Mente
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
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Emocional.
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Paroxismo de insanidade ; ela comprime a cabeça e puxa os cabelos; descansa cerca de seis minutos, e então recomeça, com inquietação, queixando-se e ameaçando; bate na cabeça com as mãos, arranha-se, não responde quando interrogada; gestos e fala ameaçadores; inquietação nas pernas ; bate no próprio corpo, continua a ameaçar; angústia profunda, as roupas incomodam-na; inquietação contínua, palavras ameaçadoras de destruição e de morte; julga-se insultada; tremor generalizado; dor no abdómen, melhorada pela pressão das mãos; parece escutar e responde com palavras e gesticulações; um riso zombeteiro e alegria expressa no rosto. Sai deste acesso com dor de cabeça intensa, olhos fixos e muito abertos; vê pequenas figuras pairando diante dos olhos e move as mãos, 13.*
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Insanidade por causa de um amor infeliz, 13.
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Grande agitação, 10.
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Grande excitação provocada pela música; uma hora depois, suor geral e abundante, 13.*
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Demência, em indivíduos propensos à tristeza e de disposição sombria, 13.
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*Quadro histérico, 13.
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Acesso acentuado de quadro histérico, durando meia hora; aumentado pelos gemidos; melhorado pelos suspiros, 13.
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Quadro histérico, com eructações amargas. Bocejos repetidos, que duraram de um quarto a meia hora, 13.
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Início de insanidade; cantam, dançam e choram, sem febre, 13. [10.]
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Quadro histérico jocoso e lascivo numa mulher de vinte e nove anos; a doente teve de ser contida à força, 13.
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Visões de monstros ou animais, que o amedrontavam, 13.
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Visão de diferentes coisas não presentes, como rostos, insetos, fantasmas etc. As cores vermelho, amarelo e verde, e especialmente preto, produzem névoa espessa diante dos olhos. Alucinações, vê estranhos no quarto, 13.
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Crise nervosa, mais intensa em mulheres e raparigas, 13.
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Paroxismos fingidos; uma rapariga que simula desmaio e insensibilidade olha de lado para observar o efeito produzido nos que a cercam, 13.
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Quadro histérico, com mau humor, 13.
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Grande taciturnidade e irritabilidade; desejo de bater em si mesmo e nos outros, 13.*
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Alegria excessiva (numa jovem de quinze anos, de temperamento nervo-linfático, que começou a menstruar). Ri à menor causa, 13.
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Catorze dias após tomar o medicamento, o humor feliz atingiu as raias da mania; a disposição para gracejar e rir era extrema, 13.
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Alegria e forte emoção, com tremor, ao ver amigos ou pessoas amadas, 13. [20.]
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No quarto dia de toma do medicamento, aliviaram-se as perturbações mentais; alegria e disposição para rir, 13.
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Disposição muito boa durante todo o dia, 13.
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Humor feliz e alegria na rua, desaparecendo ao entrar em recinto fechado e substituídos por profunda tristeza, 13.
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Melhor disposição e humor logo após tomar o medicamento; pouca inclinação para se zangar, 13.
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Desejo de gracejar, de brincar e de rir; alegria extrema, 13.*
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Animado e satisfeito; disposição para gracejar, 13.
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Cantando até ficar rouco e esgotado, 13.*
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A ária musical denominada "Tarantella" encanta e agrada a pessoa; ele marca o compasso com a cabeça, o tronco e os membros, 13.
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A música anima, diverte e alivia; o provador transpira e experimenta uma sensação geral de contusão, que desapareceu com uma dose de Zincum 200ª, 13.
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O doente ri, dança, corre e gesticula, sem notar que é objeto de espanto, 12. [30.]
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Acessos de riso nervoso, 13.*
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Riso, seguido de choro, com tremor dos membros, 13.
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Riso que nada consegue deter, seguido de gritos, 13.
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Riso tolo, seguido de soluços e espasmos, 13.
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Lamentação, com dor opressiva no coração, como se lhe tivesse acontecido uma desgraça. Os membros inferiores estão frios, com cãibras, 13.
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Choro, com opressão e dor no coração, como por uma desgraça; frio e cãibras nos membros inferiores, 13.
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Choro e bocejos, com sensação de debilidade na boca do estômago, 13.
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Acessos de choro sem causa, 13.
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Choro e gemidos à menor contradição; palavras de consolo agravam, 13.
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Choro e gemidos durante a noite, levantando-se da cama, com dor de cabeça intensa e opressão na região cardíaca, 13. [40.]
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Pesar excessivo, associado à tarde a pensamentos de morte, 13.
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Pesar sem qualquer causa, 13.
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Pesar profundo e aflição, com mal-estar geral, enjoo e tontura, obrigando a deitar-se, 13.
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Pesar profundo e angústia ; mal-estar geral, desassossego e enjoo, com tontura, obrigando a deitar-se, 13.*
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Tristeza, abatimento e desânimo; cessando ao anoitecer, ao comer, 13.
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Triste, mal-humorado e com necessidade de deitar-se, 13.
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Tristeza, lamentação, como se lhe tivesse acontecido uma desgraça; com necessidade de mudar de posição e de se mover, 13.
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Tristeza silenciosa, com sensação de peso na cabeça e sonolência; bocejos com debilidade muscular e embotamento; mau sabor na boca e língua saburrosa, 13.
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(A indiferença, o desgosto por tudo e a tristeza produzidos por este medicamento manifestavam-se especialmente desde a manhã até às 3 da tarde, com acentuada agravação depois do meio do dia. Das 3 da tarde até à noite, a disposição alegre regressava de novo), 13.
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(A tristeza, o pesar, a melancolia e a depressão moral não são apenas sintomas quase constantes da picada de Tarantula, mas também estiveram presentes, de modo notável, durante as diferentes patogenesias deste medicamento), 13. [50.]
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Insatisfeito, desejo de chorar, à tarde, como se houvesse um pesar muito profundo, 13.
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Melancolia profunda; tristeza com lágrimas. (Melhorado por Pulsat. 1000ª). Segue-se depois apetite voraz, com desejo de alimentos que antes não apreciava, 13.
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Preocupado e intensamente contrariado, com muito choro, como se não pudesse realizar algo ardentemente desejado, 13.
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Desejo de deitar-se sem nenhuma luz e sem que lhe falem, 13.
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O doente torna-se logo sombrio e taciturno, depois cai num estado de acabrunhamento, que mal pode ser dissipado, 11.
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Medo de contrair "tifo", 13.
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Impaciência, inquietação e mau humor; forte desejo de ir tratar dos seus negócios, 13.
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Mal-humorado, com tendência a zangar-se e a falar abruptamente; é forçado a mover os membros , com dores dilacerantes e opressivas no estômago e no lado esquerdo do tórax; sede acentuada, com necessidade de introduzir os dedos na boca, 13.* [60.]
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Irritável e mal-humorado à menor contrariedade, 13.
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Grande irritabilidade, raiva, furor, perda da razão, desejo de bater em si mesmo e naqueles que o impedem. A pele arde depois de coçar. (Melhorado por Rhus tox.), 13.
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Mal-humorado, com bom apetite, 13.
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Mudança de temperamento, num homem de boa índole, ao ponto de se tornar intolerável; sob a influência da excitação genital mostrava melhor disposição e humor, 13.
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Tédio, mau humor, zanga-se facilmente, ao contrário do seu hábito e disposição, 13.
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Desde o princípio havia uma melancolia indescritível, angústia e inquietação; rabugice, os assistentes nada podiam fazer para me agradar; grande pressa em tudo o que eu empreendia, por um medo constante de que algo acontecesse e me impedisse de o terminar; eu sobressaltava-me de repente e mudava apressadamente de posição, por medo de que alguma coisa me caísse em cima; ao caminhar eu parava bruscamente ou lançava de repente a cabeça para um lado, por medo de a bater contra algum objeto imaginário que parecia suspenso a poucos centímetros acima da minha cabeça. Grande medo de uma calamidade imaginária iminente. Grande desejo de estar sozinho, com medo de estar sozinho, mesmo à luz do dia. Visões medonhas assim que os olhos se fechavam, com incapacidade de dormir, 16.
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Humor mutável, passando de repente da tristeza à alegria; de ideias fixas a inquietação mental, 13.
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Alternavam tristeza e alegria, com retorno das forças. O bom efeito da música continua, seguido de suor abundante, 13.
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Indiferença. À noite, indiferença quanto ao que se passa ao redor; nenhuma atenção à conversa, mesmo que seja das mais interessantes; não consegue pensar no que foi dito, 13.
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Indolência e debilidade muscular; bocejos e espreguiçamento; pensamentos sombrios e tristes, aumentando até à tarde, quando, após uma emoção agradável, se transformavam em alegria excessiva, que durava todo o serão, 13.
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Intelectual. [70.]
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Embotamento; o doente não deseja responder às perguntas que lhe são feitas, 13.
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Tédio, alternando com alegria, 13.
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Debilidade da memória; indolência para o trabalho intelectual, 13.
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Pouca inteligência e memória fraca, 13.
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Ausência mental, bocejos e gemidos, seguidos de tosse, 13.
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Depois recordava-se de quase nada do que lhe havia acontecido, 9.
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Perda de memória, associada a boa índole; estado mental mutável, lágrimas, canto e irresolução. (Numa mulher de vinte e seis anos, que se queixava de apetite sexual violento), 13.
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Perda completa da memória; não compreende as perguntas que lhe dirigem; não reconhece as pessoas que vê todos os dias; não consegue dizer as suas orações. Depois fica alegre; segue-se profunda tristeza; vontade de chorar, soluços, palpitações do coração, opressão no tórax, dor de cabeça, calor queimante e suor generalizado, 13.
CABEÇA
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Vertigem.
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Tontura, 11.
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Vertigem ao caminhar, 13. [80.]
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Vertigem após o desjejum, com mau gosto na boca, 13.
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Vertigem súbita, ao ar livre, ao descer a escada; repetindo-se várias vezes, 13.
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Vertigem passageira durante a noite, 13.
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Vertigem, antecedida por sintomas gástricos, agravada por carregar qualquer coisa pesada sobre a cabeça, 13.
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Vertigem, afluxo sanguíneo à cabeça, que parece pesada; enjoo no estômago, 13.
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Diferentes formas de vertigem, tão acentuadas que o fazem cair ao chão, sem perder a consciência, 13.
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Vertigem à noite, com turvação da cabeça, 13.
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Vertigem, tontura, mal-estar, eructações, náusea, distensão do estômago, ânsias e esforços para vomitar, com vómito de alimentos ingeridos, 13.
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Tontura, com dor acentuada no cerebelo, 13.
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Tontura, associada a ereção incompleta do pénis e formigamento no véu palatino, 13. [90.]
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Turvação da cabeça, com dor acentuada no occipício, 13.
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Cabeça em geral.
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Contorções e movimentos extraordinários da cabeça e das mãos, com furor de agitação nervosa, 13.
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Necessidade de mover a cabeça da direita para a esquerda e de a esfregar contra algum objeto, com irritabilidade, .
OLHO
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Objetivo. [170.]
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Círculo azulado ao redor dos olhos, com expressão melancólica, 13.
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Círculo azulado ao redor dos olhos, com rosto pálido, 13.
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Rubor da esclerótica, especialmente no canto interno, com sensação como de um corpo estranho, como poeira ou areia, 13.
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Inflamação dos olhos, com a conjuntiva muito injetada; pupila direita muito dilatada , a esquerda contraída; este sintoma foi notável por vários dias; perda completa da visão do olho direito até que a pupila dilatada se contraísse; os objetos vistos com o olho esquerdo pareciam vermelho-vivos, 16.
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Olhos fixos, vermelhos, 15.
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Subjetivo.
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Sensação de peso no olho direito, à noite, 13.
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Sensação de peso no olho esquerdo, 13.
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Dor nos olhos e nas órbitas, como produzida por uma centelha, com calor queimante, 13.
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Dor nos olhos e nas têmporas, pela manhã, 13.
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Dor no olho direito, 13. [180.]
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Dor no olho esquerdo, como se nele fosse derramada água fria, 13.
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Dor como de algo golpeando o interior dos olhos e de suas órbitas; sente como se uma farpa tivesse sido introduzida, com sensação como se os olhos estivessem cheios de areia, 13.
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Dor no olho direito, à tarde, com visão comprometida; aparecimento de pequenas estrelas diante dos olhos, 13.
OUVIDO
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Externo.
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Secreção mucosa profusa do ouvido direito, 13. [210.]
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Dor à entrada do meato auditivo externo, pior ao toque, e produzindo a mesma sensação como se um prego fosse cravado através da cabeça, 13.
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Dor muito intensa à entrada do meato auditivo externo, aumentada pelo menor toque, que produz um tremor generalizado, 13.
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Dor como picada no meato auditivo externo direito, 13.
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Interno.
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Ao levantar-se pela manhã, um estalido no ouvido direito, seguido de uma secreção espessa e acastanhada, 13.
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Estalido ou crepitação no ouvido direito, com dor e soluços, 13.
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À noite, estalidos e ruído no ouvido afetado, ouvindo um pouco por ele, 13.
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Dor surda no ouvido direito, com aumento da secreção de cerúmen, 13.
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Pela manhã, dor acentuada no ouvido direito, na têmpora e nos dentes, com ardor no ouvido externo direito, persistindo até a noite. A dor agravava-se por acessos, localizando-se por fim na têmpora direita; a bochecha direita estava algo tumefeita, com sensação de formigamento, e pior ao toque. Sensação geral de abatimento ou como de contusão, 13.
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Dor acentuada em intervalos nos ouvidos; dor profunda e surda durante a remissão, 13.
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Dor no ouvido direito, persistindo o dia todo; em aumento à tarde e durante os eructos; ao entardecer a dor cessava ao correr, 13. [220.]
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Dor lacerante, como se rasgasse, no ouvido direito, 13.
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Dor lancinante, como picadas, nos ouvidos internos e nas trompas de Eustáquio, .
NARIZ
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Espirros e coriza, 13.
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Coriza da narina direita, e sensação lancinante, irradiando-se até o alto da cabeça, 13.
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Ligeira epistaxe, 13. [240.]
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Ao lavar o rosto, algumas gotas de sangue da narina esquerda, 13.
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Hemorragia profusa pelo nariz, sendo a quantidade de sangue perdida superior a uma pinta (cerca de meio litro); o sangue eliminado era quase preto, cada gota coagulava e afundava de imediato, como uma bala, até o fundo de um recipiente em parte cheio de água, formando um grande coágulo preto (terceiro dia), 16.
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Sensação de constrição no nariz, 13.
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Duas horas após tomar o medicamento pela manhã, grande coceira na narina esquerda e espirros frequentes, como depois de tomar rapé, 13.
ROSTO
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Fisionomia expressiva de terror, 10.
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Rosto pálido, de cor terrosa, em forte contraste com o pescoço quase púrpuro, 16.
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Dores como de contusão nos ossos do rosto, 13.
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(Câncer na bochecha, no lábio inferior ou no nariz, no início?), 13.
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Faces coradas, com calor queimante na cabeça; calor queimante e suor nas palmas das mãos, 13.
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Ardor, sensação escaldante nos lábios, como após uma febre, 13. [250.]
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Dores no ângulo direito ou esquerdo da mandíbula inferior, tão intensas que pensa estar enlouquecendo, 13.
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Dor ao longo do nervo maxilar inferior direito, com sensação de cócega no estômago, tontura, desaparecimento da visão e zumbido nos ouvidos, de curta duração, 13.
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Dor na mandíbula inferior, como se todos os dentes fossem cair; nem o frio nem o calor aliviam, 13.
BOCA
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Dentes.
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Odontalgia, com sensação de formigueiro, como se um inseto corresse pelos dentes, 13.
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Dor nos dentes, com soluços, sem estarem cariados, 13.
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Dor em todos os dentes, como se estivessem soltos, e sensação momentânea como se uma faísca elétrica os atravessasse; ao mesmo tempo, dor constritiva no nariz, com latejamento nos olhos e nas órbitas, 13.
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À noite, dor nos dentes e na face direita, como após uma impressão de frio muito intenso, 13.
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Dor surda em todos os dentes, com ardor na mucosa da cavidade bucal, 13.
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Dor lacerante em todos os dentes, como se fossem puxados, com calor queimante e suor, que cai em gotas do rosto, 13.
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Dor lacerante nos dentes superiores, como se fossem puxados; mais intensa do lado direito, 13. [260.]
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Leve dor em todos os dentes superiores esquerdos ao entrarem em contacto com o ar, de manhã (numa rapariga de 24 anos, de constituição nervosa), 13.
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Leve dor nas raízes dos incisivos e dos molares, aumentando quando entram em contacto uns com os outros; sintomas estomacais, 13.
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Leves dores pulsantes no canino superior direito durante a noite, 13.
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Odontalgia pulsante, provocando distorções involuntárias da fisionomia, 13.
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Dor latejante espasmódica em todos os dentes, com choro e tristeza, 13.
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Gengiva.
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A gengiva dos incisivos e dos primeiros molares sangra sem cessar, .
GARGANTA
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Dor de garganta ao engolir, ao mesmo tempo dor lancinante no olho esquerdo, 13.
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Dor de garganta do lado direito, ao tossir, durante todo o dia, 13.
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Dor de garganta ao tossir, com ligeiro rubor da mucosa, 13. [290.]
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Dor na garganta ao falar, bocejar, tossir e engolir, 13.
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Ligeira coceira na garganta, com tosse irritativa seca, 13.
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Constrição dolorosa da garganta ao engolir, com agravação dos sintomas da boca, ao fumar, 13.
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Sensação, ao engolir, de constrição na garganta, 13.
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Sensação na garganta como se água fria gotejasse sem cessar garganta abaixo; também gosto de cremor de tártaro na boca, na língua e no céu da boca, 13.
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Dor de garganta latejante acentuada, como se a golpeassem, 13.
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Amígdalas.
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Tumefação dolorosa da amígdala direita, sem interferir na deglutição, 13.
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Constrição dolorosa na amígdala direita, estendendo-se ao ouvido e agravada pela deglutição, 13.
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Dor opressiva nas amígdalas, com bocejos; necessidade de espreguiçar-se, com dor incisiva no pulmão esquerdo e no coração, 13.
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Dor nas amígdalas e na garganta, com calor intenso, desassossego e movimentos da cabeça, 13. [300.]
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Dor lancinante na amígdala direita, irradiando-se pelo cérebro e pelo lado esquerdo da cabeça, 13.
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Fauces.
ESTÔMAGO
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Apetite e Sede.
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Apetite rapidamente saciado, com sede acentuada, 13.
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Apetite voraz, à noite, 13.
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Algum apetite, mas dispepsia e sintomas biliares após desgosto ou desavença com alguém, 13. [310.]
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Falta de apetite, desejo de alimentos crus, repugnância por carne e definhamento geral, 13.
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Falta de apetite, com prostração geral e sede intensa, seguida de vômito após comer, 13.
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Falta de apetite e sede acentuada, mas não ousa beber, com medo de passar mal, 13.
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Falta de apetite, repugnância por carne e sede acentuada, 13.
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Falta de apetite; aversão à comida; sede acentuada, com receio de beber, 13.
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Falta de apetite, com ligeira dor no estômago, peso na cabeça, sonolência e tendência a vomitar após comer, 13.
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Perda completa do apetite ao desjejum, com sede intensa; este sintoma persistiu durante toda a patogenesia, 13.
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Perda completa do apetite; repugnância por toda espécie de alimento, até mesmo pelo pão; dor lacerante no estômago e flatulência dolorosa no abdómen, antes e depois de comer, 13.
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Sede, falta de apetite, repugnância por carnes assadas, debilidade progressiva e prostração, 13. [320.]
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Sede constante; mal-estar indescritível, 13.
ABDÔMEN
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Hipocôndrios.
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Inchaço das regiões hipocondríacas, com debilidade geral; digestão difícil, 13.
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Inchaço da região hepática e de todo o abdômen, com palidez e tonalidade amarelada da pele, 13.
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Gases nas regiões hipocondríacas; falta de apetite; constipação intestinal; dor nos membros; impossibilidade manifesta de digerir, com medo de comer, 13.
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Dor em um ou outro hipocôndrio, pior ao respirar profundamente, ao correr e ao comer, 13.
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Dor nas regiões hipocondríacas, pela manhã, na cama, renovando-se várias vezes após levantar-se, 13.
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Dor nas regiões hipocondríacas, como em algumas mulheres antes da menstruação, das 3 às 5 da tarde, ocorrendo frequentemente até o aparecimento dos catamênios, mas a dor reduziu-se durante a menstruação, embora a medicação fosse continuada, 13.
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Dor aguda no hipocôndrio e na região umbilical, 18.
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Dor em ambos os hipocôndrios, repetindo-se por vários dias, 13. [390.]
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Dores constritivas em ambas as regiões hipocondríacas, 13.
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A região hepática é dolorosa ao toque; dor no meio do lado direito das costas; digestão difícil, em aumento a cada dia, e languidez extrema, 13.*
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Dor aguda na região hepática, com alternância de calor e frio, 13.
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Dor em cãibra no fígado, com necessidade de esticar-se, 13.
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Dor no hipocôndrio direito; lancinações na região epigástrica, com mal-estar doloroso, 13.
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Dores lancinantes e latejantes no hipocôndrio direito, pela manhã, .
RECTO E ÂNUS
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Dor e ardor no ânus após a evacuação, 13. [460.]
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Dores lancinantes reiteradas no ânus, 13.
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Esforços violentos para evacuar; fezes duras com sangue; dor e ardência no ânus, 13.
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Esforços infrutíferos para evacuar; tenesmo retal, seguido de três evacuações escassas, 13.
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Tenesmo retal e cólica; pressão no abdómen e no útero, 13.
EVACUAÇÃO
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Diarreia.
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Diarreia profusa, com prostração, 13.
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Diarreia profusa, com grande prostração, tristeza, apatia completa e pouca inclinação para falar; a diarreia durou de dois a três dias, 13.
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Evacuações, três ou quatro vezes ao dia, muito escuras, malcheirosas, em parte formadas, contendo muito muco, eliminadas com dificuldade e seguidas de ardência e queimação no ânus, porém sem tenesmo retal; as evacuações sempre sobrevinham logo após lavar a cabeça, 16.
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Evacuações líquidas, 13.
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Evacuação com sangue, seguida de dores e ardência no ânus, 13.
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Constipação intestinal.
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Constipação intestinal, 13.* [470.]
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Constipação intestinal, com evacuação difícil; dor em queimação após a eliminação de um pouco de sangue, 13.
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Constipação intestinal, com emissão involuntária de urina ao tossir, rir ou fazer qualquer esforço corporal, 13.
Órgãos do aparelho urinário
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Rins.
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Debilidade na região dos rins, impedindo ficar em pé; sensação de vazio na cabeça; prostração; esquecimento, 13.
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Perturbação indescritível nos rins, na bexiga urinária e nas partes genitais, cessando após a eliminação de urina castanha, malcheirosa, misturada com pequeno cálculo, 13.
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Dor nos rins, provocada por cálculo vesical, com desejo de urinar que não pode ser satisfeito, 13.
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Dor nos rins; a bexiga urinária parece tumefeita e dura; urinação difícil; emissão gota a gota, com ardor, 13.
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Dor nos rins; cólica renal, cessando após urinar, 13.
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Dor surda nos rins; as pernas cedem de repente e sentem-se como se estivessem destacadas do corpo, 13.
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Dor nos rins, com sensação debilitante; dor nas pernas, obrigando a sentar-se, 13.
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Dor na região dos rins, 13. [480.]
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Dor nos rins durante todo o dia, 13.
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Dor nos rins e nas ancas, à tarde, 13.
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Dor nos rins, com sensação muito incômoda, durante a manhã, 13.
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Os rins estão dolorosos, até ao toque, com sensação de sensibilidade dolorosa, debilidade, prostração e embotamento, 13.
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Dor intermitente no rim esquerdo, pela manhã, 13.
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Dor lancinante no rim direito, 13.
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Dor lancinante nos rins, tarde da noite, 13.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Masculino.
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Dor nos genitais; testículos flácidos e dolorosos ao toque; dor nas virilhas e estreitamento da uretra, 13.
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Tumefação do pênis, com dor nas virilhas, fadiga, debilidade das pernas e estreitamento da uretra, 13. [510.]
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Ereções, com apetite sexual, 13.
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Ereção quando acordado, sem erotismo, cessando apenas quando exercita veementemente o corpo inteiro, 13.
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Ereção sem erotismo, 13.
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Ereções, desaparecendo facilmente ao mover-se ou ao fixar a atenção em qualquer outro objeto, 13.
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Ereção incompleta, com tontura e formigamento, 13.
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Após tomar o medicamento durante oito dias, desenvolveu-se em cada testículo um tumor indolente, do tamanho de uma avelã, 13.
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Sensação de peso e dor nos testículos; tumefação acentuada do direito; é forçado a ficar na cama; excitação sexual; emissões seminais, 13.
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Depois de ter sentido, ao tomar o medicamento, ligeira dor e tumefação do cordão espermático e do testículo direito, este último tornou-se do tamanho de um limão, com aderência à bolsa escrotal em alguns pontos; mal-estar e inquietação, com agravação à noite e ao mover-se, 13.
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Cerca do segundo dia, aumento da dor no cordão espermático, com sensação de peso no testículo esquerdo e grande insónia sem causa (melhor ao andar de carruagem), 13.
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Sensação de tração e repuxamento no cordão espermático esquerdo, com borborigmos e expulsão constante de gases, durante seis minutos, 13. [520.]
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Durante a emissão de sêmen, sente-se sensação de calor na sua passagem, e ele é de cor rósea, devido a algum sangue misturado, .
Órgãos do Aparelho Respiratório
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Laringe.
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Aspereza na laringe e na traqueia, com alguma tosse seca, e ardor nas pálpebras, 13.
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Sensação de aspereza e raspagem na laringe e na traqueia, com ardor nas pálpebras e apatia, 13.
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Secura e raspagem na laringe e na traqueia, com dor de cabeça frontal, 13.
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O doente era incapaz de dizer uma palavra e apontava para a laringe como sede do mal, 12.
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Voz.
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Afonia, com aumento da dificuldade respiratória, 2.
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Disfonia, 13.
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Tosse e Expectoração.
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Tosse, falta de ar, opressão e prostração até às 9 A.M., 13. [580.]
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Tosse dolorosa e sensação de secura no tórax; indolência, languidez, tristeza e temor de vir a cair em tísica, 13.
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Tosse, com engulhos; a tosse produz dores distensivas na cabeça, no tórax e no útero, com tristeza e angústia; mas, ao caminhar ao fresco, sensação de felicidade (décimo dia), 13.
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Tosse, ao sair da cama, com êmese e emissão involuntária de urina, 13.
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Tosse, com dor no lado esquerdo do tórax, estendendo-se ao braço do mesmo lado, 13.
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Tosse, com vontade de expelir alguma coisa, mas sem o conseguir, 13.
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Tosse, provocada por ardor na garganta e nos brônquios; pior à noite, 12.
TÓRAX
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Murmúrios no tórax e palpitação do coração, com aceleração e suspensão alternadas dos movimentos cardíacos, 13.
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Dor incisiva no pulmão esquerdo e no coração, com dor nas amígdalas e necessidade de espreguiçar-se, 13. [610.]
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Sensação dolorosa na base de ambos os pulmões, ao tossir ou inspirar, 13.
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O tórax expande-se com dificuldade, 13.
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Constrição do tórax, 4.
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Opressão no tórax, com dores reumáticas e debilidade; essas dores passavam do tórax para o estômago, do útero para os membros etc., e vice-versa, com fraqueza nos braços, impedindo o trabalho. (Melhorado por Bovista), 13.
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Opressão no tórax, com dor de cabeça, calor queimante, suor generalizado, tristeza, com palpitação e vontade de chorar, 13.
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Ao despertar, após sono tranquilo, opressão, com dor no lado esquerdo do tórax, 13.
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Opressão no tórax, com tosse e prostração, até às 9 da manhã, quando a dor de cabeça se agrava, estendendo-se ao pescoço e à garganta, com rigidez dos músculos dessas partes. (Esses sintomas apareciam pela manhã, ao despertar, antecedidos por tristeza, tremor e dor de cabeça), 13.
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Grande opressão no tórax; respiração ofegante, palpitação e prostração, 13.*
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Dor e opressão no tórax, pior ao erguer os braços, com a sensação como se tivesse recebido uma pancada na base do pulmão esquerdo. Tosse reiterada, com desejo de expectorar, sendo a expectoração sanguinolenta. Opressão e respiração ofegante ao menor movimento. Deitar sobre o lado esquerdo é insuportável e produz sufocação, com necessidade de sentar-se na cama. Ao mesmo tempo detecta-se, à percussão, uma ressonância exagerada na parte anterior da base do pulmão esquerdo. (Os sintomas se assemelhavam muito aos produzidos por uma cavidade. Melhorado por Bovista), 13.
CORAÇÃO E PULSO
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PRECORDIAL.
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As doenças do coração e especialmente do sistema circulatório agravam-se depois de molhar as mãos em água fria, 13.
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Incapacidade de deitar-se por causa da angústia extrema que isso provocava na região precordial; não se recolheu ao leito nem dormiu por quatro noites, 16.
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Ansiedade precordial, batimento tumultuoso do coração, 13.* [640.]
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Ansiedade precordial; não se percebem os movimentos do coração (após um abalo moral), 13.
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Opressão e dor no coração, como se tivesse acontecido uma desgraça, com choro e gemidos, seguidos de cãibras e frieza nos membros inferiores, 13.
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Dor no coração, como se estivesse apertado ou comprimido, também na aorta, sob a clavícula esquerda e nas carótidas; com violentas pulsações dessas artérias e do coração, 13.
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Dor, como se o coração e a aorta estivessem lacerados, com sensação de formigamento, 13.
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Dor acentuada na aorta, estendendo-se à subclávia, como se fosse romper-se, com ligeiro batimento do coração, 13.
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Sensação como se o coração girasse ou se torcesse, com dor no tórax e suor geral. (Melhorado por Bovista), 13.
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Sensação dolorosa de compressão no coração, com dor de cabeça acentuada, boca amarga e sede, 13.
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Dor compressiva no coração e na aorta, com violentas pulsações, 13.
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Dor compressiva em toda a região do coração, com dor de cabeça acentuada e muitos gemidos durante a noite, . [650.]
PESCOÇO E COSTAS
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Pescoço.
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Rigidez do pescoço, tão dolorosa que não consegue mover-se sem gritar de dor, 13.
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Rigidez do pescoço, com muita dor, e incapacidade de virar a cabeça; dor muito intensa na fronte, como se estivesse cingida por uma faixa de ferro, 13.
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De manhã, ao virar a cabeça, dor em ambos os lados do pescoço, e desde então até à noite dor no lado esquerdo do pescoço ao virar a cabeça para a direita, 13.
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O pescoço parecia dorido, 15.
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Todos os músculos do pescoço e das costas estão tão dolorosos que o movimento é impossível, 13.
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Dor no pescoço e nas costas, seguida de paralisia geral, 13.
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Costas.
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Distorção da coluna vertebral (resultado de raquitismo), com paraplegia incipiente, 13. [670.]
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Um inchaço, espécie de tumor ou saliência reumatoide na coluna vertebral, com respiração laboriosa, dor nos membros e insónia (numa pessoa de 14 ou 15 anos), 13.
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Um tumor perto do meio da coluna vertebral, com entorpecimento dos membros inferiores, 13.
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Estreitamento do canal vertebral, resultado de afecções venéreas e escorbúticas, 13.
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Dor nas costas, desde a manhã até ao dia seguinte, 13.
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Dorsal.
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Dor nas omoplatas, 13.
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Dor lancinante sob as omoplatas, 13.
EXTREMIDADES
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Inchaço das articulações, melhorado com Tarantula, seguido de dor no lado direito, com angústia; às vezes aumentando tanto que chega a impedir a respiração, 13.
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Fraqueza de todos os membros, cambaleando ao caminhar, entorpecimento geral e embotamento, 13.
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A necessidade de mover as pernas estende-se às mãos, com desejo de pegar alguma coisa e jogá-la fora, seguido de fadiga geral, 13.
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A necessidade de mover as pernas estende-se às mãos, com desejo incontrolável de pegar alguma coisa e fazê-la rolar entre os dedos, seguido de fadiga geral, 13.
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Dor em todos os membros, de caráter reumático, 13.
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Dores lancinantes nos braços e nas pernas, 13. [690.]
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Dor intensa nas articulações dos dedos e nos artelhos, e, por causa da intensidade da dor, mal podia suportar o peso mais leve do linho, 2.
MEMBROS SUPERIORES
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Sensação de peso nos membros superiores, uma hora depois de tomar o medicamento, 13.
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Dor no braço direito, 13.
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Dor no braço esquerdo, 13.
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Durante a manhã, dor no braço e na mão esquerdos, como se estivessem fortemente apertados, 13.
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Leves dores nas partes média e externa dos braços e antebraços, na face inferior dos punhos e na parte superior dos dedos, 13.
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Ombro.
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Dor na articulação do ombro, como se seus ligamentos estivessem relaxados, com ligeiro formigueiro no estômago, 13.
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Braço.
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Sensação dolorosa e de ardor na parte superior dos braços, em sua face interna; no meio dos antebraços; no joelho e na panturrilha esquerdos, com angústia, inquietação e irritabilidade, 13.
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Antebraço.
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Ao meio-dia, dor em pontadas na dobra do braço esquerdo, 13.
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Dor desde a dobra do braço até a mão, ao meio-dia, 13. [700.]
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Dor nas partes anterior e inferior do braço esquerdo, aumentada ao levar a mão ao ombro esquerdo, 13.
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Punho.
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Dor e inchaço nos punhos, 13.
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À noite, dor no punho esquerdo à pressão, ou ao utilizá-lo; persistindo por vários dias, 13.
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Perto do meio-dia, dor em pontadas no punho direito; reaparecendo ao entardecer, .
MEMBROS INFERIORES
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Paralisia dos membros inferiores; dor muito intensa nas costas, que o menor movimento torna insuportável, 13.
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Paralisia completa dos membros inferiores; impossibilidade de movê-los por causa da dor. Pulso arterial duro e frequente, 13.
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Grande inquietação e agitação, particularmente dos membros inferiores, com vontade de chorar e inquietação, 13.*
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Debilidade dos membros inferiores, embotamento mental, prostração geral, obscurecimento da visão e imobilidade, 13.
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Desde o pôr do sol, grande fadiga e dor nos membros inferiores, particularmente na coxa e anca esquerdas, como após uma caminhada muito longa, ou como as dores reumáticas sentidas antes de uma mudança de tempo, 13.
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Entorpecimento dos membros inferiores, seguido de paralisia, 13.
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Entorpecimento dos membros inferiores, mudando para uma retração dos músculos de caráter convulsivo, 13.
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Anca. [720.]
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Dor nas ancas e nos rins durante a noite, 13.
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Dor nas ancas e no cóccix à noite, desaparecendo quando sentado, 13.
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Dor como de contusão na anca direita ao levantar-se, ao ficar em pé e ao caminhar, desaparecendo quando sentado; seguida de um desejo incontrolável de saltar, 13.
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Coxa.
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Dor acentuada nas nádegas, durando das 6 horas da manhã até a noite; aumentada ao subir ou descer escadas, ou ao fazer quaisquer movimentos oblíquos com o tronco. Essa dor vinha associada a odontalgia, 13.
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Dor nas coxas ao caminhar, como se estivessem apertadas por correias, .
GENERALIDADES
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Algumas horas após a mordida, os pacientes apresentam grande angústia precordial, grande abatimento, porém dificuldade respiratória ainda maior; queixam-se em voz lamentosa, reviram os olhos e, quando os circunstantes lhes perguntam onde sofrem, ou não respondem ou indicam a região afetada pondo a mão sobre o tórax, como se o coração fosse mais atingido do que qualquer outra parte. Os sintomas observados após a mordida de uma tarântula não são constantes nem comuns a todas as pessoas, nem todos são produzidos por cada tarântula, mas variam conforme a variedade da tarântula, o temperamento da pessoa doente e o maior ou menor calor estival. Observou-se que as tarântulas da região mais setentrional da Apúlia são mais ferozes; os mordidos sofrem sintomas intensos; especialmente sentem-se atraídos por várias cores, verde, azul etc., porém raramente por cores escuras. E, se forem abordados por pessoas vestidas com uma cor viva, que lhes seja desagradável, estas devem retirar-se; pois, à vista da cor incômoda, são imediatamente tomados de angústia precordial e recrudescência dos sintomas. Diferentes sintomas são produzidos por diferentes variedades de tarântulas. A tarentula subalbida causa dor ligeira, seguida de prurido, dor aguda no abdómen e diarreia. A tarentula stellata causa dor e prurido mais intensos, estupor, sensação de peso e dor na cabeça, tremor do corpo inteiro etc. A tarentula uvea causa, além dos sintomas acima, inchaço, grande dor na parte mordida, espasmo, calafrio, transpiração fria por todo o corpo, afonia, inclinação à êmese, tensão do tronco e do tórax, distensão do abdómen etc. Há sintomas da tarântula numerosos e incríveis, muitos dos quais parecem depender de imaginação pervertida; e não será afastar-se muito da verdade relatar que, depois de declinada a intensidade extrema dos sintomas manifesta nos primeiros dias, sobrevém uma melancolia peculiar, uma flexão para diante do pescoço, até que, quer pela dança, quer pela música, quer com o avançar da idade, as qualidades venenosas sejam eliminadas do sangue e dos fluidos nervosos, fortuna raramente alcançada, pois, uma vez mordidos, é certamente evidente que não podem ser restituídos à saúde. Muitos sintomas confirmam esta afirmação quanto à natureza da fantasia pervertida; pois muitos procuraram o sepulcro e os lugares solitários, e até se estenderam sobre o esquife. Desesperados, cortejam a morte. Donzelas e esposas, de resto virtuosas, afrouxadas as restrições do pudor, suspiram profundamente, uivam, fazem gestos indecentes, expõem os órgãos sexuais, gostam de movimentos pendulares etc.; algumas por fim se retorcem nas próprias vestes e sentem deleite excessivo em tais movimentos. Outras gostam de ser vergastadas nas nádegas, nos calcanhares, nos pés, nas costas etc. Outras têm grande desejo de correr. Observam-se também estranhas fantasias a respeito das cores; pois as pessoas mordidas por tarântulas são encantadas por algumas cores e, ao contrário, fortemente repelidas por outras e, conforme o grau da fantasia pervertida, ora reanimadas, ora tornadas miseráveis por diversas cores, .
PELE
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Erupções secas. [840.]
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Manchas equimóticas na pele, nos membros e nas partes carnudas, variando de duas a cinco polegadas (cerca de 5 a 12,5 cm) de circunferência, com corrimento uterino de sangue pálido; distúrbio gástrico e debilidade, 13.
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Manchas hepáticas pelo corpo; após o uso do medicamento desapareceram, mas os sintomas uterinos acima reapareceram, 13.
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Manchas hepáticas pelo corpo, aqui e ali; quando curadas com o medicamento, os sintomas uterinos reaparecem, 13.
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Manchas e escoriações aftosas em diferentes partes do corpo. Manchas hepáticas; manchas na pele, com exsudação de sangue pálido e empobrecido, 13.
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Manchas avermelhadas na nuca e às vezes nas faces; constituição delicada e fraca, em razão de corrimentos uterinos frequentes, e sintomas histéricos, 13.
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Produz, a princípio, uma leve inflamação, como a provocada pela picada de uma abelha, 11.
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Tinhas (herpes) na fronte, e também no rosto, com pontadas como de alfinetes sob o queixo, 13.
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Herpes furfuráceo na fronte e no rosto, com círculos azulados ou escuros ao redor dos olhos, e acessos de debilidade geral, 13.
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Erupção muito confluente de pequenas pápulas por todo o corpo, exceto nas mãos e nos pés; com aumento acentuado do calor, prurido e ardor ao coçar, à tarde e à noite. (Essa erupção durou vinte e sete dias), 13.
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Erupção de pequenas pápulas por todo o corpo, sobretudo na cabeça e nas têmporas, juntamente com picadas e prurido, terminando em leve supuração, 13. [850.]
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Erupção de pequenas pápulas na fronte, semelhante a miliária (após três horas), estendendo-se ao rosto e à parte superior do pescoço, sob a maxila inferior. Como prenúncio dessa erupção, debilidade geral, dor de cabeça frontal, vertigem e ardor e prurido em todo o rosto. A erupção desapareceu no terceiro dia, mas o ardor e prurido no rosto e a visão comprometida persistiram por mais dois dias, com espirros e coriza, .
Crusta lactea; formaram-se cinco úlceras em diferentes partes do couro cabeludo, que eliminavam um pus icoroso fino, esverdeado e muito fétido; apareceram vesículas em diferentes partes do corpo, tornando-se logo pustulosas e transformando-se em úlceras; a erupção no couro cabeludo e no corpo permaneceu cerca de três semanas antes de seu desaparecimento final, 16. [860.]
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Pequeno tumor, ou calosidade, do tamanho de uma moeda de dez centavos, esbranquiçado e indolor, na face palmar da mão direita, entre os dedos médio e indicador, perto de sua articulação metacarpiana. No dia seguinte, a calosidade aumentou de tamanho, com calor e dor acentuada, fazendo o paciente despertar várias vezes durante a noite. O tumor caloso continuou a estender-se até a base de ambos os dedos em sua face interna, até o terceiro dia, quando se rompeu, deixando uma úlcera de bordas calosas, de bom aspecto, e coberta por pus esbranquiçado. A ulceração durou vinte dias e deixou leve cicatriz. Durante todo esse tempo houve memória fraca e humor alegre, 13.
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Pequeno e doloroso tumor caloso na extremidade do polegar direito, que se desprendeu no sétimo dia, 13.
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Pequena calosidade dura e brilhante, ou tumor verrucoso, no dedo indicador esquerdo, com aumento do calor e dor lancinante local; agravado pela pressão; tosse irritativa seca; excitação genital e memória fraca. Após dois dias o tumor caiu, mas a tosse permaneceu por mais oito dias, 13.
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Leve inflamação da polpa do polegar direito, dura e brilhante, com dores lancinantes. A inflamação durou oito dias, estendendo-se à mão, com dor lancinante e urente durante todo o tempo, e passou à supuração. Durante esses oito dias observaram-se, como sintomas concomitantes, dor de cabeça do lado direito; prurido e ardor das pálpebras; tumefação das glândulas axilares direitas, arrepios etc. A supuração durou cerca de quinze dias, e a ulceração cicatrizou, 13.
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Sentiu uma picada, semelhante à de uma formiga ou mosca, e ao mesmo tempo dor na articulação do dedo anular esquerdo. No dia seguinte, a parte afetada tornou-se vermelha e cercada por uma aréola lívida de cor dourada; no terceiro dia a aréola dourada estava tumefeita, com persistência da dor; no quarto dia a tumefação desapareceu, a parte picada permaneceu impregnada de cor vermelha e lívida, mas entretanto a dor quase não era sentida; não apareceram novos sintomas durante quinze dias. Uma crosta preta, que cobria o ponto, desprendia-se e tornava a formar-se repetidas vezes, até que, no décimo quinto dia, apareceu o antigo círculo amarelo, 8.
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Todos os anos havia dor intensíssima nos artelhos pela ferida reaberta; eles ficavam inflamados e, no curso da inflamação, um ícor fino e muito acre exsudava das unhas, corroendo profundamente a parte vizinha, 3.
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Furúnculo indolor entre as escápulas, que desapareceu sem qualquer inconveniente no segundo dia, .
SONO
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Sonolência.
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Bocejos, com desassossego nas pernas, necessidade de movê-las sem cessar, com secura e amargor na boca e na garganta, 13.
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Bocejos, com necessidade de mover as pernas, 13.
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Bocejos, com dores passageiras como picadas na região das falsas costelas, alternando com alegria e mau humor, 13.
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Bocejos, com lágrimas e sensação de desfalecimento na boca do estômago, 13.
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Bocejos, espasmos, excitação nervosa, agravada por bagatelas; especialmente nas mulheres, 13.
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Bocejos como prenúncio da febre quotidiana vespertina (melhorada por alum), 13.
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Bocejos frequentes, espreguiçamento, com vontade de chorar, de manhã, 13.
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Bocejos e espreguiçamento, com debilidade muscular e mal-estar, tristeza, mau gosto na boca, língua saburrosa, sensação de peso na cabeça e inclinação para dormir sem vontade de o fazer, 13. [890.]
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Bocejos espasmódicos; o maxilar sente-se cansado; espasmos; necessidade de espreguiçar-se; cãibras no estômago seguidas de enjoo; mal-estar geral, frio, palidez, arrepios e febre violenta, 13.
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Bocejos irresistíveis, seguidos de espasmos, soluços, regurgitação, gemidos e choro, inquietação, calafrio e febre, 13.
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Bocejos excessivos, calafrio com tremores, horripilação e sede, < ao beber; dor pressiva ou constritiva acentuada no coração; o calafrio é breve; calor geral sentido mais internamente do que externamente; dor lacerante no estômago, útero e abdómen, com borborigmos; suor e distração, 13.
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Grande sonolência e sensação de peso no corpo, ao entardecer e à noite, como durante os dias intensamente quentes do verão, 13.
FEBRE
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Sensação de frio.
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Após um acesso de loucura, calafrio geral, tremores violentos, horripilação, bater dos dentes, dor de cabeça compressiva, sede ardente, com medo de beber água, que depois deseja avidamente, 13.
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Após novo acesso de loucura, repetiram-se o calafrio e os bocejos das febres precedentes (sustados por Alumina), 13.
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Calafrios e tremores durante várias horas; dores roentes e como picadas nos rins; dores lancinantes nos membros; dor de cabeça, com zumbido nos ouvidos; às 7 da tarde, calafrio acentuado, obrigando a deitar-se para aquecer-se, conseguindo aquecer-se com dificuldade apenas ao fim de duas horas; febre durante toda a noite, e no dia seguinte sente-se friorento; êmese fácil de bile, pela manhã. Esta febre também reapareceu ao final da patogenesia, 13.
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Calafrio e frio constantes durante quatro dias, salvo nas noites, quando dorme; sente-se quebrantada, como se todo o corpo estivesse machucado, especialmente ao mover-se; nos dois primeiros dias, dores nas pernas e na cabeça; no segundo, êmese biliar, pela manhã; no quarto dia, à mesma hora e estando deitada, leve suor. Além disso, esta febre veio complicada com coriza e tosse, e repetiu-se ao final da patogenesia; após esta febre, a mulher sentiu-se pesada e abatida durante oito dias, tempo em que teve os olhos inflamados e as pálpebras coladas pela manhã, 13.
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Ao despertar, calafrio acentuado e tremor geral, bater dos dentes, sensação de todo o corpo machucado, especialmente no lado esquerdo do tórax, seguido depois por calor queimante e suor ácido; então dorme e sonha que estava à beira de um rio olhando a água corrente, mas, ao erguer os olhos para o céu, ficava triste; emissões seminais, 13.
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Os rigores estiveram entre os primeiros sintomas observados; os calafrios iniciaram-se na região lombar e espalhavam-se por todo o corpo, agravados pela menor corrente de ar frio externo; frio do corpo inteiro; o aumento do calor artificial produzia sensação de frio; não conseguia aquecer-se, embora permanecesse quase sem cessar sentado junto a um fogão quente ou sobre uma saída de aquecimento, 15.
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Tremores, calor aumentado, pulso frequente, atordoamento e dor de cabeça, ardor nos olhos, desejo de água fria, mas o estômago a recusa; anorexia e calor no abdómen, .
CONDIÇÕES
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Agravamento.
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( Manhã ), Ao acordar, sensação de peso na cabeça; dor de cabeça; dores lancinantes no lado esquerdo da cabeça; dor nos olhos e nas têmporas; dor no olho direito; dor lancinante na orelha esquerda; ao acordar, pirose; dor no rim esquerdo; ao levantar-se, tosse; tosse irritativa seca; dor no pé direito ao acordar.
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( Tarde ), Apatia; vontade de chorar; das 3 às 7 P.M., dor na fronte; dor na orelha direita; dor no estômago; das 3 às 5 P.M., dor nos hipocôndrios; os sintomas.
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( Entardecer ), Tristeza, etc.; tontura; sensação de peso na cabeça; dor de cabeça; dor lancinante na têmpora; dor no olho direito; dor nos dentes; cólica e borborigmo; dor nos rins e nas ancas; leucorreia; dor nas ancas e no cóccix.
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( Noite ), Dor de cabeça; dor lancinante na cabeça; dor na têmpora e no lado da cabeça; dores lancinantes na têmpora; debilidade e sensação de desfalecimento no estômago; gastralgia; dor lancinante nos rins; dor no cordão espermático e nos testículos; leucorreia; tosse; dor na borda da mão direita; dor nas ancas e nos rins; os sintomas; suor.
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( Ao subir ou descer degraus ), Dor nas nádegas.
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( Esforço físico ), Emissão involuntária de urina.
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( Ao respirar pesadamente ), Dor nos hipocôndrios.
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( Carregando grande peso sobre a cabeça ), Tontura.
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( Frio ), Coceira nos pés.
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( Ar frio ), Dor nos ossos; os sintomas.
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( Mudança de tempo ), Os sintomas.
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( Ao tossir ), Dor na têmpora; dor lateral no occipício; odinofagia; dor no abdómen; dor lacerante na virilha; dor nos pulmões.
SUPLEMENTO: TARENTULA.
- J. Heber Smith, M.D., New England Med. Gaz., New Ser., vol. i, 1879, p. 139. A tarântula pela qual o Dr. Sherman foi envenenado veio pelo correio, e a decomposição sem dúvida já havia começado no momento em que o veneno foi absorvido pelo organismo, e portanto os sintomas em seu caso eram tais como poderiam provir do bisturi ou de qualquer outra espécie de envenenamento animal, e por isso os sintomas referidos não podem ser considerados confiáveis. (Ver autoridade, n.º 16, no Vol. IX, da Encyclopedia).