Kalium nitricum
por Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Referência histórica para profissionais e estudantes. As afirmações abaixo refletem os ensinamentos homeopáticos do autor indicado e não comprovam a eficácia do tratamento. Este texto não constitui aconselhamento médico e não deve substituir um diagnóstico ou cuidados adequados.
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Emocional.
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Excitação após um copo de vinho, como se tivesse bebido demais (primeiro dia), 29.
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Delírio, 35.
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Abatimento do humor (oitavo dia), 29a.
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Deprimida; pensa que deve morrer, 13.
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Tédio, humor choroso, expressão triste, 13.
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Ansiedade, frequentemente à tarde (após vinte dias), 14.
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Ansiedade, com suor por todo o corpo, 13.
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Ansioso, fraco, com suor no estômago, à tarde até a noite (após trinta dias), 13.
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Sensação invulgar de ansiedade, 36. [10.]
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Ansiedade muito grande, 32.
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Ansiedade terrível, com frieza interna, seguida de desfalecimento e morte, 40.
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Inquieto, apreensivo, receoso, sensível, rabugento, 14.
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Propenso à irritação, 30.
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Irritabilidade, 9.
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Irritado, mal-humorado, 14.
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Humor muitíssimo irritadiço (nono dia), 28.
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Humor irritadiço, rabugento, à noite (nono dia), 28.
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Irascível, 37.
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Humor perverso, hipocondríaco, descontente consigo mesmo e com o mundo, rabugento, irritável e completamente indisposto para o trabalho mental (quinto dia), 23.
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Intelectual. [20.]
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Meditativo e preocupado, 12.
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Indisposto para pensar e esgotado, pela manhã, com sensação de calor no rosto e testa quente, 15.
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Indisposição para o trabalho (primeiro dia), 25.
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A menos que fosse despertado, permanecia em estado de meio estupor, mas estava bastante racional e era capaz de responder a perguntas e dar conta de seu caso (após quatro horas), 45.
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Em parte aturdido, como em intoxicação, 38.
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Perda da consciência, 39.
CABEÇA
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Confusão e Vertigem.
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Confusão na cabeça, quase o dia inteiro (oitavo dia), 29a ; de manhã (segundo dia); ao despertar (oitavo dia), 28.
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Confusão na cabeça, com repuxamento no lado da cabeça e na fronte, para o entardecer (quarto dia), 22.
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Confusão na cabeça, à noite, com alguma opressão no tórax (décimo primeiro dia), 28.
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Confusão na cabeça, quase como intoxicação após um copo de vinho da Madeira (décimo dia), 29. [30.]
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Confusão na parte anterior da cabeça, na fronte (décimo dia), 29b.
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Confusão e latejamento na fronte (nono dia), 13.
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Melancolia, confusão na cabeça, dificuldade de pensar; tudo é logo esquecido, 15.
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Tendência à vertigem, ao abaixar-se, como se fosse cair para a frente (primeiro dia), 28.
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Vertigem, 39.
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Frequentes acessos de vertigem, como se fosse cair para o lado direito e para trás ao caminhar à noite (antes disso tinha tomado um copo de cerveja forte), 29b.
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Tontura na cabeça, de manhã, como após intoxicação, 13.
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Cabeça tonta e fraca, 11.
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Cabeça em Geral.
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Embotamento na cabeça e sonolência (nono dia), 13.
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Aturdimento e sensação de peso na cabeça, de manhã, como após intoxicação, 14. [40.]
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Sensação de peso na cabeça, e dor irradiada por toda a cabeça, 9.
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Sensação de peso na cabeça (após duas horas), 15.
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Sensação de frouxidão e pontadas no encéfalo, 13.
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Dor na cabeça e no pescoço, persistente desde a noite, através da noite inteira e do dia seguinte, afetando sobretudo o lado esquerdo, 14.
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Dor de cabeça, 9 ; (oitavo e décimo segundo dias), 28 ; à tarde, 26c ; ao entrar num aposento aquecido, 26b ; ao virar a cabeça, 26d.
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Dor de cabeça, mais como uma confusão, 30.
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Dor de cabeça, com calor, aumentando para o entardecer e durando até as 10 horas (primeiro dia), 28.
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Dor de cabeça de manhã, como após uma noite de excessos, 15.
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Dor de cabeça ao despertar, sensação de plenitude no abdómen, evacuações diarreicas, com sensação de frio, 13.
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Dor de cabeça que impede o sono a noite inteira e ainda continua de manhã (após quarenta dias), 13. [50.]
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Dor de cabeça, após a refeição (vigésimo primeiro dia), 13.
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Dor de cabeça, de modo que ela era incapaz de comer (vigésimo sétimo dia), 14.
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A dor de cabeça tornava-se quase intolerável ao abaixar-se, 14.
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Dor tensional profunda na cabeça, após a refeição, 13.
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Dor estourante na cabeça, com pontadas na orelha esquerda e nas clavículas, de onde a dor irradia até os cotovelos (vigésimo segundo dia), 14.
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Repuxamento no meio da cabeça, estendendo-se em direção à têmpora direita, durando até a noite, pela manhã (décimo quinto dia), 28.
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Dor de cabeça, uma pressão em direção ao meio da cabeça e à têmpora esquerda, de manhã (segundo dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva, sobretudo na região frontal (primeiro dia), 25.
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Dor de cabeça pressiva de manhã; depois irradiando para o occipício; à noite houve aumento do calor na cabeça (terceiro dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva, sobretudo à tarde (décimo segundo dia), 15. [60.]
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Dor de cabeça pressiva, misturada com pontadas na fronte (décimo quarto dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva, mais no lado direito da fronte, misturada com pontadas penetrantes súbitas, para o entardecer (quarto dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva muito intensa (sexto dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva muito intensa, mais do lado direito, por volta do meio-dia, e especialmente da 1 às 4 da tarde, desaparecendo após uma soneca de meia hora (décimo primeiro dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva, à noite (décimo quarto dia), 15.
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Dor cortante e pontadas na cabeça, com pressão ao redor dos olhos e sonolência, juntamente com aumento das dores, 14.
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Fronte.
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Sensação de peso e confusão na fronte, durando duas horas, 13.
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Sensação de peso e dor de cabeça na fronte (primeiro dia), 13.
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Dor no lado direito da fronte, surgindo de repente ao caminhar, que logo se estendeu em direção ao alto da cabeça e daí ao occipício e a ambas as têmporas; a dor parecia localizar-se no couro cabeludo; foi sentida primeiro apenas ao sacudir a cabeça, como ao tossir, caminhar etc., e a dor tinha caráter indefinido; depois tornou-se pouco a pouco mais violenta, e era sentida ao virar a cabeça e até mesmo durante o repouso; quando mais intensa, a pele da fronte doía como de contusão; juntamente com latejamento doloroso no occipício e nas têmporas; à pressão firme a dor de cabeça melhorava, de modo que quase não era sentida; à noite tinha desaparecido completamente, 26b.
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Dor no seio frontal direito, com coriza obstruída (quarto dia), 25. [70.]
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Dores constritivas na fronte e nos olhos, que se unem na ponta do nariz, onde há uma sensação escavante e beliscante, 14.
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Dor surda na fronte e no alto da cabeça, mais para o lado esquerdo, bastante intensa e persistente até as 10 da manhã, quando desapareceu, mas voltou após a refeição e durou até a noite, 26d.
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Repuxamento através da fronte, à noite (quinto dia), 29a.
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Dor de cabeça na região do arco superciliar, após a refeição, 9.
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Pressão em toda a fronte, por vezes apenas pontadas perfurantes surdas, de manhã (quarto dia), 28.
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Pressão na fronte acima da raiz do nariz, e sensação de tensão na pele da fronte (terceiro dia), 23.
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Pressão na fronte o dia inteiro, como se os olhos fossem saltar da cabeça, e como se pequenas pedras estivessem ao redor deles, 14.
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Leve pressão na fronte (nono dia), 28.
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Pressão muito intensa na fronte, que se estende aos olhos (décimo terceiro dia), 28.
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Pressão muito intensa na fronte, com grande afluxo sanguíneo à cabeça, ao meio-dia (primeiro dia), 28. [80.]
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Pressão lacerante no lado direito da fronte, atrás do olho, estendendo-se em direção ao occipício, pior após café, e também ao caminhar; pontada rítmica, melhorada ao andar de carroça (ao fresco), 15.
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Dor pressiva nos seios frontais (sétimo dia), 25.
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Dor pressiva muito intensa na fronte (primeiro dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva na fronte (após quatro horas), 28.
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Dor pressiva muito intensa, profunda na cabeça, atrás do olho esquerdo (após dez horas), 15.
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Dor de cabeça pressiva na fronte (primeiro dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva na fronte, especialmente acentuada sobre o olho direito, de manhã logo ao levantar-se; e uma dor de cabeça surda durante o dia inteiro (sétimo dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva na fronte e no occipício, por volta do meio-dia, e especialmente para o entardecer (décimo dia), 28.
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Dor de cabeça pressiva muito intensa na fronte, durando o dia inteiro, com batimentos no occipício e nas têmporas (quinto dia), 28.
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Pontadas e pressão como a separar no lado esquerdo da fronte, ao abaixar-se, 15. [90.]
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Dor em pontadas com interrupções rítmicas na fronte atrás dos olhos, pior ao caminhar; durante o repouso, apenas algumas pontadas em longos intervalos, durante toda a tarde e a noite, 15.
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Têmporas.
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Dor de cabeça na têmpora esquerda e região frontal, com cambaleio, sensação de vertigem, vacilação e angústia, com suor, 13.
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Repuxamento na têmpora esquerda e no olho esquerdo (segundo dia), 29a.
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Dor pressiva na têmpora direita, 15.
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Pontadas finas na têmpora esquerda, logo após a refeição (décimo quinto dia), 13.
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Pontadas repuxantes passageiras, mais na têmpora esquerda do que na direita (décimo terceiro dia), 28.
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Dor lacerante na têmpora esquerda de tempos em tempos (oitavo dia), 14.
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Dor lacerante na têmpora direita, desde a noite até de manhã, algo melhorada ao pressioná-la (após trinta dias), 13.
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Vértice.
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Dor na parte superior da cabeça, tornando-se pouco a pouco mais intensa até eu sair, quando desapareceu (três quartos de hora após uma dose), 26c.
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Dor de cabeça no vértice, somente de manhã ao levantar-se, durante cinco dias, 13. [100.]
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Dor constritiva no vértice, durando duas horas, 13.
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Dor constritiva no vértice, com sensação de peso na cabeça, à tarde e na noite seguinte (após seis dias), 13.
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Pressão no vértice, piorada ao colocar a mão sobre ele (terceiro dia), 14.
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Pressão no vértice como se uma pedra estivesse sobre ele (sétimo dia), 14.
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(A sensação de um peso no vértice aumentou tanto ao tomar o medicamento que a patogenesia foi abandonada), 27.
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Algumas pontadas no lado esquerdo do vértice, 15.
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Dor lacerante e pontadas no vértice e no occipício, dor cortante nos intestinos e, por fim, evacuação: primeiro de fezes moles, depois apenas muco, às 9 e 10 da noite, 13.
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Parietais.
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Dor no lado direito da cabeça, perto do vértice, desaparecendo ao colocar a mão sobre ela; esse ponto doloroso, do tamanho da mão, parecia quente ao toque, mesmo depois de a dor ter desaparecido, 26c.
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Dores passageiras no lado direito da cabeça (logo após uma nova dose), 26c.
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Dor muito intensa no lado direito da cabeça por uma leve corrente de ar, 26c. [110.]
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Dor muito intensa na região do osso parietal esquerdo, em direção à meia-noite, algo melhorada após retirar a touca de dormir (após oito dias), 26.
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Repuxamento lacerante nos ossos parietais e na fronte, frequentemente recorrente, com confusão na cabeça (terceiro dia), 22.
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Occipício.
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Compressão muito intensa no occipício, de modo que tudo ficava rígido; depois, dor na região da nuca como um puxão nos cabelos, estendendo-se aos ombros, e com tensão e pontadas por toda a face e pescoço, dificuldade para engolir, angústia e suspensão da respiração, das 11 da manhã às 4 da tarde (terceiro e quarto dias), 14.
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Dor de cabeça no occipício, melhorada ao prender o cabelo, 14.
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Repuxamento e dor lacerante no occipício, de modo que ela não podia mover a cabeça, com rigidez na região da nuca durante uma hora; seguido, após duas horas, de repuxamento e dor lacerante nas escápulas, com grande debilidade; mal podia levantar os pés; juntamente com frio sem sede, calor à noite sem sede nem suor subsequente (sexto dia), 14.
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Pressão e sensação de peso no occipício, frequentemente (décimo terceiro dia), 13.
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Dor pressiva em direção ao occipício, que pouco a pouco se transforma em pontadas, pioradas pelo toque, mesmo durante o repouso, parecendo pontadas rítmicas, 15.
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Dor pressiva muito intensa misturada com batimentos no occipício, à noite (nono dia), 28.
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Dor aguda, quase lacerante, no lado direito do occipício, 26c.
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Uma pontada muito intensa no lado esquerdo do occipício, durante a menstruação (após vinte e nove dias), 13. [120.]
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Latejamento ardente no lado esquerdo do occipício, à noite na cama, 13.
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Dor em sacudidas no occipício, como se fosse no osso, e após três quartos de hora também no osso do quadril, onde só desapareceu depois de algumas horas, alternando por fim com tensão atrás da orelha direita; continuou a noite inteira, 13.
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Certa sensação de frio no occipício estava sempre relacionada às dores na cabeça, 28.
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Cabeça Externa.
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Queda abundante do cabelo (após trinta dias), 13.
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Pequenas placas escamosas no couro cabeludo, com coceira (após vinte e oito dias), 13.
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Dor num ponto do lado direito do vértice, como uma contração no couro cabeludo, de manhã após levantar-se, 13.
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Dor de cabeça no vértice, como um puxão dos cabelos, 13.
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Grande sensibilidade do couro cabeludo, doloroso à pressão (após cinco dias), 14.
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Grande sensibilidade do vértice ao toque, 13.
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Dor como de contusão e grande sensibilidade do vértice (segundo dia), 13.
OLHO. [130.]
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Certa inflamação catarral dos olhos, especialmente do esquerdo, ao despertar pela manhã (terceiro dia), 22.
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Ardor nos olhos e debilidade como por sonolência (sexto dia), 13.
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Ardor e lacrimejamento dos olhos, pela manhã (vigésimo segundo dia), 13.
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Ardor nos olhos, que são intolerantes à luz (após dezessete dias), 13.
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Ardor nos cantos externos (terceiro dia), 13.
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Ardor violento nos olhos, pela manhã, após levantar-se, desaparecendo depois de lavar-se (décimo quarto dia), 13.
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Ardor violento nos olhos e lacrimejamento, pela manhã após lavar-se com água fria, 13.
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Ardor violento nos olhos, com rubor dos cantos, durante três dias, 13.
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Pressão nos olhos (sexto dia), 29a.
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Pressão nos olhos e, ao pressionar o globo ocular, dor nas órbitas (décimo quarto dia), 28. [140.]
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Pressão no olho direito (segundo dia), 29a.
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Pressão momentânea em ambos os olhos, em diferentes momentos (quinto dia), 29a.
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Pressão lancinante atravessando ambos os olhos, logo após a ceia (quinto dia), 29a.
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Leve pressão no olho esquerdo (segundo dia), 29a.
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Dor por pressão nos olhos, como se houvesse areia ou poeira neles, durante todo o dia (após dezesseis dias), 13.
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Pressão repuxante através do olho esquerdo e do lado esquerdo da fronte, seguindo um trajeto oblíquo (sétimo dia), 25a.
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Dor dilacerante constante nos cantos internos, 13.
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Ardor mordicante como por água salgada, especialmente no olho esquerdo (vigésimo oitavo dia), 13.
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Coceira no olho direito e lacrimejamento acre constante, que escorre pela bochecha, 12.
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Coceira com pontadas no canto interno do olho esquerdo e no canto externo do olho direito; coceira no lado direito do pescoço, na parte superior do braço esquerdo, no lado esquerdo da fronte, no lado direito do tórax etc. (nono dia), 29a.
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Órbita. [150.]
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Dor compressiva nas órbitas, piorada ao pressionar a parte superior do globo ocular (nono dia), 28.
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Pálpebras.
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As pálpebras do olho direito ainda vermelhas, com muita coceira (décimo primeiro dia), 28.
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Rubor inflamatório e inchaço da pálpebra direita, ardor no canto externo do mesmo olho e pontadas compressivas (nono dia), 28.
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Com a dor de cabeça, as pálpebras se fecham, 14.
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Aglutinação das pálpebras de ambos os olhos, pela manhã (décimo nono dia), 13.
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Aglutinação das pálpebras do olho direito com muco, pela manhã (décimo quinto dia), 13.
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Pressão sob a pálpebra superior do olho esquerdo, como por um pelo, 14.
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Pontadas e ardor na pálpebra, aumentando sem cessar juntamente com a dor de cabeça, de modo que fiquei totalmente incapaz de trabalhar; por isso tomei Aconite 6ª por olfação, o que aliviou um pouco as dores (nono dia), 28.
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Ardor mordicante das pálpebras do olho direito; é forçado a esfregá-las, 15.
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Aparelho Lacrimal.
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Escorre involuntariamente, sem cessar, muita água do olho direito, 12.
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Globo Ocular. [160.]
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Dor no globo ocular esquerdo, como se fosse agarrado e comprimido de ambos os lados, de modo que seu eixo longitudinal aumentasse, às 3 da tarde, durante o jantar (segundo dia), 29.
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Pressão no globo ocular direito (sétimo dia), 29a.
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Dor compressiva muito passageira no globo ocular direito, 26c.
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Leve pressão no globo ocular direito, em diferentes momentos (nono dia), 29a.
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Visão.
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Perda da visão, 39.
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Cegueira passageira, 16.
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Depois de tomar salitre, o odor de cânfora frequentemente lhe escurece diante dos olhos, de modo que ela nada pode ver, 14.
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Anéis de cores variadas diante dos olhos, com boa visão, durante dois dias, 14.
OUVIDO
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Inflamação e inchaço do lóbulo da orelha direita, com ardor e coceira intensos, a ponto de ter de coçá-lo; calor e rubor do lóbulo, 15.
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Dor nos ouvidos, com tensão no meato auditivo direito, 13. [170.]
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Dor tensional atrás da orelha direita o dia inteiro, com pontada atrás da orelha esquerda quando a dor diminuía, 15.
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Pressão de lados opostos nos ouvidos e nas têmporas (terceiro dia), 23.
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Pontada no ouvido direito, ao entardecer (quinto dia), 29a.
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Pontada no ouvido direito, de modo que ela não podia deitar-se sobre esse lado à noite (trigésimo quarto dia), 14.
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Pontada no ouvido, com dor de cabeça (trigésimo quinto dia), 14.
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Pontada atrás da orelha direita, como se estivesse profunda na cabeça, 15.
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Dor surda em pontada no ouvido direito, 15.
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Uma pontada no ouvido direito, seguida de fisgadas nele, 13.
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Pontadas intensas atrás da orelha esquerda, estendendo-se em direção à articulação do maxilar, 15.
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Dor dilacerante no meato auditivo direito (sétimo dia), 15. [180.]
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Dor dilacerante atrás das orelhas durante duas horas (décimo quarto dia), 15.
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Latejamento rítmico com o pulso arterial no ouvido esquerdo (sexto dia), 28.
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Cócegas na cartilagem do meato auditivo direito, pela manhã, na cama (nono dia), 29a.
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Coceira excessiva no meato externo (décimo quinto dia), 13.
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Audição.
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Perda da audição, 39.
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Surdez passageira, 16.
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Rumor nos ouvidos, como de água corrente (primeiro dia), 23.
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Sibilo surdo muito leve na cabeça (primeiro dia), 22.
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Forte tinido no ouvido esquerdo, ao entardecer (segundo dia), 23. [190.]
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Tinido nítido no ouvido esquerdo, 13.
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Um bramido pulsante diante do ouvido direito, 26c.
NARIZ
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Objetivo.
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A pele do nariz está vermelha como se estivesse inflamada, 12.
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Ponta do nariz inflamada (trigésimo sétimo dia), 14.
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Uma úlcera profunda na narina direita, que após vários dias fica coberta por uma crosta (após dezenove dias), 13.
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Espirros pela manhã sem catarro (décimo dia), 29a.
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Espirros frequentes (segundo dia), 27 ; (décimo nono e vigésimo dias), 14 ; à noite, por volta das 10 horas (nono dia), 29a.
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Muitos espirros quase imediatamente, 12.
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(Espirros violentos, várias vezes), (nono dia), 29a.
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Espirros violentos, pela manhã (trigésimo e quadragésimo dias), 13. [200.]
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Algumas gotas de água escorrem do nariz sem catarro, 12.
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Catarro com espirros (logo após uma nova dose), 13.
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Catarro violento, com obstrução do nariz, perda do olfato e voz áspera (décimo primeiro e décimo segundo dias), 13.
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Catarro antes obstruído do que fluente, com ardor externamente ao redor do nariz, 12.
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Catarro ora seco, ora fluente, embora constante, 12.
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O catarro corria livremente ao ar livre, menos em casa, 26b.
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(O catarro de que padecia tornou-se insolitamente pior, da narina direita pingava água clara, e o muco era difícil de desprender), 26b.
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Hemorragia nasal, sem aliviar a cabeça, ocorreu no dia subsequente ao sangramento da crosta na ponta do nariz, 14.
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Hemorragia nasal três vezes em uma semana; o sangue era acre como vinagre (após vinte dias), 14.
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Sangramento da narina esquerda ao assoar o nariz, 13. [210.]
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Sangramento da narina esquerda, imediatamente após levantar-se, seguido de alívio da dor de cabeça, 26c.
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Saída de sangue ao assoar o nariz, logo após levantar-se, seguida de algum sangramento nasal, 26c.
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Sangue coagulado, ou pequenas bolinhas de sangue, saem do nariz ao assoá-lo (após dezessete dias), 13.
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Subjetivo.
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Secura do nariz e ardor do local (habitualmente) dolorido no nariz (sétimo dia), 28.
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Obstrução do nariz, com gosto desagradável (terceiro dia), 28.
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Obstrução do nariz com espirros frequentes (décimo nono dia), 13.
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Obstrução do nariz durante dois dias, seguida de eliminação de muco purulento fétido com espirros (após quarenta e oito dias), 13.
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Ardor ao redor do nariz com sensação escavante e arranhante, agravado pelo toque, com tumefação da narina direita, como se houvesse nela uma erupção, com falta de passagem de ar no nariz, 14.
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Ardor na narina direita como se estivesse ferida, ao assoar o nariz (quarto dia), 13. [220.]
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Sensação arranhante e ardor ao redor das asas do nariz, 14.
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Sensação de tumefação na narina direita, dolorosa à pressão, 13.
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Dor como de contusão na parte superior da narina direita, com sensibilidade à pressão externa, 13.
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Os ossos do nariz doem, especialmente quando são segurados, 12.
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Dor na ponta do nariz como se uma pústula fosse se formar (sexto dia), 14.
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Coceira no lado esquerdo da ponta do nariz, internamente (oitavo dia), 29a.
ROSTO
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Objetivo.
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Expressão pálida e doentia, 13.
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Rosto contraído e muito angustiado (após quatro horas), 45.
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Palidez do rosto como após longa enfermidade (após trinta dias), 13.
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O rosto, anteriormente vermelho, tornou-se pálido e colapsado, como na cólera, 39. [230.]
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Rosto encovado; nariz pálido e frio, 35.
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Músculos do rosto convulsionados (após um quarto de hora), 42.
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Um movimento visível de contrações bruscas dos músculos do rosto, especialmente junto ao olho e no lado direito do pescoço, durante um cochilo leve pela manhã, por volta das 8 horas; o primeiro ataque foi na região da articulação direita do maxilar; eu estava completamente consciente, mas depois, ao pensar nisso, fiquei receoso de que evoluísse para um espasmo epiléptico; e durante a noite sonhei que os olhos estavam firmemente cerrados, e tentei em vão abri-los durante o ataque, sendo forçado a abri-los à força com os dedos, 26d.
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Subjetivo.
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Sensação de calor no rosto, sem aceleração do pulso (após algumas horas), 30.
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Dor dilacerante aguda nos ossos do lado esquerdo do rosto, 13.
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Bochechas.
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Dor tensional nas bochechas, com rubor delas e aumento do latejamento na cabeça, como se fosse no meio do encéfalo, 13.
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Pontadas como de agulhas na bochecha esquerda, seguidas de ardor (trigésimo oitavo dia), 14.
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Dor dilacerante nos ossos zigomáticos, 15.
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Dor roente no maxilar superior esquerdo, perto da asa do nariz (quinto dia), 13.
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Dor aos arrancos no osso zigomático direito, à noite, 15. [240.]
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Dor aos arrancos no maxilar superior e no osso zigomático, 15.
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Dor intermitente, aos arrancos, no osso zigomático, estendendo-se em direção ao alto da cabeça durante todo o dia, por vezes também no punho, 15.
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Lábios.
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Contração dos músculos, pela qual a boca ficou distorcida, 33.
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Queixo.
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Repuxamento no lado direito do maxilar inferior (décimo terceiro dia), 28.
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Pressão e pontada surda na articulação direita do maxilar ao movê-lo e ao engolir (quinto dia), 15.
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Dor dilacerante, primeiro no lado direito do queixo, depois abaixo do maléolo externo direito, estando sentado, 13.
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Dor dilacerante em faixa estreita no meio da base do maxilar inferior direito (nono dia), 29a.
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Dor dilacerante no maxilar inferior esquerdo, estendendo-se para a cabeça, com odontalgia na mesma fileira dentária, melhorada por pressão e por deitar-se sobre esse lado, à noite, na cama, 13.
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Dor dilacerante repuxante no lado esquerdo do maxilar inferior e em um dente cariado do mesmo lado (sexto dia), 29a.
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Dor dilacerante em pontadas entre a apófise mastoide e o ângulo do maxilar inferior do lado direito (nono dia), 29a.
BOCA
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Dentes.
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Afrouxamento de um dente posterior superior, seguido de dor ulcerativa durante todo o dia, 13.
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Sensação de aperto no dente do siso inferior esquerdo, cariado, perceptível durante o sono (sexto dia), 29a.
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Rumorejo em um dente posterior superior doente, como se o ar entrasse e saísse através dele, 13.
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Odontalgia perfurante, com pressão na cabeça e, ora calor, ora frio; perto do meio-dia, melhor à noite, 14.
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Odontalgia repuxante e pungitiva, ora do lado direito, ora do esquerdo, nos dentes posteriores superiores, tanto ao ar livre como em casa, 15.
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Pontadas em um dente cariado ao toque, com a gengiva correspondente inflamada, tumefeita, vermelha e dolorosa, e que sangra facilmente (após vinte dias), 14.
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Odontalgia dilacerante, com dor dilacerante na cabeça, da manhã até o meio-dia, 14.
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Dor dilacerante violenta em um dente superior esquerdo, 13.
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Dor dilacerante lancinante nos incisivos superiores, ao ar livre, à noite e na manhã seguinte (após o trigésimo nono dia), 13.
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Dor ulcerativa nos dentes superiores, especialmente nos posteriores (após oito dias), 13. [260.]
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Odontalgia pulsátil desperta-o do sono às 3 da madrugada e à meia-noite, piorada pelo frio, sem alteração pelo aquecimento, 13.
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Odontalgia pulsátil na arcada superior esquerda, à noite, ao caminhar ao ar livre (décimo sétimo dia), 13.
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Dores em sacudidas nos dentes (oitavo dia), 15.
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Odontalgia em sacudidas na arcada superior esquerda, como de ulceração, 13.
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Odontalgia em sacudidas em um dente posterior superior esquerdo, 15.
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Sacudidas frequentes nos dentes posteriores superiores, 13.
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A odontalgia piora ao inspirar ar e estende-se aos incisivos, 15.
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Gengivas.
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Inchaço da gengiva na face externa dos dentes superiores direitos, com dolorimento intenso, 13.
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A gengiva na face interna dos dentes superiores direitos parece tumefeita, com pulsação violenta nela, 13.
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Estado escorbútico, 17.
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Língua. [270.]
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Língua coberta de saburra branca (primeiro e sétimo dias), 25.
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Língua coberta de saburra branca até a ponta (sétimo dia), 29a.
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Língua muito branca, saburrosa (décimo terceiro dia), 28.
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Língua coberta por uma camada mucosa branca (após 5 grãos), 5.
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Língua vermelha, porém inteiramente limpa (após quatro horas), 45.
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Pequenas pápulas ardentes na ponta da língua, pioradas à noite (após catorze dias), 13.
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Uma vesícula ardente na ponta da língua (após dezoito dias), 13.
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Secura da língua e da boca, pela manhã (sexto dia), 24.
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A língua arde na ponta e na superfície anterior, como se estivesse cortada, à noite (décimo quinto e décimo sexto dias), 13.
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Pontada violenta seguida de ardor na metade direita da língua, 26b.
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Boca em geral. [280.]
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Boca saburrosa pela manhã (terceiro dia), 13.
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Odor ofensivo da boca, que ela própria não percebe, 13.
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Pequeno inchaço doloroso no lado direito do céu da boca, 26c.
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Secura da boca sem sede, desaparecendo após o desjejum (décimo primeiro dia), 13.
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Sono interrompido várias vezes por secura da boca, provocando sede (primeira noite), 25.
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Secura da boca e da língua, e sede acentuada, despertou-o depois da meia-noite (terceira noite), 24.
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Secura invulgar da boca, de modo que era frequentemente forçado a beber antes e depois do jantar (após 9 grãos), 8.
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Frieza na boca, estendendo-se logo em seguida ao estômago (após 9 grãos), 5.
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Saliva.
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As glândulas salivárias, especialmente as submaxilares, estavam aumentadas de volume, duras e dolorosas; a secreção salivar aumentou, com sensação de peso constante e dor em toda a cabeça e debilidade de todo o corpo (segundo dia), 9.
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Aumento da secreção salivar na boca (após 7 grãos), 6. [290.]
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Acúmulo de água na boca (primeiro dia), 22 ; após comer um pouco de pão, às 2 da tarde, ocasião em que estava com muita fome, embora tivesse comido duas horas antes, 26b.
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Paladar.
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Gosto desagradável, 28.
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Gosto desagradável e aumento da secreção de muco, expelido apenas ao pigarrear (quinto dia), 28.
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Gosto desagradável, nauseoso, na boca, durante todo o dia (após dezoito dias), 13.
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Gosto nauseoso, persistente mesmo após beber água e cacau (décimo terceiro dia), 28.
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Gosto repugnante (logo), 28.
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Gosto adocicado, nauseoso (logo), 30.
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Gosto azedo na garganta, pela manhã, ao levantar-se, 13.
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Gosto desagradável, acidulado (décimo quarto dia), 28. [300.]
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Gosto ácido, logo (após 7 grãos), 6.
-
Gosto desagradável, ácido, após o desjejum (segundo dia), 28.
GARGANTA
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Pigarro de muco à tarde, com expectoração de um pedaço com a forma e a consistência de fígado, de sabor adocicado, 13.
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Dor na garganta (quarto dia), 25.
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Ardor na garganta por três dias, melhorado apenas por curto tempo por bebidas frias, 13.
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Ardor terrível na garganta, estômago e intestinos, 39.
-
Dor compressiva na garganta, como de inflamação incipiente, persistindo por vinte e quatro horas (após nove horas), 15.
-
Dor incisiva na garganta, como se fosse na laringe, com deglutição dificultada (após oito dias), 14.
-
Pontada na garganta, de manhã ao levantar-se, também externamente à pressão sobre a laringe e ao comer, 13. [310.]
-
Pontada na garganta, agravada pela deglutição, 13.
-
Pontada no meio da garganta e nas fauces, ao engolir, 15.
-
Pontada no lado esquerdo da garganta ao engolir e ao falar, melhorada pela ingestão de alimentos (décimo sexto e décimo sétimo dias), 13.
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Odinofagia dia e noite, com inflamação do arco do céu da boca e da úvula durante quatro dias (após dez dias), 13.
-
Odinofagia à noite, muito violenta, como se a garganta fosse se fechar, e como se ela não conseguisse fazer passar ar por ela, 13.
-
Dor como de contusão na garganta (terceiro dia), 23.
-
Sensação de carne viva na garganta logo em seguida, 13.
-
Sensação de carne viva na garganta, com disfonia e ardor na faringe como azia, 13.
-
Sensação de carne viva e raspagem na garganta; ela era frequentemente forçada a pigarrear, o que causava dor no tórax; à noite e de manhã (após oito dias), 13.
-
Sensação de carne viva nas coanas, como se fosse surgir coriza (primeiro dia), 22. [320.]
-
Após os mais violentos paroxismos de tosse, sentia-se frequentemente raspagem na garganta, como por acidez do estômago (da qual eu nunca antes padecera), 26b.
-
Cócegas na garganta; ele era forçado a pigarrear, mas não expelia nada, 13.
-
Úvula e Amígdalas.
-
Úvula e amígdalas vermelhas, com deglutição dolorosa da saliva, repugnância ao tabagismo e prostração geral, para o entardecer (segundo dia), 25.
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Esôfago.
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Sensação glutinosа no esôfago, como se a mucosa estivesse coberta por uma geleia espessa e glutinosa (quinto dia), 24.
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Sensibilidade dolorosa do esôfago tão grande, que por cinco dias ela foi incapaz de engolir comida ou bebida irritantes, 11.
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Engolia muito facilmente sempre que comia, 13.
ESTÔMAGO
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Apetite.
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Bom apetite, apesar de todos os incômodos e dores (depois de trinta dias), 14.
-
Desejo incessante de comer e beber, 51.
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A fome canina voltou entre 10 e 11 horas da manhã, e alternava-se com alguma dor incisiva na região do umbigo (depois de 9 grs.), 8.
-
Fome canina, sem verdadeiro desejo de alimento, juntamente com sede aumentada (depois de duas horas), 9. [330.]
-
Fome canina violentíssima, na parte da manhã (depois de 7 grs.), 8.
-
Uma espécie de fome canina sem verdadeiro apetite ao anoitecer (quinto dia), 28.
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Uma espécie de sensação de fome, sem verdadeiro apetite, seguida por verdadeira repugnância à comida durante toda a manhã (por mais de três horas), com língua branca saburrosa, de modo que não tomei o café, contra o hábito; às 10 horas da manhã, com verdadeiro apetite, pão com manteiga soube tão bem que, sem intenção, comi um pedaço a mais do que de costume, após o que me senti muito bem (décimo dia), 29.
-
Falta de apetite e muita sede (quinto dia), 24.
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(Falta de apetite com fome aumentada!), (segundo dia), 9.
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Apetite ruim (sétimo dia), 25.
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Sem apetite (primeiro dia), 25.
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Sem apetite à noite, embora eu nada tivesse comido; contudo, a ceia soube muito bem, e dela comi fartamente (décimo dia), 29.
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Sem apetite, embora ela coma por hábito sem dificuldade, 13. [340.]
-
Apetite completamente suprimido, 9.
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Sede.
-
Sede à tarde, com ardor na garganta, desaparecendo depois de beber água (vigésimo dia), 13.
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Sede durante a menstruação (décimo nono dia), 13.
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Sede sem apetite marcante, 12.
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Sede aumentada (depois de 11 e 13 grs.), 7.
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Muita sede, mas sem apetite desde o desjejum (sétimo dia), 25.
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Sede acentuada (segundo e terceiro dias), 9.
-
Sede acentuada, sem cessar, 9.
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Sede violenta, 9. [350.]
-
Bebeu bastante água, 49.
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Ausência de sede, com bom apetite quase todos os dias, 13.
-
Eructações.
-
Eructações o dia inteiro (sétimo dia), 25.
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Eructações e náusea, 9.
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Eructações e sensação de calor no estômago (logo em seguida), (primeiro dia), 25.
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Eructações repetidas (depois de um quarto de hora); recorrendo (depois de duas ou três horas); repetidas (após cada dose), 24.
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Eructações frequentes e náusea (logo), 9.
-
Eructações violentas (logo em seguida), 9.
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Eructações de ar (primeiro e segundo dias), 23.
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Soluços.
-
Soluços pela manhã, em jejum (décimo quarto dia), 13.
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Azia.
-
Azia, 9.
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Náusea e Vômitos. [360.]
-
Náusea pela manhã, na cama (sétimo dia), 29a.
-
A náusea a despertou do sono à noite e só desapareceu depois de regurgitar muito muco, 13.
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Náusea e calafrios por algum tempo após a dose (terceiro dia), 23.
-
Sensação de náusea no estômago, com ardor e pressão (segundo dia), 23.
-
Náusea e inclinação ao vômito, durando cinco horas (uma hora após 9 grs.), 5.
-
Náusea, seguida de vômito difícil e evacuações diarreicas, 33.
-
Náusea e vômito doloroso, 41.
-
Náusea, arcadas terríveis, vômitos e purgação, 36.
-
Enjoo no estômago e movimentos dolorosos no abdome, seguidos de evacuações diarreicas, 13.
-
Enjoo no estômago (logo), 13. [370.]
-
Enjoo, com pressão no estômago e repugnância à comida, às 5 horas da manhã, na cama, 11.
-
Enjoo à tarde, seguido de eructações provenientes do estômago, arcadas e, depois, subida de água amarga, que traz alívio, repetindo-se após meia hora e à noite (depois de cinquenta dias), 13.
-
Enjoo no estômago com subida de água, 13.
-
Enjoo e arcadas, 13.
-
Enjoo, tremor do corpo inteiro, dor de cabeça compressiva e como de espancamento, arcadas na garganta, ardor nos olhos, debilidade como de sonolência, 13.
-
Enjoo no estômago, com acúmulo de água na boca (durante a menstruação), 13.
-
Enjoo e acúmulo de água na boca, logo após a ceia, melhorado ao comer novamente (sexto dia), 29a.
-
Enjoo e náusea no epigástrio, à noite (sétimo dia), 29a.
-
Enjoo no estômago, com náusea e sensação de peso, à noite, após sopa (sexto dia), 29a.
-
Arcadas dolorosas ao redor do umbigo, com náusea, ao caminhar depois do almoço, 15. [380.]
-
Vômitos, 34, 35; (alguns minutos após a segunda dose), 50; (depois de um quarto de hora), 42.
-
(Vômitos para o anoitecer, depois de tomar um copo de cerveja), (quinto dia), 24.
-
Vomitou logo em seguida, sem cessar, de modo que não podia tomar a menor coisa (segundo dia), 48.
-
Vomitou abundantemente (depois de dez minutos), 45.
-
Vômitos violentos, mas sem purgação, tanto quanto se pôde averiguar, 43.
-
Vômitos violentos e dolorosos, com evacuações diarreicas, 38.
-
Vômito de sangue, 18.
-
Vômitos frequentes de líquido mucoso com sangue (depois de quatro horas), 45.
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Vômitos, a princípio de muco e água, depois de muco com sangue, 13. [390.]
-
O material expelido do estômago vinha misturado com muito sangue escuro, 38.
-
Vômitos, primeiro do conteúdo do estômago e depois de sangue; foi expelida grande quantidade de líquido e sangue coagulado de cor arroxeada; os vômitos continuaram por quatro horas, durante as quais ela deve ter bebido e vomitado mais de dois galões; nas seis horas seguintes nada tomou; mas então tornou a passar mal e vomitou repetidamente durante três horas; expelindo sangue grumoso, tanto líquido quanto coagulado, 37.
-
Estômago.
-
Inflamação do estômago, 17.
-
Distensão da região epigástrica, eructações insípidas e, uma vez, acúmulo de água na boca como numa pirose aquosa, com falta de apetite, sede e língua branca saburrosa (segundo dia), 25.
-
Debilidade como de desmaio na região do epigástrio, 13.
-
Uma condição irritável do estômago, dos intestinos e dos órgãos do aparelho urinário persistiu por muito tempo após o ataque, 39.
-
Peso e sensação de plenitude na região do estômago (segundo dia), 9.
-
Sensação incômoda no estômago, como se algo estivesse se revolvendo nele; pela manhã, após levantar-se, 13.
-
Sensação de frio e dor no estômago, seguida de dores agudas em pontada, não apenas no estômago, mas por todo o corpo, que se tornaram tão violentas que, durante quinze minutos, ele não pôde respirar fundo sem a dor mais aguda a cada inspiração, 10. [Após tomar uma onça em oito doses, uma a cada hora e meia. -Hughes.] [400.]
-
Frieza glacial no estômago, com dor ao toque; desaparecendo depois de deitar-se à noite; com enjoo e subida de água; também depois, na manhã do vigésimo dia, após caldo de leite, embora sem enjoo, 13.
-
Dor no estômago, 17, 18, 33. [Falconer (Nº 18) registra: 'dor no estômago estendendo-se aos intestinos'. -Hughes.]
-
Dor na porção esquerda da região epigástrica, somente ao caminhar, 26c.
-
Dor no estômago, como se estivesse desarranjado, embora sem esforços para vomitar (depois de cinquenta dias), 13.
-
Sensação dolorosa na boca do estômago e na região epigástrica, ao inspirar profundamente e ao assoar o nariz, 15.
-
Dores muito intensas na região epigástrica, logo em seguida, 36.
-
Dor muito intensa no estômago e no corpo inteiro, logo em seguida, 11.
-
Cardialgia, 41.
-
Ligeira sensação de calor na região epigástrica, 49.
-
Sensação de calor queimante e dor acentuada no epigástrio (depois de um quarto de hora), 42. [410.]
-
Ardor no estômago, seguido de pressão na região epigástrica, imediatamente após nova dose (sétimo dia), 25.
-
Queimação terrível no estômago, 35.
-
Dor intensa em queimação no estômago, logo em seguida (após a segunda dose), 50.
-
Dor em queimação extrema no epigástrio, muito aumentada pela pressão (depois de quatro horas), 45.
-
Dor prolongada e sensibilidade dolorosa do estômago, acompanhadas de muita flatulência e fluxo de saliva na boca, 18. [Revisto por Hughes.]
-
Dor em queimação compressiva na região epigástrica, que aumentou pouco a pouco e, por fim, tornou-se uma dor perfurante surda (logo em seguida); depois de meia hora, uma dor incisiva ao longo do trajeto dos intestinos, de modo que parecia poder seguir a ação do medicamento nos intestinos; ao mesmo tempo, emissão profusa de gases e desejo de evacuar, com azia e algum calor por todo o corpo; após uma hora, uma evacuação normal, 9.
-
Sensação como de fogo no estômago, 41.
-
Fogo ardente no estômago, 33.
-
Sensação de plenitude no estômago, 25.
-
Uma plenitude com falta de apetite só desapareceu por volta das 5 da tarde, depois de uma evacuação pouco consistente e escassa, após a qual tive grande apetite (décimo dia), 29. [420.]
-
Grande plenitude após o almoço, seguida, três horas depois, de dor no estômago, como se algo pesado estivesse deitado nele, durando até a noite (sexto dia), 25.
-
Opressão no epigástrio, como por contratura dolorosa, ao caminhar e ao ficar de pé pela manhã, 13.
-
Propenso a cãibras no estômago, 17.
-
Cólica no estômago, logo após uma dose (terceiro dia), 23.
-
Fisgadas no estômago, com náusea e acúmulo de água na boca por vários minutos, logo após a ceia (quinto dia), 29a.
-
Fisgadas momentâneas no estômago, ao beber cacau (décimo dia), 29a.
-
Pressão na extremidade cardíaca e na base do estômago (depois de quarenta minutos), 9.
-
Pressão e ardor no estômago aumentados, com evacuações líquidas (segundo dia), 9.
-
Pressão na região epigástrica (primeiro dia), 25. [430.]
-
Sensação de pressão no epigástrio (sétimo dia), 25.
-
Pressão no estômago, melhorada por eructações, pela manhã (quinto dia), 23.
-
Pressão no epigástrio por duas horas, à tarde (décimo oitavo dia), 13.
-
Pressão e roedura no epigástrio, que também é doloroso à pressão externa (vigésimo segundo dia), 13.
-
Pressão no epigástrio, de fora para dentro, como por um nódulo, também com sensibilidade à pressão externa, imediatamente após o almoço (vigésimo dia), 13.
-
Pressão no estômago e no tórax, tão unidas que era difícil distinguir qual era realmente a parte que sofria (quarto dia), 22.
-
Dor compressiva na porção posterior e superior da região epigástrica, junto e por trás das cartilagens das costelas, que se estende quase até a boca do estômago, somente ao caminhar; essa dor voltou no dia seguinte, na porção superior da metade esquerda da região epigástrica, ao caminhar, por volta do meio-dia, não sendo sentida à tarde nem à noite, mesmo caminhando rapidamente, 26d.
-
Dor compressiva no epigástrio, 15.
-
Pontadas incisivas no epigástrio e na parte superior do abdome após o desjejum, 15.
-
Sensibilidade do estômago, com acúmulo de água na boca, durante a menstruação, 13. [440.]
-
Região epigástrica muito dolorosa e sensível ao menor toque (segundo dia), 36.
-
Ficou quase desfalecido pelas dores roentes e em queimação no scrobiculus cordis; não contínuas, mas espasmodicamente violentas, 37.
-
Sensação dos batimentos do pulso, como à distância, na região epigástrica, em direção à extremidade cardíaca (depois de oito minutos), 9.
ABDÓMEN
-
Hipocôndrio.
-
Pontadas sob as falsas costelas e acúmulo de gases; as dores cessam com a emissão de gases (sexto dia), 29a.
-
Pontadas sob as falsas costelas direitas, no flanco, estendendo-se para as costas, como se por trás do fígado, 15.
-
Algumas pontadas no lado esquerdo sob as costelas, da tarde até à noite (primeiro dia), 15.
-
Cólica, com retortijões sob as falsas costelas esquerdas (cólon descendente), estendendo-se à região epigástrica (cólon transverso), pior ao ficar de pé e ao caminhar, aliviada ou removida ao encolher-se; a pressão sobre o cólon descendente aumentava as dores, e, após encolher-se, elas eram de novo sentidas (sétimo dia), 29a.
-
Dor no hipocôndrio esquerdo como após um golpe violento; com dores na região lombar, que eram frequentemente tão violentas que ela não podia deitar-se, seguidas de leucorreia durante oito dias; isto, juntamente com as dores lombares, cessou logo após o fluxo menstrual, 14.
-
Região Umbilical e Flancos.
-
Retortijões na região umbilical após sopa (sexto dia), 29a.
-
Retortijões na região umbilical por acúmulo de gases, desaparecendo após a emissão de gases, à noite (quinto dia), 29a. [450.]
-
Retortijões na região umbilical, seguidos de alguma flatulência e da evacuação de dejeção líquida e clara, após comer (sexto dia), 29a.
-
Retortijões em torno do umbigo com emissão de gases, seguidos de alívio na cabeça (oitavo dia), 29a.
-
Retortijões em torno do umbigo e sob as falsas costelas do lado esquerdo, seguidos de emissão frequente de gases, sem alívio completo da dor, de manhã, na cama (sétimo dia), 29a.
-
Cólica e dor incisiva no abdómen antes de evacuação normal, 13.
-
Dor incisiva passageira na região umbilical, com sensação de que era frequentemente forçado a evacuar, sem ser modificada pela evacuação habitual, mas com emissão frequente e abundante de urina (após 14 grãos), 8.
-
Distensão e pontada no lado esquerdo do abdómen, aliviadas ao encolher-se, 13.
-
Abalos súbitos no lado esquerdo do abdómen, como por algo vivo, 13.
-
Abdómen.
-
A inflamação do canal intestinal teve curso violento durante dezoito dias, causando a morte, 38.
-
Abdómen inchado, mas macio em toda a extensão, e muito doloroso ao toque (segundo dia), 48.
-
Distensão do abdómen e emissão de gases (com desejo de evacuar), logo após nova dose, 13. [460.]
-
Distensão do abdómen, quase até rebentar, à noite, 13.
-
Grande distensão do abdómen e emissão de muitos gases fétidos com a evacuação habitual (vigésimo e vigésimo primeiro dias), 13.
-
Abdómen distendido (após 7 grãos), 6.
-
Abdómen distendido, com muito rumor abdominal e emissão de gases (quinto dia), 24.
-
Abdómen algo distendido, à tarde, com muita emissão de gases por volta das 4 horas, frequentemente reiterada até tarde da noite (primeiro dia), 24.
-
Abdómen distendido, tenso (quinto dia), 15.
-
Rumor abdominal sem evacuação, de manhã até à noite (vigésimo nono dia), 13.
-
Rumor abdominal, seguido de desejo de evacuar sem resultado; emissão frequente de gases (terceiro dia), 24.
-
Rumor abdominal, com cólica que se estendia para cima até ao estômago, sensível externamente, e para baixo até ao lado esquerdo do abdómen, onde havia pontada, com distensão, emissão frequente de gases e sensação como se fosse ocorrer diarreia, por duas horas (após trinta e oito dias), 13.
-
Rumor muito ruidoso em todo o canal intestinal sem dor, perto do meio-dia (primeiro dia), 34. [470.]
-
Violento rumor abdominal sem cólica nem evacuação (após 13 grãos), 7.
-
Começaram movimentos no abdómen (após vinte e cinco minutos), 9.
-
Urgência para eliminação de gases e sensação como se tivesse de sobrevir diarreia; com a flatulência há evacuação, porém apenas de algumas gotas de um líquido muito fluido (segundo dia), 23.
-
Emissão de gases e rumor abdominal (primeiro dia), 23.
-
Emissão de muitos gases à noite, com sensação de raspagem no reto, 15.
-
Gases mais abundantes e mais fétidos do que o habitual, 2.
-
Muita flatulência fétida (quarto dia), 22.
-
Sensação de vazio na região do cólon transverso, 15.
-
Dor no abdómen e na região lombar, durante a menstruação, 13. [480.]
-
Dor acentuada no abdómen, 43.
-
Dor muito intensa no abdómen, seguida de emissão de gases, 15.
-
Dor muito intensa no abdómen, especialmente do lado direito, depois de comer vitela; terminando após duas horas com dor compressiva no estômago, com sensação de vazio nele; algumas horas depois, de novo dor incisiva no abdómen, diminuindo, mas continuando toda a noite, 15.
-
Dores terríveis no abdómen que não podem ser aliviadas, 41.
-
Dores excruciantes no abdómen, 33.
-
Dor em queimação no abdómen, sentado e curvado para a frente, estendendo-se à região lombar, desaparecendo ao erguer-se (vigésimo primeiro dia), 13.
-
Sensação de plenitude no abdómen (após 8 grãos), 5.
-
Plenitude no abdómen, sem desejo de comida, embora comesse com apetite (primeiro dia), 29.
-
Retortijões na região do cólon transverso (primeiro dia), 23.
-
Retortijões, depois pontadas no abdómen e na região lombar, especialmente de manhã e à noite (oitavo dia), 13. [490.]
-
Dor cólica em todo o abdómen à noite, com rumor abdominal; estende-se para cima, até sob a mama esquerda, onde há uma pontada, 13.
-
Durante a menstruação (que estava aumentada), retortijões no abdómen, 13.
-
A evacuação habitual precedida por retortijões e dores no abdómen e na região lombar, 13.
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Retortijões no abdómen com acúmulo de gases, percebidos durante o sono (sexto dia), 29a.
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Movimentos cólicos no abdómen sem desejo de evacuar, interrompendo-se frequentemente (quarto dia), 13.
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Retortijões frequentes aqui e ali no abdómen (quinto dia), 13.
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Cólica com retortijões e evacuação mole (décimo segundo dia), 20.
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Leve repuxamento no abdómen, após a ceia (sétimo dia), 28.
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Sensação incômoda de repuxamento no intestino delgado (após 9 grãos), 33.
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Pressão ardente e surda, aqui e ali, em várias partes do abdómen acima do umbigo, 13. [500.]
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Dores incisivas no abdómen de manhã e à noite, durante vários dias, 13.
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Leve dor incisiva no intestino delgado (uma hora após 7 grãos), 2.
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Cólica incisiva no intestino delgado, como a que se sente frequentemente quando os intestinos estão demasiado cheios de ar (após 5 grãos), 8.
-
Cólica incisiva violenta (após 13 grãos), 7.
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Pontadas súbitas, violentas e dolorosas em diversas partes do abdómen, à noite (décimo dia), 13.
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Dores lacerantes constantes nos intestinos (segundo dia), 36.
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Dores lacerantes violentíssimas no cólon, logo se estendendo a todo o canal intestinal e provocando cãibra no estômago, imediatamente, 38.
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Cólica sem evacuações, 9.
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Cólica passageira de manhã e à tarde (após 7 grãos), 8.
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Hipogástrio e Regiões Ilíacas.
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Dor violenta, lacerante e ardente, como se em profundidade na bacia, à noite, pior no repouso do que com o movimento; também parece localizar-se na articulação da anca ou no osso da anca, 15. [510.]
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Pontada e ardor no abdómen inferior, e também no reto, após o jantar, agravados pelo movimento (décimo dia), 13.
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A região púbica é dolorosa ao toque (terceiro dia), 23.
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Durante a menstruação, ardor na virilha direita, sentado e curvado para a frente, 13.
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Dor constritiva violenta na virilha esquerda, ao caminhar; via-se frequentemente forçada a retrair a parte para dentro; quase lhe tirava a respiração; seguida de evacuação semilíquida, com muco, e cessação da dor; a dor era frequentemente uma pontada à noite (décimo primeiro dia), 13.
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Tração e pressão em direção aos anéis inguinais (quinto dia), 15.
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Sensação de compressão ou pressão acima do ílio esquerdo, ao caminhar (sexto dia), 13.
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Pontada no meio de ambos os ílios, enquanto sentado, 13.
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Pontada dolorosa na região inguinal esquerda, estendendo-se para fora através do ílio, ao caminhar, 13.
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Pontadas intensas na virilha direita e, ao mesmo tempo, no ílio (oitavo dia), 13.
RECTO E ÂNUS
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Objetivo.
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As hemorróidas no recto aumentaram de volume, com pontadas (quinto dia), 15. [520.]
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As hemorróidas estão mais protusas, embora sem dor, e logo voltam novamente a ficar mais pequenas (trigésimo sexto dia), 13.
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Eliminação de sangue pelo ânus com evacuação dura, mas sem dor (vigésimo quarto dia), 13.
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Eliminação de sangue pelo ânus, bem como pela vagina (após o aborto espontâneo); no segundo dia as evacuações diarreicas, assim como os lóquios, eram menores, mas no terceiro ambos voltaram mais violentos do que nunca, e na evacuação havia o que pareciam ser porções membranáceas dos intestinos misturadas com sangue, 11.
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Subjetivo.
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Pressão e tenesmo retal no ânus durante uma evacuação fisiológica (após 5 e também após 6 grãos), com emissão de flatulência (após 7 grãos), 6.
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Pressão ardente no ânus fora da evacuação (vigésimo sétimo dia), 13.
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Coceira no orifício do ânus (sexto dia), 29a.
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Desejo frequente de evacuar e frequentes esforços e sensação de repuxamento em direcção ao ânus, associado a emissão frequente de urina, reiterado após diferentes doses, 1.
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Grande desejo de evacuar, não aliviado por uma evacuação fisiológica, mas persistindo durante todo o dia, com emissão frequente, mas escassa, de urina, 9.
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Desejo urgente de uma evacuação fisiológica, duas vezes em sucessão, antecedido por pontadas e cólicas no abdómen, estendendo-se daí para trás até à região lombar, como por flatulência, pela manhã ao despertar, 13.
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Desejo infrutífero de evacuar (décimo dia), 13.
EVACUAÇÃO
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Diarreia. [530.]
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Diarreia, 34, 41 ; (décimo quarto e vigésimo sétimo dias), 13.
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A diarreia alterna frequentemente com evacuações (primeiro dia), 13.
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Desejo muito urgente de evacuar, e diarreia, pela manhã (oitavo dia), 29a.
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Diarreia com dor muito intensa no abdómen, 17.
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Diarreia antecedida por dores cortantes no abdómen (vigésimo dia), 13.
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Diarreia e cólicas quase constritivas ao redor da cicatriz umbilical, cedendo apenas raramente (quadragésimo primeiro e quadragésimo segundo dias), 13.
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Diarreia horrível, com cólicas atrozes, e evacuações com sangue (após uma semana), 48.
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Diarreia quatro ou cinco vezes durante o dia, seguida de ardor no ânus; depois de se eliminar uma vez alguma evacuação líquida, parece como se o orifício do ânus ficasse obstruído (hæmorrh. saccat.), o que provocava uma sensação incômoda; após esforço grande e protraído, passava muito pouco, com sensação de fezes endurecidas, com alívio do tenesmo retal (sexto dia), 29a.
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Diarreia duas vezes (quarto dia), 14.
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Diarreia duas vezes, com emissão de muitos gases, 3. [540.]
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Diarreia de cor amarelo-vivo duas vezes após uma evacuação fisiológica (nono dia), 29a.
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Purgação (após um quarto de hora), 42.
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Purgação violenta, 44.
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Evacuações moles, do tipo diarreico, antecedidas por rumor abdominal e ruídos nos intestinos (sexto dia), 15.
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Várias evacuações do tipo diarreico sem cólica, 12.
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Três evacuações do tipo diarreico (segundo dia, após 13 grãos); seguidas de constipação intestinal, 7.
-
Duas evacuações do tipo diarreico, sem muita dor no abdómen (após 14 grãos), 7.
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Várias dejeções líquidas dos intestinos (após 7 grãos), 8.
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Evacuação mole várias vezes (quarto dia), 22.
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Função intestinal aberta três vezes em três ou quatro horas, 49. [550.]
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Três evacuações pastosas; com a terceira evacuação, à noite, houve ligeira dor cortante em todo o trajecto intestinal, ligada a ela, que durou duas horas e desapareceu pouco a pouco (após 10 grãos); no dia seguinte a evacuação era dura, não abundante (após 12 grãos); no dia subsequente, três evacuações líquidas (após 13 grãos); no outro dia, quatro evacuações aguadas (após 15 grãos), 4.
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Duas evacuações muito líquidas ao entardecer (após duas evacuações fisiológicas pela manhã), (após 9 grãos), 8.
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Urgência frequente para evacuar, seguida de duas evacuações líquidas antecedidas por cólica cortante (após 7 grãos), 5.
-
Duas evacuações moles, e uma vez diarreia, seguidas de tenesmo retal (vigésimo nono dia), 13.
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Duas evacuações moles em um dia, com cólicas violentas abaixo da cicatriz umbilical, estendendo-se para cima até o tórax, onde se transformavam em dor pungente, 13.
-
Duas evacuações muito moles à noite, antecedidas por cólicas dolorosas no abdómen e desejo de evacuar, 13.
-
Evacuação composta de pequena porção líquida, seguida de algumas fezes consistentes, com sensação como se algo devesse ser expulso; depois, novamente, uma evacuação muito mole antecedida por urgência; tudo isso alternava-se muito rapidamente, e a evacuação cessava como se tivesse sido cortada; às 7 da manhã, menos de uma hora após a dose (segundo dia), 29.
-
Evacuações líquidas abundantes do intestino, durante vários dias, 11.
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Evacuações viscosas durante três dias, 15.
-
A evacuação intestinal estava mais líquida que o usual (após 9 grãos), 3. [560.]
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Evacuação mole após o jantar, seguida de ardor e dor pungente no ânus, de modo que ela não conseguia ficar sentada, 13.
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Evacuação mole ou do tipo diarreico, com rumor abdominal e movimentação interna (primeiro dia), 13.
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Evacuação mole antecedida por cólicas e dores cortantes no abdómen (trigésimo quinto dia), 13.
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Evacuação mole, insatisfatória, na hora habitual (segundo dia), 23.
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Evacuação amarelo-palha (primeiro dia), 29a ; de manhã (terceiro dia), 29a.
-
Evacuação recoberta de muco (vigésimo quinto dia), 13.
-
Evacuações com sangue, 17.
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Evacuação intestinal misturada com sangue, com tenesmo retal, 39.
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Evacuações indolentes (quarto e quinto dias), 15. [570.]
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Evacuação à noite com grande pressão (décimo nono dia), 13.
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Evacuação fisiológica, embora em fragmentos finos, duas vezes, com grande pressão (primeiro dia), 13.
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Evacuação posteriormente ao habitual (terceiro dia), 22.
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Evacuação escassa e fina (décimo dia), 29.
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Evacuação insatisfatória, embora não dura, antecedida por muita urgência, e a evacuação realizada com grande pressão, seguida pelo desaparecimento da sensação de plenitude no abdómen (primeiro dia), 29.
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Evacuação mais dura que mole (após o décimo quarto dia), 13.
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Evacuação dura (quarto dia), 25.
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Evacuação dura, com grande pressão, às 3 da tarde (quarto dia), 24.
-
Evacuação dura três vezes (nono dia), 13.
-
Evacuação dura duas vezes ao entardecer, com tumefação das hemorróidas (trigésimo quinto dia), 13. [580.]
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Evacuação dura à noite, pela segunda vez, antecedida por dor pungente em ambas as virilhas, depois também no ânus, reiterado na manhã seguinte, 13.
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Evacuação dura à noite, com grande pressão e dor pungente nos genitais, 13.
-
Urgência frequente no recto, e à noite sobreveio uma evacuação dura (sexto dia), 24.
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Evacuação dura, seguida de ardor no ânus (oitavo dia), 13.
-
Evacuação dura, moldada como esterco de ovelha, 15.
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Evacuação incomumente dura, seguida de saída de sangue pelo ânus, 26b.
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Sensação frequente como se viesse a ocorrer uma evacuação líquida, mas a evacuação na manhã seguinte era muito dura (sétimo dia), 25.
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Desejo de evacuar e evacuação súbita de uma dejeção líquida, após o que a sensação de repuxamento e o desejo não parecem desaparecer, mas continuam até que, por fim, passem algumas fezes duras e escassas (sétimo dia), 29a.
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Constipação intestinal.
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Evacuação dura e difícil (quinto dia), 15.
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Evacuação dura, com tal esforço que o recto protrui (após quinze dias), 13. [590.]
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Evacuação omitida (quinto dia), 24.
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A evacuação habitual da noite omitida (terceiro dia), 24.
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A evacuação falta por um ou dois dias, 13.
ÓRGÃOS URINÁRIOS
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Uretra.
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Ardor na uretra ao urinar, e urina intensamente reduzida (após cinquenta dias), 13.*
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Ardor na porção anterior da uretra durante a urinação (primeiro dia), 25.
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Ardor no orifício da uretra ao urinar (sétimo dia), 25.
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Dor em queimação ao final da urinação (terceiro dia), 23.
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Pontadas finas no orifício da uretra, 13.
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Pontadas agudas na região da próstata ao urinar, 15. [600.]
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Mordicação na uretra, durante a urinação (terceiro dia), 23.
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Calafrios e cócegas no orifício da uretra (décimo quarto dia), 28.
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Urinação.
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Algum desejo de urinar (após quarenta minutos), 9.
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Desejo aumentado de urinar; foi forçado a urinar a cada dez minutos, mas eliminava apenas um pouco de cada vez; apesar disso, era mais abundante do que o usual (após uma hora), 9.
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Desejo frequente de urinar, com eliminação de muitos gases fétidos (após 8 grains), 2.
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Desejo frequente de urinar, com sensação dolorosa surda na região dos rins, e sede aumentada (após 13 grains), 7.
-
Desejo de urinar frequentemente recorrente, com eliminação de apenas um pouco de urina (após 10 grains), 6.
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Urgência para urinar, a princípio apenas algumas gotas, depois o jato usual, frequentemente (vigésimo terceiro dia), 13.*
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Urinação aumentada, mesmo à noite, com evacuação dura (primeiro dia), 13.
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Eliminação frequente de urina amarela, transparente, 9. [610.]
-
Eliminação frequente e profusa de urina (após 8 grains), 2.
-
Urinação frequente e profusa; a urina é clara como água, 26b.
-
Quando este provador teve várias evacuações intestinais finas, não houve ação acentuada sobre a urina (após 7 grains); mas, enquanto não havia ação sobre o intestino e a evacuação era regular, foi forçado a urinar frequentemente (após 10 e 12 grains), 8.
-
Eliminação abundante de urina, que era escura e vermelha; após várias horas depositava-se um sedimento, que, quando agitado, se elevava em nuvem; após outras doses houve aumento da eliminação de urina, com urgência frequente para evacuar, e também pressão e repuxamento em direção ao ânus; isto se repetiu após diferentes doses, 1.
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Eliminação abundante de urina, que era aguada, emitida a cada duas horas durante o dia, e quase a cada hora à tarde e à noite (após 12, 13 e 15 grains), 4.
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Evacuação profusa de urina (após 73 grains), 1.
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Urina eliminada três vezes, cerca de 2 ounces de cada vez, durante cinco horas, 9.
-
Urinação no total de 7 ou 8 pints durante a noite, 31.
-
Depois que os sintomas irritativos diminuíram, o paciente eliminava mais de um gallon de urina todas as noites, a qual se constatou conter açúcar, 47.
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Estrangúria com eliminação de urina com sangue, 39.
-
Urina. [620.]
-
Aumento da eliminação de urina, com dor repuxante e bastante aguda na região lombar, piorada ao mover o corpo; esta dor iniciou-se pela manhã e continuou até a noite (após 11 grains), 7.
-
Urina aumentada por vários dias (décimo sexto dia), 13.*
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Urina mais abundante e eliminada com mais frequência do que o usual; a cor era amarelo-acastanhada (após 9 grains), 13.
-
Eliminação de urina mais abundante do que o usual (após 5 grains); no dia seguinte, formou-se uma nuvem avermelhada ao ficar em repouso (após 6 grains), 5.
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Urina amarelo-escura (sexto dia), 28.
-
Urina avermelhada (terceiro dia), 23.
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Urina de cor escura, depositando um sedimento cor de pó de tijolo (primeiro dia), 28.
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Nuvem avermelhada na urina, que estava aumentada em quantidade (segundo dia), 13. [630.]
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Urina muito turva, logo depositando um sedimento amarelo (quarto dia), 25.
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Leve sedimento mucoso na urina (após 7 grains), 7.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Masculino.
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Ereções pela manhã, na cama (vigésimo sétimo dia), 13.
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Ereções ao despertar, pela manhã, com grande desejo de relação sexual, que, em hora muito invulgar (pois fora satisfeita no dia prévio), se realizou maxima cum voluptuate (décimo primeiro dia), 29.
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Ereções ao meio-dia, sem pensamentos voluptuosos (décimo sétimo dia), 13.
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Picadas formigantes na glande do pénis (quarto dia), 22.
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Pontada pruriginosa no pénis, à tarde, enquanto estava sentado (trigésimo segundo dia), 13.
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Ardor no orifício do prepúcio, e também algum ardor ao urinar (sexto dia), 28.
-
Sensação frequente de coceira na glande do pénis (sétimo dia), 25.
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Tumefação dolorosa do epidídimo esquerdo, do tamanho de uma avelã, por trás e abaixo do testículo (terceiro dia), 23. [640.]
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Após desejo sexual não satisfeito pela manhã, violenta tensão repuxante e pressão em ambos os testículos e ao longo dos cordões espermáticos até ao abdómen, persistindo por várias horas; com isso os testículos estavam muito dolorosos; mesmo à noite ainda havia tensão neles, estendendo-se aos cordões espermáticos, 15.
-
Sensibilidade de ambos os testículos, que se acham retraídos, com sensação compressiva neles (terceiro dia), 23.
-
Desejo sexual aumentado, 15.
-
Grande inclinação para relação sexual, com grande prazer sexual (segundo dia), 29a.
-
Feminino.
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Abortamento no segundo mês, 11.
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Leucorreia, fina, branca, endurecendo a roupa, com dor como de contusão na região lombar; durante uma semana (após trinta dias), 14.
-
Menstruação algo mais longa e mais abundante do que o habitual, 13.
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A menstruação, que estava justamente a terminar, logo em seguida aumentou muito após uma nova dose, com dores no abdómen, na região lombar e nas coxas, mas após algumas horas voltou ao seu estado habitual, 13.
-
A menstruação, que no quarto dia era apenas ligeira, logo em seguida após uma nova dose tornou-se mais abundante, mais espessa, com coágulos de sangue; no dia seguinte estava novamente escassa, 13.
-
Fluxo menstrual muito mais fino do que o habitual, 13. [650.]
-
Fluxo menstrual alguns dias demasiado cedo e mais abundante do que o habitual, durando três dias, embora quase não fluísse após o segundo dia, com sangue preto como tinta, 14.
-
Fluxo menstrual um dia demasiado cedo, com dores na região lombar e nas extremidades inferiores, 13.
-
Fluxo menstrual cinco dias mais tarde, 13.
-
Fluxo menstrual suprimido, 13.
ÓRGÃOS DO APARELHO RESPIRATÓRIO
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Laringe.
-
Dor tensional na laringe ao respirar (após trinta e cinco dias), 14.
-
Irritação para tossir, causada por cócegas na laringe (quarto dia), 13.
-
Súbita e violenta irritação para tossir no lado direito, perto da cova da garganta, como se fosse no brônquio direito, sem dor nem coceira; podia ser suprimida por uma inspiração lenta e profunda e por um esforço da vontade; esta provocação para tossir durou cerca de uma hora (naquele momento eu tratava dois pacientes que tinham irritação semelhante para tossir), 26b.
-
Voz.
-
Voz como em catarro (após cinquenta dias), 13.
-
Rouquidão, 28.
-
Rouquidão e sensação de carne viva na garganta (oitavo dia), 28. [660.]
-
Rouquidão e tosse; expelia pedaços de muco, com catarro suprimido (durante a menstruação), 13.
-
Voz rouca abafada, com algumas cócegas provocando tosse, 29b.
-
Tosse e Expectoração.
-
Tosse dia e noite, com dor como de contusão no tórax, seguida de catarro, com obstrução e coceira no nariz (décimo terceiro dia), 13.
-
Tosse, com dor de cabeça atordoante, acorda-a à noite, por volta das 3 horas; se se ergue ou se move, a tosse se agrava (vigésimo segundo dia), 14.
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Tosse causada por cócegas no meio do tórax, depois de entrar em casa, persistente, 13.
-
Tosse, com sensibilidade dolorosa no tórax, dor de cabeça e dor na garganta (décimo sétimo dia), 13.
-
Tosse, persistente e incômoda, exigiu três doses de Ipecac 3d, após o que desapareceu completamente (terceiro dia), 25.
-
A tosse quase lhe tira a respiração, 14.
-
Tosse paroxística, sobretudo provocada ao comer pão ou bolos, 26b. [670.]
-
Tosse irritativa seca (quarto e quinto dias), 13.
-
Tosse seca com sensação de carne viva na garganta e sensação de peso no peito (sexto dia), 14.
-
Tosse seca por catorze dias, com tensão surda, contratura e pressão no tórax; sensação de carne viva abaixo do esterno, que provoca tosse, mas depois desaparece por alguns minutos, 14.
-
Tosse seca, irritativa, o dia todo, com batimentos cardíacos quase audíveis (vigésimo dia), 14.
-
Tosse curta, seca, irritativa (décimo terceiro dia), 28.
-
Tosse, com expectoração, pela manhã (quarto dia), 25.
-
Tosse, com expectoração e dor compressiva no esterno, pela manhã (sexto dia), 25.
-
Tosse e expectoração, principalmente ao entardecer, depois de deitar-se, 12.
-
Sono perturbado à noite por tosse, com expectoração; ao amanhecer, suor moderado (segunda noite), 25.
-
Tosse (após uma hora), durante a qual o rosto ficava vermelho, e pela qual havia por fim um pouco de expectoração mucosa; durando quase um quarto de hora, recorrendo frequentemente durante o dia (sétimo dia), 25. [680.]
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Tosse recorrente frequente, na maior parte das vezes seguida de expectoração de massas duras de muco brônquico, que afundavam na água e não se dissolviam ao agitá-la; durante a tosse havia dor compressiva abaixo do esterno, e depois sensação dolorosa no mesmo local (segundo dia), 25.
-
Tosse com sangue, em pleno meio-dia, 12.
-
Mais tosse pela manhã do que durante o dia, 14.
-
Ao tossir, a expectoração proporciona alívio (vigésimo terceiro dia), 14.
-
Expectoração mucosa, com sangue, ao tossir, 12.
-
Expectoração sanguinolenta, com leve tosse, 12.
-
Expectoração sanguinolenta, duas vezes, à tarde, com tosse seca (décimo quarto dia), 13.
-
Expectoração de sangue coagulado após pigarrear muco (durante a menstruação), (vigésimo quinto dia), 13.
-
Expectoração do tórax com odor azedo, 12.
-
Respiração.
-
Respiração acelerada, com sensação de debilidade febril por todo o corpo (terceiro dia), 23. [690.]
-
Constantemente, uma sensação na região epigástrica e opressão do tórax obrigam a inspirações frequentes, sobretudo pela manhã e ao entardecer, com confusão e repuxamento na cabeça (quinto dia), 22.
-
Opressão da respiração ao subir; pontadas no tórax e tosse, com expectoração de sangue claro (vigésimo quarto dia), 14.
-
Dispneia, na região da cova da garganta, 12.
TÓRAX
-
Inflamação do tórax, 46.
-
Afluxo sanguíneo para o tórax, 12.
-
Sensação de angústia no tórax, ao invés da dor de cabeça, para o entardecer (primeiro dia), 28.
-
Sensação de peso e aperto em todo o tórax (primeiro dia), 13.
-
Ao tossir, sensação como se algo estivesse solto no tórax (trigésimo dia), 14.
-
Ardor e pontadas no tórax, à noite (nono dia), 15. [700.]
-
Ardor intenso no tórax, estendendo-se até a garganta, até que a expectoração se desprenda, pela manhã (vigésimo sexto dia), 14.
-
Dor tensional, atravessando o tórax, com pontadas no lado esquerdo, sob as costelas, 9.
-
Aperto do tórax devido à tosse, à noite, 12.
-
Constrição no tórax, com falta de ar angustiosa, na parte da manhã, estando em pé (vigésimo segundo dia), 13.
-
Constrição espasmódica no tórax, com angústia e medo de sufocação, alternando com repuxão espasmódico no occipício e na região da nuca, do lado esquerdo, de modo que ela tinha de manter a cabeça para trás, e às vezes tão violento que gritava (vigésimo quinto dia), 14.
-
Constrição, como se os pulmões estivessem contraídos, impedindo a respiração profunda, pela manhã, estando deitada, estendendo-se das costas para o tórax; se tenta inspirar profundamente, é forçada a ofegar em busca de ar, e isso é seguido de tosse (quarto dia), 14.
-
Pressão e aperto do tórax, (décimo terceiro dia), 14.
-
Dor compressiva no tórax, à tarde (vigésimo terceiro dia), 15.
-
Dor compressiva no tórax, de curta duração, 15.
-
Opressão do tórax (terceiro dia), 22. [710.]
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Opressão do tórax, perceptível sobretudo pela manhã (quarto dia), 22.
-
Pontada nas costelas inferiores direitas, provocada por tossir e rir, durante dois dias (após vinte dias), 13.
-
Pontadas no lado direito do tórax, ao tossir e ao respirar profundamente, 12.
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Pontadas na metade direita do tórax, que retornam três vezes em intervalos de meia hora; seis horas depois houve sensação de plenitude abaixo do esterno, agravada pela inspiração profunda e pela tosse; tosse curta, seca, de som oco (primeiro dia), 25.
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Pontadas na parte superior do lado direito do tórax, especialmente ao deitar sobre o lado direito, e com a cabeça baixa, 12.
-
Pontadas no meio do tórax, estendendo-se para ambos os lados e em direção às axilas, ao caminhar (durante a menstruação), 13.
-
Pontadas no meio da parte superior do tórax, após o jantar (vigésimo oitavo dia), 13.
-
Pontadas na região costal esquerda em intervalos rítmicos, após levantar um peso, 13.
-
Necessidade de inspirar profundamente, à noite, enquanto permanecia sentada e quieta, e a cada inspiração uma pontada no lado esquerdo do tórax, tirando-lhe o fôlego, cinco vezes seguidas (quinto dia), 27.
-
Pontada dolorosa no lado esquerdo do tórax, ao inspirar (décimo sétimo dia), 13.
-
Parte anterior. [720.]
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Sensação de ardor na parte anterior do tórax (terceiro dia), 13.
-
Pressão no tórax, abaixo do esterno, durante toda a manhã (sexto dia), 24.
-
Pressão e pontada no lado direito do tórax, às 8 da noite (terceiro dia), 24.
-
Dor compressiva atrás do esterno, o dia todo (sétimo dia), 25.
-
Dor compressiva sob o esterno ao tossir, com sensação de aquecimento e estertor no mesmo local; a expectoração parecia elevar-se de baixo, do fundo do tórax (terceiro dia), 25.
-
Dor compressiva na extremidade inferior do esterno (após trinta e oito horas), 15.
-
Pontadas intensas na parte superior do esterno, do lado esquerdo (décimo oitavo dia), 13.
-
Lados.
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Dor compressiva no lado direito do tórax, na região das falsas costelas; essa dor depois se estendeu mais para a boca do estômago, onde permaneceu por muito tempo como uma pressão, com aumento de eructações sonoras e emissão sonora de gases; a pressão no estômago depois mudou para uma simples sensação de fome (segundo dia), 22.
-
Ao tossir, dor cortante abaixo do esterno, 14.
-
Pontadas e dores no lado esquerdo do tórax, por duas horas, melhorando ao caminhar ao fresco, mas recorrendo mais veementemente para o entardecer, como dor cortante e dilacerante nos pulmões, agravada pela inspiração profunda; então, após meia hora, sensação de frio e dores dilacerantes em ambos os membros, dos joelhos aos artelhos, de modo que foi forçada a ir para a cama, onde se aqueceu e adormeceu (sétimo dia), 14. [730.]
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Sensação de pontada no lado esquerdo do tórax, perto do esterno, à inspiração profunda, 15.
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Pontada dolorosa no lado esquerdo do tórax, que encurta a respiração (sétimo dia), 13.
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Pontadas no lado direito, entre a quinta e a sexta costelas, à tarde (quarto dia), 23.
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Pontadas no lado esquerdo do tórax, mais para trás (vigésimo sétimo dia), 13.
-
Pontadas passageiras no meio do lado direito do tórax, pela manhã (oitavo dia), 28.
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Pontadas passageiras frequentes no lado esquerdo do tórax (sexto dia), 24.
-
Pontadas intensas na parte superior do esterno, do lado esquerdo (décimo oitavo dia), 13.
-
Pontadas finas no lado direito do tórax (logo), 13.
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Pontada no lado esquerdo do tórax, ao carregar um peso (vigésimo primeiro dia), 13.
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Dor dilacerante no lado direito do tórax (músculos intercostais), (oitavo dia), 29a. [740.]
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Latejamento e peso compressivo na parte anterior do tórax, com tendência a desfalecimento, enquanto sentada (nono dia), 13.
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Pontadas frequentes abaixo da mama esquerda (trigésimo segundo dia), 13.
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Pontadas abaixo da mama esquerda, mais ao caminhar do que em repouso, 13.
CORAÇÃO E PULSO
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Precórdio.
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Violenta pontada na região precordial (após cinco horas), 15.
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Ação do coração.
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Violentos batimentos do coração, à noite, na cama, por causa dos quais ele despertou, 13.
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Violentos batimentos do coração ao deitar-se de costas, de modo que ela despertou à meia-noite e sentou-se cheia de angústia (décimo terceiro dia); palpitação violenta à meia-noite, enquanto deitada sobre o lado direito (décimo quarto dia), 13.
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Palpitação ao movimento súbito e ao levantar-se, com calor no rosto e opressão do tórax, 15.
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Palpitação momentânea, às vezes (após quinze dias), 14.
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Pulso.
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Pulso um tanto acelerado (após 11 e 13 grãos), 7. [750.]
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Pulso frequente, algo duro (terceiro dia), 23.
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Pulso duro e bastante frequente, para o anoitecer (sétimo dia), 25.
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Pulso pequeno e rápido, com mãos quentes, 13.
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Pulso muito fraco, rápido, 41.
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Pulso cheio, duro e rápido, e um estado muito semelhante a uma irritação inflamatória de todo o corpo, mas especialmente dos órgãos abdominais (segundo dia), 9.
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Pulso muito rápido, durante uma hora, à tarde, em repouso, 15.
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Pulso muito rápido, às 4 da tarde, com calor na cabeça durante uma hora (vigésimo oitavo dia), 15.
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Pulso aumentado em frequência em dez batimentos (primeiro dia), 28.
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Pulso 70 (habitualmente 65), (primeiro dia), 28.
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Pulso 80 (habitualmente 65), com alguma palpitação (primeiro dia), 28. [760.]
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Pulso 90 à noite (habitualmente 65), (nono dia), 28.
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Pulso lento, pequeno e fraco, 39.
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Pulso com queda de força e de frequência, 37.
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Pulso diminuído em 3 batimentos por pouco tempo (após 9 grãos), 8.
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Imediatamente após tomar o medicamento, especialmente em grandes doses, o pulso ficava de 3 a 4 batimentos mais lento que o habitual, em parte por causa do efeito refrescante do salitre e em parte por causa da água fria; esse estado durava muito pouco tempo, três ou quatro minutos, e a circulação voltava ao seu curso habitual, 8.
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Pulso reduzido de 65 para 62 (após alguns minutos); normal (após meia hora), 9.
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Pulso muito fraco, pequeno e filiforme, a 60 (após quatro horas), 45.
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Pulso duro, com sintomas de inflamação entérica (segundo dia), 36.
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Pulso um tanto mais pequeno e mais macio que o habitual (duas horas após dois escrúpulos), 3.
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Pulso pequeno e fraco, 38. [770.]
PESCOÇO E COSTAS
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Pescoço.
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Rigidez da região da nuca, 14.
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Dor, como uma rigidez na região da nuca, como se tivesse sofrido uma entorse, ao fazer movimento de assentimento ou ao virar a cabeça, durando três dias (após trinta e três dias), 11.
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Dor tensional no músculo esternocleidomastoideo direito ao virar a cabeça, 26d.
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Dor dilacerante nos músculos cervicais do lado direito, estendendo-se do ombro à cabeça, 15.
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Latejamento doloroso em uma vértebra cervical, após erguer a cabeça depois de se abaixar, 13.
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Costas.
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Paralisia da coluna vertebral, com tétano, 16.
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Dor nas costas (após vinte e sete dias), 15.
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Dor nas costas ao tossir, 12.
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Dor nas costas ao abaixar-se, 15. [780.]
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Dor constante nas costas em jejum, 37.
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Dor em beliscão nas costas, à noite (após trinta e oito horas), 15.
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Pressão e ardor nas costas, melhorados ao caminhar, agravados ao sentar-se e ao deitar-se na cama, 15.
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Dor como de contusão em todas as costas, antecedida por pontadas nas ancas (vigésimo dia), 13.
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Dor como de contusão nas costas em todas as posições, à noite (durante a menstruação), 13.
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Dorsal.
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Repuxamento tensional entre as omoplatas, às 6 da tarde (segundo dia), 27.
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Pontadas muito intensas, como de facas, entre os ombros, despertando-a do sono e provocando falta de ar, surgindo quando deitada de costas e melhoradas ao deitar-se sobre o lado direito (após vinte e seis dias), 13.
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Pontadas abaixo da omoplata direita, à noite, 12.
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Pontadas passageiras abaixo da omoplata esquerda, à noite (terceiro dia), 27.
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Pontadas dolorosas na região do ângulo inferior da omoplata esquerda, à inspiração profunda, 15.
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Lombar. [790.]
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Sensação de paralisia na região lombar, à noite (terceiro dia), 27.
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Dor na região lombar, pela manhã, ao acordar, estendendo-se ao hipocôndrio esquerdo, durando várias horas (décimo segundo dia); ela foi forçada a ficar de pé (vigésimo nono dia), 14.
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Dor na região lombar, alternando com cólica no abdómen, à tarde, e seguida à noite de evacuação dura (nono dia), 13.
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Dor muito intensa na região lombar, à noite, despertando-a e sem permitir que voltasse a dormir (após cinquenta e dois dias), 13.
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Dor muito intensa na região lombar, que não permitia deitar-se de costas, despertou-a às 2 da manhã (após vinte e sete dias), 13.
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Dores puxantes na região dos rins (após 12 grãos), 7.
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Pressão com sensação de beliscão na região lombar, durante todo o dia, 15.
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Dor compressiva muito intensa na região lombar, pior durante o repouso, de modo que ela era forçada a andar de um lado para outro para obter alívio; a dor melhorava após esfregamento suave, mas agravava-se tanto ao tossir, que ela gritava, 14.
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Pontadas no lado esquerdo da região lombar, enquanto sentada (segundo dia), 23.
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Pontadas na região de ambos os rins, mais intensas no direito, e muito agudas ao inspirar profundamente, à noite, 15. [800.]
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Dor como de contusão na região lombar, às 3 da manhã; ela era incapaz de virar-se por causa disso (após vinte e três dias), 13.
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Dor na região lombar, como se estivesse moída, pela manhã, ao acordar, 14.
EXTREMIDADES EM GERAL
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Objetivo.
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Tremor das mãos e dos pés, 35.
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Sacudidas sem dor nos braços e nas pernas, à noite, na cama (quinto dia), 13.
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Grande debilidade dos membros (nono dia), 28.
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Claudicação dos membros, com cansaço (terceiro dia), 28.
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Paralisia dos membros, 17.
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Subjetivo.
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Dores no quadril direito e nas articulações do ombro esquerdo e do tornozelo, especialmente ao caminhar; também dores tensionais no músculo esternocleidomastoideo, 26d.
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Repuxamento nos membros superiores e inferiores, 28. [810.]
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(O repuxamento nos membros era pior), (quatro horas após a dose), 28.
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Dor puxante tipo cãibra, ora no braço direito, ora no esquerdo, ora nas pernas, especialmente ao redor dos joelhos, principalmente durante o repouso, 15.
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Pontada no ombro direito e, depois, na articulação do joelho, repetida várias vezes (sétimo dia), 25.
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Pontadas que duram alguns minutos nas articulações do joelho, do cotovelo e do ombro; no cotovelo esquerdo duram mais tempo e aumentam com o movimento; as dores são piores à tarde do que na parte da manhã (primeiro dia), 25.
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Dores dilacerantes e repuxamento nos membros (sétimo dia), 28.
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Sensação de contusão nos membros (quinto dia), 28.
EXTREMIDADES SUPERIORES
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Debilidade dos braços, 12.
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Paralisia temporária dos braços (com uma dracma diariamente), 20 . (O medicamento foi tomado por uma dor de cabeça inveterada, que melhorou quando os braços perderam a força. Os braços recuperaram a força poucas horas após a suspensão do medicamento, e a dor de cabeça retornou. -Hughes.)
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O braço esquerdo adormece à noite, quando deitada de costas; isso a desperta por volta das 3 A.M. (após onze dias), 13.
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A sensação de entorpecimento e formigamento no braço, com dor no ombro que existira anteriormente, desapareceu; em vez disso, houve durante várias semanas dor na articulação do polegar direito ao movê-lo (após treze dias), 13. [820.]
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Dor puxante nos braços se os deixa pender por muito tempo, 12.
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Dor lacerante no braço direito, especialmente no ombro, pior à tarde e à noite, 15.
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Dor lacerante intermitente no braço, retornando à noite ao deitar sobre o lado direito (durante a menstruação), 13.
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Dor lacerante que se estende do ombro direito aos dedos, despertando do sono às 11 P.M., durando até as 4 A.M., com sensação de como se o ombro estivesse mais saliente que o normal; não conseguia deitar-se sobre nenhum dos lados, 13.
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Dor lacerante muitíssimo dolorosa no braço direito, estendendo-se ao punho com o movimento, com rigidez do braço, não melhorada por esfregar, mas por movimento vigoroso (vigésimo sétimo dia), 13.
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Dor puxante e lacerante no braço, estendendo-se do ombro aos dedos, ao entardecer (quarto dia), 14.
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Ombro.
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Dor no ombro direito com quase todo movimento do braço, exceto para cima e para trás, que aliviam, 26d.
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Dor no ombro esquerdo ao levantar o braço, especialmente ao movê-lo para trás, 26d.
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Dor como de cansaço no ombro esquerdo (após quatro horas), 15.
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Uma dor paralítica na articulação do ombro direito, mais para a parte anterior, como se fosse na cabeça do osso, mas percebida apenas enquanto o braço permanecia numa mesma posição; assim que o braço era movido, a dor desaparecia; se o braço era girado sobre o seu eixo, havia um estalido na parte anterior da articulação, que parecia ser causado pelo tendão do músculo bíceps; havia dor semelhante na primeira articulação do dedo anular direito, percebida apenas ao fleti-lo e estendê-lo. No dia seguinte esses sintomas haviam desaparecido completamente, salvo que, ao deitar-se (e como aconteceu após nova dose do medicamento), percebeu-se dor semelhante na patela esquerda, que desapareceu após dormir e cedeu lugar a pontadas surdas na porção anterior e mais afastada do lado esquerdo do tórax, 26a. [830.]
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Dor reumática nos ombros, 22b.
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Sensação de pressão no ombro esquerdo (após vinte e dois dias), 13.
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Dor lacerante nos ombros, ora ao descobri-los, ora debaixo das cobertas; desperta à meia-noite (décimo segundo e décimo terceiro dias), 13.
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Dor lacerante e sensação de peso no ombro direito, com sensação de entorpecimento no braço; depois a dor estende-se também ao punho, despertando do sono por volta das 2 A.M. (após quatro dias), 13.
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Dor lacerante no ombro direito, com adormecimento dos dedos; desperta-a às 3 A.M. (após vinte e três dias), 13.
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Frequente dor lacerante no ombro esquerdo, 19.
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Dor lacerante dolorosa no ombro esquerdo, frequentemente renovada (após treze dias), 13.
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Dor lacerante muito intensa no ombro direito, das 2 às 5 A.M., desaparecendo após levantar-se, 13.
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Dor como de contusão no ombro pela manhã (após dezenove dias), 13.
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Braço.
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Sacudidas nos músculos do braço e do antebraço direitos (terceiro dia), 23. [840.]
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Debilidade paralítica do braço direito, 15.
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Dor puxante e beliscante no braço (após trinta e oito horas), 15.
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Pontadas e latejamento frequentes no braço (décimo sétimo dia), 13.
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Dor lacerante muito intensa no osso do braço (vigésimo sexto dia), 13.
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Dor puxante e lacerante no músculo deltóide do braço esquerdo durante o repouso e o movimento (quinto dia), 15.
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Dor puxante no braço direito (sexto dia), 29a.
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Cotovelo.
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Dor puxante na articulação do cotovelo, estendendo-se para cima pela face posterior do braço direito (segundo dia), 13.
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Ao fletir fortemente o antebraço, dores, uma espécie de dor puxante, na articulação do cotovelo direito, na face interna, como se partissem do nervo ulnar (recorrendo logo após nova dose, e durando toda a tarde), (décimo segundo dia), 29.
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Dor puxante, tensão e ardor na dobra do cotovelo esquerdo (após duas horas), 15.
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Dor lacerante nas articulações dos cotovelos, dos punhos e das articulações dos dedos, e abaixo das unhas (após sete dias), 14.
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Antebraço. [850.]
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Debilidade paralítica no antebraço direito à noite, 13.
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Dor nos braços estendendo-se dos cotovelos aos punhos, onde é lacerante e quebrantadora, como se torcesse os ossos; daí para as juntas dos dedos, onde distende os espaços entre elas, com tumefação das partes; daí estende-se como dor esmagadora até abaixo das unhas; algo aliviada ao esfregar as mãos, com sensação de que as mãos estavam maiores que o comum, como de madeira, pesadas, entorpecidas e paralisadas; perda de força nelas, embora somente à noite, 14.
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Dor puxante, latejante e muito intensa do punho direito ao cotovelo durante o jantar, depois em ambos os braços (após vinte dias), 13.
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Dor lacerante estendendo-se para cima na face dorsal do antebraço esquerdo (nono dia), 29a.
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Dor lacerante no antebraço direito, no dedo indicador e no polegar, despertando do sono à noite, 13.
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Dor lacerante no antebraço direito, do cotovelo aos dedos anular e médio, com sensação de peso e entorpecimento das partes, 13.
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Dor lacerante num tendão do lado externo do antebraço esquerdo, seguida de debilidade paralítica nele (décimo sétimo dia), 13.
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Dor lacerante paralítica no antebraço esquerdo, estendendo-se ao punho (vigésimo segundo dia), 13.
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Sensação roedora muitíssimo dolorosa na ulna esquerda, a uma largura de mão acima do punho, em curtos intervalos, seguida de sensação paralítica, de modo que o braço precisa ser deixado pender; à tarde, estando sentado; desaparece ao esfregar, após o que surge uma pressão, que sempre reaparece, muitas vezes por si só (décimo sétimo dia), 13.
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Punho.
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Dor na face interna do punho direito, como se as partes fossem puxadas violentamente para dentro; forma-se até externamente uma depressão, 13. [860.]
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O punho direito parece como se tivesse sofrido uma entorse (ao extrair um dente); essa sensação durou 10 minutos (terceiro dia), 27.
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Dor lacerante no punho (quinto dia), 23.
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Dor lacerante no punho direito, 15.
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Dor lacerante aguda, ao entardecer, no côndilo externo do punho direito, continuando mesmo durante o movimento, 15.
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Mão.
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Debilidade das mãos e dos dedos; não conseguia segurar nada com firmeza e adequadamente; ao fazer esforço, havia dor no punho, 14.
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Sensação de peso nas mãos, como chumbo (após vinte e sete dias), 14.
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Dor constritiva e roedora na eminência hipotenar da mão direita, logo atrás do dedo mínimo (décimo sétimo dia), 13.
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Dor quebrantadora e lacerante na mão direita à noite, 14.
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Pontadas lacerantes nos ossos da eminência hipotenar da mão esquerda, logo atrás do dedo mínimo (segundo dia), 13.
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Dor lacerante nas mãos, com calafrios e sede intensa (oitavo, nono e décimo dias), 14. [870.]
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Dor lacerante no dorso da mão esquerda, melhor após esfregar, 13.
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Dor lacerante no osso metacarpiano do dedo indicador direito pela manhã (quinto dia), 23.
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Dedos.
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Rigidez dos dedos às vezes (após dezoito dias), 14.
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Dor puxante no dedo mínimo direito (vigésimo terceiro dia), 13.
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Dor lacerante e puxante passageira no dedo médio da mão esquerda (segundo dia), 22.
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Dor nos dedos, como de entorse, ao segurar um objeto grande; ao estendê-los, o que a princípio ele não conseguia fazer, eles parecem compridos demais, e, se deseja segurar qualquer coisa, é primeiro forçado a dobrá-los para trás, 13.
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Dor, como de entorse, na articulação do polegar direito ao movê-lo para trás, e dor num pequeno ponto da articulação à pressão, 13.
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Dor na articulação do polegar direito ao dobrar o polegar para trás, como se estivesse torcido e tumefeito, com estalido nela, 15.
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Dor, como de entorse, no dedo indicador direito, e estalido nas articulações a cada movimento da mão, 13.
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Pontadas abaixo da unha do polegar esquerdo, como de agulhas (vigésimo dia), 13. [880.]
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Sacudidas com pontadas nos dedos anular e médio direitos, 13.
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Dor lacerante muito intensa na falange distal do polegar esquerdo (décimo nono dia), 13.
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Dor beliscante e lacerante no polegar esquerdo, 13.
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Dor lacerante cãibriforme nas juntas dos dedos, alternando com as dores na cabeça, 14.
MEMBROS INFERIORES
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Objetivo.
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Cambaleio ao caminhar, sem tontura, 12.
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Cansaço dos membros, especialmente das panturrilhas, como após uma longa caminhada, à noite (segundo dia), 27.
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Membros muito cansados (décimo quarto dia), 28.
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Debilidade dos membros, com dor puxante de tempos em tempos, 12.
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Debilidade e dor nos membros inferiores, à noite (durante a menstruação), 13.
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Extrema debilidade dos membros inferiores, com bocejos (vigésimo terceiro dia), 13.
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Subjetivo.
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Dor compressiva surda nos ossos do membro inferior direito, do quadril até os artelhos, da 1 à 4 da manhã, melhor ao levantar-se e caminhar, quando a dor permanecia apenas ao redor dos maléolos, 14. [890.]
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Dor aguda como de contusão no membro inferior esquerdo, ao despertar pela manhã; ao virar-se, estendia-se para a região lombar e cessava com pontadas no calcanhar (sétimo dia), 14.
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Quadril.
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Dor no quadril, logo ao despertar pela manhã, que após levantar-se aumentava até o meio-dia, 15.
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A articulação coxofemoral direita parece torcida, pela manhã, às vezes ao caminhar (segundo dia), 27.
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Pontadas e ardor frequentes no quadril direito, durante o repouso e o movimento (décimo quinto e décimo nono dias), 13.
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Pontadas no quadril direito ao ficar em pé, desaparecendo com o movimento, 13.
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Dor dilacerante na articulação coxofemoral, à tarde e à noite, 15.
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Coxa.
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Debilidade no meio da coxa direita e da tíbia, como se estivessem paralisadas; algo aliviada ao sentar-se e ao ficar em pé, depois pior ao sentar-se (três dias antes do fluxo menstrual), (após vinte e dois dias), 13.
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Sensação puxante na coxa, pela manhã (segundo dia), 28.
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Dor dilacerante na face interna da coxa esquerda, bem alto (aparentemente no pectíneo e tríceps), várias vezes; depois no braço esquerdo, depois no meio da porção externa da coxa esquerda, depois na face frontal da perna (tibial anterior), depois sobre e atrás do maléolo externo, depois nas costas, entre a omoplata esquerda e a coluna (no romboide, serrátil posterior superior); essas dores dilacerantes ocorrem em rápida sucessão, pouco tempo após comer, à noite (oitavo dia), 29a.
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Dor aguda na dobra da coxa direita (virilha), sempre ao abaixar-se, 26b. [900.]
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Dor dilacerante na nádega esquerda ao ficar em pé, desaparecendo com o movimento, 13.
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Os músculos das coxas parecem muito machucados, 13.
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Joelho.
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Sensação de debilidade na articulação do joelho, estendendo-se para a coxa, especialmente ao caminhar, 15.
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Sensação dolorosa na face interna do joelho direito, somente ao caminhar, 26b.
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Dor aguda abaixo da patela direita, como por entorse, ao caminhar, desaparecendo durante o repouso, 15.
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Dor dilacerante no joelho direito (nono dia), 13.
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Dor dilacerante no joelho esquerdo, por muito tempo, 15.
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Dor dilacerante no joelho direito durante o repouso, 15.
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Dor dilacerante nas dobras de ambos os joelhos, ao caminhar, 13.
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Dor dilacerante e debilidade no joelho direito, frequentemente de modo que ela não conseguia pisar corretamente (após onze dias), 14. [910.]
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Dor dilacerante sem dor na face externa do joelho direito (vigésimo quinto dia), 13.
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Dor como após uma pancada nas dobras dos joelhos (segundo dia), 22.
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Pulsação dolorosa no joelho esquerdo, em intervalos, à noite na cama, 13.
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Perna.
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Sensação de grande cansaço e debilidade paralítica nas pernas durante o repouso e o movimento, após uma curta caminhada (após trinta e seis horas), 15.
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Uma espécie de sensação de paralisia, estendendo-se do meio da coxa esquerda para baixo pela perna (nono dia), 29a.
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Contratura convulsiva da panturrilha esquerda, ao caminhar, 13.
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Sensação puxante nas pernas, estendendo-se dos joelhos aos pés, à noite (décimo terceiro dia), 28.
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Dor puxante na perna direita, percebida quando fica cruzada sobre a esquerda, 15.
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Dor dilacerante e cansaço na perna direita e no joelho, durante o repouso, obrigando frequentemente a mudar a posição da perna; ao caminhar mais, a dor desaparecia, 15.
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Sensação puxante nas tíbias (segundo dia), 22.
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Dor dilacerante na tíbia esquerda, externamente, como no periósteo, à tarde (oitavo dia), 29a. [920.]
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Dor dilacerante, descendo pela tíbia direita, à noite e na manhã seguinte (após dezenove dias), 13.
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Dor dilacerante descendo por ambas as tíbias e nos joelhos, à noite, 13.
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Dor dilacerante puxante na face frontal da tíbia esquerda (nono dia), 29a.
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Cãibra na panturrilha esquerda, para o anoitecer (sétimo dia), 14.
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Tornozelo.
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Dor em queimação na junção do calcâneo com o maléolo externo, durante o repouso; ao mover, parece torcido, e ao toque como se estivesse supurando, 15.
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Sensação puxante e dor dilacerante no maléolo externo direito, ao ficar em pé (décimo sétimo dia), 13.
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Dores como por entorse no tornozelo direito (terceiro dia), 27.
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Pé.
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Grande debilidade dos pés, ao ficar em pé e ao caminhar (após vinte dias), 14.
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Pontadas e ardor na planta, ora do pé direito, ora do esquerdo, desaparecendo ao esfregar, mas frequentemente retornando, 13.
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Pontadas finas na parte superior do calcâneo direito, durante o repouso, 15. [930.]
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Uma pontada na planta do pé direito, com dor ulcerativa, à noite, 13.
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Dor dilacerante no dorso do pé direito, ao redor da primeira articulação do artelho, à noite, 15.
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Ardor em ambos os calcanhares e nas cabeças dos metatarsos, à noite na cama, 13.
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Dor violenta em torcedura na planta do pé direito, como de úlcera em formação; frequentemente, da tarde até a noite, 13.
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Dor dilacerante na almofada plantar esquerda, à noite (vigésimo quinto dia), 13.
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Dor dilacerante violenta na planta do pé esquerdo, à tarde (vigésimo sétimo e trigésimo dias), 13.
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Dor dilacerante com sacudidas nas plantas de ambos os pés (durante a menstruação), 13.
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Dor dilacerante passageira com sacudidas na planta do pé esquerdo, como por úlcera, 13.
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Artelhos.
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Contratura dolorosa dos artelhos, à noite, sentado, 13.
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Pontadas nas articulações médias dos artelhos menores direitos, sempre perto da face dorsal; logo depois, as mesmas pontadas entre o terceiro e o quarto últimos artelhos, na face plantar (oitavo dia), 29. [940.]
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Despertado várias vezes à noite por pontadas através da articulação média do segundo artelho direito (terceiro dia); no dia seguinte e nos dias subsequentes houve pontadas frequentes através do mesmo local no pé esquerdo (em nenhum dos lugares havia calos), 29.
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Pontadas em um ponto do segundo artelho esquerdo onde anteriormente havia um calo, 15.
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Leves pontadas na segunda articulação do dedo mínimo do pé direito (décimo primeiro dia), 29.
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Pontadas com sacudidas no hálux direito, à noite, 13.
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Dor dilacerante no hálux esquerdo (após dez dias), 13.
GENERALIDADES
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Objetivo.
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Inflamação fatal e gangrena da mucosa do estômago (numa mulher, por 1 onça), 21 . (Original revisto por Hughes.)
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O corpo inteiro, o pescoço e as pernas incharam tão rapidamente que foi com dificuldade que ela pôde ser despida, 11.
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Tremores por todo o corpo, 11.
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Tremor nervoso de todo o corpo, com grande inquietação geral (segundo dia), 28.
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Tremor involuntário de uma metade do corpo, 46. [950.]
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Contrações musculares, 17.
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Sobrevieram contrações dos músculos, com muitos movimentos involuntários; enquanto estava sentada numa cadeira, ela de repente se erguia de um salto, e, no ato de fazer uma coisa, voltava-se instantaneamente para fazer outra; os músculos agiam inteiramente ao contrário da vontade e faziam aquilo que ela nem desejava nem tinha poder de impedir; seus sintomas apresentavam todos os caracteres da Chorea St. Viti, tal como descrita por Cullen; o braço e o membro inferior esquerdos foram os principalmente afetados (após catorze dias), 37.
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Sacudidas sem dor aqui e ali, por todo o corpo, 13.
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Rigidez reumática, algo dolorosa, de quase todo o corpo, especialmente dos braços, da nuca e das costas, pior no frio, melhor com o aquecimento, 26c.
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Paralisia dos órgãos dos sentidos, 17.
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Muito fatigado pela manhã (décimo quarto dia), 28.
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Cansaço geral e entorpecimento dos membros inferiores (primeiro dia), 9.
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Debilidade tal que ela não podia ficar de pé e mal conseguia sentar-se, 13.
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Debilidade de todo o corpo (segundo dia), 9.
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Debilidade, desfalecimento, seguido de morte, 32. [960.]
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A debilidade persistiu por muito tempo após o ataque, 39.
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Fraco por um período acentuado, 48.
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Grande debilidade (décimo terceiro dia), 28.
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Grande debilidade de todo o corpo, especialmente dos membros (segundo dia), 28.
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Grande debilidade, uma prostração peculiar de todo o corpo (quarto dia), 28.
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Grande debilidade de todo o corpo, da tarde até a noite (quinto dia), 13.
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Debilidade muscular como paralítica, 39.
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Debilidade trêmula, com pulso duro frequente e respiração rápida, pela manhã (quarto dia), 27.
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Esgotamento geral (primeiro dia), 25.
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Grande esgotamento após trabalho mental, pela manhã (décimo dia), 29a. [970.]
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Grande prostração e debilidade, com palidez invulgar do rosto (oitavo dia), 29a.
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Grande prostração, como após esforço violento, com sensação de peso na cabeça; ela tropeça em tudo ao caminhar, 13.
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Totalmente incapaz de se mover por cerca de uma semana, 48.
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Estado de colapso (após quatro horas), 45.
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Deitada de costas em estado de colapso, com as pernas recolhidas, como na peritonite (segundo dia), 48.
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Ataque de desfalecimento às 10 da noite (enquanto soprava um instrumento com as roupas apertadas); parecia-lhe como se tudo no quarto girasse ao redor; ela foi caindo, mas conteve-se enquanto caía; com isso, a cabeça ora estava quente, ora fria, com instabilidade ao ficar em pé, e sensação de que o ataque voltaria, 15.
-
Ataque de desfalecimento com tontura, pela manhã, enquanto estava em pé; melhor ao sentar-se; então ficou preto diante dos olhos, com grande debilidade e sonolência, dores na região lombar e constrição no abdómen, durando um quarto de hora, três vezes durante a manhã; quando isso terminou, a dor desceu pelo membro inferior até o tornozelo, onde permaneceu o dia inteiro; à tarde, frio com sede, pior na cama, durando até a meia-noite, quando adormeceu, com aquecimento agradável, 14.
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Desmaiou completamente (alguns minutos após a segunda dose), 50.
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Subjetivo.
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De repente ela ficou tão doente, fraca e com sono, que foi forçada a deitar-se sem poder abrir os olhos; cochilou e, depois que acordou, era incapaz de recobrar plenamente os sentidos, 12. [980.]
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Enfermidade crônica, 18.
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Dilaceração dolorosa, que sempre cessa por algum tempo, atormenta-o dia e noite, dissipada apenas transitoriamente por esfregar (vigésimo segundo dia), 13.
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(A sensação de corpo machucado piorou), (após quatro horas), 28.
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Latejamentos, aqui e ali, após o cochilo do meio-dia (nono dia), 29a.
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O ato de cheirar cânfora agravou os sintomas, 14.
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(Cheirar espírito doce de nitro aliviou imediatamente seu estado, especialmente a dor de cabeça), 14.
PELE
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Objetivo.
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Superfície do corpo pálida, porém quente e húmida (segundo dia), 48.
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Pequenas manchas pruriginosas no pescoço e no antebraço esquerdo, vermelhas ao toque, 13.
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Uma mancha de coloração verde-baça no lado esquerdo da coxa (essa mancha talvez já estivesse ali havia mais tempo, visto que não houve nenhuma sensação que chamasse minha atenção para ela; não foi causada por contusão), (após quinze dias), 26.
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Uma elevação verrucosa na bochecha esquerda torna-se maior e coça, 13.
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Erupções, Secas. [990.]
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Numerosas pápulas na nuca e no occipício, que desaparecem no dia subsequente (após trinta dias), 12.
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Muitas pápulas na nuca, 13.
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Pápulas pruriginosas, do tamanho de ervilhas, pelo corpo, mesmo no rosto, somente não nas mãos e nos pés, 12.
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Pápulas pruriginosas na nádega direita após coçar (após trinta e dois dias), 13.
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Pápulas que às vezes coçam, ardentes ou mordicantes, na nuca, na parte anterior do nariz, na garganta e no cotovelo direito, onde ela teve de coçá-las até sangrarem, 13.
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Uma pequena pápula no ombro, com pontadas violentas e irritação que levava a coçá-la até arrancá-la, 15.
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Erupções, Húmidas.
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Vesículas no lábio superior, com aréola inflamada e dor tensional (após dezesseis horas), 13.
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Pequenas vesículas, que se transformam em pústulas, no rosto e em outras partes do corpo (segundo dia), 9.
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Vesículas ardentes, cheias de líquido amarelo ralo, aqui e ali; após coçá-las, rompem-se e o ardor cessa (após trinta e quatro dias), 14.
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Muitas pápulas pruriginosas no antebraço direito, que exsudam líquido aquoso ao coçar, 13. [1000.]
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Uma grande pápula indolor, semelhante a uma "bolha d'água", na margem interna do lábio inferior, que após vários dias se tornou menor e por fim desapareceu sem se romper (segundo dia), 22.
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Erupções, Pustulosas.
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Pequena pústula indolor com base vermelha na nuca, 13.
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Uma pústula dolorosa, tensional, no lado esquerdo do nariz, 13.
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Um furúnculo no ombro direito, com dor tensional, 13.
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Um furúnculo na porção inferior do polegar, 12.
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Subjetivo.
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Algumas pontadas na pele, especialmente no tórax, a cada movimento, 13.
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Pontadas como de agulhas, seguidas de ardor na pele, especialmente no rosto, 14.
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Coceira, especialmente nas pernas, sobretudo nas tíbias, de modo que ela era obrigada a coçá-las até sangrarem; com manchas vermelhas aqui e ali (após vinte dias), 14.
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Coceira aqui e ali à noite, obrigando a coçar, 15.
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Coceira com pontadas aqui e ali, à noite, após deitar-se, 13. [1010.]
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Coceira em várias partes, também no couro cabeludo; às vezes ela era obrigada a coçá-lo até sangrar, após o que ardia e doía, 13.
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Coceira em vários lugares, repetidas vezes; também no lado interno do hálux direito, como se tivesse sofrido geladura (nono dia), 29a.
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Prurido cosquilhante aqui e ali por todo o corpo, no polegar esquerdo, lado direito do nariz, meato direito, braço esquerdo, cavidade poplítea direita, bochecha esquerda e concha, planta do pé direito, dorso, tíbia direita, axila direita, coxa esquerda, couro cabeludo, escroto etc., como se penas fossem levemente passadas sobre a superfície (logo em seguida), 29a.
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(Durante esta patogenesia padeceu menos do que habitualmente do prurido extremo da pele de todo o corpo), 28.
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Coceira mordicante no joelho esquerdo, 13.
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Formigamento nas mãos e nos pés, como por formigas; também, posteriormente, na língua, 13.
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Sensação de cócega no braço esquerdo, na orelha esquerda, na perna e no escroto (sexto dia), 29a.
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Coceira no lado direito do nariz e, depois, finas pontadas na sua extremidade, para o anoitecer (quinto dia), 14.
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Coceira e formigamento na extremidade do nariz (vigésimo segundo dia), 14.
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(Coceira aqui e ali no tórax, nos pés etc.), (décimo primeiro dia), 29. [1020.]
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Coceira no antebraço direito, com pápulas após coçar, 13.
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Coceira no braço direito, no dedo médio da mão direita, na bochecha esquerda, na região lombar, na perna esquerda etc., à noite (oitavo dia), 29a.
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Coceira no cotovelo esquerdo, nas faces anterior e interna da coxa direita (segundo dia), 29a.
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Prurido violento na margem superior de ambas as órbitas, frequentemente (quarto dia), 13.
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Prurido violento frequente do rosto, 12.
SONO E SONHOS
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Sonolência.
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Bocejos, 9.
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Bocejos e sonolência durante o dia, 14.
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Muitos bocejos, com cansaço e indolência, 30.
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Sonolência (primeiro dia), 25.
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Sonolência ao caminhar e durante o repouso (primeiro dia), 13. [1030.]
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Sonolência, bocejos e esgotamento, no período da manhã (sétimo dia), 13.
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Sonolência, de modo que ele poderia ter adormecido logo em seguida; isso desapareceu pouco a pouco até perto das 10 horas, deixando apenas leve pressão na fronte e sobre o olho direito, no período da manhã (primeiro dia), 28.
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Grande sonolência após o almoço, com cansaço dos membros ao despertar (segundo dia), 29a.
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Grande sonolência entre 11 horas e meio-dia; essa sonolência continuou também durante a refeição das 3 da tarde, e tornou-se irresistível; ele foi forçado a deitar-se no sofá, contra o seu costume; sono tornado agitado por sonhos medonhos e, apesar de despertar frequentemente, só conseguiu despertar-se completamente, pouco a pouco, após duas horas (segundo dia), 29.
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Sonolência irresistível ao meio-dia; apesar de ser frequentemente perturbado, só conseguiu despertar-se completamente do sono após duas horas (oitavo dia), 28.
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Com sono e esgotado após levantar-se pela manhã (quarto dia), 24.
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Com sono e esgotado à tarde (segundo dia), 13.
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(Sono tranquilo), (ação curativa), (primeiro dia), 29a.
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Sono estuporoso como de embriaguez; ela nada ouvia ao seu redor (após seis dias), 13.
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Sono habitualmente estuporoso, com fantasias das quais despertava assustada, 14.
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Insônia. [1040.]
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Ela não conseguia adormecer antes da meia-noite; depois disso, dormia bem, 13.
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Sono inquieto por uma multidão de ideias, que ele não conseguia afastar, 13.
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Sono agitado, alterado por muitos sonhos angustiantes (quinta noite), 24.
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Sono agitado, com despertares frequentes (após dez dias), 13.
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Sono agitado, cheio de sonhos, com despertares frequentes pela manhã (sexto dia), 29a.
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Sono agitado à noite, 9.
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Sono agitado durante a noite, com muitos sonhos e suor profuso (sétimo dia), 25.
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Noite agitada, 9.
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Noite agitada, com pouco sono (primeira noite), 9.
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Noite agitada, com muitos sonhos (após 6 grs.), 6. [1050.]
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Noites agitadas, frequentemente apenas cochilando, com despertares constantes ou acordando pela dor; durante vinte dias, 14.
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Ela adormecia tarde, despertava cedo e depois ficava se revirando na cama (após vinte e oito dias), 14.
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Ela despertou à 1 hora e não pôde adormecer novamente, 13.
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Sonhos.
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Sono onírico; ela era assediada por pensamentos e incapaz de obter qualquer repouso; com grande angústia, 13.
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Sono cheio de sonhos durante toda a patogenesia, 13.
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Muitos sonhos após a meia-noite (terceira noite), 24.
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Sonhos voluptuosos (após vinte e dois dias), 13.
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Sonhos vivos, cheios de lutas e disputas, 12.
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Sonhos de brigas, aborrecimento e raiva, 13.
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Sonhos de viagens; contudo, ela não avançava, o que a aborrecia, 13. [1060.]
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Sonhos angustiantes, visionários, durante o calor, com sobressaltos frequentes e suor; na manhã seguinte, calafrio passageiro e, mais tarde pela manhã, sede intensa (após vinte e sete dias), 13.
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Sonhos angustiantes e dolorosos, como se tivesse uma bochecha dolorosamente tumefeita, ou como se seu filho tivesse sido espancado, 14.
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Sono inquieto por sonhos medonhos (segundo dia), 29a.
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Sonhos de perigos com água, fogo e coisas semelhantes, 13.
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Sonhos de doença, ou de que um de seus dentes se quebrava, 13.
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Sonhos da morte de um conhecido, 13.
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Pesadelo (oitavo dia), 15.
FEBRE
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Sensação de frio.
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Sensação de frio e bocejos (logo), (segundo dia), 22.
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Sensação de frio, ao entardecer, ao fresco, e calor no rosto, em casa; depois, suor generalizado, 15.
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Sensação de frio à noite, com arrepios frios percorrendo as costas, desaparecendo depois de deitar-se, 13. [1070.]
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Sensação de frio às 3 da tarde (vigésimo terceiro dia), 13.
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Sensação de frio às 6 da tarde; foi forçada a deitar-se, após o que a sensação de frio desapareceu; uma hora depois levantou-se e a sensação de frio voltou com bater dos dentes e calafrios, desaparecendo novamente após deitar-se, e assim repetidamente até as 10 horas (durante a menstruação), 13.
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Sensação de frio às 7 da tarde, com tremores e dor dilacerante na cabeça, com irritabilidade, durando quatro minutos; seguida, ao deitar-se, de suor, durando um quarto de hora, com sacudidas frequentes nos membros, 13.
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Sensação de frio das 7 às 8 da tarde, sem calor subsequente (trigésimo nono dia), 13.
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Sensação de frio às 8 da tarde, desaparecendo após deitar-se (durante a menstruação), (décimo segundo e décimo sétimo dias), 13.
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Sensação de frio às 9 da noite, que desaparece após deitar-se, 13.
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Sensação de frio frequente à tarde, 15.
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Sensação extrema de frio, 11.
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Calafrio às 9 da noite, que desaparece na cama, seguido de suor durante o sono, sem sede, 13.
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Calafrio com tremores pela manhã, ao fresco, durando um quarto de hora, sem calor subsequente, 13. [1080.]
-
Calafrio com tremores desde a tarde até a noite, desaparecendo após deitar-se, com dores e sensação de peso na cabeça, seguido de calor na cama (vigésimo quarto dia), 13.
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Breve calafrio com tremores às 3 da tarde, 13.
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Alternâncias de calafrio, calor e suor, à tarde (quarto dia), 13.
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Frio (alguns minutos após a segunda dose), 50.
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Frialdade à noite; era incapaz de aquecer-se, com dor de cabeça descendente a partir do alto da cabeça, 14.
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Frialdade marmórea da pele, 39.
-
Calafrios por meia hora à noite, seguidos de ondas de calor, e, após deitar-se, suor, sem sede (nono dia), 13.
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Calafrios (logo após a dose), que sobrevieram novamente ao meio-dia (primeiro dia), 29.
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Sensação de frio ao longo da coluna vertebral (quase imediatamente), 44 ; com transpiração fria na testa, e em maior ou menor grau por todo o corpo (imediatamente), 36.
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Membros frios, 33, 35 ; (após um quarto de hora), 42. [1090.]
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Sensação peculiar e muito angustiante de frio nas mãos, nos pés e nas costas, por muito tempo após o acesso, 39.
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Calor.
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Aumento do aquecimento do corpo e afluxo sanguíneo à cabeça, com tontura e confusão da cabeça; embora a testa e as faces estivessem mais quentes que o usual ao toque, a temperatura das mãos aparentava estar abaixo do normal (após vinte minutos), 9.
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Noite agitada; uma sensação de grande calor não lhe permite adormecer, 13.
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Sensação peculiar de calor por todo o corpo ao comer (segundo dia), 28.
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Calor à tarde, seguido de sensação de frio; à noite, após deitar-se, suor com sede até de manhã; durante o calafrio, frequentes ondas de calor, e durante o calor, frequente sensação de frio; mesmo durante o suor havia arrepios frios assim que se descobria (décimo primeiro dia), 13.
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Calor com confusão da cabeça e humor irritadiço, ao entardecer (nono dia), 29a.
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Calor com suor por todo o corpo, sem sede, à noite (vigésimo sétimo dia), 13.
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Calor à noite, seguido de suor e apenas um pouco de sede (décimo dia), 13.
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Febre ao entardecer (segundo dia), 25. [1100.]
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Acesso febril, à noite, pulso arterial duro e rápido (primeiro dia), 25.
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Rosto quente e mãos frias, 9.
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Calor passageiro no rosto, que fica vermelho e quente ao toque, seguido de sensação de frio ao entardecer (primeiro dia), 25.
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Muito calor no rosto e na cabeça (quinto dia), 28.
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Grande calor no rosto e no lábio superior; até mesmo as mãos estavam mais quentes que o usual, sem aumento da frequência do pulso arterial (logo), (primeiro dia), 22.
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Suor.
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Aumento do suor (após 7 grs.), 8.
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Mais suor que o habitual (após 9 grs.), 8.
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Suor pela manhã, na cama, que não era exaustivo (trigésimo oitavo dia), 13.
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Suor pela manhã; acordou às 3 da madrugada e suou, principalmente no tórax, até as 6; ao levantar-se, estava débil, como após uma longa caminhada; mal podia andar (após trinta dias), 14.
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Suava à noite ao despertar, sem alívio das dores (após vinte dias), 14. [1110.]
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Suor para a madrugada, 9.
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Suor com debilidade a cada esforço e movimento (após trinta dias), 13.
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Coberta de suor (alguns minutos após a segunda dose), 50.
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Suor profuso (após 14 grs.), 8.
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Suor profuso durante a noite (após 7 grs.), 2.
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Suor profuso por todo o corpo, à noite, especialmente nos membros, 12.
-
Suor profuso em noites alternadas, especialmente nos membros, 12.
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Suor exaustivo, com angústia, à tarde (quadragésimo primeiro dia), 13.
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Irrompeu suor frio e pegajoso, acompanhado de calafrios, 37.
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Pele seca e quente; não se seguiu suor, nem mesmo até de manhã (primeira noite), 25.
CONDIÇÕES
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Agravamento.
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( Manhã ), Indisposição para pensar, etc.; tontura; estupefação, etc.; da cabeça; dor de cabeça; ao despertar, dor de cabeça, etc.; pressão na fronte; ao levantar-se, dor de cabeça no alto da cabeça; ardor, etc., dos olhos; depois de levantar-se, gosto azedo; ao levantar-se, pontadas na goela; na cama, enjoo; depois de levantar-se, sensação no estômago; pressão no estômago; ao despertar, desejo de evacuação, etc.; tosse; opressão do tórax; ao despertar, dor na região lombar; das 2 às 5 horas, dor dilacerante no ombro; dor no ombro; na cama, suor.
-
( Tarde ), A maioria dos sintomas; angústia, etc.; dor de cabeça pressiva; sede intensa, etc.; pulso arterial rápido; dores no joelho, etc.; dor dilacerante no braço; dor dilacerante na tíbia; cólica constritiva na planta do pé; debilidade; para o entardecer, sensação de frio, etc.; calor, etc., suor.
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( Noite ), A maioria dos sintomas; humor irritadiço; confusão da cabeça, etc.; dor de cabeça pressiva; repuxamento através da fronte; na cama, latejamento no occipício; ao caminhar ao fresco, odontalgia; pápulas ardentes na extremidade da língua; ao caminhar, dor na virilha; depois de deitar-se, tosse com expectoração; pontadas nos rins; sacudidas dos membros; dor dilacerante no braço; dor dilacerante no punho; dor na mão; repuxamento nas pernas; dor dilacerante na planta do pé; sentado, contratura dos artelhos; coceira; frialdade, etc.; acesso febril.
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( À noite ), Do entardecer até a manhã, dor dilacerante na têmpora; odinofagia; quando deitado sobre o lado direito, dor dilacerante no braço; debilidade no antebraço; na cama, latejamento no joelho; pontadas no hálux; calor, etc.; suor.
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( Meia-noite ), Palpitação; dor dilacerante nos ombros.
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( Em noites alternadas ), Suor.
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( Na cama ), As dores; frialdade, etc.
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( Ao comer pão ou bolos ), Tosse paroxística.
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( Ao cheirar cânfora ), Os sintomas.
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( Café ), Pressão na fronte.
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( Frio ), Odontalgia latejante; rigidez do corpo.
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( Depois do jantar ), Dor de cabeça; logo em seguida, pontada na têmpora.
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( Depois de comer ), Sensação de calor.
-
( Deitado na cama ), Pressão, etc., nas costas.
-
( Deitado de costas ), Pontada entre os ombros.
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( Movimento ), Pontada, etc., no abdome inferior; pontadas na pele.
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( Pressão ), Ardor no epigástrio.
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( Repouso ), Ardor na bacia, etc.; dor na região lombossacral; dor nos braços, etc.; pontada no calcâneo.
-
( Sentado ), Debilidade; pressão, etc., nas costas; pontadas na região lombar.
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( Em pé ), Cólica; pontadas no quadril; dor dilacerante nas nádegas; repuxamento, etc., no maléolo.
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( Ao abaixar-se ), Dor de cabeça; pontada, etc., na fronte esquerda; dor na prega da coxa.
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( Ao caminhar ), Pressão na fronte; pontada na fronte; dor na região epigástrica; cólica; pontadas abaixo da mama; dores no quadril, etc.; sensação na face interna do joelho.
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Melhora.
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( Noite ), Ao deitar-se, os sintomas.
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( Ao fresco ), Ao levantar-se na carroça, pressão na fronte; dor na parte superior da cabeça.
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( Ao prender os cabelos ), Dor de cabeça no occipício.
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( Agachando-se ), Cólica.
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( Ao deitar-se ), Os sintomas.
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( Deitado sobre o lado direito ), Pontada entre os ombros.
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( Ao cheirar espírito doce de nitro ), Os sintomas, especialmente a dor de cabeça.
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( Pressão ), Dor na fronte, etc.
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( Ao tirar a touca de dormir ), Dor na região parietal.
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( Ao caminhar ), Debilidade; pressão, etc., nas costas; dor nos ossos da perna.
SUPLEMENTO: KALI NITRICUM. Autoridades.
51 , William Alexander, M.D., Experimental Essays, Londres, 1770, p. 104, experimentos em si mesmo; 52 , N. G., A. H. Z., 3, p. 145, uma mulher tomou uma colherada; 53 , Mouton, S. J., 158, 242, um homem tomou 4 gramas em vinho; 54 , Richard Wood, Brit. Med. Journ., 1877 (2), p. 521, uma mulher tomou cerca de 2 onças; 55 , J. A. Thompson, ibid. 1878 (1), p. 402, um homem comeu certa sopa à qual se havia acrescentado gelatina feita de um líquido em que se cozinhara o rosto de um porco.
MENTE. [1120.]
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Delírio leve, seguido de grande inquietação, vigília e morte, 53.
-
Ela pensava que iria morrer, 52.
-
Inconsciência completa, 53.
CABEÇA
- Cambaleia de tal modo que não consegue ficar de pé, 52.
OLHOS
- Olhos fixos, imóveis, as pupilas dilatadas, 53.
BOCA
- Formigamento na língua, 52.
ESTÔMAGO
-
Náusea, ânsias e vômitos de muco e água, depois muco com sangue, 52.
-
Em três horas surgiram náusea e cólicas; estas continuaram a aumentar até a décima primeira hora, quando foi vomitada parte do uísque e da noz-moscada que haviam sido tomados. Na décima segunda hora, sobreveio purgação violenta, aquosa, em grande quantidade, e continuou por uma hora, cessando então a dor. Na manhã do terceiro dia ele sentiu bastante dor lombar, que atribuiu ao recolhimento. Ao meio-dia tomou 2 onças de Hollands em água fria; uma hora depois urinou, e a urina era cor de café pela mistura de sangue, 53.
-
Ardor no estômago, 52.
ÓRGÃOS DO APARELHO URINÁRIO
- Urina reduzida, 52.
PULSO. [1130.]
MEMBROS
- Formigamento nas mãos e nos pés, como se estivessem dormentes, 52.
GENERALIDADES
- Queixou-se de grande dor em queimação no estômago e, cerca de cinco minutos depois, vomitou algum líquido viscoso. Sobrevieram leves calafrios e movimento trêmulo das mãos, com tentativa insegura de caminhar. Pulso rápido e débil, 54.
Experimento 1.
- Apliquei um termômetro à boca do estômago, e o grau mais alto a que o mercúrio subiu foi 98; então tomei uma dracma de Nitre dissolvida em uma onça de água; dois minutos depois disso, meus latejamentos reduziram-se de 72 para 64; quatro minutos depois estavam tão baixos quanto 62, e, a partir de então, começaram pouco a pouco a aumentar, até que, ao término de dez minutos, estavam em 70 e logo depois em 72, o número exato em que se encontravam antes de eu tomar a poção; cerca de vinte minutos depois de eu ter tomado o Nitre, ao olhar o termômetro, o mercúrio havia subido de 98° para 99 1/2°, e, vinte minutos mais tarde, tinha caído novamente para 98°, e meu pulso ainda continuava a bater 72; este era exatamente, em todos os aspectos, o estado em que eu me encontrava antes de o tomar. Como a subida e a descida do mercúrio em todas as tentativas subsequentes foram muitíssimo irregulares, deixarei fora da minha narrativa dos experimentos seguintes as observações que fiz sobre isso e estabelecerei como um postulado que qualquer poder que o Nitre possa ter de resfriar o corpo, ele não o exerce de maneira perceptível sobre suas partes externas.
Experimento 2.
- Cerca de uma hora depois de ter tomado a primeira poção, tomei uma segunda. Meu pulso batia 70 antes de eu tomá-la, mas, um minuto depois, não mais que 60, embora logo se tornasse mais rápido, de modo que, ao término de dez minutos, batia 68, e em poucos minutos mais 70. Assim que a tomei, senti uma sensação de frio por todo o corpo, mas especialmente no estômago, que continuou por cerca de vinte minutos a causar-me bastante mal-estar. Então começou a diminuir e, em pouco mais de meia hora, desapareceu completamente.
Experimento 3.
- No dia seguinte repeti o mesmo experimento. Antes de tomar a dose, meu pulso batia 64; no segundo minuto depois, os batimentos estavam reduzidos a 60; no quinto minuto depois, estavam em 63 e logo chegaram a 64, como antes de eu tomá-la.
Experimento 4.
- No dia subsequente tomei uma dracma dissolvida em 2 onças de água. Antes de tomá-la, meu pulso batia 73; no segundo minuto depois, caiu para 66; no quarto minuto depois, subiu para 69; e, a partir de então, tornou-se ainda mais frequente, até que, ao término de nove minutos, havia recuperado sua força usual e estava em 73.
Experimento 5.
- Vinte minutos depois dessa dose tomei uma dracma e meia de Nitre, dissolvida em 3 onças de água; após dois minutos, meu pulso estava fraco, vacilante e desigual, e batia cerca de 70 em um minuto; logo depois senti uma sensação dolorosa no orifício superior do estômago, e, ao levantar-me da cadeira, foi com alguma dificuldade que atravessei o quarto andando; então voltei à cadeira e senti meu pulso novamente; ele havia-se tornado agora tão rápido, vacilante e irregular, e minha cabeça estava tão tonta, que eu não conseguia contar exatamente os batimentos, embora, pelo que pude julgar, estivessem entre 96 e 100; em cerca de uma hora, todos esses sintomas incômodos começaram a abrandar, e continuaram a diminuir devagar durante todo aquele dia; na manhã seguinte, quando saí da cama, haviam desaparecido completamente.
Experimento 6.
- Dissolvi 1 1/2 dracma em 3 onças de água, a qual deixei exposta ao ar durante doze horas e então engoli; imediatamente antes de tomá-la, meu pulso batia 64; no segundo minuto depois, batia o mesmo; no quarto minuto depois, batia 59; e, a partir de então, começou a aumentar como nos experimentos anteriores, até chegar ao padrão em que estava antes de eu tomar o Nitre.
Experimento 7.
- Dissolvi 6 dracmas em um quartilho de água, que comecei a beber cedo pela manhã, tomando pequenos goles sempre que me era conveniente. Terminei tudo às 8 horas daquela noite, sem sentir qualquer mal-estar por isso, nem perceber que tivesse operado de outro modo senão pela urina.
Experimento 8.
- Dois dias depois dissolvi 1 onça de Nitre na mesma quantidade de água e a bebi no mesmo espaço de tempo; não me causou mal-estar, nem teve quaisquer efeitos perceptíveis.
Experimento 9.
- Alguns dias depois disso dissolvi 1 1/2 onça de Nitre em 3 libras de água e tomava um gole a cada hora, salvo na cama; tudo foi bebido em vinte e quatro horas; depois de quatro ou cinco goles, sentia uma leve sensação de frio no estômago cada vez que o tomava; mas isso em geral passava antes de chegar o momento de tomar o próximo gole e, por esse motivo, causava-me pouca dor.
Experimento 10.
- Resolvi então experimentar qual seria o efeito da mesma quantidade de Nitre, quando cada dose diferente fosse tomada imediatamente após ser dissolvida; com esse objetivo, dividi 1 onça dele em oito partes iguais e tomei uma dessas partes, dissolvida em 4 onças de água, a cada noventa minutos. O tempo estava então muito quente e, por isso, as três ou quatro primeiras doses me refrescaram e aliviaram; a quinta e a sexta, contudo, causaram-me sensação de frio e dor no estômago; a sétima e a oitava aumentaram essas dores penetrantes como picadas, não só no estômago, mas por todo o corpo, as quais eram tão violentas que, por quinze minutos após cada dose, eu não conseguia respirar sem sentir dor muito aguda a cada inspiração.
Experimento 11.
- Como eu havia conseguido tomar 1 1/2 onça de Nitre com pouquíssimo incômodo quando ele permanecia dissolvido por muito tempo, resolvi fazer mais um esforço para experimentar se conseguiria suportar a mesma quantidade quando cada dose fosse tomada imediatamente após ser dissolvida. Preparei, portanto, oito pós de 1 1/2 dracma cada, com o propósito de tomar um deles a cada noventa minutos, como no último experimento; a segunda dose causou-me sensação de frio no estômago; a terceira deu-me algumas das dores acima mencionadas; e a quarta as aumentou a tal grau de violência que fui forçado a desistir de tomar mais, 51.