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Preparação* , ?
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Autoridade.
Sintomas, pelo Dr. Wahle, de "si próprio, filhos, filhas, do Dr. Bertoldi e outros, em Roma", Int. Hom. Press, v, p. 91. (Comunicado pelo Dr. Held.)
MENTE
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Emocional.
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Disposição animada, alegre, invulgar nela, durante dois dias consecutivos; confusão na cabeça, com dores surdas e puxantes na fronte e nas partes frontais das têmporas.
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Ela está muito facilmente irritada e encoleriza-se com facilidade.
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Está muito zangada; poderia chorar de raiva, e não sabe por quê.
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Intelectual.
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Grande fraqueza da memória; as ideias a abandonam com facilidade.
Cabeça
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Confusão e Tontura.
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Confusão na cabeça, melhorada pela compressão.
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Tontura; tudo fica preto diante dos olhos.
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Tudo gira ao seu redor quando se ergue na cama.
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Cabeça em geral.
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Embotamento da cabeça, como se estivesse demasiado cheia.
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Sensação de peso na cabeça (após quatro dias). [10.]
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Pela manhã, sensação de peso e confusão na cabeça (após vinte e quatro horas).
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Dor de cabeça; sensação como se a cabeça estivesse demasiado cheia, ou como se o encéfalo estivesse tumefeito (após três horas).
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Dor de cabeça puxante, com latejamentos dolorosos na testa, de modo que precisou deitar-se; dor de cabeça como após embriagar-se com cerveja (após um quarto de hora).
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Dor de cabeça compressiva e constritiva (após uma hora e um quarto).
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Várias pontadas muito dolorosas dentro da cabeça (após meia hora).
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Dor, como se a cabeça estivesse ulcerada por dentro, com latejamento e batimentos nela.
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Dor de cabeça, com tontura e vertigem rotatória; latejamentos e sacudidas na cabeça; ela cambaleia para trás e para diante ao caminhar; e o repouso traz alívio.
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Durante a menstruação, dor de cabeça em sacudidas.
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Testa.
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Na parte superior esquerda da testa, dor como se fosse formar-se um cisto (após duas horas).
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Dor constritiva, que pressiona para fora na testa (após quarenta e cinco minutos). [20.]
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Dores terebrantes na testa, com pressão para baixo das pálpebras superiores e umidade nos olhos, como de lágrimas; as dores estendem-se ao maxilar e à comissura esquerda da boca; a porção anterior da têmpora esquerda fica dolorida ao toque (após onze horas).
OLHO
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Olhos fracos, como se tivesse chorado, e, ao deitar-se, sente dor de cabeça.
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Sensação nos olhos como se algo pendesse de cima sobre eles, de modo que tinha continuamente de os enxugar.
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Pressão nos olhos, como se os globos oculares fossem empurrados para fora. [40.]
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Ardor e dores compressivas no olho, com lacrimação profusa.
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Várias pontadas sucessivas na margem externa do olho esquerdo (após meia hora).
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Sobrancelha.
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Dor por pressão acima do arco da sobrancelha direita, estendendo-se daí a uma parte do encéfalo e descendo para os dentes do maxilar superior do mesmo lado (após três horas e meia).
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Pálpebras.
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Tumefação edematosa da pálpebra superior direita pela manhã, ao despertar (após sessenta e oito horas); o edema aumenta durante uma caminhada ao ar puro; a pálpebra inferior também incha, e depois a esquerda (Graphites 6 trouxe melhora rápida e cura após trinta e seis horas).
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Contrações da pálpebra direita; o olho fica menor; a pálpebra superior é puxada para baixo e só pode ser erguida com grande esforço; ao mesmo tempo, rigidez tensional nela, com lacrimação profusa; a luz do dia aumenta a lacrimação, ao passo que a luz de vela não a afeta; todos os objetos parecem pálidos; começa à tarde e dura trinta e seis horas.
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Contrações do canto externo do olho esquerdo.
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Contrações frequentes da pálpebra superior direita.
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Coceira sob a pálpebra superior e a inferior do olho direito, de modo que ela quase não consegue parar de esfregar; pela manhã (após três dias).
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Aparelho lacrimal.
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Lacrimação, mais ao ar puro do que no aposento.
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Os olhos lacrimejam e ficam turvos, com bocejos frequentes (após quatro dias).
OUVIDO
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Pressão nos ouvidos, como se o vento tivesse sido soprado com força e por muito tempo para dentro deles, afetando igualmente as partes externas (após três horas).
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Pressão dolorosa no ouvido direito.
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Dor lancinante e dilacerante no ouvido esquerdo, estendendo-se à região temporal externa (após o segundo dia).
NARIZ
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Objetivo.
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A narina esquerda está rachada, e a fissura sangra.
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Espirros; cada vez que assoa o nariz, os espirros reaparecem.
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De manhã, espirros, com coriza abundante, durante vários dias.
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Espirros frequentes, oito a dez vezes em sucessão, com cócega passageira na parte superior do nariz, à noite.
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Sangramento da narina esquerda; o sangue parece vermelho-vivo, ralo e fluido (após quatro horas). [60.]
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O sangramento da narina esquerda reaparece com maior força às 6 da tarde. [Ele padeceu durante vários dias, todas as manhãs, após ter tossido várias vezes durante a noite, de sangramento da narina direita; o sangue era vermelho-vivo e ralo. A beladona, que correspondia à tosse decorrente de uma leve inflamação laríngea, nada fez. Eupion 6, uma dose à noite ao deitar-se, e outra dose pela manhã, removeu tudo depressa, e então a beladona agiu bem sobre a tosse. -Dr. HELD.]
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Sangramento da narina direita ao assoar o nariz.
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Depois de o fluxo menstrual ter cessado durante seis horas, epistaxe pela narina direita ao abaixar-se, antecedida por tontura e escurecimento diante dos olhos; à tarde.
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Subjetivo.
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Sensação de sensibilidade dolorosa na parte superior interna do nariz ao inspirar ar pelas narinas, à noite (após doze horas).
ROSTO
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Bochecha.
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Na porção inferior da face interna da bochecha direita, um nódulo duro, sem dor, do tamanho de uma ervilha.
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Lábio.
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O lábio superior está fissurado e dolorido, como se estivesse em carne viva.
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O lábio e a garganta estão sempre secos, contudo ela não tem sede.
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Os lábios estão doloridos, como se estivessem feridos; estão secos.
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Queixo.
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Repuxamento doloroso à esquerda, sob o maxilar, continuando por vários minutos (após quatro horas).
BOCA
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Dentes.
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Os dentes ficam colados entre si quando os maxilares se fecham. [70.]
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De manhã, sensação como se os dentes estivessem profundamente cravados em alguma matéria macia, sem dor; assim que põe algo na boca essa sensação desaparece, por vários dias.
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Os dentes de ambos os lados doem, como se estivessem frouxos, o que não ocorre.
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Os dentes do maxilar superior direito doem, como se estivessem frouxos, a gengiva tumefeita e escorbútica; sopa de lúpulo agrava as dores.
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Odontalgia; uma espécie de entorpecimento nos molares cariados superiores e inferiores esquerdos; surge logo ao deitar-se e desaparece quando ela se levanta e anda pelo quarto (após dez dias).
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Odontalgia, uma espécie de resmungo nos dentes anteriores; sensação como se as gengivas estivessem tumefeitas e os dentes, que estão firmes, fossem cair (após trinta e seis horas).
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De manhã, uma hora após levantar-se, dilaceração em todos os dentes, e beliscões, como por unhas, nas partes externas das faces; os dentes do lado esquerdo doem mais que os do lado direito; a dilaceração estende-se até a têmpora, com inchaço da face e da pálpebra superior, grande sensação de frio e calor intermitente (após vinte e quatro horas).
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As dores puxantes na cabeça acometem também os dentes do maxilar superior direito (após três dias).
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Pontadas nos molares posteriores esquerdos; parecem esponjosos e frouxos (após alguns dias).
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Dilaceração nos dentes superiores esquerdos, estendendo-se para esse lado do nariz e para a fronte; a face esquerda e o nariz estão vermelhos e inchados, com sensação geral de frio, sem calor subsequente; durante as abluções (após vinte e quatro horas).
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Odontalgia ulcerativa, como se houvesse uma úlcera abaixo deles, impedindo-a de comer.
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Gengivas. [80.]
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A gengiva entre dois dentes cariados está tumefeita, dolorosa, como se inflamada.
GARGANTA
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Pela manhã, muito muco branco, de mau gosto, na garganta, expectorado após leves acessos de tosse.
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Sensação de muco na garganta, sem conseguir expectorar.
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Sensação de secura na úvula, sem sede.
ESTÔMAGO
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Sede.
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Sede aumentada.
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Eructação.
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Eructações após sardinhas ingeridas algumas horas antes, e grande apetite. [100.]
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Eructações, ânsias de vômito e regurgitação de alimentos, ao anoitecer (após onze horas).
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Logo após tomar o medicamento, eructações vazias frequentes, com gosto de Eupion, durante cinco horas.
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Eructações doces e azedas, ao anoitecer, na cama (após onze horas).
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Eructações com gosto dos alimentos, e sensação como se o ar ficasse retido na boca do estômago.
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À noite, náusea até as 3 da manhã, seguida de sono e sonhos; ela acorda amedrontada, mas torna a cair em seus sonhos; por várias noites.
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Náusea, ao ficar ereta, com muita sede, fluxo menstrual muito abundante e tremores por todos os membros; dores lancinantes sob a mama direita, agravadas pela respiração (terceiro dia do fluxo menstrual).
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Náusea, com eructações e gosto do medicamento, o dia todo.
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Ânsia de vômito que se origina na parte inferior do abdome.
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Duas vezes em sucessão, êmese de muco verde-escuro, sem sabor, seguida de tremores de todas as extremidades (após duas gotas da 1ª cent.).
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Estômago.
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Distensão e sensação de plenitude no estômago, com sensação interna de frio ao anoitecer (após doze horas). [110.]
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Dor como de contusão atravessando transversalmente o estômago, começando ao anoitecer entre 9 e 10 horas, continuando até as 11, quando ela adormece, e só desperta às 4 da manhã, transpirando abundantemente, e com o fluxo menstrual iniciando-se cinco dias antes do tempo.
ABDÓMEN
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Várias pontadas consecutivas ao redor do umbigo.
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Gorgolejo nos intestinos, sem qualquer outro incômodo.
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Borborigmos frequentes.
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Flatulência; após eliminação de gases, as dores cessam. Ela não consegue andar direito por causa de dores inflamatórias no abdómen; as dores agravam-se ao tossir, espirrar ou assoar o nariz, mesmo pondo um pé sobre o outro.
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Nos músculos do lado esquerdo do abdómen, desde os ossos pélvicos obliquamente para baixo, tensão dolorosa, semelhante à que sentira anteriormente durante a gravidez.
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Dores contrativas no abdómen, de modo que precisa curvar-se, o que lhe dá alívio; um dia antes da menstruação.
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No lado esquerdo do abdómen, dor em beliscão, como se uma pequena parte estivesse sendo pinçada com uma unha (após uma hora).
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No lado direito do abdómen, dor surda e dolente, com sensação de ulceração ao tocar o ponto com a mão. [120.]
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Dor opressiva profunda no abdómen, persistindo por mais de uma semana.
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Dores incisivas nos intestinos, cessando após eliminação de gases (após catorze horas).
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Dores incisivas no abdómen durante a menstruação; quando as dores cessam, o fluxo é sempre muito abundante; o sangue parece vermelho e é muito ralo.
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Dor em torção no abdómen, durando cinco minutos e recorrendo a cada quarto de hora, só melhorada ao acocorar-se (após alguns dias).
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Retorcimentos e cólicas constritivas (cãibras) muito dolorosos no abdómen, aliviados ao acocorar-se, seguidos de calafrio e enjoo, e por fim êmese de muco verde-escuro; depois vem calor, seguido de duas evacuações; após a evacuação, por vômito e pelo intestino, as cãibras abdominais diminuem, mas permanecem por longo tempo uma dor fixa e mal-estar, durando uma hora e meia antes do desjejum.
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Cólica, com sensação como se fossem seguir-se evacuações diarreicas (após cinco horas).
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Cólica, frequentemente interrompendo-se e retornando; após durar três horas, corrimento branco abundante pela vagina, continuando por várias horas, mas a cólica cessou e não voltou (após trinta e duas horas).
RECTO E ÂNUS
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Dores convulsivas a algumas polegadas acima no recto, irradiando para cima e para baixo, estendendo-se para baixo até aos lábios, com tal intensidade que ela não consegue sentar-se; desaparecem durante a noite, mas retornam pela manhã assim que se levanta; tem de deitar-se às 10 da noite do terceiro dia; depois de dormir durante uma hora, desperta livre das dores, mas queixa-se de dor lombar acentuada com enjoo, e os músculos abdominais doem ao toque como se estivessem ulcerosos, o que continua durante vários dias.
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Dor convulsiva, recorrente periodicamente, a uma polegada acima no recto, estendendo-se à vagina, e produzindo ali também uma dor contrativa convulsiva.
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Repuxamento e dor lacerante no recto, piorando durante a evacuação, que é natural.
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Após uma evacuação natural, coceira no recto (após vinte e quatro horas).
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Vontade de evacuar, com grande esforço, mas ela nada elimina (segundo dia).
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Tenesmo retal; apenas algumas colheradas de sangue são eliminadas pelo ânus, quando o tenesmo retal cessa.
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Pela manhã, tenesmo retal frequente, mas não se segue evacuação; apenas, de cada vez, é descarregada cerca de uma chávena de sangue, o que a debilita muito.
EVACUAÇÃO
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Diarreia.
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Três a quatro vezes por dia, evacuações com sangue. [140.]
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Quatro vezes por dia, evacuações duras e secas, com grande esforço evacuatório a cada vez.
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Evacuações com sangue.
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Sangue escuro nas evacuações sem dor.
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Constipação.
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Fezes duras; ela precisa fazer muito esforço.
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Evacuação a cada três ou quatro dias, com grande esforço e prolapsus uteri.
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Sem evacuação por três dias.
ÓRGÃOS DO APARELHO URINÁRIO
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Uretra.
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Frequente vontade de urinar, mas elimina apenas pequena quantidade; pior em pé do que sentada.
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Urinação.
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Urinação frequente e abundante; em várias pessoas, a urina é de cor amarelo-limão.
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Urinação abundante.
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Urina.
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Urina castanha, alguns dias antes das menstruações. [150.]
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Urina quente, eliminada sem dor.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Durante a urinação, dor como de contusão entre os lábios.
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Ardor, picadas, coceira e tumefação entre os lábios, momentaneamente aliviados ao esfregar; depois, o ardor torna-se mais acentuado; após lavar com água fria, os genitais externos ficam enrijecidos e dormentes, com sensação de carne viva e sensibilidade dolorosa (compare 109, 110, 135, 232; estes são efeitos curativos).
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Prurido pudendo pior à noite, com dor no esterno, como se estivesse em carne viva; ao tocá-lo ou ao virar-se na cama, quase não suporta a dor.
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Corrimento indolor, de consistência branda, pela vagina.
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Durante a dor nas costas, saiu algum sangue pela vagina, embora tivesse tido as regras apenas há duas semanas.
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Leucorreia, oito dias após as regras, tingindo de amarelo a roupa branca e formando manchas do tamanho de uma moeda de seis pence na camisola, com grande lassidão, emagrecimento de todo o corpo, dores em pontada nas plantas dos pés ao caminhar e tremor por todo o corpo, sentido apenas durante o repouso (como se o corpo inteiro fosse de gelatina), continuando por vários dias (após quatorze dias).
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Leucorreia associada à dor nas costas; quando esta cessa, o corrimento irrompe subitamente, com dores em pontada na fronte (após quatro dias).
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Leucorreia abundante; escorre dela (após dez horas); continua por doze horas; remite à noite; volta novamente na manhã seguinte, após vinte e quatro horas, e então dura apenas algumas horas.
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As regras vêm alguns dias cedo demais, sem a leucorreia que habitualmente as precede alguns dias. [160.]
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A menstruação inicia-se quatro dias cedo demais e em quantidade excessiva; é antes uma hemorragia abundante (antes era exatamente o contrário, leve no primeiro dia e abundante no segundo e terceiro dias); ao mesmo tempo, sensação de contusão no tórax; ao respirar, pontadas no meio do tórax e na região cardíaca, que também lhe cortam a respiração; no terceiro dia as dores diminuem.
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Fluxo menstrual abundante no terceiro dia, com dor lombar intensa, pulsação indolor na cabeça, pressionando em direção à fronte, com sensação como se a cabeça estivesse demasiado cheia.
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Fluxo menstrual abundante e ralo.
Órgãos Respiratórios
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Laringe e Brônquios.
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Sensação abaixo da laringe como se algo estivesse preso ali, com tosse irritativa seca, curta e irritativa. [170.]
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Um ponto do tamanho de um feijão, no lado interno direito da laringe, dói como uma ferida, ou como se água pingasse continuamente sobre uma parte ferida (ardência), de quinze anos de duração, em um homem de cinquenta e quatro anos, curado.
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Sensação de formigamento nos brônquios superiores, provocando tosse seca (após duas horas e meia).
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Cócega no lado direito da laringe, provocando tosse contínua; após três ou quatro acessos de tosse, que provocam falta de ar, ele expectora muco branco insípido, e a dispneia cessa.
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Tosse e Expectoração.
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Tosse áspera, raspante, metálica, seca, como se tivesse comido gordura rançosa e depois tomado aguardente (após três horas).
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Tosse seca, dura, sufocante, com dores em pontada no lado esquerdo do tórax, que voltavam regularmente a cada inverno.
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Tosse em parte seca, em parte solta, com expectoração amarela, verdosa, às vezes de gosto fétido, de dia e de noite; grande lassidão e sede.
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Tosse o dia todo, com cócega no tórax e expectoração espessa, cinzenta, amarela, com gosto de ovos podres.
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Ela tem de tossir por muito tempo, com dor lacerante no tórax, antes de expectorar qualquer coisa; bebidas quentes melhoram, mas há falta de ar e grande fraqueza.
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Ele tem de ficar sentado na cama ao tossir, com irrupção de suor.
TÓRAX
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Sensação de peso no tórax, ao respirar (após quatro dias).
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Ela sente plenitude no tórax e tem de respirar profundamente para obter ar suficiente, à noite. [180.]
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Sensação no tórax como se tudo estivesse apertado demais; não suporta a pressão das vestes; violentas palpitações na região cardíaca e ansiedade angustiosa, tanto em repouso como ao mover-se, durante toda a tarde.
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Opressão no meio do tórax, ao abaixar-se, como se estivesse apertado demais, durante várias horas; as mamas aumentam de volume, com dores compressivas nelas, como se algo doloroso fosse puxado através delas, com opressão do tórax, de modo que ela tinha de inspirar profundamente e parar duas vezes ao subir escadas, por causa da falta de ar.
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Durante uma dor corrosiva no lábio direito da vulva, sensação de opressão na parte inferior do tórax, com sensação de sensibilidade dolorosa; muito acentuada em direção à noite.
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Uma pontada passageira na parte inferior esquerda do tórax, impedindo a respiração.
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Pontada passageira no centro do lado esquerdo do tórax, com tosse irritativa seca consecutiva (após um quarto de hora).
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Algumas pontadas muito acentuadas na parte superior posterior esquerda do tórax, ao escrever (após cinco horas).
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Ao inspirar profundamente e distender o corpo, dores em pontada no meio do tórax; ao respirar facilmente, parece a dor de uma parte inflamada.
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Dores no tórax, em repuxão e pontada; todo o tórax foi afetado, com respiração pesada, persistindo por várias horas.
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Dores no tórax; todo o tórax dói como se estivesse ulcerado, pioradas pela respiração; começam à tarde e continuam até que ela vá para a cama e adormeça; pela manhã, ao despertar, as dores haviam desaparecido, mas a nuca estava enrijecida e dolorosa; as dores desciam entre as escápulas.
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Parte anterior.
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Dores no tórax, como se o centro do esterno estivesse sendo comprimido para dentro, em repouso (após cinco minutos). [190.]
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Pontadas contínuas na parte inferior do esterno, sem qualquer influência sobre a respiração.
CORAÇÃO E PULSO
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Palpitação do coração, com pulso lento; ela acredita que as batidas do coração devem ser ouvidas ao longe, com alguma opressão no peito.
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Quatro horas antes de aparecer a menstruação, palpitações acentuadas, cessando quando começa o fluxo.
PESCOÇO E COSTAS
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Pescoço.
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Um nódulo nos músculos do pescoço, do lado esquerdo, duas polegadas abaixo do processo mastoide, do tamanho de um ovo de galinha, com ardor e pulsação, impedindo-a de virar o pescoço.
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Costas.
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Um dia antes da menstruação, dor nas costas, melhorada ao inclinar-se para trás, mas continuando durante todo o primeiro dia (o que nunca acontecera antes).
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A dor nas costas começa pela manhã e dura o dia inteiro (após três dias). [200.]
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A dor nas costas começa ao meio-dia e continua até a noite, quando sobrevém leucorreia abundante com lassidão, e continua (após vinte e quatro horas).
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Dor acentuada nas costas durante a menstruação, de modo que ela precisa inclinar-se e apoiar-se em alguma coisa, o que lhe traz alívio.
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Ela tem de sentar-se ou deitar-se com frequência, por causa de dor acentuada nas costas.
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Dores puxantes nas costas, agravadas pelo movimento, mas continuando as mesmas em pé, sentado ou deitado (após nove dias).
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Dorsal.
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Sensação tensional de rigidez entre as escápulas (após uma hora).
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Repuxamento entre as escápulas, com horripilações.
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Lombar.
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Dores na região lombar ao meio-dia, no primeiro dia do fluxo menstrual, piores do lado direito do que do esquerdo, de modo que ela quase não pode mover-se, com sensação de calor na fronte.
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Sensação de peso opressiva nas vértebras lombares, durante a manhã.
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Sacral.
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As dores nas costas estendem-se à bacia, e quando ela se curva quase não consegue erguer-se novamente; o osso sacro dói como se estivesse quebrado.
EXTREMIDADES EM GERAL
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Lassidão em todos os membros; ela poderia repousar o tempo todo. [210.]
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Grande lassidão em todas as extremidades, e bocejos frequentes, com sonolência (logo após tomar o medicamento pela manhã).
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Sensação nas extremidades como se alguma afecção estivesse para instalar-se nelas.
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Ela não consegue dormir a noite inteira por causa de dores dilacerantes nas extremidades e inquietação nas pernas.
MEMBROS SUPERIORES
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Objetivo.
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Tremor do braço direito; ela é incapaz de o manter firme.
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Subjetivo.
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Uma dor parética no braço direito, a ponto de ter de interromper a costura.
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Dores cãibriformes nos músculos do braço direito, como se vários fascículos musculares fossem comprimidos (após duas horas).
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Ombro.
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Uma dor em pontada na axila posterior esquerda, agravada pela respiração.
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Braço.
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Da face superointerna direita do braço até o cotovelo, dor como se os músculos tivessem sido arrancados a pancadas dos ossos; ela quase não consegue mover o braço.
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Nos músculos deltoides direitos, várias pontadas sucessivas, de modo que ela perde toda a força no braço (após sessenta horas).
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Dor repuxante e lacerante no úmero direito e abaixo da articulação do cotovelo, pelas manhãs.
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Antebraço. [220.]
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Dores em pontada começam no antebraço, perto do cotovelo, circundam-no e se espalham por todos os dedos (após sessenta horas).
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Na face superior interna do antebraço esquerdo, várias pontadas sucessivas, irradiando para os dedos (após dois dias).
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Uma dor repuxante em pontada sobe dos dedos até o cotovelo e causa uma pontada peculiar no centro do antebraço.
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Mão.
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As mãos ficam dormentes com facilidade.
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No centro da palma da mão direita, uma pontada acentuada, irradiando até o cotovelo, e deixando por 5 minutos uma sensação de entorpecimento no dedo anular e no mínimo.
MEMBROS INFERIORES
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Dores pungitivas-lacerantes, começando na região lombar, passando pelos membros inferiores, inclusive as coxas, até os artelhos, estendendo-se também ao abdómen, como uma pressão para baixo, como se estivesse em trabalho de parto, com frequente mas infrutífera vontade de evacuar (após vinte e quatro horas); após quatro horas de dor, o fluxo menstrual iniciou-se muito abundantemente, quando a lombalgia cessou, mas as dores nas coxas continuaram até ela se deitar; durante esse tempo ela teve dores lacerantes no lado esquerdo da face.
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Coxa.
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Sensação de peso nas coxas; ela não consegue erguê-las bem durante o movimento, e em repouso a sensação é de pressão. [230.]
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Uma dor nervosa na coxa esquerda, ao despertar (após três horas).
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Em ambas as coxas, dor tensional, como se a pele e os músculos fossem demasiado curtos, de modo que quase não consegue subir escadas e, ao levantar-se de uma cadeira, precisa mancar por algum tempo, até habituar-se ao movimento.
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Da parte superior do quadril direito, um repuxamento doloroso até o meio da coxa, onde termina com uma pontada dolorosa (após trinta e seis horas).
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Na face posterior da coxa (do colo do fêmur até a cava do joelho), sensação dolorosa como se os músculos estivessem sendo arrancados dos ossos; sentida sobretudo ao subir, ao abaixar-se ou ao sentar-se, agravada pelo menor toque, com a sensação como se o osso estivesse afetado.
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Joelho.
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Uma dor parética, como de luxação, na articulação do joelho direito ao descer escadas (após três horas).
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Pontadas agudas, muito violentas, quer nas articulações dos joelhos quer nas articulações do pé, por vezes simultaneamente em várias articulações, com sensação de calor interno, como se a febre fosse começar (após cinquenta e duas horas).
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Dores em sacudidas no joelho esquerdo, irradiando para a cava do joelho (após duas horas).
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Perna.
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Sensação de aquecimento na face anterior da perna esquerda, como do vapor de água quente (após cinco minutos).
SINTOMAS GERAIS
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Objetivos.
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Lassidão em todo o corpo, como se tivesse caminhado uma longa distância; sentar-se é agradável; começa pela manhã e dura o dia todo. [250.]
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Débil e cansada em todo o corpo, como se estivesse contundida (após alguns dias).
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À noite, na cama, grande inquietação interna por todo o corpo; cada partícula treme e está em movimento vibratório.
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Subjetivos.
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Pela manhã, sente-se bem e leve em todo o corpo; quase não sente o próprio corpo.
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Toda a parte superior do corpo, especialmente os braços, dói como se estivesse cansada.
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Dores puxantes, ora nos dedos, ora na extremidade posterior esquerda da omoplata, ora no ombro esquerdo e na articulação do cotovelo esquerdo, ora na perna esquerda; continuaram por vinte e quatro horas (após duas horas).
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Uma pontada elétrica atravessou-lhe todo o corpo, de modo que ficou amedrontada e não conseguia compreender de onde vinha, enquanto estava sentada (após o sexto dia).
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Dores dilacerantes e pontadas em todos os músculos do corpo, pior nos músculos dos braços e das coxas, com grande sonolência e ondas de calor; na cama, muito calor nos membros inferiores e muitos inchaços glandulares dolorosos na região inguinal (após vários dias).
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Sente latejamentos por todo o corpo enquanto permanece sentada quieta (após quarenta e cinco horas).
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Ao virar a parte superior do corpo da direita para a esquerda, tudo escureceu diante dos seus olhos, e ela quase não podia ver nada; o que ouvia parecia vir de longe, durando cinco minutos; também parecia sentir uma espécie de espasmo por todo o corpo e, quando recobrou completamente a consciência, a bochecha direita estava fria; sentia frieza na boca, especialmente a ponta direita da língua estava fria, assim como todo o lado direito do corpo; tudo isso passou pouco a pouco (após oito horas).
PELE
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Objetivo.
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No antebraço esquerdo, um pequeno nódulo do tamanho de um feijão-branco, que pouco a pouco cresce até o tamanho de um ovo de galinha, torna-se vermelho, quente e inflamado, como se fosse romper-se, mas isso não acontece; o nódulo sobe até a articulação do cotovelo, onde por fim desaparece. [260.]
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Uma estria amarela, como por Ácido nítrico, no dorso do dedo indicador esquerdo.
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Subjetivo.
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Coceira com picadas na pele do corpo inteiro, como por pulgas, melhorada ao coçar, mas recorrente, no período da manhã.
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A coceira dos genitais penetra o corpo inteiro; à noite ela não consegue permanecer no leito e precisa levantar-se; agrava-se mais quando deitada ou sentada do que durante o movimento.
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Coceira com picadas nos genitais externos, como se a urina fosse acre, contínua por várias horas (depois de uma hora e meia).
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Coceira, começando no dorso da mão direita e irradiando-se para diferentes partes do corpo, especialmente para as pálpebras superiores e a fronte, onde começam os pelos, iniciando-se um quarto de hora após tomar o medicamento e continuando o dia inteiro.
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Coceira reiterada nas partes genitais femininas, cessando e retornando frequentemente durante o dia inteiro.
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Coceira frequente no centro das vértebras lombares, de modo que ela tem de coçar-se (após trinta horas).
Sono e sonhos
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Sonolência.
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Bocejos frequentes, com calafrios internos, como se a febre fosse instalar-se.
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Muitos bocejos, com sensação de frio.
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Grande sonolência por volta do meio-dia.
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Insónia. [270.]
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Nas duas primeiras noites das suas regras, insónia sem causa.
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Sono agitado à noite; debateu-se na cama a noite toda, sem saber porquê (após sessenta horas).
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Sonhos.
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Sonha com coisas repugnantes; homens nus e mulheres velhas estão à sua volta.
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Sonho angustioso: o seu filho aparentava ter caído na água, o que a deixava muito angustiada.
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Sonhos angustiosos; atravessa uma ponte com o filho e corre perigo de cair com ele na água; vem um homem e a conduz pela ponte; ao despertar de manhã, está banhada em suor.
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Sonhos angustiosos a noite toda; desperta de um sonho e, quando volta a adormecer, sonha de novo a mesma coisa medonha (a noite toda).
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Durante toda a noite, sonhos angustiosos; cai de um sonho em outro e, ainda assim, pela manhã ainda consegue dormir o suficiente.
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Sonha que cai num abismo e angustia-se com isso.
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Grita durante o sono, com sonhos angustiosos, e, ao despertar, a garganta lhe parece completamente seca, tendo de a humedecer.
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Em sonhos, três bois correm atrás dela, de modo que desperta com palpitações acentuadas. [280.]
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Durante duas noites seguidas, sonha que sofre de uma tosse crónica, seca, fatigante, tísica, que curou em vinte e quatro horas com uma dose de Eupion.
FEBRE
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Calafrios.
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Calafrios, com dor de cabeça; sensação de plenitude na testa e dor puxante em direção às têmporas (após quatro horas).
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Às 4 P.M., calafrios por todo o corpo, com dor dilacerante na cabeça e pontadas em ambas as têmporas, saltando ora aqui, ora ali, de modo que ela tem de deitar-se; após um quarto de hora de repouso, e depois de tomar alguma bebida quente, os calafrios e as pontadas cessaram, sem serem seguidos de calor nem de sede.
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O dia todo, calafrios, piores pela manhã do que à tarde, com dores em pontada na cabeça e no peito.
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Calafrio interno, com dor de cabeça, mais do lado direito, e com sede intensa (após quatro horas).
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Calafrio com tremores, sem calor nem sede subsequentes, com gosto fétido na boca.
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Arrepios durante toda a tarde, sem calor consequente; à noite, muitos sonhos confusos, revolvendo-se na cama; ao despertar, ela não se recorda dos sonhos, mas tem alguma dor de cabeça.
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Calor.
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Perto do meio-dia (cinco horas após tomar o medicamento), calor seco, sem calafrio, e dor puxante na região lombar; o calor continuou por cinco horas, mas as dores nas costas por vinte e quatro horas, e eram piores à noite do que durante o dia; ela mal podia deitar-se por causa delas; as dores nas costas intermitiram por vinte e quatro horas, e voltaram novamente às 4 A.M., na cama, em conexão com uma dor puxante periodicamente recorrente ao redor do umbigo; sem evacuação por vinte e quatro horas naquele período, mas regular na evacuação seguinte; durante a dor nas costas ela tinha, a cada vinte e quatro horas, vontade de miccionar, com pressão na bexiga urinária, e eliminava abundantemente urina pálida.
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Calor seco na cama, às 9 P.M., sem sede, com dor de cabeça contínua, com a qual ela adormece, mas desperta com a mesma dor de cabeça.
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Calor queimante no rosto, para o entardecer, por vários dias. [290.]
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Ao ficar em pé, ondas de calor no rosto, com suor angustioso, de modo que é forçada a sentar-se.
CONDIÇÕES
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Agravamento.
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( Manhã ), Sensação de peso, etc., na cabeça; na cama, pontadas no occipício; coceira sob as pálpebras; espirros, etc.; sensação nos dentes; uma hora após levantar-se, dor dilacerante nos dentes, etc.; boca empastada; muco na garganta; dor no úmero, etc.; sensação de frio.
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( Tarde ), Ao cair da tarde, calor no rosto.
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( Entardecer ), Espirros, etc.; pruritus pudendi; na cama, inquietação.
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( Noite ), Até as 3 da madrugada, enjoo, etc.; perto da manhã, suor.
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( Ao ar puro ), Edema das pálpebras; lacrimejamento.
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( Ao subir ), Sensação na coxa.
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( Ao assoar o nariz ), Dores no abdome.
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( Ao respirar ), Dores abaixo do peito; dores no tórax; dores sob a mama.
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( Ao tossir ), Dores no abdome.
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( Depois de comer ), Gosto ácido.
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( Ao endireitar-se ), Enjoo, etc.
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( Sopa quente ), Odontalgia.
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( Durante a inspiração ), Pontada na omoplata; pontadas no lado.
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( À luz do dia ), Lacrimejamento.
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( Deitado ), Odontalgia, dores sob a mama; coceira.