Terebinthina

por Timothy F. AllenEnciclopédia da Matéria Médica Pura

  • Excitação intensa do sistema nervoso, 15.

  • Angústia, 18 ; (após uma hora), 19.

  • Angústia muito aflitiva, com grande debilidade ao deitar-se (primeiro dia), 19.

  • Facilidade para pensar, 17.

  • Embotamento mental; incapacidade de fixar a atenção por muito tempo em qualquer coisa (após uma hora), 19.

  • Leve estupefação, 6.

  • Completamente insensível (após três horas), 21.

  • Comatoso, 36.*

CABEÇA

  • Tontura.

  • Tontura, 4, 6, 17, 19, 19a. [10.]

  • Tontura, pressão e sensação de plenitude na cabeça, ameaçando apoplexia; após o decurso de três horas, a irritação cerebral diminuiu em consequência da rejeição espontânea do óleo (segundo dia), 34.

  • Tontura ligeira, 6.

  • Tontura, com enjoo e apetência reduzida (segundo dia), 2.

  • Tontura momentânea, chegando até a fazer cair, ficando tudo preto diante dos olhos (após seis horas e cinquenta e oito horas), 2.

  • Supôs-se que o paciente estivesse moribundo, mas verificou-se que estava intoxicado por uma dose abundante de Terebintina, 40.

  • Tenho visto grandes doses produzirem intoxicação passageira e, às vezes, uma espécie de transe, persistente por vinte e quatro horas, sem, contudo, quaisquer efeitos nocivos subsequentes, 41.

  • O efeito intoxicante do vinho foi muito aumentado pelo óleo de Terebintina, especialmente a tontura, 33.

  • Logo foi acometido por todos os sintomas de intoxicação; desde a tarde até a manhã ficou deitado, banhado em suor, em estado de estupor, do qual não despertou até a manhã seguinte, muito fraco e com a cabeça em estado de aturdimento; ao tentar ficar de pé, cambaleava de um lado para outro; foi aliviado por abundante emissão de urina, que tinha odor de violetas, 33.

  • Cabeça em geral.

  • Cabeça pesada, 6.

  • Sensação de plenitude na cabeça (primeira noite), 34. [20.]

  • Sensação extraordinária de plenitude e pressão na cabeça, de modo que o paciente gritava sem cessar: "Minha cabeça! minha cabeça!", e receava-se um ataque de apoplexia, 4.

  • Dor de cabeça, 6, 13, 13a, 18, 19.*

  • Dor de cabeça generalizada e pesada, com cólica, persistente por três dias, 2.

  • Dor de cabeça dilacerante, porém não muito intensa, alternando até a noite, em um momento em desaparecimento, em outro recorrente, 2.

  • Ligeira dor de cabeça dilacerante (após uma hora), 2.

  • Padeceu de dor de cabeça até o dia seguinte, 27.

  • Dor muito intensa na cabeça, 17.

  • Pressão em toda a cabeça, 2.

  • Dor de cabeça pressiva em toda a cabeça, com náusea, ora em desaparecimento, ora recorrente, 2. [30.]

  • Dor de cabeça compressiva e pesada sobre o olho esquerdo, persistente por cerca de meia hora, enquanto estava sentado e durante trabalho mental, 2.

  • Uma pontada, como por faca, na fronte (após doze horas), 2.

  • Dor dilacerante da fronte para fora, em direção à orelha direita, que está muito quente, enquanto a orelha esquerda está fria ao toque, 2.

  • Dor ardente e comichosa na região temporal esquerda, que vai e vem, à noite, na cama, e desaparece ao esfregar (após sessenta horas), 2.

  • Uma pontada passageira na apófise mastoide atrás da orelha direita (após duas horas), 2.

OLHOS

  • Olhos encovados, 25.

  • Olhos encovados e circundados por um halo escuro, 26.

  • Pupilas contraídas, 36.

  • Pupilas fortemente contraídas (após três horas), 22.

  • Pontos negros e manchas negras flutuam por um momento diante dos olhos, ao caminhar ao ar livre, não ao olhar ao longe, com sensação muito passageira de tontura (após duas horas e meia), 2.

OUVIDO. [40.]

  • Tinido e zumbido nos ouvidos, como o tique-taque de um relógio, aumentando durante quatro horas (após seis dias), 2.

NARIZ

  • Uma espécie peculiar de coriza, sem perturbação do estado geral, sem os sintomas acompanhantes usuais e sem qualquer premonição, consistindo em líquido fino e aquoso, ora de uma, ora de ambas as narinas, durando dois dias (após três a quatro dias), 2.

  • Epistaxe violenta, 2.*

FACE

  • Espasmo da face, começando sob o queixo, afetando a face até os ossos malares, com repuxamentos nervosos nas faces; esses sintomas são sentidos pelo provador, mas não há contratura visível da face; esses sintomas desaparecem, sendo seguidos por dor de cabeça supraorbital, como se essas partes estivessem machucadas, 24.

  • Fisionomia angustiada, 25.

  • Fisionomia angustiada, encovada e pálida, 26.

  • Fisionomia pálida (após três horas), 22.*

  • Face muito pálida (após uma hora), 19, 25.*

  • Rubor da face, 18.

  • Repuxamento nos ossos, na metade direita da face e na fronte, à noite (quarto dia), 1. [50.]

  • Os lábios mal podiam ser movidos, 25.

BOCA

  • Repuxamento nos dentes (primeiro dia), 1.

  • (A gengiva, que ardia, como se estivesse dolorida, quase todas as manhãs, estava frouxa, dolorosa à pressão, e sangrava facilmente ao escovar os dentes, ficou completamente boa após alguns dias), (ação curativa), 2.

  • Ardor na extremidade da língua; as papilas muito proeminentes (primeiro dia), 1.

  • Hálito e suor impregnados de odor de terebintina por mais de uma semana, 21.

  • Hálito frio, 25.

  • Flictênulas na boca, 19a.

  • Algum ardor na boca enquanto tomava o medicamento, 6.

  • Sensação de secura de todas as membranas mucosas, 18.

GARGANTA

  • Raspagem na garganta provoca frequentemente tosse seca, à noite (primeiro dia), 1. [60.]

  • Sensação de raspagem na garganta, 2.

  • Sensação de calor e raspagem na faringe e no estômago, 18.

  • Uma agradável sensação de frio na garganta, logo em seguida, 1.

  • Sem poder de deglutir (após três horas), 22.

ESTÔMAGO

  • Apetite e Sede.

  • Fome e sede (depois de uma hora e meia), 19.

  • Desejo súbito e violento de arruda (para comer picada com pão e manteiga), da qual ele já havia comido livremente, à noite, durante trabalho mental vigoroso e agradável (depois de quinze horas), 2.

  • Ela tinha menos apetite que o habitual; não apreciava alimentos de que mais gostava e, embora os desejasse muito, podia comer muito pouco, 2.

  • Perda de apetite, 18 ; por dois dias, 2.

  • Anorexia, 29.*

  • Sede e apetite muito acentuados (depois de uma hora), 19. [70.]

  • Sede, 18, 20.

  • Sede violenta, 11.

  • Eructações.

  • Eructações rançosas, 2.

  • Enjoo e Êmese.

  • Enjoo, 18 ; (primeiro dia), 19.

  • Enjoo, porém incapacidade de vomitar, devido a demasiada debilidade, 26.

  • A carne causou-lhe enjoo por mais de uma semana, 2.

  • Leve enjoo passageiro, pela manhã, 2.

  • Inclinação para vomitar, 6.

  • Êmese, 4, 11, 18, 19a, 34.*

  • Vomitou quatro ou cinco vezes (depois de uma hora), 8. [80.]

  • Vomitou abundantemente (depois de um gole de água morna e manteiga derretida), 22.

  • Êmese de muco amarelento, 6.*

  • Êmese de muco, 5.*

  • Estômago.

  • Rumor ruidoso no estômago e nos intestinos, logo em seguida ao jantar; a dor estendia-se para o lado, 2.

  • Inflamação do estômago e dos intestinos, de tal modo que não se podia suportar o menor toque no abdómen, especialmente na região epigástrica (segundo e dias subsequentes), 4.

  • Surgiram sintomas de gastroenterite (segundo dia), 36.

  • Calor no estômago, 13, 13a, 19.

  • Ardor no estômago, 4, 6, 34.

  • Sensação entre dor e ardor na boca do estômago (depois de meia hora), 29.

  • Cólica abaixo da boca do estômago, com enjoo e eructações (depois de uma hora), 1. [90.]

  • Parece como se tivesse engolido uma pequena bola, que ficou na boca do estômago, 2.

  • Pressão na boca do estômago depois de comer, como se o alimento tivesse sido engolido com demasiada pressa, 2.

  • Leve dor compressiva em um pequeno ponto na boca do estômago, melhorada ao abaixar-se, ao deitar-se e com respiração profunda (depois de meia hora), 2.

  • Pressão no estômago, 18.

  • Pressão como de fora para dentro na boca do estômago, 2.

  • Pressão no estômago transformando-se em leve enjoo, melhorado por eructações, 2.

  • Pressão no estômago, à noite, na cama (deitado sobre o lado esquerdo), que o impede de adormecer, aliviada e pouco a pouco removida após a emissão de gases, enquanto deitado sobre o lado direito (depois de dezessete horas), 2.

ABDÔMEN

  • Hipocôndrios.

  • Cólicas na região do hipocôndrio, 6.

  • Dor compressiva e incisiva na região do hipocôndrio esquerdo, enquanto sentado, desaparecendo com o movimento, 2.

  • Pressão ardente muito intensa nos hipocôndrios, 2. [100.]

  • Ardor no hipocôndrio direito (após dezessete horas), 2.

  • Umbigo e Flancos.

  • A região umbilical parece retraída, fria, exatamente como se uma placa redonda e fria fosse pressionada contra ela, ao deitar-se após o jantar, 2.

  • Pontadas e cólicas no lado direito logo após uma evacuação intestinal, 2.

  • Leve pressão e repuxamento no lado esquerdo da parte superior do abdômen, 2.

  • Pontadas transitórias, em sacudidas, no lado esquerdo da parte superior do abdômen, à noite, ao urinar (após trinta e seis horas), 2.

  • Dor lacerante e incisiva no lado esquerdo do abdômen, à noite, na cama, ao deitar-se sobre o lado direito; depois também no lado direito, 2.

  • Abdômen em Geral.

  • Abdômen muito distendido, após comer alimento de que gostou, 2.

  • *Distensão do abdômen, como após uma dose de sais, água amarga, ou algo semelhante, 2.

  • Sensação de plenitude no abdômen, como se tivesse comido demais, 2.

  • *Sensação de distensão no abdômen, como por gases, logo obrigando-o a repousar (após três quartos de hora), 2. [110.]

  • Rumor abdominal, 5.

  • Rumor abdominal e gargarejo no abdômen, seguidos de cólica à noite, 2.

  • Rumor abdominal e gargarejo no abdômen pela manhã, 2.

  • Rumor abdominal e cólicas no abdômen, e evacuação delgada, 6.

  • *Meteorismo, 18.

  • Sensação de peso no abdômen após a sesta do meio-dia, 2.

  • Irritação muito intensa do intestino, 15.

  • Cólica (segundo dia), 24, 25.*

  • Cólicas no abdômen (após um quarto de hora), 5.

  • Cólica, com movimentos muito intensos nos intestinos, 18. [120.]

  • Ela se queixava de cólica constante em todo o abdômen, estendendo-se daí para os membros inferiores, tanto durante o repouso quanto durante o movimento, 2.

  • Dor muito intensa nos intestinos, mas sem evacuações, 12.

  • Dor abdominal muito intensa e persistente, fazendo o paciente dobrar-se em dois, 26.

  • Sensação como se os intestinos fossem repuxados para trás em direção à coluna vertebral (após uma hora), 19.

  • Pressão abaixo do diafragma, que se estendia do lado esquerdo para o direito, após comer, 2.

  • Pressão no abdômen, com sensação de peso e emissão de gases, 2.

  • Sensação como se sobreviesse uma purgação violenta, 2.

  • Leve dor incisiva na parte superior do abdômen (após uma hora e meia), 2.

  • Sensação de frio no abdômen, como se estivesse descoberto e nu, após o jantar, 2.

  • Baixo-ventre e Regiões Ilíacas.

  • Dor incisiva no abdome inferior, 2. [130.]

  • Dor incisiva no abdome inferior, com distensão de algumas partes, como se uma hérnia fosse protruir, 2.

  • Sensação como se os púbis fossem de repente forçados a afastar-se, 2.

  • Dor lacerante passageira na sínfise púbica, 2.

  • As glândulas inguinais doem com leve inchaço à noite, enquanto sentado (após trinta e seis horas), 2.

  • Repuxamento incisivo do anel abdominal para o testículo esquerdo, desaparecendo ao abaixar-se, 2.

  • Tração e dor incisiva constantes, mais ou menos acentuadas, na virilha direita, 2.

  • Movimento e trabalho na região inguinal, como se uma hérnia fosse protruir, especialmente enquanto sentado com os membros inferiores estendidos, 2.

  • Repuxamento nas virilhas e coxas, 2.

  • Repuxamento incisivo passageiro na virilha direita, 2.

  • Cãibra, tração e pressão de dentro para fora na virilha, como se uma hérnia fosse protruir, ora na virilha direita, ora na esquerda, desaparecendo ao caminhar (após vinte e quatro, trinta e seis e sessenta horas, e após três semanas), 2.

RECTO E ÂNUS. [140.]

  • Ardor no ânus, 5.

  • Ardor violento e sensação de rastejamento no ânus, com sensação como se helmintos estivessem saindo rastejando, 6.

  • Ardor no ânus após a evacuação, 6.

  • Leve ardor no ânus ao ficar de pé, 2.

  • Cócegas e ardor no ânus, 6.

  • Ardor com coceira no ânus após uma evacuação, como por hemorróidas cegas, 2.

  • Desejo de evacuar sem resultado, 2.

  • Pressão para evacuar após oito horas, como se outra evacuação fosse seguir-se, 2.

  • À noite, ele é forçado a ir evacuar pela quarta vez, porém sem resultado, 2.

EVACUAÇÕES

  • Diarreia.

  • Diarreia, 18, 42. [150.]

  • Hipercatarse, 15.

  • Rapidamente purgado (após a segunda dose), 13a.

  • Diarreia, seis a oito vezes por dia, com eliminação de meia vasilha cheia de tênia, 8.

  • Às cinco horas da tarde, uma evacuação purgativa suave, 13.

  • Evacuações líquidas, amarelas, com eliminação de tênia e lombrigas, 6.

  • Evacuação líquida, amarelo-esverdeada, com odor de terebintina, 6.

  • Várias evacuações líquidas amarelas, com eliminação de tênia, 5.

  • Evacuações frequentes e moles, 19a.

  • Uma evacuação pastosa, com cólica e ardor no ânus (primeiro dia), 1.

  • Fezes de cor castanho-escura, e anormalmente secas, 2. [160.]

  • Duas evacuações ao entardecer (segundo dia), 34.

  • Constipação intestinal.

  • Evacuações intestinais reduzidas; as fezes eram mais duras que o habitual, 2.

  • Evacuação diminuída em quantidade (ao invés de uma evacuação, teve duas), 2.

  • Evacuação escassa, dura, 2.

  • Constipação intestinal com abdómen distendido, 2.

  • Constipação intestinal persistente durante quatro dias, 19.

  • A função intestinal permaneceu inativa até que tomou oito onças da infusão composta de sene, com dez grãos de calomelanos; as evacuações, quando ocorreram, eram muitíssimo malcheirosas, pretas e viscosas, mas sem odor de terebintina, 21.

ÓRGÃOS URINÁRIOS

  • Rins e Bexiga.

  • Sintomas de uretrite verdadeira, com ereções muitíssimo dolorosas como no chordee, 18a.

  • Sensação de peso e dores na região dos rins (segundo dia), 23.*

  • Pressão nos rins pela manhã, enquanto sentado , desaparecendo com o movimento, 2.* [170.]

  • Dor puxante passageira no rim direito, estendendo-se dali até o quadril direito, 2.*

  • *Dores violentas, ardentes e puxantes, na região dos rins (segundo ao sexto dia), 1.

  • Dor nos rins e diabetes mellitus, e faleceu com hidropisia em vinte e cinco dias, 10.

  • Dor compressiva no rim esquerdo (após dez horas), 2.

  • Sobreveio inflamação da bexiga, 30.

  • Dor espasmódica na bexiga, quando sentado, recorrendo frequentemente, 2.

  • Violentas fisgadas e dores cortantes na bexiga, que alternam com dor semelhante logo acima do umbigo, menor ao caminhar ao fresco, pior durante o repouso (após dois dias), 2.

  • Um movimento passageiro na região da bexiga durante uma evacuação, como se a bexiga de repente se distendesse e se dobrasse para a frente, 2.

  • Ardor na bexiga e, ao urinar, também na uretra, 2.

  • Uretra.

  • Ardor durante a micção, frequentemente muito violento, 18a. [180.]

  • Ardor na uretra, 2.

  • Leve ardor na uretra ao urinar (primeiro dia), 1, 2.

  • Micção e Urina.

  • Propenso a urinar mais frequentemente; cada vez a urina era escassa, 2.

  • Aumento da quantidade de urina (primeiro dia), 1 ; (segundo e terceiro dias), 2, 19a.

  • Eliminação abundante pelos órgãos urinários, 21.

  • Micção diminuída, 6.

  • Urina diminuída em quantidade, 2.

  • Ela está agora incontinente de urina , e provavelmente continuará assim até o fim de seus dias, 30.

  • Disúria, 18, 18a, 19a, 42.*

  • Estrangúria, 19a. [190.]

  • Estrangúria, urina com sangue , e sua supressão total, 11.*

  • Estrangúria das mais aflitivas, mais violenta do que eu jamais havia testemunhado antes, e acompanhada de maior perda de sangue. Grande sensibilidade dolorosa permaneceu na bexiga por vários dias, 12.*

  • Supressão completa da urina, 3 . [Efeitos do uso para cálculo.]

  • *Urina com sangue, 16, 19a.

  • Urina muito escassa, vermelha, às vezes com sangue, ou então abundante e de cor clara, 18a.

  • Urina escassa e com sangue , e tinha forte odor terebintínico, 20.

  • Urina muito escassa e vermelha, ou então, muito abundante e de cor clara, mas em ambas as circunstâncias com odor de violetas, 18.

  • A urina tem forte odor de violetas (após meia hora), 6, 19, 23.

  • A urina tem, em alto grau, o assim denominado odor de violetas, a secreção está algo aumentada, 4.

  • A urina tem o odor peculiar de violetas , mas de cor natural, 2.* [200.]

  • Eliminou pequena quantidade de urina, denotando os efeitos da terebintina (logo); à tarde, a urina apresentava mais intensamente o odor de terebintina, 12.

  • A urina é clara, mas ao ficar em repouso torna-se turva, com um sedimento branco-avermelhado (segundo dia), 1.

  • A urina deposita um sedimento espesso, viscoso, branco-amarelado, tem cor de vinho e forte odor de violetas, 9.

  • A urina deposita um sedimento viscoso (após doze horas), 2.

  • Açúcar na urina, 38.

ÓRGÃOS SEXUAIS

  • Repuxamento espasmódico violento no testículo esquerdo e ao longo do trajeto do cordão espermático esquerdo (após duas horas e meia), 2.

  • Repuxamento no testículo esquerdo quando estava sentado (após três quartos de hora), 2.

  • Ardor passageiro na porção posterior do testículo direito, 2.

  • Uma polução noturna (primeiro dia), 1.

  • Dor lacerante no monte de Vênus, 2. [210.]

  • Menstruação retardada por dois dias e mais escassa que o habitual, 2.

ÓRGÃOS DO APARELHO RESPIRATÓRIO

  • A mucosa das vias aéreas torna-se seca, como no primeiro estádio do catarro, 18a.

  • Picadas aflitivas na traqueia, como numa bronquite incipiente, 18a.

  • Voz.

  • Perda da voz, 25, 26.

  • Tosse e Expectoração.

  • Tosse, como por uma substância estranha na traqueia, com uma espécie de cãibra na laringe, como na tosse convulsa; a inspiração fazia-se em seis ou sete arrancos; a cãibra logo se tornou tão violenta que mal podia inspirar, seguida de raspagem na garganta (logo), 35.

  • (A tosse seca e curta agravava-se, especialmente ao deitar-se depois de comer), 1.

  • Expectoração com estrias de sangue, 18a.

  • Respiração.

  • Aumento dos movimentos respiratórios, 21.

  • Respiração precipitada, curta e ansiosa, 26.

  • Queixava-se de falta de ar, 2. [220.]

  • Respiração difícil, 23.

  • Respiração difícil; os pulmões pareciam excessivamente distendidos, 4.

  • Respiração laboriosa (segundo dia), 34.

  • Respiração estertorosa (após três horas), 21.

TÓRAX

  • A auscultação revelou estertores mucosos e crepitações muito finas em ambos os pulmões, 34.

  • Contração espasmódica dos músculos do tórax e do pescoço, ao entardecer (primeiro dia), 19.

  • Sensação de sensibilidade dolorosa na parte inferior do tórax, durando muito tempo e muito acentuada, 35a.

  • Dor compressiva por trás do esterno, 18a.

  • Ardor no tórax, ao longo do esterno, estendendo-se pouco a pouco por todo o tórax e desaparecendo com pontadas passageiras em ambos os mamilos (após bebidas quentes); (após três minutos), 2.

  • Dor pruriginosa passageira no músculo peitoral maior esquerdo, 2.

CORAÇÃO E PULSO

  • Precórdio. [230.]

  • Opressão terrível na região precordial (logo), 33.

  • Sensação de aquecimento no coração, estando sentada, à noite (da qual não havia percebido nada durante todo o dia, embora tivesse estado em movimento constante), de modo que foi forçada a bocejar muito, com acúmulo de água na boca (após catorze horas), 2.

  • Ação cardíaca.

  • Palpitações, 17; à noite (primeiro dia), 19.

  • Aceleração da circulação, 21.

  • Pulso.

  • Pulso duro e rápido, 18, 18a.

  • Pulso rápido e fraco (após três horas), 22.

  • Pulso e respiração acelerados (em dez minutos), 13.

  • Pulso rápido, pequeno, compressível e quase imperceptível, porém regular, 36.*

  • Pulso filiforme e mal perceptível, 26.*

  • Pulso quase imperceptível, 25.* [240.]

  • O pulso subiu de 65 para 86, 23.

  • Pulso 69 (antes de tomar); mais cheio, 75 (após cinco minutos); pequeno, duro, 80 (após meia hora); pequeno, duro, 82 (após uma hora); pequeno, irregular, 86 (após uma hora e meia); pequeno, fraco, irregular e intermitente, à noite (após doze horas), 19.

PESCOÇO E COSTAS

  • Repuxamento doloroso gradual desde a região da nuca, subindo até o occipício, e depois estendendo-se à testa (após uma hora), 2.

  • Dor acentuada nas costas, 20.

  • Dor compressiva nas costas, que se estendia até entre os ombros e ali se tornava latejante, 2.

  • Dor puxante nas costas ao permanecer sentado, especialmente à noite, 2.

  • Repuxamento nos músculos dorsais e lombares, com sensação de peso e lassidão ao mover-se ao fresco, 2.

  • Queixa-se de dor puxante na região lombar, 2.

  • Dor e calor aumentado na região lombar, sobre os rins, e também na região hipogástrica; esses locais tornaram-se sensíveis à pressão, 18a.

MEMBROS

  • Sensação de peso nos membros, 2. [250.]

  • Dor aguda em todas as articulações, 26.

  • Pouco depois, ela perdeu parcialmente o uso do braço direito e da perna esquerda, 29.

MEMBROS SUPERIORES

  • Ela só conseguia afastar o braço do corpo por uma curta distância, 29.

  • Pouquíssimo uso do braço direito, 29.

  • Ele não tinha controle da mão e do braço ao tentar escrever, 26.

  • Ela conseguia elevar a escápula e fletir o braço no cotovelo, mas a mão caía com um solavanco para a posição em que desejava colocá-la, 29.

  • Dor como de torcedura nos músculos do braço esquerdo (terceiro dia), 1.

  • Repuxamento nos ossos dos braços, pela manhã (segundo e terceiro dias), 1.

  • Tremor das mãos (após uma hora e meia), 19.

  • Dedos insensíveis e adormecidos ao anoitecer (primeiro dia), 19.

EXTREMIDADES INFERIORES. [260.]

  • Ela mancava com o pé esquerdo e arrastava a perna ao caminhar, 29.

  • Marcha vacilante (após uma hora e meia), 19.

  • Repuxamento e dor dilacerante na articulação coxofemoral direita, 2.

  • Repuxamento em ambas as coxas, ao longo do trajeto dos grandes vasos, 2.

  • Repuxamento nas coxas, com cólica, como se o fluxo menstrual fosse aparecer, embora ela o tivesse tido oito dias antes, 2.

  • Repuxamento na face externa da coxa direita, como se fosse na fáscia lata, 2.

  • Repuxamento ao longo das coxas, 1.

  • Dor repuxante, paralítica, na coxa esquerda (após trinta e seis horas), 2.

  • Ao ficar em pé ou ao caminhar, mantinha os pés muito afastados, 28.

  • Dores nos pés, 2. [270.]

  • A articulação do tornozelo estava enrijecida, 29.

GENERALIDADES

  • Sintomas de excitação geral, 18.

  • Estado semelhante ao de intoxicação, 18.

  • Ao vestir-se ou despir-se, embora mantivesse os pés muito afastados, o corpo oscilava para diante e para trás, 28.

  • Os sintomas lembravam os da cólera maligna, 26.

  • Falta-lhe a leveza ao caminhar; os músculos parecem rígidos; caminha devagar e curvado como um velho (após doze horas), 2.

  • Rigidez marcante de todo o corpo (segundo dia), 23.

  • Subsultus esporádico (após três horas), 22.*

  • Ligeiramente convulsionado, 36.

  • Em intervalos de 10 ou 15 minutos, sobrevinham violentos paroxismos convulsivos, produzindo o mais terrível opistótono, 22. [280.]

  • Debilidade durante o dia (primeiro dia), 19.

  • Sensação de debilidade geral, 2, 19.

  • Cansado e incapaz de caminhar; cambaleou e caiu, 22.

  • Debilidade e prostração, que o tornaram inapto para qualquer trabalho por dois ou três dias, 23.

  • Debilidade muito passageira, 5.

  • As forças estavam tão completamente esgotadas, que os membros, quando erguidos, caíam pesadamente de volta pelo próprio peso, 26.

  • Músculos relaxados (após três horas), 22.

  • *Prostração, 23.

  • O corpo todo sente-se mal, com tontura e embotamento da cabeça, 6.

  • Sentiu-se desfalecer, 42. [290.]

  • Desmaiou, 17.

  • Dores nevrálgicas em diversas partes do corpo, especialmente em um ou outro dos membros inferiores, 28.

  • Durante os dois anos prévios, estivera incapaz de montar a cavalo, 28.

PELE

  • Aplicada à pele, a terebintina produz rubefação e, às vezes, uma erupção vesicular. Observou-se que uma erupção escarlatiniforme na pele sucede, por vezes, à administração interna, 39.

  • Erupção escarlatiniforme surgiu pelo corpo (após cinco horas, segundo dia), 34.

  • Muitas vezes aparecem de repente sobre a pele erupções eritematosas, papulares, frequentemente vesiculares, análogas às causadas por certas formas de frutos do mar, 18a.

  • Erupção urticariforme, 14.

  • Herpes dos lábios, não infrequente, 18a.

  • Um exantema, como erupção escarlatiniforme, irrompe primeiro no joelho afetado, estendendo-se até o tornozelo; depois aparece no tórax e no pé direito, e pouco a pouco se espalha pela maior parte do corpo, embora desapareça dentro de um dia (após cinco horas), 4.

  • Às 8h45, 10 gotas de Terebinth., que havia permanecido em água a 158° Fahr., foram deixadas cair sobre o cotovelo; seguiram-se duas aplicações sucessivas de 10 gotas cada uma, após as quais houve uma sensação de algum aquecimento na flexura do cotovelo; novamente aplicaram-se 10 gotas duas vezes, e houve algum prurido no local. Novamente 10 gotas; às 9 horas, mais 10 gotas; a água tinha então uma temperatura de 122°; a isso seguiu-se algum rubor da flexura do cotovelo, e os vasos sanguíneos do cório estavam distendidos. O prurido aumentou. O óleo escorreu por ambos os flancos e espalhou-se sobre o côndilo interno. A concentração do óleo em um ponto aumentou e apressou sua ação. Após quinze minutos, as 70 gotas já haviam causado rubor acentuado. O prurido em aumento provocava vontade de coçar, o que, entretanto, foi evitado por causa dessa hiperemia crescente. Às 9h12, o prurido estava relacionado a algum ardor. Após as 9 horas, aplicaram-se repetidamente 5 gotas, entre 9 e 9h30 ao todo onze vezes. Às 9h15, todo o cotovelo estava um tanto vermelho; no lado sobre o qual havia escorrido grande parte do óleo havia prurido acentuado. Na flexura do cotovelo, o ardor aumentou. A instilação continuou e, às 9h20, o rubor havia-se estendido transversalmente pela parte média da flexura do cotovelo, e o ardor aumentou, tornando-se então a instilação um tanto dolorosa; a parte começou a arder agudamente e sentiram-se finas pontadas. A instilação continuou. Às 9h25, ardor pungente, que aumentou e se tornou muito agudo. O rubor agora espalhava-se por toda a flexura do cotovelo, e a pele tornou-se sensível ao toque. Às 9h30, 140 gotas haviam sido aplicadas ao cotovelo. O ardor era bastante intenso. Cada nova instilação causava aumento do ardor. O ar expirado pela boca era sentido mais agudamente sobre a flexura do cotovelo do que sobre outras partes, e causava ardor passageiro. Às 9h31, o ardor persistia e era bastante violento; a cutis avermelhada estava tumefeita e, ao ser roçada levemente com o dedo, mostrava-se decididamente mais entorpecida do que o fisiológico. Às 9h34, o ardor aumentou; apareceu um rubor róseo vivo com alguma tumefação, entorpecimento, ardor, dores como picadas e dor ao toque. Às 9h40, ardor com picadas muito violento em toda a flexura do cotovelo, estendendo-se também por toda a metade interna da articulação até o olécrano. Às 9h43, prurido e ardor excessivos, como pelo calor de um fogo. Às 9h45, instilaram-se as últimas 5 gotas, seguidas de aumento do ardor e das picadas, com ardor algo difuso, em certa medida pulsátil; relacionado a isso havia uma sensação de pressão e tensão por toda a superfície, que estava vermelha, e às vezes uma sensação profunda de pulsação. Às vezes sentiam-se pontadas por toda a superfície, em outras ocasiões apenas aqui e ali no local avermelhado. As pontadas aumentavam até certo ponto e depois diminuíam. Havia também, às vezes, uma sensação de sensibilidade dolorosa, como de ardência irritante. Às 9h50, o rubor róseo e o ardor persistiam, com pontadas e calor aumentado; o termômetro marcava 98,3° Fahr., contra 95° no cotovelo direito. Às 10 horas, o ardor persistia, o rubor era muito grande, com tumefação da cutis, sensação de calor, entorpecimento, sensibilidade aumentada, tumefação dos folículos pilosos; o ardor era pior no lado interno da articulação, e a pressão causava dor, seguida de agravação do ardor. No segundo dia ainda havia algum rubor; a sensação ao toque ainda não era fisiológica, e a pele estava um tanto sensível, com aquecimento aumentado. No terceiro dia, após alguma dor durante a noite, verificou-se que a pele do cotovelo estava manchada por áreas circunscritas de rubor escuro na flexura do cotovelo. No quarto dia havia manchas vermelho-escuras, algumas das quais intensamente vermelhas. O aspecto geral era semelhante ao de extravasamento de sangue; na noite do mesmo dia verificou-se haver pelo menos cinco pontos nos quais a epiderme havia sido levantada de modo incompleto por exsudação, e o toque causava dor sensível. É desnecessário outro relato deste eritema. Seguiram-se descamação e recuperação, 31. [300.]

  • Sensibilidade aumentada geral da pele dos membros, especialmente dos membros inferiores, às vezes relacionada a dores muito agudas, seguindo o trajeto dos grandes nervos, 18a.

  • Ardor e prurido na pele da virilha direita, 2.

SONO

  • Tornou-se muito sonolento e achava muito difícil manter-se acordado. O cochilo diurno não interferiu com o seu repouso noturno, 32.

  • Sonolência ao entardecer (primeiro dia), 19.

  • Sonolência invulgar, 7, 21.

  • Insónia e excitação, 23.

  • Não consegue adormecer durante duas horas à noite e revira-se na cama, 2.

  • Sono agitado, despertares frequentes e revirar-se na cama, durante mais de uma semana, 2.

  • Acordou alarmado, mas incapaz de gritar (após duas ou três horas), 26.

  • (Desapareceram os sonhos habituais que antes tinha), 2. [310.]

  • Mal tinha adormecido quando foi despertado por um pesadelo, 1.

  • Sonho angustioso, 1.

FEBRE

  • Sensação de frio.

  • Sensação de frio (após meia hora), 19.

  • Calafrio violento (após uma hora e meia), 19.

  • Superfície extremamente fria, 36.

  • Agitação incessante no leito, por causa de frio violento, 4.

  • Membros e superfície em geral frios (após três horas), 22.

  • Aquecimento.

  • Febre, 11, 20.

  • Calor febril por todo o corpo, 18.

  • Elevação geral da temperatura animal, 32. [320.]

  • Provoca calor, associado a suor das extremidades inferiores, especialmente da que está afetada, e ao longo do trajeto do nervo afetado; é marcante que, quanto mais violenta a dor, tanto mais provável é que o remédio se mostre útil, 37.

  • Calor da pele, 23.

  • Pele quente, suada, 18a.

  • Calor do tronco (após uma hora e meia), 19.

  • Suor.

  • Suor abundante, 18.

  • Suor profuso nas extremidades inferiores, à noite, na cama, 2.

  • Suor frio e pegajoso por todo o corpo, 26.*

CONDIÇÕES

  • Agravação.

  • ( Manhã ), Enquanto sentado, dor nos rins; náusea.

  • ( Noite ), Pontadas bruscas no lado esquerdo da parte superior do abdómen; pontadas cortantes no abdómen.

  • ( Depois de comer ), Pressão no estômago; borborigmos no estômago e nos intestinos; pressão abaixo do diafragma.

  • ( Deitar-se depois de comer ), Tosse.

  • ( Sentado ), Dor no hipocôndrio esquerdo; dor na bexiga; dor nas costas.

  • ( Depois da evacuação ), Ardor no ânus.

  • ( Ao urinar ), Pontadas bruscas no lado esquerdo da parte superior do abdómen; ardor na uretra.

  • ( Ao caminhar ao fresco ), Pontos pretos diante dos olhos.

  • Melhora.

  • ( Respiração profunda ), Dor na boca do estômago.

  • ( Ao abaixar-se ), Dor na boca do estômago.

  • ( Ao caminhar ), Cãibra na virilha.

Explore a plataforma completa Similia

Aceda a 13 livros clássicos de matéria médica, 7 repertórios clássicos, pesquisa semântica com IA e gestão básica de casos — gratuito.

Ver Preços