Thuja

por Timothy F. AllenEnciclopédia da Matéria Médica Pura

  • Emocional.

  • Ela própria deseja, com angústia e desespero, ser levada para um asilo de alienados e ali ser tratada com muita dureza e severidade, para que as suas ideias fixas possam ser dominadas e banidas; sabe muito bem que procede mal e pensa toda sorte de coisas más, mas não quer dar-se ao trabalho de banir tais pensamentos; com isso dá indistintamente a entender que é constantemente obrigada a pensar em tirar a própria vida, mas sente o pecado disso e, para o evitar, deseja a rigorosa contenção do asilo; o seu estado é pior pela manhã; à noite, porém, mistura-se na sociedade como de costume, comporta-se corretamente e até graceja, apenas está mais distraída do que de costume, 12.

  • Imagina que se apresentou intencionalmente como insana perante os outros, a fim de atenuar uma falta supostamente cometida, e que agora é, por isso, punida com uma loucura real, 12.

  • Sente e diz que está alienada e é indigna de viver, como castigo por uma falta que não consegue nomear, falando dos assuntos mais confusos, sem qualquer nexo, sentido ou compreensão; recomeça cada frase de novo, sem capacidade de a terminar, apesar de todo o esforço da memória que se desvanece, 12.

  • Imagina que cometeu um pecado, 12.

  • Tem uma sensação bem definida de que a sua alma está separada do corpo e, nesse estado, ouve e sente tudo como à distância, 12.

  • Muitas vezes imagina que alguém está sentado junto dela, com quem fala em voz alta enquanto permanece deitada, bem desperta, de olhos abertos; e admira-se quando lhe perguntam com quem está a falar, então já não sabe o que pensar disso, 12.

  • Anseia constantemente pelos ofícios da Igreja para banir os seus pensamentos pecaminosos de suicídio, 12.

  • À noite, enquanto permanece desperta, deitada, com os olhos fechados, parece ver fantasmas, e também, de quando em quando, toda sorte de animais brilhantemente iluminados, vindo até ela de longe e depois desaparecendo; ao abrir os olhos, tudo desaparece, mas volta ao fechá-los novamente, 12.

  • Enquanto meio acordada, de repente parece-lhe que há uma cadeira no meio da cama; tenta levantar-se para a afastar, mas não consegue mover um membro, com sensação como se o corpo inteiro fosse pesado como chumbo; depois tenta chamar por socorro; não consegue emitir som algum e fica deitada, de olhos abertos, plenamente desperta e numa angústia indescritível; só ao fim de um quarto de hora consegue gritar, o que põe termo ao ataque, 12. [10.]

  • Sensibilidade extraordinária a toda impressão; cede ao humor do momento, de modo que passa sempre de um extremo ao outro; toda a sua existência consiste apenas em extremos, sendo ao mesmo tempo irresistivelmente inclinado a bebidas agradáveis, excitantes e quentes, mas sem embriaguez; estes devaneios felizes e exaltados aumentam constantemente, dia após dia, ultrapassando todos os limites e tornando-se uma embriaguez jubilosa e vertiginosa, com extinção completa da razão, 12.

  • Sonhava muitas vezes em pleno dia, de olhos abertos, sem estar adormecido, durante uma hora de cada vez; nisso comprazia-se especialmente num egoísmo avassalador, sendo ele próprio o ponto central em torno do qual tudo devia girar, com um sentimento embriagado da mais jubilosa satisfação consigo mesmo, o que é tanto mais importante quanto, habitualmente, é constantemente melancólico, 12.

  • Estado de debilidade mental, piedoso, 12.

  • (Debilidade mental, com fanatismo piedoso, aversão ao trabalho, inquietação incessante, insónia, constipação intestinal e supressão do fluxo menstrual, diminuiu gradualmente catorze dias após a dose, e em nove meses ficou curada de modo permanente e radical [o]), 12.

  • Distração mental, 12.

  • Distraído mentalmente, instável e inclinado a fazer ora isto, ora aquilo (após seis horas), 8.

  • A criança é excessivamente obstinada ; à menor contradição atira-se ao chão em fúria e fica sem fôlego, 12.*

  • Colérico em acessos inesperados, 12.*

  • Muito excitado; ora chorava, ora ria, 12.

  • Excitado sem causa e inclinado a zangar-se; contrariamente a todos os seus hábitos prévios (54.º dia), 44. [20.]

  • Mal-estar mental durante muitos dias, tudo parece penoso e aflitivo, 1.

  • Humor notavelmente sério numa jovem, 12.

  • Estado de espírito muito sério, apesar da animação dos que o rodeavam, à noite (60.º dia), 72.

  • Inclinado a falar (após dezasseis horas), 8 . [Reação curativa. -Hahnemann.]

  • Riso e choro convulsivos ao mesmo tempo, 12.

  • Humor especialmente animado (38.º dia), 43.

  • Bom humor sem alegria expansiva (após sete horas), 8 . [Reação curativa. -Hahnemann.]

  • Bom humor (após quinze horas), 8 . [Reação curativa. -Hahnemann.]

  • Humor excitado, vivo e loquaz (efeito do álcool?), 62.

  • Durante os sintomas febris a mente está tranquila, e ele está bem-disposto (após três horas e meia), 3. [30.]

  • Disposição para chorar (4.º dia), 14.

  • Choro convulsivo violento à noite, mudando para frialdade febril, que durou toda a noite, 12.

  • Choro convulsivo, com soluços e espasmos das mãos e dos pés, 12.

  • Disposição constante ao choro, com opressão ansiosa, 12.

  • Enquanto fala, é incapaz de prosseguir apesar de todo o esforço; começa a chorar amargamente e diz que já não consegue pensar nem viver, 12.

  • Choro e tremor dos pés durante a música, 12.

  • Humor triste (7.º dia), 26.

  • Humor triste e desânimo (13.º dia), 24.

  • Tem constantemente pensamentos muito tristes sobre as mais pequenas ninharias, durante os quais fica a olhar fixamente para diante e remexe nas unhas, 12.

  • Humor muito sombrio, à tarde (9.º dia), 26. [40.]

  • Estado mental sombrio, melancólico; surgiu à tarde, e ainda estava aparente ao acordar na manhã seguinte (após a segunda dose, 2.º dia), 45.

  • Estado de espírito muito sombrio, antes de adormecer (73.º dia), 72.

  • Extremamente abatido; triste e disposto a chorar (24.º dia), 76.*

  • Humor muito infeliz, desesperado, 12.

  • Melancolia de manhã, mais animado à tarde; esta alternância manifesta-se há já alguns dias (32.º dia), 75.

  • Melancolia extrema (5.º dia), 76.*

  • Abatido no corpo e na mente (21.º dia), 76.

  • Muito desanimado (22.º dia), 76.*

  • Humor muito abatido, triste e irritável, 12.*

  • Súbita ascensão de pensamentos sombrios, provocando mal-estar, apreensão de desgraça, com escrúpulos imaginários de consciência, e com sensação bem definida como se viessem de dentro do abdómen até ao coração, com insónia e inquietação interna, sobretudo na parte inferior das costas, o que o obrigava a mover-se constantemente; todas as partes internas pareciam sacudidas e tremiam facilmente; de facto, o tremor destruía logo toda a nitidez do pensamento, de modo que as ideias se tornavam confusas e misturadas (após três semanas), 12. [50.]

  • Não suporta música suave e terna sem espasmo tensional do coração, 12.

  • Marcante apatia em relação ao sexo oposto, 59.

  • Repugnância por toda companhia, numa jovem habitualmente cheia de vida, 12.

  • Descontentamento, 1.*

  • Desalento, frequentemente ocasionando um choro soluçante, 12.

  • *Repugnância pela vida, 1.

  • Apreensivo (39.º dia), 16.

  • Apreensão de adoecer (9.º dia), 66.

  • Pensamentos contínuos de morrer, com debilidade em aumento, 12.

  • Pressentimento de morte, 12. [60.]

  • Angústia (após o 9.º dia), 42.

  • Após meia hora de sono, foi subitamente acometido de angústia, após a qual surgiu ligeiro suor; depois adormeceu, mas tornava continuamente a despertar sobressaltado (6.ª noite), 57.

  • Avesso a tudo; angustiado e preocupado com o porvir, 1.

  • Angústia, com dor intolerável no tórax, até choro convulsivo e gritos, recorrendo cotidianamente, das 4 às 5 da tarde (2.ª semana), 12.

  • Angústia terrível, como agonia da morte; uma dor interna inominável, como se a alma estivesse a escapar do corpo, com o mais terrível desassossego, terrível afluxo de sangue, à noite, até sensação de sufocação (no começo do 7.º mês), 12.

  • Angústia, com tremor interno, confusão da cabeça e fala difícil, alternando com riso convulsivo (9.º mês), 12.

  • Desalento angustiado e lacrimoso, 12.

  • Angústia súbita e inexplicável na cabeça, que, contra a sua vontade, a obriga a chamar alguém, 12.

  • Pensamentos muito angustiados, com calor na cabeça e angústia na região do coração, obrigando a sair da cama e de casa, 12.

  • Constantemente atormentado por angústia sem fundamento, 12. [70.]

  • Angústia grande e constante, sem causa, 12.

  • Angustiada e sem pensamentos, andava de um lado para o outro como num torvelinho, com sensação de peso na cabeça e nos membros, 12.

  • Angústia constante, como se tivesse cometido um grande crime, com esquecimento e tremor geral, chegando a perturbar o sono, 12.

  • Angústia terrível à noite, de tal modo que gritava alto por aflição interna, 12.

  • O grande desespero constante muda por fim para completa apatia, 12.

  • Desespero em aumento, que não permite repouso em parte alguma, parecia ser intolerável dia e noite, 12.

  • Medo de ser atacada por apoplexia, com tremulosidade confusa e suor ansioso, 12.

  • Muito amedrontado, até tremor do corpo inteiro, 12.

  • Mau humor (após doze meses), 13 ; (5.º dia), 78.*

  • Mau humor, com obnubilação da cabeça (12.º e 13.º dias); mal-humorado e inquieto (17.º dia), 28. [80.]

  • Falta de disposição para fazer qualquer coisa, mau humor e inclinação para a cólera, 38.*

  • Extremamente mal-humorado, fala pouco (29.º dia), 76.*

  • Mau humor impaciente, 12.*

  • *Muito mal-humorado e abatido, 1.

  • Muito mal-humorado e excitado, com a morte constantemente diante dos olhos, 12.

  • Rabugice (5.º dia), 78 ; (31.º dia), 73.*

  • Grande irritação (após um ano), 13.*

  • Humor irritável, à tarde (26.º dia), 76.

  • Muito rabugento e colérico, sempre em paroxismos renovados, 12.

  • Resmungão se tudo não corre segundo os seus desejos, 11. [90.]

  • Humor excitado; está irritável, sobretudo se alguém disser qualquer coisa de que ele não aprove exatamente (após trinta dias), 13.

  • Moroso, discute por causa de uma brincadeira inofensiva, 11.

  • Contrariado, sobretudo de manhã, 13.

  • Constantemente irritado e vexado com tudo, 13.

  • Grande apatia, mudando para choro, 12.

  • Humores muito mutáveis, 13.

  • Intelectual.

  • Deliciosa sensação de bem-estar corporal e inclinação para o trabalho intelectual, à tarde (28.º dia), 72.

  • Aversão a todo trabalho, 12.

  • Indisposição para qualquer espécie de trabalho intelectual (66.º dia), 73.*

  • O exercício intelectual logo fatiga, à noite (21.º dia), 72. [100.]

  • Reflexão excessiva acerca da mais insignificante ninharia, 1.

  • A capacidade de pensar estava aumentada, mas mais para o raciocínio analítico do que para o sintético (65.º dia), 72.

  • Inapto para todo trabalho por causa de um turbilhão confuso de pensamentos na cabeça, 12.

  • Mente afetada; ele não consegue livrar-se de um pensamento que acabou de ter, 1.

  • Pensar é muito penoso, 12.

  • O rapaz fala com excessiva pressa, saltando frequentemente palavras e sílabas, contudo sem gaguejar, 12.

  • Fala muito devagar e em monossílabos (27.º dia), 76.*

  • Recolhe os pensamentos e fala devagar; procura palavras enquanto fala (após o 3.º dia), 1.*

  • O pensamento claro e encadeado, ao escrever uma carta, torna-se cada vez mais difícil, até se tornar impossível, 12.

  • Ao pensar, faltam-lhe frequentemente palavras; por outro lado, acontece muitas vezes que um grande número de palavrinhas insignificantes se interpola, como se caíssem involuntariamente entre as outras, 12. [110.]

  • Cometia erros ao escrever com muita frequência; com a maior atenção trocava ou omitía ora letras, ora sílabas, ora palavras inteiras, 12.*

  • Comete frequentemente erros ao falar e ao escrever, com confusão da cabeça, tontura, tremulação e cintilação diante dos olhos, de modo que não conseguia ver distintamente (após seis meses), 13.*

  • Comete erros ao falar, ao escrever e ao olhar (após doze meses), 13.*

  • Comete erros frequentes ao escrever (após treze meses), 13.*

  • Comete erros ao falar com muita frequência, durante vários dias (45.º dia); comete erros ao falar e ao escrever, durante vários dias (62.º dias); ao escrever, omite palavras, de modo que é difícil escrever uma carta (65.º dia); comete muitos erros ao falar e ao escrever, omite sílabas e palavras (após dez meses), 14.

  • Os pensamentos desaparecem, com tontura, 12.

  • Desaparecimento súbito do pensamento, com dor de cabeça surda, 12.

  • Desaparecimento do pensamento e dos sentidos, como em delírio, 12.

  • Os pensamentos desaparecem, de modo que ela não sabe o que vai dizer, 13.

  • Quieta, absorta em si mesma, sem pensamentos, instável, anda de um lugar para outro sem saber o que quer, 12. [120.]

  • Depois de se levantar, é incapaz de continuar a vestir-se e necessita constantemente da ajuda dos outros para lho lembrarem, 12.

  • Desatenção ao que se passava à sua volta, 11.

  • Incapacidade de fixar a atenção e de pensar, com formigueiro nas mãos e na cabeça, 12.

  • Enquanto lê, é incapaz de acompanhar o sentido com compreensão, 12.

  • Já não conseguia reconhecer os seus conhecidos e não podia recordar aqueles que tinha visto havia pouco, mesmo que acabasse de os ver, 12.

  • Memória muito fraca; esquece tudo o que não põe por escrito; tem grande dificuldade em fixar a atenção (após doze meses), 13.

  • Esquecimento, 12 ; (21.º dia), 16.*

  • Perda persistente do pensamento, 12.

  • Mal conseguia recobrar os sentidos durante meia hora, pela manhã ao acordar, 1.*

  • Obtuso, como se estivesse embriagado, sobretudo de manhã, 2. [130.]

  • Sentia-se como que estupefacto, com sono e fraco durante quatro horas após a dose (30.º dia); estupefação e debilidade novamente, mas não durando tanto tempo (31.º dia), 75.

  • Estupefação (efeitos do álcool?), (1.º e 2.º dias); estupefacto (25.º dia), 76.

  • Coma constante durante dois ou três dias (6.ª semana), 12.

CABEÇA

  • Confusão e Vertigem.

  • Cabeça constantemente confusa e cansada, 12.

  • Cabeça confusa, como se intoxicada (vigésimo segundo dia), 13.

  • Confusão da cabeça durante toda a manhã (décimo dia), 32.

  • A cabeça parece confusa enquanto está sentado e ao caminhar (após seis horas e meia), 3.

  • Confusão surda na cabeça (quarto dia), 70.

  • Confusão surda da cabeça, com debilidade geral, pela manhã (décimo terceiro e vigésimo terceiro dias), 48.

  • Confusão surda do occipício, terminando em dor de cabeça opressiva, que durou meia hora (primeiro dia), 84. [140.]

  • Ao meio-dia, confusão surda na fronte, que desapareceu à meia-noite (após duas horas, décimo dia), 53.

  • Confusão surda na cabeça, com os sintomas nasais (quinto dia), 65.

  • Obscurecimento da fronte, logo em seguida, 3.

  • Confusão surda da cabeça, à noite (décimo dia); durante meia hora (vigésimo primeiro dia), 73.

  • Cabeça um tanto confusa, especialmente na fronte, ao meio-dia (décimo segundo dia); confusão surda, pela manhã e após a ceia (décimo sexto dia); pela manhã, confusão surda na cabeça, especialmente na região da fronte e das têmporas, que uma hora depois começou a aumentar e se estendeu ao vértice, mas posteriormente desapareceu por completo (vigésimo dia); na fronte, à noite (vigésimo primeiro dia); com calafrio trêmulo (quinquagésimo sexto dia); após o jantar (sexagésimo sétimo dia); ao meio-dia (sexagésimo oitavo dia), 72.

  • Vertigem, 20, 37, 49, etc.

  • Vertigem leve (efeitos do álcool), (vigésimo nono, trigésimo e trigésimo primeiro dias); vertigem (quadragésimo dia), 52.

  • Vertigem logo em desaparecimento (imediatamente); leve vertigem (terceiro dia), 68.

  • Uma espécie de vertigem; os objetos no quarto parecem mover-se (vigésimo primeiro dia), 16.

  • Ataques frequentes de vertigem e sono diminuído (após nove horas); a vertigem aparecia frequentemente ao sentar-se ou deitar-se (décimo sétimo dia), 42. [150.]

  • A cabeça parecia enevoada, imediatamente (efeito do álcool?), 62.

  • Tontura e embotamento mais violentos do que antes, 38.

  • Vertigem, à noite, ao sair (quinto dia), 64.

  • Vertigem e calor durante meia hora (após duas horas), 75.

  • Vertigem quando sentado, retornando como em impulsos a cada minuto (após um quarto de hora), 62.

  • Vertigem surgindo subitamente após o jantar (ao olhar para cima), 81.

  • Vertigem ao mover a cabeça lateralmente, 80.

  • Cabeça tonta, como se estupefata, pela manhã (décimo nono dia), 76.

  • Repetidos ataques de vertigem (após cada dose), 30.

  • Vertigem, de modo que mal podia andar sem se segurar em alguma coisa, após uma sesta de երեք quartos de hora (décimo segundo e décimo terceiro dias); acessos de vertigem após falar longamente e ao caminhar (décimo sétimo dia), 26. [160.]

  • Vertigem, com plenitude na cabeça (terceiro dia); vertigem em casa, com desaparecimento das letras ao ler (quarto dia), 25.

  • Ao ser despertado da sesta, ficou bastante tonto e teve grande dificuldade em reunir os pensamentos (nono dia); súbita sensação de tontura enquanto escrevia, às 11 horas da manhã; sentiu como se uma corrente de ar ascendesse do occipício e penetrasse em direção à parte anterior da cabeça, causando vertigem e perda do pensamento (décimo segundo dia), 31.

  • Sensação de vertigem ao fechar os olhos, à 1h30 da tarde (sexagésimo quinto dia), 72.

  • Vertigem momentânea, 12.

  • Ataques frequentes de vertigem, até perda da consciência, 12.

  • Vertigem frequente, até mesmo deitado na cama, 1.

  • Vertigem; forte oscilação para trás e para diante, 12.

  • Vertigem, com enjoo e sensação de desfalecimento, durando muito tempo (sexto mês), 12.

  • Vertigem, com repuxamento espasmódico e sensação de paralisia no lado direito do corpo, agravada por caminhar, com ansiedade e pulso apressado, desaparecendo gradualmente após deitar-se na cama, 12.

  • Vertigem, especialmente ao sentar-se e fechar os olhos; desaparece ao deitar-se, 1. [170.]

  • Muita vertigem enquanto sentado, como um mover-se para lá e para cá, muito pior ao deitar-se, 1.

  • Súbito ataque de vertigem, à noite, com dor no olho, de modo que ela não ousava olhar para a luz, juntamente com calor ansioso e sensação de plenitude no estômago, eructações infrutíferas e êmese várias vezes (nono mês), 12.

  • Ataques de vertigem, mesmo estando deitado, 12.

  • Vertigem constante, especialmente à noite, ao caminhar, de modo que cambaleava para os lados, 12.

  • Vertigem constante e constantemente recorrente, especialmente aflitiva por causa de uma sensação constante de instabilidade e de oscilação para diante e para trás ao caminhar, 12.

  • Vertigem; assim que fecha os olhos, tudo parece girar ao redor, desaparecendo ao abri-los novamente, 12.

  • Vertigem sempre que olha para baixo, para objetos em movimento, sempre associada a violenta dor de cabeça, cintilação diante dos olhos e turvação da visão, 12.

  • Vertigem indo e vindo muito frequentemente, aumentando subitamente, tão violenta que era obrigada a segurar-se para evitar cair, 12.

  • Vertigem sempre que olha para cima ou para os lados e ao inclinar-se, frequentemente com quedas, 12.

  • Vertigem giratória mesmo quando sentado; ao caminhar, cambaleia, 1. [180.]

  • Vertigem, com contratura espasmódica na cabeça, 12.

  • Vertigem, com desfalecimento e transpiração fria, êmese biliosa, pressão na cabeça atrás dos olhos e queimação no vértice, 12.

  • Vertigem, com frequentes clarões diante dos olhos, obrigando-a a sentar-se por um momento devido ao perigo de cair, 12.

  • Vertigem à noite, ao despertar, muito violenta pela manhã ao levantar-se; puxava-a para um lado, de modo que não podia andar, com enjoo e inclinação a vomitar, sensação de vazio e desfalecimento no estômago, sensação de frio e fraqueza, de modo que foi obrigada a voltar para a cama; sempre que se movia, virava-se ou sentava-se na cama, a vertigem se agravava, e era obrigada a ficar deitada perfeitamente quieta (quinquagésimo quinto dia), 14.

  • Vertigem, até cair ao chão, ao virar a cabeça, 12.

  • Violenta vertigem ao sentar-se e fechar os olhos, como se o sofá no qual estava sentado balançasse para lá e para cá (cessando logo ao abrir os olhos), (décimo dia), 32.

  • A cabeça parece tonta e intoxicada após levantar-se da cama (décimo sexto dia); vertigem (vigésimo segundo dia); de modo que mal podia impedir-se de cair durante o desjejum (trigésimo quinto dia); obrigando-o frequentemente a firmar-se (trigésimo sétimo dia); enquanto sentado, pela manhã (quadragésimo quinto dia); após as 12 horas ficou tonto e fraco por algum tempo, de modo que foi para a cama e logo adormeceu (como no dia anterior às 11 horas); após dormir tranquilamente durante uma hora, acordou com mau gosto, que, no entanto, desapareceu pouco a pouco (após cinquenta e sete dias); tontura ao levantar-se da cama, com embotamento da cabeça, pela manhã (quinquagésimo oitavo dia); ao descer de uma carruagem, andou com dificuldade e foi obrigado a firmar-se (octogésimo dia); a cabeça está estúpida e embotada, pela manhã, dentro de casa (octogésimo primeiro dia); vertigem frequente continuou a reaparecer (após vinte semanas); vertigem, de modo que mal podia transpor uma pedra sem cair (após nove meses), 13.

  • Fica tudo enevoado em sua cabeça, de modo que não sabe onde está, enquanto em pé (após três quartos de hora), 3.

  • Rodopio constante, com sensação como se viesse do lado esquerdo das costelas, de um baço com dor opressiva e dolorida, com expressão muito sofrida e pálida, 12.

  • Rodopio na cabeça, agravado ao olhar para a esquerda, 12. [190.]

  • Frequente rodopio na cabeça, 12.

  • Acordou do cochilo do meio-dia, após comer um pouco, sentindo um rodopio na cabeça, que se transformava em desfalecimento a cada movimento e continuou até às 10 horas da noite, quando terminou em vômito de alimentos não digeridos, 12.

  • Zumbido fantástico na cabeça, 12.

  • Sensação de cambaleio, como após girar frequentemente em círculo (após três quartos de hora), 5.

  • Leve cambaleio (dentro de duas horas), 71.

  • Cambaleia após curvar-se, 1.

  • Cambaleio ao caminhar ao ar livre (logo, segundo dia), 70.

  • A cabeça parece intoxicada, fraca e tonta, 12.

  • O efeito foi, a princípio, a embriaguez induzida pelo álcool, calor na cabeça e na face, marcha incerta, oscilação dos objetos ao redor etc. (décimo segundo dia), 49.

  • Cabeça em Geral.

  • Afluxo sanguíneo para a cabeça, com irrompimento de suor na face e desejo de bebidas frias, mesmo estando despido (após onze horas e um quarto), 8. [200.]

  • Sente o sangue afluir à cabeça, com fraqueza da visão, de modo que subitamente tudo se torna negro diante dos olhos, e é incapaz de reconhecer qualquer coisa por um tempo maior ou menor, até mesmo durante um quarto de hora, com uma dor corrosiva peculiar no globo ocular direito, obrigando-o a comprimir as pálpebras e a enxugar repetidamente com a mão, ocorrendo geralmente à noite e dentro de casa, embora não ao ar livre, recorrendo por seis ou sete dias, 12.

  • Estupefação da cabeça, com zumbido nos ouvidos, sensação de frio, distensão do abdome, urgência para miccionar, rigidez dos membros inferiores e grande debilidade, 12.

  • Estupefação da cabeça (trigésimo nono dia), 16; pela manhã (após seis horas), 11.

  • Peso na cabeça, de modo que é incapaz de pensar, 12.

  • Sensação de peso na cabeça, especialmente no occipício, agravada por todo movimento (após meia hora), 10.

  • Peso na cabeça, com mau humor e indisposição para falar (após três horas), 10.

  • Peso na cabeça, como se um peso comprimisse o cérebro para dentro (após uma hora e meia), 5.

  • Cabeça extremamente fraca, embotada e pesada, 12.

  • A cabeça parece embotada, 12.

  • Embotamento da cabeça com enjoo, 2. [210.]

  • A cabeça toda está embotada e parece aparafusada, 12.

  • A cabeça parece embotada e incapaz de pensar, 1.

  • Cabeça muito embotada, com bocejos (vigésimo primeiro dia), 16.

  • Leve embotamento na cabeça, à tarde (vigésimo segundo dia); embotamento (vigésimo nono dia); grande, ao meio-dia (quadragésimo sexto dia), 72.

  • Embotamento da cabeça (décimo terceiro dia), 24; pela manhã (décimo primeiro dia), 31.

  • Embotamento da cabeça durante toda a manhã, com paroxismos de dor puxante no meio da fronte, especialmente violenta na eminência frontal esquerda, e daí se estendendo à porção posterior do globo ocular esquerdo e às vezes até o occipício; às 3 horas da tarde passou a uma dor escavante constante; essa dor de cabeça era tão violenta ao ar livre como no quarto e durou até às 10 horas da noite (décimo primeiro dia), 32.

  • Embotamento e confusão na cabeça (trigésimo segundo dia), 52.

  • Embotamento da cabeça, às 11 horas da manhã, enquanto fumava, com peso, de modo que foi obrigado a deitar-se (trigésimo nono dia); por volta das 11 horas da manhã tornou-se fraco, cansado e sonolento, de modo que foi obrigado a ir para a cama, como no dia precedente; dormiu uma hora e meia, após o que não se sentiu refeito, mas, pelo contrário, com a cabeça muito pesada e embotada, mau gosto e, depois, sede; após beber água fria teve soluços, com muitos bocejos, respiração soluçante e palpitação, e continuou a sentir-se fraco, de modo que permaneceu mais duas horas na cama, da qual, entretanto, tinha de levantar-se frequentemente para miccionar (quinquagésimo sexto dia); cabeça muito embotada, à noite, enquanto estudava, estendendo-se à fronte, com dor no olho direito, como se estivesse comprimido na órbita (septuagésimo segundo dia), 13.

  • Leve embotamento da cabeça duas horas após o jantar (vigésimo segundo dia); no lado direito da fronte, continuando durante uma hora (após uma hora, sexagésimo sexto dia); com peso e cansaço das pernas (sexagésimo sexto dia); pela manhã (sexagésimo sétimo dia), 73.

  • Cabeça muito embotada (vigésimo quinto dia), 76. [220.]

  • Embotamento acentuado da cabeça e turvação da visão (quinto dia); com desaparecimento dos objetos ao tentar fixá-los, pela manhã (nono dia); e sensação de plenitude na cabeça, com mau humor e sonolência (décimo segundo e décimo terceiro dias); embotamento (décimo sexto e décimo sétimo dias), 26.

  • Sensação de plenitude na cabeça (décimo sexto dia), 26.

  • Plenitude na cabeça, com dor puxante no pescoço, à tarde (décimo sexto dia), 27.

  • Fraqueza interna da cabeça; o cérebro parece entorpecido e morto, 1.

  • Sensação de um peso na cabeça, com pressão no lado direito da cabeça e estupefação; ela não está completamente consciente do que faz; só quer cochilar (vigésimo sexto dia), 16.

  • Dor de cabeça surda, pela manhã, com pressão nos olhos e inclinação irresistível ao sono, 12.

  • Dor surda, como uma estupefação, por toda a cabeça (após uma hora), 6.

  • Dor de cabeça muito violenta durante todo o dia (sexto dia); ao despertar de manhã (décimo quarto dia); durando três horas (décimo quinto dia); pela manhã (décimo sétimo dia); muito severa, durante meia hora, perto do meio-dia (décimo oitavo dia); leve, à tarde (décimo nono dia); pela manhã (vigésimo primeiro e vigésimo quarto dias), 76.

  • Algo de dor de cabeça, à noite (décimo nono dia); alguns pontos dolorosos na cabeça, no máximo do tamanho de uma moeda pequena; a dor parecia sediada no próprio osso, à noite (quadragésimo nono dia), 73. [230.]

  • Uma enxaqueca antiga cessa após as primeiras quatro semanas, mas quatro semanas depois retorna com um ataque incomumente violento, durando pela primeira vez dois dias, começando com mãos e pés gelados e cólica, e subindo do abdome para a cabeça; dois meses após esse ataque ocorreu outro ainda mais severo, que durou três dias, com enjoo medonho e vômitos biliosos, até que, no fim do terceiro dia, as menstruações vieram seis dias cedo demais e fluíram muito profusamente; depois, os ataques se tornaram mais fracos e mais infrequentes, até que, no décimo segundo mês, aparecia apenas como simples dor de cabeça, que muitas vezes alternava com dores cólicas e depois cessou inteiramente e de modo permanente, 12.

  • Dor de cabeça e sensação de frio (vigésimo quinto dia); dor na cabeça e nos olhos, à noite (trigésimo primeiro dia); dor de cabeça (sexagésimo quarto dia), 43.

  • A dor de cabeça continuou com maior ou menor violência; no último dia foi acompanhada de rouquidão da voz e sensação de arranhadura na garganta, que, contudo, durou apenas algumas horas, 35.

  • Durante o primeiro dia a dor de cabeça reapareceu, mas foi menos violenta e cessou inteiramente após o quarto dia, 37.

  • À noite, dor de cabeça acentuada, que durou até meia-noite (décimo terceiro dia); dor de cabeça ao despertar após uma noite inquieta; continuou todo o dia (vigésimo quarto dia); à noite (vigésimo sexto dia); à noite, durando até cerca de meia-noite (trigésimo dia); retorno, à noite (trigésimo primeiro dia); com queimação no olho direito, à tarde (trigésimo quarto dia); intolerável durante o acesso de calor (trigésimo quinto dia), 46.

  • Dor de cabeça mudando frequentemente de lugar, durando muito tempo, 12.

  • A cabeça toda está dolorosa e extremamente dolorosa ao toque, com enjoo, sensação de frio ao longo das costas, pontadas nos olhos e fala difícil, durante todo o dia, 12.

  • À noite, a cabeça toda dói como se fosse rebentar, 12.

  • Dor de cabeça ao caminhar ao ar livre, não dentro de casa, 12.

  • Dor de cabeça; rastejamento fino, picante, na cabeça, pela manhã, 1. [240.]

  • Dor de cabeça, pela manhã, como após sono demasiado profundo ou após inclinar-se; pulsação ou breve sacudida opressiva na fronte, com vermelhidão da face, 1.

  • Dor de cabeça, pela manhã, ora com sensação como se a cabeça fosse forçada a abrir-se ao nível do osso malar e do maxilar superior; ora no vértice, como se fosse perfurada por um prego, como por um repuxão súbito; ora na fronte, como se fosse cair para fora, com frio interno; todos esses sintomas eram aliviados ao caminhar ao ar livre, 1.*

  • Dor de cabeça, como cãibra, com sensação como se os globos oculares fossem comprimidos para dentro; a dor era aliviada ao esfregar a fronte com a mão, e ela adormecia; depois que a dor de cabeça cessava, era acometida por dor semelhante no abdome, pior à noite; no abdome, a dor se estendia pelas faces anteriores das pernas até os pés; se está distraída e entretida, esquece a dor (décimo dia), (para o fim de uma menstruação escassa), 17.

  • Dor de cabeça constante no dia que precede a menstruação, com fronte quente e calor queimante nos olhos; batimento ondulante por toda a cabeça, com pulsação cheia em todos os vasos e grande excitação, seguida de palpitação, com descarga profusa de sangue; no dia seguinte ficou deitada em vertigem constante e, no terceiro dia, pressão no estômago, como por uma pedra, alternando com angústia compressiva por todo o tórax e a garganta, com sensação nesta última como se estivesse internamente inchada, o que impede a deglutição, e sensação como de uma excrescência na garganta (décimo mês), 12.

  • Na cama, as dores na cabeça e nos dentes tornam-se intoleráveis, 12.

  • Paroxismos de violenta dor de cabeça, com vômitos, precedidos de súbito adormecimento de todo o lado esquerdo do corpo, dos lábios aos dedos dos pés, durante o qual a língua se tornou imóvel por um momento; a tentativa de vestir-se foi infrutífera, porque ele absolutamente não sabia por onde começar e punha tudo do avesso, 12.

  • Violenta dor de cabeça ao despertar, pela manhã (quadragésimo nono dia), 13.

  • À noite, violenta dor de cabeça, durando até às 10 horas (vigésimo sexto dia), 47.

  • Violenta dor de cabeça, como se o cérebro estivesse distendido, ao despertar, pela manhã, após sono profundo durante a noite, com enjoo e vômito três vezes de água amarga, com calafrio, durando cinco horas; não conseguia aquecer-se na cama, com falta de apetite e sem sede, 1.

  • Dor de cabeça, com pressão no olho direito (após vinte semanas), 13. [250.]

  • Dor de cabeça pressiva, com pressão em ambos os olhos, acompanhada de mal-estar gástrico e urina avermelhada, perto do meio-dia (décimo quinto dia); agravada por pequena quantidade de vinho tomada ao jantar, e fumar a aumentava até vertigem (décimo sétimo dia), 26.

  • Dor de cabeça opressiva durante o dia, começando no lado direito, depois estendendo-se por toda a cabeça (sétimo dia); leve, durante duas horas, pela manhã (oitavo dia); contínua durante dois dias (após treze dias); muito violenta ao despertar, pela manhã (vigésimo primeiro dia); leve, durante todo o dia (vigésimo quinto dia), 75.

  • Sensação como se um pedaço de chumbo jazesse no cérebro ao virar a cabeça para um lado, 79.

  • Sensação como se uma touca apertada cobrisse todo o couro cabeludo, 12.

  • Violentas dores ondulantes e compressivas por toda a cabeça, errantes, mudando de lugar, 12.

  • Dor de cabeça, como se a cabeça estivesse comprimida externamente, com batimento pulsátil e pontadas nas têmporas; as dores desaparecem com pressão externa e ao dobrar-se para trás, mas retornam ao inclinar-se para a frente (após quatro horas), 9.

  • A cabeça e a região da nuca parecem aparafusadas juntas com um ferrolho de ferro, 12.

  • Pressão, com estupefação, ao mover a cabeça para um lado, 81.

  • Pressão e rugido na cabeça, com grande debilidade, 12.

  • Violenta pressão dolorosa aqui e ali na cabeça, apenas momentânea (após duas horas), 5. [260.]

  • Pressão perfurante na cabeça, 1.

  • Dor de cabeça puxante, 1.

  • Repuxamento da cabeça pela nuca e costas até a região sacral (décimo terceiro dia), 76.

  • Acordou com dor de cabeça muito pesada, aguda, puxante e opressiva, estendendo-se de trás por toda a cabeça até a raiz do nariz, mais violenta na fronte, associada a peculiar sensação escavante e desfalecente no estômago, durando todo o dia, 12.

  • Dor de cabeça puxante, impedindo o sono à noite, primeiro na fronte, depois no occipício, com peso vertiginoso e plenitude em toda a cabeça, e com mal-estar nauseoso na boca do estômago; duas vezes, paroxismos de cólica cortante, com evacuação mole, mas de forma normal; pulso muito rápido, ansiedade e repuxamento espasmódico no membro inferior direito, panturrilha e dedos dos pés, terminando com uma emissão, 12.

  • Laceração intolerável em toda a cabeça o expulsa da cama à noite e o obriga a andar de um lado para outro, tornando-se sempre pior ao deitar-se, 12.*

  • Dor de cabeça em pontadas, 1; (trigésimo quinto dia), 75.

  • Pontadas na cabeça, à noite, aliviadas após uma evacuação (décimo sexto dia); violentas pela manhã ao levantar-se, especialmente ao mover-se (décimo oitavo dia); ao caminhar, à tarde (vigésimo primeiro dia), 76.

  • Pontada perfurante na cabeça e no olho direito, 12.

  • Pontadas através do cérebro, de baixo para cima, especialmente ao tossir, 80. [270.]

  • Pontada no cérebro, do pescoço até o vértice, 30.

  • Às vezes, pontadas surdas atravessavam o cérebro, geralmente na direção das sobrancelhas e do globo ocular ao occipício, 62.

  • Pontadas de baixo para cima através de todo o cérebro, 62.

  • Pontadas na cabeça, piores ao virar subitamente a cabeça, ao correr, 12.

  • Pontada como um repuxão através de toda a cabeça, deixando uma sensação opressiva (após uma hora), 5.

  • Violenta pontada lacerante através da metade direita do cérebro, do occipício à fronte (após onze horas), 5.

  • Sensação como se o cérebro fosse levantado várias vezes em sucessão (primeiro dia), 83.

  • Sensação dolorida na parte média da cabeça, 12.

  • Sensação de entorpecimento e formigamento na metade esquerda do cérebro e na orelha esquerda (após três horas), 5.

  • Dor em queimação na cabeça, estendendo-se através do coração aos membros inferiores, especialmente às panturrilhas, 12. [280.]

  • Dor de cabeça, como ondas de batimento, por toda a cabeça, terminando com cambaleio ao deitar-se, 12.

  • Fronte.

  • Embotamento da cabeça na fronte, à noite (quadragésimo sétimo dia), 44.

  • Dor de cabeça surda por toda a região frontal (durando uma hora), (após um quarto de hora, quinto dia), 48.

  • Dor de cabeça surda, atordoante, na região frontal e no vértice, que, entretanto, não durou muito (décimo sétimo dia), 51.

  • Dor de cabeça frontal (quadragésimo dia), 52; à noite (vigésimo nono dia), 47.

  • Dor de cabeça na região frontal (sétimo dia); com calor nas faces (após uma hora, trigésimo quinto dia), 48.

  • Dor na fronte, com falha da visão, à noite (quarto dia); a dor de cabeça continuou (quinto dia); dor de cabeça opressiva persistente na fronte, com queimação nos olhos (décimo nono dia); dor de cabeça na fronte, à noite (vigésimo quinto dia), 46.

  • Dor dolorida, especialmente nas eminências frontais e nas têmporas, às 8 horas da noite (décimo sétimo dia), 26.

  • Dor transitória na fronte e no lado esquerdo da face, uma espécie de contração súbita (após uma hora), 45.

  • Alguma dor de cabeça na fronte ao despertar (décimo sétimo dia), 72. [290.]

  • Dor de cabeça na região da fronte e das sobrancelhas, tal como costuma preceder um catarro (quinto dia), 78.

  • Dor na fronte, com obstrução no nariz, pela manhã (sétimo dia), 20.

  • Dor de cabeça na fronte, com calor (terceiro dia), 21.

  • Alguma dor de cabeça na fronte, 39.

  • Dor de cabeça na parte anterior da cabeça, coberta de cabelos, como se estivesse comprimida, à noite (décimo segundo dia), 72.

  • Leve dor de cabeça na fronte após o jantar (vigésimo dia), 72.

  • À noite, após muita conversa em companhia, começou uma dor de cabeça opressiva na fronte, estendeu-se gradualmente ao vértice e desapareceu lentamente (trigésimo sexto dia); dor na fronte, que, após uma hora, fundiu-se na sensação como se uma cunha fosse cravada na têmpora; contração súbita (após uma hora), 45.

  • Violenta dor dolorida no seio frontal esquerdo, estendendo-se ao maxilar superior, terminando com espirro súbito e corrimento nasal, à noite, 12.

  • Dor de cabeça na fronte, dentro e acima dos olhos e nos ossos nasais, alternadamente perfurante, pungente, apertante, e penetrante como relâmpago, pior de manhã em jejum, melhor enquanto come e ao deitar-se, 12.*

  • Dor puxante intermitente no lado esquerdo da fronte e, ao mesmo tempo, sintomas de cólica, acompanhados de emissão de flatos (sexto dia); às 9 horas da manhã, dor no lado esquerdo da fronte ao escrever, que continuou durante toda a manhã (nono dia), 31.* [300.]

  • Dor puxante dolorosa na eminência frontal esquerda (ao caminhar ao ar livre), às 10 horas da manhã (nono dia); ao despertar às 5h30 da manhã, dor puxante surda na eminência frontal direita, estendendo-se até a órbita direita e ao osso nasal direito, surgindo em paroxismos e terminando às 8 horas (décimo segundo dia); dor puxante dolorosa no lado direito da fronte, cessando e retornando várias vezes, às 10 horas da manhã (décimo segundo dia); dor de cabeça puxante na fronte direita (décimo terceiro dia); dor dolorida e roedora na eminência frontal esquerda, fixando-se num pequeno ponto (durante alguns minutos), acompanhada de borborigmos intestinais (após duas horas, décimo terceiro dia), 32.

  • Dor transitória na eminência frontal esquerda, como se ali fosse cravado um prego.*

Essa dor desapareceu de imediato ao tocar a parte, retornou, contudo, imediatamente no ângulo superior posterior do osso parietal esquerdo, como se um botão convexo fosse pressionado contra essa parte (quarto dia); dor de cabeça escavante na eminência frontal esquerda às 5 horas da tarde, retornando várias vezes em curtos intervalos e alternando com a sensação como se um botão convexo fosse pressionado sobre a parte próxima ao vértice. Essa sensação, que cessava imediatamente ao tocar as partes e retornava novamente assim que cessava o contato, foi sentida várias vezes no processo mastoide direito, no osso parietal esquerdo e sob a clavícula direita (quinto dia); pressão momentânea, como de um prego que tivesse sido cravado, na eminência frontal esquerda (ao caminhar na rua), às 7 horas da noite (sexto dia); dor transitória na eminência frontal esquerda, como de um prego que tivesse sido cravado, à noite (sétimo dia); laceração pulsátil, com sensação de calor, na eminência frontal direita (oitavo dia); ao despertar, dor puxante na eminência frontal esquerda (essa dor já havia aparecido à noite após deitar-se), (nono dia); dor de cabeça na fronte acima da sobrancelha esquerda, estendendo-se até o lado direito da fronte, pela manhã, ao caminhar ao ar livre (nono dia); poucos momentos após despertar, hemicrania completa no lado esquerdo da fronte. Era uma dor puxante violenta, começando diretamente acima da pálpebra superior esquerda, estendendo-se perpendicularmente para cima pelo meio da sobrancelha esquerda e dividindo-se, na eminência frontal esquerda, em vários fios e raios que penetravam profundamente no cérebro. Esse sintoma durou alguns minutos e desapareceu tão rapidamente quanto veio (décimo segundo dia), 33.

  • Dor de cabeça puxante-opressiva na fronte, especialmente no olho direito, como se estivesse pressionado profundamente para dentro do crânio (quinquagésimo nono dia), 13.

  • Pressão frequente na fronte (após o segundo dia); e pontadas na fronte, desaparecendo ao caminhar ao ar livre (quinto dia); pressão no meio da fronte (nono dia), 71.

  • Dor opressiva nas regiões frontal e occipital, à noite (segundo dia); pressão na fronte, durando todo o dia (quinto dia), 56.

  • Leve dor de cabeça pressiva sobre a eminência superciliar direita (após 1ª dil.), 34.

  • Pressão na fronte (primeiro dia); no meio da fronte (logo, segundo dia); na fronte, às 6 horas da tarde (oitavo dia), 70.

  • Dor de cabeça na fronte, opressiva, o dia todo (primeiro dia), 86.

  • Pressão no lado direito da fronte (logo, segundo dia), 68.

  • Dor dolorida e opressiva muito violenta na fronte, durando todo o dia (décimo segundo dia), 75. [310.]

  • Dor opressiva atravessando transversalmente a fronte (após meia hora), 8.

  • Pressão surda e puxante, transversalmente pela fronte, como se um peso nela afundasse (após quatro horas e meia), 8.

  • Pressão em sacudidas na eminência frontal esquerda (após quatro horas), 5.

  • Pressão em sacudidas na eminência frontal direita, estendendo-se ao olho (após quatro horas e meia), 5.

  • Dor de cabeça, consistindo em sensação de pressão, contusão e laceração, estendendo-se da fronte ao occipício, ao despertar do sono, desaparecendo após dormir de novo, 2.

  • Violenta pressão constritiva na eminência frontal esquerda, externamente, que parece empurrar a pálpebra superior para baixo (após uma hora e meia), 5.

  • Dor opressiva aflitiva na fronte e nos olhos, todas as manhãs após levantar-se, durando muito tempo, após dois meses, e constantemente recorrente com interrupções, 12.

  • Dor aguda lancinante na eminência frontal esquerda, à tarde (quadragésimo sexto dia), 44.

  • Contrações enlouquecedoras na eminência frontal direita, à noite (primeiro dia), 56.

  • Laceração repetida na fronte (segundo dia), 86. [320.]

  • Pontadas na fronte, 79.

  • Pontadas no lado esquerdo da fronte (terceiro e quarto dias), 69.

  • Pontada surda na região frontal esquerda (primeiro dia), 84.

  • Pontadas isoladas na região frontal direita (quinto dia), 77.

  • Pontadas como de agulha, especialmente de diante para trás, na fronte (após cinco horas e meia), 8.

  • Repetida pontada transitória na eminência frontal esquerda (segundo dia), 43.

  • Pontadas no lado esquerdo da fronte (dentro de duas horas); dores em pontadas nas eminências frontais (após o segundo dia), 71.

  • Pontadas frequentes nas eminências frontais (primeiro dia); pontadas em ambas as eminências frontais (durando o dia todo e aumentando continuamente), (segundo dia); ao despertar, pontada na eminência frontal esquerda (terceiro dia); pontadas na fronte e em diferentes partes do corpo, especialmente nos ombros, braços e pernas (quarto dia); pontadas na eminência frontal esquerda, às 6 horas da tarde (oitavo dia), 70.

  • Pontadas isoladas na eminência frontal direita (logo, segundo dia); pontadas no lado direito da fronte (quinto dia), 68.

  • Têmporas.

  • Dores de cabeça como se atravessadas de uma têmpora à outra, 79. [330.]

  • Dor de cabeça durante três horas, ora na têmpora direita, ora na esquerda, e de novo no vértice, pela manhã (décimo sétimo dia), 75.

  • Dor de cabeça perfurante através de ambas as têmporas, 89.

  • Sensibilidade da têmpora esquerda (décimo sexto dia), 72.

  • Repuxamento nos músculos temporais; dor de cabeça externa, pior ao mastigar, 1.

  • Frequente repuxamento leve do processo mastoide do osso temporal direito para baixo (décimo terceiro dia), 73.

  • À noite, repuxamento lacerante no processo mastoide do osso temporal esquerdo, e depois em ambos os globos oculares, onde a dor cessou (décimo sétimo dia), 56.

  • Dor puxante e pungente no músculo temporal esquerdo, aumentada pela mastigação e diminuída pelo contato; essa dor continuou por duas horas, tanto ao ar livre como no quarto (oitavo dia), 33.

  • Repuxamento e tensão contínuos abaixo do processo mastoide do lado direito, acompanhados de repuxamento ocasional na eminência frontal esquerda em direção à têmpora, e com rugido no ouvido esquerdo, à noite (nono dia), 33.

  • Repuxamento opressivo na têmpora esquerda, 3.

  • Dor de cabeça opressiva na têmpora direita, especialmente ao fazer esforço na evacuação (trigésimo oitavo dia), 13. [340.]

  • Dor opressiva na têmpora direita e dores puxantes-lacerantes na articulação do cotovelo direito, agravadas pelo movimento (septuagésimo terceiro dia), 13.

  • Pressão na têmpora direita, de fora para dentro, pela manhã (terceiro dia), 29.

  • Pressão profunda na têmpora direita (após uma hora e três quartos), 5.

  • Pressão furiosa em ambas as têmporas, estendendo-se para dentro, como se o cérebro fosse comprimido para fora, 5.

  • Violenta pressão na têmpora esquerda logo após o jantar, continuando toda a noite, mas em menor grau (quarto dia), 63.

  • Dor contrativa na têmpora direita, bastante severa, retornando frequentemente e durando sempre vários segundos, 59.

  • Beliscadura periódica no processo mastoide direito, como se um botão convexo fosse pressionado sobre essa parte (vigésimo segundo dia), 32.

  • Dor em pontadas nas têmporas, 1.

  • Pontadas na têmpora direita, logo; finas pontadas nas têmporas (terceiro e quinto dias), 68.

  • Pontadas isoladas no processo mastoide do osso temporal, com o repuxamento atrás da orelha direita (sexagésimo nono dia), 72. [350.]

  • Pontadas na têmpora direita (dentro de duas horas), 71.

  • Dores em pontadas nas têmporas (após dois dias), 71.

  • Pontadas na região temporal, 79.

  • Pontadas violentas na região temporal esquerda, externamente (após oito e doze horas), 8.

  • Uma violenta pontada atravessou subitamente a têmpora esquerda, como se uma sovela tivesse sido forçosamente cravada através do cérebro; a dor durou apenas alguns minutos, mas o local permaneceu sensível por algum tempo (décimo terceiro dia), 73.*

  • Pulsação nas têmporas, com violenta dor lacerante nos dentes, 12.

  • Pulsações na têmpora direita ao levantar-se de um assento, perto do meio-dia (vigésimo segundo dia), 78.

  • Vértice.

  • A parte superior da cabeça parece tão pesada quanto chumbo, com desaparecimento do pensamento, sensação de vazio na cabeça e pressão, estendendo-se aos olhos, que estão muito afetados, 12.

  • Um ponto circunscrito no vértice, e outro no meio da fronte, dolorosos, como se golpeados com um martelo (quinto mês), 12.

  • Leve sensibilidade no vértice, pela manhã (vigésimo segundo dia), 73. [360.]

  • Um pequeno ponto sensível ao toque, com dor como de ferida, imediatamente no lado direito do vértice, sobre o qual a pele estava um tanto avermelhada (sexto dia), 37.

  • Dor de cabeça no vértice, à noite, permanecendo até meia-noite (oitavo dia), 46.

  • Dor de cabeça extraordinariamente incômoda, localizada na superfície superior do vértice, pesada e opressiva, e de tempos em tempos em pontadas isoladas e impulsos; o cérebro aparentemente não era afetado, mas a cabeça externamente estava um tanto sensível ao toque, assim como os olhos; o ar fresco diminuía a dor; quando estava no pior, sustentava o rosto na concavidade da mão e esfregava por algum tempo a fronte, os olhos e a face, após o que a dor desaparecia por completo (à noite, septuagésimo oitavo dia, e pela manhã, septuagésimo nono dia); cabeça inteiramente livre, exceto por leve rastejamento e corrimento nos locais indicados (à noite, septuagésimo nono dia), 72.

  • Sensação como se a parte superior do crânio tivesse sido achatada a golpes, 3.

  • Dor transitória no vértice, como se o osso fosse repetidamente perfurado por uma agulha perto da sutura sagital, à noite (quinto dia), 72.*

  • Repuxamento e laceração no pericrânio, ora na região do vértice, ora na do occipício (nonagésimo quarto e nonagésimo quinto dias), 43.

  • Dor pressionando profundamente para dentro na coroa da cabeça, 12.

  • Pressão no vértice, como se ali houvesse um peso (septuagésimo dia), 72.

  • Violenta dor opressiva na região do vértice, 79.

  • Dor de cabeça opressiva no vértice e no occipício, com sensação como se houvesse chumbo ali, agravada por mover a cabeça e por um passo em falso, com sensação como se o cérebro se movesse solto, 80. [370.]

  • Ao inclinar a cabeça para diante, sensação como se o cérebro fosse pressionado para fora no vértice, 80.

  • Dor de cabeça opressiva na região do vértice, pela manhã; retornou à noite, acompanhada de queimação no estômago (décimo sétimo dia), 74.

  • Violenta dor de cabeça opressiva no vértice ao despertar, desaparecendo pouco a pouco enquanto ainda permanecia na cama e sumindo por completo depois de se levantar (vigésimo dia); acordou, pela manhã, com uma dor de cabeça opressiva muito severa que, no começo, estava confinada ao vértice; depois de algum tempo, estendeu-se às eminências frontais e aos olhos, e novamente retornou ao vértice e desapareceu; à noite a cabeça estava inteiramente aliviada, mas quando dirige especialmente a atenção para esse lado, a dor ameaça voltar, o que não acontece quando fixa intencionalmente o espírito nas outras partes sofridas (trigésimo terceiro dia); dor de cabeça opressiva muito desagradável surgiu no vértice perto do meio-dia, diminuiu à tarde e desapareceu à noite (quinquagésimo terceiro dia); dor de cabeça opressiva transitória no vértice após o jantar (septuagésimo segundo dia); dor de cabeça opressiva no vértice e nas têmporas (a noite toda), (septuagésimo quarto dia), 73.

  • Dor de cabeça puxante-lacerante do vértice em direção ao meio do cérebro, 6.

  • Sensação no vértice como se um prego fosse cravado ali de dentro para fora (segundo dia), 84.*

  • Dor de cabeça em pontadas na região do vértice, 80.

  • Dor de cabeça dolorida no lado direito, mais violenta no vértice e acima do olho direito, 12.

  • Parietais.

  • No meio do osso parietal esquerdo, um ponto do tamanho de uma moeda, sensível ao toque (terceiro dia), 36.

  • *Sensação no osso parietal direito como se um prego fosse cravado, desaparecendo à pressão sobre a parte (após meia hora), 3.

  • *Sensação como se um prego tivesse sido cravado nos ângulos dos ossos parietais; ao cessar essa sensação, surgia no mesmo local um prurido roedor que o levava a coçar (até o quadragésimo sexto dia), 33. [380.]

  • *Dor no osso parietal direito, como se um prego pontiagudo tivesse sido cravado, após o jantar (décimo dia), 32.

  • Dor no lado direito da cabeça; violenta pressão no globo ocular direito, que se estendia à fronte e à têmpora direita, associada a embotamento da cabeça; olhar fixamente para o trabalho agravava a dor; ao meio-dia, ao interromper o trabalho, a dor de cabeça melhorou um tanto e, após o jantar, sentiu-se tão fraco que foi obrigado a ir para a cama, quando sentiu calor e transpirou; depois, ao levantar-se e tentar fumar, a dor de cabeça piorou (trigésimo oitavo dia), 13.

  • Repuxamento indolor no osso parietal direito, com leve pressão, durante o qual havia um calor quase agradável por todo o corpo (após quatro horas), 3.

  • Dor dolorida puxante-opressiva no lado esquerdo da cabeça, estendendo-se aos músculos cervicais esquerdos, desde as 9 horas da noite, com alívio pela manhã, com transpiração ofensiva, 12.

  • Pressão no osso parietal esquerdo, com dor surda (após duas horas), 3.

  • Pressão, como de um botão convexo, na região do osso parietal esquerdo (sexto dia), 33.

  • Pressão dolorosa no ângulo superior e posterior do osso parietal esquerdo, como se um pequeno botão convexo fosse pressionado contra essa parte (desaparecendo rapidamente ao tocá-la), (décimo dia), 32.

  • Violenta dor de cabeça opressiva, começando no ângulo posterior e inferior do osso parietal esquerdo e estendendo-se até a eminência frontal direita. A dor só durava enquanto ele permanecia em repouso; cada movimento a diminuía, e ela retornava imediatamente após cessar o movimento (após a 20ª dil.). Essa dor tornou-se especialmente violenta após a 19ª dil. Começou meia hora após tomar o medicamento e durou todo o dia. Mesmo no dia seguinte foi despertado por ela às 5 horas da manhã e compelido a levantar-se, após o que cessou; a cabeça, entretanto, permaneceu estúpida e embotada, 34.

  • Violenta laceração no lado esquerdo da cabeça e nos dentes desse lado (vigésimo nono dia), 73.

  • Laceração no lado direito da cabeça ao deitar-se (trigésimo primeiro dia), 75. [390.]

  • Laceração no lado direito da cabeça e da face, transversalmente através do nariz, estendendo-se ao osso malar e sobre os olhos, pior pela manhã e à noite, 1.*

  • Laceração aguda em todo o lado direito da cabeça, estendendo-se aos dentes, interrompendo o sono, desaparecendo pela manhã após levantar-se, com coriza (quarta noite), 12.*

  • Dor puxante-lacerante em todo o lado esquerdo da cabeça, do occipício ao olho (sexagésimo sétimo dia), 13.

  • Sensação de cãibra no lado esquerdo da cabeça, seguida de sensação de calor, 3.

  • Dor em pontada surda no osso parietal esquerdo, 80.

  • Dor de cabeça em pontadas no lado direito, agravada ao mover a cabeça e os olhos, com enjoo e calor, grande fraqueza e fraqueza dos olhos, 12.

  • Pontadas tão violentas no lado direito da cabeça que ela não podia falar por causa disso, 12.

  • Pontadas no lado esquerdo da cabeça ao despertar, logo desaparecendo, mas a cabeça ficou embotada todo o dia (décimo terceiro dia), 76.

  • Pontadas no lado esquerdo da cabeça ao inclinar-se, mesmo que naquele momento não estivesse sofrendo de dor de cabeça, há já vários dias (décimo quarto dia); no lado direito, depois que a dor de cabeça cessou (décimo quinto dia), 76.

  • Occipício.

  • Sensação de peso no occipício (segundo dia), 84. [400.]

  • Indisposição para deitar-se sobre o lado esquerdo à noite, porque um ponto na cabeça, perto da protuberância occipital, dói ao deitar-se sobre ele ou à pressão; até os cabelos doem ao toque, 4.

  • Dor de cabeça no occipício, 81.

  • Repuxamento no occipício (quinto dia), 68.

  • Repuxamento e tensão no occipício (trigésimo dia), 73.

  • Curto repuxamento doloroso no lado esquerdo do occipício (após meia hora, décimo terceiro dia), 32.

  • Constante dor violenta no occipício, pressiva e dilacerante, como se fosse rebentar, com frialdade das têmporas, 12.

  • Violenta constrição no occipício e na boca do estômago, como se estivessem por vir cãibras, 12.

  • Plenitude e pressão no occipício ao caminhar ao ar livre, à noite, 80.

  • Tensão dolorosa no occipício, de uma orelha à outra, 80.

  • Constante pressão violenta no occipício e na nuca, como se ela fosse saltar fora da própria pele, 12. [410.]

  • Dores opressivas surdas no occipício durante seis horas (após uma hora), 10.

  • Dor opressiva no occipício (quarto dia), 56, 79.

  • Violenta dor opressiva no occipício, 79.

  • Laceração em sacudidas no occipício, mais do lado direito (após uma hora), 5.

  • Laceração na protuberância occipital e na porção petrosa do osso temporal, durante seis semanas, 57.

  • Pontadas no occipício, à noite (trigésimo terceiro dia), 14.

  • Pontadas no cérebro, do forame occipital para cima (primeiro dia), 84.

  • Uma pontada do forame magno através do cérebro até o vértice (quarto dia), 34.

  • Uma pontada dolorosa através do occipício, de cima para baixo (décimo quarto dia), 24.

  • Curtos acessos de rastejamento e corrimento no lado esquerdo do osso occipital (sexagésimo nono dia), 72.

  • Cabeça Externa. [420.]

  • Os cabelos da cabeça caem constantemente em abundância, de modo que um ponto calvo começou no sétimo mês; após piorar durante quatro semanas, começaram a crescer cabelos novos, que se tornaram cada vez mais vigorosos, de modo que três meses depois toda a cabeleira estava restaurada, bonita e brilhante, e assim permaneceu, 12.

  • Os cabelos da cabeça caem livremente, com prurido no couro cabeludo, 12.

  • Os cabelos tornam-se notavelmente duros e secos, sem brilho, e caem, 12.*

  • O cabelo cai no vértice (quadragésimo quarto dia), 72.

  • Muita erupção escamosa no couro cabeludo, com rápida queda dos cabelos, 12.

  • Uma erupção escamosa na cabeça piora, 12.

  • Todo o couro cabeludo está coberto de escamas branco-acinzentadas e pequenas pápulas violentamente pruriginosas, e um tanto inchado, 12.

  • Erupção branca e escamosa por todo o couro cabeludo, estendendo-se à fronte, têmporas, orelhas e nuca, e às partes vizinhas da pele (sexto mês), 12.

  • Vários pequenos tubérculos indolores sobre a cabeça (quadragésimo quarto dia), 72.

  • A pele de toda a fronte é gordurosa, 12. [430.]

  • Elevações arredondadas aparecem na fronte, com dor de cabeça, 12.

  • Um tubérculo inflamado e doloroso aparece no lado direito da fronte (vigésimo segundo dia), 73.

  • Inchaço das veias nas têmporas e nas mãos, sem calor (durante o repouso), (após dezoito horas), 8.

  • Três espinhas vermelhas e dolorosas em ambas as têmporas, 1.

  • Pequeno furúnculo doloroso no lado direito do occipício (após dez meses), 13.

  • Dor de cabeça superficial, como se a pele estivesse retesada de todos os lados (primeiro dia), 86.

  • Dor de cabeça no couro cabeludo, posteriormente, como se constrita de ambos os lados, 3.

  • "Sensação de calvície; cada cabelo dói", 12.

  • A cabeça toda parece inchada externamente e, ao passá-la com a mão, ondulante, porém mais no lado direito, onde está a dor na face, 12.

  • Sensibilidade do couro cabeludo ao toque, como se estivesse contundido (após catorze meses), 13.* [440.]

  • Toda a cabeça é muito sensível externamente, de modo que tudo, mesmo muito macio, a pressiona; na fronte, várias pápulas vermelhas, e a pele de toda a face parece escoriada, com grandes áreas ásperas, 12.*

  • Durante vários dias a pele no vértice tem estado tão sensível ao toque e brilha tão nitidamente através dos cabelos, que o provador temia estar ficando calvo (décimo sexto dia); pequeno ponto ainda sensível ao toque (décimo sétimo dia), 72.*

  • Leve sensibilidade na pele sob os cabelos da fronte, onde o ar fresco da janela aberta era sentido exclusivamente, após o jantar (trigésimo nono dia), 72.

  • Laceração na aponeurose tendinosa do crânio, durante alguns minutos (imediatamente, sexagésimo dia), 73.

  • Dor constritiva em sacudidas na parte cabeluda da cabeça, no começo do jantar (décimo quinto dia), 72.

  • Contrações no tegumento do occipício, do lado direito (segundo dia), 83.

  • Durante o dia, sensação como se a pele das têmporas e da fronte estivesse encolhida e endurecida, continuando por duas horas (primeiro dia), 56.

  • Leve compressão e rastejamento externamente no occipício (septuagésimo terceiro dia), 73.

  • Ardor picante e corrosivo no lado direito do couro cabeludo, à noite, 6.

  • Mordedura corrosiva na pele do occipício, com sensação como se algo estivesse rastejando nos cabelos, durando meia hora (após treze horas), 6. [450.]

  • Prurido no occipício, 1.

  • Prurido violento no occipício, estendendo-se até a nuca, coberta por crosta fina, seca, castanho-clara, 12.

OLHOS

  • Objetivo.

  • Uma inflamação escrofulosa crônica dos olhos, com tumefação das glândulas cervicais, desapareceu pouco a pouco durante as primeiras quatro semanas, 12.

  • Rubor do branco do olho esquerdo junto à córnea, pela manhã, sem sensação alguma (após setenta e quatro horas), 8.

  • Grande rubor dos brancos dos olhos e da face interna das pálpebras. Um ligeiro inchaço, começando à noite, aumentando gradualmente durante todo o dia seguinte, com muito lacrimejamento e coceira em ambos os olhos; isto repetiu-se ainda mais veementemente ao cabo de oito dias, 12.

  • Os olhos ficam vermelhos e dolorosos a cada esforço, 13.

  • O branco do olho está vermelho como sangue, 1.

  • Olho direito congestionado de sangue (vigésimo primeiro dia), 16.

  • O branco do olho está muito inflamado e vermelho, com ardor mordicante e pressão como por areia, 1.

  • O olho fraco está vermelho e ardendo intensamente, 12. [460.]

  • (Uma mancha na córnea do olho direito torna-se menor e mais transparente), 12.

  • Pequenas úlceras nos olhos e na cabeça, com ulceração atrás das orelhas, formando crostas, 12.

  • Olhos continuamente fechados (vigésimo nono dia), 76.

  • Olhos colados por muco ao despertar (décimo terceiro dia), 73.

  • Os olhos secretam muita remela (sexagésimo sexto dia), 73.

  • Movimentos espasmódicos dos olhos, e sensação como de um grão de areia neles, 12.

  • Estrabismo com ambos os olhos, alternadamente aparecendo e desaparecendo, 12.

  • Estrabismo do olho esquerdo, 12.

  • Debilidade dos olhos (terceiro dia), 68.

  • Os olhos estão fracos e dolorosos com qualquer esforço, 12. [470.]

  • Debilidade dos olhos, especialmente perceptível ao escrever (terceiro e quarto dias), 69.

  • Debilidade dos olhos ao ler (nono dia), 71.

  • Olhos fracos, pressão como por areia fina neles, 1.

  • Sensação de debilidade dos olhos, com necessidade de os repousar, com ardor e coceira neles, e sensibilidade de toda a região ao redor dos globos oculares, 12.

  • Debilidade dos olhos; ao ler durante um quarto de hora, as letras confundem-se; muitas vezes parece como se o olhar ficasse fixo numa letra, de modo que não consegue ler mais; o olho direito está pior do que o esquerdo; umas lentes não ajudaram, embora os olhos não apresentem aspecto de afecção, 12.

  • Debilidade dos olhos, mesmo ao usá-los um pouco; doem profundamente, e tudo parece tornar-se cada vez menor, até que os objetos se confundem, 12.

  • A debilidade dos olhos aumenta, de modo que ela vê mal tanto os objetos próximos como os distantes, 12.

  • Subjetivo.

  • Sensação de secura nos olhos, 6.

  • Olho direito seco, e na margem da pálpebra inferior um ponto ardente, como se um terçol estivesse prestes a formar-se (décimo segundo dia), 32.

  • Sensação de secura em ambos os olhos (após um quarto de hora; décimo terceiro dia), 32. [480.]

  • Sensação como de areia em ambos os olhos, 12.

  • Sensação de areia nos olhos, especialmente no direito (sexagésimo terceiro dia), 15.

  • Dores nos olhos e na cabeça à noite (trigésimo primeiro dia), 43.

  • Dores nos olhos comprimindo as pálpebras uma contra a outra, 13.

  • Dor nos olhos como após esforço excessivo, obrigando a fechá-los, 12.

  • Os olhos são sensíveis ao ar e irritam-se facilmente, 12.

  • Os olhos parecem obscurecidos, como se ela estivesse no escuro, 89.

  • Os olhos pedem constantemente uma cobertura quente; assim que ficam descobertos tornam-se logo dolorosos, e parece como se o frio fluísse da cabeça para fora através deles, 12.

  • Ardor doloroso nos olhos com muco branco nos cantos, 12.

  • Ardor seco nos olhos, 12. [490.]

  • Ardor nos olhos (décimo oitavo dia), 76.

  • Ardor nos olhos sem rubor, com visão muito indistinta, 12.

  • Ardor no olho esquerdo junto ao canto interno, obrigando-o a esfregá-lo (terceiro dia), 68.

  • Ardor e pontadas em ambos os olhos e pálpebras, com injeção da córnea, à noite (nonagésimo quinto e nonagésimo sexto dias), 43.

  • Ardor nos olhos, que doíam com a luz, com a dor de cabeça (décimo nono dia). Com a dor de cabeça, ardor no olho direito, que desapareceu após lavá-lo repetidamente com água fria (trigésimo quarto dia), 46.

  • Ardor muito intenso nos olhos e nas pálpebras; às 2 da tarde; dores queimantes e opressivas no olho esquerdo, em toda a superfície superior do globo, agravadas pelo toque, à noite (décimo sexto dia); ardor nos olhos com os espirros (quinquagésimo quinto dia); à noite (sexagésimo sétimo dia); no olho direito (sexagésimo oitavo dia); ardor e pressão em ambos os olhos (sexagésimo nono dia), 72.

  • Ardor nos olhos, especialmente nos cantos internos, à noite (vigésimo sexto dia); ao levantar-se pela manhã (quadragésimo segundo dia); leve pela manhã (quinquagésimo segundo dia); às 10 da manhã (quinquagésimo oitavo dia); como se o quarto estivesse cheio de fumo (durante uma hora), à noite (sexagésimo sétimo dia); depois do jantar (septuagésimo terceiro dia), 73.

  • Pressão e sensibilidade nos olhos (vigésimo dia), 73.

  • Pressão em ambos os olhos (décimo quinto dia), 26; (primeiro dia), 86.

  • Pressão nos olhos durante dois ou três dias, 1. [500.]

  • Pressão constante nos olhos, especialmente à luz forte, 12.

  • Uma dor compressiva, como por um grão de areia no olho esquerdo, persiste sem quaisquer outros sintomas, 12.

  • Uma pontada dolorosa através do centro do olho esquerdo, começando no centro do cérebro (quarto dia), 23.

  • Sensação invulgar e aflitiva de pontadas nos olhos, 12.

  • Pontadas nos olhos pela manhã (no ar cortante), 1.

  • Algumas pontadas nos olhos, sempre à luz viva, 1.

  • Pontada no olho esquerdo (sexagésimo oitavo dia), 13.

  • Pontada no olho direito (septuagésimo nono dia), 13.

  • As pontadas nos olhos agravam-se, 12.

  • Supercílio e Órbita.

  • Os pelos dos supercílios caem, com muita coceira, 12. [510.]

  • Dartro seco nas sobrancelhas e na cabeça, com coceira e pontadas, 12.

  • À noite, pequeno tubérculo doloroso no meio da sobrancelha esquerda (quinto dia), 33.

  • As raízes dos pelos da sobrancelha esquerda ficam sensíveis ao passar a mão sobre elas (décimo sexto dia), 72.

  • Dor lacerante na sobrancelha esquerda, desaparecendo ao toque (após onze horas), 8.

  • Ligeiro repuxamento sobre a sobrancelha esquerda (quadragésimo quinto dia), 72.

  • Leve pressão na borda inferior da órbita direita, desaparecendo logo; mas o rebordo orbitário permaneceu sensível ao toque e ao fechar do olho durante um quarto de hora (septuagésimo primeiro dia), 72.

  • Pressão e tensão na órbita esquerda e, depois, também na direita, pela manhã ao despertar (quinto dia), 33.

  • Tensão dolorosa no fundo da órbita esquerda durante vários minutos, às 7h30 da tarde (sexto dia), 32.

  • Dor puxante no fundo da órbita direita, continuando durante um quarto de hora, pela manhã (décimo terceiro dia), 32.

  • Pressão bem marcada acima do olho direito, externamente (após três horas e três quartos), 5. [520.]

  • Uma pontada opressiva acima do olho esquerdo, que se estendeu para o direito e depois desapareceu, 9.

  • Pálpebras.

  • Aglutinação das pálpebras à noite, 12.

  • Olhos aglutinados durante várias manhãs (quadragésimo nono dia), 14.

  • Aglutinação dos olhos, com sensação como de areia neles, pela manhã (quinquagésimo oitavo dia), 13.

  • Olhos aglutinados, com pressão neles, pela manhã (septuagésimo primeiro dia), 14.

  • Pálpebras levemente aglutinadas ao acordar pela manhã (quinquagésimo nono e sexagésimo quarto dias), 73.

  • Olhos um tanto aglutinados e lacrimejantes ao ar livre (sexagésimo nono dia), 73.

  • As pontas dos cílios ficam cobertas de fina escama castanho-clara, 12.

  • Acumulação de muco endurecido no canto interno durante todo o dia, 1.

  • As pálpebras estavam espessas, como se ela tivesse chorado durante muito tempo, 12. [530.]

  • Tumefação das pálpebras superiores (após setenta e seis, e cento e vinte horas), 6.

  • As pálpebras incham, tornam-se vermelhas e quentes, com fotofobia, 12.

  • As pálpebras tornam-se mais vermelhas e mais dolorosas, e secretam muito muco espesso, glutinoso, corrosivo (sexto mês), 12.

  • Os cantos dos olhos ficam frequentemente inflamados durante um ou dois dias, com pontadas e rubor do branco do olho, 12.

  • Com o aumento da inflamação das pálpebras, os olhos tornam-se secos e coçam muito, 12.

  • As pálpebras inflamadas cobrem-se de pequenas úlceras, 12.

  • Uma pápula vermelha na margem da pálpebra inferior, 1.

  • Descamacão branca frequente das pálpebras, 12.

  • Uma antiga inflamação das pálpebras diminuiu rapidamente de dia para dia, após a dose, até restar apenas uma aglutinação noturna das pálpebras, 12.

  • Pálpebras espessas, vermelhas, ardentes, espasmodicamente contraídas, com visão muito baça e obscura, 12. [540.]

  • Um terçol no olho direito, após cujo desaparecimento o olho ficou inflamado, 12.

  • Tremor na pálpebra superior (logo; segundo e terceiro dias), 68.

  • Tremores frequentes da pálpebra inferior do olho esquerdo (quadragésimo oitavo e quadragésimo nono dias), 44.

  • Queda da pálpebra superior várias vezes ao dia, especialmente à noite à luz de vela, com sensação de contratura nela, 12.

  • De manhã, ela não consegue abrir bem os olhos, e à noite as pálpebras estão muito fracas, 12.

  • Ao despertar, durante muito tempo não pôde abrir as pálpebras; estavam dolorosas e fechavam-se involuntariamente (nonagésimo sétimo dia), 43.

  • À noite as pálpebras parecem como se não as pudesse abrir, durando muito tempo (após catorze dias), 12.

  • Sacudidas da pálpebra esquerda, 12.

  • Constrição das pálpebras com sacudidas, 12.

  • Sensação de peso nas pálpebras, com leve ardor nos olhos e calor na orelha direita (septuagésimo segundo dia), 73. [550.]

  • Sensação como se as pálpebras estivessem inchadas, e como se houvesse um corpo estranho no olho (décimo quarto dia), 66.

  • Dor perfurante acima do canto interno direito (após três dias), 11.

  • Sensação no canto interno do olho direito, como se um grão de areia tivesse caído no olho; isto continuou até à hora de deitar e tornou o movimento da pálpebra algo doloroso, embora nenhuma alteração objetiva no aspecto do órgão pudesse ser detectada (décimo quinto dia), 74.

  • Sensação de calor e secura no canto externo esquerdo, como se a parte fosse inflamar (após vinte e nove horas), 6.

  • Ardor das pálpebras, 12.

  • Uma pressão ardente no canto externo do olho esquerdo, sem rubor (após nove dias), 1.

  • Ardor e pontadas nas bordas das pálpebras à noite (mesmo o fumo do tabaco arde no nariz), (septuagésimo primeiro dia), 73.

  • Ardor nas pálpebras, e visão menos distinta à noite (trigésimo primeiro dia); com obscurecimento da vista (trigésimo segundo e trigésimo terceiro dias), 43.

  • Leve ardor no canto externo esquerdo, de manhã (décimo sexto dia); nos cantos (vigésimo dia); nos cantos externos (quinquagésimo terceiro dia), 72.

  • Ardor nos cantos externos, após levantar-se (décimo terceiro dia), 66. [560.]

  • Dor cortante na pálpebra superior, 81.

  • Uma pontada e sensação de secura no canto externo direito, como se um grão de areia tivesse entrado nele (décimo segundo dia), 32.

  • Uma pontada aguda, violenta, profundamente penetrante, de tempos a tempos, no canto interno direito (após duas horas), 1.

  • Violenta pontada no canto interno do olho esquerdo, que exsuda humidade, pela qual a visão fica obscurecida (após uma hora e um quarto), 5.

  • Aparelho Lacrimal.

  • Lacrimejamento frequente; as lágrimas não escorrem, mas permanecem nos olhos, 12.

  • Lacrimejamento doloroso do olho esquerdo, pior ao ar livre, 12.

  • Lacrimejamento, sendo obrigado a limpar os olhos constantemente (sexagésimo quarto dia), 13.

  • Lacrimejamento, de tal modo que não podia ver nitidamente (sexto mês), 13.

  • Lacrimejamento muito profuso no frio; os olhos correm em fio (após três meses), 15.

  • Lacrimejamento do olho esquerdo ao caminhar ao ar livre (após nove horas), 1. [570.]

  • Olhos lacrimejantes ao ar livre (quinquagésimo quinto dia), 73.

  • Os olhos lacrimejavam continuamente ao caminhar contra o vento, o que já fora frequentemente observado (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Lacrimejamento frequente do olho esquerdo (ao caminhar ao ar livre), (quinto dia), 33.

  • O olho esquerdo começou a lacrimejar, permanecendo o direito seco (após quinze minutos, décimo dia), 32.

  • Globo Ocular.

  • Dor muito intensa no globo ocular direito, mas logo desaparecendo, deixando atrás de si uma sensibilidade do olho ao toque da mão, que permaneceu por muito tempo (primeiro dia); logo ao despertar a mesma dor restabeleceu-se (segundo dia), 56.

  • Pressão nos globos oculares e no crânio, como se os globos oculares fossem empurrados para dentro das órbitas por uma pedra, à noite (septuagésimo dia), 14.

  • Pressão no globo ocular direito, 59.

  • Dor puxante e lacerante em ambos os globos oculares, à noite (décimo sétimo dia), 56.

  • Dor lacerante no globo ocular direito, vindo do cérebro (primeiro dia), 84.

  • Pontadas no globo ocular esquerdo e no metacarpo direito (primeiro dia), 84.

  • Pupila. [580.]

  • Pupilas dilatadas à noite (trigésimo quarto dia), 43.

  • Grande dilatação das pupilas (após seis horas), 8.

  • Grande contração das pupilas, durando cinco dias (após uma hora), 9.

  • Visão.

  • Obscurecimento da visão como uma névoa diante dos olhos, e pressão neles, como se fossem espremidos para fora da cabeça, ou como se estivessem inchados, 1.

  • Obscurecimento da visão ao ar livre, como um véu, para objetos próximos e distantes, com confusão da cabeça durante meia hora, 1.

  • A visão parece obscurecida, com sensação como se houvesse algo diante dos olhos, 12.

  • Os olhos tornam-se baços, fracos e estrábicos, 12.

  • Falha dos olhos ao ler (dentro de duas horas), 71.

  • Mal pode ver qualquer coisa com o olho esquerdo, associado a fotofobia, com lacrimejamento e aglutinação das pálpebras, 12.

  • Vista indistinta (sétimo dia), 26. [590.]

  • Obscurecimento da vista com dilatação das pupilas e ardor das pálpebras (quadragésimo quinto ao quinquagésimo segundo dia), 43.

  • Obscurecimento da vista ao escrever (primeiro dia), 70.

  • Falha da vista, com dor dolente na testa (quarto dia), 46.

  • Amaurose completa do olho direito, e fraqueza incipiente da visão do esquerdo, exigindo a iluminação mais intensa, com dores dolentes rápidas, perda de força ao menor esforço, associada a inchaço vermelho das pálpebras, secretando muco; curou-se pouco a pouco completamente dentro de nove meses, 12.

  • Míope, 1.

  • A miopia aumentou, 12.

  • Tão míope que mal podia ver o chão; até os objetos próximos eram indistintos (após nove meses), 13.

  • Visão dupla ao ler, momentaneamente melhorada ao fechar o olho esquerdo, 12.

  • Fotofobia ao ar livre, que durava havia muitos anos; juntamente com ela cessa a visão de um brilho vermelho-escuro, de modo que ela pode dispensar os óculos azuis até então usados (nona semana), 12.

  • Ligeira sensibilidade no olho direito, pela manhã (vigésimo segundo dia); sensibilidade dos olhos (quadragésimo terceiro dia), 73. [600.]

  • Súbito escurecimento diante dos olhos, estando sentada quietamente à tarde, de modo que não vê nada; ao mesmo tempo, as vozes dos que estavam em volta parecem vir de grande distância, 12.

  • Súbito ataque de escurecimento diante do olho direito, com formigueiro e sensação de adormecimento na língua, na metade direita do rosto e descendo pelo braço direito, até à paralisia de todo o lado direito, com queda ao chão e delírio, passando rápida e inteiramente, exceto frequentes acessos de desfalecimento ao estar de pé durante a manhã, numa mulher grávida (sétimo mês), 12.

  • À noite, à luz de vela, escureceu diante dos olhos, de modo que ele não podia ver distintamente; ler e escrever eram muito difíceis; na manhã seguinte, ao levantar-se, tremulação de pontos brancos brilhantes diante dos olhos; parecia azul quando os olhos estavam fechados; era difícil ler e escrever (após vinte e duas semanas), 13.

  • Torna-se preto diante dos olhos, como uma lipotímia, por acessos, 12.

  • Escuro diante do olho direito, com contrações da pálpebra superior, 12.

  • Ao ler, os objetos parecem escuros, com sensação em volta dos olhos como se ele não tivesse dormido o suficiente, 1.

  • A visão do olho que não está inflamado parecia escura, 1.

  • A visão parecia comprometida; tudo o que era visto com o olho esquerdo parecia envolto em nevoeiro, de modo que, quando fecha o olho direito, mal consegue ler, porque as letras parecem cobertas de manchas de nevoeiro (após seis meses), 13.

  • Visão enevoada, com torpor da cabeça (quinto dia), 26.

  • Ao longe, parece como olhar através de nevoeiro; de perto, tudo parece menor, 12. [610.]

  • Todo objeto visto pelo olho direito parece menor do que o natural, 12.

  • Ardor mordicante no canto do olho direito, uma vez por volta das 5 da tarde (sem qualquer causa que afetasse os olhos); os objetos ao redor nadavam diante dos meus olhos; eu não podia ver nitidamente, muito menos ler; isto durou quase um quarto de hora, 59.

  • Uma rede escura flutua diante do olho, com visão dupla, 12.

  • Ao ler, a impressão flutua diante dos olhos, 12.

  • Todos os objetos diante dos olhos flutuam ao fixar o olhar por pouco tempo (décimo quarto mês), 12.

  • Pontos pretos diante dos olhos, que pareciam mover-se, mesmo ao fechar os olhos, com torpor do occipício, 3.

  • Pequenos lampejos pretos passam diante dos olhos, 12.

  • Um fio preto de lã parece flutuar diante do olho esquerdo; parece realmente existir, e ele tenta apanhá-lo (vigésima primeira semana), 13.

  • Manchas escuras diante dos olhos ao ler, de modo que a leitura era difícil (quinquagésimo quinto dia), 13.

  • Nuvens e estrias (muscæ volitantes) pairavam diante dos olhos, acompanhadas de indistinção da vista, que continuou no dia seguinte (nonagésimo sétimo dia), 43. [620.]

  • Ilusão da visão; ao escrever, todos os objetos ao redor parecem tremer (logo após comer), 9.

  • Uma mancha cinzenta diante do olho direito, com diminuição e oscilação de todos os objetos para cá e para lá, ao fechar um olho, pior pela manhã, 12.

  • Uma mancha cinzenta tremeluz diante do olho direito, às vezes cercada por uma auréola dourada, às vezes girando em círculo; o olho parece especialmente baço, e o branco frequentemente vermelho e quente, 12.

  • Aparição frequente como se um pássaro voasse diante do olho, 12.

  • Ao ir jantar, súbita cintilação diante dos olhos, e uma multidão de pontos pretos brilhantes nadava diante deles, de modo que ele não podia distinguir claramente os objetos ao redor. Depois de algum tempo este sintoma desapareceu; primeiro no olho direito (quinto dia), 74.

  • Cintilação diante dos olhos à noite, imediatamente após tomar uma dose, 12.

  • Grande cintilação diante dos olhos, associada a movimentos ondulantes, especialmente ao escrever (décimo nono dia), 13.

  • Cintilação diante dos olhos, de modo que ele mal podia ver durante o jantar (trigésimo quarto dia), 13.

  • Tremulação e cintilação diante dos olhos, de modo que a visão era indistinta, continuavam a reaparecer (após vinte semanas), 13.

  • Zigue-zagues brilhantes tremulantes diante dos olhos (septuagésimo dia), 13. [630.]

  • Um movimento ondulante, em zigue-zague, diante dos olhos durante uma hora depois de sair da cama, tornando a visão muito indistinta (décimo sétimo dia), 13.

  • Ao entrar num quarto escuro, um disco luminoso do tamanho de uma pera pairava diante dos seus olhos; brilhava como um pirilampo (sexto dia), 33.

  • Pontos dourados flutuando para baixo diante dos olhos, e desaparecendo lentamente, 12.

  • Clarões coloridos às vezes atravessando os olhos, 12.

  • Visão de um disco luminoso, brilhando como um pirilampo. Isto era às vezes percebido durante o dia, mas mais frequentemente ao crepúsculo, no quarto. Depois, este círculo luminoso, que seguia os movimentos do globo ocular e pairava a várias distâncias, ora diante de um, ora diante de ambos os olhos, assumiu forma mais elíptica e tinha no centro um núcleo violeta-escuro ou enegrecido. Às vezes o disco era do tamanho de um grão de milhete ou de uma semente de cânhamo, mas sempre luminoso na borda (até ao quadragésimo sexto dia), 33.

  • Pontos azul-brilhantes cintilantes diante dos olhos, de modo que ele mal podia ver distintamente pela manhã ao levantar-se (após seis meses), 13.

  • Zigue-zagues brilhantes cintilantes diante dos olhos, de modo que ele foi obrigado a fechá-los enquanto escrevia; enquanto durou, não podia ver distintamente (sexagésimo nono dia), 13.

OUVIDO

  • Externo.

  • Dor fina, tipo cãibra, no meato auditivo externo direito; pior quando o couro cabeludo é tracionado para baixo a partir do ponto mais alto do crânio (após quatro dias), 11.

  • Sensação de cãibra na orelha externa direita (após quatro horas e meia), 3.

  • Compressão na orelha externa, 62. [640.]

  • Dor dilacerante extraordinariamente violenta na concha esquerda, e logo depois no olho esquerdo, terminando com uma pontada lancinante através do meio do globo ocular (terceiro dia), 57.

  • Dor contínua, constritiva, com pontadas, na concha da orelha esquerda, após o jantar, enquanto estava sentado (primeiro dia), 24.

  • Tensão na porção inferior da orelha externa, como se uma faixa a puxasse para baixo (após seis horas), 11.

  • Dor opressiva e em queimação violenta atrás da orelha direita (após nove horas), 10.

  • Dor opressiva surda atrás da orelha esquerda (após meia hora), 10.

  • Leve sensação de repuxamento atrás da orelha direita, e alguma constrição na orelha (trigésimo sétimo dia), 72.

  • Repuxamento atrás da orelha direita, com pontadas isoladas na apófise mastoide do osso temporal, desaparecendo logo após o jantar (sexagésimo nono dia), 72.

  • Interno.

  • (Quantidade aumentada de cerúmen), 1.

  • Exsuda da orelha direita uma umidade constante, com odor de carne estragada, com tumefação e um barulho de água fervendo na orelha, com audição difícil, 12.

  • (Secreção do ouvido reduzida), 12. [650.]

  • Grande tumefação dentro de ambos os ouvidos, com audição muito difícil, latejamento congestivo dos vasos ali e em toda a cabeça, durando muito tempo e recorrendo em intervalos indefinidos (do oitavo ao décimo primeiro mês), 12.

  • Sensação de tumefação nos ouvidos, com aumento da dificuldade de ouvir, 12.

  • Perfuramento dolorido no ouvido direito, e ao mesmo tempo nos dentes, no olho direito e na fronte, tornando-se intolerável à noite, 12.

  • Cãibra no ouvido interno, como dor de ouvido e compressão, seguida de uma pontada como um raio, de modo que ele tremia; frequentemente à noite, 1.

  • Dor cãibroide passageira no ouvido direito (nono dia), 32.

  • Tensão nos condutos auditivos e obstrução dos ouvidos (quadragésimo sexto dia), 73.

  • Sensação como se algo estivesse sendo espremido para fora por ambos os ouvidos, 79.

  • Dor opressiva no meato auditivo (ao meio-dia), 1.

  • Dor opressiva com pontada no meato auditivo direito (após cinco horas), 10.

  • Perfuração nos ouvidos (terceiro dia), 15. [660.]

  • Contrações no ouvido direito, com pontadas (primeiro dia), 84.

  • Contrações trêmulas do ouvido até o canto esquerdo da boca, 79.

  • Dor em beliscão no ouvido direito, 5.

  • Beliscão no ouvido esquerdo ao engolir, 12.

  • Pontadas nos ouvidos, 12.

  • Pontadas e tinido no ouvido direito (primeiro dia), 84.

  • Pontadas isoladas, erráticas, muito dolorosas, da profundidade do ouvido direito através da orelha externa (décimo terceiro dia), 73.

  • Várias pontadas no interior do ouvido direito, 79.

  • Pontada surda no interior do ouvido direito, 80.

  • Pontada surda do ouvido direito para fora, por baixo do lóbulo (primeiro dia), 83. [670.]

  • Pontada muito violenta no ouvido direito, da parte externa para dentro, até a interna, que o obrigava a prender a respiração e deixou o ouvido sensível por algum tempo, ao entrar do ar frio externo para dentro de casa, à noite (vigésimo nono dia); pela manhã, outro acesso de dor no ouvido, porém menos grave; sensação no ouvido como se o livre acesso do ar estivesse impedido, mas sem a menor diminuição da audição; no fim da manhã o ouvido estava bem de novo, mas após o jantar ele teve nele uma sensação como se o órgão externo estivesse cheio de água, semelhante à sensação percebida quando se mergulha a cabeça sob a superfície (trigésimo dia); uma reminiscência da dor de ouvido do trigésimo dia, no fim da manhã; completamente aliviado à noite, mas ameaçando voltar quando ele dirigia especialmente sua atenção para isso, o que não acontecia quando fixava intencionalmente a mente nas outras partes sofrentes (trigésimo terceiro dia); em vez do direito, hoje o ouvido esquerdo tem um toque da dor em pontada (trigésimo quarto dia), 73.

  • Prurido violento no ouvido, como de uma úlcera, 12.

  • 12h50 da tarde, em ambiente fechado, sensação súbita e passageira, como se ar frio soprasse para dentro do ouvido direito (quarto dia), 90.

  • Calor no ouvido direito (septuagésimo segundo dia), 73.

  • Pela manhã, sensação de plenitude, com obstrução no ouvido direito e espirros frequentes, que voltou à noite; logo depois, prurido bastante violento em ambas as narinas em direção à ponta do nariz, após breve duração do qual seguiu-se secreção de muco fino (décimo quarto dia), 73.

  • Sensação de obstrução no ouvido esquerdo, com poder auditivo reduzido, cada vez durando vários minutos, pela manhã e ao meio-dia (quadragésimo segundo dia), 44.

  • Ambos os ouvidos obstruídos (primeiro dia), 84 ; (segundo dia), 87.

  • Audição.

  • Audição alternadamente boa e ruim, 12.

  • Audição muito difícil por alguns dias (terceira semana), 14.

  • A orelha direita parecia acometida, a audição estava comprometida, a parte inferior da concha estava inflamada, tumefeita, sensível ao toque, às vezes associada a coceira e rugido (após seis meses), 13. [680.]

  • Dificuldade de ouvir aumentada, com zumbido constante nos ouvidos, 12.

  • Barulho no ouvido, como de papel metálico amassado, 12.

  • Sons terríveis nos ouvidos, com embotamento da cabeça, 12.

  • Zumbido nos ouvidos (segundo dia), 38.

  • Zumbido e rugido na cabeça, ao meio-dia (quadragésimo primeiro dia), 73.

  • Zumbido violento nos ouvidos, durando várias horas (trigésimo nono dia), 77.

  • Silvo e zumbido no ouvido direito (quarto dia), 32.

  • Silvo no ouvido esquerdo (décimo e décimo segundo dias), 32.

  • Sibilo nos ouvidos, como de água fervendo, 12.

  • Canto constante na cabeça, sempre com a mesma melodia, 12. [690.]

  • Tinido nos ouvidos, 10, 12, 87.

  • Tinido nos ouvidos por várias horas, 85.

  • Tinido nos ouvidos, frequentemente durante o dia (segundo, terceiro e sétimo dias), 84.

  • Após o jantar, sentiu de repente um tinido agudo no ouvido direito, que, após algumas horas, mudou, também de repente, para um zumbido surdo e um gemido, passando estas últimas sensações pouco a pouco para um barulho como de líquido borbulhante, que continuou a noite toda (trigésimo sétimo dia), 43.

  • Martelamento e dor dilacerante terríveis no ouvido, à noite na cama, durando até depois da meia-noite, com urinação a cada meia hora e com pés frios até os joelhos, 1.

  • Rangido em ambos os ouvidos ao engolir, assemelhando-se ao giro de um parafuso de madeira, associado a pontada e sensação de secura no canto externo direito do olho, como se um grão de areia tivesse entrado nele (décimo segundo dia), 32.

  • Pontadas dolorosas e rangido em ambos os ouvidos, como quando se gira um parafuso de madeira, especialmente durante a deglutição em vazio (após um quarto de hora, décimo terceiro dia), 32.

  • Batimento doloroso e rugido em ambos os ouvidos ao entrar no quarto vindo de ao fresco, à tarde (sexagésimo nono dia), 73.

  • Rugido nos ouvidos (quinto dia), 84 ; (quadragésimo segundo dia), 87.

  • Rugido no ouvido esquerdo (nono dia), e rangido ao engolir a secreção salivar (quinto dia), 33. [700.]

  • Rugido no ouvido (cedo, na cama), 85.

  • Rugido nos ouvidos, como uma corrente de ar através de um fogão (após uma hora), 10.

  • Rugido e rumor constantes nos ouvidos, como se ela frequentemente ouvisse o mugido do gado, 12.

  • Rugido nos ouvidos provocando dolorimento, com dor em todo o occipício, agravada por engolir, 12.

  • Rugido reduzido na cabeça e nos ouvidos, e audição melhorada, numa menina sofrendo de dificuldade de ouvir havia muitíssimo tempo (décimo segundo mês), 12.

NARIZ

  • Objetivo.

  • Tumefação e induração da asa esquerda do nariz, com dor tensional, 6.*

  • Pequena tumefação furunculosa na narina direita, 12.

  • O nariz fica invulgarmente vermelho e quente, 12.

  • Uma mancha vermelha pruriginosa, dolorosamente sensível ao toque, na fissura da asa direita do nariz (sexagésimo nono dia), 13.*

  • O nariz torna-se espesso, com as narinas alternadamente furfuráceas e muito calor picante, de modo que o ar não pode ser aspirado através dele, com sangramentos frequentes, 12. [710.]

  • *Alguma ulceração cerca de meia polegada para dentro do nariz, onde há uma crosta, 1.

  • Nariz constantemente dolorido, com tumefação nele e no lábio superior, 12.

  • Espirros (após vinte e oito horas), 6.

  • Espirros frequentes (nono dia), 20.

  • Espirros muitos e violentos, 12.

  • Espirros prolongados duas vezes ao dia, de manhã e para o entardecer, durante catorze dias, com melhora inicial, 12.

  • Espirros, com saída de muco fino pelo nariz (após meia hora), 13.

  • À noite, espirros violentos frequentes, que voltaram na manhã seguinte (oitavo dia); depois do jantar, espirros violentos frequentes, sem catarro (coisa muito invulgar nele), (nono dia); espirros frequentes (décimo sexto dia); espirros violentos frequentes e cócegas no nariz à noite (vigésimo quarto dia); de manhã, novamente espirros frequentes, com aumento da secreção de muco, associado a tosse seca irritativa frequente (vigésimo quinto dia); de manhã, espirros violentos frequentes, terminando pouco depois em embotamento da cabeça (vigésimo nono dia); espirros de manhã (trigésimo primeiro dia); espirros violentos frequentes, ao meio-dia (quadragésimo dia); com cócegas no nariz e ardor nos olhos, como se um catarro estivesse a começar, ao despertar (quinquagésimo quinto dia), 72.

  • Espirros frequentes, com nariz obstruído e aspereza na garganta; estes sintomas catarrais tornaram-se mais intensos à noite, com dor na fronte e peso e pressão nos olhos, seguidos de uma noite muito inquieta (trigésimo oitavo dia); ao despertar pela manhã, a garganta está inteiramente revestida de catarro, e depois a laringe e a traqueia ficam doloridas; depois, mal-estar geral, tanto do corpo como da mente; a fronte dói, os olhos ardem, o nariz está obstruído e a voz está rouca; ao meio-dia sentiu-se melhor ao caminhar ao ar livre, mas em repouso a agravação voltou novamente; havia muito corrimento nasal, os pés estavam frios, e a sensação geral de enfermidade levou-o a deitar-se cedo à noite; contudo, demorou muito a aquecer-se, e então instalaram-se embotamento da cabeça, tosse frequente, obstrução do nariz e, em suma, todos os sintomas de uma ligeira febre catarral (trigésimo nono dia); pela manhã sentia-se muito inquieto e muito fraco, e ficou de cama até às 10 horas; depois sentiu-se melhor; ao meio-dia, zumbido na cabeça, que parece embotada; tosse seca frequente; incomparavelmente melhor à noite do que no dia anterior; os sintomas febris sobrevieram à noite, mas cessaram depois da meia-noite, e para a manhã surgiu suor (quadragésimo dia); espirros violentos frequentes, com tosse e expectoração de muco, pela manhã (quinquagésimo segundo dia); espirros frequentes (quinquagésimo nono dia); espirros pela manhã (sexagésimo quarto dia); dois espirros, que pareciam ser excitados por um vapor que subia do estômago para o nariz (logo em seguida, sexagésimo nono dia), 73.

  • Catarro seco muito violento, com corrimento aquoso do nariz por vezes (décimo sétimo dia), 14. [720.]

  • Catarro seco constante na narina direita, 12.

  • Catarro o dia inteiro (décimo sétimo dia), 76.

  • Catarro muito intenso, com aumento da secreção nas vias aéreas (trigésimo quinto dia), 75.

  • Sobreveio, sem causa, à noite, um forte resfriado, precedido por embotamento da cabeça e espirros frequentes (sétimo dia); o catarro foi incômodo durante toda a experimentação patogenética homeopática e tinha esta particularidade: muitas vezes desaparecia completamente por horas e depois voltava subitamente, sem causa, com renovada intensidade e com muitos espirros; o catarro, que havia remitido, piorou, com espirros frequentes (quadragésimo sexto dia); o catarro durou mais de três meses, e o experimentador hesita muito menos em atribuí-lo à ação do medicamento porque jamais um catarro lhe havia durado tanto tempo, 44.

  • Sensação de obstrução na narina direita, com espirros frequentes e sensação de frio nos pés, que externamente estavam quentes ao toque (quarta noite); os sintomas nasais, com confusão surda na cabeça (quinto dia); o catarro ainda está presente, apenas se manifesta novamente, de certo modo, por aumento da secreção de muco pelo nariz (décimo primeiro dia); catarro pior (décimo segundo dia); tornou-se muito intenso, e uma ou outra narina estava quase constantemente obstruída; às 3 da tarde, espirros, seguidos de pontadas muito violentas na parte inferior do pulmão direito (décimo terceiro dia); catarro reduzido ao mínimo (décimo quarto dia); o corrimento nasal volta a ser bastante abundante, espirros frequentes (décimo quinto dia), 65.

  • Catarro e tosse convulsiva, com êmese de muco pela manhã, durante vários dias (octogésimo sétimo dia); catarro abundante todos os dias enquanto estava sentado para evacuar, durante a última semana (nonagésimo nono dia), 13.

  • Corrimento catarral frequente do nariz (após duas horas); catarro seco, que se torna fluente por espirros, ao ar livre (após dez horas); sem espirros, com muco nas fauces, obrigando a pigarrear, nada podendo ser eliminado ao pigarrear (após vinte e seis horas); com dor de cabeça constante (após quarenta e oito horas), 8.

  • Coriza abundante, pela manhã (após setenta horas), 8.

  • Coriza violenta, com tosse à noite (após treze dias), 1. [730.]

  • Coriza abundante violenta e catarro; coisa igual ele não tivera havia muitos anos, 1.

  • Coriza súbita violenta, 1.*

  • Coriza abundante perturbando o repouso noturno (décimo terceiro dia), 21.

  • Coriza e tosse, com expectoração cinzenta invulgar, reiteradas em intervalos indefinidos, 12.

  • Coriza e tosse, com pontadas abaixo da mama esquerda, 12.

  • Coriza, com cócegas na garganta provocando tosse, com sensação de carne viva no tórax, cólica constritiva e ardor no abdómen, diarreia, muita sede, e aumento da leucorreia, 12.

  • Coriza violenta alivia o mal-estar geral, 12.

  • Coriza invulgarmente violenta e fatigante, com corrimento nasal constante, rouquidão e uma tosse muito extenuante, quase incessante, apenas durante o dia, não à noite, durando catorze dias (quarta semana), 12.

  • Coriza crônica profusa, com corrimento de muco purulento e fétido, e sensibilidade dolorosa das narinas (terceiro mês), 12.

  • Desde a rápida melhora da paralisia prévia apareceu uma coriza especialmente violenta e persistente, com rouquidão, dor na garganta, tosse, com expectoração mucosa e dor no tórax, nas costas e no sacro, com debilidade extraordinária e aumento da leucorreia, de modo que agora ela pode caminhar com tanto vigor como de costume, 12. [740.]

  • Coriza abundante apenas pela narina esquerda, com lacrimejamento do olho esquerdo, 12.

  • Coriza abundante (após duas horas), 13.

  • Coriza abundante violenta, com espirros, durando enquanto ele permanecia sentado para evacuar e fazia esforço; após uma refeição fumou, o que foi seguido por outra evacuação e pela renovação da coriza abundante (quinquagésimo primeiro dia); coriza abundante durante a evacuação (sexagésimo quarto dia); o sintoma mais constante é a coriza abundante; usa quatro a seis lenços por dia, com espirros violentos três ou quatro vezes seguidas (após vinte semanas); coriza abundante violenta com espirros frequentes e violentos, pigarro de muco, despertando do sono à noite, com profusa descarga de muco (após doze meses); coriza abundante durante a evacuação (após catorze meses), 13.

  • O aumento da secreção de muco obrigava-o frequentemente a assoar o nariz (quarto dia); pela manhã, espirros frequentes, obstrução da narina direita, alternando com corrimento; este catarro durou duas horas, depois desapareceu subitamente; reapareceu outra vez por pouco tempo à noite e cessou subitamente, como se tivesse sido cortado (quinto e sexto dias), 67.

  • Secreção da membrana de Schneider aumentada (décimo sexto dia), 67.

  • Assoando frequentemente muco espesso do nariz, ao meio-dia (décimo sétimo dia); secreção abundante de muco pelo nariz (décimo nono dia), 72.

  • A secreção nasal era toleravelmente abundante, e muco espesso era expelido por tosse frequente ao longo de todo o dia (quinquagésimo segundo dia); surgiu dentro de casa um corrimento aquoso catarral (quinquagésimo sexto dia), 73.

  • Eliminação de quantidade muito grande de muco amarelo espesso, com gosto de queijo velho, com coriza constante e tosse (primeiros catorze dias), 12.

  • Corrimento invulgarmente abundante de matéria verde espessa misturada com pus, sangue e fragmentos duros, por fim misturada com crostas secas castanhas, fortemente aderentes à porção superior de ambas as passagens nasais tumefeitas, e que também descem dos seios frontais, sendo assoadas pelo nariz durante oito dias, seguido de boa melhora, numa jovem adulta sofrendo de leucorreia e escrófula desde a vacinação (nona semana), 12.

  • Corrimento de muco purulento fétido pelo nariz , em parte espesso, em parte amarelo-enegrecido-esverdeado; ao assoar o nariz pode sentir-se que ele vem até mesmo dos seios frontais, em parte escorrendo sob forma líquida, com melhora crescente de uma asma antiga (décima segunda semana), 12.* [750.]

  • Corrimento profuso pelo nariz de grande quantidade de matéria viscosa branco-amarelada-esverdeada, com odor de queijo velho, durante quatro meses, durante os quais a recuperação da tísica dos pulmões, com a leucorreia excoriante, progride visivelmente dia a dia e todo o aspecto melhora, 12.

  • Corrimento de muco fétido pela narina direita, 12.

  • Muco nasal misturado com sangue coagulado, 1.

  • Sangramento nasal, à noite (terceiro e nono dias), 20.

  • Assoar frequentemente sangue do nariz, 4.

  • Sangramento nasal diariamente, apenas pela narina esquerda, 12.

  • Sangramento nasal frequentemente reiterado (primeira semana), 12.

  • Sangramento nasal ao assoar o nariz levemente, pela manhã ao levantar-se da cama, durante dois dias, 6.

  • Sangramento nasal duas ou três vezes por dia, 1.

  • Sangramento nasal à tarde, após o qual a cabeça ficou melhor (trigésimo dia), 76. [760.]

  • Sangramento nasal, especialmente quando ele se aquece (após setenta horas), 4.

  • Sangue coagulado no nariz, durante vários dias, 12.

  • Sangramento nasal violento, quase todas as vezes que assoava o nariz (trigésimo segundo dia), 20.

  • Subjetivo.

  • Obstrução do nariz (décimo oitavo dia), 76.

  • Obstrução do nariz, com voz nasalada (trigésimo terceiro dia), 75.

  • Pela manhã, obstrução do nariz, do qual se assoou quantidade de sangue durante todo o dia, com dor na fronte (sétimo dia), 20.

  • Obstrução do nariz, que começou a sangrar assim que ele tentou expelir ar através dele (segundo dia), 21.

  • Nariz obstruído por catarro seco constante, com frequente pigarro de muco da garganta, 12.

  • Sensação de catarro seco na parte superior do nariz, pior à noite; o nariz parece obstruído, 1.*

  • Secura do nariz internamente, à noite, de tal modo que o muco ressecado tinha de ser removido; pela manhã o nariz estava normal; depois de permanecer algum tempo deitado, o catarro seco voltou (trigésimo nono dia), 13. [770.]

  • Secura invulgar em ambas as cavidades nasais (décimo terceiro dia), 20.*

  • Secura incômoda no nariz , durando meia hora (logo); secura no nariz (quarto dia), 74.*

  • *Incômoda secura e sensibilidade do nariz , como no início do catarro. Esta sensação estendeu-se gradualmente até aos seios frontais, e os olhos também se tornaram sensíveis; estes sintomas desapareceram à tarde (décimo quinto dia); ao levantar-se, sobreveio na narina esquerda e no seio frontal direito a mesma sensação que havia sido sentida dois dias antes; mas agora a narina direita estava inteiramente livre dela (décimo sétimo dia), 72.

  • Secura incômoda no nariz subindo até aos seios frontais, à noite (quadragésimo primeiro dia); secura incômoda no nariz (quadragésimo segundo e quadragésimo terceiro dias); com cócegas durante a manhã, a secura e a pressão no nariz e nos seios frontais aumentaram tanto que isso o incomodou muito em sua aula; ao meio-dia sobreveio um corrimento catarral e desapareceu de novo completamente numa hora; pouco depois voltaram a pressão na raiz do nariz e a copiosa secreção de muco; a pressão depois irradiou para os ouvidos, onde produziu tensão nos canais auditivos e obstrução dos ouvidos (quadragésimo sexto dia); secura e tensão no nariz, com sensação como se toda a mucosa estivesse tumefeita (logo em seguida, quadragésimo sétimo dia); a conhecida sensação seca incômoda no nariz apareceu ao meio-dia, enquanto estava sentado tranquilamente no quarto; melhorou muito ao ar livre, mas voltou, embora menos violentamente, ao entrar novamente em casa; o nariz só se tornou húmido depois de ter fumado um cigarro (quadragésimo nono dia); secura do nariz (sexagésimo sexto dia); ao fumar um cigarro (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Sensação de tensão acima da asa direita do nariz, desaparecendo após esfregar (após vinte e quatro horas), 6.

  • Dor surda na raiz do nariz, com sensação de calor, como se um resfriado estivesse para começar, durante a manhã (primeiro dia), 20.

  • Pressão dolorosa na raiz do nariz (terceiro dia), 21.*

  • Ardor na borda inferior da narina direita, que estava sensível ao toque (durante meia hora), ao meio-dia (quinquagésimo quarto dia), 73.

  • Ardor e secura na narina direita, subindo até aos seios frontais (sexagésimo oitavo dia); ardor em todo o nariz, que parece tumefeito, com aumento da sensibilidade no septo, no qual se veem várias vesículas; as vesículas secam à tarde (septuagésimo sétimo dia), 72.

  • Na narina direita, sensação de sensibilidade dolorosa ou ulceração, agravada pela pressão sobre a asa, mas desaparecendo no dia seguinte (quinquagésimo sexto dia), 44.* [780.]

  • Pontadas na asa esquerda do nariz, 80.

  • Formigamento corrosivo no nariz, 1.

  • Formigamento no nariz, como na coriza, 1.

  • Olfato.

  • Embotamento do olfato e do paladar (sétimo ao décimo terceiro dia), 24.

ROSTO

  • Objetivo.

  • Parece muito doente, e está com o rosto um tanto inchado (vigésimo primeiro dia); parece pálida e terrosa (vigésimo quarto dia), 76.

  • Expressão de sofrimento, 12.

  • Aparência má, abatida (sétimo dia), 26.

  • O rosto está macilento, e a aparência é má durante todo o dia (sexagésimo sexto dia), 73.

  • Parece muito perturbada, com rosto pálido, emagrecimento rápido e grande debilidade, que, juntamente com sua perturbação, faz grande esforço para ocultar dos outros, 12.

  • A expressão até então terrosa torna-se mais viva (nas primeiras quatro semanas), 12. [790.]

  • O aspecto pálido numa rapariga de catorze anos deu pouco a pouco lugar a faces coradas e frescas (durante as primeiras seis semanas), 12.

  • Cor amarelo-pálida do rosto, 12.

  • Rosto constantemente quente, vermelho como fogo, com pequenas varicosidades finas que coçam muito, 12.

  • Rubor do rosto, com extremidades frias, à tarde (vigésimo sexto dia), 76.

  • Parecia pálida (oitavo dia), 20.

  • Palidez constante do rosto, 12.

  • Parece pálida e doentia (octogésimo quarto dia), 42.

  • Pele do rosto impura, como se estivesse suja, 12.

  • Rosto edematoso, inchado por longo tempo, 12.

  • Erisipela branca e luzidia do rosto, 12.

  • Subjetivo. [800.]

  • Sensação, por paroxismos, de que o rosto e os lábios estão inchados, 12.

  • O rosto parece como queimado pelo sol, embora não esteja, 12.

  • Dor no rosto, a princípio diariamente às 7 da manhã e às 8h30 da noite, depois mais surda e persistente durante todo o dia, começando no osso malar esquerdo, perto da orelha, estendendo-se pelos dentes até o nariz, e pelo olho e supercílio até a têmpora e para dentro da cabeça; por volta das 8h30 da noite, um choque elétrico surdo através dos nervos dentários e daí espalhando-se subitamente, com ardor como fogo nas partes dolorosas, que são muito sensíveis à luz solar; o olho esquerdo também está muito afetado, menor e muito sensível a toda mudança do ar; antes disso houvera muitos furúnculos e borbulhas muito grandes no rosto e no pescoço (décimo mês), 12.

  • Dor lacerante ardente em todo o lado esquerdo do rosto, aparentemente no periósteo, ao jantar (décimo sexto dia), 72.

  • Ligeiro repuxamento no masséter direito, com acumulação de saliva na boca (septuagésimo segundo dia), 72.

  • Logo percebi um repuxamento lento, por vezes dor fulgurante, na metade direita do rosto, da têmpora aos dentes; depois toda a região se tornou sensível, e aumentou em sensibilidade com os sintomas subsequentes, no decorrer da tarde, 62.

  • Dor puxante entre a boca e o nariz, como se o periósteo estivesse tenso; uma dor estendia-se sobre os ossos nasais, como se houvesse uma sela sobre eles, 7.

  • Dor puxante aguda no rosto, atravessando a bochecha esquerda, dentes, orelha e descendo pelo lado do pescoço, pior ao deitar-se à noite, melhorada ao andar de um lado para o outro e por agasalho quente, 12.

  • Dor lacerante violenta no rosto à noite, com inchaço das bochechas, terminando com um dente ulceroso, 12.

  • Dor lacerante no rosto, aumentando sem cessar, com inchaço da bochecha esquerda, durando cinco dias (após o segundo dia), 12. [810.]

  • Pontadas fulgurantes como relâmpagos no rosto, estendendo-se para a mandíbula esquerda, sem dentes, através da orelha e para dentro da cabeça, por paroxismos, 12.

  • Bochecha.

  • Inchaço das glândulas linfáticas ao lado da bochecha esquerda, 1.

  • Durante a noite, a bochecha esquerda torna-se espessa, com tensão nela e repuxamento nos dentes, que aumentaram até o dia seguinte, subiram mais alto, até o olho, sob o qual apareceu um inchaço edematoso; depois estenderam-se sobre o nariz e gradualmente se espalharam pela outra bochecha; e, após o segundo dia, diminuíram, com dor dolente na gengiva, sensação muito acentuada de debilidade geral e uma dor nervosa puxante em todos os membros (uma espécie de erisipela edematosa, em quem nunca estivera sujeito a isso), (sétimo mês), 12.

  • Rubor ardente circunscrito das bochechas, diariamente à tarde, com agitação interna e aumento das dores na cabeça e nos dentes, 12.

  • Sensação como se um ponto sob a narina direita viesse a endurecer (após três horas e meia), 3.

  • Dor cãibrica na bochecha direita quando a parte está em repouso (após meia hora), 5.

  • Dor com sacudidas e finas pontadas nos músculos das bochechas, somente ao caminhar ao fresco, 1.

  • Dor terebrante no osso malar esquerdo, melhorada pelo toque (após sete e vinte e nove horas), 8.

  • Prurido escavante e doloroso no osso malar esquerdo (após meia hora), 8.

  • Dor lacerante nos maxilares, com inchaço das bochechas, do nariz e sob os olhos, com calor, picadas e sensação de contusão neles, 12. [820.]

  • Formigueiro com repuxamento no osso zigomático esquerdo, que deixou, por muito tempo, uma sensação de embotamento (décimo sétimo dia); reapareceu de novo no mesmo local, e depois no lado direito (décimo oitavo dia), 56.

  • Formigueiro e repuxamento em ambos os ossos zigomáticos, e no osso maxilar superior esquerdo, surgiram instantaneamente e desapareceram tão rapidamente quanto haviam aparecido (primeiro dia), 57.

  • Formigueiro com repuxamento nos ossos zigomáticos por seis semanas, 57.

  • À noite, enquanto mastigava um pedaço de pão, uma intensa pontada entre a orelha esquerda e o arco zigomático, como se o osso maxilar se tivesse deslocado subitamente, arrancando um grito; esta dor era sentida cada vez que tentava mastigar, continuando toda a noite, e ainda era sentida na manhã seguinte (segundo dia); a dor antes mencionada nos músculos da mastigação, ao mastigar, à noite (terceiro dia), 32.

  • Formigueiro e contrações que se estendem em direção ao osso zigomático, 1.

  • Rigidez dos músculos masseteres esquerdos, dolorosa ao abrir a boca (após quatro dias), 11.

  • Repuxamento passageiro no osso maxilar superior esquerdo, à 1 da tarde (sexto dia); repuxamento no osso maxilar superior esquerdo, às 5 da tarde (décimo dia); no osso maxilar superior direito, de manhã (décimo primeiro dia), 65.

  • Dor puxante lacerante no lado esquerdo do maxilar superior, por paroxismos, 12.

  • Dor roente e terebrante reiterada no maxilar superior esquerdo (após uma hora e meia), 8.

  • Dor lacerante violenta no maxilar superior esquerdo, estendendo-se em direção ao olho (após duas horas), 5.

  • Lábios. [830.]

  • Os lábios inteiros, as gengivas e o freio da língua estão cobertos por numerosas úlceras brancas, planas, grandes e pequenas, 12.

  • Os lábios estão quentes e rachados, e doem muito agudamente ao comer, 12.

  • Os lábios, a gengiva e a língua estão muito pálidos, 12.

  • O lábio superior, que há muito tempo está espesso, torna-se ainda mais inchado (segunda semana), 12.

  • O espesso lábio superior escrofuloso torna-se menor (terceira semana), 12.

  • Vesículas no lábio superior, 12.

  • De manhã, no lábio superior, uma mancha saliente, vermelha, que coça violentamente, que o obrigava a coçar, mas desapareceu sem deixar vestígio ao cabo de uma hora (vigésimo oitavo dia), 72.

  • Leve calor e rubor, com ardor no lábio superior, pela manhã (quinquagésimo quarto dia); lábio superior algo inchado e ardente (sexagésimo sétimo dia); aparece no lábio superior, perto do canto direito da boca, um tubérculo que coça violentamente (septuagésimo primeiro dia), 72.

  • Na borda do lábio superior, duas pequenas manchas vermelho-escuras, ardentes, do tamanho de uma lentilha; sobre elas, durante os três dias seguintes, desenvolveram-se pequenas elevações, que secaram e caíram (após dez dias); posteriormente apareceram duas novas manchas, que seguiram o mesmo curso (décimo dia), 56.

  • O lábio inferior incha e torna-se escamoso, 12. [840.]

  • Uma grande vesícula na face interna do lábio inferior, 12.

  • Os lábios estão dolorosos, como se queimados, 12.

  • Contrações do lábio superior, 1, 12.

  • À noite, contrações súbitas e cãibricas do lábio inferior, e aqui e ali em pontos circunscritos da pele (trigésimo primeiro dia), 72.

  • Sensação de sacudidas no lábio superior, perto do canto da boca, 6.

  • Secura dos lábios sem sede (após onze horas), 8.

  • O lábio superior é sensível (septuagésimo sétimo dia), 72.

  • Ardor no vermelhão dos lábios e no céu da boca, 1.

  • Dor cortante no lado esquerdo do lábio superior, 80.

  • Dor cortante através da metade esquerda do lábio inferior, de baixo para cima (segundo dia), 83. [850.]

  • (Pontadas nos lábios), 1.

  • Prurido fino na face interna do lábio superior, 3.

  • Queixo.

  • As articulações da mandíbula estalam quando boceja, ocorrência totalmente invulgar (trigésimo sétimo dia), 73.

  • Repuxamento lacerante na mandíbula direita, à noite, 6.

  • Dores lacerantes na mandíbula, que começaram de ambos os lados, na região da articulação, correram para diante juntas em linha até o queixo, uniram-se e desapareceram simultaneamente, 79.

  • Dor lacerante volante, em sacudidelas separadas, do ângulo da mandíbula ao osso hioide, bastante profunda nos tegumentos (quadragésimo quinto dia), 73.

  • Pontadas na mandíbula saindo da orelha, 1.

  • Pontadas como agulhas na mandíbula esquerda (após uma hora e meia), 8.

  • Pontada puxante violenta no ângulo da mandíbula esquerda, desaparecendo após o toque (após oito minutos), 8.

  • Uma pontada terebrante no lado direito da mandíbula (sexagésimo primeiro dia), 73. [860.]

  • Dor em pontada na mandíbula esquerda; depois, algumas pontadas agudas, como de agulhas, no lado esquerdo do cérebro, para a madrugada (sexagésimo sétimo dia), 14.

BOCA

  • Dentes.

  • Ranger dos dentes à noite, 12.

  • Os dentes adquirem uma coloração amarelo-suja, que persiste, 12.

  • (Os dentes, que haviam estado amarelos durante a primeira parte da patogenesia, começaram a ficar mais brancos), (59º dia), 13.

  • Sangramento de todos os dentes, em dois acessos num só dia, 12.

  • Afrouxamento dos dentes, que também estão em parte friáveis, 12.

  • Os dentes parecem soltos e sensíveis a todo toque, 12.

  • Todos os seus dentes pareciam soltos pela manhã (19º dia), 76.

  • Sensação nos dentes anteriores inferiores, como se a gengiva estivesse descolada dos dentes; a gengiva está vermelha, com pontos azul-escuros, e com uma margem branca supurante ao redor dos colos dentários, 12.

  • Todos os dentes estão dolorosamente sensíveis, tornando impossível mastigar, 12. [870.]

  • Dor como de contusão sob os últimos dentes direitos, 7.

  • Grande sensibilidade dos dentes anteriores; o frio e o calor provocam dores como se os dentes se partissem (53º dia), 13.

  • Aumento da sensibilidade dos caninos, sensação de rigidez ao mordê-los, com vertigem e embotamento da cabeça (68º dia), 13.

  • Odontalgia do entardecer até a meia-noite, surda, como por leve pressão sobre um nervo, com sacudidas ocasionais nela, 1.

  • Odontalgia em todos os dentes posteriores de ambos os lados, aumentando de dia para dia, provocada apenas pela mastigação durante as refeições, e tornada intolerável ao morder com eles; durando muito tempo (5º mês), 12.

  • Odontalgia surda no lado esquerdo, como se os dentes tivessem sido atacados por ácidos, juntamente com dor no lado esquerdo da testa e aumento da vontade de urinar, 12.

  • Dor contínua, escavante e em queimação, em dois molares superiores cariados do lado direito. (Odontalgia removida por uma dose de Merc. sol. 3), (3º dia); a odontalgia voltou sempre que ele entrava, vindo da rua, em um aposento aquecido, e ali permanecia por algum tempo; a água fria era o único paliativo quando a dor era muito violenta; ela desapareceu pouco a pouco em alguns dias (4º dia), 22.

  • A odontalgia reapareceu, mas apenas em circunstâncias semelhantes (4º dia); após caminhar ao ar livre, ele entrou em um aposento aquecido, quando a odontalgia acima descrita reapareceu, mas logo cedeu e desapareceu com o uso de água fria. Este sintoma retornava sempre que ele entrava em um ambiente fechado e nele permanecia por algum tempo. Era imediatamente diminuído ao aspirar por alguns minutos o ar de uma janela aberta (11º dia), 23.

  • A odontalgia voltou dez minutos depois de ter entrado, pela manhã, em um aposento quente sem fogo (1º dia); a odontalgia reapareceu novamente nos acessos habituais (13º dia); a odontalgia voltava sempre que ele entrava em um ambiente fechado vindo do ar livre (15º ao 33º dia), 24.

  • Dor escavante contínua em dois molares superiores cariados do lado direito, aliviada por água fria, mas aumentada por sopa quente e fumaça de tabaco (4º dia), 25. [880.]

  • Odontalgia escavante e martelante, agravada por todo toque da língua, e pior à noite, com gengiva vermelho-escura e inchaço da bochecha, doloroso ao toque (2º mês), 12.

  • Odontalgia ulcerativa, durando muito tempo, indo e vindo, 12.

  • Dor corrosiva constante em um dente cariado, afetando todo o lado da cabeça, agravada por todo frio (bebidas ou ar), e também pela mastigação (após 4 dias), 11.

  • Odontalgia nos dentes anteriores, como se se partissem, provocada por bebida fria (67º dia), 13.

  • Dor opressiva em um dente cariado ao assoar o nariz, 1.

  • Dor compressiva súbita na raiz de um dente antigo, seguida pela formação de uma úlcera na gengiva (após 13 meses), 14.

  • Após cada xícara de seu chá habitual, padecia de violenta dor opressiva no primeiro molar inferior, como se o dente se fendesse, dor que depois se estendia por todo o maxilar superior e inferior, e desaparecia pouco a pouco (após uma hora), 5.

  • Repuxamento nervoso agudo nos dentes anteriores, 12.

  • Odontalgia puxante aguda nos dentes inferiores, estendendo-se de baixo para cima, frequentemente sem causa, em geral pior durante a refeição, 1.

  • Repuxamento nos incisivos inferiores, imediatamente (10º dia), 63; várias vezes (16º dia), 67. [890.]

  • Dores puxantes errantes nos dentes cariados durante dois dias (após 13 dias), 75.

  • Dor lacerante nos dentes do lado esquerdo, à tarde (34º dia), 75.

  • Acesso de odontalgia lacerante, todas as noites, à meia-noite, 12.

  • Dores lacerantes nos dentes, recorrendo diariamente, das 10 às 11 da manhã, e à noite, 12.

  • Dores lacerantes nos dentes inferiores direitos, com inchaço da bochecha, estendendo-se até abaixo do queixo, impedindo abrir a boca, com dores na garganta que tornam difícil engolir, 12.

  • Violenta odontalgia lacerante, dia e noite, estendendo-se por todos os dentes, surgindo e desaparecendo de repente, durando quatro semanas, 12.

  • Violenta odontalgia lacerante o faz sair da cama à noite, 12.

  • Violenta laceração súbita no primeiro molar inferior esquerdo, estendendo-se de repente por toda a mandíbula (após três quartos de hora), 5.

  • Dor em sacudidas em um dente cariado, pela manhã, 1.

  • Sensação de entorpecimento dos incisivos (37º dia), 13. [900.]

  • Dor bastante forte, saltitante e em pontadas, em um dente cariado da mandíbula esquerda, que nunca antes doera; esta dor surgiu apenas no dia da tomada do medicamento, e cerca de três a quatro horas após sua administração; desapareceu novamente sob as doses subsequentes, notavelmente grandes, 82.

  • Pontada em um incisivo, 1.

  • Pontada súbita em um dente cariado, à noite, enquanto comia (16º dia), 13.

  • Odontalgia, como latejamento cortante ou agudo na gengiva, 2.

  • Latejamento nos dentes, com laceração, inchaço da bochecha esquerda, sob o queixo e na boca, como por um abscesso prestes a romper-se, com pontadas nele, com sensação de mal-estar e desfalecimento, falta de apetite, língua muito saburrosa, sensação de vazio em toda a parte anterior do abdômen, durando dois dias e desaparecendo muito subitamente no terceiro dia, 12.

  • Gengivas.

  • A gengiva sangra facilmente e é dolorosa ao toque, 12.

  • A gengiva está inchada, com estrias de vermelhidão escura e grandes veias distendidas, e em muitos pontos, assim como nos lábios, coberta de úlceras brancas superficiais, com odontalgia lacerante constante e dor de cabeça, 12.

  • Grande inchaço da gengiva e da língua, que são dolorosas toda vez que ela põe algo duro na boca ou come, 1.

  • Gengiva inchada e dolorosamente sensível, 1.

  • Úlcera branca superficial, semelhante a cancro, na gengiva inflamada, junto a um incisivo inferior, em um menino doentio de cinco anos, após vacinação (6º mês), 12. [910.]

  • Forma-se tártaro na gengiva, de tal modo que ela fica dolorosa ao toque e sangra profusamente, durante vários dias (61º dia), 13.

  • Sensibilidade das gengivas dos molares, ao meio-dia (9º dia), 53.

  • Uma pontada fulgurante e momentânea nas gengivas do maxilar superior direito, durante a sesta, às 16h30 (10º dia), 32.

  • Sensação dolorida na gengiva inferior esquerda ao toque (após 48 horas), 11.

  • A gengiva dói em pontos, como se inflamada, com dor lancinante passageira através de dentes isolados, 12.

  • Dor como de contusão na gengiva e em um incisivo inferior, todas as noites, 12.

  • Pontadas em sacudidas através da gengiva do último molar inferior (após 34 horas), 11.

  • Língua.

  • Língua inchada, especialmente do lado direito; ele a morde facilmente, recorrendo frequentemente (9º mês), 12.

  • A língua está espessada, embora com fissuras brancas na borda, e toda a face superior coberta, na porção posterior, por numerosas papilas rombas, vermelho-escuras, 12.

  • Úlcera na borda esquerda da língua, endurecida, dolorosamente sensível ao toque (22ª semana), 13. [920.]

  • Úlcera dolorosa na borda esquerda da língua, depois na borda direita (após 6 meses), 13.

  • Pequenas vesículas brancas na língua, lembrando erupção miliar (20º dia); vesículas, que quase haviam desaparecido, reapareceram com ardor, especialmente após comer alimento quente. Isto foi acompanhado de compressão dolorosa na região de ambos os maléolos do pé esquerdo e de leve ardor durante a micção, estando a urina mais avermelhada do que de costume (24º dia), 20.

  • Bolha branca na lateral da língua, perto de sua raiz, dolorosamente sensível, 1.

  • Língua coberta de saburra viscosa, 12.

  • A língua está coberta por muco espesso castanho, 12.

  • Língua branca saburrosa, sem sede, 9.

  • Língua algo saburrosa e meio seca (25º dia); língua espessamente saburrosa (46º dia), 76.

  • Língua saburrosa (37º dia), 46.

  • Ardor e vermelhidão da ponta da língua, que frequentemente se cobre de pontos doloridos, 12.

  • Sensação de adormecimento da língua ao comer, com a mesma sensação constantemente nas pontas de todos os dedos das mãos (14º mês), 12. [930.]

  • Secura da língua (logo, 13º dia), 46.

  • Língua seca na ponta (26º dia), 76.

  • A ponta da língua está dolorosamente sensível ao toque, 1.

  • Ardor na língua (4º dia), 74.

  • Língua muito dolorida (4º dia), 70.

  • Sensação de picadas na língua, perto da porção posterior, logo, 13.

  • Sensação de escoriação e raspagem na língua, que está branca saburrosa; uma bolha branca alongada diante do meio da língua, algo dolorosa, 1.

  • Corte violento na ponta da língua e em sua face inferior, 81.

  • Pontada opressiva, como por uma agulha, aumentando pouco a pouco de intensidade, sob o lado direito da língua; às vezes agravada ao engolir (após 4 horas), 5.

  • Boca em geral.

  • Dartro na boca, 12. [940.]

  • Aftas na boca, 12.

  • Pequenos pontos brancos, superficiais e supurantes, na face interna da bochecha esquerda, 12.

  • Muitas vesículas em toda a boca, durando muito tempo, 12.

  • O interior da boca está muito afetado, como se cheio de vesículas, ou como se ele tivesse queimado a boca, com muita sede à noite, 1.

  • Secura da boca, dos lábios, da língua, das fauces e do nariz, 12.

  • Sensação de secura no palato, sem sede (após 11 horas), 8.

  • Secura da parte posterior da boca, com sede, mesmo pela manhã, 1.

  • Secura do palato, com tendência à tosse (4º dia), 46.

  • Secura do palato (20º dia), 20; (6º dia), 54.

  • Sensação de secura na boca (2º dia), 45. [950.]

  • Grande calor na boca, e tudo dói, como se estivesse queimado, 12.

  • Pressão e sensação de peso no véu do palato, 1.

  • Sensação dolorida ao redor do palato duro, como se queimado e coberto de vesículas (22º dia), 32.

  • Palato muito dolorido (4º dia), 70.

  • Pontada do véu palatino direito até o ouvido interno, à noite (16º dia), 67.

  • Saliva.

  • Sialorreia súbita, em grande quantidade de dia e de noite; corre muita saliva clara da boca, com desaparecimento da odontalgia (7º mês), 12.

  • Aumento da secreção de saliva doce (durando 5 horas), (após 5 horas, 3º dia), 68.

  • Cuspir muita saliva, à noite (4º dia), 70.

  • Aumento da secreção de saliva (5º dia), 10; (em 2 horas, e 9º dia), 71.

  • Grande acúmulo de muco pela manhã (18º dia); escarra frequentemente saliva e muco, com sensação de vazio no estômago e gosto insípido (21º dia), 76. [960.]

  • Secreção de saliva grandemente aumentada (de gosto metálico), durando duas horas, com inchaço das glândulas salivares (após uma hora); novo aumento de saliva (de gosto ácido), por duas horas, (3º e 4º dias), 69.

  • Secreção abundante de saliva insípida à noite (7º dia), 31.

  • Acúmulo de muita saliva na boca, imediatamente (5º e 7º dias), 48.

  • Grande afluxo de saliva para a boca (9º dia), 20.

  • Saliva um tanto sanguinolenta, 1.

  • Estrias de sangue na saliva (24º dia), 42.

  • Paladar.

  • Mau gosto, 12.

  • Gosto insípido, com sensação como se o estômago estivesse desarranjado (6º dia), 32.

  • Gosto insípido (18º e 21º dias), 76.

  • Gosto insípido e adocicado na boca por várias noites, 1. [970.]

  • Gosto pastoso na boca, pela manhã, 12.

  • Mau gosto na boca, pela manhã (22º dia), 76.

  • Gosto insípido e acre (49º dia), 13.

  • Gosto pastoso e apagado na boca, com língua amarelo-esbranquiçada, como após uma febre (após 12 meses), 13.

  • Gosto acre na boca, imediatamente após o desjejum (4º dia), 74.

  • Gosto adocicado-salgado muito desagradável, especialmente na parte posterior da boca e na raiz da língua (37º dia); gosto salgado amargo e acre na boca, particularmente na raiz da língua (46º e 47º dias); gosto desagradável na boca após comer gelados (58º dia); gosto desagradável, resinoso e constritivo (59º dia), 73.

  • Gosto nauseoso (8º dia), 46; (5º dia), 48.

  • (O tabaco tem sabor mofado ao fumar), 1.

  • Gosto enjoativo na boca após comer, por vários dias seguidos, 1.

  • A comida sabe como se tivesse pouco sal, 1. [980.]

  • Gosto de ovos podres na boca, pela manhã em jejum, com uma cobertura muito viscosa da língua e dos dentes, 12.

  • Gosto de sangue na boca e alguma eliminação de sangue ao cuspir, de que nunca antes padecera (após 6 meses), 13.

  • Gosto adocicado (24º dia), 43.

  • Gosto viscoso e adocicado na boca, após comer, 1.

  • Gosto doce na boca, associado a um corrimento gonorreico, 12.

  • Gosto ácido, com aumento da secreção de saliva, às 18h (8º dia), 70.

  • Gosto azedo e amargo, com eructações, 12.

  • Gosto azedo na boca, sempre após comer, com odor azedo vindo da boca, 12.

  • O pão tem gosto amargo, 9.

  • Gosto amargo e azedo, 12. [990.]

  • Gosto amargo, 12, 47, 76.

  • Gosto amargo na saliva (após 2 horas), 8.

  • A boca tinha gosto muito amargo pela manhã (19º dia), 76.

  • Gosto tão amargo que ela foi obrigada a levantar-se à noite e enxaguar a boca (19ª noite), 76.

  • Gosto mucoso amargo na boca (16º dia), 76.

  • Os alimentos deixavam um travo residual amargo e acre, desagradável, reconhecido sobretudo na raiz da língua e nas fauces, ao meio-dia; até mesmo o café preto deixava um travo desagradável (70º dia), 72.

  • Embotamento do paladar (15º dia), 27.

  • Ao meio-dia ele era incapaz de distinguir pelo gosto que tipo de sopa estava comendo (estava escura). Tampouco conseguia discernir os legumes pelo paladar, e o café preto sabia como água morna sem aroma (2º dia); embotamento dos sentidos do paladar e do olfato (7º ao 13º dia), 24.

  • Embotamento do paladar (7º dia); à tarde (9º dia), 26.

  • Fala.

  • Gaguejava muito ao falar (1º e 2º dias), 92.

GARGANTA. [1000.]

  • Pigarro com eliminação de muco (trigésimo terceiro dia), 75.

  • Pigarro com eliminação de grandes massas de cor preto-esverdeada, 12.

  • Expectoração moderada de muco da garganta, por meio de pigarreio e expulsão, após a qual o estado geral melhora, 12.

  • Muito muco na garganta, muito doloroso de expulsar, 12.

  • Eliminação, ao pigarrear, de sangue escuro coagulado vindo da garganta, pela manhã (quinto mês, recorrendo no oitavo mês), 12.

  • Estrias de sangue no muco expelido ao pigarrear, recorrendo frequentemente em períodos indefinidos (sexto e sétimo meses), 12.

  • Pigarreio de muco tenaz, difícil de desprender (quadragésimo segundo dia), 13.

  • Pigarro com muito muco aguado, pela manhã (octogésimo segundo dia), 13.

  • Forçado a pigarrear durante meia hora pela manhã, para expelir da garganta muco tenaz (após doze meses), 13.

  • Pigarreio frequente, com sensação como se a garganta estivesse dolorida, continuando por três dias (oitavo dia), 46. [1010.]

  • Pigarreio frequente, com tosse (décimo segundo dia); pior; a tosse, com opressão do tórax (décimo sexto dia), 46.

  • Pigarreio frequente de muco (décimo quinto dia), 27.

  • Pigarreio frequente e tosse irritativa (oitavo dia), 21.

  • Frequentemente forçado a pigarrear e expelir muco branco, espesso e tenaz (nona noite), 53.

  • Ao comer, muito muco na garganta, que ela é forçada a expelir ao pigarrear, caso contrário não consegue engolir o alimento, 1.

  • Frequente eliminação, ao pigarrear, de muco espesso, pela manhã (trigésimo sétimo e sexagésimo quarto dias), 73.

  • O muco expelido ao pigarrear tinha sabor desagradável, acre e resinoso (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Frequente eliminação de muco ao pigarrear (vigésimo nono, trigésimo e trigésimo primeiro dias); de muco tenaz (quadragésimo dia), 52.

  • Muco vermelho-sangue é expelido das fauces ao pigarrear, 4.

  • Um vapor rançoso e nauseante sobe à garganta, percebido pelo odor, 3. [1020.]

  • A garganta engrossa; a glândula tireoide incha e torna-se sensível, 12.

  • Tumefação de todo o lado direito da garganta e da face, do olho, da bochecha direita, da gengiva e da glândula cervical, principalmente abaixo da orelha, juntamente com epistaxe e coriza seca do lado direito, 12.

  • Inchaço da garganta, por quatro dias (após onze dias), 77.

  • Sensação de inchaço interno na garganta impedindo a deglutição, como por uma excrescência, extraordinariamente angustiante e constantemente recorrente, de modo que nenhuma veste podia ser tolerada em volta da garganta, e a fala era difícil, 12.

  • A garganta parece internamente tumefeita, com dores como picadas, tornando difícil engolir, 12.

  • Sensação de engasgamento na garganta, chegando mesmo à sensação de sufocação, obrigando-o a andar de um lado para o outro à noite, pelo que melhorava um pouco (décimo segundo mês), 12.

  • Dor na garganta durante a deglutição, 38.

  • Dor na garganta, como em carne viva, disfonia e tosse ladrante áspera, 13.

  • Dores, como se a garganta estivesse tumefeita, com inchaço vermelho-escuro da amígdala esquerda, coberta por uma úlcera superficial branca e larga (quarta semana), 12.

  • (Dor na garganta, sempre junto da laringe, com inchaço das glândulas e mau gosto que nitidamente parte da laringe ao comer, falar e pigarrear, com frequente expectoração de pequenas massas fétidas, como grãos de milheto, durante três semanas, desaparecendo depois completamente e sendo seguida de melhora constante, num doente tuberculoso), (sétimo mês), 12. [1030.]

  • Dor de garganta, com disfonia e tosse áspera, 12.

  • Sensação no lado direito da garganta como se fosse inflamar; durante todo o dia, dores como picadas ao engolir, que desapareceram novamente por completo na noite seguinte (após uma hora, quinto dia), 37.

  • Uma espécie de dor em carne viva ao engolir saliva, como se o ar penetrasse numa ferida, em todo o palato, estendendo-se internamente em direção à orelha esquerda, 1.

  • Dor de garganta, como tumefação por resfriado, 1.

  • Dor de garganta, com sensação como se nela houvesse um ponto contraído, 12.

  • Sensação de carne viva na garganta, como por rapé, 1.

  • Sensação de carne viva na garganta, como se a pele estivesse desnudada, 12.

  • Secura na garganta (quadragésimo primeiro dia), 44 ; (oitavo dia), 54.

  • Grande secura frequente da garganta, como se fosse colar-se, 12.

  • Uma secura peculiar por toda a garganta, como por areia, com calor ascendente e mau odor na boca, 12. [1040.]

  • Sensação de secura na garganta, com frequente pigarreio e escarro de muco branco e tenaz, e afluxo de muita saliva para a boca; o paladar ficava prejudicado por isso, e a comida tinha gosto como se não tivesse sal suficiente, 55.

  • Sensação de secura e de constrição na garganta; a mesma sensação que se percebe quando alguém fica por muito tempo exposto ao calor do sol sem beber (décimo segundo dia); em leve grau (décimo terceiro dia), 66.

  • Sensação de secura na garganta, durando duas horas, logo cedo (quarto dia); durando todo o dia, imediatamente (décimo quinto dia); durante toda a noite (décimo sexto dia), 67.

  • Garganta seca e áspera, e alguma dificuldade para engolir (décimo segundo dia), 72.

  • Secura da garganta e deglutição dolorosa com o calafrio (sexto dia), 78.

  • Raspagem na garganta, 1, 35, 68 ; (primeiro dia), 70.

  • Raspagem na garganta e inclinação para tossir (terceiro dia); a raspagem continuou, com tosse frequente (quinto dia); raspagem na garganta, obrigando-o a tossir (décimo terceiro dia); com tosse (vigésimo sexto dia); com tosse frequente (trigésimo quarto dia), 46.

  • Sensação de um cabelo na garganta, 12.

  • Sensação predominante como de um tampão na garganta, que ele tenta aliviar tossindo, 12.

  • Sensação de aspereza na garganta surgiu e durou até à tarde (após uma hora, oitavo dia); sensação de aspereza na língua, no palato duro e na garganta (imediatamente, nono dia), 53. [1050.]

  • Raspagem na garganta provocando tosse irritativa seca (primeira noite), 12.

  • Raspagem e aspereza na garganta (décimo dia), 54.

  • Raspagem na garganta depois de comer gelados (quinquagésimo oitavo dia), 72.

  • Sensação de aspereza na garganta, durando algumas horas (quarto dia), 64.

  • Sensação de aspereza na garganta, à noite (décimo e décimo primeiro dias), 65.

  • Sensação de aspereza na garganta, que logo desapareceu; depois, durante uma hora, sensação na garganta como se ali houvesse um tumor sem dor (quinto dia), 66.

  • Um pouco de aspereza na garganta (décimo terceiro dia), 72.

  • Aspereza na garganta, com inclinação contínua para pigarrear, e com tom mais grave da voz, pela manhã, desaparecendo novamente após o desjejum (quinquagésimo oitavo dia), 72.

  • Aspereza na garganta, pela manhã (sexagésimo sétimo dia), 72.

  • Garganta áspera, com raspagem, como se fosse inflamar (após catorze meses), 13. [1060.]

  • Irritação da garganta provocando tosse irritativa seca (após treze meses), 13.

  • Uma sensação acre na garganta provoca subitamente tosse, 12.

  • Ardor na garganta, como por amargor, 12.

  • Ardor na garganta, obrigando-o a pigarrear (logo cedo, trigésimo oitavo dia), 73.

  • Dor cortante e em queimação na garganta, junto da laringe, com inchaço das glândulas do lado direito e esquerdo, com pontadas irradiando para o ouvido, e língua pesada, tumefeita, impedindo a deglutição (quarto mês), 12.

  • Pressão na parte posterior da garganta ao engolir, 1.

  • Pressão e pontadas na garganta ao rir e falar, 12.

  • Raspagem, pressão e muco salgado na garganta, 12.

  • A pressão na garganta aumenta, de modo que a traqueia parece tornar-se constantemente mais estreita, 12.

  • Sensação mordicante e borbulhamento na garganta, subindo de baixo, do lado esquerdo, 12. [1070.]

  • Pontadas na garganta, 1.

  • Pontadas na cova da garganta, 79.

  • Pontadas, rasgadura e repuxamento na garganta, e sensação dolorida, com calor nela ao tossir (primeiro dia), 12.

  • Formigueiro na garganta impedindo falar alto, 12.

  • Úvula e amígdalas.

  • A úvula parecia alongada, à tarde (terceiro dia), 46.

  • O arco palatino, a úvula, as amígdalas e as fauces tornaram-se subitamente inflamados e vermelho-escuros, e cobriram-se de úlceras superficiais brancas, especialmente na úvula, de cuja ponta falta um pedaço, com sialorreia abundantíssima, mau odor na boca, insónia e incapacidade de engolir, 12.

  • Amígdalas e parte interna da garganta inchadas, 1.

  • Amígdalas vivamente avermelhadas, à tarde (terceiro dia); vermelhas (décimo nono dia), 46.

  • Ligeiro inchaço das amígdalas, doloroso e induzindo deglutições frequentes (vigésimo dia), 20.

  • Fauces e faringe.

  • Fauces secas (nona noite), 53. [1080.]

  • Violentas pontadas, como estocadas, no lado direito das fauces, estendendo-se subitamente ao ouvido, com uma sensação no ouvido, ao abrir e fechar a boca, como se nele houvesse uma abertura pela qual o ar pudesse penetrar (após seis horas e meia), 5.

  • Secura da faringe (vigésimo nono, trigésimo e trigésimo primeiro dias), 52.

  • Dor ligeira no lado direito da faringe, estendendo-se ao ouvido; deglutição algo dificultada (nono dia); voltou à tarde, com sensação de secura e aumento da sede, e desapareceu de novo por completo à noite (décimo dia), 44.

  • Deglutição.

  • Vontade de engolir, 1.

  • Dificuldade para engolir, sem causa aparente, na garganta (terceiro dia), 45.

  • Dificuldade de engolir, com gargolejo e estalidos na garganta, 12.

  • Incapacidade súbita de engolir qualquer coisa, como se a garganta estivesse paralisada, sem dor, inchaço ou rubor, juntamente com paroxismos de acúmulo de saliva na boca, e sensação de aperto na garganta (décimo quarto mês), 12.

  • Sensação como se não pudesse engolir por causa do muco, e como se a faringe estivesse contraída; depois de pigarrear, a garganta fica em carne viva, 1.

  • Deglutição dolorosa (trigésimo quinto dia), 75.

  • Garganta externa.

  • Inchaço das glândulas cervicais (após cinco horas, terceiro dia), 68 ; às 6 da tarde (oitavo dia), 70. [1090.]

  • Glândulas inchadas no pescoço e nas virilhas, 12.

  • A parótida e o pescoço parecem inchados, com latejamento ao abaixar-se, 12.

  • Glândulas salivárias muito inchadas, muita sialorreia, 1.

  • Dor nas glândulas cervicais (inchadas), de modo que ele não podia deitar-se à noite, 1.

ESTÔMAGO

  • Apetite e Sede.

  • Grande apetite (décimo quinto dia), 27.

  • Fome canina, com sede (décimo sétimo dia), 26.

  • O jantar foi devorado com verdadeiro apetite canino (vigésimo segundo dia), 73.

  • Fome, com dor no estômago, 12.

  • Fome canina, à noite (primeiro dia), 12.

  • Desejo irresistível no estômago de comer a cada hora, pela manhã, 12. [1100.]

  • Apetite muito vivo, 12.

  • Grande desejo de comer, com perda de apetite e aversão à comida, 12.

  • Fome canina repetida frequentemente, chegando mesmo a despertá-lo do sono à noite, 12.

  • Tomei o almoço por volta de 12h30, mais cedo do que de costume, sentindo fome; cerca de uma hora depois fiquei pálido, com sensação de vazio no estômago, como por falta de alimento, o que logo passou; depois disso, mais cansado do que de costume, no Dispensário (oitavo dia), 90.

  • Por volta das 10h30 da manhã, enquanto caminhava, foi acometido por uma fome tão extrema que esteve prestes a desfalecer e foi forçado, em hora muito invulgar, a comer alguma coisa numa taverna vizinha; esse sintoma repetiu-se à noite desse mesmo dia e do dia seguinte (quinquagésimo sexto dia), 44.

  • Não se sente satisfeito após a refeição habitual, 12.

  • Apetite, mas não aprecia a comida e, depois de comer, debilidade e angústia, com palpitação, 1.

  • Apetite moderado ao meio-dia (décimo segundo dia); apetite incomumente forte, que precisa ser saciado, para o anoitecer (trigésimo quinto dia), 72.

  • Apetite apenas por coisas frias, 12.

  • Grande desejo de fumar, que até então não havia sentido (trigésimo sexto dia), 13. [1110.]

  • O apetite por carne, perdido, retorna (após catorze dias), 12.

  • Desejo de leite, 12.

  • Apetite diminuído (vigésimo e vigésimo primeiro dias), 43 ; (terceiro dia), 28.

  • Perda completa do apetite, 42, 47, 56 , etc.*

  • Menos apetite do que de costume ao almoço, e comi muito pouco; contudo, à hora do jantar não senti fome invulgar (terceiro dia), 90.

  • O desjejum não agradou e, estando à mesa, leve ânsia de vomitar (vigésimo dia); pouco apetite ao meio-dia (trigésimo primeiro dia), 73.

  • Falta de apetite, especialmente à noite (terceiro dia), 66.

  • Falta de apetite, com grande sede e secura da boca (sexto dia); sem apetite (trigésimo quinto ao trigésimo sétimo dia), 46.

  • Perda de apetite, sem gosto pela comida, 4.

  • Aversão constante a todo alimento, sem jamais sensação de fome, 12. [1120.]

  • Não tem desejo de comer, contudo tudo o que come lhe sabe bem, 12.

  • A fumaça do tabaco não é tão agradável como em outras ocasiões, à noite (vigésimo primeiro dia), 72.

  • Sem vontade de fumar, 13.

  • Perda da vontade de fumar; sempre que o tentava, logo lhe vinha vontade de evacuar (após doze meses), 13.

  • Aversão à carne, 12 ; (segundo e terceiro dias), 45.

  • Aversão às batatas, de que até então gostava especialmente, 12.

  • Aversão ao leite, 12.

  • Sede aumentada (vigésimo quarto dia), 76.*

  • Sede de água (quadragésimo nono dia), 13.

  • Grande sede ao despertar, de manhã (após doze meses), 13. [1130.]

  • Muita sede após o jantar (terceiro, quarto e décimo primeiro dias); grande sede e frio em todo o corpo, com sonolência (décimo segundo dia); sede, com alternâncias de calor e frio, este último especialmente na região dorsal e sacral, com cabeça e face quentes durante o dia; frieza antes da meia-noite, calor em direção à manhã, suor por fim (décimo sétimo dia), 76.

  • Sede violenta (quadragésimo dia), 52, 54.

  • Sede muito grande e constante, alternando com perda completa do desejo de beber, 12.

  • Grande sede e secura da boca, com a falta de apetite (sexto dia); muita sede à tarde (décimo terceiro dia); muita sede (trigésimo quinto dia), 46.

  • Sede, sem calor, de manhã ao levantar-se, 11.

  • Sede violenta de bebidas frias durante todo o dia, sem calor (após oito horas); sede de bebidas frias antes do jantar, e por algum tempo depois (após dez e onze horas), 8.

  • Pouca sede, 60.

  • Eructações.

  • Eructações, 43, 47 , etc.

  • Eructações perpétuas (vigésimo nono, trigésimo e trigésimo primeiro dias), 52, 76, 78, 83.

  • Eructações abundantes de gases, por dois dias (após treze dias), 75. [1140.]

  • Eructações frequentes de gases, à tarde (trigésimo primeiro dia), 75.

  • Tentativas infrutíferas de eructar, 12.

  • Leves eructações o dia todo, 79.

  • Eructações frequentes durante o fumo habitual (após dezessete horas), 8.

  • Eructações frequentes, com náusea (imediatamente, décimo dia), 53.

  • Eructações frequentes de gases (uma hora após a segunda dose, segundo dia), 66 ; (décimo oitavo dia), 76.

  • Eructações frequentes de gases, precedidas cada vez por constrição dolorosa do estômago, pela manhã (trigésimo quarto dia), 73.

  • Eructações incessantes de ar enquanto come, 13.

  • Muitas eructações, com diarreia, 12.

  • Ao beber água, o último gole volta pelo nariz, não ao comer, 12. [1150.]

  • Desenvolvimento cada vez maior de gases no estômago e nos intestinos, com eructações quase incessantes, repetidas em paroxismos constantemente renovados, por vezes menores, por vezes maiores, 12.

  • Grandes subidas de acidez do estômago, 23.

  • Eructações por várias horas após cada dose, 30.

  • Eructações e emissão de flatos aliviaram a cãibra no estômago e no tórax, a angústia, a palpitação, as cãibras nos músculos e as dores nas úlceras dos pés, 12.

  • Eructações vazias, após as quais foi forçado a deitar-se, com os olhos fechados, mas não conseguia dormir, bocejava muito; após meia hora levantou-se e sentia-se muito fraco, e as pernas pareciam contundidas (quinquagésimo quinto dia), 13.

  • Eructações muito violentas, com azia e acidez no estômago, 12.

  • Eructações de ar invulgarmente violentas e contínuas, provenientes do estômago distendido, 12.

  • Eructações rançosas, 1.

  • Eructações frequentes, como de gordura rançosa (vigésimo oitavo dia); eructações rançosas (trigésimo segundo dia), 20.

  • Eructações frequentes (após duas horas); eructações rançosas contínuas (oitavo dia); eructações rançosas por oito horas (décimo terceiro dia), 21.

  • Eructações com sabor de alimento durante o fumo habitual (após oito horas), 8. [1160.]

  • Eructações frequentes de alimento, com o gosto do medicamento, durante toda a tarde (após 900 gotas), 61.

  • Eructações do medicamento (vigésimo dia), 48.

  • Eructações, com gosto do remédio, imediatamente após cada dose, 45 ; (quarto dia), 74 ; pela manhã (oitavo dia), 75.

  • Eructações frequentes, com o gosto de Thuja, após o desjejum (trigésimo primeiro dia), 72.

  • (Eructações amargas após comer), 1.

  • Eructações, com cheiro de Thuja (oitavo dia), 46 ; (quadragésimo dia), 52.

  • Eructações do remédio, por algumas horas (sétimo dia), 48.

  • Eructações fétidas, tarde da noite (após doze horas), 1.

  • Eructações como de ovos podres, 12.

  • Eructações ácidas, de manhã, 12.

  • Soluços. [1170.]

  • Soluços logo após comer, depois pressão na boca do estômago, seguida de flatulência e eructações, como por desarranjo do estômago, 1.

  • Soluços sempre após comer; também em paroxismos, durando meia hora, 12.

  • Azia.

  • Azia (sexagésimo sétimo dia), 72.

  • Azia ao abaixar-se, 1.

  • Azia à tarde (vigésimo quarto e trigésimo segundo dias); azia violenta uma hora após o jantar, durando dois minutos, depois cedendo por vários minutos, depois retornando, e assim vindo em acessos frequentes (quinquagésimo segundo dia); às 7 da tarde (sexagésimo terceiro dia), 73.

  • Azia e acidez na boca, alternando frequentemente com sensação de frio na garganta e secura ali, e também na língua, 12.

  • Náusea e Vômito.

  • Náusea (vigésimo dia), 48.

  • Náusea, com cólica e diarreia, 12.

  • Náusea aliviada por eructações frequentes de gases e flatos, pior à noite, 12.

  • Náusea diária, na maior parte das vezes à noite depois de deitar-se, com acúmulo de água na boca, 13. [1180.]

  • Sensação nauseosa no estômago, com acúmulo de água na boca e ânsias de vômito, de manhã em jejum, 12.

  • Náusea subindo do abdómen, com leve inclinação para vomitar (décimo quarto dia), 73.

  • Náusea, com ânsia de vomitar e acúmulo de saliva na boca (imediatamente, trigésimo quinto dia), 48.

  • Enjoado e inclinado a vomitar (após cada dose), 38.

  • Náusea ao tomar o medicamento; essa náusea era provocada até mesmo pela simples visão do remédio (sexto ao décimo dia), 37.

  • Náusea e vômitos e, após alguns vômitos, calafrio repetido com tremores, com sensação de peso nos membros superiores e inferiores, e dilaceração no occipício, 2.

  • Náusea e sensação nauseosa na região epigástrica (após meia hora), 8.

  • Náusea e vômitos frequentes de líquido de sabor acidulado e de alimentos (após três horas), 2.

  • Após o fumo habitual, sensação nauseosa, com irrupção de suor por todo o corpo, sem sede; após uma evacuação, a náusea e o suor desapareceram (após vinte horas), 6.

  • Sensação nauseosa durante toda a noite, com ânsias de vômito apenas de muco, 1. [1190.]

  • Grande náusea, com pulso acelerado, às 10 da manhã (vigésimo dia); sensação nauseosa na boca do estômago (nonagésimo terceiro dia); sensação nauseosa (centésimo primeiro dia), 43.

  • Enquanto caminhava ao ar livre, ficou nauseado e sentiu-se angustiado e tonto; a face aqueceu-se, com suor de angústia; mal conseguia respirar; os pés pareciam tão pesados que cambaleava (durando uma hora), (após vinte horas), 1.

  • O jantar lhe causou náusea (nono dia), 66.

  • (Tudo o que come lhe provoca náusea), 1.

  • Desejo de vomitar (nonagésimo terceiro dia), 43.

  • Inclinação para vomitar, de manhã na cama, forçando-o a levantar-se, 12.

  • Inclinação para vomitar na região da clavícula, sem chegar ao vômito, terminando com subida de água salgada, 12.

  • Após tossir, inclinação para vomitar e vômito de muco ácido (após seis meses), 12.

  • Ânsias de água amarga, 12.

  • Ânsia de vomitar, com o calafrio (sexto dia), 78. [1200.]

  • Vômito de muco sem alimento, 12.

  • Vômito à noite, precedido de grande angústia e mal-estar, 12.

  • Estômago.

  • Tumefação na região do estômago diminuída pela emissão de flatos (trigésimo primeiro dia), 46.

  • Boca do estômago constantemente inchada, 12.

  • Forte rumor no estômago, 12.

  • Acúmulo de ar muito persistente, sem distensão do estômago e dos intestinos, que sobe ao tórax até o coração, aí se fixa, e depois se move para cima e para baixo no abdómen, com dor contínua no abdómen inferior, profundamente, abaixo do umbigo, como se tudo estivesse tumefeito, e contudo o abdómen parece mole, juntamente com perda de apetite, língua saburrosa e pressão no estômago, pior ao deitar-se de costas, melhor sobre o lado esquerdo, 12.

  • O estômago é incapaz de digerir, com eructações com sabor dos alimentos, persistindo sempre por muito tempo depois de comer, provocando leve dor de cabeça pesada, às vezes também fortes batimentos do coração e opressão do tórax, 12.

  • Mal-estar na região do estômago, com eructações do remédio (trigésimo quarto dia), 46.

  • Mal-estar no estômago (décimo quinto dia), 26 ; (vigésimo sexto dia), 47.

  • Sensação incômoda no estômago durante todo o dia (sexto dia), 32. [1210.]

  • Sensação ocasional na região epigástrica direita, como se algo vivo se movesse ali (décimo primeiro dia), 32.

  • Sentiu como se o estômago estivesse desarranjado, com pressão sobre o escrobículo, que dificultava a respiração (após uma hora, nono dia), 31.

  • Sensação de mal-estar na boca do estômago; à noite, dois paroxismos de cólica, com evacuação mole, angústia e repuxamento espasmódico no membro inferior direito, 12.

  • A sensação de inchaço na boca do estômago diminui, 12.

  • Sensação de desfalecimento no estômago, 12.

  • Debilidade do estômago, pressão e sensação de peso nele após a menor quantidade de alimento, agravadas por qualquer movimento depois de comer, 12.

  • Debilidade no estômago, com acúmulo de saliva na boca, após o desjejum (quinquagésimo oitavo dia), 73.

  • Desconforto no estômago, como se internamente estivesse mole e espessado, 12.

  • Sensação de vazio no estômago, com escarrar frequente (vigésimo primeiro dia), 76.

  • Dor no estômago, com náusea e ânsia de vomitar, à noite, durante uma hora (sexto dia), 75. [1220.]

  • Dor de estômago pela manhã (trigésimo segundo e trigésimo terceiro dias), 75.

  • Região do estômago muito sensível, mesmo à menor pressão, especialmente à noite (centésimo segundo dia), 43.

  • Dor espasmódica na região epigástrica, 1.

  • Dor na boca do estômago imediatamente após comer, de tal modo que não suporta a mão sobre ela, 1.

  • Dor na boca do estômago após comer, ao mover o corpo e à palpação da região epigástrica (após onze dias), 1.

  • Dor no estômago (quinquagésimo sétimo dia), 73.

  • Dor aguda constante na boca do estômago, 12.

  • Sensação de sensibilidade dolorosa no escrobículo cardíaco (primeiro dia), 87.

  • Dor no epigástrio, em direção ao hipocôndrio direito, durante meia hora (mais em repouso do que ao caminhar), de manhã (décimo dia), 31.

  • Sensação de calor na região do estômago (centésimo dia), 43. [1230.]

  • Sensação de calor aumentado no estômago e em todo o corpo (quadragésimo dia), 52.

  • Ardor e cólica no estômago, doloroso à pressão, com bocejos frequentes e cócega na garganta, que provoca tosse (sexto mês), 12.

  • Pressão tensional em ardor dentro e ao redor da boca do estômago, sobretudo para a parte direita e superior (primeiro dia), 12.

  • Ardor subindo do estômago para a garganta, com eructações e dor compressiva no estômago e nas costas, 12.

  • Sensação de pressão sobre o estômago distendido, sobre os grandes vasos sanguíneos, ao adormecer; foi subitamente acometido de grande debilidade, os pensamentos desapareceram, e a consciência em parte desapareceu, seguida de fome canina; ataques semelhantes recorriam às vezes, geralmente logo após um jantar muito abundante, 12.

  • Leve ardor no estômago, pela manhã (décimo sexto dia); ardor e pressão no estômago, durando várias horas, à tarde (quadragésimo terceiro dia); intenso das 4 às 6 da tarde (sexagésimo primeiro dia); ardor no estômago por uma hora, pela manhã (sexagésimo segundo dia); pressão e ardor no estômago por uma hora, pela manhã (sexagésimo quarto dia); aumentado pelo movimento e ao falar (septuagésimo segundo dia), 72.

  • Pressão e ardor no estômago por uma hora, à tarde (oitavo dia); leve (décimo dia); ardor violento no estômago, de manhã (vigésimo quarto dia); ardor e pressão no estômago, pela manhã (trigésimo primeiro dia); ardor no estômago (trigésimo primeiro dia); pressão e ardor no estômago duas horas após o jantar (trigésimo sexto dia); durante um quarto de hora, às 10 da manhã (trigésimo sétimo dia); ardor no estômago após o jantar, durando até a noite, e novamente à noite (quadragésimo dia); pressão e ardor, com constrição dolorosa ocasional do estômago, após a ceia (quadragésimo sexto dia); leve ardor no estômago, à noite (quinquagésimo terceiro dia); ardor e pressão no estômago (por uma hora), à tarde (quinquagésimo quinto dia); leve ardor no estômago, às 10 da manhã (quinquagésimo oitavo dia); após o jantar (sexagésimo sexto dia), 73.

  • Ardor no estômago, com eructações com o gosto do medicamento durante toda a manhã; novamente ao jantar, que foi comido com apetite, durando uma hora (septuagésimo dia); pressão e ardor no estômago, à noite, ao comer peixe (septuagésimo dia); ardor no estômago durante meia hora (septuagésimo segundo dia); ardor no estômago (septuagésimo terceiro dia), 73.

  • Ardor e pressão no estômago, à tarde, durando uma hora (primeiro dia); ardor no estômago por uma hora, à noite (segundo e quinto dias), 74.

  • Dor roente, como picadas, no estômago (surgindo na cama e desaparecendo após levantar-se), (sétimo ao décimo terceiro dia), 24.

  • Pressão no estômago, provocada por cada refeição (octogésimo quarto dia), 42. [1240.]

  • Pressão na boca do estômago, à noite (trigésimo primeiro dia), 43.

  • Leve pressão na boca do estômago e no tórax, dificultando a respiração (após um quarto de hora), 33.

  • Pressão no estômago, pela manhã (segundo dia); estendendo-se através da garganta até as fauces (trigésimo primeiro dia), 75.

  • Pressão na boca do estômago imediatamente após comer, 1.

  • Pressão no lado direito, perto da boca do estômago, como por um corpo estranho, com pontadas frequentes, pior de manhã, 79.

  • A pressão no estômago foi ocasionada por carne assada comida à noite (quinquagésimo segundo dia), 73.

  • Pressão na boca do estômago, 12.

  • Dor compressiva muito aguda no estômago, como se fosse comprimido com a mão, juntamente com pesada e angustiante pressão no tórax, obrigando a inspirar profundamente, e com gosto ácido e ardente na boca, 12.

  • Pressão perfurante acima da boca do estômago (após quarenta horas), 11.

  • Pressão como de uma pedra no estômago, 12. [1250.]

  • Depois de comer, a pressão e a sensação de plenitude do estômago pioram; também a dificuldade de respirar e a angústia, a indisposição para falar, perda das ideias e tosse, 12.

  • Roedura constante no estômago, 12.

  • Roedura angustiante no estômago durante uma noite sem sono, que imediatamente a obriga a comer alguma coisa contra a vontade, 12.

  • Roedura compressiva no estômago, com sufocação e pressão subindo até a garganta, durando o dia todo (terceiro mês), 12.

  • Sensação opressiva angustiante na boca do estômago, com tremor nela, como se o sangue afluísse para ali, 12.

  • Cãibra constritiva no estômago, com distensão da boca do estômago, 12.

  • Cãibra constritiva momentânea, estendendo-se da boca do estômago para cima, por debaixo do braço, 12.

  • Dor constritiva no estômago, estendendo-se em direção ao umbigo, com diarreia de água amarela, com alimento não digerido, cinco vezes (quarto dia),

[1V4]

  • Constrição na região epigástrica, à noite, com vômitos sem náusea, com os quais só subiam ar e água, 12.

  • Cãibra no estômago, que aumenta excessivamente para o anoitecer, 1. [1260.]

  • Um sobressalto momentâneo na região epigástrica, em direção ao hipocôndrio esquerdo, como se algo vivo, estando deitado na cama (após uma hora e meia, segundo dia), 31.

  • Apreensão na boca do estômago, que sobe à cabeça e depois retorna, com enjoo, 1.

  • Sensação de turbilhonamento no estômago, com tontura, seguida de vômitos (oitava semana), 12.

  • Pressão latejante na boca do estômago e ao redor do umbigo, seguida de sensação de debilidade em todo o abdómen, 12.

  • Dor incisiva na região epigástrica, da coluna para fora (quarto dia), 84.

  • Dor incisiva no lado esquerdo, perto da boca do estômago, 80.

  • Dor dilacerante na boca do estômago ao dobrar o corpo para o lado direito, 80.

  • Frequentemente sente como um repuxão súbito na boca do estômago, 12.

  • Dor em beliscão no estômago, de manhã (sétimo dia), 24.

  • Beliscões frequentes na região epigástrica durante o jantar, 5. [1270.]

  • Pontadas na boca do estômago, 79, 81.

  • Pontadas da coluna através da região epigástrica, para diante, até a boca do estômago, 79.

  • Pontada no lado esquerdo, perto do escrobículo, de dentro para fora (primeiro dia), 84.

  • Várias pontadas surdas perto do escrobículo, no lado esquerdo (quinto dia), 84.

  • Um latejamento fino, sem dor, como o bater de uma artéria, no meio da boca do estômago (após três quartos de hora), 5.

  • Pulsação na boca do estômago, 12.

  • Um bater e latejar angustiante na boca do estômago, provocando angústia (nono mês), 12.

ABDOME

  • Hipocôndrios.

  • O fígado está inchado e muito sensível; com repuxões espasmódicos de vaivém, especialmente incômodos, que se estendem ao abdome e afetam o estômago, com acessos frequentes de enjoo e vertigem, durante os quais mesmo as vestes mais folgadas parecem apertadas demais (terceira semana), 12.

  • Plenitude, tensão, pressão e pontadas no fígado, 12.

  • Pressão constritiva e plenitude na região hepática e na boca do estômago, de modo que abaixar-se é difícil, com queimação na parte anterior da língua e no esôfago, com sensação de escoriação e lábios secos e pegajosos, sem sede (décima segunda semana), 12. [1280.]

  • Grande sensibilidade dolorosa, como se contuso, profundamente no meio do fígado, às vezes de duração mais longa, às vezes mais curta, e recorrente, 12.

  • Dor compressiva no hipocôndrio direito (trigésimo nono dia), 16.

  • Pressão como por uma pedra na porção inferior do fígado ao caminhar (após meia hora), 3.

  • (Queimação, especialmente na região hepática).

  • Dor incisiva no lado acima do fígado ao inspirar, enquanto caminha, desaparecendo à pressão e ao parar, 3.

  • Dores puxantes com pontadas no fígado, 80.

  • Pontada no fígado, ao caminhar, 80.

  • Pontadas no hipocôndrio direito (especialmente durante a respiração), à noite (décimo quinto dia), 76.

  • Pontadas na região do fígado, ao sentar-se (segundo dia), 74.

  • Pontadas profundas isoladas nos hipocôndrios direito e esquerdo (sétimo ao décimo terceiro dia), 24. [1290.]

  • Ideia fixa de um animal vivo em seu abdome ; ela o ouve gritar na região do baço, como com voz rouca, e no lado direito, entre o ovário e o fígado, com voz fina; ao mesmo tempo, sensação de rastejamento, como se algo vivo se movesse ali dentro, no segundo mês, durando muito tempo, 12.*

  • Sensação compressiva, tensa, de rastejamento e dolorimento, misturada com pontadas passageiras no baço inchado, aliviada após o aparecimento de um violento catarro, desde a quarta semana, 12.

  • Sensibilidade dolorosa, com sensação tensa de peso no baço, 13.

  • Sacudidas no hipocôndrio esquerdo, em direção à região epigástrica (quarto dia), 33.

  • Pontadas passageiras no baço, com aspecto muito pálido, 12.

  • Pontadas na região do baço em horários determinados, mas especialmente durante o almoço e o jantar (em intervalos de quatro dias), 81.

  • Pontada e dor em queimação no baço, estendendo-se para as costas na omoplata, 12.

  • Pontada violenta na região do baço durante uma refeição, 80.

  • Pontada na região do baço, duas vezes seguidas, com sensibilidade dolorosa consequente no local (primeiro dia), 86.

  • Pontada na região esplênica (terceiro dia), 84. [1300.]

  • Uma pontada penetrante no hipocôndrio esquerdo, após o almoço, enquanto está sentado (primeiro dia), 24.

  • Algumas pontadas profundas no hipocôndrio esquerdo, pela manhã (sexto dia), 24.

  • Umbigo e Flancos.

  • Sensação dolorida no umbigo e ao redor dele, 12.

  • Cólica acima do umbigo (logo, segundo dia), 68 ; (terceiro e quarto dias), 69 ; (primeiro e quinto dias), 70.

  • Cólicas passageiras ao redor do umbigo (dentro de duas horas), 71.

  • Leve cólica acima do umbigo, logo; a cólica puxava da região umbilical para a virilha direita e ocasionava ali pressão fugaz, frequentemente recorrente (após uma hora); desapareceu ao ar livre (após duas horas), 68.

  • Constrição ao redor do umbigo, desaparecendo logo (logo, septuagésimo primeiro dia), 72.

  • Leve sensação escavante e cólica ao redor do umbigo às 14 horas (trigésimo quinto dia), 73.

  • Sensação de torção na região umbilical, com pontadas como de agulha e queimação no abdome, 12.

  • Dor incisiva acima do umbigo, transversalmente através do abdome, como na diarreia; à noite, durando duas horas após a evacuação (sexagésimo sexto dia), 13. [1310.]

  • Dor incisiva acima do umbigo, estendendo-se para a região sacral (décimo segundo dia), 75.

  • Dor nos músculos abdominais esquerdos, como se um gancho fosse puxado para cima neles, um agarramento de baixo para cima, 11.

  • Dor por pressão na região abdominal direita, que desaparecia à pressão da mão, mas voltava a ser percebida (durante todo o dia) ao inspirar profundamente ou ao expirar com força, 80.

  • Plenitude compressiva no lado direito do abdome, na região lombar, que torna a respiração difícil, deitado na cama por volta das 2 ou 3 da madrugada, 1.

  • Sem a menor causa, dor incisiva e cólica no lado esquerdo do abdome (segundo dia), 57.

  • Dor incisiva profunda no lado esquerdo do abdome, 30.

  • Beliscões no lado esquerdo do abdome (após duas horas e meia), 8.

  • Pontadas no lado esquerdo do abdome que tornavam difícil caminhar (após catorze horas), 8.

  • Muitas pontadas no lado direito do abdome ao deitar-se sobre esse lado, desaparecendo à pressão e retornando ao caminhar ao ar livre, 80.

  • Abdome em Geral.

  • Abdome grande, 1.* [1320.]

  • Distensão do abdome, com pressão violenta em direção às virilhas, e queimação nestas, juntamente com pressão no lado direito e na região da nuca, 12.

  • Distensão constante de todo o abdome, como um tambor, 12.

  • Após o almoço, o abdome parece estufado como um tambor, as roupas ficam apertadas demais, de modo que ele é obrigado a afrouxá-las, piorado por fumar (octogésimo segundo dia), 13.

  • Distensão do abdome, com sensação como se fosse cair para baixo ou para fora, 12.

  • O abdome torna-se muito grande depois de comer, 1.*

  • Tão inflado que ela não podia suportar os cordões em volta do corpo, após o almoço (terceiro e quarto dias), 76.

  • Abdome muito inflado (vigésimo quarto dia), 76.

  • Inchaço do abdome, após o almoço (vigésimo terceiro dia); forte inflação do abdome, após o almoço (vigésimo sexto dia); extraordinária distensão do abdome, que embaraçava seriamente a respiração, após o almoço (vigésimo nono dia), 73.

  • Distensão do abdome por flatulência (após duas horas), 73.*

  • Inflação do abdome (décimo quinto dia); grande inflação do abdome à tarde (trigésimo primeiro dia); após o almoço (quadragésimo segundo dia); (durante uma hora), e umas poucas cólicas nos intestinos, após o almoço (sexagésimo oitavo dia), 73. [1330.]

  • Distensão do abdome (décimo nono e sexagésimo quarto dias), 43.

  • Inflação do abdome durante uma hora, que desapareceu por eructações (após nove horas), 68.

  • Retração dolorosa do abdome entre a boca do estômago e o umbigo, estendendo-se ao redor para as costas, em acessos frequentes, embora sem dificuldade respiratória , em alguém que até então sofria de asma (nono mês), 12.

  • Flatos de odor incomum e muito ofensivo, com gosto ruim na boca e urina de odor muito ofensivo, 12.

  • Flatulência notavelmente aumentada, 12.

  • Emissão de flatos sem ruído (após meia hora), 8.

  • Emissão frequente de flatos, que não tinham muito odor (décimo primeiro dia), 23.

  • Deslocamento de gases com constipação intestinal (vigésimo sexto dia), 46.

  • Emissão de flatos (décimo quarto dia); copiosa (vigésimo quinto dia); à noite e de madrugada (trigésimo sétimo dia); o dia todo (trigésimo oitavo dia); em quantidade excessiva, dia e noite (trigésimo nono dia); quantidade acentuada para cima e para baixo, durante uma caminhada (sexagésimo nono ao septuagésimo sexto dia); emissão de flatos (após cento e um dias), 43.

  • Eliminação de muitos flatos à noite (trigésimo primeiro dia); eliminações frequentes de flatos, sempre acompanhadas de alguma umidade (trigésimo quinto dia); eliminação de flatos copiosos e inodoros, e evacuação dura e insatisfatória, de manhã (sexagésimo terceiro dia); flatos copiosos e inodoros (sexagésimo nono dia), 72. [1340.]

  • Eliminação de muitos flatos ruidosos e inodoros (quinquagésimo primeiro dia); emissão de flatos para cima e para baixo logo em seguida (quinquagésimo oitavo dia); evacuação de muitos flatos (logo em seguida, sexagésimo oitavo dia); eliminação de flatos para cima e para baixo (septuagésimo dia); eliminação de flatos (septuagésimo terceiro dia), 73.

  • Borborigmo frequente (décimo sexto dia), 76.

  • Flatulência à noite (vigésimo terceiro dia); eliminação de muitos flatos durante a noite (vigésimo dia), 48.

  • Muitos flatos foram eliminados ao amanhecer (nona noite), 58.

  • Incômodos flatulentos excessivos logo após comer; o abdome fica muito distendido, com pontadas como de agulha, pressão e repuxamento, com emissão de poucos flatos, 4.

  • Rumor abdominal, 1 ; (décimo terceiro dia), 32.*

  • Rumor abdominal audível (após uma hora), 6.*

  • Rumor abdominal no lado direito do abdome, após uma evacuação (após dez horas), 8.

  • Flatulência muito intensa e ruidosa no abdome, sem cessar, 12.

  • Ruídos como coaxos e roncos no abdome , seguidos por sensação de frio nele, 12.* [1350.]

  • Rumor abdominal frequente, com constipação intestinal, 12.

  • Rumor abdominal excessivo (primeiro dia), 83.

  • Reviramento e rumor abdominal nos intestinos (logo após uma dose, sexagésimo quinto dia); rumor abdominal nos intestinos, com leve cólica (após meia hora, sexagésimo sexto dia), 72.

  • Roncos e rumor abdominal nos intestinos, à noite (quadragésimo primeiro dia); rumor abdominal e leve cólica nos intestinos (décimo segundo dia), 73.

  • Rumor abdominal, com emissão de flatos , à tarde (segundo dia), 46.*

  • Gorgolejo constante nos intestinos (décimo dia); pontadas, gorgolejo, rumor abdominal e deslocamento de gases no abdome, à tarde e à noite (sexagésimo nono ao septuagésimo sexto dia); rumor abdominal constante e deslocamento de gases no abdome, acompanhados de pontadas lancinantes em todas as partes do corpo (octogésimo primeiro e octogésimo segundo dias), 43.

  • Grande sensação de peso no abdome, com dor muito intensa na região lombar, 12.

  • Sensação constante de peso com pressão e distensão do abdome, 12.

  • Um antigo esteatoma no meio do abdome torna-se muito sensível à pressão em paroxismos, a cada vinte e quatro horas, e, em pontos, repuxa-se formando nódulos (décimo quarto mês), 12.

  • Dor nos músculos abdominais, como por distensão, ao curvar-se para trás, 1. [1360.]

  • Todo o abdome, do tórax à virilha, dói ao toque, como dolorido, 12.

  • Sensação de dolorimento no abdome, 12.

  • Ela não suporta nenhuma pressão, nem qualquer peso em volta da cintura, 12.

  • Tensão no abdome (após o terceiro dia), 1.*

  • Tensão no abdome, como se os intestinos estivessem contraídos na região umbilical, 7.

  • Repuxamento espasmódico no abdome, estendendo-se aos membros inferiores, tornando-se pouco a pouco violento, e associado a sibilos asmáticos, com peso na cabeça (sexta semana), 12.

  • Cólicas nos intestinos (quadragésimo sexto dia), 73.

  • Leve cólica nos intestinos, com sensação como se eles fossem beliscados pelos dedos em um ponto circunscrito, ora aqui, ora ali (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Cólica e emissão de muitos flatos, à noite (quadragésimo dia), (A cólica que Thuja causa parece resultar da distensão dos intestinos por gases.), 43.

  • Súbito salto no abdome, acompanhado de sobressalto de toda a parte superior do corpo, como por susto, durante a sesta às 17 horas (quinto dia), 31. [1370.]

  • Cólica, com sensação como se ambos os lados do abdome estivessem afundando e vazios por dentro, com distensão do restante do abdome, 12.

  • Cólica flatulenta, frequentemente recorrente, 12.

  • Cólica incisiva violenta à noite, com cinco evacuações fecais moderadas (sexto mês), 12.

  • Cólica incisiva, intolerável, surgindo de repente à noite, com diarreia dez vezes, sempre com evacuação de apenas uma pequena porção de muco cinzento, com muito esforço; ao mesmo tempo, sentia muito frio e não conseguia aquecer-se (terceiro mês), 12.

  • Cólicas, com diarreia às vezes (quinquagésimo dia), 14.

  • Leve cólica passageira, ao caminhar ao ar livre, pela manhã (vigésimo nono dia), 73.

  • Cólica extremamente violenta, e dor incisiva passageira com rumor abdominal nos intestinos, após o desjejum (décimo nono dia); retorno, porém menos violento (vigésimo dia); dores cólicas muito intensas, mas muito transitórias, surgiram de repente durante o almoço (vigésimo primeiro dia), 75.

  • Cólicas à noite (décimo primeiro dia); com duas evacuações líquidas (décimo segundo dia); leve cólica, com borborigmo e inflação do abdome, à tarde (décimo oitavo dia); leve cólica à noite (vigésimo quinto dia), 76.

  • Cólicas ao meio-dia (primeiro dia); a cólica tornou-se extremamente dolorosa, diminuiu pouco a pouco após evacuação copiosa (terceiro dia); cólica menor (quarto, quinto e sexto dias); cólica aumentada (sétimo e oitavo dias); leve cólica (nono dia); cólica aumentada (décimo primeiro, décimo segundo e décimo terceiro dias); após o decurso de duas horas, a cólica tornou-se tão violenta que ele mal conseguia ficar ereto e tinha de sentar-se com o tronco curvado para a frente; essas dores duraram mais de uma hora e diminuíram após evacuação copiosa, acompanhada de eliminação de quantidade de flatos; à noite, as dores tornaram-se novamente mais fortes, sem, contudo, atingir o grau anterior de violência (décimo quarto dia); cólica abatida (décimo quinto dia); leve cólica (décimo sexto e décimo sétimo dias); cólica consideravelmente aumentada (décimo oitavo dia); a cólica continuou a aumentar e perturbou até mesmo o sono; foi acompanhada de distensão do abdome e constipação intestinal (décimo nono dia); a cólica aumentou até o meio-dia, mas diminuiu em direção à noite (vigésimo dia); leve cólica (vigésimo primeiro dia); cólica e diarreia (vigésimo quarto dia); a cólica tornou-se tão violenta que ele mal conseguia ficar ereto ao meio-dia; ao dirigir de volta para casa, a cólica, agora acompanhada de dor de cabeça e sensação de frio, tornou-se quase intolerável; depois de durar quase uma hora, cedeu um pouco após evacuação líquida copiosa, acompanhada de copiosa eliminação de flatos; aumentou novamente em direção à noite (vigésimo quinto dia); cólica, que aumentava da manhã até o meio-dia, interrompia-se após o almoço, mas reaparecia à noite e continuava até a meia-noite; isto era acompanhado de sensação de pressão na região hipogástrica (vigésimo quinto ao trigésimo primeiro dia); alguma cólica (trigésimo nono ao sexagésimo quarto dia); ao meio-dia, leve cólica; à noite, sentiu de repente dor violenta em todo o abdome, como se todos os intestinos fossem puxados para um ponto atrás do umbigo; isto era acompanhado de distensão do abdome, dor de cabeça e pulso acelerado; essa cólica durou seis horas e diminuiu gradualmente após evacuações líquidas, acompanhadas de eliminação de grande quantidade de flatulência (sexagésimo quarto dia); a cólica continuou até a noite (sexagésimo quinto dia); cólica todos os dias, ao meio-dia e à noite, que aumentava de dia para dia; a cólica diminuía consideravelmente com a eliminação, durante uma caminhada, de quantidade acentuada de flatos, e após evacuação líquida copiosa ao meio-dia (sexagésimo nono ao septuagésimo sexto dia), 43.

  • Sintomas de cólica, acompanhados de emissão de flatos (sexto dia), 31. [1380.]

  • Leve dor cólica no intestino delgado (terceiro dia), 24.

  • A cintura parece constrita, como por uma faixa de ferro, com dolorosa sensação de peso no fígado, estendendo-se até o ombro direito, 12.

  • Constrição nos intestinos, 12.

  • Uma compressão opressiva transversal através do abdome, aparentemente externa (após três quartos de hora), 8.

  • Cãibra constritiva no abdome superior, 1.

  • Sensação no abdome como se o joelho de uma criança fosse empurrado de dentro contra as paredes abdominais anteriores, de manhã (segundo dia), 33.

  • Abdome incomodado por uma ceia comida com grande apetite (décimo dia), 73.

  • (Queimação no abdome, ainda mais no tórax, hipocôndrios e boca do estômago, todas essas partes quentes externamente), 1.

  • Queimação nos intestinos, com diarreia, 12.

  • Laceração de baixo para cima no abdome, começando na virilha direita, em paroxismos (após sete dias), 1. [1390.]

  • Dores como rasgamento muito agudas, estendendo-se de cima para baixo pelos intestinos, com abdome dolorido e distendido, evacuação de muitas áscarides em massas e com diarreia verde e viscosa durante quatro dias e cinco noites, seguida de grande alívio do estado geral e melhora do apetite, em um jovem de saúde precária, que anteriormente nunca tivera quaisquer sintomas de áscarides, 12.

  • Pontadas lancinantes esporádicas no abdome (sexagésimo quinto dia), 43.

  • Uma tênia no abdome começa a ficar muito inquieta, e fragmentos são eliminados (sexta semana), 12.

  • *Sensação de algo vivo no abdome (até o quadragésimo sexto dia), 33.

  • Hipogástrio e Regiões Ilíacas.

  • Distensão do abdome inferior, com dores constritivas, como cãibras, 1.

  • Inchaço na região do hipogástrio, com urgência frequente para urinar, 58.

  • O hipogástrio pareceu o tempo todo algo inflado e sensível à pressão, e até ao impacto do pé no chão, 58.

  • *Movimento, como de algo vivo no abdome inferior, como um empurrão dos músculos abdominais pelo braço de uma criança, sem dor, 1.

  • Às 19h, dor semelhante à cólica no hipogástrio, e movimentos nos intestinos, como se precedessem uma diarreia, que sobreveio muito violentamente às 20h30, com dor acentuada no abdome; as dores então remitiram, mas o hipogástrio ficou sensível ao toque por várias horas (nono dia), 53.

  • Constrição dolorosa no hipogástrio (oitavo dia), 70. [1400.]

  • Pressão no abdome inferior, especialmente para os lados, como por gases antes de uma evacuação (após nove dias), 11.

  • No hipogástrio, sensação de pressão, especialmente diretamente acima da sínfise púbica (segundo ao sexto dia), 43.

  • Sensação opressiva na pelve do lado direito, perto da linha alba, como por um corpo estranho (primeiro dia), 83.

  • Tensão no abdome inferior, como se estivesse apertado demais (após doze horas), 1.

  • Tensão dolorosa na região hipogástrica, com pontadas ocasionais, piorada por inspiração profunda (pela manhã, com o estômago vazio), 80.

  • Repuxamento incômodo no lado esquerdo do hipogástrio (durante dois meses), ponto que também doía ao toque (sexto dia); repuxamento no hipogástrio do lado esquerdo, e dor à pressão, por volta das 10 horas da manhã (sétimo dia); repuxamento e pressão no hipogástrio, do lado esquerdo, particularmente ao tocá-lo, às 10 horas da manhã (oitavo dia), 65.

  • Pontada na região pélvica, do lado direito, perto da linha alba (terceiro dia), 84.

  • Dor incisiva no abdome inferior (após meia hora e nove horas), 10.

  • Inchaço da virilha, sem dor ao caminhar e ao toque, 1.

  • Gânglios inguinais perceptivelmente inchados (quinto dia), 78.* [1410.]

  • Os gânglios inguinais direitos ficam inchados, dolorosos, sensíveis ao toque (após seis meses), 13.

  • Secreção das virilhas semelhante a óleo de lamparina, 12.

  • (Um antigo gânglio inguinal endurecido desaparece), 12.

  • Sensibilidade dolorosa constante nas virilhas, 12.

  • Dor na virilha esquerda, como se a menstruação suprimida fosse aparecer, mas não aparece; em vez disso há um líquido mucoso, castanho, misturado com uma secreção sanguinolenta do ânus, 12.

  • Sensação de grande fadiga nas virilhas (terceiro dia), 73.

  • Sensação sobre a crista do ílio direito, ao tocar, como se estivesse contundida (segundo dia), 73.

  • Aumento do incômodo e da sensibilidade de uma antiga hérnia inguinal, com evacuação intestinal livre, 12.

  • Dor cólica na região ilíaca direita, por alguns minutos, enquanto caminha no quarto (após nove horas e meia, décimo terceiro dia), 32.

  • Pressão para dentro na virilha direita (após quatro horas), 3. [1420.]

  • Repuxamento e tensão distensiva na virilha direita, como se uma hérnia fosse protruir (em alguém que sofre de hérnia no lado esquerdo), 12.

  • Dor puxante desde os gânglios inguinais através das coxas até os joelhos, pior ao adormecer, com sensação de peso subsequente nos membros, 1.

  • Dor puxante na virilha ao ficar de pé e caminhar, mas não ao sentar-se, 1.

  • Dor puxante na região das virilhas, estendendo-se até a glande (quinto dia), 78.

  • Repuxamento na virilha direita (oitavo dia), 70.

  • Repuxamento na virilha esquerda ao meio-dia (septuagésimo sexto dia), 72.

  • Repuxamento da crista do osso ilíaco direito até a parte superior da coxa (terceiro dia), 56.

  • Dor incisiva na região ilíaca direita, 82.

  • Dor terebrante de fora para dentro, na região do osso ilíaco direito, 80.

  • Sensação súbita de salto na região ilíaca direita, como por algo vivo (quarto dia), 31.* [1430.]

  • Pontada na região ilíaca esquerda, durando o dia todo (segundo dia), 86.

  • Pontada na virilha, com impulsão tensa para fora e sensação como de inchaço, especialmente ao sentar-se (décimo quarto dia), 12.

  • Pontadas das virilhas descendo pelas coxas, somente ao sentar-se, não ao ficar de pé e caminhar, 1.

  • Pontadas na região da virilha, frequentemente repetidas durante o dia, com sensação como se os gânglios inguinais estivessem inchados (segundo dia), 70.

  • Pontadas nos gânglios inguinais (nono dia), 71.

  • Dores em pontada nas glândulas das virilhas (após sete horas), 69.

  • Pontadas isoladas eram repetidamente sentidas na virilha direita, e entre o sacro e o ânus (após duas horas), 68.

  • Dores surdas em pontada na região inguinal direita ao tossir, 80.

  • Algumas pontadas profundas na virilha direita, enquanto caminha na rua, pela manhã (quarto dia), 25.

  • Dor pulsátil em pontada na virilha direita (após uma hora), 10. [1440.]

  • Sensação de formigamento nas virilhas e por todo o abdome, com leucorreia aumentada, 12.

RETO E ÂNUS

  • Reto.

  • Uma antiga fístula retal agrava-se durante os primeiros dias, com aumento da sensibilidade dolorosa e da coceira no ânus, e supuração mais abundante, até que, após quatro semanas, irrompe um catarro violento, com frio febril muito intenso, calor seco e delírio, suor pela manhã e sabor azedo na boca. Com essa febre, o padecimento no reto desaparece. A febre continua por cinco dias, obrigando-o a ficar deitado, com uma fatigante dor puxante, que se estende da fronte, do lado direito, para baixo pelas faces até os músculos do pescoço e ao redor do ombro, com constipação intestinal, terminando por fim em evacuações diarreicas por vários dias, seguidas de melhora da saúde, enquanto o catarro fluente abundante recorre frequentemente, muitas vezes por várias horas, surgindo e desaparecendo de repente. No décimo mês aparece, junto ao ânus, uma mancha superficial branca, supurante, do tamanho de uma moeda de um penny, juntamente com outra semelhante na face interna do lábio inferior, que cicatrizou lentamente, após o que a saúde se foi estabelecendo cada vez mais, 12.

  • (Uma fístula no reto foi ficando pouco a pouco menor na segunda semana e cicatrizou, mas na terceira semana inchou ao redor da fístula, tornou-se dolorosa e rompeu-se novamente), 14.

  • (A fístula está tumefeita, dolorosa e inflamada, com ardor e pontadas nela), (quinquagésimo segundo dia), 14.

  • Prolapso frequente do reto, tornando-se maior ou menor e difícil de reduzir, 12.

  • O reto e a bexiga urinária parecem paralisados, 12.

  • Durante a evacuação, dor muito intensa no reto, de modo que foi forçada a desistir, 1.

  • Dor terebrante, de dentro para fora, como por um verme, no reto após uma evacuação, 82.

  • Irritação interna no reto após esforço infrutífero para evacuar, com eliminação de apenas um pouco de sangue vermelho-escuro, com aflitiva sensação de sacudidas, como num esforço infrutífero para evacuar, 12.

  • Sensação peculiar no ânus, como se o sangue se movesse para cá e para lá nos vasos, com sensação como se um cordão, estendendo-se do ânus através do membro inferior até o calcanhar, fosse posto em tensão, associada a sensação de adormecimento, primeiro em um pé, depois em ambos, 12. [1450.]

  • Constrição dolorosa e dor dilacerante, em sacudidas, no reto e no ânus, como se fosse nos intestinos, 1.

  • Dor incisiva, com sacudidas e contrações bruscas no reto, antes de evacuar, 12.

  • Dores incisivas no reto, 80.

  • Dor no reto, em queimação, pungente e corrosiva, segue-se a uma evacuação diarreica com sangue e torna difícil ficar sentado, 12.

  • Ardor e pontadas no reto fora da evacuação, 1.

  • Pontadas surdas no reto, para cima (quarto dia), 84.

  • Pontadas fugazes esporádicas no reto (vigésimo primeiro dia), 48.

  • Uma pontada terrível que se estende do reto para a uretra, abaixo do frênulo, 1.

  • Coceira no reto após a evacuação, 82.

  • Sensação no reto como se ali se tivesse formado uma bolha, 12.

  • Ânus. [1460.]

  • Ânus tumefeito em nódulos, com pontadas durante a evacuação, seguidas de ardor, pior ao sentar-se, obrigando a ficar de pé, 12.

  • Muitos oxiúros saem rastejando pelo ânus fora da evacuação (terceiro mês), 12.

  • Muitos oxiúros saem pelo ânus sem evacuação, com dor em queimação e pontadas no estômago, com necessidade constante de cuspir saliva (quarto mês), 12.

  • Um crescimento, como um condiloma, com um quarto de polegada de altura e da espessura de uma ervilha grande, sem dor, pruriginoso, abrindo-se no topo e supurando na crista, junto ao ânus, durou quatro semanas e cicatrizou gradualmente, 12.*

  • Vários inchaços úmidos, do tamanho de feijões, no ânus, com sensibilidade dolorosa, 12.

  • (Pápulas vermelhas indolores no ânus, como condilomas), 1.

  • Uma umidade castanha, untuosa, escorre do ânus por muito tempo, 12.

  • (A umidade fétida do ânus, provocando sensibilidade dolorosa, desaparece pouco a pouco), 12.

  • Umidade no ânus (vigésimo quarto dia), 47.

  • Eliminação de muco sanguinolento pelo ânus, tanto de dia quanto à noite (trigésimo quinto dia), 72. [1470.]

  • Uma evacuação às 6 da tarde, com ardor subsequente no ânus e, pouco depois, eliminação reiterada de muco, acompanhada de pontadas muito intensas no reto, na direção de uma linha do ânus ao sacro; ao cessarem as pontadas, a coceira e o ardor voltaram e duraram até as 10 horas (quinto dia), 48.

  • Protrusão dos vasos hemorroidários, com pontadas neles, ao caminhar à tarde (segundo dia), 22.

  • Tumefação das veias hemorroidárias (décimo quinto dia), 27.

  • Tumefação das veias hemorroidárias, com urgência para evacuar; coceira e ardor no ânus (segundo dia), 48.

  • (Os incômodos hemorroidários parecem piorados, protrudem após a evacuação e não podem ser reduzidos senão com grande pressão), 19.

  • Hemorroidas muito dolorosas, que se abrem e eliminam sangue; durante o fluxo menstrual o sangramento cessou, mas voltou depois (após dez meses), 14.

  • O ânus tornou-se tão sensível após uma secreção mucosa como se a pele ali estivesse rachada e gretada (sétimo dia), 49.*

  • Sensação de sensibilidade dolorosa no ânus, de manhã (vigésimo segundo dia), 73.*

  • Sensibilidade dolorosa do ânus, de modo que caminhar era difícil, 12.

  • As hemorroidas são dolorosas ao menor toque, 1.* [1480.]

  • Sensação de pressão nas veias hemorroidárias túrgidas (décimo sexto dia), 27.

  • Pressão e ardor nos vasos hemorroidários, à noite (sétimo dia); pressão na veia hemorroidária quando sentado (trigésimo quinto dia); leve pressão na veia hemorroidária (quinquagésimo segundo dia), 72.*

  • Pressão nos vasos hemorroidários ao sentar-se, à noite (vigésimo segundo dia); pressão (quadragésimo dia); pressão violenta, às 11 da manhã (quadragésimo terceiro dia); pressão transitória (quadragésimo sexto dia), 73.

  • Pressão nos vasos hemorroidários (segundo dia), 74.

  • Thuja atuou de modo notável sobre os vasos hemorroidários, pois às vezes eu sentia neles hiperemia e, outras vezes, uma tal pequenez, eu diria sensação de vazio, que isso me chamava a atenção mesmo quando eu não estava atento àquela região; essa alternância de sensações ocorria frequentemente duas ou três vezes por dia (sexagésimo dia), 73.

  • Sensação de aperto nas hemorroidas (após uma hora, trigésimo terceiro dia); nos vasos hemorroidários, no período da manhã (quinquagésimo nono dia), 72.

  • Aperto e pressão no ânus, no período da manhã (quadragésimo quinto dia), 73.

  • Leve aperto ao redor do ânus, às 10 da manhã (quinquagésimo oitavo dia), 73.

  • Constrição dolorosa do ânus com quase toda evacuação, 1.*

  • Constrição no ânus após duas evacuações pastosas (septuagésimo segundo dia), 72.

  • Pressão e ardor no ânus, pela manhã, após evacuação dura (septuagésimo quarto dia), 73. [1490.]

  • Ardor no ânus, 1.*

  • Leve ardor nos vasos hemorroidários (décimo nono dia), 72.

  • Ardor muito intenso no ânus (quadragésimo dia), 43.*

  • Ardor transitório no ânus, pela manhã (trigésimo nono dia); ardor e repuxamento para dentro no ânus após evacuação normal (quadragésimo sétimo dia); ardor e sensação de sensibilidade dolorosa no ânus, ao meio-dia (quinquagésimo oitavo dia); ardor no ânus após evacuação solta (sexagésimo sétimo dia), 72.

  • Leve ardor no ânus após evacuação pastosa (quinquagésimo nono dia); no período da manhã (sexagésimo terceiro dia); em direção ao meio-dia (septuagésimo primeiro dia), 73.

  • Ardor e coceira no ânus (quinto dia), 70.

  • Mordicação intolerável no ânus (primeiro dia), 70.

  • Pontadas intensas e bem definidas do ânus para a região do osso ilíaco esquerdo, pela manhã (quadragésimo terceiro dia), 44.*

  • Pontadas no ânus (terceiro e quarto dias), 69.*

  • Pontadas isoladas no ânus, alternando com ardor no prepúcio (após dez horas); após caminhar (segunda manhã); pontadas frequentes no ânus, à noite (quarto dia), 68. [1500.]

  • Pontadas repetidas ao redor do ânus, que continuaram a aumentar de intensidade durante o dia (dentro de duas horas); pontadas no ânus, desaparecendo ao caminhar ao fresco (quinto dia), 71.

  • Pontadas isoladas, fugazes e muito dolorosas no ânus, como por uma agulha fina, estando sentado, à 1 da tarde; essas pontadas voltavam de tempos em tempos, mas não tão frequentemente como no início (quadragésimo segundo dia), 73.*

  • Coceira constante no ânus, com pontadas nele como de alfinetes, 12.

  • Coceira no ânus, que levava a coçar, às 10 da manhã (nono dia), 32.

  • Coceira no ânus, passando a ardor intenso após evacuação dura (décimo terceiro dia); a coceira surgia às vezes (décimo quarto e décimo quinto dias); pior (décimo sexto dia); incômoda (décimo sétimo dia); coceira no ânus (trigésimo nono e quadragésimo dias), 46.

  • Coceira no ânus, especialmente incômoda no período da manhã (após vinte e três dias); coceira e suor no ânus (vigésimo sexto dia); coceiras no ânus (trigésimo ao trigésimo sétimo dia), 47.

  • A coceira e o ardor no ânus aumentaram e foram especialmente incômodos à noite, após uma evacuação (terceiro dia); permaneceram como o sintoma proeminente, durando até a meia-noite e impedindo o sono (sexto dia); instalaram-se regularmente todas as noites por três dias (após nove dias); voltaram à noite (décimo terceiro dia); (após meia hora, vigésimo dia); especialmente molestos, acompanhados de várias pontadas muito intensas no reto (particularmente à noite), (após trinta e cinco dias), 48.

  • Coceira e ardor no ânus, com tenesmo retal, especialmente à noite (após doze dias), 49.

  • Coceira e ardor no ânus duraram por mais tempo e ainda eram sentidos às vezes após o transcurso de meses, 50.

  • Coceira intolerável no ânus, durando quase o dia inteiro (segundo dia), 70. [1510.]

  • Coceira no ânus (nono dia), 71.*

  • Alguma coceira nos vasos hemorroidários, no período da manhã ao caminhar (vigésimo sexto dia); coceira violenta e pressão na veia hemorroidária, no período da manhã (vigésimo sétimo dia); coceira muito violenta no ânus após o jantar (quinquagésimo dia); coceira e ardor nos vasos hemorroidários ao caminhar, no período da manhã (quinquagésimo sexto dia); coceira violenta e aperto nas hemorroidas (sexagésimo dia), 72.

  • Leve coceira e pressão no ânus, à noite (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Períneo.

  • O lado direito do rafe do períneo estava nitidamente saliente e parecia espessado, como se a pele estivesse endurecida, sem ser minimamente doloroso (quinquagésimo segundo dia), 73.

  • No sulco entre as nádegas secreta-se uma umidade viscosa (quinquagésimo sexto dia), 72.

  • No sulco entre as nádegas, não longe do ânus, um ponto doloroso, que permaneceu sensível por uma hora (sexto dia), 73.

  • Sensação de sensibilidade dolorosa no períneo (quadragésimo oitavo dia), 72.

  • Ardor muito intenso na fossa entre as nádegas ao caminhar, após nove dias, 1.

  • Dor em queimação no períneo, cujo rafe estava mais saliente que o habitual, e a uma polegada do ânus apareceu um tubérculo do tamanho de uma ervilha, que aumentou por três dias, ficou úmido, ardia ao caminhar, e depois foi diminuindo dia após dia, desaparecendo em cerca de dez dias (após trinta e cinco dias), 48.*

  • Algumas pontadas dolorosas como de agulha, do interior para fora, no períneo, desaparecendo ao retrair o ânus (após oito horas), 11. [1520.]

  • Coceira no períneo quando sentado, no período da manhã (quadragésimo quinto dia), 72.

  • Urgência para evacuar.

  • Urgência frequente para evacuar, sem resultado (primeiro dia), 12.

  • Urgência para evacuar três vezes, com ereções, 1.

  • Urgência infrutífera para evacuar por vários dias, seguida de uma evacuação em bolinhas, como excrementos de ovelha, 12.

  • Desejo frequente e infrutífero de evacuar; fezes de cor mais clara, 12.

  • Desejo frequente e infrutífero de evacuar (após dezesseis horas), 11.

  • Desejo muito intenso de evacuar, à noite; mal pôde alcançar o penico; houve evacuação de grande quantidade de fezes pastosas, sem dor (quadragésimo quarto dia), 14.

  • Pressão como se devesse evacuar, embora nada resulte; depois (no primeiro dia) houve uma evacuação algo solta; no dia seguinte uma evacuação solta sem pressão; no terceiro dia nenhuma evacuação, 1.

  • Tenesmo retal e evacuação dura, muito insatisfatória (logo, décimo nono dia), 73.

EVACUAÇÃO

  • Diarreia.

  • *Diarreia diária, de manhã, após o pequeno-almoço, 12. [1530.]

  • Evacuação diarreica, de manhã, com protrusão diária do recto (após o segundo mês), 12.

  • Diarreia de odor fétido, alternando com constipação intestinal, durante vários dias, 12.

  • Diarreia, de manhã, consistindo em muco verde fluido sem fezes, 12.

  • *Diarreia extraordinária, amarelo-viva, aguada, saindo em jacto com muitos gases, como se se tivesse puxado a rolha de um jarro cheio, com esgotamento excessivo e, por fim, respiração curta e difícil, angústia, pulso intermitente e dor compressiva aguda nas costas, em frente à boca do estômago, com sensação de que ali não podia circular sangue, juntamente com rápido desaparecimento da gordura (sétimo mês), 12.

  • Diarreia violenta logo após uma dose, durando todo o dia seguinte e vários dias subsequentes, tornando-se gradualmente menos frequente, com sensação de alívio, 12.

  • Diarreia violenta, com cólica, após a qual desaparece a distensão prévia do abdómen, recorrendo em vários acessos durante os oito dias seguintes, 12.*

  • Diarreia muito violenta, com cólica, surgindo de repente de manhã, após três dias de constipação intestinal, 12.*

  • Diarreia muito premente sempre depois de comer (primeiros oito dias), 12.*

  • Diarreia muito urgente todas as manhãs, e também frequentemente obrigando a levantar-se da cama durante a noite, enquanto durante o dia há evacuação completamente normal, 12.*

  • Diarreia violenta muito súbita, seguida de vómitos por seis vezes, não antecedida por enjoo (numa rapariga que antes nunca conseguira vomitar); a diarreia foi mais violenta durante a noite, diminuiu gradualmente durante os três dias seguintes e, no quinto dia, foi eliminada grande quantidade de ténia, da qual até então não havia qualquer vestígio (quarta semana), 12. [1540.]

  • Diarreia pastosa, com tenesmo retal, durante dois dias, de manhã até à noite; dor dolente nos intestinos, profundamente no meio do abdómen, e tumefação dolorosa, sensível e pontiaguda, como um condiloma, no ânus (nono mês), 12.

  • Várias vezes diarreia violenta, quase aguada, mas sem dor (após 900 gotas), 61.*

  • *Diarreia de água amarela, por vezes sem dor, por vezes com cólica, quatro ou cinco vezes por dia (terceiro dia); fezes brancas, fluidas, formadas (vigésimo nono dia), 14.

  • Diarreia violenta com dor acentuada (nono dia); evacuação abundante, com eliminação de muitos gases, à noite (décimo dia), 53.

  • Duas evacuações líquidas pouco depois de tomar a dose (décimo oitavo dia), 72.

  • Duas evacuações (vigésimo sétimo dia), 76.

  • Duas dejeções ligeiras, terminando com eliminação de muco, prurido e ardor, à noite (segundo dia), 46.

  • Três evacuações, terminando sempre com eliminação de muco (sexto dia); à noite, três evacuações, com prurido e ardor subsequentes no ânus, e pontadas irritativas no recto (sétimo dia); três evacuações, com os acompanhamentos habituais, à noite (oitavo dia); todos os dias, durante três dias, duas evacuações, terminando com eliminação de muco (após nove dias); evacuação, às 6 da manhã, com ardor no ânus (vigésimo dia), 46.

  • Duas evacuações pastosas e malcheirosas (quinto dia); grande evacuação, que a princípio era dura, depois pastosa, argilosa e malcheirosa, às 8 da manhã (sexto dia), 32.

  • Diarreia, à noite (primeiro dia); evacuação abundante (segundo dia); diarreia aumentada (sétimo e oitavo dias); diarreia (décimo primeiro, décimo segundo e décimo terceiro dias); evacuação abundante (décimo quarto dia); constipação intestinal (décimo nono dia); evacuações líquidas abundantes, de manhã e depois do jantar (vigésimo dia); evacuação líquida escassa, de manhã (vigésimo primeiro dia); diarreia (vigésimo quarto dia); evacuação líquida muito abundante (vigésimo quinto dia); evacuação escassa, de manhã (trigésimo nono dia); evacuação pastosa e escassa depois do jantar, e depois violento ardor no ânus (quadragésimo dia); evacuação pastosa, durante a manhã (quadragésimo terceiro dia); evacuação dura, de manhã (quadragésimo quarto dia); evacuação pastosa, com emissão de quantidade de gases, todos os dias depois do jantar (quadragésimo quinto ao quinquagésimo segundo dia); evacuação líquida (sexagésimo quarto dia); evacuação líquida abundante, ao meio-dia (sexagésimo nono ao septuagésimo sexto dia); constipação intestinal (nonagésimo terceiro dia); uma evacuação escassa (nonagésimo quarto e nonagésimo quinto dias), 43. [1550.]

  • Uma evacuação pastosa, às 4 da tarde (quinto dia); sem evacuação (sexto e sétimo dias); duas evacuações, uma dura e insatisfatória, depois outra pastosa, que deixou um ardor prolongado no ânus (oitavo dia); três evacuações pastosas (às 6, 9 e 11 da manhã), (nono dia); sem evacuação (décimo dia); evacuação dura e insatisfatória, de manhã (décimo segundo dia); evacuação muito insatisfatória, após muito esforço evacuatório, às 6 da tarde (décimo terceiro dia); sem evacuação (décimo quarto dia); evacuação insatisfatória, durante a manhã (décimo quinto dia); outra evacuação insatisfatória, à tarde (décimo sexto dia), 66.

  • Sem evacuação (terceiro dia); de manhã, evacuação frouxa e, depois dela, pressão incómoda no ânus, que durou todo o dia (décimo terceiro dia); evacuação dura e escassa às 4 da tarde, e pressão e prurido no ânus durante quase todo o serão (décimo quarto dia), 65.

  • Durante a patogenesia, as evacuações tornaram-se mais moles, mais abundantes e ocorriam de duas a três vezes por dia, 63.

  • Evacuações frequentes e abundantes de fezes pastosas, proporcionando grande alívio, 4.

  • Evacuação muito abundante e mole, de manhã (quinto dia), 64.

  • Evacuação mole, durante várias manhãs seguidas, 11.

  • Evacuação mole, imediatamente, 11.

  • Várias evacuações moles (após duas, dez, doze e catorze horas), 9.

  • Uma evacuação cedo, todos os dias, com urgência, embora apenas pequena quantidade de fezes fluidas passasse depressa; depois, sensação de inactividade no recto, 81.

  • Evacuação pastosa escassa, 85. [1560.]

  • Evacuações normais frequentes (após treze e dezasseis horas), 8.

  • As dejeções aumentaram em quantidade e eram menos consistentes, 77.

  • Evacuações alternadamente moles e duras, por vezes como pedaços de maçã (durante as primeiras semanas), 12.

  • Evacuação diária, por vezes normal, por vezes escassa e difícil, outras vezes faltando por completo, por vezes diarreica e pastosa, com desejo urgente de evacuar, 12.

  • A evacuação, até então obstipada, melhora, com eliminação de algum sangue, 12.

  • Evacuação regular em pessoa habitualmente obstipada (após oito dias), 12.

  • Evacuação mais fácil e mais frequente do que o habitual, 12.

  • Várias evacuações em rápida sucessão, não como diarreia e sem dor, especialmente logo após excitação afetiva, 12.

  • Evacuação dolorosa, misturada em parte com sangue vivo coagulado, em parte com pus, seguida de violento ardor no recto, 12.

  • Evacuação muito premente, com tenesmo retal, e misturada com fezes amarelo-vivas (quinto mês), 12. [1570.]

  • Evacuação, com muitos gases, 12.*

  • Duas evacuações líquidas, com cólica (décimo segundo dia); sem evacuação (décimo quarto e décimo quinto dias); sem evacuação durante dois dias (vigésimo segundo dia); evacuação dura (vigésimo quarto dia); sem evacuação nos dois dias anteriores (quadragésimo sexto dia), 76.

  • Evacuação muito dura após muito esforço evacuatório, seguida de dor no ânus, de manhã; ao mesmo tempo, borborigmos; três horas depois, duas evacuações líquidas, com ardor subsequente no ânus (durante mais de uma hora), (trigésimo sexto dia); evacuação insatisfatória após forte esforço evacuatório (sexagésimo nono dia), 73.

  • Evacuação muito escassa, meio líquida, com sensação de o recto estar muito inactivo (segundo dia); evacuação ligeira, insatisfatória (terceiro dia); sem evacuação (quarto dia), 84.

  • Escorrimento frequente de sangue após a evacuação, 12.

  • A eliminação de sangue com a evacuação aumentou, com sensação muito dolorosa de sensibilidade e de carne viva no recto, duas vezes por dia, 12.

  • Passam quantidades de oxiúros com a evacuação (primeiras quatro semanas), 12.

  • Eliminação de uma grande ténia, da qual até então não havia qualquer sintoma, com vómitos e diarreia (sétimo mês), 12.

  • São eliminadas ascárides em grande quantidade, mesmo sem evacuação, com acumulação de água na boca, cólicas no abdómen e diarreia (quinto mês), 12.

  • A evacuação parece ameixas assadas, 12. [1580.]

  • Fezes pretas, 12.

  • Evacuação endurecida, em pedaços como bolas, 12.

  • Eliminação de grandes bolas castanhas e duras de fezes, cobertas por estrias de sangue (após catorze dias), 4.

  • Evacuação reduzida (após cinco dias), 1.

  • Constipação intestinal.

  • Constipação intestinal durante vários dias, após polução noturna profusa, 7.

  • Constipação intestinal por longo tempo, como por paralisia, alternando com diarreia pastosa premente (décimo mês), 12.

  • Constipação intestinal após vários dias, com cólicas repuxantes intensíssimas, durante as quais gritava em desespero e se revolvia, cedendo com uma evacuação comum, 12.

  • Constipação intestinal durante oito dias, seguida de evacuação abundante e dura, 78.

  • Constipação intestinal, com desejo infrutífero de evacuar, tumefação e sensibilidade dolorosa no ânus, e eliminação de algum sangue, 12.

  • Evacuação por vezes extraordinariamente difícil, durante a qual os intestinos parecem paralisados e incapazes de expelir uma evacuação normal (sexto mês), 12. [1590.]

  • Evacuação infrequente, 12.

  • Evacuação muito infrequente, sem clister, depois dura e seca, 12.

  • Evacuação muito difícil, com dor muito intensa na região lombar e eliminação de sangue, 12.

  • Evacuação dura (ela tinha habitualmente diarreia), (septuagésimo primeiro dia), 14.

  • Evacuação dura e insatisfatória, com prurido e ardor mordente subsequentes no ânus (segundo dia), 56.

  • Evacuação difícil e dura, à tarde (após oito horas), 11. [Esta é a ação primária; a ação secundária oposta seguiu-se após doze a catorze dias. -Hahnemann.]

  • Evacuação intestinal apenas de dois em dois, três em três ou oito em oito dias, e difícil (primeiras quatro semanas), 12.

  • Constipação intestinal (segundo dia); evacuação dura (décimo terceiro dia); cessaram as evacuações (décimo quarto e décimo quinto dias); evacuação dura (décimo sexto dia); evacuação dura, com ardor subsequente no ânus (vigésimo quarto dia); evacuação violenta, com dor abdominal e ardor no ânus (após duas horas, vigésimo quinto dia); outra evacuação e rumor abdominal, à noite (vigésimo quinto dia); sem evacuação, mas com forte urgência para ela, com prurido no ânus, estendendo-se à uretra (trigésimo dia); tentativa infrutífera de evacuação (décimo nono dia); estava habituado a uma evacuação regular todas as manhãs; evacuação dura, à tarde (trigésimo primeiro dia), 46.*

ÓRGÃOS DO APARELHO URINÁRIO

  • Rins e Bexiga urinária.

  • Leve ardor na região dos rins, cessando após uma hora, e seguido de urina abundante, acompanhado de ardor (quinto dia); o ardor na região renal aumentou e foi acompanhado de dor puxante ao longo do ureter até a bexiga urinária (após uma hora, sexto dia), 78.

  • Pressão na região renal (oitavo dia), 70. [1600.]

  • A bexiga urinária parece paralisada e sem força para expelir a urina; o reto também é afetado de modo semelhante, 12.

  • Incômoda sensação de plenitude na região da bexiga urinária forçou-me a urinar frequentemente; a quantidade de urina não parecia aumentada, e sua qualidade era completamente normal, 62.

  • Parecia como se a bexiga urinária estivesse maior, 58.

  • Sensibilidade e sensação de distensão na região da bexiga urinária, com urgência frequente para urinar, 59.

  • Dor escavante na região do rim direito à noite, tão intensa ao virar-se que o acordou (octogésimo sexto dia), 13.

  • Ataque frequente de dor terebrante na região da bexiga, com repuxamento doloroso dos testículos (décimo quarto dia), 34.

  • Ataques quase diários, e às vezes vários ataques por dia, de dor terebrante na região da bexiga, com repuxamento doloroso dos testículos, acompanhados de urgência ocasional para evacuar, 36.

  • Pressão para baixo na região renal esquerda, enquanto sentado (após duas horas), 10.

  • Dor compressiva constritiva nas vias urinárias, como se a urina tivesse sido retida ao extremo, com desejo frequente e urinação difícil, 12.

  • Dor incisiva na região da bexiga, atrás do púbis, pouco antes e durante a urinação, também em outros momentos, muito violenta ao caminhar (após doze dias), 6. [1610.]

  • Dor incisiva na bexiga urinária durante alguns minutos, à tarde (trigésimo terceiro dia), 44.

  • Pontadas lancinantes do colo da bexiga em direção à uretra (vigésimo segundo dia), 32.

  • Uretra.

  • Ardor na uretra e corrimento gonorreico; e, no lado direito do escroto, espinhas pruriginosas vermelho-escuras, que uma a uma se transformaram em úlceras superficiais brancas; outra semelhante no meio do umbigo, em um jovem que padecera de cancro e gonorreia dois anos antes, curados permanentemente, em aparência, por pedra-azul, injeções e Mercúrio; desde então ele sempre fora fraco e tuberculoso; essa erupção sobreveio no segundo mês da patogenesia, foi seguida de melhora da saúde, enquanto a erupção se estendia por todo o escroto e pela glande, e se transformava em manchas ulcerativas superficiais brancas, cicatrizando e reaparecendo de novo em pontos, 12.

  • Corrimento uretral crônico especialmente violento durante a evacuação, misturado com emissão de sêmen, com ardor na uretra e dor puxante nos testículos, 12.

  • Corrimento constante de grande quantidade de muco verdoso-amarelado pela uretra, sem dor e com alguma tensão dolorida, somente durante as ereções; após aparente cura de gonorreia (sexto mês), 12.

  • O corrimento gonorreico retorna em intervalos mais longos ou mais curtos, com pontada ardente na uretra e dores lacerantes reumáticas em todas as articulações inchadas, especialmente na região da nuca, nos rins, nos joelhos e nos pés, com língua coberta por muco, gosto açucarado e doce na boca, inapetência e constipação intestinal, durante quinze meses, porém pouco a pouco diminuindo, e seguido de boa saúde permanente; em um homem que padecera de reumatismo gonorreico, 12.

  • A gonorreia que havia cessado voltou (segundo mês), 12.

  • A gonorreia diminuiu de dia para dia, 12.

  • Corrimento de líquido prostático em fios tenazes, pela manhã ao despertar, 7.

  • O orifício da uretra estava fechado por um fluido viscoso, constituído de líquido seroso e um grumo de muco, que podia ser estirado em fios pelos dedos. Após remover esse líquido, leve ardor ao urinar, pela manhã (décimo dia), 32.* [1620.]

  • O orifício da uretra está aglutinado por muco, vermelho-escuro e inchado, 12.*

  • Depois de urinar, ainda permanece alguma urina na uretra, que subsequentemente sai guttatim, não da bexiga, somente da uretra, 1.*

  • Sensação aguda e dolorosa de sensibilidade dolorosa na parte anterior da uretra, muito vermelha e inchada, de tal modo que o toque não pode ser suportado, persistindo por longo tempo e recorrendo sem cessar (quarto mês), 12.

  • Uma dor tensiva na próstata e nos testículos, que cinco anos antes haviam inchado durante gonorreia, retorna agora com renovado inchaço (terceira semana), 12.

  • Dor mordente constante em toda a uretra, ao urinar, 12.

  • Dores lacerantes horríveis, que se precipitavam como relâmpagos para cá e para lá através da uretra, com simultâneas pontadas intensas no ânus (à tarde, quando sentado), 79.

  • Dor incisiva na porção perineal da uretra, 35.

  • Dor incisiva na uretra, do períneo para diante (terceiro dia); dores incisivas intensas na uretra (região perineal), (quarto dia), 84.

  • Dor puxante-incisiva na uretra, ao caminhar (após dez horas), 6.

  • Dores incisivas na uretra, ao urinar (sexagésimo sétimo dia), 13. [1630.]

  • Uma pontada espasmódica e incisiva na uretra, quando não urinava (após trinta horas), 1.

  • Dor incisiva ao urinar, 1.

  • Ardor na uretra, quando não urinava, 1.

  • Ardor na uretra após levantar-se (décimo terceiro dia), 66.

  • Naquela mesma noite observei um escaldor muito incômodo ao urinar, que continuou durante todo o dia seguinte, e fiquei horrorizado ao notar, ao despir-me, que minha camisa estava toda manchada de um modo extremamente repugnante para qualquer noção de decência. Verifiquei um corrimento uretral crônico acentuado pela uretra, que estava evidentemente inchada e inflamada, pois o jato de urina era fino e bifurcado, e o ardor havia aumentado. No dia seguinte o corrimento tornara-se amarelo, enquanto os outros sintomas permaneciam como antes. O corrimento ainda continuou, embora em grau decrescente, até o sexto dia; mas o escaldor e o jato urinário interrompido já haviam desaparecido então, e no sétimo dia eu estava completamente bem de novo. Os sintomas, enquanto duraram, eram precisamente os de um ataque comum de gonorreia, mas sua origem medicamentosa foi evidenciada pela curta duração do ataque, 91.

  • Ardor no orifício da uretra, à noite (quarto dia), 68.

  • Ardor ao urinar, 82.

  • Ardor na parte anterior da uretra, sem corrimento, 80.

  • Ardor e pontada na parte anterior da uretra, 82.

  • Ardor na uretra ao urinar, e também por algum tempo depois, 1. [1640.]

  • Dor ardente e escoriante na uretra, ao urinar (após quarenta e oito horas), 1.

  • Ardor na uretra durante todo o ato da urinação, 1.

  • Ardor em toda a uretra, com urgência para urinar, durante um quarto de hora, 12.

  • Leve ardor na uretra, deixando uma sensação voluptuosa, especialmente após urinar (após três horas, terceiro dia); ardor na uretra (imediatamente, quarto dia), 76.

  • Ardor na uretra em direção ao bulbo, durante vários minutos (décimo nono dia); leve ardor na uretra durante a urinação, à tarde (vigésimo quinto dia); ardor na uretra ao eliminar alguma urina muito escura (sexagésimo primeiro dia); leve ardor na uretra ao urinar, depois do jantar (septuagésimo primeiro dia), 73.

  • De manhã, após urinar, ardor na uretra; pontadas muito dolorosas da uretra ao ânus; pressão na região do colo da bexiga, com urgência para urinar; essas sensações duraram cerca de vinte minutos (segundo dia), 63.

  • Leve ardor durante a urinação, estando a urina mais avermelhada que o habitual (vigésimo quarto dia), 20.

  • Violenta dor em queimação na uretra e no fundo da bexiga, seguindo-se a cada urinação (quadragésimo terceiro dia), 43.

  • Pontada pulsátil na fossa navicularis da uretra (surgindo diariamente por duas semanas, em intervalos desiguais, e repetida frequentemente em uma hora), 31.

  • Algumas pontadas na fossa navicularis da uretra, às 4 da tarde (quinto dia), 31. [1650.]

  • Várias pontadas dolorosas na parte anterior da uretra, estando o pênis relaxado (após meia hora, nono dia), 32.

  • Algumas pontadas lancinantes na uretra (décimo terceiro dia), 32.

  • Leve pontada na uretra (vigésimo quarto dia); pontadas na uretra, com urgente desejo de urinar (vigésimo nono dia), 47.

  • Pontadas na uretra, com ereções frequentes à noite, de modo que ele não podia dormir, 1.

  • Algumas pontadas de trás para diante na uretra, quando não urinava, não durante a urinação, 1.

  • Pontadas lacerantes na parte anterior da uretra, 1.

  • Pontadas frequentes na uretra, com corrimento de muco pela manhã, 12.

  • Pontadas finas na uretra, muito passageiras, mas frequentes, 12.

  • Pontadas ardentes e penetrantes perto do meato urinário, quando não urinava (após nove horas), 6.

  • Pontadas intensas na extremidade anterior da uretra, quando não urinava, 80. [1660.]

  • Pontada intensa na uretra, à noite (após três dias), 1.

  • Uma pontada súbita e fugaz atravessou a uretra, saiu do bulbo, pressionou quase até o meio da uretra, e foi tão violenta que ele foi involuntariamente forçado a curvar-se, perto do meio-dia, enquanto caminhava ao fresco (sexagésimo segundo dia), 73.

  • Uma coceira voluptuosa na parte anterior da uretra, enquanto o pênis estava relaxado, depois do jantar (quarto dia), 32.

  • Formigamento transitório em sacudidas na fossa navicularis da uretra, acompanhado de sensação voluptuosa, sem ereção (décimo primeiro dia), 32.

  • Um formigamento voluptuoso em sacudidas na parte anterior da uretra (ao caminhar na rua), estando o pênis relaxado, às 9 da manhã (décimo segundo dia), 32.

  • Coceira voluptuosa na parte anterior da uretra, estando o pênis relaxado, acompanhada de sensação como se algumas gotas fossem escorrer (quarto dia), 33.

  • Coceiras na uretra, ao urinar (sexto dia, e subsequentemente); coceira na uretra (décimo terceiro dia); coceira incômoda na uretra (décimo sétimo e décimo oitavo dias); coceira em toda a uretra durante a urinação, à tarde (vigésimo terceiro dia); coceira durante a urinação (trigésimo primeiro dia), 46.

  • Sensação de umidade correndo para diante na uretra, especialmente à noite, 1.*

  • Depois de urinar, sensação como se algumas gotas estivessem descendo pela uretra, durando um quarto de hora, 1.*

  • Sensação na uretra como se uma gota de líquido viscoso estivesse sendo impelida para diante, enquanto sentado, às 4 3/4 da tarde (nono dia), 32.

  • Urinação e Urina. [1670.]

  • Desejo de urinar (vigésimo oitavo dia), 70.

  • Desejo aumentado de urinar diariamente das 5 às 10 da manhã, retornando depois das 7 da noite, 12.

  • O gotejamento involuntário de urina cessa, e se transforma em desejo frequente de urinar, 12.

  • Desejo frequente de urinar, 12.

  • Desejo constante de urinar, 12.

  • Desejo frequente de urinar e urinação, sem dor (após uma hora e três quartos), 8.

  • Desejo frequente de urinar, seguido de evacuação abundante de urina aquosa, mesmo à noite (após trinta e seis horas), 4.

  • Urgência aumentada para urinar (primeiro dia), 69, 85.

  • Urgência para urinar, com urinação abundante, 71.

  • A urgência para urinar era frequente e apressada (sexto dia), 71.* [1680.]

  • Urgência para urinar, com pontadas na uretra (trigésimo ao trigésimo sétimo dia), 47.

  • Urgência frequente para urinar, de dia (primeiro dia), 21.

  • Urgência reiterada para urinar, mesmo quando havia pouca urina na bexiga (décimo sétimo dia), 72.*

  • Urgência frequente para urinar, com eliminação de urina abundante (após o segundo dia), 68.

  • Urgência apressada para urinar, com urina abundante (segundo dia), 70.

  • Desejo constante de urinar durante a noite, e eliminação de grande quantidade de urina amarelo-clara (quadragésimo terceiro dia), 43.

  • Desejo de urinar, durando todo o dia; a dor diminuía após urinar (quadragésimo quarto dia), 43.

  • Esforço excessivo para urinar, terminando com a eliminação de um pequeno cálculo, em uma mulher que até então jamais havia percebido qualquer incômodo de cálculo (sétimo mês), 12.

  • A urina é interrompida no meio da emissão; só volta a ser eliminada depois, 12.

  • Às vezes a urina sai apenas em jato fraco e lento, 12. [1690.]

  • A urina é eliminada em jato espalhado e bifurcado, 12.

  • Evacuação da urina interrompida, e em muitos intervalos bem definidos, 12.

  • É obrigado a fazer força quando deseja urinar; isso precisa fazer a cada minuto; alguma urina sai apenas por paroxismos, quando há dor em queimação na uretra, 1.

  • Urinação profusa (após vinte horas), 2.

  • Micção frequente de grande quantidade de urina, 1.

  • Micção muito frequente, quase a cada hora, sem dor, 1.

  • Ele é obrigado a urinar cinco ou seis vezes antes que a bexiga se esvazie completamente, 1.*

  • Ele é frequentemente obrigado a eliminar grande quantidade de urina (após quatro horas e meia), 5.

  • Micção frequente, sem grande quantidade de cada vez (quinquagésimo sétimo dia), 13.

  • Levantou-se para urinar de madrugada (sexto dia); levantou-se às 2 da manhã para urinar; eliminou quantidade habitual, embora o tivesse feito por volta das 10h30 da noite anterior, pouco antes de deitar-se (sétima noite), 90. [1700.]

  • Urinação frequente e sono agitado à noite (quarto dia); com urgência no início, como se sempre houvesse urina para sair, depois sem urgência (décimo terceiro dia); com ardor na fossa navicularis (trigésimo segundo dia), 20.

  • Urinação frequente com urgência; seguida de urgência prolongada (oitavo dia); com urgência (décimo terceiro dia), 21.

  • Urinação frequente à noite (quarto dia); o aumento da urinação persistiu, e foi acompanhado de uma pontada no testículo esquerdo (quinto dia); micção frequente, com coceira na uretra à noite (vigésimo quinto dia); micção frequente, especialmente à noite (trigésimo quarto dia), 46.

  • Foi obrigado a levantar-se duas vezes à noite para urinar; o desejo era violento, e muita urina foi eliminada, com muita pressão (sexagésimo nono dia), 13.

  • Durante a noite foi obrigado a urinar muito; a última parte da urina fluía a intervalos, e ele era obrigado a expulsá-la fazendo força (septuagésimo nono dia), 13.

  • Obrigado a urinar a cada meia hora (após doze meses), 13.

  • Urinação profusa à noite (vigésimo terceiro dia), 48.

  • Aumento da urinação à noite (vigésimo quarto dia), 47.

  • Urinação frequente, com urgência muito apressada e incessante, durante a noite (primeiro dia), 60.

  • Obrigado a urinar mais frequentemente que de costume, 58. [1710.]

  • Urinação frequente durante o dia (primeiro dia), 68.

  • Urinou à noite mais do que de costume (sexagésimo nono dia), 72.

  • (A urina, que até então saía involuntariamente ao tossir, pode novamente ser retida), 12.

  • Incapaz de reter a urina por muito tempo (após dez meses), 14.

  • Obrigado a urinar muito frequentemente, com sensação de faixa atravessando a bexiga, pela qual a urina parece ser retida, 12.

  • Obrigado, contrariamente ao seu hábito habitual, a levantar-se três vezes à noite com o propósito de urinar; a urina era amarelo-palha, e atingia quase um litro (primeira noite); quantidade de urina aumentada, clara, amarelo-palha (terceira noite); urina abundante; urinação frequente à noite (quarta noite); urina ainda mais abundante, acompanhada de ardor (quinto dia); a urina diminuiu na proporção em que o ardor nos ureteres aumentou (sexto dia), 78.

  • Ela não consegue segurar a urina, e é obrigada a eliminá-la frequentemente e em grande quantidade, 12.

  • A urina passa involuntariamente e já não pode ser retida, recorrendo em intervalos indefinidos, 12.

  • A incontinência urinária noturna aumenta no terceiro dia; a urina pela manhã é vermelho-escura, com sedimento vermelho, muito fétida, e é eliminada frequentemente e em grande quantidade, 12.

  • Eliminação de muita urina; é frequentemente obrigado a levantar-se à noite para urinar (após doze horas), 1.* [1720.]

  • Urina abundante (vigésimo segundo e vigésimo terceiro dias); e amarela (vigésimo nono dia), 76.

  • Urina abundante (terceiro dia), 57.

  • Aumento da eliminação de urina (terceiro e quarto dias), 69.

  • Urina aumentada (quinto dia); urinação frequente (sexto dia), 66.

  • Aumento da eliminação de urina (primeiro dia), 88.

  • Aumento da eliminação de urina (sétimo dia); urina abundante (décimo primeiro dia); aumento da urinação (décimo segundo dia), 65.

  • Urinação frequente interrompendo o sono à noite (décimo segundo dia); urina abundante à noite (vigésimo dia), 48.

  • Urina abundante e límpida (vigésimo sexto dia), 47.

  • O experimentador pensa que eliminou mais urina durante a experimentação do que em outras ocasiões (décimo quinto dia), 43.

  • Ele pensa ter eliminado mais urina que de costume (sexto e sétimo dias); urinação frequente e, em cada ocasião, abundante (oitavo dia), 64. [1730.]

  • Eliminou grande quantidade de urina cor de vinho amarelada, à noite e durante a madrugada (trigésimo sétimo dia), 43.

  • Durante a noite, urina mais frequente e abundante que anteriormente; e imediatamente após urinar senti renovada inclinação, pela qual algumas gotas eram eliminadas sem dor (terceiro dia); a urina estava claramente aumentada e, após a urinação, a vontade retornava, acompanhada da eliminação de mais algumas gotas (sexto dia), 48.

  • Urina abundante à noite, com coceiras na uretra (sexto dia); a urina continuou aumentada (sétimo dia); urina frequente e abundante, especialmente à noite, por três dias (após doze dias); continuação da urina abundante (décimo nono dia); não eliminou urina durante todo o dia (trigésimo quinto dia); pequena quantidade de urina vermelho-escura (trigésimo sexto dia); urinou abundantemente (trigésimo sétimo ao quadragésimo dia), 46.

  • Urinação escassa, com desejo frequente, 12.

  • Urinação escassa e infrequente, após um edema generalizado, 12.

  • Eliminação de urina escassa e excessivamente escura, provocando ardor na uretra, às 2 da tarde (quadragésimo sétimo dia); urinou muito raramente (sexagésimo terceiro dia); muito escassa, torna-se logo espessa e turva ao ficar em repouso, e deposita abundante sedimento argiloso (sexagésimo sétimo dia), 73.*

  • Retenção de urina com flatulência, seguida de retorno de corrimento gonorreico (quarta semana), 12.

  • Disúria com urina turva, 12.

  • Urina abundante e límpida, à tarde (segundo dia), 48.

  • A urina é muito aquosa quando eliminada; depois de permanecer muito tempo em repouso, torna-se algo turva, 5. [1740.]

  • A espuma da urina cessa por curtos períodos; a urina é então branca, viscosa e turva (décimo segundo mês), 12.

  • Urina muito espumosa; a espuma permanece por muito tempo, com frequente desejo urgente de urinar; a urina muitíssimo profusa, clara, amarelo-clara, sem odor, persistindo após seis meses, 12.

  • Urina coberta por uma película irisada, 12.

  • Urina espessa, depositando sedimento vermelho-cinábrio, 12.

  • Durante muito tempo a urina, ao esvaziar o vaso, tem sido encontrada espessa e turva, com sedimento no fundo do recipiente (quinquagésimo sexto dia), 73.

  • A urina, desde as grandes doses de Thuja, tornara-se turva e, ao esfriar, depositava uma nuvem mucosa flocosa, 48.

  • Urina misturada com sangue, 12.

  • A urina deposita abundante sedimento pardo e viscoso, 12.

  • Urina vermelho-acastanhada, tornando-se às vezes espessa e viscosa, e depositando uma substância vermelha e amarela, 12.

  • Urina avermelhada (décimo quinto dia), 26. [1750.]

  • Urina vermelha; após repousar, deposita espesso sedimento cor de pó de tijolo, 4.

  • Urina da cor de sangue, 12.

  • A urina é castanho-avermelhada escura, deposita muita areia e muco, 12.

  • Urina marrom, com odor de caldo velho, 12.

  • A urina tem odor pungente, 12.

  • Urina com odor penetrante, 80.

ÓRGÃOS SEXUAIS

  • Masculino.

  • Na glande, úlcera superficial, bastante arredondada, impura, com dor em queimação, cercada de vermelhidão, com pontadas, após alguns dias, 1.

  • Pequena vesícula deprimida na glande, com dores como picadas ao urinar (após vinte e quatro dias), 1.

  • A glande, juntamente com a extremidade da uretra, está inflamada, inchada, vermelho-escura e coberta de manchas brancas, superficiais, doloridas e supurantes, grandes e pequenas, e de excrescências condilomatosas, com corrimento de muco gonorreico; estas desapareceram novamente dentro de nove, cinco, três dias ou de um dia, mas voltaram frequentemente em várias ocasiões, num jovem que nunca fora infectado, mas que fora revacinado com linfa insuspeita (segundo mês), 12.

  • A inflamação da glande, com gonorreia, corrimento aquoso da uretra e cócega aguda no ânus e no períneo, retorna juntamente com grande melhoria da caquexia gonorreica, 12. [1760.]

  • A glande torna-se escarlate e cobre-se de erupção de pequenos pontos elevados e doloridos, exsudando um muco amarelo-esverdeado de odor muito nauseabundo, com grande prurido, desaparecendo e reaparecendo continuamente, 12.

  • Duas manchas vermelho-azuladas, algo elevadas e pruriginosas, na fosseta atrás da glande, 12.

  • Pequenas excrescências condilomatosas vermelhas sobre a glande, desaparecendo após alguns dias, 12.

  • A glande estava inteiramente coberta por uma secreção amarelo-esverdeada, de mau cheiro; no dorso da glande, perto do bordo posterior, quatro tubérculos do tamanho aproximado de uma semente de linho, com uma vesícula no ápice, e no sulco, perto da inserção do prepúcio, havia um pequeno ponto erosado, cercado por um círculo vermelho do tamanho aproximado de uma lentilha (vigésimo quarto dia); os tubérculos tinham aumentado sucessivamente (vigésimo quinto dia); as vesículas romperam-se e deixaram pequenas erosões sem dor, cercadas por uma margem vermelha e vertendo a secreção acima referida (vigésimo sexto dia); as proeminências tornaram-se mais planas, o círculo mais pálido, e por fim os pontos doloridos também desapareceram; pontos vermelhos, granulosos e elevados na glande, que estava extraordinariamente sensível (trigésimo dia); as glândulas sebáceas do prepúcio pareciam inchadas e inflamadas (trigésimo segundo dia); as manchas inflamadas voltaram a ficar mais pálidas, os tubérculos agrupados e proeminentes mais planos (trigésimo terceiro dia); aspecto do prepúcio e da glande natural (trigésimo quarto dia), 48.

  • Manchas vermelho-escuras na glande, e a face interna do prepúcio estava inflamada e inchada (décimo sexto dia); percebeu-se ligeiro ardor na glande, que, ao examinar-se o sulco atrás da coroa, se achava inteiramente coberta por secreção fina, amarelenta e malcheirosa, após cuja remoção se descobriram duas manchas vermelho-escuras, que pareciam erosadas e das quais exsudava o líquido mencionado (décimo sétimo dia); as duas manchas tinham aumentado de tamanho, confluído e estavam cobertas de elevações granulosas; na glande, sensação como se estivesse ulcerando, mas a micção fazia-se sem dor (décimo oitavo dia); todo o sulco, até ao frênulo, estava dolorido e coberto de papilas do tamanho de uma semente de papoila; a secreção da glande era muito copiosa (décimo nono dia); a secreção diminuiu em quantidade, mas surgiram umas doze ou quinze excrescências avermelhadas na porção posterior da glande, a maior das quais tinha o tamanho aproximado de uma semente de linho, e a face interna do prepúcio estava cheia de tubérculos granulosos (vigésimo e vigésimo primeiro dias); no dia seguinte as elevações na glande desapareceram, assim como os pontos doloridos no sulco, com diminuição constante do corrimento purulento; as glândulas sebáceas do prepúcio permaneceram, contudo, durante algum tempo inchadas e proeminentes, 49.

  • Vermelhidão da glande na abertura da uretra (segundo dia); desenvolveu-se dor surda no testículo esquerdo, como se tivesse sido contundido, perceptível tanto sentado como andando (terceiro e quarto dias); reapareceu um ponto erosado no meio do sulco da glande, que vertia um líquido purulento; todo o sulco estava coberto de pus, de modo que era necessário limpá-lo frequentemente (sétimo e oitavo dias); após uso moderado de vinho, o estado ainda piorou, a face interna do prepúcio estava dolorida em alguns pontos, altamente inflamada no frênulo, a glande sensível e dolorosa ao andar (nono dia); o corrimento da glande só ficou inteiramente curado, após várias alternâncias de melhor e pior, ao fim de quatro semanas, 50.

  • Algumas excrescências lisas e vermelhas, com sensação de formigueiro atrás da glande sob o prepúcio, durando dez dias (após vinte e dois dias), 1.

  • Mancha vermelha na face interna do prepúcio, que coçava veementemente e desapareceu após vinte e quatro horas (sexto dia), 68.

  • Pequeno dartro na face interna do prepúcio, deprimido no meio, húmido e supurante; doloroso apenas ao toque (após dezasseis dias), 1.

  • Grande inchaço do prepúcio, 1.* [1770.]

  • Mancha vermelha, elevada e áspera, na face externa do prepúcio, que se torna uma úlcera coberta de crosta, com prurido e, por vezes, com dor em queimação, 1.

  • O inchaço do prepúcio começou com um corrimento gonorreico, 12.

  • *Uma excrescência vermelha semelhante a condiloma na face interna do prepúcio, 1.

  • Humidade na glande (após oito dias), 1.*

  • A glande começou a ficar húmida e a segregar um muco fino (sexto dia), 78.*

  • Ereções diárias, de manhã, com desassossego angustiante, com sensação de formigueiro nos genitais e vizinhança, com repugnância pelo coito, durante oito dias, 12.

  • Ereções durante várias horas, de manhã, enquanto meio acordado, 1.

  • Ereções pela manhã (septuagésimo dia), 13.

  • Nova ereção muito violenta, de tarde (vigésimo oitavo dia), 73.

  • Ereção violenta, com forte desejo de coito, de manhã ao despertar; mas, apesar da sensação voluptuosa, não houve emissão, o que não lhe costumava acontecer (vigésimo sexto dia); ereções por duas vezes (sexagésimo primeiro dia), 73. [1780.]

  • Ereções prolongadas à noite, 1.

  • Ereções violentas de manhã, sem sensação voluptuosa, 12.

  • As ereções retornam cada vez mais, com força crescente (num indivíduo até então impotente em consequência de gonorreia), juntamente com algum ardor e aglutinação da uretra, com estrias vermelhas na mucosa, juntamente com expectoração purulenta proveniente de um ponto dolorido, sensível, circunscrito, situado ao centro sob a metade inferior do esterno, com tosse violenta, durando catorze dias, diminuindo pouco a pouco, e seguido de saúde tranquila e crescente (sexta à oitava semana), 12.

  • Sentia-se muitas vezes, estando sentado, como se a glande tivesse sido contundida, 48.

  • A glande tornou-se sensível e as glândulas sebáceas inchadas, como antes (sexto dia), 49.

  • Sensibilidade da glande e pontadas lancinantes através dela, 30.

  • Glande muito sensível ao despertar; retrair o prepúcio provoca dor (vigésimo quarto dia), 72.

  • Frequentes sacudidas dolorosas no pénis, associadas à sensação como se um líquido viscoso estivesse a exsudar da uretra, o que, porém, não acontecia (décimo primeiro dia), 32.

  • Dor em sacudidas no pénis, como se um nervo fosse subitamente e dolorosamente puxado, 7.

  • Mordicação na face superior da glande e no prepúcio (logo, segundo dia), 68. [1790.]

  • Mordicação no prepúcio incomodou durante uma hora, após caminhar (segunda manhã), 66.

  • Sensação na glande, perto do frænulum præputii, como se o local tivesse sido escoriado, embora não se visse alteração alguma (quarto dia); a mesma sensação de dorido na glande ao tocá-la (quinto dia), 31.

  • Sensação dolorosa de ardor entre o prepúcio e a glande, continuando de seis a sete segundos e retornando várias vezes a curtos intervalos, sem qualquer alteração das partes perceptível ao olho (nono dia), 32.

  • Ardor no prepúcio, alternando com pontadas isoladas no ânus (após dez horas), 66.

  • Ardor na face interna do prepúcio, logo, 69.

  • Frequentes pontadas ardentes no pénis, estendendo-se aos testículos e à região do umbigo, mais violentas estando sentado, desaparecendo ao andar e retornando ao sentar-se (após vinte e quatro horas), 19.

  • Pontadas violentas na glande, perto da uretra, acompanhadas de vontade de urinar; a urina então saía gota a gota; durante a micção, as pontadas eram ora violentas, ora desapareciam inteiramente; a vontade de urinar, porém, durava até que as pontadas cessassem por completo (após sete horas e um quarto), 5.

  • Frequentes pontadas atravessavam a glande e todo o membro, especialmente a glande, estava constantemente sensível, 62.

  • Pontadas agudas na face interna do prepúcio, 1.

  • Pontadas dolorosas na glande (sétimo dia), 20 ; (nono dia), 71. [1800.]

  • Pontadas e prurido na glande, 1.

  • Algumas pontadas na extremidade da glande quando não urinava, especialmente se a parte fosse comprimida, 1.

  • Pontadas fugazes na glande (quinto dia), 70.

  • Várias pontadas ardentes na glande (após oito horas), 10.

  • Ardor e prurido na ponta da glande ao urinar, 1.

  • Prurido na face interna do prepúcio, 79.*

  • Prurido com pontadas no lado da glande, 1.

  • Prurido e mordicação no prepúcio, de tarde (primeiro dia), 36.

  • Prurido na coroa da glande, ao andar (durante meia hora), (segundo dia), 56.

  • O prurido no prepúcio tornou-se quase intolerável (quatro horas após a segunda dose, segundo dia), 68. [1810.]

  • Prurido no prepúcio (terceiro dia), 68.

  • Prurido frequente na glande e no prepúcio, alternando com pontadas no ânus (sexto dia), 71.*

  • Sensação de prurido cócegante entre o prepúcio e a glande (após meia hora), 10.

  • Coceiras no prepúcio (terceiro e quarto dias), 69.

  • Latejamento doloroso na base da glande (durante quatro minutos), (vigésimo quarto dia), 77.

  • Um varicocelo do lado esquerdo torna-se aumentado de volume e doloroso em paroxismos renovados, desaparecendo gradualmente apenas depois de muito tempo (sétimo ao décimo quinto mês), 12.

  • Dor corrosiva no hemiescroto direito, 81.

  • Sensação como se o lado direito do escroto tivesse sido contundido, 80.

  • Pontadas ardentes e compressivas, estendendo-se de baixo para cima através do escroto e do cordão espermático, 10.

  • Pontadas como de agulha no escroto, 1. [1820.]

  • Sensação de rastejamento e prurido no escroto, com dor em queimação após fricção, 1.

  • Prurido no lado esquerdo do escroto (à noite), 1.

  • O testículo esquerdo é puxado com força para cima contra o abdómen, com inchaço das glândulas inguinais, 1.

  • (Degeneração do epidídimo, como um varicocelo), 1.

  • Dor profundamente sentida, puxante, no testículo esquerdo e no cordão espermático, 12.

  • Puxões violentos nos testículos (após uma hora), 69.

  • Sensação puxante nos testículos, 1.

  • Puxões no testículo esquerdo (primeiro dia), 70 ; (segundo dia), 68.

  • Puxões no testículo esquerdo, com sensação de peso nele (primeiro dia); desapareciam ao andar ao fresco (quinto dia), 71.

  • Dor opressiva nos testículos, como se fossem esmagados, ao andar e sentado, pior ao andar (após duas horas), 8. [1830.]

  • Sensação de compressão no testículo, 85.

  • Pontadas agudas repetidas no testículo esquerdo (após sete horas), 10.

  • Pontadas dolorosas, frequentemente repetidas, no testículo direito, 79.

  • Pontadas no testículo esquerdo durante oito dias, 80.

  • Dor surda muito violenta, em pontada, no testículo direito (terceiro dia), 84.

  • Dores em pontada no testículo esquerdo, várias vezes durante o dia (quarto dia), 84.

  • Pontada fugaz no testículo esquerdo (décimo segundo dia), (décimo segundo dia).

  • Sensação nos testículos como se se movessem, desaparecia ao andar ao fresco (quinto dia), 71.

  • Quatro poluções (quarta noite), 78.

  • Uma polução para manhã (sétima noite), 65. [1840.]

  • Polução à noite, e depois ardor incómodo na uretra (primeira noite); polução à noite (quarto dia); às 4 da madrugada (décima noite); à noite (décimo segundo dia), 66.

  • As emissões tornam-se mais frequentes, 12.

  • Emissão causando desfalecimento para manhã, seguida de sensação de peso e mau humor, 12.

  • A emissão torna-se mais rara e depois cessa inteiramente, 12.

  • Emissão nocturna, com dor angustiante no orifício da uretra, como se estivesse demasiado apertado, 7.

  • Emissão nocturna, após a qual ele acordou (após vinte e três e quarenta e oito horas), 8.

  • Impotência persistente, 12.

  • O impulso sexual voltou a estar ativo, com resultados normais, ao despertar de manhã (vigésimo oitavo dia), 73.

  • Grande excitação nos genitais, sobretudo cócega no prepúcio e na glande, ao meio-dia (sexagésimo dia), 73.

  • Impulso sexual muito exaltado (até ao décimo terceiro dia), 72. [1850.]

  • O impulso sexual era extremamente importuno (sexto e sétimo dias), 64.

  • À noite, desejo sexual aumentado, que, durante todo o curso da patogenesia precedente, estivera mais diminuído do que exaltado (segundo dia), 49.

  • Durante toda a duração das experiências ( unica nocte exempta) o impulso sexual esteve diminuído até à apatia, 50.

  • Fantasias voluptuosas e uma ereção (a primeira desde que tomou Thuja), com saída de líquido prostático, estando deitado (quinquagésimo sétimo dia), 13.

  • À noite estava muito excitado sexualmente, o que não desapareceu inteiramente após o coito, de modo que só adormeceu perto da meia-noite (quinquagésimo oitavo dia), 13.

  • Impulso sexual excitado (quadragésimo dia), 52.

  • A marcante indiferença pelas relações sexuais, de modo algum habitual, continuou durante toda a experiência e, de facto, ainda por mais tempo, 62.

  • Não tem desejo de coito durante muito tempo, 12.

  • Feminino.

  • Nos pudendos e ao longo dos lombos apareceram novas varizes; eram muito dolorosas e impediam andar, com sensação de calor nos genitais oito ou dez vezes, como se sangue quente estivesse a correr, 12.

  • Inchaço de ambos os lábios, com dor em queimação apenas ao andar e ao toque (após quinze dias), 1. [1860.]

  • Inchaço do lábio esquerdo, 12.

  • (Úlcera esbranquiçada na face interna dos grandes lábios, a princípio dolorosamente sensível ao toque, depois pruriginosa, durando muito tempo), 1.

  • Aborto no terceiro mês, começando com pequena perda de sangue durante cinco dias, depois abundante durante quatro dias até ao aborto, seguido de bom estado de saúde, 12.

  • Dor tipo cãibra nos genitais femininos e no períneo, ao levantar-se de um assento, 1.

  • Dor tipo cãibra nos genitais femininos, estendendo-se para cima até ao abdómen inferior (após dez horas), 1.

  • Pressão constritiva paroxística nos genitais, com corrimento de leucorreia leitosa em golfadas, 12.

  • Dor, como pressão e contratura, nos genitais femininos, estando sentada, 1.

  • Dores como de parto, com aumento da leucorreia, 12.

  • Mordicação e prurido nos genitais femininos, sobretudo na uretra, ao urinar e durante algum tempo depois, 1.*

  • Dores contrativas no ovário esquerdo, 12. [1870.]

  • Dor no ovário direito, tensa e compressiva, como se uma vara estivesse cravada nele, sobretudo estando sentada, pressionando para a virilha e para o reto, 12.

  • Dor profundamente situada e puxante no ovário esquerdo, estendendo-se pela virilha, com aumento da leucorreia, 12.

  • Protrusão vaginal para fora, impelindo-se pelos pudendos, 12.

  • Ardor e mordicação na vagina ao andar e sentada, 1.*

  • Dor nos pudendos, como de escoriação e mordicação, 1.*

  • Dor, como de escoriação e mordicação, nos pudendos, especialmente ao urinar, 1.

  • Pontadas nos pudendos ao caminhar (longa distância), 1.

  • Prurido dos pudendos ao andar, 1.*

  • Leucorreia, 12.

  • Leucorreia causando escoriação; também com ardor, mordicação e prurido na virilha, 12. [1880.]

  • Leucorreia gomosa e fétida, cheirando a peixe do mar, corrosiva, causando escoriação e compelindo irresistivelmente ao onanismo, 12.

  • Leucorreia aumentada, com cólica e puxões nos lombos, corrosiva e fétida, 12.

  • A leucorreia torna-se a princípio mais abundante e depois desaparece gradualmente (após oito dias), 12.

  • A leucorreia, a princípio aumentada, depois muito escassa, e apenas antes e depois das menstruações, 12.

  • Leucorreia abundante e constante, com aparência de menstruação, mas de apenas algumas gotas de sangue, 12.

  • Leucorreia profusa, com dor cortante e pressão nos genitais, 12.

  • Ligeiro corrimento leucorreico, que ela nunca tivera antes (trigésimo primeiro dia); a leucorreia durou até aparecerem as menstruações, quando cessou (trigésimo sexto dia); reapareceu, mas é escassa e obriga-a a lavar-se frequentemente durante o dia; é branda, amarelo-esverdeada, e deixa manchas de aspecto semelhante na roupa branca (trigésimo sétimo dia); a leucorreia aumenta (quadragésimo quarto dia); continuou após as menstruações (sexagésimo sexto dia), 42.*

  • Corrimento mucoso da uretra feminina, 1.

  • (Cessa um corrimento castanho, icoroso e fétido durante as menstruações), (terceiro mês), 12.

  • Corrimento castanho, viscoso, fétido, misturado com sangue menstrual, 12. [1890.]

  • Corrimento de muco amarelo-acastanhado dos genitais femininos, 12.

  • (O corrimento de sangue do útero misturado com leucorreia corrosiva, muito fétida, com enxaqueca e dificuldade de audição, melhorou constantemente de dia para dia), (primeiros catorze dias), 12.

  • Menstruação.

  • As menstruações apareceram cerca de uma semana demasiado cedo e associaram-se a palidez marcante do rosto, 12.

  • Menstruação seis dias demasiado tardia e muito mais abundante do que o habitual, com sangue espesso, negro e coagulado; na vez seguinte, três dias demasiado cedo, notavelmente escassa e pálida; na vez seguinte, antecedida por dor muito intensa no abdómen, especialmente na região do ovário esquerdo, oito dias demasiado cedo, muito abundante, com muitos coágulos de sangue e com evacuações pastosas frequentes e dolorosas; depois disso ficou completamente normal, 12.

  • As menstruações escoavam-se sempre mais abundantemente ao urinar, são de cor negra, corroendo as virilhas, seguidas durante oito dias por corrimento de sangue pálido misturado com cinzento, com roedura no lado esquerdo do abdómen (nono mês), 12.

  • Menstruação abundante e de cor suja, com pressão no baço, palpitação do coração (segundo mês), 12.

  • As menstruações, até aqui muito dolorosas e difíceis, agora correm muito livremente e sem dor (sexto mês), 12.

  • As menstruações tornam-se tão abundantes que no terceiro dia saem grandes coágulos de sangue, com tremor dos pés, ansiedade na região do coração e vertigem, 12.

  • As menstruações reapareciam variavelmente na mesma mulher durante a ação de uma dose de Thuja; por vezes eram pontuais e naturais, noutras demasiado cedo, noutras demasiado tarde, por vezes demasiado abundantes, por vezes demasiado escassas, às vezes faltando por completo, 12.

  • Menstruações vermelho-vivas, fluindo em golfadas, 12. [1900.]

  • Menstruações menos corrosivas e fétidas do que havia muito tempo (após quatro semanas), 12.

  • Menstruações a princípio muito escuras, depois aquosas, de odor muito mau, 12.

  • As menstruações, a princípio escuras e viscosas, misturadas com corrimento aquoso, cessaram depois durante dois dias, com ansiedade e palpitação; depois, durante três dias, um icor verde e castanho, fétido, com alguns fragmentos de sangue malcheirosos, mudando gradualmente para um corrimento viscoso amarelo e branco; durante o corrimento sanguíneo, de vez em quando calafrio com tremores e puxões nos pés, especialmente à tarde e à noite, e ardor em todas as veias varicosas (oitavo mês), 12.

  • As menstruações apareceram mais copiosas e de sangue mais vivo do que havia anos, e assim permaneceram (terceiro mês), 12.

  • As menstruações, até então pálidas, eram agora de melhor cor vermelha, 12.

  • Menstruações cor-de-rosa viva, 12.

  • Menstruação viscosa, aquosa, com dor puxante nos rins e membros inferiores, sensação de frio nos pés e suor da tarde, 12.

  • Catamênios muito escassos, dez dias mais cedo do que o habitual (vigésimo dia), 76.

  • Menstruações ao fim de catorze dias, muito abundantes e prolongadas, com fraqueza, palpitação e martelamento na cabeça, dor dilacerante no rosto e uma face inchada (quarta à oitava semana), 12.

  • Os catamênios apareceram sem quaisquer sintomas mórbidos, mas duraram apenas um dia (trigésimo segundo dia), 76. [1910.]

  • As menstruações vieram sem qualquer perturbação, após seis semanas, pela primeira vez numa rapariga clorótica; faltaram na vez seguinte; no período subsequente reapareceram abundantemente; depois faltaram uma vez; após isso tornaram-se regulares, enquanto o desenvolvimento geral progredia e se tornava mais vigoroso e florescente, 12.

  • Menstruações no seu período regular, porém mais fracas do que o costume (vigésimo sexto dia), 51.

  • A menstruação, que até então fora muito abundante e prolongada, tornou-se normal; após quatro semanas, e depois de variar de carácter durante cinco meses, tornou-se completamente regular, 12.

  • As menstruações, até então frequentemente suprimidas, tornaram-se completamente regulares, 12.

  • Menstruações atrasadas, com golfadas isoladas e abundantes de sangue, 12.

  • Menstruações atrasadas, com dor nos mamilos, com sensação de peso na mama (após doze meses), 14.

  • Menstruações muito escassas, durando apenas um dia (quarto dia); as menstruações apareceram, duraram apenas um único dia e consistiram na eliminação de um pequeno coágulo de sangue negro do tamanho de uma avelã (trigésimo sexto dia); as menstruações duraram apenas um dia e consistiram na eliminação de três coágulos de sangue negro do tamanho de uma avelã (sexagésimo quinto dia); menstruações um pouco maiores do que da última vez e durando um dia e uma noite (nonagésimo sétimo dia); as menstruações duraram três dias e fluíram como antes da patogenesia (centésimo vigésimo quinto dia), 42.

  • Menstruações atrasadas quatro dias e menos abundantes que o habitual (décimo terceiro dia), 75.

  • Menstruações por vezes de seis, outras de sete semanas, depois outra vez no tempo certo e abundantes, mas sempre no tempo certo há suor profuso dia e noite, mais profuso na cabeça, com fraqueza e sensação de peso nos membros inferiores, distensão do abdómen, aperto da respiração, dores nos dentes e na cabeça, 12.

  • Menstruações mais fracas, irregulares, por vezes de catorze em catorze dias, por vezes de quatro a cinco semanas, com sensibilidade e inchaço da mama esquerda, na qual existe um ponto arredondado endurecido, que depois se torna menor e desaparece gradualmente (após o segundo mês), 12. [1920.]

  • As menstruações foram suprimidas e, em seu lugar, houve um corrimento aquoso, 12.

  • As menstruações, habitualmente muito abundantes e prolongadas, agora duram apenas dois dias e são muito escassas, e a cessação é seguida de grande afluxo sanguíneo para cima, com odontalgia pulsátil, insónia e aumento da fraqueza nervosa; na vez seguinte é antecedida por coriza violenta, que traz alívio; as menstruações aparecem como de costume, mais abundantes e durando quatro dias, com melhoria subsequente, 12.

  • Menstruações a princípio muito abundantes, depois suprimidas durante oito semanas, seguidas durante três semanas por corrimento constante de sangue misturado com muco, com dores como picadas, ardor, mordicação e dor no útero, na mãe de vários filhos, 13.

  • As menstruações, que até então sempre tinham sido regulares, apresentaram agora apenas um vestígio, 12.

  • As menstruações retornaram após terem cessado por mais de um ano, numa mulher solteira de cinquenta e dois anos (terceiro mês), 12.

  • A menstruação recorre após catorze dias, dura dois dias, omite-se no terceiro dia, com dores muito intensas na cabeça e nos dentes, retorna no quarto dia, com desaparecimento da dor; três dias mais tarde, sensação à noite como se o abdómen e o tórax fossem perfurados por muitas agulhas, seguida de pressão no tórax (décimo primeiro mês), 12.

  • As menstruações ocorreram após cinco semanas, de cor clara e muito escassas, com dor no abdómen e nos lombos, 12.

  • Oito dias depois de as menstruações habituais terem cessado, o corrimento de sangue reapareceu e durou moderadamente durante três semanas, relacionado a uma leucorreia corrosiva e mordicante, 12.

  • As menstruações, há muito ausentes, apareceram, antecedidas por hemorragia nasal, mal-estar nos membros inferiores à noite, de modo que não podia mantê-los quietos, com dores compressivas intermitentes no abdómen e prurido na pele de todo o abdómen, seguidas de sensação de bem-estar, 12.

  • As menstruações apareceram, com dores muito intensas no dorso, tórax, lombos e abdómen, distensão da boca do estômago; o sangue era muito escuro, 12. [1930.]

  • Menstruações acompanhadas de sensação muito dolorosa de expulsão para fora, como se alguma coisa interna fosse cair (isto nunca lhe acontecera antes), 12.

  • As menstruações surgem com um invulgar mal-estar, dor de cabeça, unhas azuladas e frialdade geral, obrigando a deitar-se, 12.

  • Menstruação acompanhada de pressão constante no estômago, ânsias e distensão, 12.

  • Menstruação antecedida por pressão constritiva muito violenta, dores como de contusão nos genitais, com tenesmo muito agudo, sem evacuação; com sensação de desfalecimento, de modo que foi obrigada a deitar-se, e depois perda da consciência, com movimentos convulsivos da cabeça e do braço direito sempre para a direita; ao recuperar a consciência, sentia-se gelada e rígida por toda parte, o que durou toda a noite na cama e desapareceu apenas para manhã, com fraqueza geral, após o que as menstruações começaram a correr e escoaram como de costume, apenas eram de cor castanha (décimo terceiro mês), 12.

  • Menstruações acompanhadas de cólica e choro convulsivo, 12.

  • Menstruações antecedidas por odontalgia violenta, atingindo geralmente todo o lado esquerdo da cabeça; duraram três dias e, após interrupção de um dia, continuaram por mais cinco dias, à noite, depois do que houve um ataque de pesadelo, com opressão compressiva ansiosa do tórax, de modo que não podia mover um membro (décimo terceiro mês), 12.

  • Excitação voluptuosa muito aguda nos genitais, com aumento da leucorreia, inteiramente contrária à sua vontade e ao seu hábito, 12.

ÓRGÃOS RESPIRATÓRIOS

  • Laringe e Traqueia.

  • Aumento da secreção de muco na laringe e na traqueia, à noite (quinquagésimo dia), 72.

  • Constrição na região do osso hioide depois de tomar gelados (quinquagésimo oitavo dia), 73.

  • Ressecamento e formigamento na laringe, provocando tosse seca por cócegas, 12. [1940.]

  • Pressão na laringe, 79.

  • Sensação de ardor e constrição na laringe, 79.

  • Raspagem na traqueia, obrigando-o a tossir (terceiro dia), 68.

  • A traqueia parece espasmodicamente contraída pela manhã ao acordar, obrigando-o a levantar-se de repente e andar de um lado para outro, após o que há alívio, 12.

  • Ardor em toda a traqueia, com rouquidão por vezes, pior das 6 às 8 P.M., 12.

  • Pontada compressiva no lado esquerdo da traqueia, logo abaixo da laringe, pior ao engolir (depois de três horas e meia), 5.

  • Pontadas na traqueia e na região da cova da garganta ao respirar, durante dois dias, 1.

  • Voz.

  • Sensação na garganta como se uma membrana cobrisse a laringe, o que o impedia de cantar, sobretudo as notas agudas, 12.

  • Rouquidão, 12.

  • Rouquidão e tosse violenta, com pontadas na mama esquerda e na omoplata esquerda (logo), 18. [1950.]

  • Rouquidão, de manhã e à noite; pela manhã, expectoração de mau gosto, seguida do desaparecimento da rouquidão, em um doente tísico (quarto mês), 2.

  • Rouquidão e coriza abundante (ao cair da tarde), (depois de onze horas), 8.

  • Rouquidão, como por constrição na faringe, 1.

  • Voz algo mais grave e mais rouca ao despertar, pela manhã (quadragésimo primeiro dia); rouca, com frequente inclinação para pigarrear, durante a aula (sexagésimo nono dia); rouca durante a aula, e a garganta tão obstruída por muco que ele era frequentemente obrigado a pigarrear (septuagésimo terceiro dia), 73.

  • Rouquidão e secreção de muco nas fauces, obrigando-o a cuspir (do quadragésimo terceiro ao quinquagésimo segundo dia), 43.

  • Aspereza da voz, 35.

  • Voz frequentemente baixa e rouca, especialmente no frio, 12.

  • Voz fraca, sem timbre, quase inaudível, por muito tempo, 12.

  • Tosse e Expectoração.

  • Tosse, que ele considera possivelmente causada por exposição ao frio (depois de oito dias), 77.

  • Tosse, como se causada por alimento picante, pela manhã ao levantar-se (depois de vinte e cinco horas), 8. [1960.]

  • Tosse, imediatamente depois de comer, 12.

  • Tosse violenta, causada por cócegas na garganta, por várias manhãs, durando até o escoamento de água clara pela boca (sexto mês), 12.

  • Tosse constante à noite ao deitar-se, obrigando a levantar-se, o que alivia; tosse também durante o dia assim que se deita, 12.

  • Despertado do sono de manhã cedo por uma tosse sufocante, com expectoração de saliva espumosa, até enjoo, 12.

  • Tosse espasmódica paroxística com assobio, 12.

  • Paroxismos de tosse espasmódica incessante, exaustiva, até vômitos, com uma inspiração brusca e entrecortada após expirar completamente o ar, de dia e de noite, mas pior à noite, durando muito tempo (quarto mês), 12.

  • Tosse seca irritativa constante, até vômitos, com respiração curta e difícil, 12.

  • Tosse seca constante por cócegas, especialmente à noite ao fresco, depois de falar alto e rir, 12.

  • Tosse seca, com pontadas na laringe, 12.

  • A tosse seca, a constrição em pontos do tórax e nas partes correspondentes dos pulmões (frequentemente recorrentes, muito irritantes e molestos, obrigando a frequentes inspirações profundas, e melhorados por vinho e cerveja), desapareceram inteiramente pela primeira vez no decurso de cerca de oito semanas, 62. [1970.]

  • Tosse seca, frequentemente recorrente, que me deixou tão angustiado quanto à minha saúde que interrompi a experimentação, 60.

  • Tosse curta e irritativa (septuagésimo oitavo dia), 42.

  • Tosse seca curta e reiterada, 58.

  • Tosse seca, aumentando em razão direta da duração da experimentação, tornando-se constantemente mais incômoda e obrigando-me, por fim, a interromper a patogenesia por algum tempo, 59.

  • Tosse seca curta frequente (quarto e sétimo dias); tosse irritativa frequente (oitavo dia); tosse seca curta frequente, à noite (décimo e décimo primeiro dias), 65.

  • Tosse convulsa, em uma jovem adulta, 12.

  • Um paroxismo de tosse fatigante, como tosse convulsa, começando com rouquidão e cócegas na laringe, que a fez tossir a noite toda, com intensa raspagem e ardor na garganta, com sensação de que ela se apertava continuamente, aumentando até vômitos, com aumento da leucorreia, com ardor e prurido e pontos doloridos na virilha (décima segunda semana), 12.

  • A tosse convulsa diminui decididamente dentro de três dias, e desaparece inteiramente ao nono dia, 12.

  • (A tosse tísica, a dispneia e a febre héctica diminuem logo em seguida; as menstruações até então suprimidas retornam normalmente, e a leucorreia até então profusa começa a cessar por alguns dias, durante as primeiras quatro semanas, seguindo-se cura gradual e progressiva, sem perturbação, em uma jovem), 12.

  • Tosse, com expectoração de muco, ao comer; depois de comer, tosse, com eliminação de muco tenaz, 80. [1980.]

  • Tosse constante, com expectoração mucosa amarela, muito abundante, pastosa, adocicada, embora sem qualquer dificuldade respiratória, em um convalescente de asma, 12.

  • Tosse, com expectoração de pedaços castanhos de muco, 12.

  • Tosse, com expectoração de sangue, 12.

  • Acordou, pela manhã, com grande secura do nariz, como no catarro seco, logo seguida de tosse, com expectoração espumosa, semelhante à saliva, insípida; a tosse tornou-se pior e mais fatigante, associada a tentativas de vomitar, e terminando com vômito de muco, a princípio insípido, depois acre e amargo; durante os vômitos entrou em suor; durante a tosse havia, sob o esterno, uma sensação de raspagem e ardor; todo o paroxismo durou meia hora; permaneceu por algum tempo uma cócega sob o esterno, que provocava tosse por quatro ou cinco minutos, com expectoração como antes descrita (segundo dia); tosse espasmódica, com sensibilidade dolorosa e escoriação no peito, pela manhã ao acordar (vigésimo terceiro dia); tosse por cócegas, com escoriação e sensibilidade dolorosa abaixo do esterno (vigésimo sexto dia); tosse violenta e fatigante, com expectoração de muco, durante três dias (depois de vinte e seis dias); a inclinação para tossir retorna todas as noites ao despertar, e também pela manhã (vigésimo oitavo dia); tosse violenta, à noite, com dor abaixo do esterno; expectoração de muco tenaz com grande esforço (trigésimo sétimo dia); tosse fatigante, com náuseas, pigarreio e vômito de muco, às 11 A.M. (quinquagésimo quinto dia); tosse, com vômito de muco e chocalho mucoso (sexagésimo sexto dia); expectoração de muco misturado com sangue, ao tossir (septuagésimo oitavo dia); tosse espasmódica, violenta e fatigante, pela manhã ao acordar, que dura mais de meia hora, com expectoração e vômito de muco (nonagésimo quarto dia); tosse espasmódica todas as manhãs ao acordar, paroxismos ocasionais durante o dia, com cócegas na laringe (nonagésimo nono dia); tosse fatigante, com inclinação a vomitar, em três paroxismos; com o primeiro, correu muco pela boca; após o terceiro paroxismo, ele foi obrigado a pigarrear muco da garganta; frequentemente havia dois acessos sucessivos (depois de seis meses); expectora-se muco com sangue com a tosse (depois de seis meses), 13.

  • Tosse curta, seca, ladrante, várias vezes, pela manhã (décimo dia); à noite, e ao despertar, várias vezes, tosse convulsiva curta e interrompida, que é excitada por uma irritação na laringe e deixa nela uma secura desagradável (décimo segundo dia); ao levantar-se, tosse acentuada e aspereza na garganta, desaparecendo ao meio-dia (décimo quinto dia); tosse frequente, com eliminação de muco espesso, à noite (vigésimo terceiro dia); tosse seca irritativa frequente (vigésimo quarto dia); tosse seca irritativa frequente, pela manhã (vigésimo quinto dia); durante o dia (vigésimo sexto dia); tosse frequente, curta, seca e interrompida (trigésimo primeiro dia); eliminação de muco tenaz, pela manhã (quadragésimo quinto dia); tosse seca irritativa frequente (sexagésimo quinto dia); expectoração frequente de muco (sexagésimo sexto dia); tosse irritativa frequente, pela manhã (sexagésimo sétimo dia); tosse curta, seca e irritativa frequente (sexagésimo oitavo dia); eliminação frequente de muco, deixando uma sensação de sensibilidade na laringe, pela manhã depois de levantar-se (sexagésimo nono dia); sobrevém frequentemente tosse curta, seca e irritativa (septuagésimo primeiro dia); frequentemente uma tosse seca irritativa (septuagésimo sexto dia), 72.

  • Tosse seca irritativa frequente; depois, eliminação de muco (oitavo dia); tosse seca irritativa frequente, duas horas após o jantar (vigésimo segundo dia); tosse curta, seca, incômoda, pela manhã (vigésimo quarto dia); tosse curta, seca e interrompida, excitada pela fumaça do tabaco, à noite (vigésimo oitavo dia); tosse seca, curta e irritativa (trigésimo primeiro dia); pigarreou da laringe um muco espesso e tenaz, pela manhã (trigésimo terceiro dia); expectoração reiterada de muco (trigésimo sétimo dia); leve eliminação de muco espesso (trigésimo oitavo dia); tosse seca irritativa frequente ao despertar pela manhã (quadragésimo primeiro dia); expectoração frequente de muco espesso, pela manhã (quadragésimo segundo dia); expectoração frequente e eliminação pelo nariz de muco espesso, ao despertar; tosse seca frequente, à noite (quadragésimo terceiro dia); tosse mucosa, pela manhã (quadragésimo oitavo dia); expectoração frequente de muco espesso, pela manhã (quadragésimo nono dia); tosse frequente, com eliminação de muco espesso, pela manhã; tosse curta e seca, à tarde e à noite (quinquagésimo dia); eliminação frequente de muco espesso, com leve tosse (quinquagésimo primeiro dia); tossiu muco uma ou duas vezes pela manhã, e frequentemente à noite (quinquagésimo terceiro dia); leve expectoração frequente de muco (quinquagésimo quarto dia); leve expectoração de muco, pela manhã; tosse seca curta frequente, depois do jantar (quinquagésimo sexto dia); expectorou frequentemente muco espesso (quinquagésimo sétimo dia); muco espesso foi expelido por leve tosse (quinquagésimo nono dia); expectorou muco espesso várias vezes, pela manhã (sexagésimo segundo dia); um par de tosses curtas e secas (sexagésimo nono dia); há já vários dias ele percebe que, enquanto fuma um charuto, sentado à mesa, é obrigado a tossir, seca e interrompidamente, o que habitualmente não acontecia (septuagésimo dia); inclinação para tossir, e ardor na garganta do lado esquerdo, perto da laringe, que depois se estendia em direção à orelha esquerda, com maior sensação de sensibilidade dolorosa (septuagésimo primeiro dia); tosse seca frequente (septuagésimo terceiro dia); tosse, com eliminação de muco (septuagésimo quinto dia), 73.

  • Tosse, com excreção abundante de muco, pela manhã (décimo sétimo dia); tosse violenta, com eliminação de muco (décimo oitavo dia); expectorou frequentemente muco tão espesso quanto banha (décimo nono dia); um acesso de tosse, com eliminação de muco tenaz, ânsia de vômito e engasgamento, perto do meio-dia; depois disso, ela se sentiu mal e fraca por meia hora, e teve retorno de dor de cabeça mais violenta (vigésimo primeiro dia); tosse seca (vigésimo quarto dia), 76.

  • Muco branco, duro, solta-se da garganta e é expelido pela tosse, o que alivia a rouquidão, 12.

  • Eliminação frequente de muco, com tosse e amígdalas avermelhadas, sem dor (décimo sétimo e décimo oitavo dias), 46.

  • A expectoração ao tossir começa a ter melhor sabor e, ao mesmo tempo, cessa a fome canina noturna, 12. [1990.]

  • Escarrou sangue duas vezes enquanto caminhava (quinquagésimo quinto dia), 73.

  • Respiração.

  • Respiração apressada, à noite (trigésimo primeiro dia), 43.

  • Necessidade de respirar profundamente com frequência, 80.

  • Necessidade aumentada de tomar uma inspiração profunda por causa da opressão do tórax (primeiro dia), 12.

  • Chocalho de muco, difícil de soltar, pela manhã ao acordar, seguido de vômito de muco insípido (depois de doze dias), 13.

  • Por vezes incomodado por falta de ar, com cócegas na garganta e rouquidão, 12.

  • Crises frequentes de falta de ar (primeiro dia), 12.

  • Falta de ar, associada ou alternada com cólica em aperto (segundo dia), 12.

  • Falta de ar e assobio na garganta, após cada movimento rápido e ao subir escadas, 12.

  • Respiração curta, à noite; necessidade de auxiliar-se com respirações profundas, 81.* [2000.]

  • Respiração difícil, quase ofegante (décimo oitavo dia); respiração mais curta que o habitual, com peso no tórax (vigésimo segundo e vigésimo terceiro dias); respiração muito curta ao caminhar (vigésimo quarto dia), 76.

  • Respiração constantemente difícil, 12.

  • Respiração difícil, à noite; ao subir escadas ficava sem fôlego (depois de três meses), 15.

  • Respiração difícil (septuagésimo oitavo dia); com sensação de angústia (octogésimo quarto dia), 42.

  • Dificuldade de respirar ao subir escadas, que durou algum tempo (décimo sétimo dia), 26.

  • Antes de deitar, respiração difícil, com pressão no tórax, razão pela qual ela não conseguia adormecer por longo tempo (décimo segundo dia), 75.

  • A respiração não é inteiramente livre; o tórax se eleva durante a inspiração com alguma dificuldade maior que o habitual (septuagésimo primeiro dia); respiração penosa (septuagésimo segundo dia), 72.

  • Respiração pesada e oprimida, com grande desejo de água e muita angústia, 1.

  • Opressão respiratória, pela manhã, com movimentos ondulatórios em toda a região precordial, 12.

  • Súbita parada da respiração; ela salta para cima por causa de angústia sufocante; os olhos saltam; grita constantemente "Ah! ah!" e não quer dizer mais nada; depois de algum tempo passou, 12. [2010.]

  • Angústia sufocante constante, com muito desejo de miccionar e bocejos incessantes, 12.

  • (Asma, de que anteriormente padecia, voltou em paroxismos renovados), (depois de três dias após uma dose de Thuja), 12.

  • Asma, pressão e sensação de peso abaixo do esterno, pior ao caminhar, uma hora após o jantar (septuagésimo nono dia), 13.

  • (Em uma pessoa idosa asmática noturna, a dispneia tornou-se menos intensa e mais passageira em razão do rápido aparecimento de tosse e expectoração, de modo que a paciente, que até então, em seus paroxismos, só podia ficar sentada, podia agora deitar-se), (segundo mês), 12.

  • Acordou à noite, de um sono tranquilo de três horas, com falta de ar sufocante, sibilante, com sensação de aperto, que durou uma hora (sexto mês), 12.

  • (A asma de um menino de nove anos foi, a princípio, durante dois dias, mais violenta e frequente; depois tornou-se melhor e mais fácil, até desaparecer inteiramente ao cabo de três semanas; então seguiram-se, na quarta semana, tumefação das glândulas cervicais, cólicas frequentes, dor de cabeça, tosse e nariz dolorido; depois, retorno à saúde), 12.

  • Asma; a princípio ele sente como se a respiração estivesse confinada ao estômago, como se ali fosse torcida; depois, a cada respiração, o abdome retrai-se profundamente entre a boca do estômago e o umbigo, com pressão sufocante, perda de toda a força e falta de ar, enquanto, ao mesmo tempo, a traqueia parece cheia de muco tenaz firmemente aderente, que não pode ser expelido por tosse espasmódica; esses acessos tornam-se constantemente mais frequentes, mais violentos e mais persistentes, e durante as primeiras semanas atingem uma gravidade até então desconhecida, com frialdade glacial dos pés e debilidade geral; depois da quinta semana começa a melhora, sendo os paroxismos mais curtos, mais leves e mais infrequentes; a expectoração e a tosse tornam-se mais soltas, o sono fica tranquilo e as forças retornam; apenas por vezes paroxismos mais ou menos violentos alternam-se com intervalos livres deles, até que, ao cabo de mais quatro semanas, sobrevém uma coriza extraordinariamente violenta, com febre e tosse catarral, após cuja cessação a asma parece ter desaparecido inteiramente; desde então, um leve acesso só ocorreu esporadicamente, embora todas as noites, das 5 às 6 e das 10 às 11, e às 3 A.M., retorne a dificuldade respiratória, com estertor sibilante na traqueia, mas sempre muito passageiro, e, ao tossir, angústia, até que, na décima segunda semana, a glande e a uretra se tornam vermelhas, inflamadas e inchadas, com ardor, prurido e pontadas, e com o aparecimento de pequenas manchas brancas, superficiais, supurantes e dolorosas, e excrescências condilomatosas, com corrimento gonorreico, sem ter sido exposto ao contágio; esse último distúrbio retorna repetidas vezes, às vezes por seis meses, desaparecendo por si mesmo, a princípio em nove dias, depois em cinco a três dias e, por fim, em doze a vinte e quatro horas; e acompanhando exatamente esse ataque gonorreico (interrompido apenas por duas corizas), a asma, que fora a mais grave, e se mostrara intratável a todos os esforços e incurável, e aparentemente quase matando o doente, desapareceu, com melhora ininterrupta, até que o paciente ficou completamente bem e a saúde foi restabelecida de modo duradouro, 12.

TÓRAX

  • (Na tísica pulmonar muito avançada, uma dose de Thuja proporciona grande alívio; pela evacuação, por meio da tosse, de grandes massas de pus, diminui os suores noturnos e restabelece o apetite perdido), 12.

  • (As úlceras tuberculosas eram expelidas dos pulmões por meio de vômitos paroxísticos e recorrentes do seu conteúdo), (quarto mês), 12.

  • Afluxo de sangue ao tórax, com angústia, impedindo adormecer, como numa hemorragia iminente, à noite, e repetido no dia seguinte, juntamente com distensão flatulenta do abdómen (terceiro dia), 12. [2020.]

  • Um mal-estar angustioso profundo no tórax, entre o coração e o fígado, como por sangue precipitando-se através dos grandes vasos (terceiro mês), 12.

  • Uma sensação peculiar de debilidade nos pulmões, 12.

  • Sensação de debilidade no tórax (décimo primeiro dia), 23 ; (décimo sexto dia), 26, 27.

  • Sensação de fraqueza no tórax, com pressão sob o esterno e dificuldade respiratória, especialmente ao subir escadas (décimo sétimo dia), 26.

  • Ao respirar profundamente, parece muito difícil expandir o tórax, especialmente na porção inferior, na região do estômago, com irritação pruriginosa por toda a traqueia, 12.

  • Tensão desde as primeiras falsas costelas até à axila esquerda, especialmente ao erguer o braço (após uma hora), 11.

  • Tensão dolorosa em todo o tórax, ao inspirar profundamente, 81.

  • Sensação de aperto ora no lado esquerdo do tórax, ora no hipocôndrio esquerdo, que provoca tosse seca, 1.

  • Aperto no tórax, obrigando frequentemente a inspirar profundamente, 1.

  • Constrição de todo o tórax, de modo que ela chora, 12. [2030.]

  • Sensação, ao rir moderadamente, como se o tórax estivesse fortemente comprimido, com falta de ar (quarto dia), 84.

  • Todos os diâmetros do tórax parecem mais curtos, 81.

  • Em alguns pontos, sensação como se o tórax, por fora, e as porções correspondentes dos pulmões, por dentro, estivessem fortemente e duradouramente contraídos; sensação que retornava frequente e intensamente, sobretudo durante o repouso, induzia frequentes suspiros profundos e me incomodava não pouco, 62.

  • Ligeira constrição e compressão da metade inferior do tórax (septuagésimo primeiro dia), 73.

  • Sensação como se a parte inferior do tórax estivesse cingida por uma faixa, ao meio-dia, desaparecendo à tarde (sexagésimo quarto dia), 72.

  • Sensação como se o tórax estivesse distendido por dentro, 1.

  • Sensação de falta de elasticidade do tórax e de insuficiência do ar inspirado, 81.

  • Opressão do tórax, 80 ; (oitavo dia), 21.

  • Opressão compressiva do tórax, estendendo-se até à garganta e sustando a respiração, 12.

  • Opressão, com sensação de peso no tórax, e uma sensação como de uma voz interior clamando "Ai, ai!", 12. [2040.]

  • Opressão do tórax, como por uma aderência interna (após algumas horas), 1.

  • Opressão sob o esterno, com sensação de contusão no tórax (décimo quinto dia), 27.

  • Opressão do tórax, com respiração difícil, e ligeira dor na face anterior do estômago ao inspirar profundamente, como por pressão externa, ao meio-dia, antes do almoço; sintomas desaparecidos à tarde (décimo sétimo dia), 73.

  • Opressão na parte inferior do tórax (sexagésimo oitavo dia); opressão do tórax (após uma hora, septuagésimo segundo dia), 72.

  • Ligeira opressão do tórax, com inclinação para tossir (décimo quinto dia); opressão do tórax, com alguma dor ao inspirar (quadragésimo dia), 52.

  • Com a tosse, opressão do tórax, que parecia dificultar um tanto a respiração (décimo sexto dia), 46.

  • Peso sobre o tórax (logo), 18.

  • Sensação de peso no tórax, de modo que ele mal conseguia falar (logo), 18.

  • Sensação de peso e frequente constrição semelhante a cãibra no tórax, 59.

  • Peso sobre o tórax (décimo terceiro dia), 21. [2050.]

  • Sensação de plenitude e de contusão no tórax sob o esterno, de manhã; ele vinha observando isso havia já vários dias (sétimo dia), 24.

  • Sensibilidade dolorosa em todo o tórax; é obrigado sem cessar a inspirar profundamente, 12.

  • Sensibilidade dolorosa no tórax, externamente, como pontos contundidos (púrpura), 12.

  • Sensação de sensibilidade dolorosa no tórax, com coriza aumentada (quadragésimo primeiro dia), 44.

  • Sensibilidade de pontos isolados no tórax, 59.

  • Pontos aqui e ali no tórax e nos membros, dolorosos como por uma estocada, e especialmente durante o movimento, 62.

  • Dor como se as partes estivessem sensíveis e machucadas, na região das costelas, ao tocá-las (décimo terceiro dia), 65.

  • Cãibra no tórax, estendendo-se dos dedos dos pés ao longo de todo o lado direito até ao tórax, e ali interrompendo a respiração por tempo mais ou menos longo, 12.

  • Dor no tórax, com gosto de sangue de quando em quando, 12.

  • Dor geral no tórax, à noite, provoca gemidos altos, 12. [2060.]

  • Dor muito intensa no tórax, sustando a respiração e impedindo o movimento, com tosse e coriza (terceiro mês), 12.

  • Pressão sobre o tórax (trigésimo nono dia), 16 ; após comer, 1 ; passageira (décimo nono dia), 73.

  • Ataques de pressão no tórax em torno das axilas, 1.

  • Pressão no tórax, com dificuldade respiratória e pontada no lado, ao deitar-se (décimo sétimo dia), 76.

  • Pressão em direção às costas, no tórax, com respiração oprimida, à noite (décimo quarto dia), 66.

  • Sensação compressiva e tensa nos pulmões, que se tornava mais perceptível e em pontada ao inspirar profundamente (vigésimo nono, trigésimo e trigésimo primeiro dias), 52.

  • Dor opressiva em toda a parte superior do tórax, muito mais violenta à pressão, 60.

  • Pressão violenta como de um peso intenso no meio do tórax, sem impedir a respiração (enquanto sentado), (após um quarto de hora), 5.

  • Dores compressivas e tensivas aumentadas no tórax, como se estivesse fortemente constrito por uma faixa que sustasse a respiração, com grande debilidade e tremor, obrigando a permanecer deitado quietamente e estendido, 12.

  • Dor como uma pressão no tórax, pior após comer, 1. [2070.]

  • Dores incisivas através do tórax em diferentes direções, 82.

  • Frequentemente atormentado por uma dor lacerante e puxante muito dolorosa no lado esquerdo do tórax, na vizinhança da quinta e sexta costelas; esta dor aparecia estando em pé e sentado, desaparecia ao mover-se, e era antes diminuída do que aumentada por uma inspiração profunda (décimo quinto e décimo sexto dias), 56.

  • Pela manhã, ao acordar, a parte superior do corpo parecia contundida, de modo que ele não podia mover-se, não podia virar-se na cama por causa de pontadas e dor no tórax, que desapareciam ao levantar-se (quinquagésimo sétimo dia), 13.

  • Sensação como se tivesse sofrido uma distensão ou se lesionado ao levantar um grande peso, no lado esquerdo do tórax, junto à boca do estômago (após seis horas e meia), 5.

  • Sensação de contusão no tórax, à tarde (nono dia), 26 ; (décimo terceiro dia), 24.

  • Raspagem no tórax, forçando-o a tossir (logo, segundo dia), 68.

  • Sensação de calor em todo o tórax, 79.

  • O tórax ardia internamente, como em carne viva, sobretudo durante a tosse irritativa seca, que aparecia de tempos a tempos, 62.

  • Dor ardente por todo o tórax e abdómen, com pontadas intensas no lado esquerdo, tornando difícil respirar, com timpanite e tosse, com expectoração de pedaços cinzentos, gelatinosos e salgados, 12.

  • Ardor em pontos isolados sob a pele, particularmente no lado direito do tórax (sexagésimo segundo dia), 73. [2080.]

  • Ardor externamente sobre as costelas inferiores do lado direito (septuagésimo dia), 73.

  • Pontadas passageiras no tórax, 12.

  • Uma única pontada através da porção inferior dos pulmões, de trás para diante. Esta vinha associada a uma sensação de contusão no tórax, com embotamento da cabeça, humor triste e desalento, sendo a mesma ao fresco e no quarto (décimo terceiro dia), 24.

  • Pontadas vagas no pulmão esquerdo, 80.

  • Pontadas passageiras em ambos os lados do tórax, estendendo-se às axilas (septuagésimo primeiro dia), 73.

  • Após espirrar, houve uma pontada muito violenta na parte inferior do pulmão direito, durando das 3 até às 11 da noite, quando, embora muito intensa antes, desapareceu de uma vez; esta pontada era grandemente agravada por espirrar, respirar profundamente e tossir (não pelo movimento), (décimo terceiro dia), 65.

  • Pontadas súbitas no tórax às vezes, que lhe tiravam o fôlego, de modo que era obrigado a esfregar vigorosamente, o que fazia desaparecer a pontada (após seis meses), 13.

  • Pontadas violentas, surdas, intermitentes no tórax, estendendo-se para dentro desde a axila esquerda (após doze horas), 4.

  • Pontadas como relâmpagos transversalmente através do tórax, 82.

  • Várias pontadas vindas do interior do tórax (primeiro dia), 84. [2090.]

  • Latejamento violento no tórax, sentido sobre toda a sua superfície, 12.

  • Parte anterior e lados.

  • Pressão sob o esterno, 79.

  • Pressão no meio do esterno, às 6 da tarde (oitavo dia), 65.

  • Pressão num pequeno ponto sob o esterno, que pouco a pouco se estendia ao escrobículo, à tarde e à noite (décimo primeiro dia), 72.

  • Pressão e pontadas finas sob o esterno (primeiro dia), 86.

  • Pressão sobre o esterno, sem afetar a respiração (primeiro dia), 83.

  • Pressão constante no meio do tórax, com dores em pontada durante a tentativa de inspirar profundamente, 80.

  • Pressão no meio do tórax, para cima até ao pescoço, causando respiração difícil, 80.

  • Pressão sobre o esterno, à tarde, depois de fumar, de modo que ele não podia respirar livremente; à noite, três vezes pressão violenta sobre o esterno, que o despertou, durando apenas alguns segundos (sexagésimo terceiro dia), 13.

  • Incomodado durante todo o dia por uma dor compressiva rastejante no lado esquerdo do esterno, confinada a um ponto do tamanho de uma moeda de dólar, permanecendo a mesma em repouso ou em movimento, e deixando por fim uma sensação como se o ponto estivesse dolorido e sensível (décimo nono dia), 56. [2100.]

  • Opressão dolorosa sob o esterno (aumentada pela inspiração profunda) e na região inguinal, 85.

  • Batimento no tórax sob o esterno, estendendo-se ao sacro, ao deitar-se de costas, 80.

  • Dor muito violenta e convulsiva no esterno, ao acordar, como se tudo nele fosse apertado com parafusos; após durar meia hora, foi seguida de tosse sufocante, terminando em vômito de saliva branca espumosa (décimo primeiro mês), 12.

  • Uma dor peculiar no meio do tórax, junto ao lado esquerdo do esterno, num lugar do tamanho de meia moeda de dólar, como se fosse batido com violentas marteladas, pior à noite (quarta semana), 12.

  • Roedura angustiosa no meio do tórax, 12.

  • Arranhadura incômoda no esterno, cerca das 2 da tarde (sétimo dia), 63.

  • Repetidamente durante o dia, uma dor incisiva perpendicular através do meio do tórax, de baixo para cima, até à fossa da garganta, 79.

  • Dor incisiva sob o esterno, que dificulta a respiração (segundo dia), 84.

  • Ligeiro ardor sob o esterno (terceiro dia); ardor continuado ao longo de todo o esterno (oitavo dia), 21.

  • Dor em pontada surda perto da parte inferior da porção média do esterno, do lado direito (quarto dia), 84. [2110.]

  • Um inchaço sem dor do osso da sexta costela esquerda diminui de tamanho durante as primeiras seis semanas e desaparece pouco a pouco por completo durante os seis meses seguintes, numa rapariga clorótica e raquítica de catorze anos; ao mesmo tempo, a coluna vertebral, anteriormente curvada para a esquerda, tornou-se reta e firme, 12.

  • Pressão no lado direito do tórax, toda a tarde, acompanhada à noite de pontadas, que se estendiam à região sacra (décimo quinto dia), 76.

  • Pressão no lado esquerdo do tórax, à noite, melhorada após uma evacuação (décimo sexto dia), 76.

  • Pressão no lado esquerdo do tórax, particularmente incômoda na região da quinta costela (décimo sexto dia), 67.

  • Pressão no lado esquerdo do tórax (quinquagésimo sétimo dia), 72.

  • Pressão no lado direito do tórax, particularmente notável ao respirar profundamente e ao curvar o corpo (quarto dia), 64.

  • Pressão para a esquerda sob as costelas curtas (quarto dia); a dor opressiva apareceu na extremidade inferior do lado direito do tórax, após levantar-se; era um tanto violenta ao princípio, mas diminuiu muito durante o dia, sem, contudo, desaparecer inteiramente (quinto dia), 64.

  • Um golpe súbito da frente para trás na metade direita do tórax, de manhã (primeiro dia); retorno da dor torácica, mas na metade esquerda (segundo dia), 36.

  • Dor como de contusão no lado direito do tórax, debaixo do braço (após três horas e meia), 3.

  • Dor em beliscão na região da quinta e sexta costelas, 11. [2120.]

  • Dor lacerante na clavícula, tornando dolorosa a respiração, 12.

  • Dor incisiva de baixo para cima no lado direito, perto do esterno (primeiro dia), 63.

  • Dor incisiva no lado direito do tórax, estendendo-se do esterno ao cotovelo direito (segundo dia), 84.

  • Pontadas em ambos os lados do tórax sob as mamas, tanto durante a respiração como fora dela (terceiro dia); depois, estas pontadas voltaram muitas vezes e não pareciam estar associadas à respiração, 43.

  • Pontadas em ambos os lados do tórax (primeiro dia), 29.

  • Pontada, causando sensibilidade dolorosa, na extremidade esternal da clavícula, 12.

  • Pontada muito dolorosa no lado direito, perto do esterno, na quarta costela verdadeira, repetida apenas num único ponto (primeiro dia), 83.

  • Pontada no lado direito perto da porção média do esterno (primeiro dia), 84.

  • Pontada na região da quinta costela verdadeira do lado direito (primeiro dia), 86.

  • Pontadas isoladas na metade inferior do lado direito do tórax (oitavo dia), 73. [2130.]

  • Pontadas fugazes no lado direito perto do esterno, durante um quarto de hora, ao meio-dia; estas pontadas tinham a particularidade de que, em vez de se agravarem, desapareciam com uma inspiração profunda, e só voltavam novamente na expiração subsequente (sexagésimo segundo dia), 72.

  • Pontada ora no lado direito, ora no esquerdo do tórax (primeiro dia), 70.

  • Pontada no meio do lado direito do tórax, perto do esterno (após um quarto de hora), 82.

  • Algumas pontadas dolorosas no lado do tórax, por dentro, após espirrar, às 4 da tarde (décimo quinto dia); pontadas muito severas na parte inferior do lado direito do tórax, às 6 da manhã (décimo sexto dia), 63.

  • Latejamento em pontada no meio do lado direito do tórax, 79.

  • Uma pontada rastejante no lado direito do tórax (após três horas), 3.

  • Pontadas em todo o lado esquerdo do tórax, como se atravessassem a porção externa até à omoplata, 12.

  • Pontada aguda na metade superior esquerda do tórax, na parte dianteira, estendendo-se à omoplata, com sensação de inchaço e alguma vermelhidão da pele, 12.

  • Pontadas intensas no lado esquerdo do tórax, que retornavam frequentemente ao longo do dia (terceiro e quarto dias), 69.

  • Uma pontada violenta reiterada no lado esquerdo do tórax, à noite (décimo sétimo dia); uma pontada violenta no lado esquerdo do tórax, aumentada pela inspiração, à noite (vigésimo quarto dia), 46. [2140.]

  • Duas pontadas fugazes, muito dolorosas, em baixo no lado esquerdo do tórax, tarde da noite, ao regressar para casa (sexagésimo primeiro dia), 73.

  • Várias pontadas periódicas no lado esquerdo do tórax, aparentemente profundas no músculo peitoral maior (décimo quarto dia), 31.

  • Pontadas no lado esquerdo, à volta do coração, 12.

  • Pontada no lado esquerdo do tórax (dentro de duas horas); durante toda a manhã (décimo dia), 71.

  • Pontadas dolorosas no interior do lado esquerdo do tórax, 80.

  • Pontadas opressivas e surdas no lado esquerdo do tórax, tanto durante a inspiração como na expiração (após uma hora), 10.

  • Várias pontadas latejantes no lado esquerdo do tórax (após duas horas), 10.

  • Pontada surda no lado esquerdo (do tórax), perto do meio do esterno, 84.

  • Mamas.

  • Pequenas indurações desenvolvem-se na mama esquerda, junto ao mamilo, numa rapariga de onze anos, 13.

  • Os pontos endurecidos da mama tornam-se maiores e mais sensíveis, com, por vezes, pontadas constritivas neles, seguidas de uma sensação dolorida em toda a área, e desagregação gradual e desaparecimento das indurações, 12. [2150.]

  • A mama esquerda torna-se dura, 12.

  • Dores puxantes, com inchaço de ambas as mamas, 12.

  • Úlcera no mamilo direito, com dor muito intensa em toda a mama, 12.

  • Um ponto endurecido na mama esquerda, numa moça já crescida, torna-se sensível, com tensão na mama até à axila; ao mesmo tempo, todo o lado esquerdo do pescoço, desde a orelha para baixo, enche-se de glândulas do tamanho de avelãs (décima segunda semana), 12.

  • Dor tensiva, em pontada e dolorida na mama esquerda, 12.

  • Sensibilidade e sensação de peso nas mamas após as regras, com dor incisiva nos mamilos, que estavam rodeados por uma aréola castanha, como na gravidez (após doze meses), 14.

  • Sensação, estando sentada, como se as mamas estivessem comprimidas, da frente para trás, agravada ao estirar o corpo, 80.

  • Pressão na mama esquerda, após a sensação nos lobos inferiores dos pulmões, especialmente ao respirar profundamente (sexto dia), 66.

  • Pressão dolorosa constante de dentro para o mamilo, 80.

  • Dupla pontada na mama (sexto dia), 46. [2160.]

  • Pontada muito dolorosa através da parte superior da mama esquerda, da frente para trás, que desapareceu logo em seguida e deixou uma sensação de estremecimento nos pontos, 79.

  • Pontada temporária na metade inferior da mama esquerda (quarto e décimo segundo dias), 46.

  • Prurido pungente na mama e em ambos os lados do pescoço, perto do meio-dia (oitavo dia), 44.

CORAÇÃO E PULSO

  • Precórdio.

  • Sensação frequente de desfalecimento no coração, aliviada pelo aquecimento, com enjoo e uma dor peculiar, como se vários fios estivessem atados num só ponto, do tamanho de uma moeda de meio dólar, na região do coração, e fossem dolorosamente estirados a cada respiração, 12.

  • Angústia opressiva subindo ao coração, como um afluxo sanguíneo para ele; à medida que esse acúmulo se afasta do coração, permanece nesse ponto uma leve sensação dolorosa, que então desaparece, como após uma distensão invulgar, 12.

  • O coração é puxado para baixo, em direção ao lado esquerdo, como por um peso suspenso nele, com zumbido na cabeça, 12.

  • Na região do coração, um pequeno ponto sensível ao toque, com dor como de contusão (quinto dia), 57.

  • Cãibra no coração; pela manhã, é subitamente atacado por uma cãibra que afeta toda a região hipocondríaca, com opressão, até mesmo com parada da respiração, provocando angústia, sem verdadeira perda de fôlego, com agitação muitíssimo dolorosa, contorção congestiva, sensação de calor no meio da cova do estômago distendida e tensa, estendendo-se pela coluna vertebral, como se a circulação nos grandes vasos sanguíneos estivesse interrompida, com batimento do coração imperceptível, interrompendo-se de modo muito irregular e tremulante, e pulso semelhante, com paroxismos de angústia e temor de um ataque de apoplexia, obrigando-o a levantar-se de repente e a mover-se de um lado para outro, tonto, como paralisado; depois de durar três horas, desaparecendo pouco a pouco, com eructações de ar violentíssimas, quase ininterruptas, e muita flatulência, embora a cãibra congestiva no coração ainda continuasse no dia seguinte; mas, à noite, enquanto permanecia sentado sem se mover, associou-se a dor muito intensa nas costas, e, após uma noite de sono inquieto, com muito revolver-se no leito, restaram pulso e ação cardíaca quase suprimidos, irregulares e intermitentes, que só pouco a pouco melhoraram (quinto mês); desde então, paroxismos semelhantes recorrem por longo tempo, a intervalos mais curtos ou mais longos, na maioria das vezes à noite, às vezes durante a noite, raramente durando o dia inteiro, permitindo-lhe à noite deitar-se apenas de costas, e sempre agravados quando se deita de lado; com urinação frequente e abundante, e com fisionomia muito abatida, cinzento-pálida. Durante o décimo terceiro mês ocorre um ataque algo diferente de "cãibra no coração;" após um sono inquieto, pela manhã, angústia opressiva em torno do coração, com pulso pequeno quase suprimido, intermitente e irregular, por longo tempo, com sensação tremulante dentro do coração, batimento do coração imperceptível, obrigando-o frequentemente a ofegar em busca de ar, com sensação de que iria sufocar, embora pudesse inspirar profundamente, com confusão tonta subindo frequentemente à cabeça, obrigando-o a levantar-se e a andar, com dor profunda, compressiva e dolente na cova do estômago, que está distendida, com enormes eructações de gases do estômago, cuja eliminação proporciona alívio; tudo isso aumenta sem cessar durante a manhã, começa a diminuir um pouco por volta do meio-dia, e só cessa completamente à noite com eliminação de gases e retorno do pulso fisiológico. Todo o ataque repetiu-se no quarto dia, mas foi menos acentuado; depois, novamente, no sétimo dia, à noite, começando sempre com acúmulo espasmódico de gases no estômago e intestinos, interrupção da circulação, desaparecendo com eructações de gases e alívio, 12.

  • Dor na região do coração, 1.

  • Dor compressiva constante no coração, com batimentos violentos quando deitado sobre o lado esquerdo à noite, 12. [2170.]

  • Sensação passageira de pressão no coração (oitavo dia), 73.

  • Pressão muito incômoda na região do coração, confinada a um pequeno ponto, à noite (sexagésimo quarto dia), 72.

  • Sensação passageira de pressão e tensão no coração, pela manhã (sexagésimo quinto dia), 72.

  • Sensação de gotas caindo no coração, percebida através de todo o coração até o tórax, 12.

  • Dores em sacudidas sob o coração, 82.

  • Dores lacerantes na região do coração, e daí para a omoplata esquerda, ao fresco (quinto dia), 84.

  • Pontadas na região do coração, 80.

  • Pontadas no coração, com sensação quente e de ardor nele, e depois latejamento no coração, provocando angústia e abatimento do ânimo, 12.

  • Pontadas na região cardíaca, 79.

  • Pontadas terebrantes na região do coração, 12.

  • Ação do coração. [2180.]

  • Palpitação momentânea do coração (septuagésimo oitavo dia), 42.

  • Palpitação ao mover-se e ao abaixar-se, 12.

  • Palpitação, com falta de ar, de modo que falar é difícil, 12.

  • Palpitação angustiosa, depois de fumar parte de um charuto (sexagésimo terceiro dia), 13.

  • Palpitação em paroxismos frequentes, recorrentes a intervalos irregulares; começa com mal-estar e sensação de turbilhonamento por todo o corpo, seguida de algum batimento no tórax, dificuldade respiratória, com palidez do rosto; depois, latejamento do coração, de modo que ela não pode nem sentar-se nem deitar-se, mas é forçada a andar de um lado para outro, 12.

  • Batimento do coração à noite, e latejamento do pulso na testa, e contrações no rosto, 12.

  • Palpitação visível, sem angústia, 1.

  • Batimento violento do coração pela manhã, ao lavar-se, desaparecendo durante o dia, retornando subitamente à noite com grande angústia, de modo que ela não sabia o que fazer, com calor e afluxo sanguíneo à cabeça, rosto vermelho-escuro, seguido de calafrio trêmulo com cãibra; na manhã seguinte, ainda se sentia tonta e atordoada (quarto mês), 12.

  • Latejamento paroxístico, sonoro, no coração, às vezes interrompido por um forte som adicional, com pulso intermitente e dificuldade respiratória, 12.

  • Em nenhuma posição do corpo, sentado ou deitado, conseguia sentir a pulsação do coração; após um quarto de hora, sentiu um tremor no coração, que voltou a ocorrer por um quarto de hora, com angústia (sétima noite), 57.

  • Pulso. [2190.]

  • Pulso acelerado (vigésimo e sexagésimo quarto dias), 43.

  • Pulso a 120, cheio e duro, à noite (vigésimo segundo e vigésimo terceiro dias); pulso febril, com dor de cabeça à noite (vigésimo terceiro dia); pulso moderadamente acelerado, cheio e duro (vigésimo quinto dia), 76.

  • Pulso cheio, rápido, durante o acesso de calor (trigésimo quinto dia), 46.

  • Pulso fraco, caiu abaixo de 60 (após quatro dias), 11.

PESCOÇO E COSTAS

  • Pescoço.

  • Inchaço das veias do pescoço, descendo desde as orelhas, com pressão, 12.

  • A espessura do pescoço aumenta, e os inchaços glandulares nodulares tornam-se muito duros, 12.

  • O pescoço parece inchado, de modo que o lenço folgado no pescoço incomoda (vigésimo segundo dia), 73.

  • Os vasos cervicais estão distendidos e azulados, 1.

  • A pele da nuca é gordurosa, 12.

  • Ranger nas vértebras cervicais ao fazer certos movimentos com a cabeça; este sintoma já tinha sido frequentemente observado sem que se lhe prestasse atenção especial, mas hoje era incômodo em grau muito maior (quinquagésimo segundo dia), 73. [2200.]

  • Rigidez dolorosa da nuca ao mover a cabeça, à tarde (nono dia), 26.

  • Sensação de rigidez na nuca e no lado esquerdo do pescoço, estendendo-se para a orelha, mesmo em repouso, sem impedir de modo algum o movimento do pescoço (a rigidez não se agrava ao mover o pescoço), (após duas horas e um quarto), 5.

  • Sensação de rigidez no lado esquerdo da nuca, já percebida nos primeiros dias da experimentação, mas atribuída desde o início, pelo provador, a uma posição incômoda na cama (décimo dia), 56.

  • Tensão puxante na nuca (mais no lado esquerdo), recorrendo várias vezes (décimo primeiro dia), 23.

  • Tensão dolorosa no lado direito da nuca e na região lombar (sétimo dia); leve tensão no lado esquerdo da nuca (oitavo dia), 31.

  • Tensão dolorosa no lado esquerdo do pescoço, irradiando-se para cima até o occipício e para baixo até a omoplata, e impedindo-a de virar a cabeça (terceiro dia); a tensão pareceu remitir um pouco (quarto dia); a tensão diminuiu, mas não cessou por completo nos dias em que ela não tomou medicamento; ainda perceptível por vezes, especialmente pela manhã (quarto dia); diminuiu apenas muito lentamente, e então voltou de repente, desaparecendo pela primeira vez completamente ao cabo de três meses, 51.

  • Assim que despertou, sentiu uma sensação extremamente incômoda e dolorosa na nuca, perto do occipício, como se tivesse estado deitado sobre um leito duro. No decorrer do dia, essa dor espalhou-se por todo o lado direito das costas, como se os músculos dessa parte do corpo estivessem distendidos, sendo sentida especialmente ao inclinar a cabeça para diante e levantar o braço direito; à noite, a dor deslocou-se mais para a região do ombro direito e do pescoço (terceiro dia); ao inclinar a cabeça para diante, sensação como se os músculos estivessem curtos demais, e como se a dor fosse causada pela tensão dos músculos; a dor continuou o dia inteiro, acompanhada de assobio e zumbido na orelha direita (quarto dia); pouco depois de tomar o medicamento, a dor na nuca, no ombro e nas costas aumentou a tal ponto que levantar o braço direito e levar a mão para trás da cabeça causava a dor mais intensa. Ele não conseguia inclinar a cabeça para diante nem virá-la; para isso, tinha de mover toda a parte superior do corpo. A dor era uma espécie de escavação tumultuosa, como se os músculos tivessem sido esmagados, e como se se estivesse formando um acúmulo no tecido areolar subcutâneo e intermuscular (quinto dia); repuxamento doloroso na região cervical posterior esquerda, perto do occipício, alternando com dor semelhante na eminência frontal direita, às 11h30 (décimo segundo dia), 32.

  • Dor no lado esquerdo do pescoço, como por leito duro, ou como se tivesse permanecido em posição incômoda, 1.

  • Dor, como se uma sela estivesse atravessada sobre a nuca, os ombros e a coluna vertebral, 12.

  • Dor na nuca (dentro de duas horas), 71. [2210.]

  • Sensação na nuca como se tivesse sido esmigalhada (após três horas), 3.

  • Dor opressiva e puxante, estendendo-se de baixo para cima, no lado direito do pescoço, mesmo em repouso (após duas horas), 10.

  • Dor puxante no pescoço, com sensação de plenitude na cabeça, à tarde (décimo sexto dia), 27.

  • Repuxamento no lado esquerdo do pescoço, à noite antes de adormecer (quarto dia); logo após levantar-se, durando até a tarde (quinto dia), 65.

  • Repuxamento no lado esquerdo do pescoço, ao despertar de manhã (oitavo dia), 66.

  • Leve repuxamento na nuca, e pontadas repetidas da nuca para a orelha direita e o ombro, à noite (décimo sexto dia), 72.

  • Dor dilacerante em pontadas nas partes musculares do lado direito da nuca, à noite, estendendo-se até a omoplata (persistindo apenas pouco tempo, mas retornando várias vezes com intensidade acentuada), (primeiro dia), 33.

  • Dor escavante e lacerante nos músculos do lado direito da nuca, estendendo-se momentaneamente até a omoplata direita, melhorada pelo contato, acompanhada de zumbido grave na orelha esquerda e de ranger ao engolir saliva, à noite (quinto dia), 33.

  • Mal-estar, ou alternâncias de pinçamento lento e relaxamento nos músculos do pescoço, na nuca e no tórax, associado a uma espécie de enjoo, 1.

  • Leve dor lacerante na nuca (após duas horas), 73. [2220.]

  • Um par de dores lacerantes passageiras na aponeurose do lado direito do pescoço (décimo sexto dia), 73.

  • Dor lacerante na terceira vértebra cervical, de modo que é difícil virar a cabeça, 12.

  • Dor lacerante, estendendo-se do pescoço para a orelha, e de trás da orelha para os ombros, braços e mãos, 12.

  • Dor lacerante violenta na nuca, que se estendeu ao ombro e այնտեղ permaneceu o dia inteiro (vigésimo quarto dia), 76.

  • Latejamento nas artérias do pescoço, com pressão na garganta, dificultando a respiração, 12.

  • Dor queimante e incisiva na nuca, estendendo-se para baixo até os ombros, 12.

  • Dores incisivas em pontadas no lado esquerdo do pescoço, até a orelha esquerda, que logo desapareceram novamente, pela manhã (trigésimo quarto dia), 44.

  • Pontada na parte anterior do pescoço, abaixo da laringe (após nove horas), 10.

  • Pontada na nuca, sobre a articulação do atlas, durando meia hora, à noite (septuagésimo primeiro dia), 73.

  • Pontada beliscante no lado direito do pescoço, desaparecendo ao movê-lo e virá-lo (após três horas e um quarto), 3. [2230.]

  • Pontada curta nos músculos do pescoço ao mover o pescoço, fazendo-o estremecer, 1.

  • Costas.

  • As costas inteiras estão doloridas, com rigidez na nuca, 12.

  • Sensação de rigidez na coluna, como após ficar muito tempo curvado (após treze horas), 5.

  • Sensação dolorosa, como de contusão, nas costas, em ambos os lados da coluna, na região dos rins, 12.

  • Sensação dolorida nas costas (após quatro dias), 1.

  • Dor nas costas, como por ficar muito tempo curvado, à noite, imediatamente após deitar-se (após sessenta e seis horas), 8.

  • Sensação de peso e tensão nas costas (primeiro dia), 87.

  • Sensação como de contusão nas costas (segundo dia), 83.

  • Dor compressiva em pequenos pontos, aqui e ali nas costas, enquanto sentado, 1.

  • Pressão nas costas e repuxamento convulsivo para dentro do abdómen, abaixo da boca do estômago, de modo que a respiração era muito difícil, juntamente com constrição da laringe e desejo infrutífero de evacuar, com grande formigamento no ânus, sempre depois de comer, 12. [2240.]

  • Dor profundamente compressiva nas costas, em frente à boca do estômago, com sensação como se o sangue não pudesse passar, 12.

  • Dor puxante nas costas enquanto sentado, 1.

  • Repuxamento ao longo da coluna vertebral e nas barrigas das pernas, com sensação de debilidade nos pés (primeiro dia), 28.

  • Dor perfurante num pequeno ponto das costas, 1.

  • Dor perfurante e lacerante nas costas, estendendo-se até a anca esquerda e forçando-o a mancar, 12.

  • Dor incisiva da coluna até a boca do estômago, 80.

  • Dores lancinantes súbitas, como relâmpagos, nas costas, com dor estupefaciente na cabeça, como por intoxicação, e debilidade com sensação de desfalecimento (após catorze dias), 12.

  • Dor queimante em pontadas nas costas, entre as omoplatas, enquanto sentado (após treze horas), 10.

  • Dor violenta em pontada no lado esquerdo das costas, junto às vértebras lombares, ao caminhar, não afetada por sentar-se (após dez horas), 8.

  • Pontadas opressivas nas costas (após três horas), 10. [2250.]

  • (Uma pontada nas costas, irradiando-se para fora através do tórax), 1.

  • Um batimento na coluna, como se um grande vaso estivesse pulsando, após estar sentado (após seis horas e três quartos), 3.

  • Dorsal.

  • Debilidade nos ombros e entre eles, de modo que as vestes incomodam, 12.

  • Sensibilidade dolorosa no meio das costas (terceiro dia), 87.

  • Pressão nas costas, abaixo das omoplatas, associada a cãibra constritiva e compressiva no estômago, 12.

  • Pressão entre os ombros (após o segundo dia), 71.

  • Sensação de deslocamento no meio da coluna, aumentada ao dobrar de repente o corpo para o lado direito, 79.

  • Pressão violenta entre os ombros ao despertar (terceiro dia), 70.

  • Repuxamento em ambas as omoplatas, em direção à nuca; em ambas as pernas, dos joelhos aos maléolos; e ao mesmo tempo em ambos os antebraços, dos cotovelos às articulações dos punhos; estes sintomas apareciam geralmente três a quatro horas após tomar o medicamento, e duravam de dez a dezesseis horas (sétimo ao décimo segundo dia), 28.

  • Sensação constritiva nas costas, entre as omoplatas, que dificultava um tanto a respiração e também o movimento dos braços (décimo quinto dia), 74. [2260.]

  • Repuxamento entre os ombros (septuagésimo segundo dia), 72.

  • Dor, como de contusão, abaixo da omoplata, durante várias horas, 1.

  • Contrações nos músculos sob a omoplata esquerda (primeiro dia), 83.

  • Ardor entre os ombros, 12.

  • Dor perfurante nas costas entre os ombros, 12.

  • Dor lacerante na omoplata esquerda (após três dias), 1.

  • Dor incisiva surda sob a omoplata esquerda, 80.

  • Dor incisiva da ponta da omoplata esquerda através do tórax até a borda da porção média do esterno (primeiro dia), 84.

  • Pontadas agudas entre as omoplatas (após meia hora), 6.

  • Pontada na omoplata esquerda (dentro de duas horas), 71. [2270.]

  • Pontada entre os ombros, 12.

  • Pontadas fugazes frequentes sob a omoplata direita (sétimo dia), 48.

  • Lombar.

  • Debilidade na região lombar, com dor no cóccix, enquanto sentado (quarto dia), 14.

  • Grande debilidade na região lombar e nos pés (décimo sexto dia), 26.

  • Dor, como de pancada, na região lombar, pior ao abaixar-se ou ao levantar-se de um assento (após seis meses), 13.

  • Dor, como de pancada, na região lombar, com grande debilidade, estendendo-se até a ponta do cóccix, 12.

  • Dores na região lombar (após cinco horas, terceiro dia), 68; (dentro de duas horas), 71.

  • Dor na região lombar, como lumbago, durando muito tempo, 12.

  • Dor na região lombar, estendendo-se obliquamente para o lado direito, 12.

  • As vértebras lombares são algo dolorosas ao inclinar-se para diante estando sentado (quadragésimo oitavo dia), 72. [2280.]

  • Dor na região lombar, dolorosa a ponto de a fazer chorar, de tal modo que sentia cada passo e cada palavra em voz alta, e assim que a dor subia até a penúltima vértebra dorsal era tomada de desfalecimento e tudo lhe ficava branco, mas não conseguia mover-se, até que de repente se ergueu e foi forçada a esticar-se, com angústia e respiração difícil, durante menstruação profusa (sétimo mês), 12.

  • Dor súbita, como cãibra, na região lombar se move os pés depois de ter ficado muito tempo parado num mesmo lugar; parece prestes a cair (após seis dias), 11.

  • Dor opressiva transversal nas costas, entre os quadris, 12.

  • Pressão na região lombar (terceiro dia), 68.

  • Sensação opressiva de peso descendo das costas até aos maléolos, dificultando o andar, 12.

  • Dor opressiva na região lombar ao abaixar-se, 3.

  • Dor opressiva surda, como sensação de contusão, na região lombar e nas partes lombares, pela manhã após levantar-se da cama, agravada ao estar de pé e ao virar o corpo, melhorada ao caminhar (após quinze dias), 1.

  • Dor puxante e opressiva na região lombar esquerda (após meia hora), 10.

  • Repuxamento na região lombar, 1.

  • Repuxamento na região lombar (agravado enquanto sentado), (décimo oitavo dia), 76. [2290.]

  • Repuxamento nos músculos lombares ao caminhar, ao meio-dia (quadragésimo sétimo dia); novamente repuxamento nos lombos, ao meio-dia (quadragésimo oitavo dia); repuxamento dos lombos em direção às nádegas, pela manhã ao levantar-se (quinquagésimo dia); leve repuxamento na região lombar, ao meio-dia (septuagésimo sexto dia), 72.

  • Dor tensa na região lombar, 1.

  • Ardor na porção inferior das costas, aumentando até uma sensação como se estivesse perfurada por agulhas finas, frequentemente associado a uma sensação nas coxas ao caminhar, como se todos os tendões da região lombar ao joelho estivessem curtos demais (quarto mês), 12.

  • Sensação de calor queimante na região lombar (após uma hora), 10.

  • Dores em queimação ascendendo dos ísquios por toda a coluna vertebral até aos ombros, 12.

  • Sensação de formigamento em paroxismos começando na região lombar, 12.

  • Dores na metade inferior da coluna vertebral e no sacro, persistentes e agravadas por dobrar o corpo (vigésimo quarto dia), 77.

  • Dor incisiva muito violenta em ambos os lombos ao caminhar (segundo dia), 84.

  • Ataques frequentes de contração sem dor nas costas, em direção ao lombo esquerdo, como um abalo muscular, às 14h (décimo segundo dia), 32.

  • Ao estar de pé e inclinar-se para o lado, sente uma dor surda em pontada, como por agulha romba, sobre os quadris, na região lombar, junto da coluna (após um quarto de hora), 5.

  • Sacro. [2300.]

  • Repuxamento convulsivo do cóccix para os genitais, impedindo a eliminação da urina, 12.

  • Repuxamento doloroso no sacro, cóccix e coxas ao estar sentado, que, após ficar muito tempo sentado, o impede de ficar ereto (após quatro horas), 11.

  • Repuxamento e pressão violentos na região sacral durante duas horas, pela manhã (sétimo dia), 56.

  • Pontada incomumente violenta entre o cóccix e o ânus, às 19h, ao caminhar (nono dia), 71.

  • Pontada dolorosa no lado esquerdo, do sacro até o testículo esquerdo (quinto dia), 84.

  • Pontada queimante brusca no lado direito, próximo do sacro, completamente removida por fricção vigorosa (após três horas e três quartos), 5.

  • Pontadas opressivas dos ossos sacros para o lado da pelve (após sete horas), 10.

  • Um roçar ardente no cóccix, mais ao sentar-se do que ao caminhar, com sensação constante de frio no pé direito, principalmente na sola, durando oito dias, seguido de debilidade geral (segundo mês), 12.

  • Prurido violento na parte inferior da região sacral (décimo sexto dia), 67.

  • Incomodado por dor pruriginosa e ardente na cavidade abaixo do os coccygis, logo após despertar, durando o dia inteiro; recorreu após a dose à noite (terceiro e sétimo dias), 49.

EXTREMIDADES. [2310.]

  • As unhas dos dedos das mãos e dos pés tornam-se onduladas e secas, de modo que em parte se esfarelam, alternando de tempos em tempos com um crescimento normal, até que este se torna permanente, 12.

  • Múltiplos padrastos (após quinze meses), 13.

  • (O braço e o pé direitos paralisados pareciam mais vigorosos e musculosos, com aumento geral do vigor), 12.

  • Mal-estar geral e sensação de estiramento dos membros, logo após a dose (vigésimo quarto dia), 72.

  • Sacudidas dos membros antes de adormecer e durante o repouso, 12.

  • Tremor na mão e no pé (vigésimo quarto dia), 76.

  • Rigidez e sensação de peso em todos os membros, 11.

  • Grande debilidade em todos os membros, à tarde, enquanto sentado (após treze horas), 8.

  • Os ombros e as coxas estão muito cansados; essas partes parecem machucadas, como após grande fadiga, 1.

  • Debilidade dos membros, como por cansaço (vigésimo dia), 43. [2320.]

  • Estalidos nas articulações dos cotovelos, joelhos e tornozelos ao estender os membros, 1.

  • Sensação de peso nos membros (quarto dia), 14.

  • Adormecimento dos membros superiores e inferiores, à noite, ao despertar, 1.

  • Adormecimento e sensação de paralisia errante pelos membros, 12.

  • Ardor e inchaço em todas as articulações, 12.

  • Todos os dias sente uma dor como de contusão, ora nos ombros, ora nas coxas (quadragésimo quarto dia), 42.

  • Sensação nas extremidades como de contusão (quadragésimo primeiro dia), 73.

  • Repuxamento esporádico nos membros (após doze dias), 49.

  • Dor dolente e puxante, extremamente dolorosa, nas extremidades articulares de todos os ossos, com sensação de inchaço, sem inchaço e sem alteração da cor da pele, com inapetência, gosto amargo e emagrecimento, durando três meses, com cessação da tosse tuberculosa prévia, 12.

  • Dores puxantes e lacerantes nas mãos e nos pés, 12.

  • Repuxamento súbito nos membros (décimo primeiro dia); repuxamento nos membros (décimo segundo dia); repuxamento, ora aqui, ora ali, nas extremidades (décimo quarto dia); repuxamento nas extremidades, especialmente na face interna da parte superior da coxa esquerda e do antebraço (somente durante o repouso), (décimo quinto dia); repuxamento em diversas partes das extremidades, não durando muito, mas frequentemente bastante incômodo (décimo sexto dia), 66. [2330.]

  • Repuxamento em ambas as mãos e nos pés, depois apenas no antebraço até as articulações do punho (primeiro dia), 29.

  • Repuxamento nas articulações das mãos e dos pés (décimo dia), 73.

  • Curtos acessos de repuxamento no braço direito e na perna direita, às 10 horas da manhã (quinquagésimo oitavo dia), 73.

  • Tensão nos músculos extensores das extremidades e do tronco, ora aqui, ora ali; posteriormente calor, à noite (vigésimo dia), 72.

  • Repuxamento e sensação de cansaço, com aparente embotamento da sensibilidade, nos membros, especialmente no braço e no antebraço, perto do punho, à noite (vigésimo primeiro dia), 72.

  • Repuxamento nos membros, particularmente no antebraço direito, agravado pelo movimento do membro (quinquagésimo sétimo dia), 72.

  • Dores puxantes nos braços e nos pés, e especialmente na região lombar (sexta noite); acessos frequentes de dores puxantes em diferentes partes do corpo o incomodavam (sétimo dia); dores puxantes e lacerantes nas mãos e nos pés, depois na região epigástrica, nos hipocôndrios, no tórax, mas pior na região lombar, terminando em leve suor (sétima noite); dores puxantes nas mãos e nos pés, na região sacra e entre os ombros, diariamente, durante seis semanas, 57.

  • Repuxamento desde a articulação do punho direito até as pontas dos dedos, e desde a barriga da perna direita até os maléolos, com a sensação como se esse pé mancasse; depois, repuxamento com pontada no braço direito até a articulação do cotovelo, e na coxa direita até o joelho (do sétimo ao décimo segundo dia); repuxamento na barriga da perna esquerda, depois no antebraço direito desde o cotovelo até a articulação do punho (décimo sexto e décimo sétimo dias); o mesmo repuxamento e pontadas em várias partes dos membros (vigésimo quarto, vigésimo quinto e vigésimo nono dias), 28.

  • Dores, ora puxantes, ora lacerantes, foram repetidamente sentidas, especialmente nas extremidades, em sua maior parte durante o repouso, mas também na tíbia direita ao caminhar, de modo a fazer-me mancar (após vinte e seis dias), 48.

  • Às vezes, dores puxantes nas mãos e nos pés, que ainda continuavam após oito dias, tornando-se, contudo, cada vez mais fracas (após trinta e cinco dias), 48. [2340.]

  • Dor opressiva e lacerante na parte superior da coxa direita e do braço direito, que se assemelhava intensamente aos efeitos de Bryonia, com esta diferença: a dor produzida por Thuja apoderava-se da parte média do membro afetado, ficava confinada a um pequeno ponto e localizava-se principalmente nos músculos, enquanto a produzida por Bryonia parecia preferir as articulações e os tendões (primeiro dia), 56.

  • Dor lacerante no braço esquerdo, depois na perna esquerda (décimo sexto e décimo sétimo dias), 28.

  • Dor lacerante através dos ossos longos dos membros superiores e inferiores, até mesmo sob os calcanhares, 12.

  • Dor lacerante e com pontadas em todas as articulações, 82.

  • Pontadas e dor lacerante nos tornozelos, com inchaço destes, e nas plantas dos pés, e escavação e pontadas como por agulhas nelas, como se estivessem em carne viva, pior pela manhã, de modo que só podia pisar com dificuldade, com dor constante na região lombar; depois as costas entre as escápulas são afetadas, e as mãos, juntamente com os dedos, doem com extrema violência. Às vezes as dores deixam os membros, e então o abdómen torna-se doloroso, com evacuações diarreicas, sempre precedidas por cólicas nos intestinos e calafrios, com calor e sede, tontura e sacudidas nos membros e no abdómen, com raspagem na garganta, e gosto salgado acre do muco, e gosto azedo na boca após comer, juntamente com suor abundante com odor azedo (sexto mês), 12.

  • Pontada no maléolo externo, na articulação coxofemoral, no osso metacárpico do dedo médio, na borda interna do pé, no calcanhar, 80.

  • Pontadas na planta do pé e na palma da mão, 82.

  • Pontada nos ombros e no joelho direito (segundo dia), 70.

MEMBROS SUPERIORES

  • Debilidade constante do braço esquerdo, desde a primeira falange do polegar, 12.

  • Tremor do braço após escrever por meia hora, com dor puxante, 1. [2350.]

  • Sacudidas involuntárias do braço durante o dia, 1.

  • Grande sensação de peso em ambos os braços, de modo que doem de fadiga quando mantidos erguidos, 12.

  • Sensação de peso e impotência funcional no braço direito (72º dia), 12.

  • Sensação de enrijecimento no braço esquerdo, à noite na cama, impedindo-o de adormecer, 12.

  • Ambos os braços são dolorosamente difíceis de mover, como se as articulações estivessem secas, 1.

  • Ainda incapaz de amarrar a gravata por trás ou de passar a corrente do relógio ao redor do pescoço. Ao olhar o ombro direito no espelho, verificou-se que estava algo mais elevado que o esquerdo e tumefeito (6º dia), 32.

  • Sensação paralítica nos braços, como se tivesse carregado peso intenso demais (após oito horas), 11.

  • Dor opressiva, ora no braço direito, ora no esquerdo (dentro de duas horas), 71.

  • Dor violenta em ambos os braços, das 3 da manhã até levantar-se às 6, 1.

  • Dor em queimação e puxante em todo o braço, no periósteo do osso, estendendo-se aos dedos, com uma pressão aparentemente de dentro para fora; dolorosa à pressão profunda sobre o periósteo, como se a carne estivesse solta dos ossos, 1. [2360.]

  • Forte dor puxante, aparentemente nos ossos do braço, durando várias horas, 1.

  • Frequente dor puxante nos braços, estendendo-se às mãos, com necessidade de alongar-se, especialmente pela manhã, 12.

  • Dolorimento puxante muito agudo e tremor através dos músculos do braço direito, 12.

  • Dor puxante no braço esquerdo (54º dia), 72.

  • Dor puxante no braço direito e antebraço, à tarde (8º dia), 63.

  • Dor lacerante e puxante no braço direito, durando várias horas, pela manhã (3º dia); a mesma sensação (4º dia); pela manhã (6º dia), 44.

  • Dor lacerante no braço direito, com cansaço, pior durante o repouso, melhor com o movimento, também em paroxismos, 12.

  • Frequentes tremulações surgiram à tarde e à noite; abalos como pulsações nos músculos do braço direito, especialmente no deltóide (54º dia), 44.

  • Ombro.

  • Estalido da articulação do ombro ao levar o braço para trás; ela é incapaz de mover o braço por causa da dor, como se estivesse deslocado, 1.

  • Dor no ombro esquerdo (78º dia), 13. [2370.]

  • Dor no ombro, impedindo-o de levantar o braço acima da cabeça, agravada por deitar-se sobre ele, chegando até à rigidez de todo o braço, 12.

  • Frequentemente, por um minuto de cada vez, uma dor que, na axila, no dorso do pé e em vários pontos da parte externa do tórax, era beliscante e opressiva, 62.

  • Dor como de contusão nas articulações dos ombros e nos braços (17º dia), 26.

  • Sensação dolorida profunda no ombro esquerdo ao deitar-se sobre ele (3º mês), 12.

  • Dor puxante paralítica no ombro direito ao deitar-se sobre ele na cama, estendendo-se daí para a cabeça, que fica dolorosamente afetada à noite, 12.

  • Dor puxante no ombro direito (4º dia), 74.

  • Pressão puxante no ombro esquerdo, estendendo-se à mão, seguida de pressão no globo ocular direito; a dor cessou após levantar-se (40º dia), 13.

  • Dor lacerante e puxante paralítica no ombro esquerdo, melhor com o movimento (77º dia), 13.

  • Dor puxante-lacerante na articulação do ombro esquerdo e ao redor do ombro, de modo que o braço não podia ser movido sem dor (após vinte semanas), 13.

  • Dor opressiva, lacerante e puxante na região do ombro esquerdo ao apoiar-se nele ou deitar-se sobre ele; depois que a dor desapareceu, houve uma dor semelhante no ombro direito por vários dias, melhorada por esfregar com água fria (após dez meses), 13. [2380.]

  • Dor puxante que tolhe, de curta duração, no ombro direito e no polegar da mão direita, às 5 da tarde; logo depois, dor lacerante na palma da mão, perto do punho (por meia hora), (62º dia), 73.

  • Dor puxante tolhedora na axila direita, vindo em acessos (72º dia), 73.

  • Dor puxante incômoda no ombro esquerdo imediatamente após levantar-se, desaparecendo apenas à tarde (5º dia), 65.

  • Dor puxante bastante violenta no ombro direito (2º dia), 57.

  • Uma dor puxante desde a axila esquerda até a articulação do cotovelo (após duas horas), 28.

  • À noite, dor lacerante e puxante tolhedora na axila esquerda, que, no dia seguinte, estendeu-se ao ombro direito, onde permaneceu por uma hora (15º dia), 74.

  • Dor cortante na articulação do ombro direito (1º dia), 84.

  • Dores opressivas no ombro direito (3º e 4º dias), 69.

  • Dor lacerante no ombro esquerdo (25º dia); na axila esquerda, à noite (25º dia); no ombro esquerdo, indo às vezes ao ombro direito e à região da nuca (27º dia), 76.

  • Dor lacerante no ombro direito, de modo que ela não pode deitar-se sobre ele nem virar o pescoço, durando muito tempo (2º mês), 12. [2390.]

  • Dor lacerante constante em ambos os ombros (em ambos ao mesmo tempo, ou alternadamente em um ou em outro), 12.

  • Várias pontadas na axila direita e na têmpora (1º dia), 86.

  • Pontadas isoladas nos ombros (5º dia), 68.

  • Pontadas puxantes na articulação do ombro direito e na dobra do cotovelo direito, 6.

  • Pontadas elétricas na omoplata esquerda, para o entardecer (78º dia), 13.

  • Pontada surda contínua na articulação do ombro esquerdo (2º dia), 83.

  • Pontadas nos ombros, desapareceram ao caminhar ao fresco (5º dia), 71.

  • Pontada no ombro direito (9º dia), 71.

  • Pontadas na articulação do ombro esquerdo, 79; ao despertar (5º dia), 70.

  • Frequentes pontadas na articulação do ombro direito, 79. [2400.]

  • Pontada dolorosa na parte anterior do ombro direito, perto da clavícula, associada a dor lacerante surda (após cinco horas), 3.

  • Pontada, como por ponta romba, no músculo deltóide direito ao caminhar ao fresco, 6.

  • Pontadas intensas no ombro esquerdo ao tocar piano, 12.

  • Batimento e latejamento na articulação do ombro, 1.

  • Braços.

  • Sensação de peso no braço esquerdo, da metade do braço até os dedos, sentida durante o movimento e o repouso, 1.

  • Os braços doem e estão tão fracos que a paciente mal consegue mantê-los erguidos o bastante para arrumar o cabelo (24º dia), 76.

  • A parte média de ambos os braços é dolorosa, como se contundida, e sente-se tão fraca que ele não consegue sustentar os antebraços, 12.

  • À pressão sobre o braço, dor no osso, como se a carne estivesse solta dele, 1.

  • Dolorimento constante, muito doloroso, no braço esquerdo, até o ombro e estendendo-se ao punho e aos dedos, impedindo-o de agarrar qualquer coisa, 12.

  • Dor como de contusão nos braços, como se tivessem sido espancados até ficarem arroxeados, 7. [2410.]

  • Sensação como se os braços tivessem sido espancados, após o jantar (23º dia), 72.

  • Frequente dor paralítica nos músculos da parte média do braço esquerdo durante repouso e movimento (após uma hora e um quarto), 8.

  • Leve dor puxante no braço esquerdo, à noite (52º dia); durante a noite, dor puxante no braço, axila e ombro, impedindo-o de deitar-se desse lado (72ª noite); pela manhã, essas dores tornaram-se intoleráveis, mas, envolvendo-se calorosamente as partes dolorosas, diminuíram pouco a pouco e por fim desapareceram completamente, deixando para trás uma sensação de impotência funcional no braço; às 9h30 da manhã, a dor lacerante nos ombros e no braço voltou em frequentes ataques curtos; à noite, a dor no ombro está novamente muito violenta e, no braço direito, especialmente no antebraço, há um estado beirando a paralisia, com sensação de frio (73º dia); a dor no braço surgiu em acessos curtos às 10 da manhã, foi perceptível até o meio-dia, porém mais branda que ontem, e cessou inteiramente à tarde (74º dia); a dor desapareceu completamente (75º dia), 72.

  • Dor puxante dolorosa na face externa do braço esquerdo, perto do olécrano, recorrendo várias vezes em intervalos curtos (4º dia), 31.

  • Dor lacerante na tuberosidade anterior do úmero esquerdo persistiu, aumentava com o movimento e intensificava-se a uma dor em queimação pelo contato, especialmente depois que o ponto doloroso no braço batia contra alguma coisa, embora apenas levemente (15º dia); sensibilidade da tuberosidade anterior do braço esquerdo, especialmente ao toque (16º dia); a sensibilidade parecia tornar-se cada dia mais circunscrita; desapareceu inteiramente no decurso de uma semana, 27.

  • Pontadas no braço direito, em qualquer posição, desaparecendo ao toque (após uma hora e um quarto), 8.

  • Cotovelo.

  • Debilidade na articulação do cotovelo, de modo que ela não podia levantar nada pesado; essa debilidade estendia-se por uma largura de mão acima e abaixo do cotovelo direito (após cinco meses), 14.

  • O cotovelo esquerdo parece paralisado às vezes, 12.

  • Dor perfurante na articulação do cotovelo (após cinco dias), 11.

  • Dor como de contusão nas articulações do cotovelo e do punho, como se tivessem sido esmagadas e contundidas (após quarenta e duas horas), 11. [2420.]

  • Sensibilidade dolorosa na dobra do braço direito ao estendê-lo, pela manhã (74º dia); retorno da sensibilidade dolorosa na dobra do braço, pela manhã (75º dia), 73.

  • As saliências do cotovelo direito estavam dolorosas, como após forte pancada (9º dia); não desapareceram inteiramente até o 11º dia, 64.

  • Tensão na dobra do cotovelo direito ao escrever (63º dia), 72.

  • Dor puxante na articulação do cotovelo direito, pela manhã (59º dia), 72.

  • Dores opressivas violentas no cotovelo esquerdo, como se fossem no osso, 81.

  • Forte dor puxante e lacerante desde a articulação do cotovelo esquerdo até os dois dedos médios (4º dia), 25.

  • Pontada no cotovelo esquerdo várias vezes durante o dia (1º dia), 83, 84.

  • Pontadas nos cotovelos, 79.

  • (Pontada na articulação do cotovelo), 1.

  • Pontadas no cotovelo direito, 30. [2430.]

  • Pontadas, como de agulhas, especialmente no lado externo do cotovelo esquerdo, iguais em todas as posições, desaparecendo subitamente ao toque (após meia hora), 8.

  • Batimento e latejamento, como um pulso, na articulação do cotovelo durante o dia; à noite, dor puxante no braço, estendendo-se aos dedos, 1.

  • Antebraço.

  • Debilidade e impotência funcional no antebraço direito, e tremor violento da mão direita, cujas veias se intumesciam sem qualquer causa aparente; esse aspecto durou meia hora e desapareceu enquanto escrevia, pela manhã (6º dia), 44.

  • Rigidez dolorosa no antebraço esquerdo, estendendo-se até os dedos e dificultando o movimento (16º dia), 27.

  • Sensação de peso nos antebraços (após cinco horas), 11.

  • Sensação paralítica e de adormecimento no antebraço, do cotovelo até as pontas dos dedos, com formigamento nestes últimos, durando muito tempo, 12.

  • Sacudidas dolorosas no braço esquerdo, do punho ao cotovelo, 12.

  • Contrações dos músculos do antebraço direito, 80.

  • Contrações nos flexores do polegar esquerdo, na bochecha direita e sob as escápulas, 85.

  • Dor no antebraço esquerdo, como se os pelos fossem puxados (62º dia), 13. [2440.]

  • Dores quebrantes, passageiras, nos ossos do antebraço esquerdo (57º dia), 13.

  • Dor como de contusão nos ossos do antebraço direito ao carregar um peso intenso, associada a uma espécie de debilidade, de modo que logo foi forçado a largá-lo (5º mês), 13.

  • Dolorimento muito agudo em todos os tendões de ambos os antebraços, frequentemente alternando com dolorimento puxante nos ombros, 13.

  • Dor puxante no antebraço direito (55º dia), 72.

  • Dor puxante no antebraço esquerdo, 1.

  • Dor rápida, puxante e perfurante através do antebraço e do osso metacarpiano do dedo indicador, 80.

  • Dor puxante incômoda no rádio direito, ao longo do antebraço e também na mão, até o dedo mínimo, ao meio-dia (24º dia), 78.

  • Tensão nos extensores do braço direito ao escrever (60º dia); leve tensão nos extensores da mão direita (62º dia), 73.

  • Dor puxante no lado interno do antebraço esquerdo e nos dedos da mão direita, pela manhã (11º dia), 63.

  • Dor puxante no lado interno do antebraço esquerdo, durante toda a manhã, especialmente quando o braço estava em repouso (13º dia), 66. [2450.]

  • À noite, enquanto estava sentado num teatro lotado, dor puxante em pontada no antebraço direito, estendendo-se do cotovelo à articulação do punho (13º dia), 24.

  • Dores lacerantes nos ossos do antebraço e do punho esquerdos, 79.

  • Dor lacerante no antebraço esquerdo, lancinando do cotovelo aos dedos, de modo que estes se fletiam subitamente (5º dia), 88.

  • Pontadas puxantes na face interna do antebraço esquerdo, em direção ao punho (14º dia), 73.

  • Dor em pontada lacerante no antebraço esquerdo, onde a ulna se une ao carpo (1º dia), 33.

  • De tempos em tempos, uma pontada lacerante no lado externo do antebraço direito (após três horas e meia), 5.

  • Pontada lacerante no lado interno do antebraço esquerdo, estendendo-se da mão ao cotovelo (após três horas e meia), 5.

  • Pontada surda no antebraço esquerdo, perto do cotovelo (1º dia), 83.

  • Pontada no antebraço direito, perto do cotovelo (1º dia), 84.

  • Pontadas no antebraço direito até as articulações dos dedos (7º ao 12º dia), 28. [2460.]

  • Pontada fina e transitória na face posterior da ulna esquerda, perto do cotovelo, uma hora após o jantar (4º dia), 31.

  • Dor ardente no antebraço direito, 3.

  • Um ardor paralítico, já sentido havia alguns dias em todos os músculos do antebraço, e que se estendia até as pontas dos dedos, era particularmente incômodo, surgindo ao mover os braços e desaparecendo no repouso (16º dia), 26.

  • Dor em queimação em todos os músculos do antebraço ao mover a mão rápida e vigorosamente (14º dia), 27.

  • Punho.

  • O punho direito parece torcido (17º dia), 14.

  • Dor no punho direito como se estivesse deslocado, 1.

  • Dor esmagadora na face interna do punho esquerdo, na cabeça do rádio, a qual estava nitidamente tumefeita e dolorosa ao toque, à noite (4º dia), 51.

  • Sensação paralítica nos punhos, 28.

  • Dor lacerante no carpo direito (4º dia), 84.

  • Dor lacerante no punho esquerdo, 1. [2470.]

  • Pontada na articulação do punho esquerdo, estendendo-se até a ponta do dedo indicador (16º e 17º dias), 26.

  • Pontada bastante intensa, em sentido transversal, onde o rádio e o carpo se unem, de fora para dentro (em repouso), (8º dia), 37.

  • Dor em queimação com pontada logo acima do punho direito (após seis horas), 10.

  • Pontadas no punho direito, 80.

  • Mãos.

  • Ataque de reumatismo inflamatório da mão esquerda; a princípio o polegar tornou-se rígido, depois todas as articulações dos dedos, com dores como picadas, puxantes e em abalos, tão violentas que ela não sabia o que fazer, durando dois dias, após o que tudo inchou, com desaparecimento gradual da dor, com calor e muita sede intensa, todas as manhãs; e à tarde, calafrios ao longo das costas, estendendo-se à cabeça, com latejamento na cova do estômago, falta de ar, constrição abaixo das costelas, com sonolência constante; durante a manhã, febre, frequentemente interrompida por soluço, e abalos lacerantes nas mãos, estômago e pés (3º mês), 12.

  • Tremor das mãos, 12.

  • Tremor e contrações das mãos, de modo que ela não podia segurar nada com firmeza, 12.

  • Tremor das mãos, como pela debilidade da velhice, ao escrever (após vinte horas), 8.

  • Debilidade paralítica da mão esquerda, pela manhã ao levantar-se, durando muito tempo, 12.

  • As mãos tornavam-se facilmente rígidas e cansadas ao movê-las (3º dia), 25. [2480.]

  • Sensação de secura nas mãos (após vinte e seis horas), 11.

  • Na eminência palmar de cada mão, um ponto do tamanho de uma moeda de dez centavos é muito doloroso, como uma odontalgia neurálgica, 12.

  • Dor perfurante nos ossos metacarpianos da mão esquerda (66º dia), 13.

  • Forte pressão em cãibra na mão esquerda, entre o dedo mínimo e o anelar em seus lados internos, com sensação de calor em todos os dedos da mão, enquanto o metacarpo esquerdo e toda a mão direita estavam gelados (após duas horas e meia), 5.

  • Tensão na mão direita, especialmente no polegar (65º dia), 72.

  • Dores puxantes e perfurantes nos ossos metacarpianos da mão esquerda, depois nos ossos do antebraço e, algum tempo depois, dor em queimação opressiva nos ossos do dedo mínimo direito (após doze dias), 13.

  • Dor reumática puxante e tensional nos ossos da mão direita, melhor ao fechá-la, associada a uma sensação de entorpecimento; essa dor estendeu-se pouco a pouco ao braço (63º dia), 12.

  • Uma dor escavante, quase levando-o a gritar, nos ossos metacarpianos esquerdos, se as mãos ficam acima da cabeça na cama (após doze meses), 13.

  • Pela manhã, frequentes paroxismos de dor lacerante e pontadas em ambas as mãos, que se tornavam tão violentas no meio da ulna direita, enquanto ele escrevia, que teve de parar. À tarde, enquanto viajava de carruagem, uma dor lacerante muito violenta no antebraço esquerdo, especialmente violenta na tuberosidade anterior do úmero, tornando-se essa região muito sensível ao toque; além disso, picadas nos dedos da mesma mão. Esses sintomas continuaram enquanto viajava, e não cederam até que entrou em suor profuso, à noite, enquanto estava num teatro lotado (14º dia), 27.

  • Dor lacerante na mão (23º dia), 76. [2490.]

  • Dor lacerante nos ossos metacarpianos da mão direita (5º dia), 84.

  • Sensação momentânea de dor lacerante no dorso da mão esquerda, ao meio-dia, enquanto escrevia (13º dia), 31.

  • Dor lacerante passageira na mão esquerda, à noite (33º dia), 75.

  • Pontadas nos ossos metacarpianos da mão esquerda, 80.

  • Pontada surda na articulação em que o polegar e o indicador se articulam com o metacarpo, 80.

  • Pontada na palma da mão esquerda, à noite (2º dia), 83.

  • Pontadas no metacarpo direito e no globo ocular esquerdo (1º dia), 84.

  • Pontada na palma esquerda, na axila direita e perto da fosseta do queixo (1º dia), 86.

  • Pontadas pulsáteis na mão direita, estendendo-se até as pontas dos dedos, e na parte anterior do pé direito, pela manhã na cama (15º dia), 26.

  • Dedos.

  • Algum inchaço dos dedos de ambas as mãos; sentem-se tensos ao dobrá-los e doem como se espancados, mais na mão direita, pela manhã (63º dia), 73. [2500.]

  • Inchaço reumático da segunda articulação do dedo anelar direito, com sensação dolorosa como de contusão à pressão, tenso ao dobrá-lo (66º dia), 13.

  • O dedo indicador esquerdo está mais inchado, com entorpecimento tensional nele, 12.

  • Um tumor ósseo na falange média do indicador e do dedo médio esquerdos, doloroso à pressão, 12.

  • As polpas de ambos os dedos indicadores tornam-se vermelhas e inchadas, 1.

  • As últimas falanges dos três dedos médios da mão esquerda tornam-se vermelhas e inchadas, com finas picadas estendendo-se às pontas, por volta das 5 da tarde, 1.

  • Rigidez das articulações dos dedos, ao acordar pela manhã, com pontadas nas mãos e nos pés (8º dia), 16.

  • (Todos os dedos parecem entorpecidos), 1.

  • Adormecimento dos dois últimos dedos da mão esquerda (67º dia), 14.

  • Dor na terceira falange do dedo indicador esquerdo, como se tivesse sido violentamente contundida, agravada pelo movimento ou pelo toque (após seis meses), 13.

  • Dores em todos os dedos da mão esquerda, de modo que agarrar era difícil, 12. [2510.]

  • Dor constante na primeira falange do polegar esquerdo, estendendo-se aos dedos, como se a primeira falange fosse pinçada até se desprender, com o que o dedo mal podia ser dobrado e às vezes se sentia paralisado; dor semelhante começa depois na mão direita, 12.

  • Dor quebrante nas articulações dos dedos, como se fossem luxar (após doze meses), 14.

  • Dor gotosa no dedo mínimo direito (39º dia), 18.

  • Dor reumática no dedo anelar direito continuava a recorrer (após vinte semanas), 13.

  • Dor opressiva e perfurante no osso metacarpiano do dedo indicador esquerdo, passageira, à noite (15º dia), 13.

  • Dores puxantes em pontada no indicador e no dedo médio direitos (5º dia); dor puxante no dedo médio esquerdo, à tarde (35º dia); dores puxantes no dedo mínimo esquerdo em vários momentos (44º dia); dor puxante no dedo mínimo da mão direita (49º dia), 44.

  • Dor puxante dolorosa no polegar esquerdo, durando apenas pouco tempo, mas retornando frequentemente, às 10 da manhã (11º dia), 31.

  • Dor puxante em ambos os polegares ao despertar e durando o dia todo (7º dia); estendeu-se à articulação do punho (8º dia), 54.

  • Dor puxante na primeira articulação do polegar direito, especialmente durante o repouso, desaparecendo instantaneamente ao mover o dedo e retornando com a mesma rapidez ao cessar o movimento, às 7 da noite; isso continuou quase uma hora; várias vezes dor puxante na terceira articulação do dedo anelar direito (4º dia), 64.

  • Pela manhã, depois de levantar-se, dor puxante dolorosa na segunda articulação do polegar esquerdo (somente durante o repouso), por cerca de duas horas; a mesma sensação, porém não duradoura e muito mais fraca, apareceu no decurso da manhã em quase todas as articulações dos dedos (mas somente durante o repouso); por um instante essa dor puxante apareceu no lado interno do pé esquerdo até a planta; às 6 da tarde, dor puxante súbita no lado interno do pé esquerdo, no metatarso (3º dia); dor puxante passageira no dedo indicador, por volta das 11 da manhã (6º dia); dor puxante súbita no polegar esquerdo e no dedo mínimo direito (desaparecendo imediatamente com o movimento e retornando com a mesma rapidez no repouso), pela manhã (7º dia); dor puxante no polegar direito, pela manhã ao levantar-se (8º dia); por volta das 11 da manhã (10º dia); dor puxante nos dedos da mão direita, às 4 da tarde, e depois no cotovelo direito (13º dia), 65. [2520.]

  • Várias vezes dor puxante na primeira articulação do dedo indicador direito (16º dia), 87.

  • Dor puxante no polegar direito e no antebraço, depois no polegar esquerdo e nos dentes do maxilar superior direito, à noite (4º dia), 67.

  • Dor puxante no polegar esquerdo (5º dia), 68.

  • Dor puxante nos dedos (dentro de duas horas), 71.

  • Dor puxante súbita, aqui e ali, especialmente nos dedos da mão direita (10º dia), 86.

  • Dor puxante no dorso do dedo anelar direito (62º dia), 72.

  • Dor puxante nos dedos e pressão no braço esquerdo, desapareceram ao caminhar ao fresco (5º dia), 71.

  • Dor puxante passageira na primeira articulação do polegar direito, que, em consequência, se movia algo menos facilmente, ao meio-dia (2º dia), 73.

  • Dor puxante esporádica no polegar direito (72º dia), 73.

  • Dor lacerante no osso metacarpiano do dedo mínimo (1º dia), 84. [2530.]

  • Dores lacerantes no dedo mínimo da mão direita várias vezes (47º dia), 44.

  • Dor lacerante e puxante na segunda articulação do dedo anelar direito, que estava inchado, também levemente no esquerdo (66º dia), 13.

  • Dor lacerante no polegar direito ao costurar e tocar piano, mais violenta na eminência tenar, 12.

  • Frequentes contrações no dedo médio da mão direita (3º dia), 30.

  • Contrações sem dor do dedo médio da mão direita, 79.

  • Formigamento nas pontas dos três dedos médios da mão esquerda, como se estivessem adormecidos (após catorze horas), 5.

  • Pontada no polegar direito, 80.

  • Algumas pontadas no polegar direito (4º dia), 24.

  • Pontada aguda na unha do polegar esquerdo (após quarenta e oito horas), 1.

  • Pontada no dedo anelar da mão esquerda, às 10 da manhã (8º dia), 44. [2540.]

  • Pontadas finas na terceira articulação do dedo indicador, de dentro para fora, 80.

  • Pontada surda no osso metacarpiano do dedo médio da mão esquerda, 79.

  • Pontada, como de espinho, acima da articulação média do dedo médio, mais dolorosa ao dobrar o dedo (após dezesseis horas), 11.

  • Pontadas na ponta do terceiro dedo da mão direita, 79.

  • Pontadas no osso metacarpiano do dedo mínimo, 79.

  • Pontada lacerante no dedo mínimo, 2.

  • Finas picadas nos dedos, 1.

  • Dor por finas picadas nas primeiras articulações dos dedos, 1.

  • Finas picadas nas pontas dos três dedos médios esquerdos (à tarde), 1.

MEMBROS INFERIORES

  • Repuxões dos membros inferiores e contratura dos tendões flexores das cavidades poplíteas, que se tornaram muito duros e rígidos, especialmente a perna esquerda, muitas vezes com cãibra na planta do pé esquerdo, durante uma noite de insónia (após doze meses), 13. [2550.]

  • Rigidez, com sensação de paralisia nos membros inferiores, 12.

  • Rigidez dos membros inferiores, especialmente após levantar-se de um assento, de modo que andar era muito difícil, 22.

  • Membros inferiores rígidos e pesados ao caminhar, 1.

  • Sensação de peso paralítico do membro inferior direito ao caminhar, para o anoitecer, sempre aproximadamente à mesma hora, frequentemente, e durando muito tempo, com tontura (terceiro e meses subsequentes), 133.

  • Os membros inferiores são pesados como chumbo, 12.

  • Os membros inferiores parecem de madeira ao caminhar ao ar livre, 12.

  • Ambas as pernas, desde a região lombar até aos joelhos, parecem paralisadas, especialmente a esquerda; andar é muito difícil, com sensação de peso errante nelas, durando cinco a seis dias, 12.

  • Repuxões, como descargas elétricas, nos membros inferiores durante a insónia (após treze meses), 13.

  • Todo o membro inferior, desde a região lombar até ao pé, doloroso, como se contundido, 12.

  • À noite, meio adormecido, sensação no membro inferior esquerdo como se estivesse repuxado por cãibra e paralisado (décimo segundo mês), 12. [2560.]

  • Toda a perna direita até à articulação coxofemoral estava dolorosa, pesada e menos móvel, de noite; a dor era puxante e tensa (trigésimo sétimo dia), 73.

  • Toda a perna direita dolorosa (décimo sétimo dia), 72.

  • Ao deitar-se, a perna direita estava tão dolorosa que foi obrigado a colocar-se sobre o lado esquerdo, e assim permanecer deitado durante a noite, ao contrário do seu hábito usual (décimo sexto dia), 72.

  • Uma dor puxante que sobe dos membros inferiores pela coxa até à cabeça, e daí desce à boca do estômago, com escurecimento diante dos olhos e enjoo, 1.

  • Paroxismos curtos, mas frequentemente recorrentes, de dor lancinante do acetábulo esquerdo até à barriga da perna, profunda no osso (ao caminhar na rua), (após dez horas, terceiro dia), 22.

  • Repuxamento em toda a perna direita (quinquagésimo sétimo dia), 72.

  • Tensão, como de cansaço, em toda a perna, 1.

  • Dor lacerante muito intensa em todo o membro inferior esquerdo, estendendo-se da anca, anterior e internamente, até ao joelho, e posteriormente até ao calcanhar, muitíssimo intolerável à noite, 12.

  • Dor lacerante através dos ossos longos dos membros inferiores até aos calcanhares, desaparecendo subitamente, 12.

  • Pontadas ardentes passageiras nos membros inferiores, estendendo-se daí em todas as direções (após vinte e oito horas), 8. [2570.]

  • Pontadas, aqui e ali, nos membros inferiores e, ao mesmo tempo, no lado esquerdo da cabeça, 12.

  • Anca.

  • Laxidez dolorosa em ambas as articulações coxofemorais, como se as cápsulas articulares fossem demasiado fracas e relaxadas, como se não pudessem sustentar o corpo apenas ao estar de pé (não ao caminhar), com fraqueza do corpo inteiro (após doze dias), 6.

  • Dor na anca direita, estendendo-se à coluna, 12.

  • Dor puxante muito dolorosa da anca direita até à planta do pé, 12.

  • Sensibilidade dolorosa da anca esquerda ao toque, como se golpeada (após catorze meses), 13.

  • Tensão que se estende da articulação coxofemoral à virilha, e pela face posterior da coxa até à cavidade poplítea, mesmo sentado quieto, especialmente ao caminhar, menos ao estar de pé, 1.

  • Repuxamento em ambas as ancas de fora para dentro, e de cima para baixo, em direção às partes genitais (oitavo e nono dias), 29.

  • Dor lacerante na articulação coxofemoral direita, 82.

  • Dor lacerante do ísquio pela parte posterior da coxa direita até ao espaço poplíteo (segundo dia), 83.

  • Dor lancinante súbita na anca esquerda ao abaixar-se, de modo que mal conseguia dar um passo, com sensação como se o membro inferior estivesse alongado, 12.

  • Coxa. [2580.]

  • Cansaço dos membros inferiores, especialmente na parte inferior da coxa, 59.

  • Paroxismos de cansaço nos músculos internos de ambas as coxas, 1.

  • Tremor fibrilar dos músculos da coxa esquerda logo acima do joelho, 81.

  • Coxas e pernas adormecem enquanto está sentado, 1.

  • Dor dolorida aguda na nádega direita, pior ao sentar-se, 12.

  • Dor como se deslocada na coxa e perna direitas, precisamente quando o membro é levado para diante, ao caminhar, 2.

  • Dor na coxa esquerda ao caminhar, como se fosse partir-se (à noite), 9 ; (décimo dia), 11.

  • Dor circunscrita na face interna da coxa, como após uma longa caminhada, 38.

  • Dor como se contundido acima do meio de ambas as coxas, ao caminhar ao ar livre, 1.

  • Dor surda anteriormente no terço inferior da coxa direita, 80. [2590.]

  • Dor puxante na coxa esquerda, como se na medula do osso, de modo que ela não conseguia sentar-se comodamente (quadragésimo sexto dia), 14.

  • Repuxamento na parte superior da coxa esquerda (durando dois minutos e tornando o caminhar doloroso), (oitavo dia), 68.

  • Repuxamento na face interna da porção superior da coxa esquerda, no joelho direito e na anca direita (décimo terceiro dia), 66.

  • Repuxamento doloroso, estendendo-se da dobra da coxa direita à face interna da coxa, por alguns segundos (em repouso), (décimo dia), 32.

  • Tensão na parte externa da coxa direita, estendendo-se ao joelho, especialmente ao caminhar e ao dobrar-se (sexagésimo quinto dia), 72.

  • Repuxamento na face interna da coxa direita, no joelho direito, na barriga da perna direita, na dobra do cotovelo, em ambos os espaços poplíteos, especialmente o esquerdo (quinto dia), 64.

  • Dor pungente e puxante na cabeça do fémur esquerdo (sétimo ao décimo terceiro dia), 84.

  • Repuxamento em ambas as coxas (quadragésimo sexto dia), 72.

  • Repuxamento por todo o comprimento da face externa da coxa, à tarde (segundo dia), 56.

  • Repuxamento em ambas as coxas, à noite (décimo quinto dia), 28. [2600.]

  • Dor terebrante e lacerante na nádega esquerda (sexagésimo quinto dia), 13.

  • Dor compressiva aguda na musculatura da coxa (após dezoito dias), 13.

  • Dor constritiva na face interna de ambas as coxas, da virilha ao joelho, como se o joelho fosse puxado para o abdómen, com dificuldade em urinar, embora com urgência para isso, 12.

  • Dor lacerante na coxa direita (sétimo dia), 84.

  • Sensação escoriante e ardente na face interna da coxa direita, 3.

  • Uma pontada muito alta na coxa, 1.

  • Algumas pontadas na tuberosidade externa da coxa esquerda ao caminhar (quarto dia), 23.

  • Pontada na coxa esquerda até ao joelho (décimo quinto dia), 28.

  • Latejamento muito intenso na coxa abaixo da região inguinal, ao deitar-se sobre o lado direito (após catorze meses), 13.

  • Varizes nos joelhos, com ardor pungente estendendo-se até às tíbias, como se um instrumento dentado fosse pressionado na carne, 12.

  • Joelho. [2610.]

  • O joelho move-se involuntariamente para diante e para trás (com dor muito intensa), 1.

  • Estalidos das articulações dos joelhos (oitavo dia), 70.

  • Fraqueza nos joelhos (terceiro dia), 22.

  • Sensação de fraqueza em ambos os joelhos (desaparecendo no direito em dez minutos, no esquerdo em meia hora), (primeiro dia), 86.

  • Extensão vigorosa do joelho direito impossível por causa de um obstáculo sensível e doloroso no espaço poplíteo; o mesmo sintoma no joelho esquerdo, 82.

  • Subitamente, sensibilidade dolorosa lancinante no joelho esquerdo, tensão e pontadas, em parte na patela, em parte logo acima dela, com inchaço, piorado por pressão, por estar de pé, por levantar-se de um assento e por sentar-se, também tirando o sono à noite, durando muito tempo, 12.

  • Dores em ambos os joelhos (vigésimo quarto dia), 17.

  • A articulação do joelho direito estava dolorosa sentado, mas a dor logo desapareceu e foi seguida por sensação de frio no joelho, de manhã; depois sobreveio uma sensação passageira compressiva e de tensão no coração, e, ao cessar esta, a frialdade no joelho foi novamente percebida, porém em menor grau, de manhã (sexagésimo quinto dia), 72.

  • Dor na patela, frequentemente recorrente, quer sentado quer caminhando; um repuxão como se um tendão fosse lentamente distendido e depois deixado voltar; dor semelhante nas têmporas durante o sono, 38.

  • Joelhos dolorosos ao caminhar, como se contundidos; o peso do corpo parece-lhe demasiado grande para as pernas, à noite (sexagésimo oitavo dia), 72. [2620.]

  • Sensação de deslocação nas articulações do joelho e da anca (piorada ao caminhar ao ar livre), 85.

  • Dor em cãibra acima do joelho esquerdo, sentado (após quarenta e seis horas), 11.

  • Dor lacerante puxante no joelho direito por volta das 5 P.M. (décimo sexto dia), 65.

  • Repuxamento no joelho direito (décimo dia), 54.

  • Repuxamento muito doloroso transversal através de ambos os joelhos, pelo meio da patela, com tumefação circunscrita, indolor, tensa e elástica, do tamanho de um pequeno ovo de galinha, no meio da cavidade poplítea esquerda, estendendo-se profundamente sem impedir o movimento, aparece após catorze dias, mas pouco a pouco desaparece, com desaparecimento simultâneo de uma fissura retal previamente existente (décima segunda semana), 12.

  • Tensão em ambos os joelhos e calcanhares, especialmente ao levantar-se após ter estado muito tempo sentado, à noite (sexto dia); ela comparou-a à sensação como se os pés tivessem ficado rígidos por excesso de esforço ao caminhar (sétimo dia); diminuída, mas não cessando completamente, nos dias em que não tomava medicamento; só incómoda ao caminhar, não ao sentar-se (vigésimo segundo dia); diminuía apenas muito lentamente, muitas vezes desaparecia e depois reaparecia de repente, e só desapareceu completamente ao fim de três meses, 51.

  • Tensão dolorosa no espaço poplíteo direito, à tarde (décimo quinto dia), 72.

  • Dor tensa e sensação como de contusão, estendendo-se de dentro para fora ao fletir o joelho direito; à pressão, a dor envolvia a margem externa da patela, à noite, deitado na cama (quadragésimo primeiro dia), 13.

  • Tensão no joelho esquerdo, 12.

  • Dor por pressão dirigida para dentro no lado interno do joelho, sentado (após duas horas e um quarto), 10. [2630.]

  • Leve pressão no lado interno do joelho direito (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Dor compressiva e beliscante junto e abaixo da patela ao dobrar ou estender a perna direita (após sete horas e meia), 5.

  • Sensação como se uma faca fina perfurasse sob o joelho; pontada grosseira, 3.

  • Dor lacerante nos joelhos, 12.

  • Dor lacerante no espaço poplíteo direito ao dobrar o corpo para o lado direito, 80.

  • Dor lacerante na articulação do joelho esquerdo, estendendo-se até ao meio da barriga da perna, começando enquanto sentado e durando apenas pouco tempo (após dez horas, segundo dia), 22.

  • Dor lacerante no joelho esquerdo (terceiro dia), 84.

  • Ardor prolongado na cavidade do joelho esquerdo, como se uma erupção fosse rebentar (após vinte e cinco horas), 6.

  • Picadas nas patelas e nos calcanhares; nestes últimos voltavam frequentemente, e eram especialmente incómodas ao caminhar (durante um quarto de hora), 62.

  • Pontadas em ambos os joelhos, de modo que não podem ser dobrados, 12. [2640.]

  • Pontadas em ambos os joelhos ao caminhar, 80.

  • Pontada surda na cavidade do joelho (quinto dia), 84.

  • Algumas pontadas nos joelhos, apenas ao começar a andar, e especialmente ao levantar-se de um assento, 1.

  • Dor pungente no joelho direito, vinda do espaço poplíteo (primeiro dia), 83.

  • Pontada ora no joelho esquerdo, ora na cabeça, e ora nas articulações do cotovelo e dos dedos, à noite (sexto dia), 68.

  • Pontada no joelho esquerdo (quinto dia), 63.

  • Pontadas dolorosas no lado interno da articulação do joelho esquerdo, estando de pé (quinto dia), 24.

  • Dor pungente na patela esquerda ao subir escadas (décimo sexto dia), 26.

  • Pontada muito intensa sob o joelho direito, 82.

  • Pontada no joelho esquerdo, cedo, na cama (quinto dia), 84. [2650.]

  • Pontada muito intensa na face externa do joelho esquerdo, 82.

  • Pontada persistente, ardente e mordicante, na porção anterior do joelho esquerdo (após vinte e cinco horas), 6.

  • Pontadas curtas, abruptas, ardentes e mordicantes junto ao tendão interno do jarrete, 6.

  • Dor latejante surda no lado externo do joelho, sentado, agravada ao caminhar (após seis horas), 10.

  • Perna.

  • Desenvolvem-se numerosas varizes, grandes e pequenas, por toda a perna direita (segundo mês), 12.

  • Ambas as tíbias vermelhas e inchadas, com ardor, 12.

  • (A tíbia está espessada, como se inchada), 1.

  • Fraqueza da perna esquerda sentado, transformando-se em sensação cortante nos músculos das barrigas das pernas ao caminhar, a qual, posteriormente, ao sentar-se, volta paroxisticamente (após três horas), 3.

  • Debilidade das pernas (sexagésimo sétimo dia), 73.

  • Sensação de peso na perna direita, com ardor em toda a face interna da perna (trigésimo quinto dia), 73. [2660.]

  • Peso e ardor novamente na perna direita, à noite (trigésimo sétimo dia), 73.

  • Peso e cansaço das pernas, com embotamento da cabeça (sexagésimo sexto dia), 73.

  • As dores ósseas do inchaço na tíbia, num antigo caso de intoxicação mercurial, começam a diminuir depois do terceiro dia, e tornam-se gradualmente menores até que, ao fim de seis semanas, desaparecem completamente, juntamente com a absorção do inchaço, 12.

  • Na tíbia, um ponto onde anteriormente havia uma úlcera começa de novo a doer, 12.

  • Dor nas tíbias, como se os ossos estivessem partidos, pior ao subir escadas, 12.

  • Dor na tíbia esquerda, com vermelhidão e inchaço de um ponto, de onde a dor se estende ao tornozelo, e não permite o menor toque, 12.

  • Cãibra nas barrigas das pernas e nas plantas dos pés, 12.

  • Cãibras na barriga da perna ao estender o pé (trigésimo sétimo dia), 15.

  • Cãibra no meio da barriga da perna direita, como se um cordão estivesse atado em volta dela, estendendo-se ao tendão de Aquiles (trigésimo sétimo dia), 15.

  • Contratura convulsiva na barriga da perna esquerda e através da planta do pé, de manhã, ao espreguiçar-se na cama, 12. [2670.]

  • A perna direita dolorosa duas vezes durante o dia (trigésimo dia); sentida novamente logo após levantar-se de manhã; um ponto junto à tíbia, perto de uma dilatação varicosa, ardia como se estivesse em carne viva, era muito sensível ao toque, e a pele por cima estava levemente avermelhada; novamente dolorosa na sua face superior, como em carne viva, à noite (trigésimo primeiro dia), 73.

  • A dor na perna reapareceu ao levantar-se de manhã; o ponto continua sensível (trigésimo segundo dia), 73.

  • Dor como de contusão nas pernas, 7.

  • Pressão de dentro para fora na tíbia, 1.

  • Dor paroxística puxante para baixo na perna direita, 1.

  • Dores puxantes na tíbia esquerda, às 9 P.M. (oitavo dia), 44.

  • Tensão em toda a perna direita, ao caminhar, ao meio-dia (trigésimo nono dia), 72.

  • Repuxamento na barriga da perna direita durante todo o dia (décimo quarto dia), 65.

  • Repuxamento na perna direita, especialmente na face externa em direção ao tornozelo, e na mão direita, particularmente no polegar, ao meio-dia (sexagésimo primeiro dia), 72.

  • Tensão na face flexora da perna direita (décimo quinto dia), 73. [2680.]

  • Peso e tensão na perna direita (vigésimo sexto dia); tensão muito intensa na perna direita, na qual a pele estava dolorosa, como em carne viva e ulcerada, de manhã, menos depois do jantar (vigésimo oitavo dia), 73.

  • Dor como de contusão na tíbia direita (terceiro dia), 87.

  • Dor lacerante para baixo na perna esquerda (primeiro dia), 83.

  • Dor lacerante na tíbia direita, do joelho para baixo, e do tarso para cima até ao joelho (posteriormente reiterada), (primeiro dia), 83.

  • Dor lacerante muito dolorosa na tíbia direita para baixo (o dia todo), (primeiro dia), 83.

  • Dor lacerante na perna direita (quarto dia), 84.

  • Dor lacerante na perna esquerda (quinto dia), 84.

  • Dor lacerante na perna direita (quinto dia), 84.

  • Dor lacerante em ambas as pernas, e na coxa direita (sexto dia), 84.

  • A forte dor ardente na face interna da perna direita voltou a incomodar à tarde (trigésimo terceiro dia); o ponto sobre a tíbia continua sensível (trigésimo quarto dia); o ardor na perna direita aproxima-se mais do tornozelo (trigésimo sétimo dia); ardor na perna direita (quadragésimo sexto dia); ligeiro ardor na face interna da perna direita (quinquagésimo oitavo dia); ardor na perna direita, de manhã (sexagésimo quarto dia); em direção ao meio-dia (septuagésimo primeiro dia), 73. [2690.]

  • Dor pungente e ardente na tuberosidade externa da tíbia esquerda (surgindo ao sentar-se, e aumentada pela pressão), (décimo sexto dia), 27.

  • Beliscadura intermitente nas barrigas das pernas (após quatro dias), 11.

  • Beliscadura periódica no meio da barriga da perna esquerda, como se um botão convexo fosse pressionado nessa parte (vigésimo segundo dia), 32.

  • Pontada nos ossos da perna, do tarso até ao joelho, 80.

  • Tornozelo.

  • O tornozelo direito parecia torcido, embora não o tivesse torcido; cada passo causava dor na articulação (após seis meses), 13.

  • O maléolo externo do pé direito estava doloroso ao caminhar, como após um passo em falso, 58.

  • Dor puxante aguda no maléolo interno esquerdo, estendendo-se gradualmente à barriga da perna (após vinte e uma horas), 8.

  • Dor lacerante no tendão de Aquiles direito, 82.

  • Dores lacerantes agudas na face interna do tornozelo direito, à tarde (quadragésimo sexto dia), 44.

  • Dor lacerante pungente na articulação társica direita, de manhã, ao caminhar (décimo quarto dia), 26. [2700.]

  • Repuxamento passageiro no tornozelo esquerdo, depois no polegar direito, e finalmente no lado radial do braço superior direito, onde a dor desapareceu ao fim de meia hora (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Dores puxantes diretamente abaixo do maléolo interno direito, às 5 P.M. (nono dia), 32.

  • Tensão no tornozelo direito ao caminhar (septuagésimo primeiro dia), 72.

  • Compressão dolorosa na região de ambos os maléolos do pé esquerdo (vigésimo quarto dia), 20.

  • Dor entorpecente frequente no maléolo interno direito (após uma hora e meia), 8.

  • Dor lacerante na face externa do tornozelo direito, logo; depois no cotovelo esquerdo; depois repuxamento na face interna da parte superior da coxa; e finalmente dor lacerante na segunda articulação do polegar direito (terceiro dia), 63.

  • Pontadas isoladas na articulação társica esquerda (décimo quinto dia), 28.

  • Pontadas no tendão de Aquiles direito, 82.

  • Pontadas finas no maléolo externo direito (após quatro dias), 11.

  • Pontada ardente persistente junto ao maléolo externo direito, durante o repouso (após vinte e oito horas), 5. [2710.]

  • Pontada aguda no tendão de Aquiles acima do calcanhar (após duas horas), 1.

  • Pontadas finas no maléolo interno do pé direito (primeiro dia), 86.

  • Dor formigante que sobe e desce no maléolo direito e na tíbia, com sensação de frio em ambas as coxas, e ardor picante na coluna, principalmente na região da nuca e na extremidade inferior da coluna, juntamente com formigueiro nas pontas de todos os dedos, estendendo-se até ao meio da segunda falange, como ao escavar na areia, persistente (segundo mês), 12.

  • Pé.

  • Inchaço dos pés, desde os dedos até aos tornozelos (após treze meses), 13.

  • Pés edemaciados e inchados, à noite, durante dez dias (após quarenta e nove dias), 13.

  • O pé esquerdo coberto de varizes parece azul-escuro, congestionado, estendendo-se do pé até à virilha, com ardor muito intenso em toda a parte e sensação de rigidez, de modo que subir degraus, e especialmente a flexão necessária do membro, era difícil, com roedura no abdómen e sensação de frio à noite (décimo primeiro mês), 12.

  • Todo o pé direito tornou-se aumentado de volume, vermelho, com ardor picante, com grande sensação de peso e enjoo, com repuxões frequentes, de modo que saltava muito para cima, desde que a dor prévia nas costas desapareceu (sexto mês), 12.

  • Todas as varizes do pé esquerdo tornam-se mais inchadas, com ardor muito intenso, e os nós azulados das veias mostram aqui e ali pequenos vasos vermelhos, com sensação de frio e sensação de roedura no abdómen, 12.

  • O dorso dos pés e dos dedos está inchado, inflamatório e vermelho; doloroso, como entorpecido, com tensão ao pisar e ao mover-se, 1.

  • Mancha arredondada, dolorosa e endurecida no meio da bola do pé, durando muito tempo, 12. [2720.]

  • A mancha vermelha no dorso do pé impedia muito o caminhar (décimo quinto dia), 27.

  • Todo o calcanhar está vermelho, inflamado e inchado, com dores lacerantes, pungentes e ardentes, que se estendem até ao maléolo numa faixa vermelha, 12.

  • Tremor dos pés ao descer escadas (trigésimo nono dia), 16.

  • Fraqueza nos pés (primeiro dia), 28 ; (oitavo dia), 70.

  • Fraqueza nos pés ao caminhar (quarto dia), 70.

  • Fraqueza dos pés, com dores doloridas nos tornozelos, calcanhares e plantas, de modo que andar era difícil, com algum inchaço das veias ao redor do tornozelo, inchaço das veias no peito do pé esquerdo, muito sensíveis durante muito tempo, 12.

  • Fraqueza dolorosa frequente no pé direito, estendendo-se do peito do pé por todo o membro inferior, de modo que ela era obrigada a arrastar o membro, após uma longa caminhada, 12.

  • Não consegue levantar os pés, porque estão tão fracos e pesados, mas apenas os move ao longo do chão, com grande fraqueza na região lombar, 12.

  • Fraqueza extraordinária do pé esquerdo ao sair (dentro de duas horas), 71.

  • Sensação de fraqueza do pé esquerdo sentado (terceiro dia), 68. [2730.]

  • Sensação de fraqueza na planta do pé direito, como após uma longa viagem, e como se contundido, sentado e caminhando (após seis horas), 8.

  • Cansaço nos pés, como se os maléolos fossem separar-se, 12.

  • Cansaço e claudicação nos pés (terceiro dia), 56.

  • Sensação de cansaço na planta do pé esquerdo sentado (logo, segundo dia), 68.

  • Peso e frialdade dos pés (décimo terceiro dia), 76.

  • Sensação de peso no pé direito (quinquagésimo sétimo dia), 73.

  • Peso e tensão nos pés, de modo que andar era doloroso, à noite (décimo segundo dia), 72.

  • Desassossego constritivo, com rigidez, no pé direito, com ansiedade, como se um novo paroxismo de espasmo estivesse iminente à noite, na cama (sexto mês), 12.

  • Entorpecimento do pé esquerdo e sensação de fraqueza nele, ao andar de um lado para o outro no quarto, logo, 68.

  • Entorpecimento do pé esquerdo, desaparecendo ao caminhar ao ar livre (quinto dia), 71. [2740.]

  • Sensação de claudicação no pé esquerdo, à tarde, sentado (nono dia), 71.

  • Dores lacerantes nos ossos metatársicos do pé direito, 79.

  • Dor lacerante passageira e errante, uma vez no pé, de repente, de modo que ela não conseguia apoiar-se, estendendo-se depois à coxa, e finalmente às costas, mas desaparecendo logo, 12.

  • Dor lacerante no pé direito (oitavo dia), 84.

  • Dor lacerante na borda externa da planta direita (segundo dia), 83.

  • Repuxão involuntário do pé para cima (com dor muito intensa), 1.

  • Repuxão formigante no pé, como após longa caminhada (após quatro dias), 11.

  • Dor pungente nos ossos metatársicos do pé direito (quinquagésimo sétimo dia), 13.

  • Pontadas finas, extraordinariamente agudas, como picadas de insetos, em rápida sucessão, na planta arqueada do pé direito, 6.

  • Ardor dos pés, com suor profuso, 12. [2750.]

  • Latejamento nos pés, com ardor no cóccix, 12.

  • Pressão beliscante no dorso do pé esquerdo (oitavo dia), 33.

  • Leve ardor no dorso do pé direito (sexagésimo nono dia), 73.

  • Espécie de sensação cortante nas articulações do dorso do pé esquerdo ao caminhar, seguida por sensação de calor, 3.

  • Pontadas e ardor no dorso de ambos os pés, como se fossem inflamar-se e supurar sem inflamação visível, 12.

  • Dor dos tendões da bola do pé direito até ao hálux, sentida especialmente ao friccioná-lo, menos ao caminhar, 12.

  • Entorpecimento da planta do pé esquerdo sentado (dentro de duas horas), 71.

  • Dor ulcerosa nas plantas dos pés, ao pisar (quadragésimo quarto dia), 42.

  • Dor nas plantas dos pés, mesmo sem caminhar, 12.

  • Na planta esquerda, perto da raiz do dedo médio, um ponto doloroso à pressão ou ao caminhar, exceto quando uso uma bota de sola grossa, que impede a pressão; sem aspeto visível (quinto e sexto dias); pé sem queixas (sétimo dia), 90. [2760.]

  • Cãibra na planta do pé esquerdo, durante muito tempo, estando deitado na cama (septuagésimo sétimo dia), 13.

  • Cãibra na planta do pé esquerdo, ao andar de carruagem (octogésimo dia), 13.

  • Pontadas muito intensas e muito passageiras na planta do pé esquerdo, estendendo-se até perto do hálux (após duas horas e um quarto), 8.

  • Pontada de dentro para fora, no meio da planta do pé esquerdo, 80.

  • Pontada de dentro para fora, na planta do pé direito, 79.

  • Várias pontadas fugazes no calcanhar e na bola do pé direito, sensação que ele nunca antes havia sentido, à noite (primeiro dia), 20.

  • Dor no calcanhar, como se estivesse adormecido, de manhã ao levantar-se da cama, 1.

  • Repuxamento no calcanhar direito às 10 A.M., e meia hora depois no dedo indicador direito (desaparecendo instantaneamente com o movimento), (quinto dia), 65.

  • Dor lacerante em ambos os calcanhares, ao mesmo tempo que o membro inferior direito parece morto, com claudicação e tontura na cabeça (sétimo mês), 12.

  • Pontadas nos calcanhares, 79. [2770.]

  • Pontada constante em ambos os calcanhares, 12.

  • Pontadas fugazes no calcanhar e no hálux do pé esquerdo (décimo terceiro dia), 20.

  • Dedos dos pés.

  • (As unhas encravadas dos pés estão agora em perfeito estado), (após doze meses), 13.

  • As unhas dos pés tornam-se ásperas e secas, de modo que se esfarelam, 12.

  • Todos os dedos dos pés estão inflamados, vermelhos brilhantes e inchados; coçam, e após esfregar ardem, 1.

  • Um calo no meio do segundo dedo esquerdo do pé inflama-se, com inchaço e vermelhidão de todo o dedo; no topo do calo aparece uma abertura do tamanho de uma cabeça de alfinete, na qual há supuração constante; a dor também continua ao deitar-se, e desperta do sono à noite; não tolera toque, 12.

  • Um calo torna-se muito grande, quase transparente, e extraordinariamente doloroso, 12.

  • Dor sob a unha do hálux direito, como se fosse arrancada, estando deitado na cama (após seis meses), 13.

  • Dor como se a unha tivesse sido arrancada do hálux direito, estando deitado na cama, à noite (décimo sétimo dia), 13.

  • Um calo torna-se muitíssimo doloroso, até à barriga da perna, 12. [2780.]

  • Dor extremamente violenta no dedo médio do pé direito, 79.

  • Sensação no dedo mínimo como se a pele estivesse lacerada em pontos, 39.

  • Repuxamento em todos os dedos dos pés, estendendo-se para cima até à perna, 1.

  • Repuxamentos reiterados no hálux esquerdo (trigésimo sexto dia), 44.

  • Dor puxante no hálux, várias vezes, ao despertar, 59.

  • Repuxamento no hálux, 1.

  • Repuxamento semelhante a cãibra nas partes tendinosas da última falange do hálux direito, com sensação de calor, menos notado ao caminhar do que ao sentar-se (após três horas), 3.

  • Repuxamento doloroso no hálux direito (primeiro dia), 84.

  • Dor lacerante no tarso direito e no hálux, 80. [2790.]

  • Dor lacerante constante no osso metatársico do dedo médio do pé direito, 80.

  • Dor lacerante no dedo mínimo esquerdo, 82.

  • Ardor nos calos (após cinco dias), 11.

  • Formigueiro nos dedos dos pés (dentro de duas horas), 71.

  • Formigueiro nos dedos do pé esquerdo, que eram dolorosos ao apoiar o pé no chão (nono dia), 71.

  • Beliscadura intermitente junto ao osso metatársico do dedo mínimo do pé (após três dias), 11.

  • Pontadas muito intensas nos dedos dos pés ao dobrar o corpo para o lado esquerdo, ao meio-dia e à noite (sétimo dia), 80.

  • Pontadas dolorosas no hálux do pé esquerdo (décimo terceiro dia), 21.

  • Pontadas no hálux direito, de noite, na cama (quadragésimo segundo dia), 13.

  • Pontadas lacerantes em ambos os lados das unhas de ambos os háluces, 1. [2800.]

  • Pontadas incandescentes no hálux esquerdo, na cama, após a meia-noite (quadragésimo terceiro dia), 13.

  • Dor pungente extremamente violenta no osso metatársico do dedo médio de ambos os pés, 79.

  • Pontadas finas superficiais nas pontas do quarto e do dedo mínimo do pé (segundo dia), 83.

  • Pontadas no quarto dedo do pé esquerdo, na planta esquerda, e na coxa direita (primeiro dia), 84.

  • Pontada no hálux, no quarto e no dedo mínimo do pé esquerdo, 79.

  • Pontadas no calo do dedo mínimo esquerdo do pé (quadragésimo terceiro dia), 13.

  • Pontadas lacerantes num calo, 1.

GENERALIDADES

  • As roupas ficaram folgadas (octogésimo quarto dia), 42.

  • Forte odor sulfuroso nas axilas ao despir-se, à noite, que recorre gradualmente e por vezes se estende por toda a coluna vertebral (numa mulher que, vários anos antes, havia tomado vários banhos de enxofre), 12.

  • O odor do experimentador aumentou extraordinariamente, quase intoleravelmente, tornando-se perceptível para os que estavam ao redor (após doze horas), 68. [2810.]

  • Odor peculiar, de estragado, cadavérico, proveniente de todo o corpo, sem suor, 12.

  • O efeito da revacinação se altera; três pessoas que haviam tomado uma dose de Thuja, de quatro a oito semanas antes, exibiram sintomas peculiares com a revacinação; a princípio a vacina se desenvolveu da maneira aguda habitual, mas após quatro dias começou a tornar-se indistinta e desapareceu rapidamente de um modo nunca antes observado em condições semelhantes sem a ação do medicamento; mas a cura, que antes progredia, foi seriamente interrompida por esse envenenamento continuado, de modo que depois a cura se tornou mais difícil e mais protraída, e especialmente a debilidade mental aproximou-se rapidamente da idiotia, 12.

  • Clorose, com tumefação edematosa, primeiro da face, depois em ambos os membros inferiores, ao redor do abdome, com menstruação na época certa, profusa e aquosa (sexta semana), 12.

  • Inchaço das veias, especialmente do braço (quadragésimo dia), 52.

  • Violenta dor indescritível no lado esquerdo da fronte desperta-o à noite de um sono agitado; ele passa a ser acometido por uma inábil estranheza inexplicável em todos os seus movimentos habituais (trigésimo dia); nos dois dias seguintes essa inabilidade aumenta cada vez mais, até que, na noite do terceiro dia, ele tem a sensação de paralisia completa do braço direito; o braço parece e se move como se não lhe pertencesse, do que ele tinha consciência, sem poder modificá-lo, com grande lassidão geral, embotamento da cabeça, voz desagradável e extremo mau humor; isso continuou, com maior ou menor intensidade, até as 11 horas da noite do quinto dia, quando foi subitamente acometido pelas mais violentas convulsões, começando por flexão extremamente dolorosa dos dedos do pé direito, estendendo-se daí para cima, ao longo do lado direito, que se tornou totalmente rígido, estendido e duro, provocando gritos altos, suspensão da respiração e, por fim, subindo à cabeça, que se sacudia incessantemente para trás e para diante, e ele perdeu a consciência; ao voltar a si, cinco horas depois, encontrou-se caído da cama, deitado no chão, banhado em suor, com paralisia completa da perna direita, do pé ao joelho; ela também parecia fria e morta, e pesada como um quintal, e ele era incapaz de ficar em pé ou de se mover; após um sono de duas horas conseguiu levantar-se e arrastar atrás de si o membro paralisado, após o que melhorou gradualmente, mas continuou constantemente acometido por contrações espasmódicas dos músculos para cima e para baixo, dos dedos do pé até a panturrilha, por vezes subindo ao tórax do mesmo lado e movendo-se para trás e para diante; sentia-se também muito mal, com produção excessiva de gases no estômago e nos intestinos, com eructações excessivas em corrente quase ininterrupta pela boca, juntamente com emissão de flatos. No dia seguinte continuaram as contrações espasmódicas em todo o lado direito; ele era incapaz de escrever, porque não conseguia recordar as letras nem mesmo de nomes próprios; mas era capaz de ditar, embora parecesse apreender todas as ideias pelo lado errado. Entre 10 e 11 horas da noite houve um ataque de espasmos, com retração incipiente dos dedos do pé, e puxões para cima e para baixo nos músculos do lado direito, com mal-estar e agitação de um lado para o outro, e adormecer difícil e tardio; isso, entretanto, não chegou a constituir um espasmo completo. Na noite seguinte, à mesma hora, houve retorno de ataque semelhante, desta vez com pulso arterial acelerado, terminando com suor generalizado de odor rançoso, que trouxe alívio; desde então, melhora gradual, com liberdade dos ataques, que, entretanto, recorreram à mesma hora durante três noites, mas cada vez menos intensamente. Posteriormente permaneceu fadiga muito rápida do lado direito ao caminhar, sensação contrativa e rígida nos dedos do pé direito e sensação de morto de todo o dedo indicador direito, e também da primeira falange do dedo médio; estas, contudo, também vão e vêm. Exatamente um ano após o primeiro ataque apareceu à noite um espasmo geral, novamente seguido de paralisia, com dor de cabeça violentíssima e vertigem, pulso arterial rápido e impetuoso, ansiedade, entorpecimento espasmódico e desajeitamento da mão esquerda e da coxa direita, posteriormente até a panturrilha, contrações sob o olho direito, impedindo adormecer ou deitar-se de lado; não houve recorrência do ataque. Desde então, a vertigem anterior e a sensação paralítica, semelhante a cãibra, do lado direito tornaram-se gradualmente cada vez mais fracas, 12.

  • Ela parece desajeitada; tudo lhe cai das mãos, durante vários dias (quadragésimo quarto dia), 14.

  • Tremor por todo o corpo, não perceptível externamente, 12.

  • Sacudidas dolorosas gerais dos músculos, 12.

  • Violentas contrações em partes musculares isoladas, mais fortes no meio da porção superior da coxa direita e do braço esquerdo; nas pontas dos dedos das mãos e dos pés as contrações eram mais finas e mais passageiras; essas contrações musculares repetiam-se frequentemente em diferentes partes e eram um dos sintomas mais incômodos; por exemplo, ainda surgiam no décimo sétimo dia e duravam quase dez minutos no queixo, 62.

  • Depois de passar a noite inteira, após o trigésimo dia, em convulsões e inconsciente, e despertar com os membros paralisados, ele não conseguia escrever nem mesmo o próprio nome, porque não conseguia recordar as letras corretas, embora pudesse ditar corretamente; ao mesmo tempo, seus movimentos já não obedeciam à sua vontade, mas exatamente o contrário, 12. [2820.]

  • Espasmo epileptiforme à noite, após deitar-se, com perda da consciência por dez minutos, seguido de dor no estômago e bocejos (sexta semana), 12.

  • Paroxismo começando com dores intoleráveis na cabeça e nos dentes, choro espasmódico, pés e mãos gelados como gelo, peso plúmbeo em ambos os braços e gemidos; a respiração tornou-se muito curta e frequentemente cessava por completo; de repente ela ficou imóvel e sem respirar, mas com os dedos cerrados, com pulso arterial calmo e regular; após cerca de dez minutos respirou profundamente, olhou de modo errante para os presentes e pareceu tornar-se pouco a pouco consciente do que era dito e feito; depois sentiu-se muito fraca e com sensação constante como se uma corrente de ar soprasse sobre um pequeno ponto logo abaixo dos membros, que até então estavam frios. Após um quarto de hora o paroxismo repetiu-se, mas foi menos grave e mais curto, e terminou com algum suor. Durante todo o paroxismo persistia a sensação de que cairia para a frente, o que impelia a paciente, mesmo em pé, a agarrar-se fortemente; ao mesmo tempo parecia-lhe que sua mente estava ausente numa estrela cercada pela luz mais brilhante, que subitamente desaparecia e a deixava na escuridão em sua cama; esses paroxismos retornavam dia sim, dia não, 12.

  • Paroxismos; após bocejar por duas horas e coçar a cabeça, um grito espasmódico violento, enquanto sentada de olhos abertos, entremeado de palavreado delirante com palavras ininteligíveis, desvario, com sensibilidade à aproximação ou ao toque dos que a cercavam, a princípio com agitação, e depois permanecendo imóvel, de olhos fechados e com vermelhidão escura da face, terminando por fim em sono tranquilo, até despertar confusa e com memória fraca; durante o paroxismo eliminou quantidade incomum de urina, e a mão direita era espasmodicamente comprimida contra os genitais, 12.

  • (Coreia; uma coreia que durara anos, constantemente recorrente, mas sempre aparentemente curada por remédios homeopáticos (Belladonna, Stramonium, Agarica, Sulphur, Calcarea), e que desta vez retornou de forma agravada, começou a diminuir de modo muito decidido no terceiro dia após uma dose de Thuja, e então diminuiu gradualmente dia após dia, até que ao fim de três semanas não havia mais qualquer vestígio, enquanto ao mesmo tempo a saúde geral melhorava visivelmente. Esta cura já dura há mais de dois anos, e parece permanente e radical), 12.

  • Catalepsia; permaneceu por cerca de duas horas rígido e hirto, sem consciência nem movimento, seguido de sacudidas para trás e para diante, 12.

  • Raquitismo, com fraqueza dos membros inferiores como de paralisia, emagrecimento deles e frouxidão dos ligamentos das articulações, seguido de tumefação das articulações e curvatura dos ossos, vai sendo gradualmente curado, 12.

  • (A paralisia do lado esquerdo diminui gradualmente, especialmente após o sétimo mês, de modo que ela consegue caminhar sem bengala), 12.

  • Debilidade geral, com confusão na cabeça (décimo terceiro dia); debilidade (vigésimo primeiro dia); sentia-se incomumente debilitada, como por fadiga, sem poder dizer do que sofria (trigésimo oitavo dia), 42.

  • Sensação de estar debilitada por todo o corpo, como por fadiga, e sombria, foi obrigada a tomar um pouco de vinho, após o que todos os sintomas acima desapareceram (quinto dia), 25. [2830.]

  • Teve de deitar-se por causa de debilidade crescente e não conseguiu dormir por várias horas (décimo quinto dia); debilidade geral, como por fadiga (décimo sexto dia), 26.

  • Debilidade geral, com tal fraqueza nos pés que pensava que cairia (sexto dia), 68.

  • Ao levantar-se, sentia-se debilitado por todo o corpo, especialmente nos braços e nas coxas (nonagésimo sétimo dia), 43.

  • Debilidade geral e fraqueza nos pés (segundo dia), 70.

  • Debilidade geral, aumentando à noite e obrigando-o a ir para a cama às 7 horas, 57.

  • Debilidade, com sensação de como se os membros tivessem sido espancados, à tarde (décimo segundo dia); debilidade geral, à noite (vigésimo quinto dia); após duas horas, debilidade súbita, com lassidão dolorosa, com dor nas panturrilhas; depois, calafrio interno por todo o corpo, com pele seca e quente, que o obrigou a deitar-se; não conseguia, entretanto, aquecer-se na cama, e a debilidade aumentou a tal ponto que mal podia mover os membros; por volta das 10 horas da noite esse calafrio começou finalmente a desaparecer, passando a um calor seco e queimante, e perto da manhã irrompeu suor por todo o corpo; não tinha apetite, muita sede, não urinou durante todo o dia e, durante o acesso de calor, tinha pulso arterial cheio e rápido e dor de cabeça intolerável (trigésimo quinto dia); na manhã do dia seguinte urinou pequena quantidade de urina vermelho-escura; o suor continuou até o meio-dia, e o experimentador não pôde deixar a cama por causa de sua extrema fraqueza; à noite sobreveio de novo um calafrio, seguido de uma noite sem sono (trigésimo sexto dia); a debilidade continuou, não tinha apetite, a língua estava saburrosa e urinava copiosamente (trigésimo sétimo dia), 46.

  • Grande lassidão e fraqueza em ambos os braços, com frequentes dores lancinantes neles (primeiro dia), 86.

  • Sensação geral de mal-estar, com calafrios internos (quinto dia), 78.

  • Mal-estar geral, com sensação como se estivesse para vir um calafrio, à tarde (vigésimo primeiro dia); mal-estar geral, duas horas após o jantar (vigésimo segundo dia); sensação particular de mal-estar, com desconforto geral (quinquagésimo sétimo dia); sentado à sua mesa de escrever, sentiu a influência do medicamento espalhar-se por todo o seu organismo; mas foi obrigado a sair; o desenvolvimento dos efeitos da Thuja é sempre impedido pelo movimento corporal (quinquagésimo oitavo dia); às 8h30 da noite foi acometido na rua por mal-estar geral e debilidade tão universal, com fraqueza no estômago, que tomou um pequeno copo de licor; depois de algum tempo sentiu-se melhor, mas por volta das 10 horas sentiu uma indisposição de modo algum fácil de descrever (sexagésimo segundo dia), 73.

  • Grande cansaço geral (vigésimo quinto dia), 77. [2840.]

  • Cansaço geral durante o dia, como se não tivesse dormido nada a noite inteira (sétimo dia), 26.

  • Cansaço geral e mal-estar, com confusão embotada da cabeça, à noite (décimo dia), 73.

  • Sensação geral de cansaço, com calafrio por todo o corpo, em grau tão marcante que fui obrigado a deitar-me, embora fossem apenas 6 horas da tarde (trigésimo quinto dia), 48.

  • Cansaço geral, com leve dor de cabeça na fronte, após o jantar (vigésimo dia), 72.

  • Cansaço e mal-estar em todo o corpo; o mal-estar menor depois do jantar (septuagésimo dia); cansaço geral e sensação universal de desconforto (septuagésimo terceiro dia), 72.

  • Cansaço, com aparente perda de sensibilidade nos membros (nono dia), 37.

  • À noite, sensação geral de cansaço que me levou para a cama às 8 horas (décimo segundo dia), 49.

  • Cansaço e fraqueza geral, com peso nos pés e sensação geral de desconforto; sentia-se como se estivesse ameaçada por um grave acesso de doença (vigésimo dia), 75.

  • Grande cansaço e prostração do corpo, com aversão ao movimento, à tarde (após onze horas), 10.

  • Grande cansaço pela manhã, ao levantar-se, 1. [2850.]

  • Cansaço geral e desfalecimento (vigésimo dia), 73.

  • Sentiu-se cansado após uma caminhada pela manhã e bocejava frequentemente ao ler em voz alta (terceiro dia), 90.

  • Mais cansado que de costume no dispensário (oitavo dia), 90.

  • Fraqueza (trigésimo primeiro e sexagésimo sexto dias), 42.

  • Ela se sente fraca e cansada, de modo que adormece várias vezes durante o dia (primeiro dia), 12.

  • Fraqueza aumentando diariamente, de modo que parecia faltar-lhe a respiração, e inchaço dos pés, 12.

  • Fraqueza do corpo, com perfeita atividade mental, 1.

  • Ficar ereto e caminhar eram difíceis, e ela fraquejava constantemente, 12.

  • Ao despertar, muito fraco, e cada parte do corpo parecia como se tivesse sido contundida; o cansaço quase desapareceu no decorrer do dia (oitavo dia), 57.

  • Sentia-se muito fraco e indisposto, à noite (décimo segundo dia), 72. [2860.]

  • Fraco (quarto dia); desconforto, fraqueza, sonolência diurna e bocejos (sexagésimo sétimo dia), 14.

  • Fraco e debilitado o dia inteiro (vigésimo oitavo dia), 75.

  • Fraqueza geral (décimo terceiro e décimo nono dias); fraqueza, a ponto de cair, com a febre (décimo nono dia); fraco antes do jantar (vigésimo dia); muito fraco e frequentemente obrigado a sentar-se para descansar (vigésimo segundo e vigésimo terceiro dias); tão fraca e sem forças que não consegue sair da cama (vigésimo quinto dia); grande fraqueza e prostração (trigésimo dia), 75.

  • Fraqueza (vigésimo segundo dia); com sonolência diurna, às 11 horas da manhã e depois de comer, de modo que foi obrigado a deitar-se (quinquagésimo quinto dia); fraco e sonolento por volta das 5 horas da tarde, de modo que foi obrigado a ir para a cama, mas não conseguia repousar e se agitava sem cessar, não encontrava posição cômoda e sentia calor; apesar da inquietação, sentia-se demasiado fraco e indolente para levantar-se; isso durou uma hora e meia (sexagésimo dia), 13.

  • Grande fraqueza e sensação de peso depois de comer; um pouco de movimento é muito difícil; com isso sente-se mal e é obrigado a deitar-se, 4.

  • Ataques de fraqueza excessiva, com tremor dos membros inferiores e falta de ar, à noite, 12.

  • Sente-se mais fraca pela manhã, 12.

  • (Esgotamento após uma evacuação), (após cinco dias), 1.

  • Esgotamento geral, como se estivesse paralisado (logo em seguida), 12.

  • Desfalecimento súbito e profundo à tarde, após um sono não reparador de meia hora, enquanto a consciência permanecia clara, 12. [2870.]

  • Uma espécie de desfalecimento súbito, às 11 horas da manhã, sem perda da consciência, com frialdade gélida de todo o corpo, sobretudo nas costas, com batimento doloroso e rápido do pulso arterial, calor, entremeado de sensação como se fosse aspergido com água fria, especialmente desde a região lombar para baixo e ao redor do abdome, que está dolorido, 12.

  • Mal-estar durante duas horas, à noite, na cama, antes que pudesse adormecer, 1.

  • Mal-estar e sensibilidade ao ar frio externo, na parte da manhã (vigésimo quarto dia), 75.

  • Mal-estar geral por um par de horas, depois do jantar (décimo sexto dia); mal-estar geral, inquietação, depois do jantar (vigésimo terceiro dia), 72.

  • Sensação indefinida de mal-estar (sexagésimo oitavo dia), 73.

  • Mal-estar, como se algo estivesse sobre o coração, 12.

  • (Fica inquieto e mal-humorado ao caminhar veementemente), 1.

  • Ela não encontra repouso em parte alguma, 12.

  • Inquieto e mal-humorado (décimo sétimo dia), 26.

  • Agitação, com sonhos voluptuosos, por fim com dor semelhante a relâmpago atravessando as costas e terminando em fraqueza, 12. [2880.]

  • Inclinação ao esforço, à noite (décimo terceiro dia), 73.

  • Caminhar parece excessivamente fácil; parece como se o corpo tivesse asas; poderia correr várias milhas em tempo notavelmente curto e com leveza incomum, logo em seguida, 2.

  • Sensação ilusória, como se o corpo inteiro estivesse muito fino e delicado, e tivesse de evitar todo toque, como se a ligação entre as diferentes partes do corpo estivesse em grande perigo de ser rompida e tal separação devesse ser temida, 7.

  • Sensação geral de desconforto (vigésimo primeiro dia), 76.

  • Sensibilidade dolorosa ao toque em todo o corpo, 1.

  • Sensação de resfriar-se, 12.

  • No antebraço, várias vezes, um curso e borbulhar, como de gotas isoladas de sangue rolando uma após outra, 62.

  • Sensação de contusão em todo o corpo, especialmente no tórax; não conseguia virar-se pela manhã, ao acordar; após permanecer algum tempo bem desperto, essa sensação desapareceu, mas cedeu lugar a coriza obstruída e tosse espasmódica, com sensação de escoriação e de carne viva no tórax (vigésimo terceiro dia), 13.

  • O corpo todo se sente contundido, pela manhã (terceira semana), 14.

  • Extensão gradual, especialmente da dor, das cãibras e da paralisia, de fora para dentro, da periferia para o centro, 12. [2890.]

  • Sacudidas na parte superior do corpo, durante o dia, 1.

  • Pressão em diversas partes, associada a sensação de formigamento raspante e picante, parecendo estar até mesmo nos ossos, 1.

  • Enquanto escrevia, pressão puxante no polegar direito (durante cinco ou seis minutos); depois no indicador, mais tarde no dedo médio e finalmente no dedo mínimo; à tarde apareceu dor do mesmo tipo no braço esquerdo, depois mudou para a porção superior da coxa do mesmo lado, logo em seguida apareceu em ambas as apófises mastoides dos ossos temporais, depois nas eminências frontais, onde a dor assumiu caráter mais de escavação e contração, e finalmente reapareceu nos membros; esse vaguear das dores continuou durante o dia seguinte (sétimo e oitavo dias); por várias horas, na parte da manhã, a dor permaneceu na vizinhança do punho esquerdo, e durante toda a tarde na porção superior da coxa esquerda (nono dia); enquanto deitado, a pressão no sacro ficou fixa no mesmo ponto por uma hora inteira; diminuía e desaparecia com o movimento, mas depois aparecia, enquanto deitado na cama, na porção inferior da coxa esquerda, no mesmo ponto onde já aparecera uma vez antes (décimo dia), 56.

  • Dores puxantes, ora aqui, ora ali (nono dia), 57; (oitavo dia), 65.

  • Dores puxantes passageiras esvoaçavam frequentemente, ora aqui, ora ali, especialmente na porção superior da coxa (quinto dia), 66.

  • Puxões, ora aqui, ora ali, mas piores no lado esquerdo do corpo (quinquagésimo terceiro dia), 72.

  • Leves puxões aqui e ali sob a pele, nas expansões tendinosas (quinquagésimo segundo dia), 73.

  • Dor lancinante puxante curta, ora aqui, ora ali, mas sempre no lado esquerdo do corpo (sexagésimo sétimo dia), 73.

  • Dor lancinante puxante no braço direito, especialmente ao longo do trajeto do nervo ulnar, na coxa direita, no zigoma direito e no lado direito do tórax, após levantar-se; pouco depois esses sintomas desapareceram e apareceram, porém mais fracamente, no lado esquerdo do corpo (sexagésimo quinto dia), 73.

  • Sensações lancinantes, puxantes ou pungentes, acompanhadas de repetidos ataques de vertigem e de sensação de rigidez nos pés e nas costas, até a região da nuca (após cada dose), 30. [2900.]

  • Durante o dia, dores puxantes erráticas em diversas partes, especialmente nas mãos (décimo terceiro dia), 48.

  • Puxões erráticos, ora aqui, ora ali, e prurido incômodo no ânus, especialmente à noite, desenvolveram-se todos os dias, desgastando-se gradualmente, porém (décimo sexto dia), 48.

  • Dores puxantes transitórias, ora aqui, ora ali (primeiro dia), 49.

  • Dor lancinante (na região lombar, na nuca, sobre a têmpora, na articulação do joelho, nos tarsos e em algumas articulações dos dedos), principalmente no lado direito (primeiro dia), 87.

  • Puxões e pontadas profundas fugazes em diversas partes do corpo (décimo primeiro dia), 23. [Essas pontadas curtas e transitórias, causadas por Thuja, eram como choques elétricos.]

  • As dores características, lancinantes e puxantes (fracamente marcadas), às vezes nas eminências frontais e nas protuberâncias occipitais, às vezes no meio do braço e da coxa esquerdos (somente em repouso), (após uma hora e meia), 57.

  • Dor lancinante na concha, no globo ocular, no escrobículo cardíaco, na omoplata, nas articulações do ombro e do quadril, na coxa, desde os ísquios até o joelho, na perna, no braço e no antebraço, 85.

  • Frequentemente, tremulação passageira em todo o corpo (décimo sétimo dia), 42.

  • Tendo feito muito exercício, as dores diminuíram (vigésimo sexto dia); no dia seguinte, mais violentas; diminuíram pouco a pouco nos dias subsequentes e cessaram, mas retornaram de novo, 77.

  • Após três semanas ainda se percebiam sintomas isolados; as dores eram, na maior parte, puxantes, lancinantes ou rastejantes, raramente pressivas e menos ainda pungentes; em sua maioria limitavam-se a um pequeno ponto, raramente duravam muito, frequentemente mudavam de local e surgiam mais nitidamente em repouso do que durante o movimento, 56. [2910.]

  • Pontadas lancinantes constantes em todas as partes do corpo (octogésimo primeiro e octogésimo segundo dias), 43.

  • Pontadas e dores lancinantes, ora nesta, ora naquela parte; mal havia um ponto intacto, 86.

  • Pontadas erráticas em diferentes partes do corpo (oitavo dia), 73.

  • Pontadas em diferentes partes do corpo (cotovelo, tíbia, mamas, queixo, escrobículo, omoplata, articulações do ombro), 86.

  • Pontadas em e sobre quase todas as partes do corpo: no vértice, através do cérebro, no globo ocular, no esterno, sob os mamilos, nas costelas, através do tórax, da omoplata através do coração, nas virilhas, nos ossos maxilares, ombro, cotovelo e articulação do joelho, no tornozelo e no punho, no osso ilíaco, na coxa, na panturrilha, no braço e no antebraço, nos ossos metacarpianos e metatarsianos, no tendão de Aquiles, na articulação terminal do polegar e do hálux, na raiz das unhas do polegar e dos dedos indicadores, 85.

  • Pontadas (na orelha, sob a mandíbula, na região esplênica, na articulação do quadril, na região ilíaca, no meio da coxa e da perna, no tarso, na articulação do ombro, no braço e no antebraço, no carpo), principalmente no lado direito (primeiro dia), 87.

  • Pontadas e dores lancinantes, às vezes na mesma parte, às vezes em outras (orelha, cartilagem da orelha, asa do nariz, perto do esterno, na região epigástrica, entre as omoplatas), e às vezes em todos os membros, à noite, na cama (segundo ao sétimo dia), 87.

  • Sua influência sobre os músculos foi de duração muito curta, 50.

  • A peculiaridade das dores musculares era que em geral afetavam a porção média do músculo, em vez das porções tendinosas, 62.

  • Os sintomas surgiam quase exclusivamente em repouso, duravam apenas pouco tempo e eram ou piorados, ou faziam eclodir de novo, pelo uso de bebidas alcoólicas, exceto a cerveja habitual, 57. [2920.]

  • Os sintomas recorrem em tipo intermitente, em um a três dias, e duplicam de manhã, às 10-11, 4-5 e 10-11 horas da noite, e das 12 às 2 da madrugada, 12.

  • Muito afetado por qualquer ruído, 12.

  • O vinho agrava a vertigem, os espasmos, a inquietação no sangue e a febre; o tabaco igualmente, de modo que ele é obrigado a cessar ou reduzir o fumo, 12.

  • O movimento agrava a pressão e a sensação de peso no estômago, a paralisia e a vertigem, 12.

  • Todos os sintomas se agravam para a noite e durante a noite, 12.

  • As dores pioram depois das três horas, tanto à tarde como à noite; também impedem adormecer à noite, 1.

  • Sensações mórbidas agravadas durante o repouso; e, permanecendo quieto, desenvolvem-se sintomas que desaparecem com o movimento, ao fresco (décimo quarto dia), 73.

  • A maior parte dos sintomas surgia durante o repouso, muitos deles ao despertar, pela manhã, 62.

  • Melhor e pior em dias alternados, 76.

  • O movimento alivia a dor de cabeça, a sensibilidade e a rigidez do lado do corpo sobre o qual ele acabou de se deitar, e momentaneamente a cãibra cardíaca, 12. [2930.]

  • O calor alivia todo o estado, o frio agrava, 12.

  • Os sintomas desapareceram ao fresco (quadragésimo segundo dia), 67; (sexagésimo oitavo dia), 72; (quinquagésimo oitavo dia), 73.

PELE

  • Objetivo.

  • Crescimento mórbido dos pelos, que até então cobriam a maior parte da pele habitualmente desprovida de pelos; a maior parte dos pelos era longa, porém em parte crespa, em parte coberta de suor, que adere aos pelos como uma poeira arenosa, desaparecendo pouco a pouco, enquanto ao mesmo tempo a cor cinzento-suja, cadavérica, da pele se transforma numa cor fresca e saudável, 12.

  • Inchação edematosa da face e dos membros, com tumefação do abdome, aumentando durante longo tempo, depois alternando, ora mais, ora menos, e por fim desaparecendo com melhora da saúde, 12.

  • Edema generalizado da pele, sobretudo do abdome e ao redor das articulações, 12.

  • Coloração azulada da pele na região clavicular, 1.

  • O aspecto clorótico da pele melhora dia após dia (primeiras quatro semanas), 12.

  • A pele descolorida, suja, castanho-azulada, das pernas, remanescente de uma ferida anteriormente causada por uma fricção irritante, torna-se agora mais limpa e mais clara (sétimo mês), 12.

  • (A coloração queimada da pele na face dorsal de ambas as mãos, como que queimada pelo sol, que havia persistido inalterada por muitos anos, desapareceu pouco a pouco durante os primeiros nove meses), 12.

  • A pele descama-se em grandes lâminas dos lábios rachados, 12. [2940.]

  • Descamação da pele da face, como no sarampo, 12.

  • Erupções, Secas.

  • Aparecem manchas arredondadas, negro-acastanhadas, elevadas, em diversas partes, principalmente na face, na região da nuca e no tórax, 12.

  • Na eminência tenar da mão direita, uma mancha castanho-azulada, estendendo-se até o dedo indicador, 12.

  • Manchas castanho-claras, amarelentas, na face, 12.

  • Na testa, sobre a raiz do nariz, uma estria vermelha, que não coçava nem apresentava qualquer aspecto de rugosidade, pela manhã, visível até o meio-dia (segundo dia); novamente visível (terceiro dia), 73.

  • Uma mancha vermelha mosqueada, sem dor, no antebraço esquerdo, 1.

  • Uma mancha vermelha mosqueada, sem dor, no dorso do pé direito, 1.

  • *No quinto dia, após o início da patogenesia, várias excrescências em forma de verruga, do tamanho de sementes de papoula, apareceram em ambas as mãos, aumentando gradualmente durante a patogenesia, até perfazer o número de dezesseis . Ao término da patogenesia variavam de tamanho, conforme os diferentes períodos em que haviam surgido. Sua forma era a de um cone truncado; sua superfície era lisa, e pareciam estar assentadas apenas na epiderme. [Ela anteriormente sofrera de verrugas, e, quando começou a patogenesia, tinha uma no dorso da mão esquerda, existente havia vários anos.] Quinze dias após a conclusão da patogenesia, as verrugas deixaram de crescer. As maiores verrugas tinham o tamanho de uma pequena ervilha, e sua superfície, antes lisa, tornara-se áspera e fendilhada. As demais eram lisas e de vários tamanhos, conforme suas respectivas idades. Permaneceram nesse estado por cerca de seis semanas, quando as maiores se deprimiram no centro, assemelhando-se a uma pequena fosseta, cercada por uma borda elevada. Essa borda desapareceu pouco a pouco, juntamente com a verruga. As verrugas menores desapareceram sem passar por esse processo; ainda restavam oito verrugas (após três meses); todas as verrugas haviam desaparecido, exceto uma pequena na terceira articulação do dedo mínimo esquerdo (após cinco meses), 40.

  • Verrugas da forma descrita acima nas mãos, das quais o menino mais velho tinha seis, o mais novo cinco, a menina nove. Em 14 de setembro, depois de se terem manifestado os efeitos das patogenesias, novas verrugas continuaram a aparecer no menino mais velho, e em 11 de dezembro ele ainda tinha vinte e duas verrugas de tamanhos diferentes; enquanto nesse mesmo dia as verrugas do menino mais novo haviam todas desaparecido, 41.

  • Verrugas ainda mais dolorosas (vigésimo quarto dia); excrescências em forma de verruga do tamanho de semente de papoula no dorso de cada mão e nos dedos, seis na esquerda, quatro na direita. As verrugas córneas antigas doem ao toque, ou enquanto ela trabalha, mas as novas não doem (trigésimo primeiro dia). As verrugas parecem fendidas e exibem ragádias profundas e dolorosas, especialmente ao lavar.

As novas verrugas sem dor tornam-se maiores a cada dia (trigésimo oitavo dia). As verrugas córneas tornam-se cada dia mais dolorosas, e a pele ao redor delas levemente avermelhada . As verrugas novas são indolores, quase tão grandes quanto as antigas, de forma cônica truncada, têm superfície lisa e parecem assentadas somente na epiderme. Além dessas verrugas, percebem-se traços de novas verrugas nos dorsos das mãos e nos dedos (quadragésimo quarto dia). As verrugas antigas, muito dolorosas, ainda estão cercadas por uma aréola vermelha, e os traços rudimentares acima mencionados desenvolveram-se em dez novas verrugas, do tamanho de sementes de papoula (quinquagésimo quarto dia). As verrugas antigas apresentam o mesmo aspecto de antes; as novas (primeira safra) assumem forma irregular e exibem superfície áspera . As verrugas mais recentes (segunda safra) são um pouco maiores, e percebem-se até mesmo traços de uma terceira safra (septuagésimo sexto dia). Há quatro grupos de verrugas; as mais antigas ainda estão rodeadas por aréolas vermelhas; as seguintes têm superfície áspera e forma irregular; as verrugas menores da segunda safra têm superfície lisa e forma de cones truncados; e, por fim, as verrugas da terceira safra, muito pequenas, desde o tamanho de uma semente de papoula até o de uma semente de milho-miúdo (octogésimo quarto dia). Com o aparecimento das menstruações, as verrugas antigas tornaram-se menos dolorosas, e as aréolas vermelhas mais pálidas (nonagésimo sétimo dia). As verrugas antigas haviam diminuído e se tornado menos dolorosas, e deixaram de rachar durante as lavagens. As três safras subsequentes continuaram inalteradas (centésimo oitavo dia). As verrugas córneas antigas haviam deixado de ser dolorosas, haviam diminuído muito de tamanho, mal se elevando acima da pele; várias das verrugas novas desapareceram sem deixar vestígio, e as restantes estavam muito reduzidas (centésimo vigésimo dia). As antigas verrugas córneas haviam desaparecido sem deixar o menor vestígio na epiderme. Das verrugas recentes nada restava exceto um traço muito pequeno de uma só (ducentésimo vigésimo segundo dia), 42. [2950.]

  • *Excrescências verrucosas apareciam frequentemente no dorso da mão direita, no queixo e em outros lugares, 57.

  • Uma verruga no lado direito do pescoço enche-se de sangue, torna-se sensível e, por fim, seca e cai (após dezoito meses), 13.

  • Um nódulo indolor, do tamanho de uma ervilha, perto da implantação dos cabelos no lado esquerdo da nuca, desaparecendo novamente no dia seguinte, exceto por uma pequena área áspera (vigésimo nono dia), 33.

  • Um tubérculo na face interna da coxa direita, a uma polegada e meia do períneo, que parecia uma verruga , e tinha aspecto vermelho-escuro, do tamanho de uma semente de cânhamo, com a ponta de aspecto branco-encardido , e a base rodeada por uma aréola vermelha viva de umas três ou quatro linhas de largura; era um pouco doloroso ao tocar ou mover, e no dia seguinte estava cheio de pus (trigésimo segundo dia). Alguns dias depois transformou-se numa crosta parda, que se desprendeu espontaneamente, 33.

  • Um tubérculo doloroso, do tamanho aproximado de uma lentilha, na vizinhança do ânus, sobre o rafe do períneo, que desapareceu em dois dias (décimo sexto dia), 48.

  • Um pequeno tubérculo indolor, sem coceira, perto do rafe do períneo, pela manhã (décimo terceiro dia), 73.

  • Dois tubérculos indolores, do tamanho aproximado de sementes de cânhamo, no sulco entre as nádegas, não longe do ânus (quadragésimo nono dia), 73.

  • Um tubérculo vermelho, entre o escroto e a coxa direita (sétimo dia), 49.*

  • Um nódulo gotoso no dedo anular esquerdo, que desapareceu novamente após vinte e quatro horas (quarto mês), 15.

  • Nódulos brancos do tamanho de avelãs na panturrilha, com prurido violento neles e por certa distância ao redor, após fricção uma pontada ardente, 1. [2960.]

  • À noite, apareceram na face interna do antebraço direito, perto do punho, três manchas vermelhas arredondadas, do tamanho de uma lentilha, que coçavam e me obrigavam a coçar; a coceira tornava-se ardente ao coçá-las (décimo quinto dia); na manhã seguinte haviam desaparecido sem deixar vestígio, 45.

  • Manchas hepáticas no pescoço, com pápulas vermelhas, pequenas tinhas e muitas verruguinhas, tudo com coceira muito intensa, obrigando-o a coçar-se violentamente, sobretudo à noite (após onze meses), 13.

  • Crostas de tinha secas, brancas, descamativas, por todo o corpo, 12.

  • A mão direita, desde as pontas dos dedos até o punho, fica coberta por uma erupção suja, seca, crostosa, mais espessa entre os dedos; ao mesmo tempo aparecem manchas de tinha seca na face, 12.

  • Uma erupção seca, escamosa, cinzenta e suja aparece abaixo dos maléolos e nos dorsos de ambos os pés, 12.

  • Tinha seca nos dorsos de ambas as mãos, com bases vermelhas, rachadas, com descamação branca, principalmente sobre as articulações dos dedos (décimo quinto mês), 12.

  • No dorso do pé direito, uma pequena placa, com uma aréola vermelha , que tornava difícil caminhar com botas (quinto dia); a placa está diminuindo, e nada resta dela, exceto uma mancha vermelho-escura, algo elevada, com aréola mais clara, ainda dificultando a marcha (sétimo dia); a eflorescência começou a ceder (nono dia); outra pequena placa aparece na mancha vermelha ainda existente no dorso do pé direito, dificultando muito a marcha (décimo quarto dia), 26.

  • Um antigo pernio no calcanhar direito reaparece, com aréola vermelha muito dolorosa, que não tolera toque (terceiro mês), 12.

  • No hálux esquerdo há duas manchas vermelho-escuras, algo elevadas, pruriginosas, próximas uma da outra, como pernios, que ele nunca tivera antes nesse local (quinto mês), 12.

  • Pápulas pruriginosas, que ardem ao toque e após coçar, em ambos os joelhos, 1. [2970.]

  • Erupção papulosa por toda a face (após dezessete horas), 8.

  • Uma pápula vermelha, dolorosamente sensível ao toque, na asa esquerda do nariz (quinquagésimo nono dia), 13.

  • Pequenas pápulas vermelhas na testa, 12.

  • Pápulas pruriginosas na margem do lábio superior, em direção ao meio (após seis horas), 8.

  • Pápulas pruriginosas no queixo (após cinco dias), 8.

  • Uma pápula vermelha inflamada, dolorida ao toque e dolorosa, no dorso da mão direita, e logo depois outra apareceu entre o polegar direito e o indicador, e posteriormente outra semelhante no dorso da mão esquerda (sexagésimo dia), 13.

  • No meio da palma de cada mão desenvolveu-se uma pápula dura e pruriginosa, que por fim eliminou uma concreção dura como pedra, maior na palma direita do que na esquerda (após nove meses), 13.

  • Uma faixa de pequenas pápulas vermelhas, muito próximas entre si, estendendo-se de trás para diante, em ambos os lados do pescoço, com sensibilidade dolorosa ao toque (após vinte e seis horas), 11.

  • Erupção papulosa na nádega direita, que coça e arde muito ao toque e após coçar, 1.

  • Pápulas vermelhas nas faces internas de ambas as tíbias, de modo que ele precisava coçar; a direita dolorosamente sensível ao toque (após doze meses), 13. [2980.]

  • Duas pápulas vermelhas, dolorosas ao toque, na face interna da tíbia direita (sexagésimo nono dia), 13.

  • Erupções, Úmidas.

  • Pequenas manchas vermelhas supurantes, das quais se descama uma pele branca, em muitas partes do corpo (sexto mês), 12.

  • Uma pápula vermelha cheia de soro, com alguma coceira atrás da asa esquerda do nariz (após seis horas), 8.

  • Erupção vermelha no nariz, com maior ou menor umidade, 12.

  • Erupção pruriginosa crostosa na bochecha, não longe da comissura da boca, 1.

  • Surgiu uma erupção sobre uma superfície inflamada no lado esquerdo do queixo (trigésimo sexto dia), 77.

  • Pápulas úmidas no escroto, 1.

  • Uma tinha úmida nas dobras dos joelhos, 12.

  • Na face interna do antebraço esquerdo uma mancha vermelha, arredondada, pruriginosa, com vesículas brancas elevadas sobre ela, que se romperam, derramaram uma linfa clara e deixaram para trás uma crosta amarelenta (após vinte e cinco dias), 28.

  • Uma erupção varioliforme por todo o corpo, com calafrio febril à noite, suor noturno, depois tosse constante, ardor nos olhos, vertigem e debilidade, e alívio de todos os sofrimentos, em um paciente sofrendo de caquexia gonorreica (quarta semana), 12. [2990.]

  • Pústulas variolosas, precedidas por um mal-estar grave inexplicável, com enjoo, ânsias, êmese e diarreia, calafrios febris constantes, seguidos de calor, provocando inquietação, sede acentuada e secura ardente da língua e da garganta; romperam primeiro na face e no couro cabeludo, depois na região da nuca e costas, braços, garganta, tórax, abdome e membros inferiores, exatamente como na varíola, tornaram-se confluentes , ao mesmo tempo apareciam na boca, na língua, nas fauces, até onde se podia ver, ligadas a sensação de ardor, pontadas e escoriação na garganta, disfonia e tosse seca, irritativa e fatigante, com deglutição difícil e dolorosa, afetando a traqueia e a garganta. Apesar da forma perniciosa, a febre permaneceu moderada; as pústulas atingiram o auge entre o sexto e o sétimo dia, encheram-se de linfa, após o que a supuração diminuiu , a febre desapareceu , as pústulas começaram a secar, cobriram-se com uma crosta seca, que logo se descamou, sem deixar qualquer marca . O resultado imediato da erupção foi melhora e cura da caquexia gonorreica anterior, decorrente de uma infecção (sexto mês), 12.

  • Varioloide; as pústulas apareceram em dezessete crianças e seis adultos de várias idades, tiveram curso leve e breve, semelhante ao varioloide; quanto mais se assimilavam a essa última forma, menos nitidamente marcada era a melhora da enfermidade prévia, 12.

  • Uma erupção varioliforme atrás das orelhas, no queixo e na testa, também no pescoço, em parte tornando-se pequenas verrugas castanho-escuras, 12.

  • Duas pústulas varioliformes aparecem em ambos os braços, perto de uma cicatriz de vacinação, e em cinco dias desaparecem com coceira, sem deixar vestígio (oitavo mês), 12.

  • (Erupção de urticária), (após vinte dias), 1.

  • Grande erupção vermelha de urticária, com coceira e ardor por todo o corpo, surgiu pela manhã após a febre da noite; desapareceu novamente até a tarde; no dia seguinte surgiu uma erupção varioliforme, principalmente nas articulações dos cotovelos e no abdome, e aqui e ali em outros lugares, e secou novamente após sete dias, 12.

  • Erupção de urticária irrompe na face e por todo o corpo (décima quarta noite), depois aparece e desaparece frequentemente, 12.

  • Erupção de urticária, com ardor e coceira na pele do braço direito e membro inferior, onde por longo tempo haviam existido dores lacerantes; com a erupção, estas desapareceram, 12.

  • Erupção de urticária nos dorsos das mãos e dedos sempre que ele se resfriava (após dezessete dias), 13.

  • Erupção de urticária no dorso da mão sempre que a mão esfria, desaparecendo no calor (quadragésimo segundo dia), 13. [3000.]

  • Uma espécie de urticária nos dedos, pela manhã após lavar-se (décimo quarto dia), 13.

  • Manchas semelhantes a tinha, de vários tamanhos, com crostas brancas, aparecem em várias partes da pele, com base castanho-avermelhada, 12.

  • Tinha pruriginosa na orelha direita externa (sexagésimo dia), 13.

  • Uma tinha vermelho-acastanhada aparece na região da nuca e no tórax, 12.

  • Herpes-zóster; calafrios febris com dor repuxante no cotovelo direito, na porção inferior do braço esquerdo e no lado direito das costelas, seguidos do surgimento, na mama direita, na boca do estômago e ao redor até a coluna, de uma erupção vermelha papulosa; as pápulas tornaram-se confluentes, desenvolveram-se em bolhas do tamanho de feijões, cheias de linfa, semelhantes às produzidas por cantáridas; com vermelhidão, ardor, picadas e mordedura na pele subjacente; com tumefação das glândulas na axila direita, e à noite calor, com mal-estar, suor, palpitação e opressão do tórax; após durar catorze dias a erupção cobriu-se de crostas semelhantes às da varíola, que pouco a pouco secaram e descamaram; após a descamação as crostas permaneceram por longo tempo muito sensíveis ao toque, com ardor e picadas, e um tanto espessadas, com arrepios nas costas e ao redor da cintura, e todas as manhãs ao levantar calor na face e nos olhos, com cintilações e vertigem por duas horas; por fim permaneceram no abdome manchas castanho-claras, do tamanho de ervilhas, 12.

  • Uma induração, de quatro polegadas de comprimento, coberta por crosta vermelha pruriginosa, na nádega direita, às vezes coçando tão violentamente que ele não podia deixar de coçá-la (vigésima segunda semana), 13.

  • A tinha na nádega direita era dolorosa, muito sensível e incômoda ao sentar; em geral ele era obrigado a sentar-se sobre a nádega esquerda; um assento duro era mais confortável do que um macio ou estofado, pois este parecia aquecer a parte e agravar a dor (vigésima terceira semana), 13.

  • Tinha na nádega direita, inflamada, dolorosa, ardente ao toque, especialmente à pressão, de modo que ele só podia sentar-se sobre a nádega esquerda (após seis meses), 13.

  • Forma-se uma induração na tinha da nádega direita, com dor compressiva, constritiva, em cólica; essa induração aumenta e forma um abscesso do tamanho de uma maçã, que após muito tempo se abre e evolui para um carbúnculo com sete aberturas (após seis meses), 11.

  • Numerosas pequenas bolhas no braço esquerdo, com aspecto de picadas de pulga, 12. [3010.]

  • Nódulos na carne da coxa esquerda, que se tornam bolhas do tamanho de meia moeda de dólar; depois cobrem-se de crostas brancas espessas, sob as quais se acumula matéria branca, cicatrizando pouco a pouco em catorze dias (décimo mês), 12.

  • Em um local anteriormente ulcerado, na parte interna da perna, apareceu uma pele espessa e crostosa, com bolhas ao redor, como que queimada, e sob as bolhas negras começa a supurar, com vermelhidão ao redor; em direção à madrugada, de repente pontadas intensas no calcanhar, estendendo-se à panturrilha, com calor e ardor no pé, e sensação como se estivesse inchado, 12.

  • Erupções, Pustulosas.

  • Erupção pustulosa entre as sobrancelhas, com alguma coceira (após seis horas), 8.

  • Pústulas vermelhas acima do lábio, sangrando ao coçar (após trinta e seis horas), 11.

  • Tumefação no lábio superior, como se tivesse sido picado por uma abelha; isso supurou após três dias e formou uma crosta (décimo nono dia), 14.

  • Surgiu uma pústula dolorosa com aréola vermelha no monte de Vênus; aumentava e se tornava mais dolorosa diariamente, evoluindo para um pequeno furúnculo (após vinte e oito dias), 13.

  • Pápulas como de varicela, com pus nas pontas, rodeadas por grandes aréolas vermelhas, em vários pontos das coxas, cotovelos e antebraços, 1.

  • À noite, encontrou-se no lado externo da perna direita, mais perto do joelho do que do tornozelo, uma pápula vermelha bastante grande, sensível ao toque, com leve vermelhidão e tumefação ao redor, perceptíveis ao toque (quarto dia); a pápula tem uma ponta branca (pus), às vezes dolorosa ao caminhar (quinto dia); a pápula é agora uma pústula irregular bastante grande, com aréola vermelha bem definida; sensível ao toque; é exatamente como varicela, exceto pela irregularidade (sexto dia); a aréola empalidecendo; a pústula elimina um pouco de pus à pressão (sétimo dia); uma leve crosta onde a pústula esteve (oitavo dia); a crosta se desprende facilmente por fricção (nono dia); leves restos da crosta (décimo dia); leve descamação onde estivera a circunferência da aréola (décimo segundo dia); quase nenhum resto dela (décimo terceiro dia), 90.

  • Uma erupção pustulosa ulcerativa no pé direito cicatriza, 12.

  • Pápulas, como verdadeira varicela, nos joelhos; supuram, não coçam e desaparecem em dezoito horas, 1. [3020.]

  • Várias pequenas úlceras na face, seguidas por longo tempo de manchas azuladas, 12.

  • A pele do umbigo torna-se sensível e ulcerada por longo tempo, 12.

  • Úlcera no dedo, com tumefação glandular dolorosa na axila, cicatrizando em três dias, 12.

  • Uma úlcera no pé direito que havia cicatrizado torna-se novamente dolorosa, e no maléolo há duas pequenas aberturas, que exsudam um pouco de linfa aquosa, com ocasionais ardor violento e pontadas através dos calcanhares e até o joelho; essa dor foi melhorada por eructações continuadas, 12.

  • Sai alguma umidade de um antigo furúnculo, com pontadas nele, e também coceira de um furúnculo recentemente cicatrizado (trigésimo sexto dia), 13.

  • Um furúnculo atrás da orelha direita persistiu por muito tempo e formou uma crosta, da qual exsudava uma umidade glutinoso; esta logo secava e caía, quando outra se formava; era sensível ao toque e durou quatro semanas inteiras, 57.

  • Furúnculos no pescoço, que rápida e facilmente (em um a três dias) amadurecem e eliminam quantidade de matéria, 12.

  • Pequenos furúnculos no pescoço e nas dobras dos joelhos, que cicatrizam após cinco dias, 12.

  • Vários pequenos furúnculos na região da nuca, que pouco a pouco secaram (após doze meses), 13.

  • Um furúnculo pruriginoso, com grande aréola vermelha, perto da região lombar, 1. [3030.]

  • Um pequeno furúnculo supurante nas costas (sexagésimo dia), 72.

  • Um grande furúnculo, simulando um carbúnculo, no lado direito do abdome inferior, com glândulas inchadas na axila direita, surge de repente com febre muito extenuante, mas supura de modo normal e depois cicatriza pouco a pouco; seguido de melhora e cura de uma caquexia gonorreica (sexto mês), 12.

  • O furúnculo no monte de Vênus, que já havia cicatrizado, reabriu-se com pontada e eliminou algum líquido e sangue (trigésimo quinto dia), 13.

  • Uma sucessão de furúnculos na axila direita, com dores lacerantes e ardentes, tornando-se abscessos, com dores pungentes, escavantes e lacerantes (após doze meses), 13.

  • Furúnculos dentro da axila direita, causando dor em todo o braço, 12.

  • Um furúnculo extremamente doloroso na axila esquerda, 12.

  • Um furúnculo na axila direita, com dores lacerantes violentas, supurou e eliminou muito pus; por causa disso ele passou várias noites sem sono, e também por causa de prurido violento por todo o corpo, que o obrigava a coçar-se aqui e ali, com algum alívio da coceira (após onze meses), 13.

  • Uma glândula axilar se endurece, inflama e supura, 12.

  • Um pequeno furúnculo na nádega direita, dolorosamente sensível ao toque e à pressão (décimo segundo dia), 13.

  • Furúnculo na nádega direita (após seis meses), 13. [3040.]

  • Um abscesso na nádega direita (após doze meses), 13.

  • Um furúnculo na região do trocânter direito, que a princípio parecia propenso a desaparecer logo, mas depois se inflamou e se tornou muito doloroso, melhorado por aplicações frias (décimo quinto dia), 13.

  • Hemorragia profusa dos condilomas, 1.

  • Um panarício na primeira falange do dedo indicador direito, com supuração, que se abre muito rapidamente e é seguido por uma induração verrucosa, 12.

  • Panarício no polegar esquerdo, indo e vindo, 12.

  • Panarício no dedo anular esquerdo, que ela nunca tivera antes (décimo quarto dia), 14.

  • Um panarício no dedo médio da mão direita (após trinta e um dias), 13.

  • Tubérculos dolorosos e inflamados em vários pontos do corpo (trigésimo primeiro dia), 75.

  • Vários tubérculos inflamados na face (trigésimo sexto dia), 73 ; (décimo oitavo dia), 76.

  • Subjetivo.

  • Grande sensibilidade da pele ao ar fresco (décimo segundo e décimo terceiro dias), 26. [3050.]

  • Sensação de secura da pele, especialmente das mãos, 1.

  • Tensão na pele da região da nuca, ao mover a cabeça (após dezesseis horas), 11.

  • (Os condilomas ao redor do ânus apresentam dolorosa sensibilidade, mesmo ao toque), 1.*

  • Dores beliscantes e incisivas na cicatriz de um abscesso, na axila direita (após doze meses), 13.

  • Cócegas nos condilomas, 1.

  • Formação de úlceras (após doze meses), 13.

  • Formigamento da mão direita (após quatorze meses), 13.

  • Coceira rastejante por todo o corpo, 1.

  • Sensação de insetos rastejando na face e nas mãos (após doze meses), 13.

  • Sensação reptante, de uma largura de mão, ondulante, como se um rolo de sangue, com uma polegada de espessura, se forçasse através de uma abertura contraída, e como se a pele fosse por ele elevada até cerca de uma polegada, estendendo-se do ombro direito ao esquerdo, à noite na cama (quadragésimo terceiro dia), 13. [3060.]

  • Dor em queimação nos pontos pruriginosos do corpo, após fricção, 1.

  • Ardor em uma erupção após lavar, especialmente na face e no pescoço, 12.

  • Dor em queimação nos condilomas ao toque, 1.

  • Ardor e pontadas dolorosas nos condilomas, 1.

  • Ardor, como de formigas, no pescoço e parte superior do esterno, onde há urticária, 12.

  • Ardor com coceira nas palmas das mãos e entre os dedos, 13.

  • Ardor na pele da perna direita (trigésimo primeiro dia), 72 ; (vigésimo segundo dia), 73.

  • Vermelhidão com ardor e prurido na eminência plantar do hálux esquerdo, como se congelado, pior ao caminhar (sexagésimo segundo dia), 13.

  • Pontada na cicatriz de uma antiga úlcera que existira muitos anos antes (trigésimo primeiro dia), 13.

  • Pontadas no furúnculo que acabara de cicatrizar (trigésimo quarto dia), 13. [3070.]

  • Pontadas em um antigo furúnculo que também estava úmido e sensível ao deitar sobre ele (trigésimo nono dia), 13.

  • Dor pungente e escavante no local onde havia existido uma úlcera vários anos antes (quadragésimo segundo dia), 13.

  • Pontada na cicatriz de uma antiga úlcera (septuagésimo nono dia), 13.

  • Pontadas frequentes, como de agulhas, especialmente no tórax, membros superiores e inferiores, 12.

  • Pontadas, como com uma agulha fina, no local de uma úlcera antiga que ele tivera trinta anos antes, cuja cicatriz agora mal era visível, e em um abscesso que tinha no começo da patogenesia, às vezes com dor pungente, escavante e terebrante (após seis meses), 13.

  • Pontadas intensas nos condilomas dos genitais, 1.

  • Pontadas finas nos condilomas junto ao ânus ao caminhar, 1.

  • Pontadas dolorosas na pele do cotovelo esquerdo, 80.

  • Pontadas mordentes constantes na pele da patela direita, com sacudidas espasmódicas da pele durante as pontadas (após meia hora), 6.

  • Mordedura por todo o corpo (trigésimo terceiro dia), 75. [3080.]

  • Picadas finas em várias partes da pele, como por agulhas, que às vezes se transformavam em ardor (nono dia), 82.

  • Coceira pungente por todo o corpo à noite até depois da 1 hora, sem qualquer sensação residual após fricção, 1.

  • Prurido violento em diferentes partes da pele, particularmente no peito, com sensação como se a pele nesses pontos fosse traspassada por muitas agulhas muito finas , o que o obrigava irresistivelmente a coçar-se (sétimo dia), 44.

  • Coceira por toda a pele, especialmente no abdome, como se estivesse coberta por uma erupção ao deitar-se (trigésimo primeiro dia), 75.

  • Coceira por todo o corpo, especialmente à tarde e à noite, 12.

  • Coceira e ato de coçar-se, como se a cama estivesse cheia de pulgas, durando até depois da meia-noite (após onze meses), 13.

  • Coceira pungente nos condilomas, 1.

  • Coceira com cócegas nos condilomas, 1.

  • Em pontos isolados, uma pontada, deixando para trás uma coceira, como se tivessem sido mordidos por pulgas ou formigas, 62.

  • Coceira na face, de modo que ele é obrigado a coçar, 3. [3090.]

  • Prurido violento na região da nuca e na nádega direita, que estavam cobertas de pequenas pápulas; a coceira habitualmente alternava entre a nuca e a nádega, e retornava a cada duas a quatro horas, e ele era obrigado a coçar (após nove meses), 13.

  • Coceira na parte anterior do pescoço, provocando o ato de coçar, 11.

  • Coceira, como por picadas de pulga no abdome, costas, braços e membros inferiores, especialmente à tarde e à noite, 1.

  • Coceira intolerável nas virilhas, ocorrendo todas as noites ao deitar-se, não durante o dia, ou apenas de modo muito transitório (décimo segundo dia), 12.

  • Prurido violento em pontos localizados dos membros superiores e inferiores, costas, ânus, sobretudo ao entrar na cama, com a pele completamente limpa; a coceira parece interna, nos tendões e nos ossos, 12.

  • Coceiras no joelho direito, ombro esquerdo, escroto e vários outros lugares, logo, 69.

  • Coceira rastejante no braço, seguida de finas pontadas em um pequeno ponto, 1.

  • Coceira dos dedos, como após geladura, ao esfriar-se (após seis meses), 13.

  • A face interna da coxa e as partes dos genitais cobertas de pelos eram muito desagradavelmente afetadas por coceira e raspagem, durando frequentemente de cinco a dez minutos, 62.

  • Prurido violento em pontos bem definidos na face interna da coxa e nas partes dos genitais cobertas de pelos, 59. [3100.]

  • Coceira voluptuosa na parte interna do dorso do pé direito (após uma hora), 8.

  • Coceira voluptuosa sob os dedos do pé direito, notada em todas as posições (após dez horas e meia), 8.

SONO

  • Sonolência.

  • Bocejos frequentes (primeiro dia), 86 ; ao entardecer (vigésimo primeiro dia), 72.

  • Bocejos convulsivos; frequente inclinação para bocejar, ao entardecer, na cama, com incapacidade de bocejar, como se o bocejo ficasse preso no estômago, muitas vezes por várias horas, forçando-o a sentar-se, para que, esfregando com as mãos, possa eructar ar e assim obter alívio, 12.

  • Sonolência (décimo segundo e décimo terceiro dias), 26 ; (nono dia), 43 ; (primeiro dia), 86.

  • Sonolência, à tarde e ao entardecer (quarto dia); sonolência marcante, depois do jantar (nono dia); grande sonolência, ao entardecer (vigésimo oitavo dia), 20.

  • Sonolência extrema, o dia todo (primeiro dia); sonolência (segundo dia); sonolência com sede intensa e frio (décimo segundo dia), 76.

  • Grande sonolência, ao entardecer (trigésimo quinto dia), 73.

  • Excessivamente sonolento, de manhã, e sentia-se bem na cama (trigésimo oitavo dia), 43.

  • Sonolência durante o dia, 12. [3110.]

  • Com sono, antes do jantar (vigésimo dia); sonolência, com febre, ao entardecer (vigésimo segundo e vigésimo terceiro dias); cochila muito (vigésimo quinto dia); dorme muito durante o dia (vigésimo nono dia), 76.

  • Sonolência para o entardecer, sem conseguir dormir (após nove horas e meia), 8.

  • Propenso a dormir sem cessar, 12.

  • Sonolência, depois do jantar (terceiro dia), 74 ; (sexagésimo primeiro e septuagésimo terceiro dias), 73.

  • Lassidão e sonolência, à tarde (décimo terceiro dia), 73.

  • Estava sonolento durante o dia; as pálpebras fechavam-se frequentemente, e durante esse tempo era muitas vezes forçado a urinar (sexagésimo segundo dia), 13.

  • Fraco e com sono, de manhã; foi forçado a voltar para a cama e repousar, e dormitou por algumas horas, após o que se sentiu melhor (quinquagésimo primeiro dia), 13.

  • Ao entardecer sentiu sono, de modo que foi para a cama às 8 horas e adormeceu; acordou à meia-noite e ficou desperto durante duas horas (durante esse tempo teve grande desejo de evacuação e pressão, com evacuação apenas de muco), (quinquagésima segunda noite), 13.

  • Fica com sono muito cedo, mas dorme inquieto, com sonhos, e acorda muito cedo pela manhã, irritadiço e indisposto a levantar-se, 1.

  • Sonolência frequente, estando sentado, sem debilidade (após quatro horas e meia), 8. [3120.]

  • Grande sonolência durante o dia; logo após levantar-se, teria prazer em deitar-se e dormir; muitas vezes dorme sentado e escrevendo (após seis meses), 13.

  • Sonolência excessiva, à tarde; os olhos fecham-se enquanto está sentado (após catorze horas), 8.

  • De manhã, sente que não dormiu o suficiente; está indisposto a levantar-se, irritadiço, cansado e adoentado (após trinta e oito horas), 3.

  • Insónia.

  • Insónia persistente, 12.

  • Sem dormir durante várias horas, à noite (trigésimo quinto dia), 14.

  • Insónia, à noite, com grande mal-estar e frieza do corpo; se dormita por um momento, sonha com pessoas mortas, 1.

  • Demorava muito a conseguir adormecer à noite (sexagésimo segundo dia); acordou mais cedo do que o habitual na manhã seguinte, 73.

  • Não dormiu até perto da manhã, após o que os sintomas desapareceram (trigésimo primeiro dia); noites sem dormir, agitadas (do sexagésimo nono ao septuagésimo sexto dia), 43.

  • Insónia; foi incapaz de adormecer antes da 1 da manhã, dormiu até às 3, e acordou de novo às 5 (quinquagésima noite), 13.

  • Não conseguiu adormecer antes das 2h30 da manhã (septuagésimo dia), 13. [3130.]

  • Noite sem dormir (septuagésimo sétimo dia), 13.

  • Noite sem dormir, virando-se de um lado para o outro, e pela manhã grande sonolência (octogésimo quinto dia), 13.

  • Insónia; só consegue dormir perto da manhã (após onze meses), 13.

  • Não conseguiu adormecer antes das 4 da manhã; estava agitado, virava-se de um lado para o outro a cada poucos minutos (após doze meses), 13.

  • Noites sem dormir (após um ano), 13.

  • Noite sem dormir, com sensação interna de frio e grande excitação, enquanto o corpo está quente externamente (vigésimo sexto dia), 16.

  • Fica completamente desperta durante muito tempo sem conseguir adormecer, e acorda de manhã fraca e sem se sentir refeita, 12.

  • Dormiu só até à meia-noite, após o que ficou completamente desperto, sem incómodo; não estava sonolento de manhã, 1.

  • Antes da meia-noite, o sono era abolido pela emissão de muita flatulência e por coceira e ardor no ânus, associados a pontadas fugazes no recto e a urinação repetida (nono dia), 48.

  • Sono reduzido (após nove dias), 43. [3140.]

  • Não consegue adormecer antes da meia-noite, e então acorda por volta das 4 horas, 1.

  • Despertares frequentes, à noite (sétimo dia), 65.

  • Acordou à meia-noite e não pôde adormecer até às 3 horas (sexagésimo segundo dia), 13.

  • Acordou às 2 da manhã e foi incapaz de adormecer novamente (septuagésimo oitavo dia), 14.

  • Acordou três vezes, à noite, com angústia, palpitações espasmódicas e pressão no estômago, 12.

  • Sono muito curto e despertar muito cedo, pela manhã, de modo que os pensamentos mais diversos lhe corriam pela cabeça e provocavam excitação de todo o corpo, semelhante a mover-se e tremer, 12.

  • À noite, ela acordou, tendo uma sensação angustiosa a cada respiração, como se a garganta estivesse a inchar, 12.

  • Sono interrompido por despertares frequentes, quando viu uma aparição no quarto, com a qual falava, sentada ereta na cama; noutra ocasião sentiu como se alguém tivesse batido contra ela, de modo que gritou: "Quem está aí?", e sobressaltou-se, quando lhe pareceu ver distintamente um cesto a flutuar diante dos olhos, de modo que se levantou e acendeu uma luz para ver mais claramente; depois de se deitar, palpitação violenta (décimo segundo mês), 12.

  • O sono veio tarde, ocorrência invulgar, e não foi reparador (quarta noite), 78.

  • Sono inquieto com sonhos (após sessenta e oito horas), 8. [3150.]

  • Sono inquieto com suor sem odor (após quarenta e oito horas), 8.

  • Sono inquieto; debate-se por causa de uma sensação de calor excessivo, 1.

  • Sono interrompido, cheio de sonhos angustiantes (sexta noite), 78.

  • Sono agitado (décima terceira noite); sono extremamente agitado (décima nona noite); cochilos esporádicos durante a noite (vigésimo quinto dia), 76.

  • Sono agitado e cheio de sonhos (décimo quarto dia); sono agitado e perturbado, com sonhos (vigésimo dia); sono interrompido e agitado (trigésimo segundo e trigésimo terceiro dias); sono agitado e sonhos vivos (nonagésimo terceiro dia), 43.

  • Sono interrompido por frequente necessidade de urinar (décimo segundo dia), 49.

  • Sono agitado, à noite, e urinação frequente (quarto dia), 20.

  • Noites agitadas (oitava, décima sexta, décima nona, vigésima sexta e as três noites seguintes), 48.

  • Sono agitado com sonhos lascivos (quadragésimo nono dia), 44.

  • Sono agitado e sonhos confusos (quadragésimo dia), 52. [3160.]

  • Sono agitado, interrompido por tosse que provoca esforço (sétimo dia), 46.

  • Cochilos não reparadores, perturbados por sobressaltos frequentes e imagens horríveis (sétima noite), 57.

  • Noite muito agitada (trigésima quarta noite), 75.

  • Sono muito agitado, com frequentes sobressaltos de susto e palpitação, durante horas, 12.

  • Noite agitada; acordou às 2 da manhã e durante uma hora não conseguiu dormir; depois caiu num sono que foi interrompido por despertares frequentes (quarto dia), 65.

  • Dormiu muito inquieto; revolvia-se sem cessar na cama e gemia (trigésima oitava noite), 73.

  • Noites sem dormir; não conseguia aquietar-se; virava-se de um lado para o outro e movia os pés; perto do meio-dia tinha sono, mas ao deitar-se ficava agitado e não conseguia dormir; por vezes estava completamente desperto ao ir para a cama, como se tivesse bebido café; a mente estava muito ativa, e não conseguia adormecer a noite inteira (após doze meses), 13.

  • Sono agitado, à noite, com levantar-se frequentemente da cama e muito falar, pior ao luar, 12.

  • Sem dormir, virando-se de um lado para o outro, mesmo em sonhos confusos, durante toda a primeira noite e também nas cinco noites seguintes, e depois recorrendo de quando em quando durante toda a patogenesia, 12.

  • Noite agitada; acordava frequentemente e passava de um sonho para outro, com uma emissão, 10. [3170.]

  • Mal-estar constante no sono, porque deseja sempre deitar-se noutro lugar, pois as partes sobre as quais se deita tornam-se rapidamente muito dolorosas, 12.

  • Grande mal-estar antes de adormecer; virava-se de um lado para o outro e não encontrava repouso, 1.

  • Mal-estar, à noite, e apreensão; mal podia dormir, com frieza de ambas as pernas, que estão cobertas de transpiração fria, 1.

  • Ela debate-se inquieta durante uma hora no sono, antes da meia-noite, 1.

  • Fala baixa durante o sono, 1.

  • Sobressalta-se ao adormecer, 12.

  • Delira à noite durante o sono; durante isso sentava-se na cama, batia com as mãos pela cama, arrumava as suas coisas e tentava saltar para fora da cama; falar-lhe não bastava para fazê-lo voltar a si (quarta semana), 12.

  • Grita durante o sono, à noite, 1.

  • Gritos durante o sono por sonhos angustiantes com gatos ou cães furiosos, 12.

  • Sonhos.

  • Sono noturno cheio de sonhos e sobressaltos, 1. [3180.]

  • Sono não reparador, interrompido por sonhos terríveis (de mortos), (décimo segundo dia); sonhos agitados (vigésima primeira noite); sonhos (vigésima terceira noite); noite perturbada por muitos sonhos e urinação frequente (trigésima quinta noite), 48.

  • Sono interrompido por sonhos (décimo segundo dia), 49.

  • Sono noturno perturbado por sonhos pesados e atormentadores (décimo sexto dia), 76.

  • Sono perturbado por sonhos voluptuosos (trigésimo sétimo dia); sonhos confusos sobre coisas absurdas (nonagésima quarta noite), 43.

  • Sonhos longos, provocados por conversação ao entardecer, com profunda reflexão; confia na sua boa consciência quando é acusado de um crime, 11.

  • Sonha logo ao adormecer, 1.

  • Depois de ter passado uma noite cheia de sonhos, acordou muito melhor (décimo sétimo dia), 26.

  • Sonhar constante, com sensação de intenso calor por todo o corpo, 12.

  • Sonho com a ocupação do entardecer precedente (septuagésimo primeiro dia), 13.

  • Sonhos noturnos invulgarmente vivos de acontecimentos há muito passados, 12. [3190.]

  • Sonhos animados e agradáveis (segunda noite), 56.

  • Sonhos angustiantes com gritos altos, 1.

  • Sonho angustiante ao adormecer; sentiu algumas pontadas surdas no lado esquerdo; acordou e arquejava por ar (após dezoito horas), 11.

  • Sonhos inquietantes (quarta noite), 78.

  • Sonho terrível, do qual acordou com sensação de calor no corpo, 10.

  • Quando deitado sobre o lado esquerdo à noite, sonha com perigos e morte, 1.

  • Sonhos constantes com a fisionomia de um cadáver, 12.

  • Sonho com uma emissão que não ocorreu (septuagésimo dia), 13.

  • Sonhos lascivos e confusos, à noite (quadragésima segunda noite), 44.

  • Sonhos lascivos, à noite, com polução (trigésima sexta noite), 44. [3200.]

  • Sonhos lascivos de relação sexual, mas sem emissão; ao acordar, ereção dolorosa, 1.

  • Sono em semivigília, em que ela parecia ver passar diante dos olhos, na maior parte do tempo, diferentes animais; às vezes, também, vê pedras de construção, 12.

  • Pesadelo, à noite, desaparecendo ao voltar-se do lado esquerdo para o direito, o que era conseguido com dificuldade (sétimo mês), 12.

  • Sobressaltada do sono, à noite, por uma aparição, cuja parte superior do corpo frequentemente se erguia na cama, 12.

  • Quando adormecida, pessoas mortas lhe aparecem; pode vê-las e senti-las distintamente, e pensa que está a falar com elas, 12.

FEBRE

  • Sensação de frio.

  • Sensação de frio, 42.

  • Sempre muito friorento, 12.

  • Sensação geral de frio, às 15 h (quinto dia), 70.

  • Sensação de frio todas as noites, das 18 h às 19h30, com calor excessivo do corpo, secura da boca e sede, 1.

  • Sensação de frio, sem sede, todas as manhãs, 1. [3210.]

  • Sensação de frio e sintomas febris, de modo que se inclinava a ficar deitado na cama (vigésimo primeiro dia), 13.

  • Sensação de frio, mal-estar, fraqueza, sonolência, com dores repuxantes e fraqueza nas barrigas das pernas, de modo que foi obrigado a deitar-se (trigésimo oitavo dia), 13.

  • Sensação de frio por volta das 19 h, com fraqueza, de modo que foi obrigado a deitar-se; mal se tinha deitado quando foi acometido por um calafrio com tremores, começando nas coxas, com unhas azuladas, depois com bater dos dentes, respiração rápida e difícil, como se tivesse corrido; essa frialdade durou mais de meia hora, quando as coxas começaram a aquecer-se, a ponto de queimarem as mãos através da roupa, como um carvão em brasa, enquanto ao mesmo tempo as mãos e os pés estavam frios; então foi acometido por tosse fatigante, com esforços para vomitar, terminando primeiro em vómito real de muco e um pouco de alimento, e por fim de uma substância amarga, que, contudo, logo desapareceu, após o que ficou com gosto natural, mas náusea a cada pensamento em comida; com esses acessos febris tinha bocejos e estiramento dos membros; pouco a pouco aqueceu, embora sempre que se movia tivesse um calafrio com tremores; o sintoma mais penoso era a necessidade de escarrar muco, porque era sempre obrigado a levantar-se, o que fazia voltar o calafrio com tremores; associavam-se a esses sintomas pontadas nos ossos metacárpicos e adormecimento dos dedos da mão direita; à medida que a frialdade desaparecia, surgia sede, a cabeça estava muito embotada e pesada, com pressão na testa e nos olhos, especialmente no globo ocular direito; após duas horas ficou sonolento e adormeceu, mas despertava a cada meia ou तीन quartos de hora banhado em suor, de modo que mudou de camisa oito vezes até às 3 h; ao despertar era sempre obrigado a vestir uma camisa limpa, também a urinar, eliminando grande quantidade de urina clara; era também obrigado a beber; depois disso ficava sempre com frio, a cabeça tornava-se muito dolorosa, e ao despertar parecia-lhe sempre que estava muito doente e dividido em duas partes, sem ter consciência de qual delas parecia possuir (uma espécie de delírio); ao pôr-se de pé ficava tonto e era obrigado a apoiar-se (quadragésimo oitavo dia), 13.

  • Sensação de frio à noite, com afrontamentos, suor e fraqueza, de modo que foi obrigado a deitar-se, com embotamento da cabeça, seguido de insónia até depois da meia-noite (quadragésimo nono dia), 13.

  • Sensação de frio, com bocejos, recorrendo diariamente de manhã, com violentas dores unilaterais na cabeça, estendendo-se daí à boca do estômago, com náusea, sem conseguir vomitar, com falta de apetite e constipação intestinal (terceiro mês), 12.

  • Após despertar de manhã com cefaleia, calafrio às 10 h, durando até ao meio-dia, seguido de calor e náusea com vómitos biliosos repetidos à noite, e diarreia, com cefaleia unilateral constante (quarto mês), 12.

  • Sensação de frio frequente durante o dia (do trigésimo primeiro ao trigésimo oitavo dia); a sensação de frio continua (quinquagésimo quarto dia), 42.

  • Calafrios por todo o corpo (primeiro dia), 86.

  • Calafrios frequentes por todo o corpo (quinto dia), 68.

  • Sensação geral de frio, sem sede, à noite; pulso a 100, cheio e duro (décimo oitavo dia), 76. [3220.]

  • Calafrio súbito e violento ao entardecer, seguido de calor, com palpitação tão violenta que parecia que os ossos do tórax iam saltar, depois suspensão do fôlego, com insónia, imagens medonhas diante dos olhos ao adormecer, com opressão ansiosa do coração, medo da morte e pés frios (sétima semana), 12.

  • Sentia frio em todo o corpo, especialmente nos membros, ao meio-dia (décimo sétimo dia), 26.

  • Calafrios, mesmo num aposento aquecido (sétimo e nono dias), 66.

  • À noite, sensação de frio por várias horas, passando a calor ao deitar-se (quarto dia), 75.

  • Calafrios, falta de apetite, irritabilidade e pulso pequeno e fraco reapareceram; tomou então Nux vom.; uma hora depois, um calafrio com tremores, durando meia hora; sobreveio calor em todo o corpo, precedido por um aquecimento gradualmente crescente (quadragésimo sexto dia), 76.

  • Sensação de frio, sem sede, de manhã, 1.

  • Sensação de frio na cama, sem conseguir aquecer-se, 12.

  • Calafrio e inclinação a bocejar (quarto dia), 14.

  • Calafrios à noite, na cama (primeiro dia), 86.

  • Frio interno, com sensação geral de mal-estar (quinto dia), 70. [3230.]

  • Leve calafrio, com secura da garganta, deglutição dolorosa, ânsia de vómito e tal sensação de doença que foi obrigado a deitar-se antes da hora habitual (sexto dia), 78.

  • Frequentes arrepios que percorrem o corpo, 80.

  • Sensação reptante de frio, com mãos geladas, à noite, precedida de ligeiro calor (após cinco e seis horas), 3.

  • Frialdade transitória por todo o corpo, com mãos frias num aposento aquecido (dentro de duas horas), 71.

  • Leve calafrio (trigésimo primeiro dia), 72.

  • Leves calafrios num aposento aquecido durante todo o dia (primeiro dia), 69.

  • Sensação de frio e cefaleia (vigésimo quinto dia), 43.

  • Calafrio com tremores apenas no lado esquerdo do corpo, que também se sente frio, à noite, na cama, 1.

  • Calafrio com tremores à noite ao deitar-se, seguido de algum calor (após onze meses), 13.

  • Após uma noite passada com dor do lado direito da cabeça e dos dentes, e agitação sem dormir, começou de manhã um calafrio com tremores, alternando com calor ruborizante e coriza abundante; isso aumentou durante o dia; o sofrimento invulgar continuou pela noite seguinte, com insónia e agitação, e dor lacerante nos braços e na região pélvica, na cabeça e nos maxilares, também nos dois dias e noites subsequentes, com aumento das eructações de ar, distensão tensa da região hipocôndrica e desejo de respirar fundo, até que no quinto dia começou a diminuir e no sétimo dia terminou com clareza da cabeça, com evacuação intestinal mais difícil e mais escassa, e sono inquieto, com agitação de um lado para outro (quinto dia), 12. [3240.]

  • Calafrio com tremores por todo o corpo, sem frieza perceptível externamente (após duas horas), 5.

  • Violento calafrio com tremores durante um quarto de hora, por volta das 3 h, seguido de sede, depois suor profuso por todo o corpo, exceto na cabeça, que estava apenas quente, 1.

  • Calafrio com tremores, com muito bocejo; o ar quente parece frio, e o sol parece não ter poder para o aquecer (após três horas), 11.

  • Um frio interno com tremores, 12.

  • Tremores por todo o corpo ao mínimo descobrimento do corpo em ar quente, com ou sem pele de galinha, enquanto as mãos e o rosto estavam quentes (após uma hora e três quartos), 8.

  • Quando vestido, frequentemente estremece por todo o corpo, sem pele de galinha, (após duas horas e um quarto), 8.

  • Arrepios (décimo dia), 17.

  • Tremores febris na cama durante várias noites seguidas, durante os quais a pele estava húmida, mas fria, 12.

  • Repetidos estremecimentos, começando na cabeça (quinto dia), 78.

  • Estremecimento interno e sensação de frio durante toda a manhã, com confusão embotada da cabeça (quinquagésimo sexto dia), 72. [3250.]

  • Ligeiros arrepios, que se espalhavam pouco a pouco por todo o corpo; depois irrompeu um suor geral, de modo que no decurso de um minuto o corpo inteiro ficou molhado (sétima noite), 57.

  • Frialdade transitória por todo o corpo após o jantar (terceiro dia); frio durante todo o dia (décimo segundo dia); frequente frialdade reptante, como durante uma febre, sobrevinha durante o jantar (vigésimo primeiro dia); sensação de frio de manhã; frequentes alternâncias febris de frio e calor à tarde (vigésimo quarto dia), 73.

  • Durante toda a manhã, sensação de frio muito desagradável, sendo a temperatura externa de 34° F.; mãos e pés gelados, e a pele das mãos roxa (décimo sétimo dia); não conseguia aquecer-se durante toda a manhã (quinquagésimo quinto dia); sensação de frio por todo o corpo num aposento aquecido, especialmente nas mãos (septuagésimo segundo dia); a temperatura ao fresco, 27° F., afectava-o de modo tão desagradável que tremia de frio da cabeça aos pés (septuagésimo segundo dia), 73.

  • Sensação de frio por todo o corpo, logo, 68.

  • Sensação de frio, com entorpecimento do pé esquerdo (quinto dia), 68.

  • Frio por todo o corpo, com sede (décimo segundo dia), 76.

  • Frialdade e sonolência seguidas de calor, à noite; com a frialdade, sede (oitavo dia), 16.

  • Como se estivesse constantemente a constipar-se; propensão a coriza, odinofagia, inchaço da face, dor de dentes e dentes ulcerados, 12.

  • Frialdade, como de morto, por todo o corpo, com ansiedade (sétimo mês), 12.

  • Frialdade gelada em todo o corpo, com cãibra no tórax, durando dois ou três minutos após contrariedade, 12. [3260.]

  • Frialdade intensa ao aparecerem as cataménias, durante a noite (décimo oitavo dia); alternâncias de calor e frio, com fraqueza até cair; observou, havia já vários dias, que lhe vinha calor ao jantar e o corpo ficava coberto de suor (décimo nono dia); não conseguiu dormir depois das 3 h por causa do calor; frio por todo o corpo antes do jantar (vigésimo dia); grande calor ao caminhar, à tarde; frio nas costas, com calor na cabeça, grande sonolência e sede, à noite (vigésimo primeiro dia), 76.

  • Deseja manter a cabeça e o rosto bem agasalhados, 12.

  • As faces e o nariz sentem-se frios, como por uma corrente de ar frio, 12.

  • Arrepios nas costas (logo, após a segunda dose, segundo dia), 68.

  • Arrepios percorrem as costas de tempos a tempos (após trinta e duas horas), 11.

  • Frialdade reptante por todas as costas, pior à noite na cama, 12.

  • Frio nas costas, com alternâncias de calor, à noite (décimo quarto dia), 76.

  • Frio durante todo o dia, especialmente nas costas, com fraqueza geral e sensação de cansaço; à noite, manifestos sintomas febris, como cefaleia, calor da pele, pulso cheio e apressado, além de pontadas no hipocôndrio direito (especialmente durante a respiração), que se estendiam à região sagrada; por isso foi para a cama, e sobreveio calor geral, seguido de sono tranquilo (décimo quinto dia), 76.

  • Frescura e estremecimentos fugazes pelas costas (septuagésimo dia), 72.

  • Sensação de frio através das costas, com debilidade e rigidez em todos os membros, à tarde e à noite (décimo sexto dia), 26. [3270.]

  • Arrepios reptantes, especialmente nas costas, com rosto quente (septuagésimo segundo dia), 73.

  • Frio nas costas não aliviado pelo calor do fogão, 6.

  • Ao deitar-se, frio doloroso correndo da região da nuca pelas costas até à região sagrada, aumentado por todo movimento do corpo, e que logo desaparecia após levantar-se (terceiro dia), 74.

  • Extremidades frias, com vermelhidão da face, à tarde; suor geral copioso, com diminuição de todos os sintomas mórbidos, à noite, após Cocc. 30.ª, uma gota (vigésimo sexto dia), 76.

  • Sensação de frio especialmente nas mãos e nos pés, e na face anterior da coxa até ao joelho, quando sentado em aposento aquecido (septuagésimo quarto dia), 73.

  • Frio nas mãos e nos pés (quinquagésimo sétimo dia), 72.

  • As mãos estão constantemente frias e húmidas de suor frio, 12.

  • As mãos estão frias, vermelhas e secas, 12.

  • As pontas dos dedos estão geladas, como mortas, enquanto o resto das mãos, o rosto e o restante do corpo estão quentes ao toque, sem sede (após um quarto de hora), 8.

  • Uma frialdade persistente dos membros inferiores aumenta à noite até um calafrio febril geral, com calor simultâneo, com insónia, 12. [3280.]

  • Frio enrijecedor das coxas, estendendo-se até aos pés, sobretudo nos joelhos, muito persistente, mesmo na cama, 12.

  • Sensação de frio, especialmente nos pés (sexagésimo primeiro dia), 73.

  • Não consegue aquecer os pés (trigésimo nono dia), 16.

  • Sensação de frio nos pés, que externamente estavam quentes ao toque, com a sensação de obstrução na narina direita (quarta noite), 65.

  • Um quarto de hora após ir para a cama, os pés começaram de novo a ficar frios, sobreveio ansiedade e, num instante, em vez da batida regular, sentiu um tremor do coração; depois irrompeu suor (oitava noite); a frialdade dos pés, a ansiedade e a palpitação foram menores e de menor duração (nona noite), 57.

  • Os pés ficaram gelados como gelo alguns minutos após se deitar (sétima noite), 57.

  • Pés gelados e húmidos, com suor, 12.

  • Calor.

  • Exaltação febril, com grande debilidade, com necessidade constante de estar deitado e a dormir, violenta tosse ladrante, pior à noite, falta de apetite e constipação intestinal (primeiros dias), 12.

  • À noite tornou-se subitamente febril, com rigidez no tórax; depois, uma noite agitada; a febre aumentou pouco a pouco, com calor seco generalizado e insónia, ligeiro suor apenas na parte superior do corpo, lábios dolorosos, como queimados, grande fraqueza, coriza e tosse, com muita expectoração e respiração curta e difícil, língua coberta por saburra viscosa, gosto azedo na boca, sempre depois de comer, falta de apetite, roedura no estômago, à noite, que obriga a comer imediatamente; sensação de escoriação na garganta, com cócega provocando tosse constante; palpitação violenta por todo o tórax, leucorreia e emagrecimento rápido; a febre reapareceu primeiro ao terceiro dia, depois todos os dias, de manhã, e só desapareceu gradualmente (após trinta dias), 12.

  • Febre, com dor na cabeça, no tórax e na garganta, sensação de frio, lábios quentes, gosto amargo, dois vómitos; de manhã, constipação intestinal, com frequente desejo infrutífero de evacuar, língua muito saburrosa e viscosa, falta de apetite, palpitação, insónia, alternando com sono parcial, durante o qual falava muito em voz alta e até ouvia e compreendia o que lhe era dito (quarto mês), 12. [3290.]

  • Violenta febre catarral, com disfonia e dor nos olhos, pelo que o rosto se tornou vermelho-escuro, e a erupção no rosto e no pescoço se agravou, como herpes e em carne viva, e após alguns dias descamou e desapareceu, 12.

  • Febre; pés frios, com diarreia, tensão do abdómen, com dores surdas em ambos os lados sob as costelas, pálpebras vermelhas e cefaleia, como precursores; depois arrepios febris, com sede e lábios secos, diarreia constante, consistindo em muco verde-escuro e branco, com cólica, língua coberta por saburra viscosa, falta de apetite, pulso cheio e 104 por minuto, crises de desfalecimento, grande fraqueza constante; a língua está dolorosa em toda a sua superfície e coberta por matéria espessa, muito fétida, 12.

  • Febre, como tifo; ataque súbito de calafrio com tremores, com desfalecimento e perda de todas as forças, seguido de perda completa da consciência, depois calor queimante, com pele seca, mãos e pés frios, com frialdade alternante também em outras partes da pele, delírio constante, dia e noite, contorção de todo o corpo e agitação de um lugar para outro, com convulsões constantemente recorrentes, durante as quais os olhos parecem por vezes muito abertos e fixos, outras vezes afectados por movimentos convulsivos e especialmente por expressão e olhar ambliópicos, lábios e língua secos e fendidos, com ulcerações superficiais brancas e dolorosas, distensão timpânica do estômago e dos intestinos, sensibilidade de todo o abdómen, pressão, especialmente na região cecal, constipação intestinal alternando com diarreia, urina escassa, turva, castanho-avermelhada, vermelhidão inflamatória da glande e do orifício da uretra, respiração alternando com alguns paroxismos de tosse, batimentos desiguais e variáveis do coração e do pulso; aqui e ali, especialmente no braço, no tórax e no escroto, havia manchas brancas mosqueadas. Esses sintomas duraram duas semanas, seguidos de erupção varioliforme no tórax, com suor geral e prurido da pele, zumbido constante nos ouvidos, após o que começou a recuperação e esta progrediu, ocorrendo apenas vários furúnculos, que em parte se pareciam com condilomas. Após esse indubitável, característico e pronunciado intermezzo febril, houve decidida melhoria da diátese gonorreica, que até então existira em consequência da vacinação, especialmente o onanismo, as emissões e a paralisia opressiva que se aproximava da insanidade, num jovem, e seguiu-se cura completa, 12.

  • Estado febril durante todo o dia, especialmente à tarde, com estiramento dos membros, sensação de frio, com afrontamentos subsequentes e algum suor (vigésimo segundo dia), 13.

  • Paroxismo de febre; por volta do meio-dia ficou fraco, ligeiramente arrepiado, e foi obrigado a deitar-se, seguido de afrontamentos, peso e embotamento da cabeça e algum suor; alívio após permanecer deitado por algum tempo (quinquagésimo dia), 13.

  • Muito estiramento, como se um paroxismo febril estivesse prestes a surgir, 12.

  • Febre, alternando frio e calor, 13.

  • Alternâncias de calor e frio, de manhã (décimo oitavo e vigésimo quarto dias), 76.

  • Frequentes afrontamentos, todos seguidos de suor, com ardor no abdómen e em todos os membros, 12.

  • Afrontamentos todos os dias, após o pequeno-almoço, 12. [3300.]

  • Afrontamentos, de modo que o suor se acumulava no rosto, frequentemente durante o dia (décimo terceiro mês), 12.

  • Calor agradável por todo o corpo, com dedos frios, especialmente da mão esquerda, sem sede, durante toda a noite, com sensação de pele de galinha e ligeiros arrepios que percorriam todo o corpo (após três horas e meia), 3.

  • Pulsação quente por todo o corpo, 12.

  • Violento afluxo sanguíneo todas as noites, com latejamento e batimentos nos vasos a cada movimento; sentado fica mais tranquilo, 1.

  • Violento afluxo sanguíneo; o coração bate violentamente; ao subir escadas é frequentemente obrigada a descansar, 1.

  • Calor queimante generalizado, à noite (décimo terceiro dia), 76.

  • Acesso de calor, das 22 às 23 h, com ansiedade, falta de ar e tosse (sétimo mês), 12.

  • Calor e vertigem, durante meia hora (após duas horas), 75.

  • Calor, à noite, com insónia, e assim que fecha os olhos, visões de toda a espécie de figuras, 12.

  • Calor, com agitação no sangue, subida de sangue ardente ao tórax e à cabeça, martelar no peito e opressão da respiração, vermelhidão escura do rosto, confusão da cabeça, inflamação dos olhos, calor no estômago, com desejo de coisas geladas, com frialdade constante dos pés e grande mau humor, 12. [3310.]

  • Calor à noite, suor e cefaleia, aliviados após levantar-se da cama (trigésimo nono dia), 13.

  • Muito calor de manhã; calafrio, seguido de calor e sonolência, à noite (vigésimo segundo e vigésimo terceiro dias), 76.

  • Muito calor seco à noite, e sono inquieto, 1.

  • Apenas calor seco, sem conseguir transpirar, 12.

  • Calor, com pulso febril (vigésimo terceiro dia), 76.

  • Calor, com sede, sem ser precedido nem seguido de sensação de frio, e com vivacidade mental (após uma e quatro horas), 3.

  • Calor constante da cabeça, a ponto de não saber o que fazer, aliviado pelo frio externo, 12.

  • Sensação aumentada de calor sobre a fronte, de manhã (terceiro dia), 20.

  • Ardor doloroso no vértice, em ambas as têmporas, na parte superior do lado esquerdo do tórax até às costas, no lado direito do abdómen médio, na virilha esquerda e nas costas, com frialdade em toda essa extensão, com peso paralítico em ambos os membros inferiores, 12.

  • O occipício estava externamente mais quente ao toque num ponto particular, ao qual correspondia sensação de calor e pressão no cérebro, 62. [3320.]

  • Calor no rosto (imediatamente), 79.

  • Calor súbito do rosto e vermelhidão (após uma hora), 8.

  • Calor do rosto, com peso da cabeça, após comer e ao entardecer, 12.

  • Calor do rosto, com mãos e pés vermelhos e inchados, agravado após comer, com aperto da respiração, 12.

  • A pele do rosto é vermelha, quente, frequentemente descamativa, dói muito ao lavar, como se estivesse em carne viva e demasiado fina, 12.

  • Sensação constante de calor em todo o rosto, sem alteração de cor e sem sede; as pontas dos dedos estão frias, o restante das mãos morno, e todo o restante do corpo quente ao toque (após três quartos de hora), 8.

  • Calor do rosto e vermelhidão ardente das faces, em duas noites consecutivas, 1.

  • Calor no rosto e vermelhidão, sem sede, enquanto está sentado (após três horas), 8.

  • Sensação de calor queimante no rosto, que não causa nem calor real, nem vermelhidão, nem suor, com mãos geladas, com calor moderado no restante do corpo (após duas horas), 5.

  • Calor queimante apenas no rosto e nas faces, durando todo o dia, 1. [3330.]

  • Afrontamentos no rosto, sem sede, enquanto as mãos e o restante do corpo estavam apenas quentes (após meia hora), 8.

  • Aumento de calor no rosto, com confusão embotada na cabeça (efeito do álcool), (décimo segundo dia), 48.

  • Calor nas faces, com a cefaleia (trigésimo quinto dia), 48.

  • Calor intensamente ruborizante nas faces, ao entardecer (quinquagésimo sexto dia), 14.

  • Vermelhidão e ardor da face esquerda, com sensação de frio nas costas a cada movimento, ao erguer-se e sentar-se (não ao estar de pé ou sentado quieto); os dedos tornam-se mortos, 1.

  • Grande calor e peso sobre o tórax, falta de ar e tosse irritativa seca esporádica, com pontadas na cabeça, ao caminhar, à tarde (vigésimo primeiro dia), 76.

  • Mãos ardendo de calor, 12.

  • Mãos quentes, com veias distendidas, enquanto o rosto está frio e a fronte quente (após doze horas), 8.

  • Suor.

  • Suor e calor ao amanhecer, 1.

  • Um suor vaporoso irrompeu por todo o corpo, continuando por meia hora e seguido de diminuição da dor na região da nuca, após comer sopa quente, à noite (quinto dia), 32. [3340.]

  • O suor profuso à noite, de modo que era obrigado a mudar de camisa três, quatro e cinco vezes durante a primeira fase da patogenesia, cessou agora há três semanas (septuagésimo nono dia), 13.

  • Suava todas as noites, de modo que ensopava de cinco a sete camisas, como no começo da patogenesia (após seis meses), 13.

  • Suor, de modo que mudava de camisa várias vezes à noite, como na fase inicial da patogenesia (após doze meses), 13.

  • Sensação como se o suor estivesse prestes a irromper (décimo quarto e décimo quinto dias), 45.

  • Suor constante e fétido (após quatro semanas), 12.

  • Suor nocturno com cheiro a ranço, que terminou as cãibras e a febre precedentes, 12.

  • O suor de toda a pele impregna a roupa com odor persistente, repugnante e nauseante, peculiar apenas à gonorreia, no terceiro mês, e persiste, alternando em intensidade, com o estado geral inalterado durante três meses, desaparecendo gradualmente após coriza muito violenta, 12.

  • Suor com cheiro azedo, quase todas as noites, 38.

  • Suor com cheiro azedo, por vezes, 12.

  • Suor, ao despertar, tão intenso na face interna das coxas que a pele ficava completamente molhada, enquanto o resto do corpo estava seco (septuagésimo primeiro dia), 78. [3350.]

  • Suor matinal de cor amarela no abdómen e nas nádegas, 12.

  • Suor de manhã, durando muito tempo, 12.

  • Suou durante a noite (vigésimo nono dia), 76.

  • Assim que adormecia à noite, surgia um suor agradavelmente quente em todas as partes cobertas, que desaparecia ao despertar; isso repetia-se frequentemente durante a noite, 4.

  • Suor nocturno com sono agitado, 12.

  • Suor nocturno profuso, mas com pés extraordinariamente frios, 12.

  • Suor nocturno profuso, manchando de amarelo a roupa, como se estivesse saturada de óleo, 12.*

  • Suor frio por todo o corpo (vigésimo dia), 43.

  • Transpiração fria, 12.

  • Suor ao mover-se (quadragésimo nono dia), 13. [3360.]

  • Suor na fronte diariamente, de manhã, 12.

  • Suor profuso em todos os genitais masculinos, 1.

  • Suor profuso em torno dos genitais, ao despertar (nono dia), 33.*

  • Escroto, períneo e face interna das coxas, a pingar suor, ao despertar de manhã (décimo terceiro dia), 32.*

  • Suor no escroto, 3.*

  • Suor numa metade do escroto, 1.

  • Suor nas mãos e nos pés, 1.

  • Suor profuso nas axilas, 1.

  • Suor de cor avermelhada nas axilas, 12.

  • Suor fétido entre os membros inferiores, 12. [3370.]

  • Suor na parte superior da coxa, perto dos genitais, enquanto sentado, 1.

  • Os pés suam constantemente (quadragésimo quarto dia), 42.

  • Suor nos pés, especialmente nos dedos, 1.*

  • O suor dos pés torna-se pior e fétido, 12.

  • O suor dos pés aumenta, de modo que, ao despertar de manhã, a cama fica completamente ensopada e as meias têm de ser mudadas a cada duas ou três horas, com descamação da pele das plantas, 12.

  • O suor dos pés, até então suprimido, regressa com melhoria geral, 12.

  • Suor profuso em ambos os calcanhares, 12.

CONDIÇÕES

  • Agravação.

  • ( Manhã ), imaginação insana; vexação; tontura; ao levantar-se, tontura; dor de cabeça surda; dor de cabeça; dor compressiva na fronte e nos olhos; dor na fronte; dor lacerante no lado direito da cabeça; pontada no olho; aglutinação dos olhos; visão fraca; 7 A.M., dor no rosto; dor em sacudidas em dente cariado; gosto ruim; gosto insípido; pigarreio; ao despertar, sede; eructação ácida; pressão no estômago; diarreia; 5 a 10 A.M., desejo de urinar; ereção; disfonia; tosse; opressão respiratória; ao despertar, sensação puxante no lado esquerdo do pescoço; pontadas e dores lacerantes nos tornozelos e pés; 3 a 6 A.M., dor nos braços; sensação puxante nos braços; ao despertar, debilidade; contratura na barriga da perna esquerda; os sintomas.

  • ( Fim da manhã ), 10 a 11 A.M., dores lacerantes nos dentes; os sintomas; sensação de frio.

  • ( Tarde ), Após 3 P.M., os sintomas.

  • ( Noite ), Choro; tontura; dor no abdómen; dor lacerante no lado direito da cabeça; ao caminhar ao fresco, sensação de plenitude e pressão no occipício; ardor nas pálpebras; dor dolente na orelha, nos dentes e no olho direito; coriza seca; dor no rosto; até à meia-noite, odontalgia; dores lacerantes nos dentes; dor dolente nas gengivas e nos incisivos inferiores; gosto insípido; enjoo; cãibra no estômago; 6 a 8 P.M., ardor na traqueia; disfonia; coceira; 6 a 7.30, sensação de frio; afluxo sanguíneo.

  • ( Noite ), Angústia; ao despertar, tontura; dor na cabeça; olhos aglutinados; ao deitar-se, dor no rosto, nos dentes e na orelha; dor lacerante no rosto; rangido dos dentes; odontalgia lacerante; constrição na região epigástrica; 2 a 3 A.M., sensação compressiva de plenitude no lado direito do abdómen; cólica incisiva; diarreia; tosse; respiração curta; dor no tórax; dores lacerantes nos membros inferiores; 10 a 11 P.M. e 12 a 2 A.M., os sintomas; coceira; suor; suor rançoso.

  • ( Ao fresco ), lacrimejamento; visão turva; tosse seca, de cócegas.

  • ( Na cama ), dores na cabeça e nos dentes.

  • ( Ao curvar o corpo ), dores na metade inferior da coluna vertebral.

  • ( Ao inclinar-se para trás ), dor nos músculos abdominais.

  • ( Ao inclinar o corpo para o lado direito ), dor lacerante no epigástrio; dor lacerante no espaço poplíteo direito.

  • ( Após o café da manhã ), ondas de calor.

  • ( Ao respirar profundamente ), pontada no pulmão direito.

  • ( Mastigação ), sensação puxante nos músculos temporais; dor no músculo temporal esquerdo; odontalgia nos dentes posteriores.

  • ( Ao fechar os olhos ), tontura.

  • ( Frio ), os sintomas.

  • ( Ao tossir ), pontadas através do encéfalo; pontada na região inguinal direita; pontada no pulmão direito.

  • ( Bebidas frias ), dor em dente cariado.

  • ( Após o jantar ), tontura.

  • ( Após comer ), falta de vontade de falar; perda das ideias; gosto nauseante; gosto viscoso; gosto ácido; soluços; dor no epigástrio; pressão no estômago; transtornos flatulentos; tosse; dificuldade respiratória; dor no tórax.

  • ( Após tomar gelados ), sensação de raspagem na garganta.

  • ( Ao comer ), odontalgia nos dentes inferiores; eructações de ar.

  • ( Ao entrar em aposento aquecido ), odontalgia.

  • ( Ao adormecer ), dor puxante desde as glândulas inguinais, através das coxas, até os joelhos.

  • ( Ao subir escadas ), dor na tíbia; dificuldade respiratória.

  • ( À inspiração profunda ), tensão no hipogástrio.

  • ( Ao rir ), pressão e pontada na garganta.

  • ( Luz intensa ), pontadas nos olhos.

  • ( Ao fixar atentamente o olhar no trabalho ), dor no lado direito da cabeça.

  • ( Ao olhar para baixo para objetos em movimento ), tontura.

  • ( Ao olhar para cima ), tontura.

  • ( Deitado ), tontura; dor lacerante na cabeça.

  • ( Deitado de costas ), pressão no estômago.

  • ( Deitado sobre o lado direito ), pontadas no lado direito do abdómen.

  • ( Deitado sobre o lado esquerdo ), palpitação.

  • ( Deitado de lado ), espasmo cardíaco.

  • ( Deitado sobre o ombro ), dor nele.

  • ( Refeições ), pressão no estômago.

  • ( Durante as refeições ), pontada na região do baço.

  • ( Movimento ), tontura; sensação de peso na cabeça; dor na têmpora direita; sensação de peso e pressão no estômago; paralisia; palpitação; sensação puxante nos membros; dor na terceira falange do dedo indicador.

  • ( Movimento rápido ), falta de ar.

  • ( Movimento após comer ), debilidade estomacal.

  • ( Movimento da cabeça ), dor na fronte; dor em pontada no lado direito da cabeça; dor no alto da cabeça; rigidez do pescoço.

  • ( Ao mover a cabeça lateralmente ), tontura.

  • ( Ao mover o pescoço ), pontada nos músculos cervicais.

  • ( Durante a música ), choro e tremor dos pés.

  • ( Pressão ), sensibilidade dolorosa na asa direita do nariz; dor compressiva no tórax; sensibilidade dolorosa nos joelhos.

  • ( Durante o repouso ), dor no osso parietal direito; sensação puxante no polegar e no dedo; dor nas extremidades; dor lacerante no braço direito; os sintomas.

  • ( Sentado ), pontadas no pénis; pontadas desde as virilhas, através das coxas; ardor no ânus; dor puxante nas costas; dor compressiva nas costas; debilidade na região lombar; dor no cóccix; sensação puxante no sacro, no cóccix e na coxa; dor dolente na nádega direita.

  • ( Tabagismo ), dor de cabeça; odontalgia; enjoo; sensação de estufamento no abdómen.

  • ( Ao espirrar ), pontada na parte inferior do pulmão direito.

  • ( Bebidas alcoólicas ), os sintomas.

  • ( Em pé ), dor na virilha; dor na região lombar.

  • ( Ao abaixar-se ), tontura; azia; palpitação; dor na região lombar; dor lancinante no quadril esquerdo.

  • ( Durante a evacuação ), coriza fluente.

  • ( Ao espreguiçar o corpo ), sensação de compressão nas mamas.

  • ( Ao engolir ), dor na fronte; dor constritiva na orelha esquerda; rugido nos ouvidos; pontada abaixo do lado direito da língua; dores como picadas na garganta; dor como em carne viva na garganta; pontada no lado esquerdo da traqueia.

  • ( Ao falar ), pressão e pontada na garganta.

  • ( Ao falar alto ), tosse seca.

  • ( Tabaco ), os sintomas.

  • ( Toque ), dor no olho esquerdo; dor na terceira falange do dedo indicador.

  • ( Ao virar a cabeça de repente ), pontadas na cabeça.

  • ( Ao virar o corpo ), dor na região lombar.

  • ( Ao urinar ), dor mordente na uretra; dor incisiva na uretra; ardor na uretra; coceira na glande.

  • ( Ao despertar do sono ), dor de cabeça da fronte ao occipício.

  • ( Ao caminhar ), tontura; dor incisiva no lado acima do fígado; pontadas no fígado; dor nas virilhas; dor opressiva nos testículos; coceira das partes pudendas; pontadas nas partes pudendas; asma; dor no lado esquerdo das costas; sensação de peso do membro inferior direito para o anoitecer; tensão do quadril à virilha e à coxa; dor na coxa; dor pulsátil no lado externo do joelho; pontadas nos condilomas.

  • ( Ao caminhar ao fresco ), cambaleio; dor de cabeça; dor nas faces; dor no músculo deltóide direito; sensação de deslocamento na articulação do joelho e da anca.

  • ( Sopa quente ), odontalgia.

  • ( Vinho ), tontura; espasmos; desassossego circulatório; febre.

  • ( Ao bocejar ), estalidos nas articulações da mandíbula inferior.

  • Melhora.

  • ( Ao fresco ), sensação de secura no nariz; os sintomas.

  • ( Ao inclinar-se para trás ), dor na cabeça.

  • ( Ao comer ), dor na fronte.

  • ( Eructação de gases ), enjoo.

  • ( À inspiração profunda ), pontadas no lado direito.

  • ( Deitado sobre o lado esquerdo ), pressão no estômago.

  • ( Movimento ), dor de cabeça; sensibilidade dolorosa e rigidez do lado do corpo; espasmo cardíaco; dor lacerante no braço direito.

  • ( Pressão ), dores na cabeça.

  • ( Esfregar a fronte com a mão ), dor de cabeça.

  • ( Ao caminhar ), dor no rosto, nos dentes e nos ouvidos.

  • ( Ao caminhar ao fresco ), dor de cabeça.

  • ( Calor ), dor no rosto, nos dentes e nos ouvidos, desfalecimento na região cardíaca; os sintomas.

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