Iberis
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Iberis amara, Linn.
Ordem natural , Crucíferas.
Nome comum , Iberis-amarga.
Preparação , Tintura das sementes.
Autoridades. (patogenesias do Dr. Hale, U. S. Med. and Surg. Jour., 7, p. 297).
1 , Dr. R. C. Sabin tomou doses repetidas da 1ª dil. dec. (1 a 40 gotas), (o mesmo experimentador tomou, dois dias depois, doses crescentes da 6ª dil. durante cinco dias, ao todo 2 dracmas, sem resultado); 1 a , o mesmo tomou a tintura, em doses de 1 a 10 gotas; 2 , M. M. Dodge (com dores reumáticas no ombro esquerdo) tomou a 1/10ª, em doses de 4 a 20 gotas; 2 a , o mesmo tomou a tintura, em doses de 5 a 17 gotas; 3 , Miss Magee tomou a 6ª dil. durante cinco dias sem resultado, depois a 4ª dil. durante três dias; após esperar cinco dias tomou a 3ª dil.; após esperar cinco dias tomou a 2ª dil. [Tendo em vista o fato de que as seguintes patogenesias ainda estão sub judice , acrescentamos as seguintes notas:
I. «Chegou ao meu conhecimento que a maior parte da patogenesia de Iberis é espúria e imaginária e, portanto, antes de ser incorporada à Matéria Médica de Allen, deveria ser feita uma nova patogenesia. Conforme entendo o caso, os experimentadores foram informados de que o remédio tinha ação marcante sobre o coração; daí muitos sintomas cardíacos imaginários. Disseram-me que os sintomas espúrios foram registrados por um dos experimentadores, que sabia, no momento, serem eles espúrios»... T. S. Hoyne, U. S. Med. Invest., N. S., vol. 1, p. 379.
II. «As patogenesias de Iberis foram feitas sob minha supervisão, e tenho toda razão para crer que a maioria delas é genuína... Não foi dito aos experimentadores ‘que ela tinha uma ação marcante sobre o coração’»... E. M. Hale, U. S. Med. Invest., N. S., 2, p. 96.
III. «Como um dos experimentadores de Iberis, permitam-me negar a imputação de ter participado de uma conspiração para perpetrar uma fraude grosseira etc. Declaro que as três afirmações (do Dr. Hoyne) são falsidades escandalosas e maliciosas... Pelo meu conhecimento do Dr. Dodge, não hesito em anunciar minha inteira confiança na fidedignidade desta patogenesia»... R. C. Sabin, U. S. Med. Invest., N. S., 2 p. 201.
IV. O editor publica estas declarações em justiça para com todos os envolvidos; deseja acrescentar que o Prof. Samuel Jones, da Universidade de Michigan, informou-lhe que falhara em produzir a menor impressão sobre o coração com doses repetidas e grandes, nem o esfigmógrafo mostrara qualquer perturbação do pulso. A nota seguinte é, contudo, aduzida como prova colateral : Amer. Jour. Med. Sci., No. 28, N. S. vol. 14, 1847, p. 453 (Prov. Med. and Surg. Jour., 28 de julho de 1847.) O Dr. Sylvester comunicou à filial sudeste da Provincial Medical and Surgical Association, em sua última reunião anual, um trabalho sobre as virtudes e propriedades de Iberis amara, ou Candytuft, remédio trazido à luz pelo falecido Dr. Williams durante uma série de pesquisas terapêuticas no Hospital St. Thomas. Muitos casos impressionantes e marcantes foram relatados em prova de seu salutar poder sobre asma, bronquite, hidropisia e, mais especialmente, hipertrofia cardíaca . Parece que ela não diminui a velocidade da ação do coração como a Digitalis, mas possui a propriedade de controlar a violência e a ação aguda do órgão, e de suavizar o pulso; daí seu grande valor na hipertrofia com hidropisia. O Dr. Sylvester a prescrevera por anos em numerosos casos das doenças acima mencionadas, sempre com algum benefício e, por vezes, com eficácia quase mágica. Nenhum mau efeito se seguia ao seu uso; ocasionalmente induzia tontura, enjoo ou diarreia, mas isso cessava ao interromper o medicamento. Seu poder curativo não dependia de tais consequências ocasionais de sua administração, visto que seu controle sobre a ação anormal do coração era igualmente evidente, estivessem esses efeitos ausentes ou presentes; sendo sua influência, como a da Digitalis, Belladonna e alguns outros agentes naturais, de caráter puramente específico. A dose prescrita era de um a três grãos, geralmente misturados com creme de tártaro, o que mascarava o sabor nauseante e assegurava uma trituração e divisão perfeitas da semente dura.]
MENTE
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Emocional.
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Humor amedrontado; teme ter tomado quantidade excessiva do medicamento; à noite (terceiro dia), 3.
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Sente-se amedrontada; tinha sentimentos de pavor, como se tivesse tomado uma dose perigosa (segundo dia), 3.
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Intelectual.
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Mente muito clara e ativa (meia hora após a primeira dose, segundo dia), 2.
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Mente muito clara; coisas há muito esquecidas apresentam-se com nitidez peculiar (após meia hora, terceiro dia), 2a.
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Mente muito clara; consigo lembrar-me de tudo o que desejo (20 minutos após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Incapacidade de fixar a mente em qualquer assunto por qualquer período de tempo (duas horas e meia após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Faculdades mentais embotadas (após oito horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Embotamento intelectual; não consigo lembrar nem compreender as aulas que estou ouvindo, às 10 horas da manhã (quarto dia), 1a.
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Grande embotamento e mal-estar durante seis horas (após a primeira dose, segundo dia), 1a. [10.]
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Mente muito embotada; não me lembro por um minuto do que é dito na sala de aula sem um esforço para concentrar a mente nisso (após duas horas e meia, primeiro dia), 2a.
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Memória muito clara e ativa (terceiro dia), 2.
CABEÇA
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Vertigem.
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Vertigem, às 3 horas da tarde (primeiro dia), 3.
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Pequeno esforço causava vertigem (após oito horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Vertigem, com dor de cabeça, às 5 horas da tarde (primeiro dia), 3.
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Tontura na parte posterior da cabeça, ou sensação como se o occipício estivesse girando (após quatro horas, quarto dia), 2.
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Tontura, de modo que ela não conseguia ficar sentada; precisou voltar para a cama, pela manhã (segundo dia), 2.
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Tontura ao levantar-se (quinto dia), 1a.
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Leve tontura na posição ereta, muito aumentada ao inclinar-se (após meia hora, primeiro dia), 2a.
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Cabeça em geral.
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Sensação de leveza e tontura na cabeça (após a terceira dose, segundo dia), 1. [20.]
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Peso na cabeça, com zumbido nos ouvidos e ligeira náusea (após a segunda dose, segundo dia), 1a.
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Calor e plenitude da cabeça e do pescoço (vinte minutos após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Dor de cabeça surda, às 3 horas da tarde (primeiro dia), 3.
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Dor aguda na cabeça, com vertigem (segundo dia), 3.
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Testa.
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Leve dor de cabeça frontal (segundo e terceiro dias), 2 ; ao levantar-se (terceiro dia); intensa (quarta manhã), 1.
OLHOS
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Olhos vermelhos (após uma hora, primeiro dia), 1a.
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Sensação nos olhos como se fossem forçados para fora (após quarenta minutos, quarto dia), 2.
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Clarões diante dos olhos (após a segunda dose, segundo dia), 1a.
OUVIDO
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Zumbido nos ouvidos, com peso na cabeça e ligeira náusea (após a segunda dose, segundo dia), 1a.
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Diminuição da audição e da compreensão, às 11 horas da manhã (terceiro dia), 1a.
FACE
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Tem aspecto doente; sente-se fraca e mal de todas as maneiras (terceiro dia), 3.
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Face ruborizada (após uma hora, primeiro dia), (segundo dia), 1a.
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Sensação de rubor na face (vinte minutos após a segunda dose, segundo dia), 2.
GARGANTA
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Constante eliminação, ao pigarrear, de muco fino, viscoso, filamentoso, muito incômodo, e que continuou até o jantar; depois de comer, às 7 horas da tarde, nada mais senti disso (segundo dia), 2. [40.]
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Garganta seca, como se estivesse cheia de poeira (após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Garganta seca, com sensação de poeira; pigarro com muco filamentoso; muito incômodo (após quatro horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Secura da garganta e das fauces; eliminação, ao pigarrear, de muco filamentoso, viscoso, branco, que é muito persistente (após quase três horas, terceiro dia), 2.
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Estado seco da garganta e da laringe, com eliminação, ao pigarrear, de muco fino e filamentoso, que continuou de quando em quando das 10 à 1 hora, até depois de eu ter almoçado (segundo dia), 2.
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Leve constrição na garganta (após uma hora, primeiro dia), 1a.
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Sensação constritiva de sufocação na garganta (uma hora após a terceira dose, terceiro dia), 1.
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Sensação de sufocação na garganta, com plenitude e calor (após a primeira dose, terceiro dia), 2.
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Sensação de sufocação na garganta e grande debilidade, às 10 horas da manhã (terceiro dia), 1a.
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Sufocação da garganta (quinto dia), 2.
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Sensação de cócegas na garganta, com expectoração de muco filamentoso (após uma hora e meia, quinto dia), 2. [50.]
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A garganta parece cheia, como se as amígdalas estivessem aumentadas de volume (após meia hora, primeiro dia), 2a.
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Sensação de cócegas secas nas fauces, com eliminação, ao pigarrear, de muco filamentoso em intervalos de poucos minutos, extremamente incômoda, durante três horas; este sintoma parece sempre melhorar ao comer (após uma hora e meia, primeiro dia), .
ESTÔMAGO
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Apetite.
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Apetite algo reduzido (quase seis horas após a primeira dose, segundo dia), 2.
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Apetite muito reduzido (após quatro horas e meia, quarto dia, 2 ; ao meio-dia (terceiro dia), 2a.
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Perda de apetite (quarto dia), 3.
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Perda de apetite, com a náusea e a dor de cabeça (quarta manhã), 1.
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Grande perda de apetite, com a náusea e a dor de cabeça (décimo quarto dia), 1a.
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Náusea.
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Náusea ao levantar-se (quinto dia), 1a.
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Náusea frequente e grande perda de apetite, com a dor de cabeça frontal opressiva (décimo quarto dia), 1a.
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Leve náusea (após oito horas e meia, terceiro dia), 2a. [60.]
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Leve sensação de náusea e tontura, ao deitar-se (terceiro dia), 1.
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Leve náusea, com peso na cabeça e zumbido nos ouvidos (após a segunda dose, segundo dia), 1a.
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Leve náusea, com sensação de frio pelo corpo (após a segunda dose, terceiro dia), 1.
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Estômago.
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Sensação no estômago e nos intestinos como se o alimento não digerisse bem; eructações azedas, que continuaram por tempo considerável depois de comer; algo bastante incomum, pois meu estômago nunca me incomoda dessa maneira (após cinco horas e meia), 2.
ABDÔMEN
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Hipocôndrios.
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Sensação de plenitude e opressão sobre o hipocôndrio direito (após duas horas e meia, quarto dia), 2.
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Dor à pressão sobre o hipocôndrio direito (após cinco horas e meia, segundo dia), 2a.
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Dor sobre a região do fígado (após quatro horas e meia, quarto dia), 2.
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Abdômen em geral.
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Plenitude e distensão dos intestinos; dor à pressão sobre a região hipocondríaca direita (após oito horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Os intestinos parecem sensíveis e oprimidos (após quatro horas e meia), 2.
FEZES
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Eliminou, com intervalo de dez minutos entre uma e outra, três evacuações muito claras, cor de barro (após quatro horas e meia, quarto dia); evacuação fina, esbranquiçada, cor de barro (após três horas e meia, quinto dia), 2. [70.]
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Eliminação de evacuações finas, cor de barro, por duas vezes em rápida sucessão (após doze horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Eliminação de evacuações grandes, amarelas, cor de barro (após cinco horas e três quartos, segundo dia), 2a.
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Eliminou grandes evacuações esbranquiçadas, cor de barro (após oito horas e meia, quinto dia): creio que estas irregularidades devem ser atribuídas à ação do medicamento, pois habitualmente sou muito regular, tendo apenas uma evacuação diária, 2.
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Evacuação mole, pastosa, incomum em mim no inverno (era janeiro); o mesmo ocorreu ontem de manhã, e pode ser efeito do medicamento (quarto dia), 1.
ÓRGÃOS DO APARELHO URINÁRIO
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Micção frequente, porém escassa, às 3 horas da tarde (primeiro dia), 3.
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Urina excessiva em quantidade (segundo dia), 3.
ÓRGÃOS DO APARELHO RESPIRATÓRIO
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Laringe.
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Opressão e sensação constritiva na laringe, às 11 horas da manhã (terceiro dia), 1a.
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Sensação de sufocação logo acima da cartilagem tireoide (após meia hora, primeiro dia), 2a.
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Respiração.
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Respiração mais frequente e laboriosa, às 11 horas da manhã (terceiro dia), 1a.
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De vez em quando dou uma longa inspiração; sinto-me triste, abatido e muito oprimido; peculiar incapacidade de fixar a mente em qualquer coisa (primeiro dia), 2. [80.]
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Dispneia acentuada, com pontadas através do coração, às 10 horas da manhã (terceiro dia), 1a.
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Passou uma noite miserável; dispneia acentuada, com dor no coração, uma dor constante, surda, dolorida, muito pior ao deitar sobre o lado esquerdo (quarta noite); continuando até cerca das 11 horas da manhã (quinto dia), 1a.
TÓRAX
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Sensação de plenitude no tórax (vinte minutos após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Sensação de peso no peito, e sensação constritiva sob o esterno; desejo constante de inspirar profundamente, sem alívio com isso, às 10 horas da manhã (quarto dia), 1a.
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Sensação contínua de peso e ansiedade no peito, às 11 horas da manhã (terceiro dia), 1a.
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Caminhar causa sensações indescritíveis sob o esterno, na articulação da terceira costela (após cinco horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Leve dor sob o esterno, na articulação da terceira costela, que durou cerca de três minutos, durante a sensação de sufocação na garganta e a dor de cabeça frontal (terceiro dia), 2.
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Plenitude e constrição sob o esterno, com dores de caráter lancinante através do tórax (após a segunda dose, segundo dia), 1a.
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Sensação de peso e pressão sob o esterno (primeira hora, primeiro dia), 1a.
CORAÇÃO E PULSO
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Precórdio.
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Leve dor sobre a região do coração (após quarenta minutos, quarto dia), 2. [90.]
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Muita dor sobre a base do coração (após meia hora, terceiro dia), 2a.
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Dor constante e surda no coração, pior ao deitar-se (quarto dia), 1a.
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Dores agudas através da região cardíaca (após a primeira dose, segundo dia), 1a.
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Pontada aguda na região do coração (primeiro dia), 1a.
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Ao virar-se sobre o lado esquerdo, sente-se uma pontada aguda, como se uma agulha estivesse atravessada nos ventrículos e espetasse a cada contração (terceira noite), 1a.
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Ação do coração.
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Aumento da ação cardíaca para 88 por minuto (normal 72); sensação ondulante, trêmula, sobre a artéria radial, ligeiramente intermitente a cada terceiro batimento (após quinze minutos); 62 (após quase catorze horas, primeiro dia), 92, ondulante, trêmulo, facilmente compressível, intermite a cada terceiro batimento (meia hora após a primeira dose); 63 (duas horas e meia após a primeira dose); 98, ondulante, trêmulo, intermite levemente a cada quarto ou quinto batimento (vinte minutos após a segunda dose); 70 (uma hora e cinquenta minutos após a segunda dose, segundo dia); 100, com peculiares batimentos duplos, que pareciam fundir-se uns nos outros, cheio e facilmente compressível (após meia hora); 67, exceto ao fazer o menor esforço; isto provoca ligeira palpitação, como ao abaixar a janela da sala de aula; ao tomar meu lugar, a palpitação era bem perceptível por um minuto ou algo assim; não me lembro de jamais ter tido palpitação antes (após catorze horas e meia, terceiro dia), 2.
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A ação do coração muito aumentada, estando bem marcada a força do choque da ponta (primeira dose); aparentemente deprimida por dois ou três minutos após tomar o medicamento; batendo com grande violência e rapidez (dez minutos após a segunda dose, segundo dia); ao chegar ao colégio e subir as escadas, fui acometido de violenta palpitação do coração, obrigando-me a deitar no banco (terceiro dia), .
PESCOÇO
- Sensação de plenitude no pescoço e na cabeça (após quinze minutos, segundo dia), 2.
MEMBROS SUPERIORES
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Leve aparecimento de dores reumáticas no ombro direito (após quatro horas e meia, quarto dia), 2. [110.]
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Dor surda e pesada no braço esquerdo, começando primeiro nas pontas dos dedos, com formigamento e entorpecimento (após meia hora, terceiro dia), 2a.
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Dor surda, dolorida, no braço esquerdo, como se eu tivesse dormido sobre ele a noite toda (após uma hora e meia, segundo dia), 2a.
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Dor surda, pesada e dolorida no braço esquerdo (após meia hora, segundo dia), 2a.
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Formigamento e entorpecimento, começando nos dedos da mão esquerda e estendendo-se pouco a pouco pelo braço acima (logo, segundo dia), 2a.
MEMBROS INFERIORES
- O exercício provoca uma espécie de tremor dos músculos dos membros inferiores (após vinte e cinco minutos, quarto dia), 2.
SINTOMAS GERAIS
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Treme, à noite (terceiro dia), 3.
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Lânguido e abatido desde que tomou a última dose (seis horas após a segunda dose, terceiro dia), 1.
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Grande lassidão, às 10 horas da manhã (quarto dia), 1a.
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Cansado (quarto dia), 3.
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Fraco, nervoso e extenuado ao levantar-se, com náusea e tontura (quinto dia), 1a. [120.]
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Perda de forças; vontade de deitar-se (após quatro horas, quarto dia), 2.
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Sensação de cansaço, vontade de deitar-se (após quase catorze horas, primeiro dia), 2.
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Levantou-se sentindo-se fraca, pela manhã (quarto dia), 3.
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Sensação de fraqueza e debilidade ao meio-dia (após cinco horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Sinto-me fraco, nervoso e muito irritável; grande desejo de algum tipo de estimulante (após duas horas e meia, primeiro dia), 2a.
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Sinto-me fraco, como se tivesse trabalhado arduamente (quase duas horas após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Sensação de incapacidade de mover sequer um dedo (duas horas e meia após a primeira dose, segundo dia), 2.
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Sensação geral de doença; não consigo permanecer na sala de aula, o calor do aposento parece deixar-me doente, sinto-me melhor ao ar livre (após uma hora e vinte minutos, quinto dia), 2.
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Sinto como se tivesse estado doente por muito tempo e estivesse apenas me restabelecendo (após doze horas e meia, terceiro dia), 2a.
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Nervoso e irritável ao levantar-se (segundo dia), 1. [130.]
SONO E SONHOS
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Sonolência.
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Sonolência, às 3 horas da tarde (primeiro dia), 3.
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Sono pesado pela manhã (quarto dia), 3.
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Insónia.
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Insónia (segundo dia), 3.
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Noite inquieta, com sonhos horríveis (terceira noite), 1.
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Passou uma noite muito inquieta, com sonhos terríveis (terceira noite), 1a. [140.]
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Muito inquieto a noite toda; virando-se muito, perturbado pela dor surda e dolorida na região do coração (segunda noite), 1a.
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Sonhos.
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Sono durante a noite perturbado por toda sorte de sonhos (algo bastante incomum em mim, pois raramente sonho), (primeira noite), 2.
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Muito perturbado por sonhos ridículos; inquieto, virando-se continuamente na cama (segunda noite), 2a.
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Noite inquieta, muito perturbada por sonhos com o lar (primeira noite), 1.
FEBRE
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Calafrios.
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Pele fria e úmida (após quarenta minutos, quarto dia), 2.
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Sensação de frio pelo corpo, com leve náusea (após a segunda dose, terceiro dia), 1.
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Ambas as mãos e os pés parecem frios (vinte minutos após a segunda dose, segundo dia), 2.
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Mãos, pés e face frios e suados, com insónia (segundo dia), 3.
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Calor.
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Febre, com sensação de frio, às 3 horas da tarde (primeiro dia), 3.
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Calor e plenitude no pescoço e na cabeça (meia hora após a primeira dose, segundo dia), 2.
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Transpiração. [150.]
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Transpiração fria na face e nas mãos, à noite (terceiro dia), 3.
MODALIDADES
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Agravação.
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( Noite ), os sintomas.
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( Deitar-se ), dor no coração.
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( Inclinar-se ), tontura.
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Melhora.
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( Tarde ), os sintomas.
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( Ar livre ), sensação de doença.
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( Comer ), eliminação de muco ao pigarrear.