F. K.
PESCOÇO E COSTAS [31]
Dor lacerante no pescoço durante o calafrio. --Eisenmenger.
Sensação febril no pescoço, pela manhã; 13.º dia. --F. K.
Rigidez no pescoço e entre as omoplatas, começando pela manhã; > ao sair ou mover-se; 7.º e 8.º dias. --C. Hg.
Dor como se algo estivesse espetado abaixo da omoplata direita; aumentou no começo e desapareceu após três horas de sono. --C. Hg.
Dor nas costas, como nos primeiros dias, voltou ao entardecer do 7.º dia, não tão violenta, porém muito mais difícil de suportar; aumentou na tarde seguinte e durante a noite, causando altas lamentações; sentar alivia um pouco, mas está fraco demais para ficar muito tempo sentado; aliviada para a tarde do 9.º dia pela aplicação de panos embebidos em leite morno. --R. Sch.
Rastejamento sobre os ombros e costas. Calor no dorso após sensação de frio. Tremores sobre partes isoladas das costas. A dor na região dos rins tornou-se excessivamente severa, com urgência para urinar. --Sch.
Sensação desagradável e opressiva na região dos rins, que rapidamente aumentou e se espalhou pelas costas até entre as omoplatas; após quatro horas. --Sch.
Pressão entre as omoplatas. --R. Sch.
Dor muito violenta na região lombar. --Ollivier.
Ligeira dor na região lombar. --O'Reilly.
Algumas dores nos lombos passaram quando cessou o «adormecimento» dos membros. --Br.
Dor nos lombos com vómitos. --Br.
Atrás e acima da anca direita, num pequeno ponto perto da coluna, dor muito grande; < ao caminhar; tem de se sentar. --C. Hg.
Dor lombar na parte baixa das costas, como depois de constipação por frio; à noite, 2.º dia. --F. K.
Dores violentas no sacro, após três horas.
Dor surda na parte superior do sacro, numa área do tamanho da mão, interfere por um ou dois minutos com a respiração; incha e parece como se algo ali se enchesse; com aumento da dor; 8.º dia. --F. K.
MEMBROS SUPERIORES [32]
Ponto dolorido no acrómio direito; 8.º dia. --F. K.
Dor desde a ponta do ombro até à ponta do cotovelo; 9.º dia. --F. K.
Contrações dolorosas nos ombros.
Corte quente, quase ardente, como de pequena faca, no braço superior direito, desde perto do ombro até ao cotovelo; logo após a inalação. --F. K.
Pontadas fugazes nos braços. --R. Sch.
Dor lacerante e pontadas nos membros superiores, durante o calafrio. --Eisenmenger.
Nos cotovelos e braços superiores, a mesma dor que no joelho. --R. Sch.
Dor incapacitante em ambos os cotovelos, mais no direito; 9.º dia. --F. K.
Dores nos cotovelos e braços superiores; em cinco horas. --Sch.
Sensação de morte nas mãos, estendendo-se até ao meio dos antebraços. --Sch.
Braços e mãos muito cansados, como se ardessem.
Dores fugazes na mão direita e nos dedos; 2.º dia. --C. Hg.
Veias inchadas nas mãos; 7.º dia. --F. K.
Dedo médio esquerdo, no lado interno e na segunda articulação, vermelho e inchado; 14.º dia; desapareceu no 15.º dia. --F. K.
Comichão na primeira articulação do dedo médio esquerdo, no lado interno, em pequeno ponto onde há uma vesícula muito pequena; após a 1.ª semana. --C. Hg.
MEMBROS INFERIORES [33]
Ligeira dor martelante num pequeno ponto atrás do osso da anca direita. --C. Hg.
Borbulha na nádega, impede andar; 15.º dia. --F. K.
Tremor fibrilar na coxa esquerda, lado interno, para diante, em curta linha, da tarde até à noite; 9.º dia; novamente no 10.º dia, à tarde. --F. K.
Dor na face interna de ambas as coxas, mais do lado direito, de onde se estende até perto do ânus; 12.º dia. --F. K.
Dor na face interna de ambas as coxas, principalmente em direção aos ossos da pelve; 15.º dia. --F. K.
Prurido violento na coxa esquerda, na face interna, alguns centímetros acima do joelho; 7.º dia. --C. Hg.
Após levantar-se, quando coloca as pernas mais altas que o corpo, dor violenta acima do joelho esquerdo; dolorimento dos músculos ou tendões sob a pele; > ao mover-se; à noite, 1.º dia; no dia seguinte ainda dói, mas mais abaixo do joelho, com sensação de manqueira ao ajoelhar; os membros falseiam ao subir escadas; meio-dia, 2.º dia. --C. Hg.
Acima da rótula direita, dor à pressão, também na dobra do joelho; aumenta após ficar deitado imóvel por bastante tempo; à noite, 16.º dia. --F. K.
Ao levantar-se e começar a mover-se, após estar deitado, sobretudo em posição algo fatigante, dor no joelho esquerdo, como se esmagado por dentro, mas não nos ossos; aumenta até espécie de ardor, e só desaparece após continuar a mover-se; do 8.º ao 10.º dia. --C. Hg.
Dor lacerante reumática, gotosa, nas articulações dos joelhos. --R. Sch.
Dores nos joelhos durante o calafrio. --R. Sch.
Dor na face posterior do joelho esquerdo ao levantar-se de um assento e no início da marcha; 3.º dia. --F. K.
Sensação na dobra do joelho esquerdo como se espancado; dor fria e ardente; < ao começar a mover-se, especialmente após estar deitado; durante toda a 1.ª semana. --C. Hg.
Nos ossos da perna abaixo do joelho direito, dor pulsátil, puxando para baixo. Dores nos membros inferiores, sobretudo do lado direito, durando duas horas. --Br.
Pontadas fugazes nos membros inferiores. --R. Sch.
Dor nos membros inferiores, mais do lado direito. --O'Reilly.
Dores incisivas e fugazes na perna esquerda, da tíbia ao tornozelo; ao mesmo tempo, nas últimas costelas esquerdas; 2.º dia. --C. Hg.
Dor na perna esquerda, após estar sentado; < ao descer escadas, com falseio dos joelhos; 2.º dia. --C. Hg.
Os membros inferiores tornam-se rígidos mais tarde que os braços. --Br.
Os pés ficam entorpecidos, como mortos, até aos joelhos. --R. Sch.
Fraqueza, sobretudo nos membros inferiores. --Z.
O pé esquerdo volta a doer ao levantar-se, principalmente em direção à borda externa; 12.º dia. --F. K.
Os pés, habitualmente mais frios do que o resto do corpo, estão agora mais quentes; 3.º dia. --F. K.
Suor em toda a parte, mas não no pé direito. --F. K.
Dor no calcanhar direito. Dores fugazes nos pés.
Dor na articulação do pé esquerdo ao caminhar; 3.º dia. --F. K.
Não consegue mover a articulação do pé esquerdo, mesmo estando deitado na cama; 8.º dia. --F. K.
Não pode mover o pé e é incapaz de levantar-se; 9.º dia. --F. K.
Grande dor no pé esquerdo, de um maléolo ao outro, passando transversalmente acima da articulação, < num pequeno ponto do dorso do pé; faixa vermelho-amarelada na parte superior do pé, perto dos dedos, do 4.º ao 2.º dedo; a dor é horrível, torna-o pálido; o movimento da articulação do pé é o mais doloroso; 1.º dia. --F. K.
Faixa vermelha na articulação do tornozelo, onde havia dor no dia anterior; 11.º dia. --F. K.
No pé esquerdo, sobretudo na planta, as dores impedem apoiar-se; < com o movimento, > na cama; dores no meio, como se contraídas no sentido do comprimento; ao apoiar, um estiramento doloroso; 3.º dia; muito < no 4.º. --F. K.
Dor na planta esquerda impede andar pela manhã; menos à tarde; < à noite, especialmente após levantar-se de um assento; todas as dores na planta, calcanhar e pé inteiro estendem-se para cima; 6.º dia. --F. K.
Dores na planta esquerda, no pé e no joelho, < à noite; 6.º dia. --F. K.
Dor desde a planta em direção ao dedo médio; muito < quando se dobram as primeiras articulações dos dedos; 8.º dia. --F. K.
Cócegas no arco do pé esquerdo; 10.º dia. --F. K.
Dor à pressão nas polpas dos dedos do pé, dolorida e vibrante, principalmente na polpa do dedo médio; a dor estende-se por todos os dedos; 8.º dia. --F. K.
A cada tentativa de apoiar os pés, todos os dedos doem, como se nos tendões até à articulação do pé; 8.º dia. --F. K.
A polpa previamente perniosa do hálux direito torna-se mais dolorosa; 16.º dia. --F. K.
Dor martelante no hálux direito, aumentando no calor. --C. Hg.
O dedo médio do pé esquerdo é extremamente doloroso ao toque, sobretudo por baixo, na polpa e na primeira articulação, e daí até ao hálux e ao lado interno do tornozelo; 8.º dia. --F. K.
Sensação como se uma lasca estivesse alojada sob a unha do dedo médio do pé esquerdo; 9.º ao 10.º dia. --F. K.
MEMBROS EM GERAL [34]
Logo após a inalação, dor nos membros inferiores, sobretudo do lado direito, com entorpecimento, primeiro nos membros superiores, depois nos inferiores, seguido de sensação de rastejamento, durante duas horas. --Br.
Dores lacerantes muito sensíveis, gotosas, nos braços superiores, cotovelos e articulações dos joelhos. --Br.
Dores pulsáteis nos ossos do braço superior esquerdo, estendendo-se para baixo, três e cinco vezes por hora; o mesmo nos ossos do membro inferior direito abaixo do joelho; também estendendo-se para baixo. --Br. C. Hg.
Pontadas nos braços e pés. --R. Sch.
Fraqueza nos membros. --Bennecke.
Os braços ficam frios e rígidos primeiro, depois os membros inferiores. --Br.
Frieza dos membros. --R. Sch. Ollivier.
Frieza dos membros. --F. W. Payne.
Rastejamento desagradável nas mãos e pés, e pontadas fugazes nos membros superiores e inferiores; 7.º dia. --R. Sch.
REPOUSO. POSIÇÃO. MOVIMENTO [35]
Cansaço nas mãos e braços após esforço moderado (carregar uma criança); ardem de fraqueza; 1.º dia. --C. Hg.
Muito pouco inclinado a fazer qualquer trabalho. --Eisenmenger.
Andar difícil; pé esquerdo doloroso.
Ao subir escadas, vertigem.
Movimento difícil. --Ollivier. Pé esquerdo <. Ao caminhar, sensação de frio.
Todas as dores aumentam com o movimento; em repouso também aumentam de início, mas depois melhoram. --F. K.
Fraco mesmo sentado. --C. Hg.
Tanta fraqueza que não consegue sentar-se; no 3.º dia consegue dar alguns passos; ainda muito fraco no 7.º dia; um pouco melhor no 10.º dia e seguintes. --R. Sch.
Ao levantar-se sente-se tão fraco e friorento que é obrigado a deitar-se novamente; à noite, 8.º dia. --F. K.
Tal sensação de fraqueza com dor de cabeça e vertigem, que tem de se deitar; 3.º dia. Cólica melhor deitado de barriga para baixo, ou ao curvar-se. --
NERVOS [36]
Inquietação e ansiedade. --Robertson.
A maior inquietação corporal; 5.º dia. --Br.
Prostração com ansiedade; vertigem, náusea e constipação intestinal penosa. --Berzelius.
Subitamente, após a inalação, sente-se envenenado; um esgotamento indescritível e náusea o dominam; mal consegue dar alguns passos para alcançar o aposento vizinho; seguiram-se ânsias e vómitos incessantes; não podia tomar remédio algum, nem papa, nem sopa, nem sequer um gole de água sem doloroso retorno das ânsias e dos vómitos; até pensar em água excitava os vómitos; morte no 9.º dia. --Gehlen.
Sensação de morte desde as mãos até ao meio dos antebraços, e dos pés até aos joelhos, depois no nariz e na região das sobrancelhas, com cessação do pulso; todo sinal de vida cessou nessas partes, mas permaneceu a capacidade de movê-las; após cinco horas. --R. Sch.
Calor na face; fraqueza em todos os membros; tendência a desfalecer e tremer, logo passando, mas deixando sensação de fraqueza e esgotamento; imediatamente após a inalação. --Vogel.
Todo o sistema nervoso foi imediatamente afetado, e por fim os pulmões; morreu em dez dias. --Bullock; por Beard.
Tendência ao desmaio. --Bennecke.
Desfalecimento com vertigem, seguido de tremores. --Br.
Grande fadiga e fraqueza. --Eisenmenger.
Fraqueza súbita e indescritível, e náusea. --Gehlen.
Fraqueza muito grande e sabor amargo na boca. --Br.
Queixou-se da sua grande fraqueza e atribuiu-a aos vómitos contínuos. --Br.
Grande fraqueza, sobretudo nos membros inferiores. Fraqueza incomum à noite, fraco como um trapo, prestes a cair; 1.º dia. --C. Hg.
Fraqueza e rastejamentos. --Br.
Cansaço e esgotamento com calafrio. Os braços tornam-se torpes e rígidos primeiro, depois os membros inferiores, com sensação de rastejamento, durando duas horas, logo após a inalação. --Br.
De vez em quando, fraqueza muito peculiar, e durante ela cessam todas as dores; 1.º dia e seguintes. --C. Hg.
Fraqueza sem dor alguma; 2.º dia. --Br.
Após o jantar, fraqueza e ausência de dores durante toda a tarde e noite; 2.º dia. --C. Hg.
Sente-se como se estivesse a recuperar-se de doença muito longa, sensação agradável; 11.º dia. --F. K.
Grande prostração e mal-estar geral. --F. W. Payne.
SONO [37]
Bocejos e sensação desagradável com friorento. Tão sonolento que mal consegue abrir os olhos. --Rh.
Sonolência do 5.º ao 7.º dia. Sopor entre os acessos de vómitos. --Br.
Sonhos muito agradáveis, poéticos. --C. Hg.
Sonhos como se estivesse a rezar numa reunião pública, com grande aplauso; 7.º dia. --F. K.
Sonhos, para a manhã, com pessoas indo e chegando; 7.º dia. --F. K.
Geme durante o sono; 16.º dia. --F. K.
Sono interrompido por dor de cabeça. --R. Sch.
O menor ruído interrompe-lhe o sono. --R. Sch.
Perturbado por cólica de gases para a manhã. Subitamente acordado por dois fortes abalos concussivos depois da meia-noite; 7.º dia. --F. K.
Sobressaltos frequentes ao adormecer. Assim que adormece, transpira; 15.º dia. --F. K.
Noite agitada, do 5.º para o 6.º dia. --Br.
Sono agitado até depois da meia-noite. Acorda a cada hora, sempre antes de o relógio bater; do 9.º para o 10.º dia. --F. K.
Durante muito tempo não consegue adormecer; sente como se tivesse de se mover; 6.º dia. --F. K.
Insónia. --Sch. R. Sch.
Insónia total. θ Febre amarela.
Insónia. --F. W. Payne. (Um caso crónico. Ver 47 .)
TEMPO [38]
Pior à noite: dor de cabeça frontal; dor nos membros inferiores. Depois da meia-noite: sono fácil. Ao despertar de manhã: fraco e abatido. Ao acordar: fraco, etc. Fraco e prostrado ao despertar. --Eisenmenger.
Cansado e abatido ao acordar de manhã. Muito exausto: de manhã na cama; 8.º dia. --F. K.
Ao meio-dia e à meia-noite sente-se sempre pior; 10.º dia. --F. K.
Ao meio-dia: como se fosse surgir diarreia.
À tarde, às 15h: dores de cabeça, calafrios e febre aumentam todos os dias; calafrio; dor no pé esquerdo >. O mal-estar aumenta constantemente durante a tarde; 4.º dia. --F. K.
O morrer começa às 16h, seis vezes 24 horas após a inalação. --Br.
À tarde, às 17h: evacuações fétidas. À noite: dor de cabeça; vómitos; menos calor da pele; fraqueza do reto; dor no pé esquerdo <; toda a dor saiu do pé direito; 8.º dia. --F. K.
TEMPERATURA E TEMPO ATMOSFÉRICO [39]
Depois de beber água fria; mais tarde, após bebidas quentes, conseguia provocar suor copioso. --R. Sch.
O calor diminui, o frio aumenta os sintomas. --F. K.
Calor: dor de dentes <; dor no hálux <.
Se não estiver coberto à noite, sente frio; 8.º dia. --F. K.
Ao despir-se, às 22h, calafrio violento. Ao entrar num quarto fresco, sente muito frio; 3.º dia. --F. K.
Muito sensível ao frio.
Depois de movimentar-se ao ar livre, sempre <. Depois de caminhar ao ar livre, muito mal disposto. --Eisenmenger.
Durante um passeio ao ar livre, friorento. --Eisenmenger.
Antes de uma trovoada, muitas dores antigas reaparecem. --F. K.
Sensível ao tempo frio. O ar húmido aumenta muito o seu mal-estar. --Eisenmenger.
O ar húmido sempre agrava. --
Friorento geral com pequena exposição ou mudança de temperatura. --Payne.
FEBRE [40]
Temperatura diminuída. --O'Reilly. Calafrio. --O'Reilly.
Depois de desfalecimento, tontura e tremores. --Br.
Calafrios por todo o corpo; após quatro horas. --Sch.
O friorento tornou-se muito violento ao despir-se, às 22h; após cinco horas. --Sch.
Membros frios com calor no abdómen. --R. Sch.
Nariz frio; teve de o envolver em panos quentes. --R. Sch.
Friorento ao caminhar. --Eisenmenger.
Ao tentar levantar-se sente frio, por fraqueza; 8.º dia. --F. K.
Acessos de tremores ou arrepios à noite, curtos, violentos, e apenas em partes das costas; 1.º dia. --C. Hg.
À noite, arrepios frequentes, com frieza descendo pelo corpo; calor vivo em torno do peito, costas e face; mais tarde, suor geral, exceto no pé direito, continua toda a noite; grandes gotas correm pela face e descem pela cabeça; com isso, pulso claudicante; 8.º dia. --F. K.
Durante o calafrio: dor de cabeça; pressão na região epigástrica; distensão do abdómen; opressão do peito; dor lacerante no pescoço; dor lacerante nos membros superiores. Com dor opressiva da região dos rins até à região entre as omoplatas, um calafrio por todo o corpo, com dores lacerantes gotosas nas articulações dos joelhos e membros frios; quatro horas após a inalação; meia hora depois, ao despir-se, calafrio mais violento do que qualquer outro que já tivera; dores nos joelhos, braços superiores e cotovelos; aumentando para grande violência após o calafrio; cinco horas após a inalação. --R. Sch.
Calafrio severo no 3.º dia, às 15h, momento em que a dor de cabeça costumava estar <, começando com bocejos, mal-estar, ansiedade e friorento, acompanhado de opressão do peito, dor no pescoço, repuxos nos membros superiores; aumento da dor de cabeça frontal; após um calafrio de duas horas, calor moderado, durando até às 20h, com boca quente e seca, mas pouca sede; após o calor, suor muito leve, durante o qual adormece; de início, sobressaltos frequentes, durante sono não reparador; depois da meia-noite, tranquilo. --Eisenmenger.
À tarde, às 15h, quando a dor de cabeça tinha sido pior no 1.º e 2.º dias, no 3.º dia tem bocejos, mal-estar, ansiedade e friorento, crescendo gradualmente em forte calafrio com constrição do peito, dor no pescoço, repuxos nos membros superiores e dor na fronte; após o calafrio durar duas horas, segue-se calor moderado, durando até às 20h; boca quente e seca; sede moderada; após o calor, algum suor; adormece, mas sobressalta-se frequentemente; depois da meia-noite, sono tranquilo, mas ao acordar, cansado e como espancado; 3.º dia. --Eisenmenger.
Após grande calafrio e febre no 3.º dia, no 4.º apenas friorento, e no 5.º novamente forte; daí em diante, todos os dias às 15h.
Com o começo do calafrio às 15h, face terrosa e amarelada; olhos encovados, sem vivacidade; conjuntiva avermelhada; nariz e lábio superior escoriados; língua saburrosa, amarela; pulso frequente e pequeno; ao mesmo tempo aumento da dor de cabeça; constrição do peito; dor lacerante na nuca e nos membros superiores; pressão na região das amígdalas; distensão do abdómen; grande cansaço e fraqueza. Às 17h: calor febril; às 19h30: suor, seguido de sono; 7.º dia. --Eisenmenger.
Leve acesso febril no 2.º dia. --Eisenmenger.
Acesso febril no 5.º dia, mais severo do que no 3.º; depois disso, retornou todos os dias. Curado por Nux vom.; renovado em ocasião subsequente ao inalar o mesmo gás. --Eisenmenger.
A febre começou às 12h; pulso até 90; não afetou a cabeça; sede à tarde; sensível ao tempo frio; após a ceia, o pulso subiu de 90 para 120; 6.º dia. --F. K.
Depois de escrever por algum tempo, calor fugaz subindo para a cabeça: pulso cerca de 120; a cada 50 a 60 batimentos, um falha, gradualmente com mais frequência; à noite, cada 5.º a 6.º batimento, às vezes cada 3.º; 7.º dia. --F. K.
De manhã, ao tentar pôr o pé no chão, calor; à noite, sensação de frio; 10.º dia. --F. K.
Leve febre, com grande fraqueza; 5.º dia. --Br.
Calor vivo no abdómen e membros frios durante toda a noite, com dor nos rins e micção de sangue. --R. Sch.
Muito calor e ardor em diferentes partes do corpo, particularmente sobre a região renal. --F. W. Payne.
Suor geral e quente depois da meia-noite, com pulso mole, 80 por minuto, falhando 3, 4 vezes; 7.º dia. --F. K.
Acessos de suor noturno; do 7.º para o 8.º dia; continuamente nas horas da manhã. --F. K.
Suores noturnos; 13.º dia. --F. K.
Suor noturno em curto acesso; 5.º dia. --F. K.
Suor geral quente à noite, em grandes gotas. O suor alivia a sensação de morte nos membros. --
Superfície do corpo orvalhada de humidade, com a sensação de calor não natural desses casos. θ Colapso do cólera.
ACESSOS, PERIODICIDADE [41]
Por acessos, como espancado em todo o corpo; 7.º dia. --F. K.
No 7.º e 8.º dias, reaparecimento renovado de muitos sintomas antigos e de novos sintomas, e desenvolvimento mais alto da afeção mórbida. As dores retornam; dor de cabeça típica; após ligeira melhora no 4.º dia, < no 5.º, quando a urinação cessou completamente. --Ollivier.
Typhus tertianus postponens. Morte no 9.º dia. --Gehlen. Bullock.
LOCALIZAÇÃO E DIREÇÃO [42]
Direita: dor no calcanhar; dor martelante no hálux.
Esquerda: dores incisivas e fugazes na perna; o pé dói ao levantar-se; dor na articulação do pé; não consegue mover o pé; grande dor no pé; como se o pé estivesse contraído no sentido do comprimento; cócegas no arco do pé; como se uma lasca estivesse sob a unha do dedo médio.
SENSAÇÕES [43]
Como de um peso na cabeça; nariz como se morto; nariz como se ressequido; como de uma pedra deitada no abdómen; reto como se relaxado, como se fosse seguir-se diarreia, como se tudo fosse cair para fora; como se tudo fosse cair para fora da virilha; como se o tórax estivesse fortemente atado; como se gotas corressem sobre o peito; como se algo estivesse cheio no sacro; braços e mãos como se ardessem; pés como se mortos; dor no meio do pé esquerdo como se contraído; como se estivesse a recuperar-se de doença longa; como se tudo no abdómen se tivesse transformado em pedra; como se algo fosse romper na pelve; como se algo estivesse espetado abaixo da omoplata direita; como se espancado, na dobra do joelho esquerdo; como se uma lasca estivesse alojada sob a unha do dedo do pé.
Dor: nas costas, como depois de ter apanhado frio.
Dor insuportável: em ambas as virilhas.
Dor no joelho esquerdo, como se esmagado por dentro.
Incisiva: na região do estômago e abaixo dele; na região do umbigo; junto às últimas costelas esquerdas; ardente no braço superior direito; na perna esquerda.
Pontadas: nos braços e pés.
Pontadas: fugazes através dos membros.
Picadas: na ponta da língua; na virilha direita.
Ardor: na garganta; no estômago; através de todo o canal alimentar; por fora do abdómen; no joelho esquerdo; na dobra do joelho esquerdo.
Beliscões: no abdómen.
Dor cólica: no lado esquerdo do abdómen.
Lacerante: na cabeça; no pescoço; nos membros superiores; nas articulações dos joelhos; nos braços superiores.
Repuxo: da cabeça em direção à laringe, do lado direito.
Dor: no ponto do acrómio direito.
Sensação de carne viva: no lado esquerdo do peito; em todo o peito.
Pressão: nos seios frontais; na fronte; acima das sobrancelhas; nas têmporas; no estômago; na região epigástrica; no abdómen; abaixo do diafragma; no lado esquerdo do abdómen; na região dos rins; entre as omoplatas; acima do esterno; na parte superior do peito; sobre todo o peito; no lado esquerdo do peito.
Batimento: no lado direito do peito; na região das amígdalas.
Martelante: no períneo; dor no coração; num pequeno ponto atrás do osso da anca direita; no hálux direito.
Dor pulsátil: abaixo do joelho direito; nos ossos do braço superior esquerdo.
Dor dolorosa vibrante nas polpas dos dedos do pé à pressão.
Dores fugazes: na cabeça; no períneo; para cima, no reto; nos braços, mãos e dedos; nos pés; na perna esquerda.
Dor reumática: sobre o esterno; nas articulações dos joelhos.
Dor incapacitante: nos cotovelos.
Dor fria: na dobra do joelho esquerdo.
Dor indefinida: na cabeça; na fronte direita e cabeça; no occipício; na parte superior e posterior da cabeça, ao tossir; nas articulações maxilares; nos lombos; no epigástrio; em várias partes do abdómen; na sínfise púbica; nas virilhas; no lado esquerdo do pénis; na região dos rins; perto da laringe, ao falar; no períneo, ao tossir; no meio do esterno; nos músculos intercostais e ossos do peito; na região lombar; nos lombos; atrás e acima da anca direita; no sacro; da ponta do ombro à ponta do cotovelo; nos cotovelos e braços; na face interna das coxas; nos joelhos; na face posterior do joelho esquerdo; nos membros inferiores; no calcanhar direito; na articulação do pé esquerdo; na planta do pé esquerdo.
Peso: da cabeça; das pálpebras; no abdómen, como um fardo.
Frouxidão: no estômago.
Tremor fibrilar: na coxa esquerda.
Contração, ou tremor doloroso: no lado direito da cabeça, acima da fronte; também no maxilar superior e inferior e no ombro direito; nos ombros, dolorosa.
Sensação contrativa: na língua; na planta do pé, dolorosa.
Constrição: da garganta; do peito.
Irritação: na glande.
Cócegas: no nariz, lado direito; no arco do pé esquerdo.
Rastejamento: no nariz; como se gotas quentes corressem sobre o peito; sobre ombros e costas; nos membros; nas mãos e pés.
Prurido: abaixo da última costela no extremo esquerdo; na primeira articulação do dedo médio esquerdo, ao redor de uma vesícula; na coxa esquerda.
Sensação de oscilação: na cabeça e no corpo.
Sensação indescritível: subindo para o nariz.
Sensação de morte: nos membros; nas mãos; no nariz e na região das sobrancelhas.
Calor: na face; na boca; no abdómen; no peito; nas costas; sobre a região renal.
Tremores: sobre partes das costas.
Sensação de calor vivo: no peito.
Sensação de frio: na face.
Frieza: na língua; dos membros.
Sensação de entorpecimento: no nariz; na região das sobrancelhas; nos membros; nos pés.
Fadiga: no estômago.
Fraqueza: no corpo; no abdómen; no reto, como se relaxado; nos membros.
Rigidez: no pescoço; entre as omoplatas.
Entorpecimento: na cabeça; acima das sobrancelhas; na metade anterior direita da língua; profundamente na pelve; nos membros.
TECIDOS [44]
Crepitação das articulações ao mover-se, inclusive joelhos e cotovelos; 16.º dia. --F. K.
O habitus aumenta marcadamente em poucas horas. O edema aumenta ao meio-dia; 7.º dia. --Br.
Anasarca geral. Pós-morte. --Br.
Colapso no cólera asiático.
TOQUE. MOVIMENTO PASSIVO. LESÕES [45]
Pressão: < dor surda no epigástrio. A pressão externa dói na região do fígado; 32.º dia; polpas dos dedos dos pés doloridas. --
Pele seca; pulso 107.
PELE [46]
Pele amarela. --Br.
Pele cor de bronze; 5.º dia. --Ollivier.
A pele tornou-se castanho-escura. --Sch.
Pele castanho-escura em toda a parte. θ Febre amarela.
Aspeto castanho-escuro, terroso, da pele. --F. W. Payne.
Prurido: nas últimas costelas, lado esquerdo; no dedo médio; na coxa esquerda acima do joelho. Um vesicatório aplicado ao epigástrio produziu bolha cheia de sangue vermelho-escuro; 5.º dia. --R. Sch.
Todos os cabelos sobre as partes «entorpecidas» tornaram-se brancos como neve; as sobrancelhas formavam estranho contraste com a face castanho-escura. --Sch.
ESTÁDIO DE VIDA, CONSTITUIÇÃO [47]
Sra. A., æt. 67, antes bem e robusta, sofreu durante todo o Outono e Inverno; bem em sete dias. --F. W. Payne.
RELAÇÕES [48]
O sinapismo alivia a respiração.
Amm. acet .: respiração aliviada.
Antídotos: Nux vom . (febre).
Comparar: Carb. veg . (febre amarela e cólera).
Caustic . foi dado a F. K.
Bebidas contendo hidrogénio sulfurado parecem aliviar mais. --Berzelius.
A terebintina deveria ser experimentada.