Anacardium
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Semecarpus Anacardium, Linn.
Ordem natural , Anacardiaceæ.
Nome comum , noz-de-marcar.
Preparação , Trituração da camada da noz entre a casca e a amêndoa.
Autoridades. [N.os
1 a 8 , de (Archiv. e) Hahnemann Chr. Kr. (patogenesias feitas com noz pulverizada e tintura).]
1 , Hahnemann; 2 , Herrmann; 3 , Hartmann; 4 , Gross; 5 , Franz; 6 , Langhammer; 7 , Becher; 8 , Stapf; 9 , Reil (Z. f. H. K., 2, 44); 10 , Trinks (Z. f. H. K., 2, 131); 11 , Fox (Z. f. H. K., 1, 117).
MENTE
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Ilusões da fantasia; imagina ouvir o seu nome ser chamado pela voz da sua mãe e da sua irmã, muito distantes; associado a pressentimento de desgraça e ansiedade, 7.
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Alegria excessiva, 1.
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À tarde está mais alegre do que de manhã; assim que passa a sonolência depois do jantar fica mais alegre e mais disposto para o trabalho (após trinta e oito horas), 5.
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Ri quando deveria estar sério, 1.
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Quando se ocupa de coisas sérias é obrigado a rir por causa de uma sensação de cócega no epigástrio; quando se ocupa de coisas risíveis consegue conter o riso, 1.
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Tristeza, 1.
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De manhã está extremamente hipocondríaco, abatido e desalentado, com maneiras desajeitadas e infantis; todos os seus movimentos são extremamente desajeitados e indolentes (após o terceiro dia), 5.
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Ilusão melancólica; imagina que há um esquife no quarto ao lado, sobre o qual jaz ou o seu amigo ou ele próprio, 1.
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Sente-se separado do mundo inteiro, e tem tão pouca confiança em si mesmo que desespera de ser capaz de fazer aquilo que dele se exige, 1.* [10.]
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É muito indiferente e insensível; nem objetos agradáveis nem desagradáveis despertam o seu interesse; durante oito dias, 1.
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Ao caminhar sentia-se ansioso, como se alguém o perseguisse; suspeitava de tudo à sua volta, 1.
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Apreensão ansiosa e reflexão, ao meditar sobre o seu destino presente e futuro, 6.
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Apreensão ansiosa e irritabilidade, 4.
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Ansiedade, pressentimento de desgraça iminente, .
CABEÇA
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A cabeça parece-lhe muito pesada todo o dia, 1.
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Muito cedo pela manhã, depois de se levantar, a cabeça está-lhe tão confusa e pesada que mal consegue sustentá-la; foi obrigado a deitar-se novamente, 1.
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Confusão dolorosa e surda da cabeça quando está deitado na cama em posição incômoda, 7.
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Vertigem, como se todos os objetos ou ele próprio oscilassem; é obrigado a apoiar-se (primeiro dia), 1. [50.]
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Vertigem; quase caiu, 1.
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Vertigem ao caminhar, como se todos os objetos estivessem demasiado distantes, 1.
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*Vertigem ao inclinar-se, com sensação de girar em círculo (após treze horas), 6.
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Vertigem, tudo negro diante dos olhos, 4.
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A cabeça anda à roda, 4.
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Tonteira da cabeça, como depois de bebidas alcoólicas, 1.
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Grande atordoamento depois de um passeio, à tarde, 1.
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Toda a cabeça inchou, 10.
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Calor na cabeça, 1.
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Pressão ocasional na cabeça, 1. [60.]
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Pressão no lado direito da cabeça, interrompida por pontadas intensas (após três quartos de hora), 3.
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Pressão surda, de fora para dentro, aqui e ali, em pequenos pontos da cabeça, 4.
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Dores lacerantes repetidas em toda a cabeça, com arrepios em todo o corpo, abatimento e inquietação; isto não lhe permite permanecer em nenhum lugar; retorna sempre a cada terceiro dia, .
OLHO
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Olho esquerdo inchado, fechado, 10.
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Olhos dolorosos, sem vermelhidão, 1.
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Pressão violenta sobre os olhos, especialmente sobre o esquerdo, e no canto externo desse olho quando olha longamente para um objeto (meia hora), 2.
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*Pressão surda, como por um tampão, no bordo superior da órbita direita, estendendo-se ao cérebro, com estupor de todo o lado da cabeça, 4.
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Dor lacerante reumática no olho esquerdo (mais nas pálpebras), que se estende até às têmporas, 5.
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Pálpebras tão inchadas que mal conseguia ver, 10.
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As pálpebras pareciam inchadas, mas sem dor, 10.
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Sensação nos olhos como se houvesse algo entre o globo ocular e a pálpebra superior, levando a esfregar, 2. [120.]
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Parece haver algo a esfregar entre o globo ocular e a pálpebra inferior, 4.
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Tremores nas pálpebras; imagina que qualquer pessoa os consegue ver, 4.
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Pressão, como de um hordéolo, no canto interno direito e nas cartilagens tarsais vizinhas, 2.
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Pressão abaixo do canto externo esquerdo (após duas horas), 2.
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Dor, como se um tampão fosse comprimido por baixo do bordo superior das órbitas e tocasse os globos oculares, 4.
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Pressão sobre o globo ocular, de diante para trás, ou de cima para baixo, 2.
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Dor lacerante nos globos e nas órbitas, de manhã ao caminhar (após vinte e quatro horas), .
ORELHA
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Tremores na orelha externa, 1.
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Dor na orelha, como por ulceração, sobretudo ao engolir, 1.
-
Dor na orelha, como por ulceração, ao cerrar os dentes, 1.
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Pressão dolorosa sobre a orelha externa, 1. [140.]
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Sensação atrás das orelhas como se a parte viesse a ficar em carne viva; é obrigado a esfregá-la, 4.
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Dor lacerante violenta ao longo do bordo superior da cartilagem da orelha direita, 4.
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Dor lacerante pungente violenta na orelha externa esquerda (após vinte e quatro horas), 4.
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Dor lacerante na orelha esquerda, descendo pela face, 1.
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Sensação de contração espasmódica na concha esquerda (após meia hora), 3.
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Sensação de obstrução na orelha esquerda, como por algodão; não ouvia tão bem com esta orelha como com a outra (após meia hora), 2.
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Pontadas violentas na orelha esquerda, 1.
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Dores lacerantes, pungentes e surdas na ponta do antítrago da orelha esquerda, 4.
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Dor puxante atrás da orelha esquerda, 1.
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Contração espasmódica no meato auditivo esquerdo, com pressão contra o tímpano, 5. [150.]
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Dor espasmódica, cãibrosa, no meato auditivo externo, 3.
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Fisgada dolorosa no meato auditivo direito, 4.
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Dor puxante dolorosa no meato auditivo interno esquerdo (após três quartos de hora), .
NARIZ
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Borbulhas, com aréolas vermelhas, no ângulo da asa direita do nariz, 6. [160.]
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*Pústulas vermelhas no septo, na narina direita, com sensibilidade dolorosa ao toque, 2.
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Obstrução das coanas posteriores, como por muito muco, 3.
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Espirros, 4.
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Coriza violenta, durando quatro semanas, 1.
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Coriza abundante violenta após espirros frequentes, com lacrimejo, 1.
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Coriza intensa, à noite (após quarenta e oito horas), 5.
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Sangramento nasal após assoar com violência, 1.
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Coriza seca, 1.
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Dor breve no nariz, como a provocada por frio excessivo, que faz lacrimejar os olhos, 1.
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Dor contrativa na parte anterior do nariz, como por muito frio, com lacrimejo, 1. [170.]
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Sensação de contusão no lado esquerdo do nariz; a dor parece estar no osso, 4.
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O olfato parece ter desaparecido quase completamente, embora o nariz não esteja obstruído (após cinco horas), 2.
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Olfato ilusório, como de isca a arder, de manhã cedo, ao levantar-se, 1.*
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Odor constante diante do nariz, como de excremento de pombo ou de galinha, especialmente ao cheirar a roupa ou o próprio corpo (após duas horas), 5.*
FACE
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O rosto começou a inchar, começando pelos olhos, 10.
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Grande palidez da face pouco depois de tomar o medicamento, 8.
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Coloração pálida, doentia, lívida da face, sem, contudo, outros sintomas, 1.
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Palidez da face, sem frieza (imediatamente), 7.
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A pessoa parece doente, com olhos encovados e olheiras azuladas durante vários dias (pouco depois de tomar o medicamento), 8.
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Ardor violento na face, 10. [180.]
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Calor seco na face e em toda a cabeça, com confusão da cabeça e aspeto pálido; ao mesmo tempo sente calor na pele, o que ele próprio, porém, não percebe, 8.
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Após uma refeição, calor na face e esgotamento, 8.
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Depois do jantar, calor na face, com acumulação de saliva adocicada na boca e sede violenta, 5.
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Lado esquerdo da face extremamente inchado e coberto por numerosas pequenas vesículas semelhantes às da varíola, 10.
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Herpes branco e descamativo na face direita, junto ao lábio superior (após quatro horas), 6.
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Dor puxante no osso malar direito, 2.
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Pressão surda sobre o osso malar esquerdo, 4.
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Pressão surda na face, no meio da bochecha, como se o local fosse apertado com pinças, 4.
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Secura dos lábios e das comissuras labiais, 1.
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Secura ardente dos bordos externos dos lábios, quase como por pimenta, 3. [190.]
BOCA
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Dor lacerante em todos os dentes, retornando por intervalos, 4.
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Dor de dentes ao pôr algo quente na boca; alguns abalos, mais pressivos do que puxantes, 1.
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Os dentes parecem mais longos, à noite, na cama, acompanhados de dor pressiva, 1. [200.]
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Dor puxante nas gengivas e nas raízes dos molares inferiores do lado esquerdo, 2.
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Dor puxante cãibrosa na arcada inferior direita, alcançando a orelha (pouco depois de tomar o medicamento), 4.
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Dor tensa e puxante num molar cariado, estendendo-se à orelha, durante vários dias, às 10 horas da noite, 8.
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Dor lacerante violenta nos dentes do lado esquerdo, 10.
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Dor num dos incisivos inferiores, como se tivesse sido remexido com um palito, pior pelo contacto com a língua e com o ar livre (segundo dia), 7.
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Inchaço das gengivas, 1.
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Sangramento das gengivas ao menor atrito, 1.*
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A língua está branca e áspera, como um raspador de ferro (após três horas), 6.
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Peso da língua e sensação de inchaço, de modo que não consegue continuar a falar, 1.
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Vesículas dolorosas na boca, 1.* [210.]
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Grande quantidade de líquido sobe-lhe à boca e à garganta, causando sensação de enjoo no tórax, 5.
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Sabor insípido e nauseabundo dos alimentos, mesmo sem comer, 1.
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Sabor insípido da cerveja, .
GARGANTA
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*Muco consistente e tenaz sobe à garganta, obstruindo ao mesmo tempo as coanas posteriores (após uma hora), 5. [220.]
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Picadas como por agulhas, ora aqui, ora ali, na garganta, externamente, 4.
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Secura da garganta, passando ao comer, de manhã, 5.
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Aspereza da garganta, 1.
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Aspereza da garganta, com tom de voz grave, após uma refeição, 5.
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Pressão dura na garganta, em ambos os lados da laringe, que por vezes dificulta a deglutição, 2.
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Pressão na fossa da garganta, 4.
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Pressão súbita e surda, como por um peso, no lado esquerdo da garganta, 4.
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Impulsos lentos e surdos vindos de ambos os lados das orelhas e das suas cavidades, como se dois tampões rombos penetrassem para se encontrarem no centro, 4.
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A garganta parece-lhe crua e dorida, 1.
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Comichão frequente na garganta, 5.
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Grande apetite, pressão no estômago e enjoo até à êmese, após uma refeição, mesmo sem exercício, 1.
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Não tem apetite para o jantar; contudo, come-o e aprecia-o, porque é hora do jantar; o pão, porém, sabe um pouco a amargo, 5.
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Por vezes fome violenta; por vezes nenhuma, 1.
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Sede constante; contudo, ao beber, a respiração é interrompida, e é obrigado a engolir a bebida pouco a pouco, .
ABDÓMEN
-
Pressão na região do fígado, uma hora após uma refeição, 1.
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Pontadas nos hipocôndrios, ao inspirar, ora do lado direito, ora do esquerdo, 4.
-
Pontadas no hipocôndrio esquerdo, 1.
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Pontadas surdas na região do baço; parecem estar em parte no tórax, em parte na cavidade abdominal, 2.
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Pressão na região do umbigo, como se ali se tivesse formado algo duro, com sensação, ao respirar, falar e sobretudo tossir, como se o abdómen fosse rebentar; ao tocar a parte dói como por pressão e tensão, 1. [270.]
-
Dor em volta do umbigo, como se um tampão rombo fosse comprimido para dentro dos intestinos, 4.*
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Pontadas surdas e intermitentes no umbigo, 4.
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Pontadas agudas e sensíveis acima do umbigo, do lado direito, que o fazem sobressaltar-se, 4.
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Pressão dura num pequeno ponto acima e abaixo do umbigo, e no lado esquerdo do abdómen, 2.
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Pressão surda logo abaixo do umbigo, pior ao pressionar e ao respirar; pouco depois de uma refeição, 4.
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Contração pinçante num pequeno ponto do lado esquerdo, perto do umbigo, ao respirar (após meia hora), 3.
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Pontadas surdas na cavidade abdominal, não longe do umbigo, 2.
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Uma dor incisiva rápida no abdómen, do lado direito, 1.
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Picadas ardentes, regulares como pulsações, externamente, no lado direito do abdómen, abaixo das costelas curtas, 4.
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Pontadas breves e transitórias nos músculos do lado esquerdo do abdómen, logo abaixo das costelas curtas, . [280.]
EVACUAÇÕES E ÂNUS
-
As varizes do reto tornam-se menores e deixam de ser dolorosas, exceto a sensibilidade dolorosa quando a pessoa começa a caminhar (efeito curativo), 1.
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Tenesmo; não consegue expulsar nada; o reto parece obstruído por um tampão, 5.* [300.]
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Tenesmo frequente durante o dia, durante muitos dias, sem nunca conseguir expulsar nada, 1.*
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Tenesmo constante; a expulsão não ocorre logo em seguida; há torções dolorosas nos intestinos, transversalmente através do abdómen, 3.
-
Comichão frequente no ânus, 1.
-
Comichão no ânus, após um abraço amoroso, 1.
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Vontade de evacuar três vezes por dia; sentia vontade, mas ao ir evacuar e sentar-se a vontade desaparecia; o reto não desempenhava a sua função; tinha de fazer esforço considerável, mesmo quando as dejeções eram muito moles, 1.
-
Era frequentemente obrigado a ir evacuar; contudo, expulsava muito pouco de cada vez; as dejeções eram primeiro moles, depois duras, 1.
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Todos os dias, duas ou três evacuações habituais, eliminadas com grande dificuldade, 1.
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Urgência para evacuar, após uma refeição, mais na parte superior dos intestinos, 1.*
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Diarreia à noite, seguida de constipação intestinal, 1.
-
Diarreia aquosa frequente; a expulsão, apesar disso, faz-se com muito esforço, 1. [310.]
-
Durante o ato de expulsão das fezes, e especialmente depois, pressão surda nos músculos abdominais, aumentada pela inspiração, logo abaixo do umbigo, 4.
ÓRGÃOS URINÁRIOS
-
Comichão na uretra, 1.
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Desejo constante de urinar, 1.
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Desejo frequente de urinar, mas com eliminação de pouca urina (primeiras quatro horas), 6.
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Emissão frequente de urina clara, aquosa, em pequenas quantidades, 3.
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De manhã cedo, antes do pequeno-almoço, urina clara e aquosa frequente, 4.
-
É obrigado a levantar-se de noite para urinar; apesar disso, volta a urinar à hora habitual, 4.
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A urina, ao ser emitida, é turva, deposita sedimento sujo e, ao ser agitada, parece argila, 4.
ÓRGÃOS SEXUAIS. [320.]
-
Dor incisiva ao longo do pénis, 1.
-
Corrimento de líquido prostático com evacuação normal, 1.
-
Corrimento de líquido prostático com evacuação difícil, 1.
-
Corrimento de líquido prostático após emissão de urina, 1.
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Comichão voluptuosa contínua do escroto, que excita o desejo sexual (após duas horas), 1.
-
Desejo sexual extremo, 1.
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Desejo sexual de manhã cedo, ao acordar, com ereção do pénis, 3.
-
Falta de excitabilidade do desejo sexual (primeiros dez dias), 1.
-
Emissão de sémen à noite, sem sonhos amorosos (após vinte e sete horas), 6.
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Dor lacerante no monte de Vénus, 1.
APARELHO RESPIRATÓRIO. [330.]
-
Tosse, começando por titilação na laringe e sensação de sufocação, 1.
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Acessos convulsivos de tosse, semelhantes a crises de coqueluche, provocados sempre que fala, 1.
-
Tosse convulsiva, que não lhe permite dormir à noite, 1.
-
Tosse curta, principalmente à tarde, com expetoração de substância tenaz cinzento-amarelada, 1.
-
Tosse curta, com expetoração purulenta, 1.
-
Tosse seca curta, após uma refeição, afetando a garganta como se estivesse em carne viva (após três dias), 5.
-
Tosse seca, após uma refeição, afetando a garganta como se estivesse em carne viva (após três dias e meio), 5.
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Acessos periódicos de tosse, apenas durante o dia; fica sem fôlego; de três em três ou de quatro em quatro horas, 1.
-
Tosse de manhã cedo, 1.
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Acessos intensos de tosse, com tremores, durando horas, começando às 4 da manhã e ocorrendo várias vezes durante o dia (após catorze dias), 1. [340.]
-
Tosse violenta depois do jantar, com vómito dos alimentos, 1.
-
Tosse intensa à noite, na cama, fazendo o sangue afluir à cabeça, 1.
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Tosse noturna, com sensação de garganta em carne viva, 1.
-
Tosse, quase só durante a noite, e mais intensa do que durante o dia, 1.
-
Tosse, mais intensa à noite do que de dia; durante vários dias, 1.
-
Tosse, com pontadas na testa ou no lado da cabeça, .
TÓRAX
-
Mal-estar no tórax, aparentemente em torno do coração, especialmente de manhã (quarto dia), 1.
-
Pressão no tórax, especialmente ao sentar-se, com plenitude; gostaria de se livrar deste sintoma vomitando (após dez horas), 2.
-
Pressão do tórax, como opressão, estendendo-se em direção às axilas, com dificuldade em respirar (após vinte e quatro horas), 2.
-
Opressão do tórax, com choro, que a alivia, 1.
-
Asma; opressão do tórax (após dez horas), 1.
-
Opressão do tórax, durante a expiração, com pressão sobre o esterno (após hora e meia), 5.
-
Opressão do tórax, com ansiedade interna e calor, 1.
-
Dor puxante nos músculos do tórax, 1.
-
Sensação de contração no músculo peitoral ao levantar o braço, 1. [360.]
-
Sensação de escoriação dolorosa e de carne viva no tórax, aumentada pela inspiração (imediatamente), 4.
-
Pontadas agudas isoladas no tórax, 1.
-
Pontadas agudas e pulsáteis no tórax, acima do coração (após oitenta horas), 4.
-
Comichão no tórax, 1.
-
Picadas corrosivas e pruriginosas, como por alfinetes, na última costela falsa, 2.
-
Pressão súbita no lado direito do tórax, junto à axila; sente-a ao mesmo tempo no lado oposto das costas, sem qualquer influência sobre a respiração, 1.
-
*Pressão surda, como por um tampão, no lado direito do tórax, .
CORAÇÃO E PULSO
- Pontadas curtas atravessando o coração de um lado a outro, sucedendo-se duas a duas, 5.
PESCOÇO E COSTAS
-
Depois da cabeça, o pescoço começou a inchar, 10.
-
Rigidez dos músculos do pescoço, com dor tensa, especialmente ao mover rapidamente a cabeça após a ter mantido imóvel; menos durante movimento contínuo (após cinquenta e duas horas), 7.
-
Rigidez da nuca, 1.
-
Rigidez e tensão pressiva na nuca, no occipício e entre as omoplatas, ao acordar, tanto em repouso como em movimento, 1.
-
Rigidez dolorosa do lado direito do pescoço, durante dois dias seguidos, de manhã cedo ao acordar; tinha estado deitado sobre esse lado; a dor era provocada pelo menor movimento, e especialmente ao voltar a cabeça para o lado doloroso (após quatro a cinco dias), 3. [390.]
-
Rigidez dolorosa e contrativa do lado esquerdo do pescoço, junto ao occipício; a dor é sentida em repouso; não interfere nem é aumentada pelo movimento da cabeça (após duas horas), 3.
-
Pressão surda intermitente, como de um fardo pesado, no lado direito do pescoço e no topo do ombro esquerdo, aparentemente no osso, 4.
-
Pressão lentamente intermitente no ângulo formado pelo pescoço e pelo topo do ombro, 4.
-
Pressão cãibrosa por baixo e junto às omoplatas, de fora para dentro (após meia hora), 2.
-
Formigueiro nas omoplatas, ou sensação como se estivessem adormecidas, 4.
-
Estalido na omoplata ao levantar o braço, 1.
-
Dor no lado direito, junto à coluna vertebral, na omoplata, como por estar continuamente sentado curvado, 4.
-
Pontadas lacerantes junto à omoplata direita, estendendo-se para fora, 1.
-
Pressão lancinante violenta logo abaixo da omoplata esquerda, sem influir na respiração (hora e meia), .
MEMBROS EM GERAL
-
Dores lacerantes repetidas, em paroxismos, simultaneamente através dos membros superiores e inferiores, 4.
-
Peso no braço e na perna esquerdos, ao caminhar, 1.
MEMBROS SUPERIORES
-
Picadas pruriginosas, como por agulhas, abaixo dos ombros, desaparecendo ao esfregar, 4. [410.]
-
Comichão e cócegas em ambas as axilas, obrigando-o a esfregar-se (após um quarto de hora), 4.
-
Tensão dolorosa e lancinante nos braços, ao esticá-los e estendê-los; das articulações para baixo pelos músculos flexores; ao levar os braços para trás há estalido nas articulações, especialmente nos ombros, com dor como se o braço estivesse deslocado, 4.
-
À noite não consegue ficar muito tempo deitado sobre um lado porque os braços passam então a doer como se estivessem contundidos, 4.
-
Pressão no braço direito, aparentemente simultaneamente nos músculos e nos ossos, com lassidão neles, 2.
-
O braço esquerdo adormece, 4.
-
Dor lacerante e puxante no braço esquerdo, 1.
-
Borbulhas com aréolas vermelhas e pus na ponta, na parte inferior do braço, com comichão dolorosa durante o movimento do braço, irritando ao coçar (após doze horas), 6.
-
Dor (espasmódica) pressiva nos músculos dos braços, ao caminhar ao ar livre e ao sentar-se, à noite, 6.
-
Dor como por contusão, frequentemente, na omoplata direita e no braço, de tal modo que mal pode levantar o braço, 4.
-
Dor reumática puxante no braço direito, do ombro à prega do cotovelo, com sensação de rigidez no braço, 5. [420.]
-
Abalo doloroso no braço esquerdo, acima da prega do cotovelo, 4.
-
Pressão surda, como um remeximento profundo, no braço esquerdo, aparentemente na medula do osso, muito dolorosa e intermitente, 4.
-
Batidas, como por um corpo pesado, muito dolorosas, no meio do braço esquerdo (imediatamente), .
MEMBROS INFERIORES. [460.]
-
Cansaço dos membros, como por ter caminhado demais, e sonolência, como por grande debilidade (após nove horas), 6.
-
Estalido forte na articulação coxofemoral direita ao movê-la sentado, 4.
-
Dor como por entorse e contusão sobre a anca direita, ao levantar-se do assento; a dor é duradoura; também surge ao mover o tronco estando sentado; levantar-se torna-se então intolerável, e tem de caminhar curvado, 1.
-
Ligeiros abalos e dores puxantes nas coxas, especialmente em redor e dentro dos joelhos, como após uma longa caminhada a pé, com mal-estar doloroso ao sentar-se, semelhante a uma agitação trémula (após três quartos de hora), 4.
-
Picadas ardentes, como por alfinetes, que obrigam a coçar; aqui e ali, nos músculos das coxas, 4.
-
Pressão dolorosa e surda nas coxas, por vezes intermitente, rítmica, 4.
-
Ardor e prurido nas coxas, à noite, 1.
-
Dor puxante descendo pela face externa da coxa direita, 4.
-
Pressão, com sensação como de tremor, na face interna da coxa direita, 4.
-
Pontada terebrante nos músculos da parte inferior da coxa direita, à frente (após dez horas), 6. [470.]
-
Pressão surda, como por um tampão, nos músculos glúteos esquerdos, 4.
-
Pressão cãibrosa na coxa esquerda, anterior e posteriormente, 2.
-
Contração lacerante na face externa da coxa esquerda, num pequeno ponto; posteriormente dor como de supuração subcutânea (após onze horas), 5.
-
Picadas pruriginosas na coxa esquerda, que desaparecem ao esfregar, 4.
ANACARDIUM. GENERALIDADES
-
Faz todos os movimentos com maior energia e perseverança; os seus músculos contraem-se com mais vigor; mas, no movimento, as fibras parecem distender-se em excesso, ou como se não houvesse líquido suficiente nas articulações (após uma hora), 5.
-
Indolência contínua após a sesta; mal consegue mover os membros, e sente aversão a falar, 3.
-
Paralisia de algumas partes (Matthiolus-dacosta); estado ofegante, lânguido, como paralisado, como se fosse obrigado a desfalecer, depois de um pequeno passeio à tarde; à noite pode andar depressa e bastante, sem se cansar; então transpira consideravelmente (sexto dia), 4.
-
Depois de uma curta caminhada, que achou muito penosa, sentiu-se tão exausto, cansado e estafado que foi obrigado a sentar-se logo, e preferiria deitar-se; apoiar a cabeça em algo e fechar os olhos dá-lhe sensação de conforto, 4.
-
Fraqueza excessiva; mal consegue mover as mãos; treme a cada movimento, 1.
-
Fraqueza no corpo; quer estar sempre deitado ou sentado, 1.* [540.]
-
Durante uma curta caminhada fica tão exausto que mal consegue continuar, e mesmo muito depois, sentado, não consegue recuperar, 4.
-
Grande desfalecimento ao subir escadas, 1.*
-
Desfalecido e exausto; ao princípio caminhar é penoso e os pés parecem pesados; continuando a caminhar esta sensação de desfalecimento diminui e sente-se melhor, 8.
-
Emagrece, sem contudo se sentir indisposto, 1.
-
Tal inchaço das partes afetadas que o doente parecia um tonel (por usar a noz), 11.
-
O inchaço desce gradualmente dos olhos para as coxas, 10.
-
Quando está sentado em repouso percebe as pulsações nas artérias dos braços, que estavam frouxamente cruzados, e até em todo o corpo (após algum esforço corporal), .
PELE
-
Em uma hora a pele foi destruída (pela aplicação do sumo), 10.
-
Destruição da epiderme, deixando uma superfície inflamada coberta de pequenas pústulas miliares, com comichão insuportável, e exsudando um líquido amarelo, formando crostas (pela aplicação do sumo), 9.
-
Durante a cicatrização da pele, descamação excessiva, 11.
-
Aspeto de hipertrofia da pele, com papilas inchadas e endurecidas e vergões, e formação de pregas espessas, que impedem o movimento das articulações (pela aplicação do sumo), 9.
-
Erupções escarlates vivas por todo o corpo, especialmente na coxa em contacto com a noz e no abdómen, 11.
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Várias vesículas abriram-se e descarregaram um líquido amarelado e transparente, que endurecia em crosta ao ar livre, 10.
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Tórax, pescoço, axilas, braços, abdómen, escroto, coxas estavam não só cobertos de crostas elevadas, exsudando um líquido espesso e amarelado, mas estas tinham em parte mudado para excrescências verrucosas, com epiderme espessada, sendo toda a pele intermédia de vermelhidão eritematosa, e a comichão era terrível (por usar a noz), 9.
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As mãos pareciam as de um mulato, brancas, com manchas negras (pela aplicação do sumo), 10.
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Muitos pequenos furúnculos no couro cabeludo, do tamanho de uma semente de linho; doem ao toque ou ao coçar, 6. [570.]
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Borbulhas indolores, com aréolas vermelhas, no ápice da têmpora esquerda (após nove horas), 6.
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Pele áspera, descamativa, semelhante a herpes, em volta da boca, com prurido rastejante, 4.
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À noite, na cama, calor da pele de todo o corpo, com ardor e prurido e irritação, como a que resulta de muito coçar; depois de coçar, o ardor aumenta, 1.
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Sensação de ardor da pele aqui e ali, que leva a coçar e que passa ao coçar, .
SONO E SONHOS
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Após uma refeição, sonolento e sem disposição para trabalhar, 1. [600.]
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Depois do jantar, desejo irresistível de dormir, 3.
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Sonolência e cansaço à tarde, sentado ou lendo, como se se tivesse esforçado demasiado por trabalho mental ou físico (após três horas), 6.
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Cansado e sonolento à noite mais cedo do que o habitual; de manhã cedo gostaria de ficar na cama e continuar a dormir; também, depois do jantar, gostaria de fazer uma sesta, 4.
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Sono profundo e pesado à noite; mal consegue despertar cedo pela manhã, 1.
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Sono pesado até às 9 horas da manhã (primeira noite), 1.
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Sonolência, de dia e de noite, com grande calor e sede, com a pele quente, e com resmungo e suspiros ansiosos durante o sono, 1.
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Estupor constante, sem sonhos; ao despertar fica completamente estúpido; a pele sente-se frequentemente quente, com faces vermelhas e testa fria, embora se queixe de calor na cabeça; ao mesmo tempo sede violenta e secura dolorosa e escoriativa na garganta, 1.
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Sono leve, com despertares frequentes, 1.
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Não conseguiu dormir bem à noite por causa da comichão, 10.
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Sente-se tão inquieto que mal consegue dormir um pouco, noite sim noite não, 1. [610.]
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Sono inquieto à noite, com frequentes voltas na cama; a cabeça ficava ora demasiado alta, ora demasiado baixa, o que causava sensação de confusão, 7.
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À noite, muitas vezes permanece acordado por meias horas; nos intervalos desfruta de sono profundo e reparador, 1.
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Fica sem dormir à noite até às 2 horas da manhã; era constantemente obrigado a mudar de posição (segunda noite), .
FEBRE
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Sensação momentânea e frequente como se fosse sentir frio, 4.
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Sensação contínua de frio, mesmo em quarto quente, 4.
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Sensação de frio durante vários minutos, depois do jantar (primeiro dia), 1.
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Sensação de frio e falta de apetite, 4.
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Arrepios por todo o corpo; só se sente quente ao sol, 4.
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Tremores por todo o corpo, como se tivesse apanhado frio na humidade, 6.
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Tremores por todo o corpo, com calor na face, sem sede, em qualquer posição do corpo (após hora e meia), 6.
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Arrepio glacial repetido, 4.
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Tremores em todas as costas, como se lhe tivessem lançado água fria, 6. [640.]
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Sensação de frio nos membros, de manhã cedo, durante um par de horas, fazendo-o tremer, 4.
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Sensação de frio nas mãos e nos pés, 5.
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Calor externo, com sede acentuada e lábios secos, ardentes, 1.
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Calor interno à noite durante duas horas, com transpiração fria repetida, especialmente na cabeça, acompanhado de respiração curta, sede e fraqueza no abdómen e nos joelhos, até cair, 1.
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Queixa-se de grande calor, sem que a pele, contudo, se sinta quente (após dez dias), 1.
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Grande calor, especialmente durante a noite, com sede violenta, sem suor, de modo que não consegue suportar esse estado, 1.
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Sensação de calor, e calor na face e nas palmas, sem sede, .
CONDIÇÕES
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Agravação.
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( Manhã ), Muito cedo, após o sono, incapacidade de compreender, etc.; muito cedo, após levantar-se, cabeça confusa, etc.; ao acordar, pressão na testa; ao caminhar, dores lacerantes nos globos oculares, etc.; muito cedo, ao levantar-se, cheiro diante do nariz, etc.; muito cedo, eructações vazias; muito cedo, muita náusea; muito cedo, antes do pequeno-almoço, urina clara, aquosa e frequente; muito cedo, depois de acordar, desejo sexual, etc.; muito cedo, tosse; muito cedo, ao acordar, rigidez do lado direito do pescoço; muito cedo, na cama, dor no calcanhar; muito cedo, pés frios; muito cedo, estando quieto na cama, sensação de contusão em todos os ossos, etc.; muito cedo, depois de acordar, ansiedade; muito cedo, sensação de frio nos membros.
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( De manhã ), Hipocondria, etc.; secura da garganta; intestinos dolorosos; mal-estar no tórax.
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( Tarde ), Tosse curta; dor nos músculos do braço; sentado ou lendo, sonolência, etc.; mal-estar febril, etc.; calor na face, etc.; às 4 horas, calor na face, etc.
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( Ao entardecer ), Náusea violenta, etc.
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( Noite ), Ansiedade, etc.; das 9 às 10 horas, excitação da fantasia, etc.; dor de cabeça triturante; turvação da visão; coriza intensa; dor no maxilar inferior; às 10 horas, dor em dente cariado; na cama, tosse intensa; dor nos músculos do braço; depois de se deitar, dor lacerante no polegar direito; dor puxante na úlcera; ardor e prurido nas coxas; transpira consideravelmente; na cama, calor da pele, etc.; comichão; dor na úlcera; calor interno.
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( Noite ), Na cama, os dentes parecem mais longos, etc.; diarreia; tosse, etc.; na cama, dor no antebraço, etc.; cãibra nas pernas; na cama, aperto na barriga da perna; grande calor; suores; suores no tórax e abdómen.
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( Caminhando ao ar livre ), Pressão, etc., no epigástrio; dor nos músculos do braço; pressão na prega do cotovelo esquerdo; cãibra da barriga da perna.
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( ), Tremores da boca e dos dedos.
SUPLEMENTO: ANACARDIUM. Autoridades.
12 , P. Le B. Stickney, M.D., Phil. Med. Exam., vol. vii, 1844, p. 133, J. B., de dezasseis anos, foi envenenado ao esfregar no dorso da mão o sumo seco da noz de caju; 13 , Dr. F. Taylor, Med. Times and Gaz., 1875 (2), p. 519, um rapaz de treze anos pintou a figura de uma âncora no braço esquerdo com o sumo da noz-de-marcar da Índia; 14 , Dr. Yeldham, Month. Hom. Rev., vol. xx, p. 95, A. B., de vinte e oito anos, deixou que parte do sumo do fruto entrasse numa escoriação do punho esquerdo.
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Os efeitos do veneno manifestaram-se primeiro por inflamação excessiva da parte afetada (as mãos), acompanhada de dor e comichão quase intolerável. Seguiu-se uma erupção de pequenas borbulhas vermelhas, que logo supuraram, assemelhando-se de perto à erupção pustulosa produzida pelo óleo de cróton. Em pouco tempo, estas pústulas descarregaram quantidade muito pequena de pus fino, confluíram e ficaram cobertas por uma película fina, cheia de soro, dando à pele o aspeto de estar coberta de pequenas vesículas. A formação de bolhas ou descamação da cutícula limitou-se à parte sobre a qual o sumo tinha sido aplicado, excetuando os lábios, que, sendo repetidamente esfregados pelas mãos, apresentavam aspeto semelhante, enquanto o inchaço e a erupção pustulosa se estendiam às outras partes do corpo. O pénis e o escroto estavam enormemente distendidos por inchaço edematoso, mas a erupção limitava-se inteiramente ao escroto. A urina, eliminada em grandes quantidades, era de cor verde-escura, conservava o odor natural e não depositava sedimento. Com o primeiro aparecimento do inchaço houve alguma febre e sede, 12.
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Em uma semana o braço ficou vermelho, e apareceram numerosas pequenas borbulhas. Durante a noite o rosto ficou inchado e vermelho, e no dia seguinte o abdómen e as coxas sobre os quais ele apoiara o braço ficaram vermelhos. A mão esquerda, o antebraço e a metade inferior do braço estavam inchados e de cor vermelho-vivo, lembrando erisipela. Na face anterior do antebraço havia uma abrasão da pele, com forma algo semelhante à de uma âncora, e apresentando alguns pontos negros, que o rapaz afirmou serem restos do material usado. Pelo resto do antebraço havia muitas vesículas de tamanhos e formas variados, misturadas, especialmente na face posterior do antebraço, com pústulas diminutas. O braço inchado não fazia cacifo à ligeira pressão, mas a cor desaparecia facilmente por algum tempo. No dorso da mão direita e na face anterior do punho havia algumas manchas elevadas, rematadas por pequenas pústulas brancas. O rosto apresentava condição inflamatória semelhante. A vermelhidão e o inchaço atingiam ambos os olhos (o esquerdo estando completamente fechado), bem como o lábio superior, o queixo e a parte posterior da face direita, onde havia algumas manchas vermelhas, elevadas e isoladas. A cor tinha limites nítidos, e no queixo havia uma crosta amarela semelhante à do eczema. Na face interna de cada coxa, na parte superior, havia uma grande placa vermelha, menos nitidamente delimitada, com uma ou duas vesículas transparentes; e na parte inferior do abdómen havia algumas manchas semelhantes às da mão e do punho direitos. A erupção causava comichão acentuada, 13. [660.]
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Cerca de doze horas após a ferida, esta começou a dar comichão, e ele coçou-a, aumentando a irritação. Na tarde do dia seguinte apareceram vesículas ao redor da ferida e mais acima no braço, em direção ao cotovelo. A pele tornou-se quente, inflamada e de cor vermelho-escura; este estado estendia-se acima do cotovelo, ocupando toda a face anterior e inferior do membro. Ao princípio não havia muita comichão, mas no segundo dia a comichão era considerável, e agravava-se tanto à noite que o impedia de dormir. Na noite do terceiro dia o escroto ficou doloroso, vermelho e inflamado, mas sem vesicação; e ao mesmo tempo a face foi atingida, apresentando as pálpebras e a parte superior da face direita todo o aspeto de um ataque agudo de erisipela. A pele, dizia ele, parecia quente, rígida e ardente. Havia também uma placa vermelha na prega do braço direito e na mão direita. Dois dias mais tarde o braço estava mais inchado e tenso, a vermelhidão mais profunda e mais uniformemente difusa; a cor desaparecia à pressão, retornando no instante em que esta era retirada. As vesículas tinham secado. A face estava um pouco melhor. A mão e o braço direitos praticamente na mesma; comichão no escroto, mas sem vermelhidão. Ao oitavo dia ainda havia alguma plenitude do braço esquerdo, com leve rubor da pele. Deprimido e irritável, sem vontade de se mover e impaciente com as brincadeiras dos filhos, que habitualmente lhe davam prazer. Queixava-se também de confusão da cabeça e da memória. Se pousava um objeto esquecia-se onde o tinha posto, e coisas semelhantes. Parecia doente, gasto e lânguido, devido sem dúvida em certa medida à falta de sono. Todo o objeto parecia estar muito longe, ao acordar depois de meia hora de sono (terceiro dia). Falta de apetite e alguma sede. O pulso era fraco e um tanto apressado, .