Arsenicum album
por Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Referência histórica para profissionais e estudantes. As afirmações abaixo refletem os ensinamentos homeopáticos do autor indicado e não comprovam a eficácia do tratamento. Este texto não constitui aconselhamento médico e não deve substituir um diagnóstico ou cuidados adequados.
-
Excitabilidade cerebral, 167.
-
Fúria; teve de ser amarrado; esforçava-se por escapar, 29. [Não encontrado. -Hughes.]
-
Acessos de loucura e tristeza, 140.
-
(Mania; dor de cabeça; ansiedade angustiosa excessiva; barulho diante dos ouvidos, como de muitos sinos grandes, e, ao abrir os olhos, via constantemente um homem que se havia enforcado no sótão e que, por sinais, lhe pedia que o fizesse descer; correu até ele com uma faca, mas, não conseguindo cortá-lo para soltá-lo, desesperou-se e tentou enforcar-se; frustrada essa tentativa, ficou tão irrequieto que mal se conseguia mantê-lo quieto; perdeu a fala, embora conservasse plena lucidez; e, tentando expressar-se por escrito, só conseguia traçar sinais ininteligíveis, tremendo e chorando o tempo todo, com a fronte coberta de suor de angústia, ajoelhando-se e erguendo as mãos como se rezasse), 11.
-
Propensão ao suicídio, 99.
-
Depois da meia-noite, frequente desejo de matar-se, atravessando o próprio coração com uma punhalada, 166.*
-
Quando está sozinho, pensa em doença e coisas semelhantes, das quais lhe é difícil desviar a mente, 1.
-
Delírio intenso, ingovernável, 201. [10.]
-
Delírio; levantou-se para visitar a filha (ausente, como ele sabia), e só com dificuldade pôde ser aquietado, mas falava racionalmente, 113.
-
Perda da razão, recorrente de tempos a tempos, 26.
-
Delírio muito violento, especialmente à noite, com grande inquietação, 160.
-
Delírio violento durante os últimos três ou quatro dias, 113.
-
Delírio poucas horas antes da morte, 175.
-
Delírio violento, com convulsões tetânicas, 190.
-
Delirou muitas vezes durante o curso da afecção, 113.
-
Delira, fazendo movimentos com as mãos, como se medisse com uma régua, de modo que os seus delírios se relacionavam sobretudo com o seu negócio, 113.
-
Delírio e carfologia, 113.
-
Ideias delirantes com os olhos abertos, sem estar em delírio nem antes nem depois, 1. [20.]
-
Ilusões alternando com sono semiconfuso, 116.
-
Fantasias vívidas alternadas, 104.
-
Durante a noite, por vezes falava sensatamente, 135.
-
Gosta de conversar com os outros, 7.
-
Respostas tolas, 201.
-
O seu desejo excede a sua necessidade; come e bebe mais do que lhe convém; anda mais do que necessita, 1.*
-
Indisposição para responder a perguntas, 196.
-
Bastante animado e disposto a ocupar-se, 7.
-
Mente enérgica e desperta, inclinada à alegria, 218.
-
Lamento alto, 99.
-
Gemia lastimosamente, 224.
-
Jaz encolhida na cama, gemendo e carpindo, 134. [30.]
-
Passa a noite gemendo e carpindo, 111.*
-
Chorava e uivava, e falava pouco e bruscamente, 9.
-
(Lamentações lancinantes, interrompidas por acessos de debilidade), 11.
-
Queixas lastimosas de que uma sensação extremamente desagradável no abdómen e uma ansiedade angustiosa excessiva lhe tiravam a respiração, e o forçavam a dobrar-se em dois para esta ou aquela direção, ou a levantar-se e andar de um lado para o outro, 13. [A ansiedade angustiosa não era a dor corporal. -Hughes.]
-
Angústia precordial por longo tempo, 14.
-
Angústia e inquietação em todo o corpo (após nove horas), 15.*
-
Soluços persistentes, com acessos infantis de choro, 166.
-
Muito abatida, chorando ao menor pretexto, 225.*
-
Extremamente sensível, desalentada, triste e chorosa; a menor ninharia enche-a de preocupação e solicitude, 1.* [40.]
-
Humor triste, 217.
-
Grande seriedade, 1.
-
Humor deprimido, 224.
-
Muito deprimida, 183.
-
Está desalentada quanto ao seu estado, 121.
-
Pesar, 99.
-
Triste e deprimido, 1.
-
Melancólico, triste, depois de comer, com dor de cabeça (após oitenta horas), 1.
-
(Melancolia religiosa e reserva), 11. ["Não encontrado", na referência.]
-
Melancolia excessiva, 117. [50.]
-
Desespera da própria vida, 15. ["Não encontrado."]
-
Desespera-se e chora, e imagina que ninguém o pode ajudar, que tem de morrer; está frio e friorento, e depois geralmente débil, 1.
-
Ansiedade angustiosa excessiva, com opressão do tórax e dificuldade respiratória, 19.*
-
Ansiedade angustiosa interna, 19.*
-
(Ansiedade angustiosa mortal com êmese), 21.
-
Ansiedade angustiosa desesperada, levando-o de um lugar para outro em busca de alívio, 226.
-
Ansiedade angustiosa na região cardíaca, interrompida por acessos de debilidade, 12.
-
Ansiedade angustiosa, a ponto de desmaiar várias vezes, 22.
-
Com grande ansiedade angustiosa, revira-se de um lado para o outro na cama, 14, 24. [60.]
-
Fala muito pouco, só se queixa de angústia, 23.
-
Grande ansiedade angustiosa, tremor e abalos , com violento rasgamento no abdómen, 23.*
-
Com ansiedade angustiosa inexprimível e dor em aumento, aparentava estar no último suspiro, 13. [A ansiedade angustiosa não era a dor corporal. -Hughes.]*
-
Ansiedade psíquica, 117.
-
(Angústia das mais intoleráveis), 20. ["Não encontrado."]
-
Verdadeira angústia mortal, 207.*
-
Agitado e angustiado, 124.
-
Impaciente e angustiado, 1. [70.]
-
A angústia e a inquietação são indescritíveis; “Matem-me”, gritava ele, “ou aliviem as minhas dores!”, 102.
-
Grande angústia e opressão, 100.
-
Angústia, com irrupção de transpiração fria, 144.
-
Angústia, com suor, 99.
-
Angústia persistente, uma ansiedade psíquica, como se não tivesse cumprido o seu dever, sem, contudo, saber em quê, 1.
-
A angústia e o calor não lhe permitem adormecer antes da meia-noite, durante muitos dias, 1.
-
Angústia à noite, depois de se deitar; às 3 horas depois da meia-noite, após despertar, 1.*
-
Angústia violenta às 3 horas da noite; ora sentia calor, ora como se fosse vomitar, 1.
-
Angústia e medo; vê um conhecido ausente deitado morto no sofá, e tem grande pavor dele, 10.
-
Medo, 166. [80.]
-
Sensação de medo mortal, 99.
-
Apreensão, 99.
-
Temor constante da morte, 99.
-
Temor da morte que sobrevém de repente quando fica sozinho, ou ao deitar-se, 224.
-
O maior medo e ansiedade angustiosa; ela vagueia dia e noite, 1.
-
(Está angustiado e tremendo e receia não ser capaz de impedir-se de matar alguém com uma faca), 16.
-
Corre pela casa toda à noite à procura de ladrões, 10.
-
Imagina que a casa inteira, e o espaço debaixo da cama, estão cheios de ladrões, o que faz irromper, de susto, por todo o corpo, uma transpiração fria de angústia, 10.
-
Tem tanto medo que salta da cama e se esconde no guarda-roupa, do qual dificilmente se consegue fazê-lo sair, 10.
-
Vê ladrões no quarto e, por isso, esconde-se debaixo da cama, 10. [90.]
-
Vê bichos e percevejos rastejando pela cama, dos quais quer escapar, e atira constantemente punhados inteiros deles para longe, 10.
-
A disposição dela mudou muitíssimo desde a intoxicação (há quatro meses); a sua alegria natural desaparecera por completo, tinha medo da solidão e da morte; a menor causa bastava para a lançar em cólera e fúria, o que sobrevivia sobretudo quando se falava da sua recuperação completa, que ela considerava inteiramente impossível. Por vezes, também, uma melancolia indescritível a acometia.
-
Só ao fim de um ano voltou a sua alegria habitual (Roth.).
-
Irritabilidade, chegando mesmo à cólera, 219.
-
Muito irritável e sensível; a menor coisa o encolerizava, 7.*
-
Muito irritável, indignada, caprichosa; cada palavra a ofende e a deixa muito zangada, quando deveria responder, 1.
-
Muito irritável e satisfeita com nada; censura tudo; toda conversa, todo barulho, até mesmo a luz, lhe é incômoda, 1.
-
Mau humor ao despertar pela manhã; não sabia o que fazer consigo de mau humor; afastava as almofadas e a coberta, e não queria olhar nem falar com ninguém, 1.
-
Inclina-se a gracejar de modo malicioso, 1.
-
Indignação de manhã, quando na cama; atira as almofadas de um lado para o outro, indignada, descobre-se, não quer ver ninguém e não quer que lhe falem, 1.
-
Enlouquece furiosamente quando lhe oferecem algo para comer, sem ter o menor apetite, 1. [100.]
-
Choro ao menor pretexto. Irritabilidade excessiva e inclinação para discussões. (Esta última característica era muito marcante, pois, durante os dois anos em que estivemos livres de papel arsenical, os rapazes estavam sempre felizes juntos e eram notáveis pela sua brandura uns com os outros), 225.
-
Grande sensibilidade, 165.
-
Não suporta o menor barulho, 99.
-
Chora ou ri com muita facilidade, 167.
-
O psiquismo era muito afetado por ninharias, 167.
-
Aborrece-se com ninharias, 1.
-
Aborrece-se com cada ninharia e fala sem cessar dos defeitos dos outros, 1.
-
Descontente; não tem desejo de coisa alguma, 1.
-
Insatisfeito o dia todo, e muito irritado consigo próprio por não ter feito o suficiente, 7.
-
Indignação, alternando com brandura; na sua indignação, não olha para ninguém e não quer ouvir nada; também chora, 1. [110.]
-
Irresolução, por estados de humor reiterados; deseja alguma coisa e, quando tudo é feito para satisfazer o seu desejo, a menor ninharia basta para lhe mudar a vontade, e já não a quer, 1.
-
Quieto, com expressão abatida, sem queixas, 179.
-
Nos primeiros minutos, grande tranquilidade de alma e alegria; meia hora depois, ansiedade excessiva e inquietação; imaginava que os efeitos do veneno seriam terríveis, e desejava continuar a viver (no caso de um homem que se havia envenenado com Arsénico e por isso desesperava), 9.
-
Grande indiferença, 1.*
-
Indiferença calma; sem se preocuparem com a morte que se aproximava, nem esperavam nem desejavam recuperar (efeito secundário, em dois suicidas que tomaram Arsénico), 1.*
-
Calma mental (no caso de uma pessoa melancólica e desesperada), 25. ["A calma era antes mental, proveniente da sua resolução, do que física."]
-
Intelecto.
Humor calmo e equilibrado; nenhum acontecimento perturbava a sua equanimidade, 7.
-
Conservou as faculdades mentais, a consciência clara e uma disposição tranquila inabalável, 134.
-
Excitação psíquica involuntária, para o amanhecer, impedindo o sono, embora se sinta muito sonolento, 1. [120.]
-
As ideias acotovelam-se nele; está demasiado fraco para as repelir, a fim de deter-se numa só ideia, 1.*
-
Confusão, 99.
-
Confusão mental, 110.
-
Estúpido e confuso da cabeça, como numa coriza intensa, e, quando está de mau humor, a cabeça parece uma lanterna, 1.
-
Sente como se fosse perder os sentidos ao pensar longamente sobre qualquer coisa, 99.
-
Distração, 225.
-
Responde devagar, 197.
-
Dá respostas muito curtas quando interrogado, 106.
-
(Debilidade do entendimento), 11. ["Resultado da supressão da febre intermitente por A."]
-
Por fim, completamente incapaz de realizar qualquer trabalho mental, receoso dos seus semelhantes, irritável e apaixonado; ficou tão abatido por causa da insónia persistente (de 6 de outubro de 1855 a novembro de 1856), que cometeu suicídio, 166. [130.]
-
Ausência do entendimento e dos sentidos externos e internos; nada via, nada dizia durante muitos dias, nada ouvia e nada compreendia; quando se lhe gritava aos ouvidos, olhava para os presentes como alguém que desperta de sono profundo, 17.
-
Falta de memória, 225.
-
Memória reduzida, 1.
-
Esquecimento; os pensamentos escapam-lhe, 1.
-
Memória muito imperfeita por longo tempo, 17.
-
Tendo tido uma memória notavelmente boa, perdeu-a completamente, 225.
-
Não reconhece os objetos, 15.
-
Não parecia plenamente consciente do seu estado, 113.
-
(Debilidade crónica dos sentidos), 11. ["Duvidoso quanto é febre intermitente e quanto é A."]
-
A autoconsciência desaparece ou torna-se muito indistinta, 15. [140.]
-
Inconsciência, 99.
-
Jaz inconsciente e insensível, 141.
-
Perda da sensibilidade e da consciência, 27.*
-
Jaz inconsciente e só com dificuldade é despertado, 99.
-
(Jazia na cama sem sentidos, murmurando sons ininteligíveis, com os olhos arregalados e transpiração fria na fronte; tremor de todo o corpo; pulso pequeno, duro e muito rápido), 11.
-
Perda da consciência e da fala, 28.
-
Perda da consciência e convulsões, 151.
-
Estupor e sonolência difusa, 160. [150.]
-
Estupor comatoso, 141.
-
Após êmese e evacuações diarreicas, estado de estupor do qual era difícil despertá-la, 150.
-
Estupor com os olhos arregalados, 160.
CABEÇA
-
VERTIGEM.
-
Vertigem; sentiu o quarto inteiro girar, 96.
-
Vertigem excessiva, de modo que ela tinha de se segurar, 105.
-
Vertigem excessiva; "a cama está virando, vou cair no chão", 212.
-
Vertigem e embotamento na cabeça, 152.
-
Vertigem ao levantar-se, 116.
-
Vertigem todas as noites; ela tem de se agarrar a alguma coisa ao fechar os olhos, 1. [160.]
-
Vertigem, somente ao caminhar, como se fosse cair para o lado direito, 7.
-
Vertigem, quando sentado, 1.
-
Vertigem, com esvaecimento do pensamento ao levantar-se, 9.
-
(Vertigem, com dor de cabeça), 19.
-
Vertigem, com obscurecimento da visão, 17.
-
Vertigem, com perda passageira da visão, 159.
-
Vertigem, com fisionomia tranquila, 135.
-
Vertigem violenta, com inclinação para vomitar ao deitar-se; ele tem de sentar-se para melhorar, 9.
-
Muita vertigem, especialmente com afluxo sanguíneo ao coração, 219.
-
Vertigem e tremor, 116. [170.]
-
Tão tonto que não conseguia manter a cabeça ereta, 124.
-
Tontura na cabeça ao sair ao fresco; a tontura aumentava ao reentrar no quarto (após meia hora), 1.
-
Tontura, associada a confusão psíquica, 210.
-
Sensação de vacilação na cabeça durante a êmese, 23.
-
Sensação de vacilação e embotamento na cabeça, especialmente na testa, ao caminhar ao fresco, como se estivesse intoxicado, de modo que cambaleia de um lado para outro e ameaça cair a todo momento (após nove horas e meia), 7.
-
Confusão, Etc.
-
Sensação de confusão na cabeça, 6.
-
Confusão da cabeça, 30.
-
Grande confusão da cabeça à noite (terceiro dia), 1. ["Não encontrado."] [180.]
-
Confusão e sonolência, 113.
-
Cabeça embotada, sem dor, 1.
-
Embotado e tonto da cabeça; era incapaz de pensar, 8.*
-
Sensação de embotamento na cabeça, como se não tivesse dormido o suficiente, das onze da manhã às seis da tarde, 1.
-
Embotado e fraco da cabeça, perto do meio-dia, 1.
-
Sensação estupefeita na cabeça, como se tivesse feito trabalho excessivo com pressa precipitada, associada a desassossego interno (após o segundo dia), 1.*
-
(Estupor da cabeça, com perda dos sentidos e vertigem), 11. ["Não encontrado."]
-
Obscuridade na cabeça, 31.
-
Debilidade da cabeça, com debilidade e náusea na boca do estômago, tão violentas que ela ficou realmente enferma, 1.
-
(Sensação de peso na cabeça, com dor dolente, pela manhã), (após setenta e duas horas), 11. [190.]
-
Sensação de peso na cabeça, sem dor, 160.
-
Sensação de peso na cabeça o dia todo (como após excesso sexual), 93.
-
Sensação pesada e confusa na cabeça, de modo que ele não consegue ficar parado; tem de deitar-se, 1.
-
(Grande sensação de peso na cabeça, especialmente ao ficar em pé ou sentado), 31. [Após um antídoto.]
-
Sensação de peso na cabeça, com confusão, 99.
-
Sensação de peso e pressão na cabeça, 128.
-
Grande sensação de peso na cabeça, com zumbido nos ouvidos; isso desaparece ao fresco, mas retorna assim que ele entra no quarto (após dezesseis horas), 1.*
-
Cabeça em Geral.
-
(Inchaço da cabeça), 39.
-
(Inchaço das veias de toda a cabeça, após êmese violenta), 18. [200.]
-
(Inchaço da cabeça e da face), 40.
-
(Inchaço excessivo da cabeça e da face), 37.
-
(Edema da cabeça, face, olhos, pescoço e tórax, mantendo cor natural), 37.
-
Tremor paralítico da cabeça, 188.
-
Movimento incessante de vai-e-vem da cabeça, 224.
-
Agarrando a cabeça e a goela (numa criança), 113.
-
Tinido na cabeça, 98.
-
Ruído e confusão na cabeça, 98.
-
Sensações singulares na cabeça, 224.
-
Sensação na cabeça, sobre a orelha, ao caminhar, como se duas bolas de gude batessem uma contra a outra, 1. [210.]
-
Dor de cabeça acentuada, piorando ao longo de todo o dia, com sensação muito marcada de constrição nas têmporas, como por intoxicação (logo em seguida), 92.
-
Dor de cabeça estupefaciente, especialmente no lado direito da testa, diretamente sobre a sobrancelha direita, com dor como de contusão ao franzir o sobrolho, 7.
-
Dor de cabeça, que durou oito dias, 160.
-
Dor de cabeça em horários incertos, principalmente à noite, 128.
-
Ao levantar-se de manhã, dor de cabeça violenta, pior do lado esquerdo; foi forçado a voltar para a cama; durou vários dias, embora com menor intensidade, 92.
-
Aumento da dor de cabeça às 11 P.M., com mãos e rosto frios, 99.
-
Dor de cabeça quase constante, agravada pela êmese, 210. [220.]
-
Dor de cabeça por vários dias, melhorada pela aplicação de água fria, mas tornando-se muito pior se esta fosse retirada, 1.
-
(Dor de cabeça periódica), 36.
-
Dor de cabeça intensa, aumentada pela luz e pelo ruído, 199.*
-
Dor de cabeça e vertigem (por muito tempo), 217.
-
Dor de cabeça, com vertigem, por vários dias, 35.
-
Dor de cabeça e embotamento, 110.
-
Dor de cabeça e estômago, 122.
-
Dor de cabeça violenta, com febre e sensibilidade da região do estômago, 160.
-
Dor em queimação na cabeça, 99.
-
Calor na cabeça, ao tossir, 1.* [230.]
-
Dor de cabeça tensional, 1.
-
Dor contrativa na cabeça, 1.
-
Dor estupefaciente, dolente, especialmente na testa, com finas pontadas na região temporal esquerda perto do canto externo, ao caminhar e ao ficar em pé, desaparecendo quando sentado (após duas horas e meia), 7.
-
Dor de cabeça surda, pela manhã, ao despertar, desaparecendo ao levantar-se, 1.
-
Repuxamento e latejamento na cabeça, 207.
-
Dor de cabeça pressiva violenta, 212.
-
Pressão violenta na cabeça, das seis às oito horas da noite, falta completa de apetite, transpiração passageira e grande ansiedade angustiosa, 1.
-
Sensação de peso excessiva na cabeça, como se o cérebro estivesse oprimido por uma carga, com zumbido nos ouvidos pela manhã após levantar-se (após vinte e quatro horas), 1.
-
Dor de cabeça pressiva e estupefaciente, especialmente na testa, em qualquer posição, 7.
-
Dor como se o cérebro estivesse sendo arrancado, 99. [240.]
-
Dor de cabeça latejante e lacerante, especialmente à noite, 218.
-
Crises frequentes de dor de cabeça latejante e lacerante, às vezes de um só lado, e estendendo-se por toda a cabeça, 219.
-
Dor lacerante na cabeça e, ao mesmo tempo, no olho direito, 1.
-
Dor de cabeça, consistindo em dor lacerante e sensação de peso, com sensação sonolenta de desfalecimento durante o dia (após quatro dias), 1.
-
Dor como de contusão, na parte externa da cabeça, pior ao toque, 1.
-
Sensação de vacilação no cérebro, especialmente ao mover a cabeça, 99.
-
Ao mover a cabeça, ao caminhar, o cérebro parece bambolear, com pressão sobre ele, 10.*
-
Sensação, durante o movimento, como se o cérebro se movesse e batesse contra o crânio, 1.*
-
Dor latejante violenta em toda a cabeça, especialmente na testa, com desejo de vomitar, ao erguer-se na cama, 9.
-
Latejamento agudo e duro, como pancadas, em toda a cabeça, como se o crânio estivesse sendo comprimido até se abrir; à noite, transpiração irrompendo, 1.
-
Testa. [250.]
-
Inflamação dos seios frontais, com agravação todos os dias à mesma hora, 219.
-
Tumefação dura, em ambas as eminências frontais, como uma noz; a tumefação aumenta à noite (Sr.).
-
Sensação de peso frontal o dia todo, tornando-se bastante incômoda à noite, com pulsações algo mais dolorosas na testa e nas têmporas, 92.
-
Dor de cabeça frontal, 210.
-
As dores mais agonizantes eram na testa e nas têmporas, 181.
-
Dores intensas na região frontal, associadas a vertigem, 181.
-
Durante o sono, ele se queixa de dor de cabeça, ora na testa, ora no occipício, 103.
-
Dor compressiva repuxante no lado direito da testa (após duas horas e três quartos), 7.*
-
(Dor de cabeça sobre o olho esquerdo, muito violenta à noite), 5. [260.]
-
Dor constritiva (como se apertasse) acima dos olhos e nas têmporas, 99.
-
Dor como de contusão ou sensibilidade dolorosa, sobre o nariz e na testa, desaparecendo por curto tempo ao esfregar, 1.*
-
Sensação como se tivesse levado uma pancada na testa, 1.
-
Dor de cabeça latejante diretamente sobre a raiz do nariz, 1.*
-
Dor latejante violenta na testa, durante o movimento, 9.
-
Têmporas.
-
Inchaço das veias superficiais das têmporas, 99.
-
Sensação desagradável na região das têmporas, 128.
-
Dor nas têmporas, 99.
-
Dor de cabeça pressiva o dia todo em ambas as têmporas, 92.
-
Dor compressiva na região temporal direita, em qualquer posição do corpo (após três horas), 7. [270.]
-
Dor compressiva em forma de pontada na têmpora esquerda, não desaparecendo pelo contato (após duas horas e meia), 7.
-
Dor pungente na têmpora esquerda, desaparecendo ao toque, 1.
-
Pontadas lacerantes na têmpora esquerda, 1.
-
Martelamento doloroso nas têmporas, ao meio-dia e à meia-noite, por meia hora, após o qual seu corpo parece paralisado por duas horas, 1.
-
Alto da cabeça.
-
Dor na região do alto da cabeça, 128.
-
Ardor num ponto do couro cabeludo, do tamanho de uma moeda grande, no alto da cabeça, 99.
-
A dor em queimação na região do alto da cabeça ainda não desapareceu completamente (após dez dias), e ela se queixa de dor como de contusão no couro cabeludo, ao toque, 105.
-
Dor de cabeça repuxante, sob a sutura coronal, durante algumas horas todas as tardes, 1.
-
Na cabeça, ora uma pressão que causa confusão, ora um latejamento violento, ou uma dor em queimação na região do alto da cabeça, que diminuía com suave fricção, 105.
-
Dor de cabeça, como por um peso intenso pressionando o alto da cabeça, 99.
-
Parietais. [280.]
-
(Hemicrania), 37.*
-
Dor como de contusão em um lado da cabeça, pela manhã ao levantar-se (após doze horas), 1.
-
Dor surda pulsátil em uma metade da cabeça, estendendo-se até acima do olho, 1.*
-
As dores da cabeça e da face são especialmente graves do lado esquerdo, a ponto de impedir inclinar-se ou repousar sobre esse lado; ela foi forçada a permanecer sentada toda a noite, mantendo a cabeça ereta, 99.*
-
Neuralgia violenta no lado esquerdo da cabeça, seguida de sensação de paralisia, 99.*
-
Dor surda no lado esquerdo da cabeça, 99.
-
Dores lacerantes no lado esquerdo da cabeça, 99.
-
Occipício.
-
Dor de cabeça no occipício, 1.
-
Cabeça dolorosa, especialmente no occipício, 104.
-
Dores lacerantes no occipício, 2.
-
Cabeça Externa. [290.]
-
(Úlceras corrosivas no couro cabeludo), 37.
-
(Crosta ulcerada no couro cabeludo, da espessura de um dedo, caindo em poucas semanas), 39.
-
(As crostas ulcerosas do couro cabeludo estendem-se até o meio da testa), 37.
-
Couro cabeludo coberto de pústulas duras, isoladas, 207.
-
Secreção úmida do couro cabeludo, 98.
-
Atrás da orelha direita, uma elevação circular do tamanho de uma moedinha, com base avermelhada, ardor, contrações bruscas e pontadas, 99.
-
(Dor em queimação no couro cabeludo), 37.
-
Couro cabeludo doloroso ao toque, 99.
-
Dor do couro cabeludo ao toque, como de ulceração, 1.*
-
O couro cabeludo estava doloroso ao aplicar a mão sobre ele, 92. [300.]
-
(Prurido roedor na cabeça), 37.
-
Formigamento incômodo na cabeça, em noites alternadas, 222.
-
Sensação de rastejamento nos tegumentos do occipício, como se as raízes dos cabelos se movessem, 1.
-
Coceira o dia todo no couro cabeludo piloso, obrigando-o a coçar-se, 92.
-
Prurido corrosivo por toda a cabeça, obrigando-o a coçar-se, 7.
-
Prurido doloroso, como de uma úlcera, em todo o couro cabeludo, que dói por toda parte como se estivesse equimosado, mas principalmente na região do occipício (após sete horas), 7.
-
(Ardor e prurido no couro cabeludo), 37.
-
Os cabelos doem ao toque, 1.
-
Os cabelos caem do lado esquerdo da cabeça, 99. [310.]
-
Os cabelos que haviam caído cresceram de novo, mas estavam rígidos e quebradiços, e de cor cinzenta; porém logo caíram outra vez e deram lugar a cabelos castanhos sadios, que cresceram tão espessos e longos como anteriormente, 105.
OLHOS
-
Olho em Geral.
-
Olhar vivo, penetrante, 163.
-
Olhos brilhantes e reluzentes, e vasos da córnea muito injetados, 199.
-
Inflamação dos olhos, 44.
-
Inflamação dos olhos, violenta, frequentemente recorrente, 26.
-
Olhar fraco, 19.
-
Olhos turvos, 99.
-
Olhos congestionados, lânguidos, 202.
-
Os olhos parecem velados, e finamente injetados, 92.
-
Círculos azulados ao redor do olho, e aspecto pálido do globo ocular, 224. [320.]
-
Olhos amarelos, como na icterícia, 1.
-
Olhos injetados, como no início de uma febre eruptiva, 160.
-
Olhos fracos e inflamados, a conjuntiva estava de um vermelho vivo, 224.
-
Os olhos vermelhos, 139.
-
Os olhos muito vermelhos, 160.
-
Olhos injetados de sangue, 99.
-
Olhos vermelhos, inflamados, 43.
-
Olhos vermelhos, como após chorar, 92.
-
*Olhos arregalados, 126. [330.]
-
Olhar fixo, sem dilatação das pupilas, 19.
-
Olhos protusos e bastante vermelhos, 125.
-
Olhos protusos e aguados, 217.
-
*Olhos encovados e face pálida, 67.
-
Tumefação dos olhos, 113.
-
Tumefação dos olhos, 18 . [Nisso, apenas as veias dos olhos estavam tumefeitas, e após vômitos violentos. -Hughes.] [Compare S. 199, autoridade 18.]
-
Olhos muito tumefeitos, 181.
-
(Tumefação do olho e dos lábios), 37.
-
Tumefação indolor sob o olho esquerdo, fechando o olho em parte, e muito mole (após cinco dias), 3.*
-
Distorção dos olhos, 45 . ["Não encontrado."] [340.]
-
Distorção dos olhos e dos músculos do pescoço, 46.
-
Distorção dos olhos de modo horrível, 17.
-
Olho rígido, voltado para cima, 19.
-
De tempos em tempos os olhos voltavam-se para cima e ficavam estrábicos, mas apenas transitoriamente, 102.
-
Olhos retraídos, 193.
-
Os olhos muitas vezes parecem húmidos e como cheios de lágrimas, mas sem lacrimejamento, 92.
-
Rigidez dos olhos, 93.
-
Olhos rígidos, pesados, algo sensíveis, 92.
-
À noite, sensação de areia nos olhos, 93.*
-
À noite, sensação como de areia nos olhos, obrigando-o a esfregá-los, 92.* [350.]
-
Sente como se houvesse um furúnculo sanguíneo sob cada olho, 99.
-
Dor profunda, interna, no olho direito, com pontadas intensas ao movê-lo, de modo que mal conseguia movê-lo, 1.
-
Dor muito intensa no olho esquerdo, 99.
-
Dor muito intensa no olho esquerdo durante a noite, 99.
-
*Ardor nos olhos, 1.
-
Ardor acentuado e constante nos olhos, 208.*
-
Durante o dia, leve sensação de calor em ambos os olhos, 92.
-
Ardor nos olhos, nas fossas nasais e na boca, 43.*
-
Olhos quentes e dolorosamente ardentes nos globos, 96.*
-
Sensação de ardor e de irritação pungente (nos olhos), 93.* [360.]
-
Várias vezes à noite, e especialmente ao deitar, nítida sensação de ardor e leves picadas nos olhos, 92.
-
Dor puxante nos olhos e contrações nas pálpebras, 1.
-
Sensação de peso e pressão nos olhos, 99.
-
Pressão no olho esquerdo como por areia (após duas horas), 7.
-
Dor compressiva sob o olho direito, durando horas, à noite, provocando tanta ansiedade angustiosa que ela não conseguia permanecer na cama, 1.
-
Dor lacerante no olho, por vezes, 42.
-
Dores lacerantes no olho esquerdo, 99.
-
Sensibilidade algo dolorosa de ambos os olhos, 92.
-
Pontadas e ardor nos olhos, 99.
-
Latejamento nos olhos, e a cada pulsação uma pontada; depois da meia-noite, 1.* [370.]
-
Sacudidas no olho esquerdo, 1.
-
Coceira noturna acentuada em ambos os olhos, 93.
-
Coceira mordente, roedora, em ambos os olhos, obrigando-o a esfregar (após três horas), 7.
-
Os olhos pioram ao movê-los, ou ao fixar o olhar, 99.
-
Todos os sintomas oculares eu os senti tanto mais agudamente, por nunca antes ter tido o menor incômodo nesses órgãos, 92.
-
Sobrancelha e Órbita.
-
*Todas as partes ao redor das órbitas estão tumefeitas, 218.
-
Dor suborbitária no lado esquerdo, com picadas como de agulhas, por vezes bastante acentuadas, 93.*
-
Dor beliscante e dolente sobre os olhos, desaparecendo logo.
-
Coceira ao redor dos olhos e nas têmporas, como se picados por inumeráveis agulhas em brasa, 1.
-
Pálpebras.
-
Blefarite excessivamente agravada, 208. [380.]
-
Blefaradenite, cil., e ulcerosa, 221.*
-
Pálpebra inferior externamente escoriada onde o ardor era mais acentuado, 208.
-
Pálpebras e lábios azulados, 116.
-
Pálpebras injetadas e meio fechadas, 192.
-
Rubor da margem das pálpebras, 208.
-
Extrema vermelhidão da face interna das pálpebras , com sensação incômoda, mais do que dor, frequentemente obrigando-o a esfregar os olhos, 92.*
-
Pela manhã, muita remela nas pálpebras, 92.
-
Tumefação das pálpebras, 43.*
-
As pálpebras tumefeitas e vermelhas, 139. [390.]
-
*Pálpebras edemaciadas, frequentemente fechando completamente os olhos, 223.
-
Tumefação edematosa, indolor, das pálpebras, 10.
-
Tumefação da pálpebra superior e, depois, da pálpebra inferior esquerda, depois da testa, cabeça e pescoço, sem dor e sem secreção de muco; a tumefação da cabeça e do pescoço atingiu tamanho terrível, 10.
-
Edema das pálpebras esquerdas, 116.
-
Grande edema da pálpebra superior, com rubor vermelho vivo, 208.
-
Tremor contínuo das pálpebras superiores, com lacrimejamento, 1.*
-
Espasmos das pálpebras, 99.
-
Fechamento espasmódico das pálpebras, 99.
-
As pálpebras edemaciadas estão firme e espasmodicamente fechadas , e parecem como se estivessem distendidas de ar, 10.*
-
O olho esquerdo não pode ser aberto, 99. [400.]
-
Suas pálpebras fechadas; sente-se cansado, 6.
-
Aglutinação das pálpebras, pela manhã, 10.
-
As pálpebras não ficam fechadas durante o sono, 218.
-
Espécie de dificuldade em mover as pálpebras, 92.
-
Leve rigidez nas pálpebras, 92.
-
De tempos em tempos, rigidez nas pálpebras, 92.
-
Rigidez das pálpebras, como se tivesse passado a noite toda fumando; durou quinze dias, 92.
-
Rigidez acentuada e constante das pálpebras, durante quatro dias, 92.
-
Ressecamento das pálpebras, como se o olho fosse esfregado por elas, ao ler à luz de vela, 1.*
-
Dor da margem das pálpebras, durante o movimento, como se estivessem secas e roçando contra os globos oculares , tanto ao fresco quanto no quarto, 1. [410.]
-
1 da tarde, dor súbita e acentuada nas pálpebras, com picadas muito dolorosas e lacrimejamento, que duraram dez minutos, 94.
-
Ardor na margem das pálpebras superiores, 1.*
-
Dor compressiva sobre a pálpebra esquerda, aumentando ao erguer o olho, e também na metade superior do globo ocular, 1.
-
Ardência nas pálpebras, como a sentida ao entrar num quarto cheio de fumaça; durou o dia todo, 94.
-
Lacrimejamento.
-
Olhos marejados, 183.
-
Os olhos aguados, semiabertos, vermelhos, 121.
-
Lacrimejamento dos olhos, e sensação de ofuscamento, 224.
-
Lacrimejamento e coceira dos olhos , com um pouco de pus nos olhos pela manhã, 1.*
-
Leve lacrimejamento pela manhã, com alguma coriza abundante, 93. [420.]
-
*Lágrimas corrosivas, deixando doloridas as faces e as pálpebras, 26.
-
Lacrimejamento constante do olho direito, durante oito dias (após o segundo dia), 3.
-
Conjuntiva.
-
Inflamação da conjuntiva, 19.
-
Conjuntivite crônica, não acentuada, mas persistente, com coceira e diminuição da visão, 219.
-
Conjuntivite palpebral, 143.
-
Inflamação da conjuntiva, com congestão dos olhos e intolerância à luz, 171.*
-
Amarelamento da conjuntiva, 209.
-
O branco do olho amarelo, 154.
-
Branco amarelo do olho como na icterícia, 10.
-
Conjuntiva um pouco vermelha, 116. [430.]
-
O branco do olho torna-se vermelho, 118.
-
Rubor ou sensibilidade dolorosa da conjuntiva, 220.
-
As conjuntivas intensamente injetadas, 190.
-
Conjuntiva finamente injetada, com vermelhidão difusa e pálida, 92.*
-
Conjuntiva finamente injetada e vasos ciliares muito aumentados de volume, 203.
-
Globo Ocular e Pupila.
-
Globos oculares muito salientes, como se saíssem das órbitas, 218.
-
Os globos oculares fixos para cima, 190.
-
Amarelamento da esclerótica, 99.
-
Na albugínea e na borda das faces avermelhadas, um leve tom ictérico, 135. [440.]
-
Pupilas fortemente dilatadas, 203.
-
As pupilas, de muito contraídas, tornam-se excessivamente dilatadas, 19.
-
Dilatação e contração alternadas das pupilas, mais à noite, em grau bastante rápido e extremo, aumentadas ao apresentar uma vela acesa, ou ao mover de um lado para outro a ponta do dedo, 196.
-
Pupilas insensíveis à luz, 202.
-
Visão.
-
Olhos fracos, 141.
-
O olho fraco, sem brilho, e geralmente fechado, 134.
-
Debilidade dos olhos, 128. [450.]
-
Visão fraca, por muito tempo, 17 . [Ver S. 134]
-
Distúrbio da visão, 154.
-
A visão é indistinta, 113.
-
Obscurecimento da visão, 38.
-
Obscurecimento da visão; logo em seguida escurece diante dos olhos, 15.
-
Leve perda da visão, 172.
-
Visão comprometida; não conseguia ler à luz de gás por mais de alguns minutos; não podia ver salvo com boa luz do dia, e mesmo então tinha de aproximar muito o trabalho dos olhos; qualquer uso dos olhos era acompanhado de dor, 211.
-
(Cegueira quase total no caso de uma mulher acometida de visão fraca; perde a audição e durante muito tempo fica afetada por embotamento sensorial), 11 . [Como S. 138.]
-
Ele abre os olhos e queixa-se de que já não veem mais, 125.
-
Ela perdeu totalmente a visão, 134. [460.]
-
(Faíscas diante dos olhos com dor de cabeça e tontura ), 11.
-
Cintilação diante dos olhos, 217.
-
Manchas ou pontos brancos diante dos olhos, 1.
-
*Vê como através de uma gaze branca, 1.
-
Tudo parece amarelo diante dos olhos, durante o enjoo, 23.
-
Escuridão diante dos olhos, 113.
-
Escuridão e cintilação diante dos olhos, 19.
-
Ela parecia sensível à luz, e frequentemente os olhos se fechavam, 163.*
-
A neve ofusca os olhos e os faz lacrimejar, 1.
OUVIDOS. [470.]
-
Ouvidos muitíssimo tumefeitos, com rubor erisipelatoso escuro e grandes bolhas, que logo vertem secreção e adquirem aspecto gangrenoso, 207.
-
Ardor na orelha externa ao entardecer (após 5 horas), 1.
-
Dor repuxante e dilacerante no lóbulo esquerdo, 1.
-
Dor repuxante e dilacerante atrás da orelha, ao longo do pescoço, descendo até o ombro, 1.
-
Alguma coceira abaixo da orelha direita, e ali uma erupção papulosa, 91.
-
Sensação como se o meatus auditorius esquerdo estivesse obstruído por fora, 1.
-
Ao engolir, o ouvido fica fechado por dentro, como na hipoacusia, 1.
-
*Otalgia, 2.
-
Dor em cãibra nas orelhas externas, 1.
-
*Dor dilacerante no ouvido interno, 1. [480.]
-
*Dor pungente e dilacerante através do meatus auditorius esquerdo, de dentro para fora, para o entardecer (primeiro dia), 1.
-
Pontadas no ouvido pela manhã, 1.
-
Dor pungente no meatus auditorius esquerdo à noite, de dentro para fora, 1.*
-
Formigamento agradável, profundamente em ambos os ouvidos, durante 10 dias, 3.
-
Cócega voluptuosa no meatus auditorius direito leva a esfregar, 7.
-
Audição.
-
Sensibilidade invulgar ao som, 224.
-
Muito sensível ao barulho, 1.
-
Não entende o que as pessoas dizem, 15.
-
Dificuldade para ouvir, como se os ouvidos estivessem obstruídos (após 16 horas), 1.
-
[Hipoacusia. -H.], 5. [490.]
-
Sons no ouvido e em toda a cabeça, 1.
-
Rugido nos ouvidos, 38, etc.*
-
Rugido nos ouvidos a cada novo paroxismo de dor, 1.
-
Rugido no ouvido esquerdo, 128.
-
Forte ruído impetuoso no ouvido, como o de uma cachoeira próxima, 1.
-
Tinido nos ouvidos, 99.*
-
Tinido na orelha direita, quando sentado (após uma hora e meia), 7.
ARSENICUM ALBUM. NARIZ
-
Sinais objetivos e secreções.
-
Nariz afilado, 134.
-
Nariz tumefeito, vertendo uma secreção aquosa profusa, 224.*
-
Úlceras da mucosa nasal, 220. [500.]
-
[Ulceração da parte superior do interior do nariz, secretando um ícor fétido, de sabor amargo. -H.], 5.
-
Espirros, 97.
-
Espirros frequentes, sem coriza (após onze horas), 7.
-
Espirros violentos e contínuos, 1.*
-
Espirros violentos e incoercíveis, 220.
-
Crises frequentes e violentas de espirros, que a despertam à noite, acompanhadas de secreção nasal abundante e aquosa, 223.
-
Corrimento nasal, 96.
-
Corrimento nasal profuso, 224.
-
Corrimento nasal acentuado por dois dias, com coceira, 93.
-
Secreção escoriante das narinas, 225. [510.]
-
(Eliminação de um líquido corrosivo pelo nariz), 17.
-
Secreção nasal profusa, espessa, amarela, 224.
-
Todas as manhãs, às 5 horas, sobrevém uma descarga excessiva pelo nariz, durante cinco anos e meio, com intermissões muito esporádicas de algumas semanas durante tempo muito quente; era sempre pior pela manhã e desaparecia ao fresco, 224.*
-
Resfriado na cabeça, 224.
-
Coriza ligeira, 92.
-
Coriza súbita, 94.
-
Coriza abundante violenta, 1.
-
Coriza abundante, com espirros frequentes (após onze horas), 7.*
-
Coriza, com espirros, todas as manhãs ao despertar, desaparecendo rapidamente, 1.
-
Coriza muito incômoda; obstrução das primæ viæ, 92. [520.]
-
Coriza excessiva, com disfonia e insónia, 1.*
-
Ela assoa o nariz sem cessar, como se tivesse um resfriado na cabeça (nunca antes fora assim incomodada), 91.
-
Secura da cavidade nasal, 1.
-
Coriza abundante e seca ao mesmo tempo, 1.*
-
Obstrução do nariz, como por catarro, 99.
-
Hemorragia nasal violenta durante mau humor (após três dias), 1.
-
Após o uso de vinho, hemorragia nasal excessiva, 119.
-
Hemorragia nasal durante a êmese, 105.
-
(Hemorragia nasal violenta após êmese violenta), 39.
-
Sensações e olfato.
-
Dor no osso nasal, na raiz do nariz, 1.*
-
Sensação aflitiva de obstrução sob a ponte do nariz, que por vezes lhe modificava a fala, 224. [530.]
-
Obstrução aflitiva na ponte do nariz, 225.*
-
Nariz e orelhas, frios, 197.
-
Dor em queimação no nariz, nos olhos e na boca, 139.
-
À noite, calor desagradável na fossa nasal esquerda, com uma secura peculiar da parte posterior da boca, 92.
-
O muco nasal aquoso provoca ardor e queimação nas narinas, como se ficassem escoriadas por ele, 1.
-
Coceira no nariz, 93.
-
Pontadas nos ossos nasais, 1.
-
(O cheiro de carne cozida é-lhe intolerável), 15. ["Após antídoto"]
-
Odores desagradáveis diante do nariz, 99.
-
Cheiros de pez e enxofre, alternadamente, diante do nariz, 1.
ROSTO
-
Aparência. [540.]
-
Pele do rosto gélida, 99.
-
Rosto frio, nariz e lábios azuis, 121.
-
Rosto e mãos frios, cobertos de transpiração fria, 122.
-
Seu aspecto compara-se melhor ao de um paciente de cólera no estágio de algidez, 102.
-
Fácies estúpida, 136.
-
Aspecto de sofrimento, 103.
-
Expressão aflita da fisionomia, 224. [550.]
-
Fisionomia angustiada, 202.
-
Olhar angustiado, mas não selvagem nem atordoado, 124.
-
Expressão de agonia na fisionomia, 184.
-
Rosto exprimindo verdadeira agonia psíquica, 123.
-
Expressão terrível de apreensão, 203.
-
No rosto, sinais de vaga angústia e desespero, bem como expressão de profundo pesar, 114.
-
Rosto exprimindo a mais profunda angústia, ora vermelho, ora pálido, 116.
-
Expressão cadavérica (durante a êmese), 23. [560.]
-
Coloração cadavérica do rosto (durante a êmese), 23.
-
Aparência extremamente delicada e pálida, 224.
-
(Palidez mortal, com êmese muito intensa), 21.
-
Aspecto branco-mortal; palidez extrema, 224.
-
Rosto pálido, salvo um rubor em cada bochecha, 193.
-
O rosto pálido; expressão atordoada, 109.
-
Fisionomia pálida e angustiada, 199.
-
Rosto pálido e abatido, 197.
-
Fisionomia pálida e esquálida, 201. [570.]
-
Fisionomia pálida, cadavérica, convulsivamente distorcida, 109.
-
Rosto pálido, com expressão de dor extrema, 106.
-
Ela parecia muito pálida e sentia-se muito sem forças, 134.
-
Rosto pálido-acinzentado, tumefeito, 113.
-
Aspecto pálido, amarelado, caquético, 4.
-
Rosto cinzento-plúmbeo, 113.
-
O rosto cinzento-azulado, 134.
-
O rosto algo lívido, 124.
-
(Rosto de cor argilosa, cor de chumbo, com estrias e manchas verdes e azuis), 37. [580.]
-
Coloração do rosto amarelo-acinzentada, 103.
-
Rosto amarelo, 217.
-
Fisionomia amarela ou ictérica, 171.
-
Rosto amarelo e olhos encovados, 1.
-
Coloração verdoso-amarelada do rosto, 166.
-
Rosto e olhos injetados, 142.
-
Rosto avermelhado, distorcido, 134.
-
Rosto vermelho, inflamado, 141.
-
Rosto vermelho, com tonalidade amarelenta ao redor das narinas, 151.
-
Rosto vermelho em manchas, e coberto de suor, 121.
-
Rosto e língua vermelhos, 151.
-
Rosto vermelho e inchado, 217.
-
Rosto vermelho e tumefeito, 181.
-
O rosto, por vezes, inchado, 163.
-
Edema do rosto, 103.
-
Inchaço de todo o rosto (pela aplicação externa de Arsênico), 9. [600.]
-
(Inchaço elástico do rosto, especialmente das pálpebras, e mais particularmente pela manhã, em três pessoas), 49.
-
Inchaço do rosto e dos membros inferiores, 113.
-
Rosto tumefeito e lívido, 190.
-
Rosto distendido, vermelho, 19.
-
Rosto distendido, vermelho, com lábios inchados, 9.
-
Rosto tumefeito, escuro, quente, 99.
-
Todo o rosto muitíssimo tumefeito, com vermelhidão escura, erisipelatosa, e grandes bolhas, que logo secretam e adquirem aspecto gangrenoso, 99.
-
Rosto tumefeito, afogueado e coberto de transpiração fria, 185.
-
Inchaço do rosto, com acessos de desmaio e tontura, 33.
-
Traços faciais encovados, angustiados, 99.
-
Rosto encovado, pálido, coberto de transpiração fria, 140.
-
Fisionomia desfigurada, pálida, 19.
-
Traços do rosto distorcidos, repuxados, 19.
-
Distorção dos traços faciais, como se descontente, 1.
-
Rosto horrivelmente distorcido por convulsões e dor, 109.
-
A boca repuxada em todas as direções, 190.
-
Convulsões dos músculos faciais, 99.
-
Sorriso frequente, 201. [620.]
-
Sensações.
-
Sensação como se uma erupção estivesse para surgir em todo o rosto, 99.
-
Dores no rosto, nos dentes e nas gengivas, 225.
-
Aumento da dor no rosto ao tocar o lado sem dor, 99.
-
O lado esquerdo do rosto parece mais frio que o direito, 99.
-
Calor e rubor do rosto, 99.
-
Ardor e coceira muito intensos no rosto por meia hora, durante os quais a dor no rosto diminui, 99.
-
Afrontamentos no rosto, com angústia, 99.
-
Dores lacerantes no rosto, de tipo quotidiano, 219.
-
Dor lacerante na metade esquerda do rosto, 99.
-
Latejamento no rosto e na cabeça, como se o sangue em ebulição fosse romper as veias, 99. [630.]
-
Coceira no rosto; ele o coça até ficar vermelho, 1.
-
Mancha vermelha na bochecha direita, 99.
-
Tumefação extensa da bochecha direita, com dor muito intensa em todo esse lado do rosto; vermelhidão escarlate, lisa e brilhante, da pele sobre o inchaço, 169.
-
Úlcera corrosiva no lábio, dolorosa ao anoitecer, depois de deitar-se, com uma espécie de dor lacerante e ardente; a dor é pior ao tocar a parte e ao expô-la ao ar; impede o sono e o desperta à noite (após quatorze dias), 1.
-
Lábios como polvilhados de branco, 131.
-
Lábios lívidos, 184.
-
Lábios e língua azulados, 134.
-
Uma faixa parda de epiderme ressequida, quase queimada, estende-se pelo meio do vermelhão do lábio inferior, 7.
-
Lábios manchados, pretos, 26. [640.]
-
Lábios cobertos de pequenas manchas pretas, 217.
-
Manchas dolorosas no lábio superior, 1.
-
Inchaço dos lábios, 9.
-
Lábios inchados, rachados, 99.
-
Lábios inchados, com duas grandes bolhas, como por resfriado, uma na borda direita do lábio superior, a outra na borda esquerda do lábio inferior; a primeira elimina depois linfa, a outra pus, 99.
-
Lábios convulsivamente distorcidos, como no riso sardônico, 141.
-
Sangramento do lábio inferior, após uma refeição (depois de uma hora e meia), 1.
-
Lábios algo secos e vermelho-pálidos, 209.
-
Lábios secos e cobertos de herpes, 199.
-
Lábios doloridos e úlceras na boca, 225. [650.]
-
Repuxões ou sacudidas em pontadas num lado do lábio superior, especialmente ao adormecer, 1.
-
Coceira no lábio superior, como se picado por inumeráveis agulhas quentes, estendendo-se até debaixo do nariz; no dia seguinte, inchaço do lábio superior, acima do vermelhão, 1.
-
Maxilares cerrados, 99.
-
Maxilares fortemente fechados, 141.
-
Maxilares rigidamente travados, 201.
-
Espasmos nos maxilares; mal consegue separar os dentes, 99.
-
Ao beber, só consegue abrir um pouco a boca, e com dificuldade, 99.
-
Ao tentar beber, morde a borda do copo, 99.
-
Engole a bebida oferecida com um movimento convulsivo dos maxilares, quase quebrando o copo, 165.
-
Abscessos do maxilar, 198. [660.]
-
Pressão no maxilar superior esquerdo, 1.
-
Duas vezes, no espaço de 5 minutos, sentiu dor acentuada ao longo do trajeto do nervo maxilar inferior direito, cada vez 5 ou 6 lancinações muito dolorosas e bem definidas; estando deitado, algum tempo depois, dor de cabeça muito acentuada e as mesmas lancinações dolorosas ao longo do nervo maxilar, 92.
BOCA
-
Dentes e Gengivas.
-
Ranger de dentes, 19.
-
Trituração convulsiva dos dentes, 51.
-
Ranger dos dentes durante o sono, 1.
-
Considerável depósito de tártaro na base dos dentes (num dentista, que tinha o maior cuidado com os dentes), 90.
-
Queda de todos os dentes, 51.
-
Os dentes superiores do lado direito começaram a afrouxar e foram retirados com os dedos, 169.
-
Afrouxamento doloroso dos dentes; eles doem per se, e ainda mais ao mastigar; as gengivas também são dolorosas ao toque, e a bochecha está tumefeita, 1.
-
Um dente torna-se frouxo e proeminente pela manhã; a gengiva desse dente é dolorosa ao toque; a parte da bochecha por trás da qual o dente se localiza é ainda mais dolorosa externamente; o dente não dói ao cerrar os dentes, 1. [670.]
-
Cárie progressiva dos dentes, com odontalgia insuportável, 166.
-
Embotamento dos dentes, como se ela não pudesse mastigar com eles, 99.
-
O dente parecia mais comprido que o natural; era sensível à pressão e à água fria; estava algo frouxo, 169.
-
Dor nos dentes, 201.
-
Odontalgia em todos os dentes do lado esquerdo, 99.
-
Odontalgia durante todo o dia na maxila superior esquerda, 92.
-
Dor em alguns dentes como se estivessem frouxos e fossem cair; a dor não aumenta com a mastigação (após uma hora), 1.
-
Leve odontalgia ao levantar-se; logo se torna muitíssimo intensa, com sialorreia profusa, 92.
-
Odontalgia à noite, pouco depois de adormecer; ela a desperta, 1.
-
À noite, durante quatro ou cinco minutos, dores leves, mas bem definidas, nos molares superiores e, sobretudo, nos inferiores do lado direito, 92. [680.]
-
Dentes superiores dolorosos ao morder sobre eles, 99.
-
Odontalgia, mais dolente do que repuxante, 1.
-
Dor intensa, surda e dolente no dente, estendendo-se a todos os dentes desse lado, 169.
-
Dor lacerante nos dentes, retornando regularmente à noite, 218.
-
Dor lacerante nos dentes e na cabeça, levando-a quase ao frenesi; bate na cabeça com o punho; pouco antes do fluxo menstrual, 1.
-
Odontalgia em sacudidas, persistente, estendendo-se até a têmpora, melhorada ou interrompida ao sentar-se, 1.
-
A odontalgia consiste sempre em pontadas dolorosas muito bem definidas, 92.
-
Abscesso sobre o canino superior direito; ao ser aberto, eliminou abundantemente pus sanioso durante várias semanas, 169.
-
Depósito característico de falsa membrana sobre as gengivas, 92.
-
Gengivas tumefeitas, completamente cobertas por uma rede de falsa membrana branca, 90. [690.]
-
Gengivas tumefeitas, sangrantes, muito dolorosas ao toque e salpicadas de branco, 90.
-
O sulco gengivolabial está muito injetado, 90.
-
Uma linha vermelho-arroxeada nas gengivas, 139.
-
Uma grande porção do processo alveolar da maxila superior desprende-se e foi removida, 169.
-
Dor lacerante noturna nas gengivas dos incisivos, intolerável enquanto ele fica deitado sobre o lado afetado, mas interrompida pelo calor do fogão; na manhã seguinte o nariz está tumefeito e doloroso ao toque (após três dias), 1.
-
Dor pungente nas gengivas pela manhã, 1.
-
Língua.
-
Língua tumefeita, 113.
-
Inflamação e tumefação, externa e internamente, ao redor da raiz da língua, 201.
-
Nas bordas da língua, cinco úlceras superficiais do tamanho de uma ervilha, 116.
-
Língua limpa, 128. [700.]
-
Revestimento mucoso na língua, 150.
-
Língua muito saburrosa, 202.
-
Língua saburrosa, com uma faixa vermelha no meio e rubor da ponta, 193.
-
Língua muito saburrosa, por vezes com bordos vermelhos, 220.
-
Língua branca, 23.
-
Camada branca fina sobre a língua, 99.
-
A língua, o céu da boca, as gengivas, as fauces e a garganta ficaram cobertos por uma espessa camada branca aveludada, tornando-se mais seca e mais escura até o décimo quarto dia, quando começou a afrouxar e a desprender-se, primeiro em pequenos pedaços, mas logo se soltou rapidamente e foi eliminada pelas evacuações em grandes quantidades, com o fétor de matéria animal pútrida, deixando a boca, a garganta, o estômago e os intestinos agudamente dolorosos ao toque durante algum tempo, 167.
-
A superfície superior da língua era branca, não recoberta, mas espessada, 117. [710.]
-
Língua branca e seca, 204.
-
A língua acinzentada, tumefeita, 102.
-
Língua recoberta por camada branco-amarelada, 102.
-
Língua, na base, coberta por uma camada amarela, e vermelha na ponta e nas bordas, 154.
-
Língua azulada, 38.
-
Língua e lábios de vermelho vivo, 224.
-
Língua vermelho-de-fogo, lisa e seca, 167.
-
Espessa camada acastanhada sobre a língua, 209.
-
Língua com papilas muito salientes, escarlates na ponta, 104.
-
Língua em placas, 224. [720.]
-
Língua escaldada, 225.
-
Língua húmida, 124.
-
Língua húmida, esbranquiçada no centro, 151.
-
Língua húmida e gélida, 197.
-
Língua seca e recoberta por saburra castanha, 113.
-
Língua seca, recoberta em direção à parte posterior, 113.
-
Língua seca e de vermelho mórbido, com as papilas consideravelmente elevadas na ponta, 199.
-
Língua insensível, como se estivesse queimada e morta, e ausência de paladar, 1.
-
(Sensação de secura na língua), 31. [730.]
-
Debilidade e dores na língua, 162.
-
Ardor violento na língua, no céu da boca e na garganta, 113.
-
Ardor violento na língua, na faringe e no estômago, 152.
-
Dor na língua, como se estivesse coberta por vesículas ardentes e dolorosas, 1.
-
A língua dói, como se estivesse corroída, ao lado da ponta (após o décimo quarto dia), 1.
-
A língua parecia espessa, 1.
-
Dor terebrante na borda direita da língua, numa espécie de semissonolência, 1.
-
Dor pungente na raiz da língua, como se ali estivesse encravada uma espinha de peixe, ao engolir ou ao virar a cabeça, 1.
-
Boca, Etc.
-
Mucosa da boca levemente escoriada, 199.
-
Bolhas dolorosas na boca e na língua, 103.
-
Aftas múltiplas em toda a boca, 150. [740.]
-
Aftas na boca, a princípio brancas, depois tornando-se pretas, 144.
-
Cheiro repugnante vindo da boca, 99.
-
Fétor do hálito, com ulceração superficial das gengivas e da garganta, 171.
-
Hemorragia pela boca e pelo recto, 54.
-
Boca e garganta viscosas (duas horas), 1.
-
(Grande secura na boca), 55.
-
Boca seca e língua espessa, 92.
-
Boca seca, com sede violenta, 218.
-
Secura violenta na boca e sede acentuada, 1. [750.]
-
Sensação de grande secura na boca, com sede violenta; bebe pouco de cada vez, 9.
-
Imagina ter areia na boca, 135.
-
Sensação prolongada de aspereza no palato duro, 2.
-
Dor na boca, começando no lado esquerdo e afetando depois todas as gengivas (após alguns dias), 90.
-
Calor na boca e na garganta, 195.
-
Ardor na boca e na faringe, 110.
-
Ardor na boca ao longo da faringe, e na boca do estômago, 164.
-
Boca, faringe e esôfago começaram a arder violentamente, 129.
-
Muita saliva; ele precisa cuspir com frequência, 6.
-
Cuspir frequente, 141. [760.]
-
Cuspir frequente, 90.
-
Sialorreia acentuada, 90.
-
Sialorreia abundante, 185.
-
Observou-se que a salivação sobrevém, sobretudo quando pequenas doses foram dadas por longo tempo, 171.
-
Líquido acre sobe à boca, 1.
-
Secreção salivar reduzida, 92.
-
Saliva amarga, 1.
-
Gosto seco na boca, como de madeira, 1.
-
A comida tem gosto como se não estivesse suficientemente salgada, 1. [770.]
-
A cerveja tem sabor choco, 1.
-
Gosto desagradável, 119.
-
Gosto azedo repugnante na boca, 116.
-
Queixou-se de um gosto detestável na boca e nas fauces, 102.
-
A comida tem gosto salgado, 1.
-
Gosto metálico desagradável na boca, 192.
-
Gosto azedo, 99.
-
Gosto azedo repugnante na boca, 116.
-
Gosto azedo na boca; a comida também tem gosto azedo, 1.
-
Boca amarga, sem ter comido nada, 1.
-
(Gosto amargo, de manhã), 5. [780.]
-
Gosto amargo na boca após uma refeição, 1.
-
Gosto amargo e repulsivo na boca, após comer e beber, 1.
-
Boca amarga, com evacuações diarreicas amarelas, 13.
-
A cerveja de malte tem gosto amargo, 1.
-
Gosto pútrido e fétido na boca, 1.
-
Gosto pútrido, de manhã, como de carne estragada, 1.
-
Perda da capacidade da fala, 201.
-
Ele não consegue falar, pois não consegue aproximar os lábios; o inferior está queimado, pendente, evertido e muito doloroso, 102.
GARGANTA
-
Garganta em geral.
-
Garganta ulcerada, 225. [790.]
-
Dor de garganta ulcerosa (enquanto se retirava o papel das paredes), 225.
-
As erosões da garganta supuram profundamente, 116.
-
Tumefação excessiva da carótida esquerda, ao abaixar-se, 2.
-
Tumefação das glândulas submaxilares, com dor dolente e contusiva, 1.
-
(Tumefação das glândulas submaxilares, com dor à pressão externa), 5.
-
Tumefação endurecida da glândula submaxilar esquerda, que aumenta ao entardecer (Sr.).
-
Parótidas e glândulas submaxilares muito tumefeitas, 198.
-
(Inflamação da garganta), 36.
-
Contração da garganta, 191.
-
A garganta está contraída, 139. [800.]
-
Amargor na garganta após uma refeição, tendo o alimento sabor natural dia sim, dia não (como numa febre terçã), 1.
-
Sabor adocicado também na garganta, 209.
-
Expele muco cinzento ao pigarrear, 1.
-
Expectoração constante de saliva e muco das fauces, 102.
-
Secura extrema da garganta, 193.
-
Sensação de secura na garganta; tinha de beber o tempo todo, como se estivesse ressequida, 1.
-
Secura e ardor na garganta, 219.
-
Secura e contração da garganta, 119.
-
Secura, sensibilidade dolorosa, arranhadura e ardor na garganta, 99.
-
Garganta seca, com sede violenta, 218. [810.]
-
Aspereza e disfonia na garganta, pela manhã, 1.
-
Sensação como se houvesse um pelo na garganta, 1.
-
Dor na garganta à noite, 92.
-
Dor na garganta e na boca, 161.
-
Dores cruciantes e ardor na garganta e no estômago, 185.
-
Calor e ardor na garganta, 150.
-
Calor e mal-estar na garganta, 204.
-
Calor e dor cruciante na garganta, 201. [820.]
-
Calor e dor lancinante na garganta, 201.
-
Calor cruciante e opressão na garganta, como se ardesse e sufocasse, 181.
-
Ardor e secura na garganta, 177.
-
Sensação de calor na garganta e no estômago, 182.
-
Ardor violento, como fogo na garganta e no tórax, 135.
-
Uma sensação de ardor desde a boca do estômago, subindo pela faringe até a garganta, onde é mais violenta, causa arranhadura acentuada e dificulta a deglutição, 116.
-
Sensação na garganta como de um bolo de muco, que sabe a sangue, 1.
-
Globus hystericus, 221.
-
A garganta parece fechada internamente, como por tumefação, 99. [830.]
-
Constrição sufocante na garganta, 99.
-
Sensação de engasgamento, 99.
-
Sensação de constrição, com sensação de secura ou calor queimante na garganta, 171.
-
Dor de garganta muito dolorosa, 92.
-
Dor de garganta variável, 220.
-
Arranhadura na garganta, como de gordura rançosa, ao engolir o primeiro bocado pela manhã, 1.
-
Úvula, etc.
-
Úvula algo tumefeita e vermelha, 116.
-
Sensação de arranhadura atrás do velum pendulum palati, entre os atos de deglutição, 1. [840.]
-
Amígdalas tumefeitas, com falsa membrana, 221.
-
Escoriação superficial das fauces, 116.
-
Fauces vermelhas e tumefeitas, 162.
-
Fauces extremamente vermelhas, 116.
-
Calor e secura das fauces, 187.
-
Grande constrição das fauces, 193.
-
Dor na faringe ao falar, 99.
-
Dor na faringe e no abdome, 116.
-
Cãibra na faringe, 114. [850.]
-
Ardor na faringe, no esôfago e no estômago, 210.
-
Dor lacerante na faringe e ao longo de toda a garganta, mesmo sem engolir, 1.
-
Sensação de torção nas fauces e no estômago, como se um fio se enrolasse formando uma bola, 15. ["Observado após um antídoto."]
-
Na base de cada pilar da faringe, uma grande afta cercada por uma aréola vermelha, com rubor da faringe, durante quatro ou cinco dias, 92.
-
Estado paralítico da faringe e do esôfago; o pão descia com grande dificuldade, como se o esôfago não tivesse força suficiente para engoli-lo; ele o ouvia cair com um rumor surdo, 1.
-
Ardor violento na faringe e no esôfago até o estômago, 128.
-
Ardor violento na faringe e no estômago, 136.
-
Constrição da faringe (esôfago), 43.
-
Sensibilidade dolorosa na faringe, 99. [860.]
-
Sensação de leve ardor no esôfago, 155.
-
Sensação de dor em queimação ao longo do esôfago, 200.
-
Dor, ardor etc. no esôfago e no estômago, 170.
-
Havia evidentemente uma contração espasmódica do esôfago, 185.
-
No esôfago, sensação de sensibilidade dolorosa, 160.
-
Sensação constante de vontade de engolir saliva, 187.
-
Disfagia, 150.
-
Deglutição dolorosa, 43.
-
Deglutição muito difícil e dolorosa, 139. [870.]
-
Deglutição muito difícil, 121.
-
Deglutição difícil por causa de pequenas úlceras na garganta, 116.
-
A garganta parece fechada; nada pode passar pela faringe, 23.
ESTÔMAGO
-
Apetite e Sede.
-
*Apetite morbidamente aumentado, 159.
-
Desejo constante de alimento, 224.
-
Desejo de coisas ácidas, 9.
-
Grande desejo de ácidos e de frutas ácidas, 1.
-
Inclinação para banha, 99. [880.]
-
Apetite caprichoso, 99.
-
Inclinação para comer, mas tudo é repugnante, 99.
-
*Sem apetite; ainda assim, aprecia o alimento que come, 1.
-
Apetite reduzido, 218.
-
Sem apetite para o jantar, 92.
-
Falta de apetite durante oito dias, 128.
-
Ausência de fome e de apetite durante dez dias, 3.
-
(Falta de apetite e sede violenta), 84.*
-
Falta de apetite e sensação de pressão na região do estômago, 114. [890.]
-
Perda completa de apetite durante toda a patogenesia, 92.
-
Perda de apetite, ou então desejo incomum de alimento, 224.
-
*Aversão à comida, 23.
-
*Aversão a todo alimento, 116.
-
*Grande aversão à comida, 92.
-
Não consegue comer nada, tudo é repugnante, 1.*
-
(Ele não consegue pensar em comida sem sentir náusea), 11 . [As S. 188] [900.]
-
Incapacidade de engolir alimento, 15 . ["Após antídoto."]
-
Sede e secura da boca, com uma saliva branca espessa peculiar, 224.*
-
Sede e ansiedade, 113.
-
Bastante sede, à noite, devido à secura na garganta, cessando pela manhã, 1.
-
Sede urgente, 204.
-
Sede excessiva, 23.* [910.]
-
*Sede excessiva; beber não o refrescava, 19.
-
*Sede excessiva; bebe muito, mas pouco de cada vez, 9, 10 , ( 15 , "não encontrado").
-
Sede tão violenta que bebeu onze jarras de água em meio dia, 125.*
-
Sede violenta e atormentadora, 116.
-
Sede violenta, não sem apetite, 37.
-
Sede violenta, contínua, 24.
-
*Sede insaciável, com secura da língua, faringe e esôfago, 14. [920.]
-
A sede tornou-se insaciável à noite, 134.
-
Sede insaciável, da manhã à noite; precisa beber água a cada dez minutos, 3.
-
O vômito cessa; ele apenas grita sem cessar: "Estou com sede", 102.
-
(Sede sufocante), 20.
-
Sede ardente , sem desejo especial de beber, 163.*
-
Sede ardente, insaciável, 141.
-
*Pede frutas refrescantes e chupa fatias de limão com grande avidez, 102.
-
*Desejo de água com vinagre, 1. [930.]
-
Grande desejo de leite, que habitualmente lhe era repugnante, 1.
-
Grande desejo de café, 1.
-
[Desejo de aguardente, -H.], 5.
-
Sede não muito acentuada, 135.
-
Ela não deseja beber, 121.
-
Ausência de sede, 1.
-
Sem sede durante a sensação de frio, 1.*
-
Eructações e Soluço.
-
*Eructações frequentes, 132.
-
Muitas eructações, especialmente depois de beber, 1.
-
Eructações contínuas, 61. [940.]
-
Eructações infrutíferas, 1.
-
Eructações vazias violentas, com confusão na cabeça (após trinta e seis horas), 1.
-
Eructações vazias frequentes (meia hora), 1.
-
Eructações de ar, 99.
-
Eructações com gosto dos alimentos ingeridos, 1.
-
Eructações amargas após uma refeição, com regurgitação de um muco amargo, esverdeado, 1.
-
Eructações ocasionadas por flatulência que sobe, 1.
-
Eructações azedas depois do jantar, 1.
-
Eructações de gases fétidos, 166.
-
Eructação e soluço, 136. [950.]
-
Eructação e náusea, 124.
-
Regurgitação aquosa (depois das 4 da tarde), 1.
-
Durante a noite, soluço, 116.
-
Soluço, à noite, ao levantar-se, com gosto áspero e repugnante na boca, 1.
-
Soluço prolongado, na hora em que a febre deveria ter vindo, 1.*
-
Soluço frequente após uma refeição, seguido de eructações, 7.
-
Soluço frequente e eructações, 13.
-
Soluço violento, 223.
-
Soluço convulsivo, 23.
-
Náusea. [960.]
-
Enjoo, às 11 da manhã e às 3 da tarde, 1.
-
Pela manhã, ao despertar, sente-se enjoada e nauseada, até o tórax; depois, vomita muco branco e tem um gosto algo amargo na boca, 1.
-
Náusea aumentada, 216.
-
Náusea intensa, 210.
-
Náusea diária, 219.
-
Náusea na faringe e no estômago, 1.
-
Náusea frequente, com gosto adocicado na boca, nem sempre depois de uma refeição, 1.
-
Náusea que parece estar situada na garganta, com acúmulo de água na boca, 1.
-
Náusea ao sentar-se; veio água à boca, como na regurgitação aquosa; a náusea desapareceu ao caminhar ao fresco, e foi seguida de evacuação abundante de dejeções papáceas (após sete horas), 7. [970.]
-
Náusea antes de uma refeição; depois de comer ou beber, distensão, ou pressão e dor incisiva no abdômen, 1.
-
Náusea, com angústia, 23.*
-
Náusea, com regurgitação aquosa incompleta, pouco antes e depois do jantar, 1.
-
Náusea, com frequente inclinação para vomitar, 196.
-
Náusea e desejo de vomitar, obrigando-o a deitar-se , de manhã; associada a dor lacerante ao redor das articulações dos dedos e no dorso do pé, 1.
-
Repugnância, náusea e vômito, sobretudo duas horas após comer, por mais leve que fosse o alimento, 166.
-
Náusea, depois vômito, 124.
-
Náusea constritiva, seguida de vômito, 157.
-
Náusea e vômito esporádico, 193. [980.]
-
Náusea e vômitos constantes por várias horas, 170.
-
A náusea por vezes aumenta, de modo que se vomitam alimentos, muco e um líquido em parte ácido e em parte amargo, 155.
-
Náusea prolongada, com desfalecimento, tremor, calor por todo o corpo e arrepios, após algumas horas, 1.*
-
Grande mal-estar do estômago, acompanhado de abundante fluxo de saliva tenaz, 210.
-
Náusea e vômito, 220.
-
Inclinação para vomitar, 19.
-
Desejo de vomitar e vômitos violentos, 4.
-
Inclinação para vomitar, depois do calor, 1. [990.]
-
Desejo de vomitar, também ao fresco, 1.
-
Inclinação constante para vomitar, com vômitos raros, mas ânsias frequentes, que, ao que parecia, aumentavam periodicamente com opressão, 113.*
-
Desejo de vomitar; enjoo ao sentar-se na cama, e vômitos súbitos frequentes, 9.
-
Beber aguardente diminui a inclinação para vomitar, 128.*
-
Tendência incomum a ânsias, provocadas pelo choro ou pela tosse, 225.
-
Ânsias, 203.
-
Ânsias frequentes e infrutíferas, 154.*
-
Ânsias infrutíferas, continuam quase sem interrupção, 110.*
-
(Ânsias vazias), 36.
-
Ânsias constantes, sem vômito verdadeiro, 119.
-
Ânsias e, às vezes, vômito, 168.
-
Ânsias violentas e vômito, 204.
-
Ânsias e vômito muito violentos, 204.
-
As ânsias e o vômito quase chegaram a convulsões, 185.
-
Ânsias, com vômitos frequentes de muco branco, 125.
-
Ânsias e vômito assim que tomou algumas colheradas de sopa, 132.
-
Ânsias e repetidos vômitos violentos de muco e bílis, 124.
-
Tentativas de vômito, 181.
-
Esforço muito grande para vomitar, 121.
-
Vômito. [1010.]
-
Vomitou um pouco, 186.
-
Vomita abundantemente, 194.
-
Vomita com muita facilidade, mesmo após pequenas refeições, 128.
-
Vômito violento, 205.
-
Vômito violento, como se as entranhas fossem rasgadas, 99.
-
Vômito violento continuado, com a sensação como se lhe arrancassem o estômago e os intestinos com uma pinça, 123.*
-
Vômito violento, não só do último alimento ingerido, mas também do conteúdo líquido do estômago, 128.*
-
Vômito violento, durando, com pouca interrupção, meio dia, às vezes misturado com sangue, com dor incisiva no estômago, 156. [1020.]
-
O vômito é geralmente violento e incessante, e provocado por qualquer substância introduzida no estômago, 171.*
-
Vômito violento, com ardor interno, sede e calor, 23.
-
Vomitou várias vezes muito violentamente, a princípio fragmentos de alimento, depois água, com grande alívio, 128.
-
Vômito extremamente violento, com dores terríveis no abdômen e nas pernas, 114.
-
Vômito não copioso, com esforço notável, 116.*
-
Vômito excessivo e dificílimo da bebida e de muco amarelo-esverdeado e água, com gosto amargo na boca, que permaneceu por muito tempo depois, 9.*
-
Vômitos frequentes, 224.
-
Vômitos repetidos, por quarenta e oito horas, 107.
-
Vômitos em curtos intervalos até o dia seguinte, 128. [1030.]
-
Vômitos mais frequentes, não só biliosos, mas sanguinolentos e viscosos, a cada meia hora, dia e noite, 218.
-
Durante ânsias dolorosas e contínuas, vômitos repetidos pelo menos a cada dez minutos, 136.
-
Vômitos frequentes e penosos, 140.
-
Vômitos quase incessantes e muito intensos, continuando por seis horas, depois recorrendo por acessos, durante vinte e quatro horas, 167.
-
Vômitos quase incessantes por quarenta e oito horas, com ardor terrível no abdômen e sede que não pode ser saciada, 105.*
-
Vômitos incessantes, 182.
-
O vômito não pode ser detido, com ânsias violentas, cólicas no abdômen e dores, 109.
-
*Vômito de um líquido amargo amarelo-esverdeado, 124.
-
(Vômito dos alimentos ingeridos, durante várias semanas), 57.
-
*Vomitou todo o alimento que ingeriu, 224.
-
Incapacidade de reter alimento, que é expulso assim que toca o estômago, 218.*
-
Vômito de alimento e muco branco, 118.
-
Vômito de alimento, misturado com uma massa tenaz, 121.
-
Mesmo a água é imediatamente rejeitada pelo estômago, 218.*
-
*A princípio ejetava alimento pelo vômito, depois muco e bílis verde, 103.
-
Vômito de alimento misturado com um líquido castanho-avermelhado, 110.
-
Vômitos frequentes de alimento; logo depois, diarreia repetida, com alívio, 128.
-
Vômito de grande quantidade de líquido, 185. [1050.]
-
Vômito aquoso, 99.
-
Vômito de líquido branco, 173.
-
Vômito de pequeno volume de líquido amarelado, estriado de verde, 210.
-
Vômito copioso de líquido amarelo-pálido, 134.
-
Vômito, sem esforço, de muco amarelo, 204.
-
Vômito amargo esverdeado, 209.
-
Vômito bilioso, 218.*
-
*Vômito bilioso acentuado, 190.
-
*Vômito copioso de matéria biliosa, 124.
-
Vômito de bílis ao levantar-se, 93. [1060.]
-
*Ao vomitar, expelia muita bílis verde, 103.
-
Vômito de muita bílis verde nas primeiras horas, 104.
-
Vômito de bílis e muco, 209.
-
Vômito de matéria verde à noite, de matéria esbranquiçada na manhã seguinte, 23.
-
Vômito violento de muco, massas biliosas e espumosas, 116.
-
Com ânsias atormentadoras, vômito violento de grande quantidade de líquido esverdeado e duas evacuações, consistindo do alimento ingerido no dia anterior, quase sem digestão, 136.
-
Vômito de muco espesso e filante, 15 . ["Após antídoto"]
-
Vômito, duas ou três vezes, de um muco tenaz e massa acastanhada, 134.
-
Vômito de substâncias castanhas e verdes, 158.
-
Vômito de uma substância ora fluida, ora espessa, castanho-escura, com esforço violento e aumento da dor no estômago , sem alívio subsequente, 19. [1070.]
-
Vômito violento de uma matéria parda turva, misturada com muco e às vezes estriada de sangue, 171.*
-
*Vômito de uma substância acastanhada, frequentemente misturada com sangue, com esforço violento, 19.
-
A matéria vomitada era incolor, amarelo-pálida, misturada com um pouco de saliva espumosa, ou com várias estrias de sangue, 121.
-
Vômito de muco estriado de sangue, 130.
-
Vômito de muco misturado com sangue, 226.
-
Melena profusa; vomitou sangue, e sua expectoração estava tingida por ele, 193.
-
Vômito violento de sangue e evacuação de sangue escuro (com o qual se sentia uma violenta dor em queimação no ânus); havia tal massa de sangue que parecia não restar uma gota no corpo, 105.
-
Vômito de muco sanguinolento, 43.
-
As matérias eliminadas pelo estômago e pelos intestinos podem ter cor amarelada, ou podem ser coloridas por sangue, ou por uma mistura de sangue e bílis, apresentando então várias tonalidades de castanho ou verde-oliva. Podem ser branco-leitosas, consistindo de flocos de muco misturados com arsênico branco, 171.
-
A matéria vomitada tinha gosto amargo, como bílis acre, e aspecto verde, 135.
-
Vômito ao erguer a cabeça, 226.*
-
Vômito uma hora após levantar-se (pela primeira vez na vida), 93.
-
Vômito imediatamente após uma refeição , sem náusea, 3.
-
Vômito após cada refeição, 217.
-
*Vômito todas as vezes após beber, 118.
-
*Após cada bebida o vômito se renova, com dores muito intensas no abdômen e na faringe, 116.
-
Vômito periódico, mais propriamente uma ânsia, 113. [1090.]
-
Vômito a cada meia hora, sem dor nem outro aspecto de sofrimento, 216.
-
Vômito, sobretudo à noite, que diminuía em direção à manhã, quando aparecia a diarreia, 113.
-
O vômito é aliviado pela água, 128.
-
*O vômito não traz alívio, 171.
-
Vômito violento e epistaxe muito violenta, 105.
-
Vômito de uma substância que causa constrição da garganta, 150.
-
Em meio a ânsias terríveis e contraturas convulsivas do estômago, teve de vomitar seis vezes, 109.
-
Vômito, e depois diarreia violenta, 113.
-
Vômito e purgação esporádicos, 170.
-
*Vômito e diarreia excessivos, 54.
-
*Vômito violento e purgação, 183.
-
*Vômito violento e purgação, frequentemente repetidos, 134.
-
*Vômito violento e diarreia durante quatro dias, 115.
-
Vômito violento e continuado, com diarreia, 13.
-
Vômito, alternando com diarreia; depois disso, constipação intestinal prolongada, 113.
-
Vômito e diarreia dolorosa, 150.
-
Vômito e diarreia de água esverdeada e sanguinolenta, 105.
-
Vômito e purgação de matérias de cor escura, 189.
-
Vomitou, nos dois primeiros dias e noites, cerca de vinte vezes (o que só cessou após oito dias), e evacuou muitas vezes, especialmente no início, 154. [1110.]
-
Vômito e diarreia sanguinolentos, 159.
-
Vômito e purgação, durante toda a noite, 162.
-
Vômito e purgação, com odor insuportável, 120.
-
Gritos horríveis acompanham o vômito, que continua dia e noite, 39 . ["Citado de Cardanus"]
-
O vômito retornou acompanhado de palpitação violenta do coração (segundo dia), 216.
-
O vômito foi seguido de dor na região lombar, 210.
-
Vômito, dezoito a vinte vezes em sucessão, após o que ficou muito cansada, de modo que não podia falar; só podia queixar-se do abdômen, 113.
-
Vômito de uma substância fina, azulada, amarelo-suja, seguido de grande debilidade, 19.
-
Vômito com diarreia, logo após o desmaio, 20.
-
Vomitou várias vezes, depois adormeceu e dormiu até perto da meia-noite, 170. [1120.]
-
Vômito violento, seguido de sudorese copiosa, 210.
-
Vômitos incessantes do leite que havia sido tomado, com rugidos como de um animal selvagem, por causa da dor, 102.
-
Vômitos frequentes, com temor da morte, 23.*
-
Vômito com retorno da consciência, 141.
-
Vômito violento e frequente inconsciência, durando apenas alguns momentos; imediatamente depois seguiram-se tremor, dor abdominal e evacuações repetidas, 150.
-
O vômito ocorre principalmente por paroxismos, sem grande esforço, 103.
-
Estômago.
-
A inflamação do estômago é um achado constante à necropsia, quer o veneno tenha entrado no organismo por uma ferida ou superfície ulcerada, quer por deglutição, 171.
-
Inflamação intensa de toda a mucosa alimentar, 167.
-
O estômago, o duodeno e o reto estavam muito inflamados (necropsia), 171.
-
Digestão fraca e aversão à carne, 224. [1130.]
-
*Digestão alterada pelo menor alimento, 105.
-
Digestão difícil (oito meses), 180.
-
Dispepsia, 128.
-
Estômago distendido e duro, 217.
-
O estômago começa a distender-se e está mais quente que o resto do corpo, 19.
-
(Distensão da região do estômago e dos hipocôndrios, antes da evacuação), 15 . ["Após antídoto."]
-
Distensão da região epigástrica, 19.
-
Acidez gástrica, 128.
-
Espasmos violentos do estômago e dos intestinos, 168.
-
Espasmo do estômago, com cólica violenta, diarreia e acessos de desmaio, 62. [1140.]
-
(Espasmo excessivamente violento do estômago, com sede), 31.
-
Sensação de grande debilidade no epigástrio, de modo que tremia, após a urinação, 1.
-
Sensação incômoda no estômago, 128.
-
Sensação desagradável no estômago, 117.
-
*Ansiedade na região do estômago, 113.
-
Ansiedade no epigástrio, 6.*
-
*Ansiedade no epigástrio, subindo muito alto, à noite, 1.
-
Cardialgia, 141.
-
Estômago e faringe dolorosos, 139.
-
Dores no estômago, provocando náusea, 15 . ["Após antídoto."]
-
Dores na região do estômago e no abdômen, 130.
-
Dor no scrobiculus cordis, 193.
-
Dor no epigástrio prendendo a respiração, 1.*
-
Dor considerável e grande calor na região epigástrica, 187.
-
Grande dolorosidade do estômago, 43.
-
Grande dor na região epigástrica, 161.
-
Grande dor paroxística na região epigástrica, 199. [1160.]
-
Dor acentuada através da região epigástrica, 200.
-
Parecia ter dores muito intensas, lamentava-se, gemia, gritava, apertava com a mão a região epigástrica, mas não localizava verbalmente a dor, pois em geral nada se conseguia apurar dele, 110.
-
A criança mostrava sinais de grande dor no estômago e no abdômen, 116.
-
Ele sente dor apenas no estômago, 102.
-
O estômago era a sede do sofrimento mais intenso, 181.
-
Gritos e queixas de angústia indescritível no epigástrio, sem distensão nem cólica, 13.
-
Dor excruciante na região do estômago, 201.
-
Terrível angústia no estômago, 170.
-
À noite, dor no estômago, 92. [1170.]
-
Dores constantes no estômago (oito meses), 180.
-
Dores e cãibras no estômago, com vômitos e regurgitação aquosa, tornando-se muito intensas, 219.
-
As dores no estômago pareciam associadas a ânsias violentas, 210.
-
*A dor no estômago parecia ser o resultado de esforços violentos para vomitar, 210.
-
Sintomas de inflamação do estômago, 188.
-
Dores no estômago e nos intestinos, 155.
-
Dores muito intensas nas regiões epigástrica e umbilical, 151.
-
Dores muito intensas no estômago e no abdômen, 122.
-
Sensação interna constante de frio na região epigástrica ; nunca está vestido quente o bastante; as partes parecem quentes ao toque, 1.
-
Sensação no estômago como se fosse queimar, 102. [1180.]
-
O calor sobe do estômago, 99.
-
Queimação ao redor do epigástrio, 1.
-
*Dores muito intensas em queimação no estômago, 163.
-
Dores muito intensas em queimação no estômago e nos intestinos, 128.*
-
Queimação no estômago como fogo, 15.
-
Queimação no estômago como carvões em brasa, 166.
-
*No estômago, dores terríveis em queimação, 121.
-
*Queimação intensa na região do estômago, 226. [1190.]
-
Calor intenso e queimação do epigástrio, 167.
-
Dor intensa em queimação na região do estômago, aumentada pela pressão, 171.*
-
Calor e mal-estar no estômago, 204.
-
Calor, dor e pressão no epigástrio, 19.
-
Queimação constante e considerável no estômago e no tórax, 83.
-
Ardor em brasa, com grande ansiedade na região do estômago, com ânsias atormentadoras, 114.*
-
Queimação no epigástrio, com dor dolorida, 51.
-
Queimação no estômago, com pressão como de um peso, 13.
-
Queimação no estômago, e dor aumentada pelo toque no estômago e no fígado, 173.
-
Alívio momentâneo da queimação e da náusea seguiu-se ao vômito, 210. [1200.]
-
Sensação de repleção no estômago, com aversão à comida e dor no estômago após comer, à noite, 1.
-
Dor acentuada no estômago, como se estivesse distendido em toda a sua extensão e fosse rasgar-se, 52.
-
Dor no estômago, como se estivesse cheio de gases; aliviada a princípio após vômito e diarreia, mas depois retornando com maior violência, 13.
-
Sensação de tensão na região epigástrica, 208.
-
Repleção na região epigástrica, com pinçamento no abdômen, 1.
-
Sensação constritiva na região do estômago, 123.
-
Sensação constritiva muito intensa na região do estômago, 122.
-
*Contração dolorosa no epigástrio, 148.
-
Contração violenta do estômago e da faringe, e ardor doloroso, 129.
-
Pinçamento no epigástrio em direção ao lado direito, fazendo-a curvar-se, 99. [1210.]
-
Cãibras no estômago, e sensação como se tivesse um ataque de cólera, 172.*
-
Especialmente na região do estômago, cãibras e dores assustadoramente violentas, 109.
-
Dor espasmódica no estômago, duas horas após a meia-noite, 1.
-
Dores espasmódicas periódicas no estômago e nos intestinos, 19.
-
Dor de estômago insuportável, com ansiedade em constante aumento e gritos pedindo socorro, 114.
-
Dor puxante à noite, ao sentar-se, começando no epigástrio e estendendo-se ao redor da borda inferior das costelas esquerdas , como se algo se rompesse e se soltasse, 1.*
-
Dor puxante no estômago, com leves calafrios, 154.
-
Sensação opressiva de peso no estômago, 13. [1220.]
-
Peso no estômago e anorexia, o dia todo, 92.
-
Peso no estômago, como de uma pedra, após uma refeição, 6.*
-
Pressão na parede externa do estômago, ao falar (após meia hora), 1.
-
Pressão no orifício do estômago e nas fauces, depois de uma refeição, como se o alimento permanecesse alto, seguida de eructações vazias, 1.
-
Pressão no epigástrio, 98.
-
Forte pressão sobre o epigástrio (imediatamente), 1.
-
Pressão no epigástrio, que está tenso, embora mal sensível mesmo à pressão profunda, 209.
-
Pressão no estômago por três horas, pouco depois do desjejum e do jantar, acompanhada de eructações vazias e de relaxamento do corpo com náusea, 1. [1230.]
-
Pressão na região do estômago, de modo que não consegue ficar em pé, assim que come alguma coisa, não imediatamente, mas depois de um pouco, 1.
-
Forte pressão no estômago depois de engolir um pouco de sopa, 99.
-
Sensação estrangulante no estômago, com sensibilidade aumentada ao toque, 166.
-
(Dor incisiva no estômago), 55.
-
Dores incisivas e espasmódicas no estômago, nos hipocôndrios e no tórax, 105.
-
Dor roedora, corrosiva no estômago, 15.
-
Dor pungente no epigástrio, durante a tosse, 1.
-
Dor picante intolerável no estômago, como se mil agulhas em brasa o atravessassem, 212.
-
Dor lacerante no estômago e no abdômen, 115.
-
Dor lacerante surda, transversalmente através da região do estômago, ao caminhar à tarde, 1. [1240.]
-
Dor lacerante-perfurante muito intensa e espasmo no estômago e nos intestinos, 19.*
-
Dor lacerante, espasmódica, dolorida, no estômago, 19.
-
*Dor no estômago, sensibilidade à pressão, 191.
-
Dores ao tocar as regiões do estômago e da bexiga, 110.
-
Estômago doloroso à pressão, 202.*
-
Sensibilidade dolorosa do epigástrio à pressão, 203.*
-
Sensibilidade dolorosa no epigástrio, ao falar, respirar fundo ou movimentar-se, 99.
-
Queixava-se pouco de dor, mas a região do estômago era sensível à pressão externa, 103.
-
Regiões do estômago e do umbigo sensíveis, 155.*
-
Dor aguda à pressão sobre o epigástrio, 183.
-
A princípio a região do estômago, depois mais especialmente as regiões do fígado e do abdômen, são dolorosas ao toque, 104.
-
Região do estômago muito sensível, com dores muito intensas no canal intestinal, 121.
-
Dores no estômago e ao redor dele, que se torna sensível à pressão, 218.
-
Dores pulsáteis no epigástrio; impedem o sono, 222.
-
Abalos espasmódicos frequentes do epigástrio ao reto, fazendo-o sobressaltar-se, 1.
-
Dor roedora e picante (batimento duro e fino) no epigástrio, com sensação de tensão, 1.
-
Coceira no epigástrio, obrigando-o a coçar, 92.
-
Coçava sem cessar a pele do epigástrio com as unhas, 102. [1260.]
-
Não suportava nenhum vinho, nem a menor porção, 166.
-
As dores no estômago são aliviadas por leite doce, 128.
ARSENICUM ALBUM. ABDÔMEN
-
Regiões hipocondríaca e umbilical.
-
Irritação do fígado, com aspecto amarelento, ou palidez mórbida, 219.
-
Dor na região do fígado, 154.
-
Dor muito intensa na região hipocondríaca direita, 13.
-
Dor nas regiões hipocondríaca direita e lombar adjacente, irradiando-se dessas partes às vezes por todo o abdômen, às vezes para a virilha direita e o lado direito do abdômen, como cólica renal; urina inalterada, 13.
-
Dor aguda sobre a região do fígado, muito aumentada pela pressão, 200.
-
Hipocôndrios tensos e sacudidos por convulsões, 141.
-
Aumento da tensão nos hipocôndrios durante o paroxismo febril; ele quase não consegue deitar-se sobre um dos lados, 1.
-
Sensação de pressão no fígado ao caminhar ao fresco, 1. [1270.]
-
Dor repuxante e pungente sob o hipocôndrio esquerdo, estendendo-se ao tórax, ao pigarrear, 1.
-
Hipertrofia do baço, 221.
-
[Tumefação do baço, que antes estivera endurecido. -H.], 5.
-
Dores muito intensas ao redor do umbigo, obrigando-o a curvar-se para a frente, aumentadas pelo toque e ao tentar erguer-se ou deitar-se de costas, 140.
-
Dores no abdômen abaixo do umbigo, 210.
-
Cólica repuxante na região umbilical (após duas horas), 1.
-
Cólica disentérica na região umbilical, 56. ["Tormina circa umbilicum"]
-
Abdômen em geral.
-
Abdômen tumefeito, 218.
-
Abdômen tumefeito e doloroso, 26.*
-
Ventre um tanto timpânico, 186. [1280.]
-
Abdômen mais cheio que o habitual, 189.
-
Inchaço excessivo do abdômen, 46.
-
Inchaço do abdômen e da região orbitária, 113.
-
Distensão indolor e muito intensa do abdômen após uma refeição; precisava apoiar as costas em alguma coisa para obter alívio, 1.
-
Abdômen inchado e tenso, 190.
-
Distensão do abdômen após evacuação, 1.
-
Estufamento todas as manhãs, com emissão de flatos algumas horas depois, 1.
-
O abdômen estava mole e não distendido, 102. [1290.]
-
Abdômen mole e escavado, 117.
-
Espasmos e beliscões no abdômen, à noite depois de deitar, com irrompimento de suor; depois, emissão de flatos e evacuação líquida, 1.
-
Grande flatulência, 225.
-
Flatulência de odor pútrido (após onze horas), 7.
-
A flatulência sobe e provoca eructações, 1.
-
Emissão de grande quantidade de flatos, antecedida por rumor abdominal intenso, 7.
-
Rumor abdominal, como de muita flatulência, 1.
-
Rumor abdominal, sem evacuação, 1.
-
Rumor abdominal violento, 104. [1300.]
-
Rumor nos intestinos, pela manhã ao acordar, 1.
-
Gorgolejo no abdômen; flatulência, 166.
-
Debilidade dos músculos abdominais, 1.
-
Tendência à inflamação do duodeno, com dores muito intensas, 99.
-
Mal-estar no abdômen, mas somente em repouso, 1.
-
Sensação desconfortável no abdômen, depois cólica e vômitos muito frequentes, 150.
-
Sensação extremamente desagradável em todo o abdômen, 13.
-
Angústia no abdômen, com febre e sede, 13.
-
*Dor nos intestinos, 186.
-
Dor por todo o abdômen, 200.
-
Muita dor no abdômen, 197.
-
Dores insuportáveis no abdômen, 127.
-
A dor no abdômen fixa-se no lado esquerdo, 1.
-
Dores no abdômen, com angústia insuportável, 116.
-
Angústia, com dores no abdômen tão violentas que agarrava os que estavam junto dele e depois os repelía; frequentemente saltava da cama e sentava-se no penico, ou corria de um lado para outro, 113.
-
Dores no abdômen e nas pernas, 224.
-
Dor no abdômen, com calor no rosto, 1.
-
Dores abdominais, com urgência excessiva para evacuar, quando se seguia uma evacuação diarreica, 134.
-
Dores no abdômen, com constipação intestinal, 101. [1320.]
-
Dor surda, com sensação de tensão e de peso nas regiões epigástrica direita e hipogástrica, 154.
-
Dores muito intensas no abdômen, a ponto de provocar gritos, 132.
-
Angústia intolerável, e sensação muito penosa no abdômen tolhe a respiração, com lamentações por causa disso, 13. [O mesmo que S. 34]
-
Dores muito intensas no abdômen, com angústia tão grande que não tinha repouso em lugar algum; revolvia-se pelo chão e desesperava de sua vida, 27.*
-
Dores tão violentas no abdômen que, ao voltar para casa, teve de se segurar às casas para não cair, 104.
-
Dores muito intensas que invadiam todo o abdômen, com vômitos persistentes e diarreia, 134.
-
Dores abdominais muito intensas, com diarreia incessante, 152.
-
Dores no abdômen, mudando de lugar, associadas a diarreia e dores no ânus, 13.
-
Dores reumáticas muito intensas no lado esquerdo do abdômen, 218. [1330.]
-
Dores frequentes, mas não contínuas, no abdômen, 134.
-
Dor constante no lado direito do abdômen, 99.
-
As dores, que no início se localizavam apenas no estômago, descem para os intestinos; ele comprime o umbigo com a mão direita e grita que seus intestinos estão ardendo, 102.
-
Ardor muito intenso no abdômen (durando meia hora), 135.*
-
Dor em queimação nos intestinos, 217.*
-
Dor em queimação no abdômen, ao meio-dia e à tarde, cessando com uma evacuação, 1.
-
Dores em queimação no abdômen, 112.
-
Calor queimante nos intestinos, 141.
-
Ardor muito intenso no abdômen, na garganta e no tórax, 113.
-
Dor em queimação muito intensa nos intestinos, 223. [1340.]
-
Sensação de calor no abdômen, 123.
-
Ardor muito intenso em todo o trajeto intestinal, 136.
-
(Queimação no abdômen, com picadas e dor incisiva), 31. ["Após antídoto."]
-
Queimação no abdômen, com calor e sede, 23.*
-
Sensação como se os intestinos estivessem sendo repuxados juntos, 99.
-
A parede abdominal parecia retraída em direção à coluna vertebral, 148.
-
Abdômen retraído, mais tenso; sensação como na cólica saturnina; pouco sensível à pressão, 109.
-
As paredes abdominais estão contraídas e quase tocam a coluna vertebral; os músculos retos estão retesados como uma corda, 102. [1350.]
-
Retortijões frequentes, 128.
-
Cãibra no abdômen, 218.
-
Cãibras, que parecem começar no abdômen, 140.
-
Sensação de cólica nos intestinos, 193.
-
Acessos semelhantes a cólica, 116.
-
Cólica muito intensa, 63.
-
Cólica retorcente, 15. ["Não encontrado."]
-
Cólica e diarreia durante a tarde; sensação de frio, a cólica continuando após a diarreia, 1.
-
De tempos em tempos, cólica muito intensa, 138.
-
Dores de cólica muito intensas durante a noite, 140. [1360.]
-
Cólica muito intensa e dor no estômago, 60.
-
Cólica, com evacuações abundantes, 150.
-
Cólica que retorna periodicamente, 47. ["Não encontrado."]
-
*A cólica cessa após evacuação, 15.
-
Tração e pressão no abdômen, como por flatos encarcerados; contudo, não havia eliminação de flatos, 10.
-
Dor retorcente e de retortijão no abdômen, 19.
-
Retorcimento dos intestinos e dor incisiva no abdômen, antecedidos por rumor abdominal, e seguidos de três evacuações diarreicas, 1.
-
Retorcimento dos intestinos, com beliscões e rumor abdominal, antes e durante a evacuação líquida, 8.
-
Dores incisivas frequentes no abdômen, 102. [1370.]
-
Dor incisiva muito intensa na região abdominal, 136.
-
Dores abdominais, incisivas, em queimação, 116.
-
Dor incisiva abdominal, com vômitos, 111.
-
Dores abdominais, como se os intestinos estivessem sendo cortados com espadas, fazendo-o gritar, 113.
-
Dor incisiva no lado do abdômen, abaixo das últimas costelas, aumentada ao apalpá-lo, 1.
-
Dores em garra e incisivas nos intestinos, à noite depois de deitar e pela manhã após levantar-se; as dores às vezes atravessam o anel inguinal (como se a hérnia fosse protruir) para o cordão espermático e o períneo; quando essa cólica cede, instala-se forte rumor e ronco no abdômen, 1.
-
Dor incisiva e lacerante no abdômen, com frieza glacial das mãos e dos pés, e transpiração fria no rosto, 23.
-
(Dores lancinantes, lacerantes e roentes nos intestinos e estômago), 18.
-
Durante o fluxo menstrual, beliscões, pontadas e dor incisiva desde a boca do estômago até o hipogástrio, também nas costas e nos lados do abdômen; a dor era tão grande que tinha de curvar-se em dois quando de pé ou sentada, com eructações ruidosas, gemidos, lamentações e choro, 1.
-
Dor incisiva, e sensação nos intestinos como se estivessem sendo torcidos juntos, antes da evacuação diarreica, 1. [1380.]
-
Dor abdominal incisiva muito intensa, com vômitos, 111.
-
Lancinações no lado esquerdo do abdômen, sob as costelas falsas, à noite, pouco depois de deitar, 1.
-
Sensação escavante, com pressão no lado direito do abdômen, 6.
-
Pontadas do abdômen para baixo até a vagina, 1.*
-
Pontadas no lado do abdômen sob as costelas falsas; ele não consegue repousar sobre esse lado, 1.
-
Sentiu-se uma sensação no abdômen, que daí se moveu para a cabeça, onde havia batimentos e, ainda mais, laceramento; depois estendeu-se para o lado esquerdo, onde se sentiram uma ou duas pontadas súbitas, em sacudida, 1.
-
Laceramento muito intenso no abdômen, com enjoo e vômitos, 135.
-
O abdômen estava tão sensível que não se podia suportar a menor pressão, 184.
-
Abdômen sensível ao toque, 109. [1390.]
-
Abdômen doloroso ao toque, 154.
-
Ao tocar, dores crescentes no abdômen, 113.
-
Ao tocar o abdômen, e especialmente a boca do estômago, dores muito intensas, 134.
-
Dorimento e tensão do abdômen, de tal modo que ele não suportava a roupa de cama, 156.
-
Dor no abdômen, especialmente na boca do estômago, aumentada pela pressão, 124.
-
Dor como de contusão no abdômen, ou como se estivesse esmagado, durante a tosse, 1.
-
Latejamento no abdômen, estendendo-se profundamente aos intestinos, 218.
-
Dor profunda no abdômen, 113.
-
Sensação de ardor e constrição no abdome inferior, especialmente ao estender os pés, 99.
-
Beliscões, aumentando até dor incisiva, profundamente no hipogástrio, apenas pela manhã, antes e durante a evacuação diarreica, e continuando mesmo depois, 1.* [1400.]
-
Dor como se a região epigástrica estivesse separada do hipogástrio por um corte, com grande angústia e lamentações por causa da dor, 23.
-
Abdome inferior doloroso à pressão, 99.
-
Dor como de contusão no hipogástrio, 99.
-
Ardor na virilha, 6.
-
Dor contrativa na virilha esquerda durante a urinação, 1.
-
Dor como por entorse, ao abaixar-se, na virilha e na região lombar direita, 1.
-
Dor escavante e em queimação no furúnculo da virilha, excitada pelo menor contato, 1.
-
Pontadas isoladas, muito intensas e lentas, em ambas as virilhas, 1.
EVACUAÇÃO E ÂNUS
-
Recto e Ânus.
-
Protrusão convulsiva do recto, muito dolorosa, 1.*
-
O recto permanece protruso, após hemorragia pelo recto, 1. [1410.]
-
(Saída de sangue pelo recto quase a todo o momento, com êmese e cólica excessiva), 56.
-
Tenesmo, 116.
-
Tenesmo constante, 116.
-
Tenesmo com ardor, 13.
-
Tenesmo; eliminações frequentemente tingidas de sangue, 171.
-
Tenesmo constante, com dejeções mucosas, 190.
-
Tenesmo como na disenteria, ardor constante, com dor e pressão no recto e no ânus, 1.*
-
Ardor no recto, 99.
-
Ardor no recto após a evacuação, com grande debilidade e tremor em todos os membros, 1.*
-
Durante o fluxo menstrual, pontada aguda desde o recto até ao ânus e ao pudendo, 1. [1420.]
-
Picadas ásperas no recto, como se passasse areia, 95.
-
Repuxões no ânus, 99.
-
Tumefacção dolorosa das veias hemorroidárias, com tenesmo, 13.
-
Hemorroidas, sangrantes e procidentes, 95.
-
Hemorroidas cegas, dolorosas, a dor assemelhando-se a picadas com uma agulha quente, 1.
-
Varizes do ânus, com dor em picadas ao caminhar e ao sentar-se, não durante a evacuação, 1.*
-
Tenesmo hemorroidário do ânus, provocando dor ardente como fogo, sobretudo à noite, não lhe permitindo dormir; de dia a dor torna-se pior e aumenta até pontadas intensas; pior ao caminhar do que sentado ou deitado, 1.*
-
Ardor no ânus durante uma hora, desaparecendo após evacuação dura e nodosa, 1.
-
Ardor e coceira do ânus, 225. [1430.]
-
Durante a evacuação, contratura dolorosa directamente acima do ânus, em direcção à região lombar, 1.
-
As evacuações escoriavam a pele ao redor do ânus, 210.
-
Dor pruriginosa, escoriante ou urente no ânus, 1.
-
Sensibilidade dolorosa do ânus ao toque, 1.
-
Coceira do ânus, 1.
-
Coceira corrosiva do períneo obriga a coçar-se (após meio dia), 7.
-
Evacuação.
-
Desejo de evacuar o intestino, 182.
-
Urgência violenta para evacuar, obrigando-a a sair da cama, 99.
-
Urgência constante para evacuar, 99. [1440.]
-
Desejo infrutífero de evacuar, 1.
-
Desejo de evacuar, mas sem evacuação, 23.
-
Tenesmo retal e urinário, 116.
-
Tendência para diarreia, 128.
-
Diarreia frequente, com dores violentas dilacerantes e incisivas nos intestinos, 19.*
-
Diarreia, frequentemente acentuada, 19.
-
Purgação, 133.
-
Purgação, mais ou menos violenta, 171. [1450.]
-
Assim que se instalava o tempo húmido, e era preciso acender o lume, queixava-se invariavelmente todos os domingos (o único dia em que permanecia muito tempo no quarto assim empapelado) de diarreia, 224.
-
Diarreia, todas as manhãs e durante a ante-manha, solta e viscosa, antecedida por cólicas e seguida de esforço evacuativo, 223.
-
Depois de ter evacuado mais de cem vezes, e de estar prostrado pelo esgotamento, a diarreia ainda persistia, com grande angústia e dor incisiva nos intestinos, 152.
-
Diarreia constante, 96.
-
Passagem involuntária de fezes, 19.
-
Diarreia copiosa, involuntária e sem dor, 210.
-
Evacuações sem que se apercebesse, 24. ["Não encontrado."]
-
Eliminação despercebida de evacuação, julgando tratar-se de flatulência, 1.
-
Evacuações e urina involuntárias, 110.*
-
Embora plenamente consciente, ela elimina fezes e urina sem se aperceber, 105.* [1460.]
-
A cada episódio de êmese havia descarga copiosa e involuntária pelo intestino, 210.
-
Estando de pé, matéria semilíquida escapava involuntariamente pelo ânus, exactamente como se de repente se tivesse aberto a torneira de um vaso que contém líquido; as evacuações são muito profusas, ao princípio brancas, depois amarelentas, e parecem provir de um líquido que tivesse sido ingerido, 102.
-
Pouco antes da morte, estando deitado, evacuações involuntárias, 102.
-
Evacuação profusa, 19.
-
Evacuação líquida, 206.
-
Evacuações frequentes, pouco consistentes, líquidas, 122.
-
Evacuação líquida quatro vezes à tarde, 99.
-
Três evacuações líquidas em meia hora, 99.
-
Diarreia aguada violenta, 113.*
-
Instalou-se diarreia aguada frequente depois de a êmese ter terminado, 4. [1470.]
-
Evacuações serosas, não frequentes, 155.
-
Evacuação pastosa, 99.
-
Fezes pastosas, por vezes em maior quantidade, por vezes em menor quantidade (seis a treze horas), 7.
-
Evacuação pastosa duas vezes à tarde, 99.
-
Evacuações viscosas, finas, com aspecto recortado, 1.
-
Evacuações constituídas por muco branco, tenaz, muito semelhante a raspas de intestino, formando essas massas nódulos do tamanho de um punho, 116.
-
Diarreia ou dejeções cibaláceas de cor argilosa, 166.
-
Várias evacuações castanho-amareladas, 209.
-
Evacuação verde, 158.
-
Dejeções mucosas viscosas e verdes, 155.* [1480.]
-
Ao princípio espessas, por fim evacuações verdes diarreicas, 103.
-
[Evacuação diarreica esverdeada, castanho-escura, com odor de úlcera pútrida, -H.], 5.
-
Diarreia de cor escura, sanguinolenta, 168.*
-
Evacuações pretas frequentes, 113.*
-
Evacuações pretas, acres, pútridas, 38.
-
Diarreia violenta, três ou quatro vezes numa hora, com descargas pretas fétidas, 113.*
-
Evacuações sem odor, semelhantes à diarreia após dispepsia, 150.
-
Evacuações biliares sem odor, recorrendo a cada cinco ou dez minutos, 134.
-
Diarreia com tenesmo, 119.
-
Pequenas evacuações com tenesmo; primeiro fezes verde-escuras, depois muco verde-escuro, após cólica, 1.* [1490.]
-
Evacuações diarreicas amarelas, aguadas, escassas, com tenesmo subsequente, como se viesse mais evacuação, e cólica intensa em redor da cicatriz umbilical, 9.
-
Evacuações diarreicas amarelas, com tenesmo e dor em queimação no recto e no ânus, 1.
-
Água acre na evacuação, 217.*
-
Evacuações frequentes, misturadas com massas viscosas e gordurosas, 123.
-
Evacuação cor de cinza, como água suja, com algum muco amarelo, sem dor nem tenesmo, 204.
-
Purgação de um líquido aquoso, entremeado por grumos de muco verde, 195.
-
(Matéria biliar tenaz passa frequentemente com a evacuação), 55. ["Não encontrado."]
-
Ao princípio fezes pretas e duras; depois, evacuações cobertas de muco biliar, 104.
-
Evacuações de aspecto fisiológico estavam cobertas por uma massa que parecia composta de geleia e bílis, 102.
-
Com a evacuação eliminou uma massa esférica, que aparentava consistir em gordura não digerida misturada com partes tendinosas, 13. [1500.]
-
Eliminação de matéria negro-avermelhada pela boca e pelo ânus, 209.
-
Evacuações acastanhadas, misturadas com muco, 202.
-
Matéria preta e vermes foram eliminados com a evacuação, 115.
-
Eliminação de um líquido preto, ardor no ânus como fogo, após muito desassossego e dor no abdómen, 15.*
-
Sangue aquoso passa com a evacuação e envolve-a, 1.*
-
As evacuações contêm muco com sangue, 106.
-
Evacuações de muco e sangue, 226.
-
Evacuações muito malsãs, pálidas, com eliminação constante de muco e, por vezes (muito raramente), sangue, 225.
-
Expulsão de pedaços de muco, associada a tenesmo, com dor incisiva no ânus, como de hemorroidas cegas, 1.*
-
(Diarreia, com ardor violento no ânus), 55. [1510.]
-
Diarreia e êmese, 198.
-
Durante o dia teve várias evacuações e êmese frequente de líquidos amarelentos, 106.
-
Diarreia preta, mucosa, com êmese persistente, talvez sete vezes por dia, 135.*
-
Evacuações frequentes, escuras, fétidas, e ao mesmo tempo êmese de um líquido claro, mucoso, sem odor, 134.*
-
Diarreia contínua, com dores abdominais violentas, 215.
-
Evacuações biliares castanho-enegrecidas, com cólicas, 209.
-
Após ligeiro repuxamento no abdómen inferior, três a quatro vezes diarreia aguada amarelenta e sede intensa, 134.
-
Diarreia e dor no abdómen; ela levava ambas as mãos à cabeça, queixava-se do abdómen e puxava as pernas bem para cima, 113.
-
Evacuações alvinas (líquidas) frequentes, acompanhadas de cólica, 197. [1520.]
-
Purgação acentuada, e frio extremo das extremidades, 167.*
-
Hemorragia intestinal, 223.
-
Eliminação, por cima e por baixo, de grande quantidade de sangue, misturado com matéria biliar, com alívio aparente, 154.
-
Purgação violenta, com eliminação de sangue pelo ânus, 201.
-
Diarreia, só de sangue e água, 118.
-
Diarreia disentérica, 129.*
-
Disenteria, 63.
-
Frutas e legumes frescos provocam diarreia, 218.*
-
(Evacuação nodosa, insatisfatória), 1.
-
Evacuação tardia, 156. [1530.]
-
Evacuação retardada, 136.
-
Constipação intestinal ( 36 ), 61, ( 89, durante quatro dias), etc.
-
Constipação intestinal persistente durante dois anos, 159.
-
Sem evacuação, 132.
-
Constipação intestinal, com dores no intestino, 4.
-
Diarreia alternada com constipação intestinal, 9.
-
Ao princípio diarreia; por fim constipação intestinal, sem êmese, 113.
ÓRGÃOS URINÁRIOS
-
Tenesmo urinário e estrangúria, 162.
-
Estrangúria, 171. [1540.]
-
Ardor na uretra, 99.
-
Ardor na parte anterior da uretra no começo da micção, de manhã cedo (após vinte e quatro horas), 1.
-
Dor pungente na uretra, 1.
-
Dores frequentes, como dilacerantes, profundamente na uretra, 1.
-
Forte urgência para urinar, 99.
-
Desejo frequente de urinar, eliminando muita urina (após duas a dezessete horas), 7.
-
Desejo frequente de urinar, que por vezes só se consegue satisfazer com dificuldade, 116.
-
Grande desejo de urinar, mas não elimina urina alguma, 23.* [1550.]
-
Desejo de urinar, que ele não consegue satisfazer, mas a bexiga está vazia e, com o cateter, só se evacuam algumas colheradas de urina clara, 102.
-
Micção frequente, 139.
-
Micções mais frequentes que o habitual, 156.
-
Tem de levantar-se para urinar três ou quatro vezes durante a noite, eliminando grande quantidade todas as vezes, por várias noites consecutivas, 1.
-
Micção involuntária, 19.
-
*Micção involuntária; a urina lhe escorria antes que pudesse alcançar o vaso de quarto, embora houvesse pouca urina, 1.
-
[Emissão involuntária de urina à noite, durante o sono, [°]
Urina. -H.], 5
-
Urinação dolorosa, 119.
-
Iscúria, 214.
-
Dificuldades espasmódicas ao urinar, 116. [1560.]
-
(Fluxo urinário às vezes reduzido), 49.
-
Urina escassa, eliminada com dificuldade, 150.*
-
*Emissão escassa, e ardor durante a emissão, 1.
-
A urina não foi eliminada de modo algum, 134.
-
Retenção urinária, como se a bexiga urinária estivesse paralisada, 1.*
-
Urina suprimida, 179.
-
(Urina aumentada, com frequência), 49.
-
Urina em quantidade considerável, 134.
-
Urinação profusa, 99. [1570.]
-
Urina abundante e castanho-escura, 117.
-
(Urina abundante e ardente, muito quente ), 5.
-
Urina escassa, amarelo-escura, 99.
-
Urina quase incolor, 1.
-
Urina escura, amarelo-vinho, com pressão violenta, 99.
-
[Urina verdosa, castanho-escura, turva ao ser emitida, com aspecto de esterco de vaca revolvido com água, e sem formar sedimento, -H.], 5.
-
Hematúria, 64.*
-
Urina muito turva (após 5 dias), 1.
-
Muito sedimento na urina, 104. [1580.]
-
Areia vermelha na urina, e dor ao urinar, 223.
ÓRGÃOS SEXUAIS
-
Masculino.
-
*(Inflamação e tumefação dos genitais, aumentando quase até à gangrena; excessivamente dolorosas ), 65.
-
Tumefação excessivamente dolorosa dos genitais, 43.*
-
Esfacelo das partes genitais masculinas, 66.
-
A glande está azul-avermelhada, tumefeita e rachada, 81.*
-
Ereções raras e incompletas, 217.
-
Potência sexual perdida, 217.
-
Ereções de manhã, sem emissão, 7.
-
Ereção, com ardor na parte anterior do prepúcio, 1.
-
O pénis, a bexiga e os rins causam-lhe dores atrozes, 139. [1590.]
-
Tumefação e queimação insuportável do pénis, 139.
-
Prurido corrosivo na porção posterior do pénis, obrigando-o a coçar-se, 7.
-
Prurido violento da glande, sem ereção, 1.
-
Coceira picante na extremidade do prepúcio, 1.
-
Ao despertar, verificou-se que toda a porção avermelhada da bolsa escrotal estava coberta por uma erupção de vesículas muito pequenas. Isto continuou por alguns dias, com ligeira secreção, terminando em dessecação. (Este caso mostra a ação eletiva do Arsénico sobre os genitais), 92.
-
Tumefação da bolsa escrotal, 23.
-
Emissão seminal, com sonhos eróticos, 7.
-
Emissão seminal, sem sonhos, seguida de ereção persistente, 7.
-
Eliminação de líquido prostático, com evacuação diarreica, 1.
-
Feminino.
-
Coceira dos genitais, 1. [1600.]
-
Furor sexual numa mulher; ela requer um abraço duas vezes por dia e, se não for satisfeita, o orgasmo ocorre espontaneamente, 1.
-
Sentiu movimentos fetais ativos durante o ataque (estava grávida de sete meses), 210.
-
Leucorreia (uma chávena em vinte e quatro horas), amarelada e espessa, corroendo as partes em que toca ; durante dez dias, 1.*
-
Corrimento leucorreico ao estar de pé e ao expelir flatulência (após vinte e quatro horas), 1.
-
Depois do fluxo menstrual, aparecia sempre durante vários dias uma secreção de um líquido amarelo, fétido, aguado; frequentemente, também, uma descarga pelo recto de sangue e muco purulento, ligada a dores em queimação, 105.
-
Descarga súbita e profusa de sangue escuro pela vagina, 99.*
-
Eliminação de muco com sangue após o fluxo menstrual, 1.
-
Fluxo menstrual demasiado precoce, 1.*
-
O fluxo menstrual volta duas vezes, demasiado cedo, até mesmo em vinte dias, 1.
-
Fluxo menstrual profuso, 1.* [1610.]
-
Menstruação prolongada por vários dias, e algo mais abundante, 116.
-
Menorragia constante e extenuante, 223.*
-
O fluxo menstrual não apareceu no tempo usual; em seu lugar teve pontadas na região glútea e nos ombros, (Sr.).
-
Aparecimento do fluxo menstrual, que estava retardado havia cinco dias, 99.
-
O fluxo menstrual dura apenas dois dias, em vez de seis, como é usual, 99.
-
A menstruação, que deveria aparecer, cessou, 105.
-
*Amenorreia, 215.
-
Menstruação suprimida, 218.
-
Fluxo menstrual escasso e pálido, 99.
-
Sangue vermelho-pálido, 99.
APARELHO RESPIRATÓRIO
-
Laringe etc., e voz. [1620.]
-
Bronquite persistente, 219.
-
(Crupe gangrenoso), 53.
-
(Catarro sufocativo), 28. [Mesmo sintoma que o seguinte.]
-
(Catarro súbito, ameaçando sufocação, à noite), 17.
-
Espasmos da glote, 221.
-
Secura da laringe, 1.*
-
Irritação na laringe, provocando tosse, 99.
-
Sensação de fumaça na laringe provoca tosse antes de adormecer, ao entardecer, como pelo vapor de enxofre, 1.*
-
Titilação constante na laringe, induzindo tosse, mesmo sem inspirar, 1.*
-
Voz baixa, 123.
-
Voz fraca, 124.*
-
Voz clara, porém fraca, 179.
-
Rouquidão crônica, 224.
-
Voz áspera e rouca, 99.
-
Voz áspera, com rouquidão, 1.
-
A voz, de tempos em tempos, é estridente, 121.
-
A voz é oca; a fala, ininteligível, 102. [1640.]
-
A voz quase se extinguiu, 121.
-
Afonia, 99.
-
Tosse e expectoração.
-
Tosse incômoda, 220.
-
Tosse frequente, 103.
-
Tosse frequente e intensa, 225.
-
Tosse espasmódica intensa, 224.*
-
Tosse espasmódica intensa, com tendência à êmese; durou até o calor do verão, 224.
-
Tosse espasmódica intensa (enquanto o papel era retirado das paredes), 225.
-
Tosse violenta matinal, 1.
-
Tosse curta, pela manhã, após beber o chá (habitual), 1. [1650.]
-
Tosse à noite, logo após deitar-se; ela tem de sentar-se; depois, dor contrativa na região epigástrica e na boca do estômago; essa dor prolongou a tosse, que a deixou fraca, 1.*
-
Tosse noturna; ele tem de sentar-se assim que a tosse começa, 1.*
-
Acessos violentos de tosse o despertam à noite, como se fosse sufocar; a garganta tornou-se tumefeita, 1.*
-
Tosse ao sair para o ar frio externo, 1.*
-
Tosse, à noite, logo após deitar-se, 1.*
-
Tosse ao mover o corpo; a tosse frequentemente o deixa subitamente sem fôlego, 1.
-
Tosse causada por uma sensação constritiva na parte superior da laringe, como pelo vapor de enxofre, 1.*
-
Tosse ao inspirar profundamente ou ao movimentar-se, 99.
-
Tosse, especialmente ao beber, 1.*
-
Tosse desencadeada quando bebe sem sede, 1. [1660.]
-
Tosse tenaz, curta e irritativa, causando dor ardente no tórax, 1.
-
Tosse, opressão do tórax e pontadas dolorosas no tórax, 117.
-
Tosse irritativa seca, 99.
-
(Tosse seca irritativa), 84.
-
(Tosse seca, violenta) (após duas horas), 84.
-
(Tosse seca, fatigante), 84.
-
Tosse curta, seca e frequente, 99.
-
Tosse profunda, seca, curta, incessante, depois da meia-noite, 1.*
-
Tosse, sem expectoração, por irritação nas vias aéreas, 7.
-
Tosse frequente, curta, seca e irritativa, por sensação de sufocação na laringe, como pelo vapor de enxofre, 1. [1670.]
-
Tosse seca, sufocante, com respiração curta e laboriosa e dor sensível na boca do estômago, como se ulcerada; a dor se estende ao meio do tórax, 1.
-
Tosse, sem expectoração, mas com dispneia, à noite, 1.*
-
Tosse, sem expectoração, antecedida por um repuxão brusco no quadril, que parece excitar a tosse, 1.
-
Acessos violentos de tosse e expectoração abundante, 223.
-
(Tosse curta e irritativa, com dor no tórax e expectoração salgada, antecedida por opressão do tórax), 11. [Se S. 138]
-
Expectoração espessa e amarela, 99.
-
Expectoração verde, amarga, pela manhã, 1.
-
Expectoração salgada (ao pigarrear), 15. ["Observado após o antídoto."]
-
Expectoração amarga, 15. ["Observado após o antídoto."]
-
Ao tossir violentamente, sai muita água da boca, lembrando pirose aquosa, 1. [1680.]
-
Expele uma secreção salivar espumosa, 224.*
-
O muco expectorado vem estriado de sangue, 1.
-
Eliminação de muco estriado de sangue; depois, desejo de vomitar, 1.
-
Hemoptise, 225.*
-
Hemoptise, com tal grau de irritabilidade nervosa, que uma corrente de ar provocava um ataque de espasmos e convulsões, 171.
-
Expectoração dolorosa, 192.
-
Respiração.
-
Inspiração fisiológica; às vezes, acompanhada de suspiros, 134.
-
Suspiros involuntários frequentes, 202.
-
Falta de ar, 223.*
-
Respiração curta, 116. [1690.]
-
Respiração muito curta, 4.
-
Respiração curta, irregular, 134.
-
Respiração curta e frequente, 205.
-
Respiração curta, angustiosa, 173.*
-
Respiração curta, especialmente ao caminhar, 99.
-
Logo após tossir, a respiração se torna curta, como se o tórax estivesse contraído, 1.*
-
Frequente falta de ar opressiva em qualquer posição do corpo, causando angústia, 1.
-
Respiração rápida e curta, 218. [1700.]
-
Respiração lenta, 121.
-
Respiração livre, lenta, 179.
-
Respiração muito lenta e imperfeita, 196.
-
Respiração pesada, 217.
-
Respiração pesada e alterada por suspiros frequentes, 162.
-
Respira pesadamente, enquanto sofre a dor no abdómen, como se o tórax estivesse oprimido, 1.
-
Respiração oprimida, frequentemente recorrente, 13.* [1710.]
-
Respiração intensamente oprimida; forçado a levantar-se e ir à janela em busca de ar, 92.*
-
Opressão; falta de ar; uma asma noturna o faz erguer-se de um salto à meia-noite, 219.
-
Respiração difícil, e frequentemente interrompida por suspiros, 26.
-
Ansiedade invulgar; ofegando em busca de ar, 207.*
-
Respiração muito difícil, 185.
-
Respiração laboriosa, 201.
-
Respiração difícil, com grande ansiedade angustiosa, 19.
-
Sono, com respiração difícil, 99.
-
(Respiração difícil), 43. ["Efeito local."] [1720.]
-
A respiração é dolorosa, pelo estado sensível do abdómen, 171.
-
Sensação de sufocação ao subir escadas, 92.
-
As vias aéreas parecem contraídas; ele não conseguia respirar completamente e pensava que iria sufocar, 207.*
-
Ao caminhar ao fresco, sente uma sensação de sufocação, que o obriga a tossir, 1.*
-
Está ameaçado de sufocação; põe a língua para fora, 35.
-
Ela imagina que vai sufocar a cada momento, estando tão fraca que não consegue inspirar profundamente, 10.
-
Logo ao entrar na cama e deitar-se à noite, por mais cuidadosamente que o faça, perde a respiração; a traqueia se contrai, e nela se ouve um sibilo fino, lembrando o som de uma corda fina, 1.*
-
Dispneia intensa, 96.
-
Grande dispneia, com dor no lado direito do tórax e no ombro, 154.
-
Dispneia violenta por longo tempo, 27. [1730.]
-
Dispneia extrema, 212.
-
O desconforto respiratório aumenta continuamente, 102.
-
Desconforto respiratório continuamente crescente, terminando em asfixia, 102.
-
Asma; a respiração se torna cada vez mais fraca e curta, até que, por fim, ela só consegue respirar e falar muito baixo inclinando o tórax para a frente, 10.*
-
Acesso asmático a cada meia hora, durando de 5 a 10 minutos, 99.
-
Dispneia persistente, 14.
-
Dispneia quando contrariado, 1.
-
Asma quando fatigado, como por angústia, 1.
-
Acessos asmáticos durante o sono, 99.
TÓRAX
-
Tórax em geral. [1740.]
-
Parte superior do tórax amarela, 209.
-
Parte anterior do tórax e pescoço lívida, 189.
-
Sibilos no tórax, 37.
-
Inflamação dos pulmões, 213.
-
À auscultação, verificou-se que os lobos posteriores de ambos os pulmões estavam acometidos por pulmonia, e os lobos inferiores de ambos os lados achavam-se parcialmente consolidados, 193.
-
Catarro violento e opressão do tórax com fleuma, 116.
-
Muco muito tenaz no tórax, difícil de desprender, 1.
-
Dores no tórax, 30.
-
Dores internamente, na parte superior do tórax (após cinco horas), 1. [1750.]
-
Muita dor no tórax, 43.
-
Dor na parte inferior do tórax à inspiração completa, 96.
-
Sensação de frio no interior do tórax, à noite, também após a ceia, 1.
-
Grande calor no tórax, estendendo-se abaixo do diafragma, 6.
-
Calor e dor excruciante no tórax, 201.
-
Sensação de aperto no tórax, 116.
-
Aperto do tórax, como se estivesse cingido por um aro, 99.
-
Grande aperto no tórax; sentia como se fosse rebentar, 124.
-
(Aperto do tórax, ameaçando sensação de sufocação, por uma hora), 67. ["Efeito local."] [1760.]
-
Dor tensional no tórax, especialmente quando sentado, 1.
-
Assim que caminhava um pouco, logo em seguida sentia aperto no tórax, 138.
-
Contratura persistente do tórax e tosse curta e seca, 4.
-
Constrição do tórax, 54.
-
Constrição do tórax com grande angústia e inquietação, à noite, 1.
-
Constrição do tórax, de modo que mal conseguia dizer uma palavra, e quase desmaiava (terceiro dia), 4.
-
Alguma constrição e sensação de peso no tórax, 208.
-
Cãibra no tórax, 218.
-
Sensação compressiva no tórax ao comer, 1.
-
Opressão do tórax, 36. ["Anxietates pectoris."]
-
Sensação de opressão, 221. [1770.]
-
Opressão do tórax, 128.
-
À noite, opressão violenta do tórax, 134.
-
(Opressão do tórax, respiração difícil), 55.
-
Opressão do tórax ao caminhar depressa; tosse ao subir escadas, 1.
-
Acorda do sono à noite, com opressão do tórax, ou espasmo no tórax, e grande angústia, 218.
-
Grande lassidão e opressão respiratória ao caminhar, 47.
-
(Pressão sobre o tórax), 31.
-
Aumento de pontadas sob as costelas e aumento da dor de cabeça, como se houvesse calor nela, durante a tosse, 1.
-
No tórax, dor pungente e lacerante, pressiva e tensional, e em queimação, 105. [1780.]
-
Pontadas surdas no tórax ao abaixar-se, 1.
-
Sensação de sensibilidade dolorosa e de carne viva no tórax, 1.
-
Formigamento no tórax, 1.
-
Flancos, Esterno etc.
-
Pontada no flanco sob as falsas costelas; não consegue deitar-se desse lado, 1.
-
Pontada ao tossir, primeiro no lado do tórax e depois (em dois dias) no lado do abdómen, 1.
-
Ardor no lado direito do tórax, estendendo-se até a virilha, onde assume a forma de pressão, 6.
-
Dor pungente-lacerante na região da costela superior direita, 1.
-
Pontadas na parte superior do lado direito do tórax, especialmente ao respirar; as pontadas são uma espécie de pressão que termina em pontada (após uma hora e meia), 1.
-
Pontada no lado esquerdo do tórax, apenas durante a inspiração, que era impedida pela pontada, 7.
-
Pontadas no lado esquerdo do tórax, durante uma inspiração profunda, obrigando-o a tossir, 1. [1790.]
-
Dor acentuada na junção das regiões esternais superior e inferior, 210.
-
(Ardor de longa duração na região do esterno), 84.
-
Opressão na região do esterno, tornando a respiração difícil (por oito dias), 1.
-
Dor pungente no esterno, de baixo para cima, ao tossir, 1.
-
Angústia precordial muito intensa, 119.
-
Grande opressão na região precordial, 123.
CORAÇÃO E PULSO
-
Coração.
-
Inflamação do coração, e suas consequências, dilatação e edema dos pés, 219.
-
Os sons do coração, mas especialmente o "choc", bastante violentos; não condizendo com o pulso pequeno, 109.
-
Coração lento, pulso fraco, 179.
-
Grande irregularidade do coração e da respiração, 221. [1800.]
-
Coração irritável, 219.
-
*Os batimentos do coração são irritáveis, 19.
-
Ação do coração débil e apressada, 203.
-
Coração e pulso acelerados, 132.
-
Palpitação violenta, 99.
-
Queixa de palpitação violenta do coração, 109.
-
Palpitação violenta, tumultuosa, do coração, 19.
-
Palpitação do coração muito violenta e até dolorosa, 107.
-
Palpitação do coração excessiva e incômoda, 9.* [1810.]
-
Palpitação violenta à noite, 2.*
-
Palpitações fortes, visíveis e audíveis, principalmente à noite, 166.*
-
Quando deitado de costas, o coração bate muito mais rápido e mais forte, 9.
-
O coração age violentamente; ouve-se um violento sopro, com pulso muito cheio, 110 por minuto, 160.
-
Palpitação violenta do coração com pulso pequeno e irregular, 114.*
-
Palpitação do coração e angústia, 113.
-
*Palpitação irregular do coração, mas tão violenta à noite que ele imagina ouvi-la; acompanhada de ansiedade angustiosa, 8.
-
Palpitação violenta, visível nas carótidas; provoca gotas de suor no rosto, 218.
-
*Palpitação do coração e debilidade trêmula após a evacuação; ele tem de deitar-se, 1.
-
Os batimentos do coração desapareceram completamente, 102. [1820.]
-
Sensação como se o coração estivesse pressionado para baixo, 1, 9.
-
Pulso.
-
Pulso irritado, 109.
-
Pulso extremamente febril, 37.
-
Pulso aumentado, 123.
-
Pulso extremamente rápido, 207.
-
Pulso rápido, algo duro, 19.
-
Pulso duro e frequente, 154.
-
Pulso rápido e fraco, 138.*
-
Pulso rápido, fraco, 47 . ["Não encontrado."]*
-
Pulso fraco, rápido, 168.
-
*Pulso pequeno e rápido, 190.
-
Pulso pequeno e rápido, 197.
-
Pulso regular, não pequeno, mas frequente, 124.
-
Pulso duro, irregularmente acelerado, 129.
-
Pulso moderadamente frequente, um tanto tenso e pequeno, 209.
-
Pulso frequente, cheio e bastante regular, 192. [1840.]
-
*Pulso rápido, fraco e irregular, 26.
-
Pulso rápido, fraco, espasmódico, 217.
-
Pulso pequeno, rápido, fraco, 13.
-
Pulso contraído, frequente, irregular, 140.
-
Pulso convulsivo, pequeno, rápido, 134.
-
O pulso é pequeno, muito frequente e irregular; às vezes totalmente imperceptível, 171.*
-
Pulso irritado e frequente, não cheio, 19.*
-
Pulso fraco, pequeno, frequente, 99.
-
Pulso cheio, duro, acelerado, 99. [1850.]
-
Pulso irrequieto e pequeno; aumentado após êmese reiterada, 134.
-
Pulso deprimido, duro e rápido, 157.
-
O pulso era pequeno, desigual, irregular, muito frequente, 121.
-
Pulso febril; no máximo, 90 batimentos, 135.
-
Pulso 100, 163.
-
Pulso 104, e forte, 201.
-
Pulso 118, vivo, mas facilmente compressível, 202.
-
Pulso 120, débil e irregular, 185.
-
Pulso 120, fraco e algo desigual, com indício esporádico de tremulação, 196.*
-
Pulso, em repouso na cama, 90; ao levantar-se, ou ao caminhar, 120. [1860.]
-
Pulso rápido, 90 a 100, depois 130 a 140, 218.
-
Pulso de manhã tranquilo; das 9 às 10 horas, algo irritado; às 12 horas, pequeno, duro, frequente; das 5 horas até a morte, após a meia-noite, já não perceptível, 134.
-
Pulso péssimo, 136.
-
Pulso cheio, não rápido, 116.
-
Pulso algo duro e lento, 130.
-
Pulso 140; irregular, 162.
-
(Pulso lento, às vezes apenas 38 batimentos), 30 . ["Antes, ele não o havia contado."]
-
Pulso tenso, 37.
-
Pulso latejante e duro, 193. [1870.]
-
Pulso cheio e forte, 141.
-
Pulso forte, cheio e ressaltante, 181.
-
Pulso débil, 191.
-
Pulso muito fraco, 217.*
-
Pulso pequeno e fraco, 19.
-
Pulso pequeno, oprimido, 123.
-
Pulso pequeno, contraído, intermitente, 148.
-
Pulso irregular, 150.
-
Pulso pequeno e irregular, 151.
-
Pulso intermitente, 136. [1880.]
-
Pulso intermitente, pequeno, 19.
-
Pulso intermitente, desigual, pequeno; por fim, desaparecimento completo do pulso, 19.
-
Pulso pequeno, mal perceptível, 173.
-
Pulso quase imperceptível, pequeno, contraído, irregular, 102.
-
Só é possível sentir a menor tremulação do pulso radial, 102.
-
Pulso e respiração mal perceptíveis, 141.
-
Pulso imperceptível, 202.
-
Sem pulso, 200. [1890.]
-
Ausência de pulso, com batimentos frequentes e irritados do coração, 19.
PESCOÇO E DORSO
-
Coloração amarela do pescoço, 209.
-
Tumefação da parte externa do pescoço, sem dor, 9.
-
Tumefação da glândula tiroide, especialmente no lado direito do pescoço, 218.
-
Distorção dos músculos do pescoço, 45. ["Não encontrado."]
-
O pescoço é repuxado por espasmos para o lado esquerdo e para trás, 99.
-
Rigidez da região da nuca, como se estivesse contundida ou torcida, sentindo-se dor semelhante sobre as ancas; à noite e de manhã, 1.*
-
Rigidez da região da nuca, 99.
-
Rigidez do pescoço; ela não consegue mover a cabeça, 99. [1900.]
-
À noite, rigidez dos músculos cervicais posteriores, 92.
-
Rigidez tensional no pescoço, 2.
-
Dor no lado esquerdo do pescoço, estendendo-se para baixo até ao músculo peitoral, 99.
-
Neuralgia violenta no lado esquerdo do pescoço, seguida de sensação de incapacidade para o movimento, 99.
-
Dor espasmódica no lado esquerdo do pescoço, 99.
-
Dor à pressão nas vértebras cervicais, 99.
-
Dor no dorso, com desassossego e angústia, 24.
-
Debilidade no dorso, 218.
-
Dores no dorso, 99.
-
Dores violentas ou surdas, mas contínuas, no dorso, com grande debilidade concomitante; inclinação para deitar-se, sem alívio, 219. [1910.]
-
Rigidez na coluna vertebral, começando na região do cóccix, 1.*
-
Dor acentuada no dorso, 225.
-
Dor surda no dorso, com repuxamento passageiro doloroso na superfície externa dos membros, 156.
-
Repuxamento no dorso, para cima e para baixo, 1.
-
Dor puxante no dorso, da região lombar aos ombros, com dores pungentes nos flancos; flatulência movendo-se pelo abdómen e pressionando para cima; depois disso ele eructa e é aliviado, 1.
-
Repuxamento do osso sacro até à região da nuca, fazendo o tronco dobrar-se para trás, 99.*
-
Dor puxante no dorso pela manhã (após seis dias), 1.
-
Dor puxante entre as escápulas, obrigando-o a deitar-se, 1.
-
Dor como de contusão, no dorso e atravessando as escápulas (após quatro dias), 1.
-
Dor como de contusão entre os ombros, 97. [1920.]
-
Dor latejante, puxante e pungente no dorso, na região lombar e nas coxas, à noite, 1.
-
Fortes movimentos gorgolejantes nos músculos do lado esquerdo do dorso, somente quando deitado sobre o lado direito (após três horas), 7.
-
Coceira e exalação do dorso, a noite inteira, 1.
-
Dor na região das duas últimas vértebras dorsais, 136.
-
Dores agudas na parte inferior da coluna vertebral (oito meses), 180.
-
Dores pungentes na região dos rins, ao inspirar e ao espirrar, 1.
-
*Perda de força na região lombar, 1.
-
Rigidez dolorosa na região lombar, o dia inteiro, 1.
-
Dor na região lombar, como de contusão, 1.*
-
Dores periódicas violentas na região lombar, com rigidez, 99. [1930.]
-
Debilidade nos lombos, 218.
-
Queixa-se de uma sensação tensional e dilacerante de pressão em ambos os lombos, especialmente violenta abaixo do rebordo costal esquerdo, onde também há grande sensibilidade ao toque, 116.
EXTREMIDADES EM GERAL
-
Objetivo.
-
Mãos e pés como se estivessem mumificados, de modo que a pele pendia em muitas pregas ao redor dos ossos, que protrudiam de maneira não natural, mas não estavam de modo algum aumentados de volume, 119.
-
Os músculos flexores das extremidades superiores e inferiores se contraem, 151.
-
Aproximação dos membros superiores e inferiores, 163.
-
Forte contração nos joelhos e cotovelos, 174.
-
Os artelhos e dedos das mãos ficavam continuamente fletidos; depois de serem endireitados por alguém, voltavam novamente à condição fletida, 105.
-
A contração dos dedos das mãos e dos artelhos desapareceu após uma profusa perda de sangue por êmese e pelo ânus; depois de, estando dobrados, serem endireitados, permaneceram nessa posição, mas pareciam como mortos; após um banho morno, a vida voltou às mãos e aos pés, mas dedos das mãos e artelhos voltaram a permanecer dobrados, 105.
-
Distorção dos membros, 121. [1940.]
-
Extremidades superiores e inferiores convulsionadas, 212.
-
Convulsões dos membros e joelhos, 23.
-
Tremor das extremidades, 166.
-
Tremores em todos os membros, 174.
-
Tremor das extremidades superiores e inferiores, 1.
-
Tremor violento dos membros, 122.
-
Tremor dos membros, mesmo após uma caminhada moderada, 4. [1950.]
-
Tremor e movimento muito violento dos membros, 150.
-
Tremor e sacudidas dos membros, 224.
-
Tremor dos membros depois de cessada a êmese, 71.
-
Sobressaltos violentos dos membros ao adormecer, 1.*
-
De tempos em tempos ele estendia as extremidades e permanecia vários momentos nessa condição por causa do relaxamento, quando a êmese surgia com renovada veemência, 102.
-
Perda das unhas das mãos e dos pés, 120.
-
Subjetivo.
-
Sensibilidade diminuída em todas as extremidades (oito semanas), 174.
-
Entorpecimento dos membros e dores atravessando os ombros, estendendo-se para baixo pelos braços, 224.
-
Insensibilidade e adormecimento das extremidades superiores e inferiores, durando durante toda a enfermidade, e impedindo-a de segurar objetos com firmeza, 113.
-
À medida que a gastroenterite melhorava, sobrevieram entorpecimento e perda de força nos membros; a princípio apenas nos dedos das mãos e nos artelhos, mas lentamente se estenderam até os joelhos e punhos, quase privando-o do uso deles, 167. [1960.]
-
A mobilidade e a força das extremidades diminuíram, de modo que o paciente só podia segurar qualquer coisa com dificuldade, e sua marcha tornou-se insegura e cambaleante, 156.
-
Imobilidade quase absoluta dos membros, especialmente do esquerdo; a sensibilidade estava apenas diminuída, não abolida, 160.
-
Sensação de peso nos membros, 217.
-
Grande lassidão nos membros, 124.
-
Lassidão nos membros e debilidade, 113.
-
Os membros pareciam cansados, 217.
-
Prostração e lassidão dos membros, 116. [1970.]
-
*Fraqueza excessiva e esgotamento dos membros, obrigando-o a deitar-se, 61.
-
Debilidade e sensibilidade diminuída em todos os membros, 174.
-
Ataxia quase completa dos músculos das extremidades; a marcha era como numa coreia excessiva, e as mãos quase não podiam ser mantidas erguidas, 214.
-
Rigidez das extremidades, 99.
-
Movimento dos membros difícil, 206.
-
Ele já não consegue mover livremente os membros, 153.
-
(Rigidez e imobilidade de todas as articulações), 75.
-
Extremidades como se estivessem paralisadas, 116.
-
Paralisia parcial dos membros, 194.
-
Debilidade paralítica dos membros, recorrente a certa hora todos os dias, como febre intermitente, 1. [1980.]
-
Como se estivesse paralisado em todos os membros; é incapaz de pisar com firmeza, 6.
-
(Paralisia, contração dos membros), 75.
-
A paralisia às vezes é geral e afeta tanto os membros superiores quanto os inferiores, 171.
-
Paralisia das extremidades, com anestesia e dores violentíssimas, 174.
-
A paralisia das extremidades dizia respeito tanto aos nervos motores quanto aos sensitivos; não obstante, as partes eram extremamente sensíveis ao frio, 159.
-
Cansaço e dor das articulações pela manhã, mais quando sentado do que ao caminhar, 1.
-
Debilidade e sensação de rastejamento nos membros, especialmente dos joelhos aos artelhos, 99.
-
Mal-estar em todos os membros antes de deitar-se, desaparecendo quando deitado, 1.
-
Sensação de enfermidade em todos os membros, inexprimivelmente dolorosa e incômoda, 1.
-
Dor nos membros; receia movê-los, 218. [1990.]
-
Dores excessivas nos membros, 81.
-
Dores errantes nos membros, 147.
-
Dor e rigidez nos membros, 224.
-
Dores artríticas nos membros, sem inflamação, 1.
-
Extremidades frias e sem pulso, 203.
-
[Rigidez de todas as articulações; ele não conseguia espreguiçar-se por causa de uma tensão em todo o corpo; os joelhos estavam tão rígidos e frios que amarrava lenços em volta deles, de outro modo ficavam dolorosos e lhe perturbavam o sono. -H.], 5.
-
Cãibra nos membros, 27.
-
Queixava-se de cãibras nas extremidades superiores e inferiores, 189.
-
Cãibras nos músculos das extremidades, 210. [2000.]
-
Todos os membros doem, 1.
-
Todos os membros doem, quer caminhe, sente-se ou esteja deitado, 1.
-
Dores puxantes nos membros, 207.
-
Dor lacerante nos membros, 99.
-
Dores lacerantes nos ossos longos, 1.
-
Músculos das extremidades sensíveis, 128.
-
Rastejamento nos membros, como se estivessem dormentes, 1.
-
Sensação de entorpecimento nos pés e nas mãos, com dores medonhas dia e noite, que por três meses lhe afastaram todo o sono, 105.
-
Braços e pernas bastante fortes e móveis; mãos e pés, ao contrário, extremamente emagrecidos, de modo que, sem alterações orgânicas, todas as apófises articulares protrudiam de forma não natural e, quanto à sensibilidade e à mobilidade, tão paralisados que nada podia ser segurado com firmeza; os pés não lhe permitiam levantar-se; ao pisar, ele sempre assentava toda a planta, e ao caminhar os pés eram arrastados como pesos, 119.
-
Frequente adormecimento e insensibilidade do braço direito e do pé direito, 158.
-
Entorpecimento nas pontas dos dedos das mãos, e também nos pés, onde às vezes se sentiam dores incisivas, 213. [2010.]
-
Sensibilidade diminuída, a princípio nas pontas dos dedos das mãos, de onde se espalhou pelas mãos e braços; depois, nos artelhos, de onde se espalhou pelos pés e pernas, 156.
-
Perda da sensibilidade nas mãos e nos pés, 164.
-
Insensibilidade completa das mãos e dos pés, 150.
-
Sensibilidade nas plantas inteiramente perdida; e grandemente diminuída nas mãos, 213.
-
Anestesia completa e paralisia das mãos e dos pés, igualmente nos extensores e flexores, 119.
-
Perda da sensibilidade nas mãos e nos pés, de modo que as pontas dos dedos das mãos e dos artelhos podiam ser picadas sem o menor sentimento (envenenamento crônico), 175.
-
As mãos e os pés parecem ter perdido a força, e eles apresentam sensação trêmula de manhã cedo, 1.
-
Debilidade dos punhos e tornozelos; estão rígidos e às vezes dolorosos, 141.
-
Imobilidade dos dedos das mãos e dos artelhos, 160.
-
Perdeu o uso das mãos e dos pés, ao mesmo tempo em que surgiram dores nevrálgicas violentas nas extremidades, que duraram por mais de dois anos e meio e não cederam nem mesmo após as mais fortes doses de morfina; a paralisia durou quase três anos, 159. [2020.]
-
Dores esporádicas nas articulações, como no ombro e no joelho, 210.
-
Dor acentuada nas pernas e braços, muito lancinante e como o roer de ratos, ou a perfuração de uma verruma nos ossos, 194.
-
Dores nevrálgicas nos braços e nas pernas, 205.
-
Dores nevrálgicas no antebraço e nas pernas, das ancas para baixo; não pareciam seguir os principais troncos nervosos; aumentavam pouco a pouco, atingiam o auge, depois diminuíam gradualmente, e nunca eram lancinantes; o ar frio externo ou a água fria as excitavam logo em seguida; eram mais violentas entre 9h30 da noite e 8h da manhã, 159.
-
Cãibras nas pernas e nos braços, muito acentuadas, 167.
-
Dor puxante nas articulações dos joelhos, pés e mãos, 1.
-
Dor puxante, à noite na cama, no dedo médio e no pé, 1.
-
Dor lacerante violenta nos braços e membros inferiores; ele não consegue repousar sobre o lado afetado; a dor é menos sentida quando a parte afetada é movida para cá e para lá, 1.*
-
Dores em pontada, como de agulhas, nas mãos e nos pés, 160.
-
Dor lacerante súbita, com sacudidas, ou em pontada, transformando-se em ardor, no polegar ou no hálux, de manhã, na cama, 1. [2030.]
-
Tremor e sensação de formigamento nas mãos e nos pés, 113.
-
Perto do entardecer, mas não durante o dia, rastejamento nos dedos das mãos e nos artelhos, 156.
-
Sensações esporádicas de rastejamento nas mãos e nos pés, 213.
MEMBROS SUPERIORES
-
Membros superiores débeis; os flexores dos dedos retraídos (oito semanas), 174.
-
Sensação de peso e formigamento, que logo acometeram os membros superiores, 206.
-
Dor insuportável no ombro esquerdo, 151.
-
Sensação convulsiva no ombro esquerdo, 99.
-
Dores puxantes nos ombros, 222.
-
[Tumefação glandular da axila, -H.], 5.
-
Pontadas dilacerantes na axila direita. [2040.]
-
Sensibilidade dolorosa na região axilar, sob os braços, 68.
-
Tumefação dolorosa do braço e da mão direitos, 139.
-
O braço direito ficou intensamente tumefeito do cotovelo ao punho e muito doloroso, 169.
-
Debilidade dos braços, 218.
-
Os braços estavam algo fracos, 215.
-
Incapacidade completa de mover o braço esquerdo, 99.
-
O braço direito fica entorpecido quando ele se deita sobre o lado direito, 1.
-
Dor no braço do lado sobre o qual a pessoa se apoia, à noite, 1.
-
O braço esquerdo parece mais frio que o direito, 99.
-
Neuralgia violenta no braço esquerdo, seguida de sensação de impotência funcional, 99. [2050.]
-
Dores nevrálgicas peculiares no braço esquerdo, de repente, após as refeições, 223.
-
Dor puxante, sacudidas e dor dilacerante desde as pontas dos dedos até o ombro, 1.*
-
Dor dilacerante no braço, especialmente no cotovelo e no punho, à noite, na cama, 1.
-
Dores no cotovelo e nos dedos, 113.
-
Dores reumáticas violentas no cotovelo direito, 218.
-
Nos punhos havia muito pouca força muscular; os dedos não podiam nem agarrar nem segurar coisa alguma menor que as muletas, que podiam segurar um pouco, embora não houvesse sensibilidade nas pontas dos dedos, mesmo quando feridos, 119.
-
Dor puxante em ambas as apófises estilóides do punho, todas as tardes, 1.
-
Mãos e metade inferior do antebraço escuras e lívidas, como no cólera maligno, 203.*
-
(Tumefação dolorosa das mãos), 73.
-
As mãos nunca recuperaram sua antiga plenitude e força, e o chamado "nevo" (marca de nascença) quase desapareceu totalmente (depois de dez anos), 105. [2060.]
-
As mãos ficam rígidas e insensíveis por longo tempo, 27.
-
A mão pode ser estendida, mas não os dedos, 160.
-
As mãos não conseguiam segurar nada com firmeza, 175.
-
Mãos e braços sem força, 145.
-
Impotência funcional da mão; começou com sensação de peso, mas não se acompanhava de atrofia, 146.
-
Mãos frias, 9.
-
As mãos gélidas, 134.
-
Cãibra na mão, ao movê-la, 1.
-
Dor puxante e dilacerante nos ossos metacarpianos, pela manhã, 1. [2070.]
-
Pontadas dilacerantes nos ossos da mão e no dedo mínimo, 1.
-
Palmas muito sensíveis, contudo ele não sabe se pegou um objeto, 205.
-
Violento formigamento nas mãos à noite, 1.
-
Cócega fina na palma da mão esquerda, obrigando a esfregar, 7.
-
[Tumefação dura dos dedos, com dor nos ossos dos dedos, -H.], 5.
-
As falanges ungueais atrofiadas e as unhas muito duras, quebradiças, em forma de garra, 121.
-
Tremor dos dedos e sensações esporádicas de formigamento nas mãos e nos pés, 213.
-
Ele move os dedos e as mãos durante o sono, 1.
-
Espasmo tônico dos dedos, 99.
-
Dedos meio fletidos, 217. [2080.]
-
Os flexores predominam sobre os extensores, e há flexão constante dos dedos, 206.
-
Os extensores dos dedos muito mais fracos do que os flexores, de modo que os dedos estavam sempre algo dobrados, 119.
-
Os flexores dos quatro dedos de cada mão estão tão contraídos que as duas últimas falanges ficam dobradas sobre a primeira falange, e as pontas dos dedos tocam as palmas (oito meses), 180.
-
Pode-se dobrar os dedos, mas não estendê-los, 160.
-
Rigidez dos dedos, como se estivessem enrijecidos, 1.
-
Ele não conseguia mover os dedos, 119.
-
Sensibilidade extremamente reduzida nos dedos, embotada até os punhos; acima deles, normal, 156.
-
Perda da sensibilidade nos dedos, como se tudo estivesse estagnado, 113.
-
Depois de anos, entorpecimento dos dedos, 113.
-
As articulações dos dedos doem ao serem movidas, 1. [2090.]
-
Cãibra dolorosa nas articulações inferiores de todos os dedos, 1.
-
Cãibra dolorosa nas pontas dos dedos, desde a manhã até o meio-dia (depois de cinco dias), 1.
-
Cãibra nos dedos, especialmente à noite, na cama, 1.
-
Cãibra nos dedos da mão direita, ao tentar estendê-los, 1.
-
Dor puxante nos dedos médios, 1.
-
Prurido com cócega no dedo médio direito, 1.
-
Unhas de má coloração, 38.
-
As unhas mudavam de cor quase todos os meses; a princípio tornavam-se vermelho-fogo, depois pretas como se estivessem impregnadas de sangue, após o que cediam lugar a novas unhas, que eram finas e transparentes, 105.
MEMBROS INFERIORES
-
Em geral.
-
Os membros inferiores estão algo edemaciados, 162.
-
Tumefação excessivamente dolorosa dos membros inferiores, 4. [2100.]
-
Os membros inferiores ficam muito emagrecidos, 138.
-
Membros inferiores retraídos para o abdómen, 190.
-
Cãibras em todos os músculos dos membros inferiores, especialmente no plantar do pé direito, 159.
-
Cãibras dolorosas nos membros inferiores, 136.
-
Abalos muito violentos dos membros inferiores, 205.
-
Tremor nos membros inferiores, 217.
-
Marcha insegura, 213.
-
Marcha cambaleante, 219.
-
Marcha cambaleante, tropeçante, como se estivesse rígida, com desvio dos pés para fora, 218.
-
Marcha pesada, "arrastada"; dificuldade para levantar-se depois de comer (intoxicação crónica), 175. [2110.]
-
Insegurança e tontura ao caminhar, em lugar descoberto e atravessando-o, 219.
-
Debilidade nos membros inferiores, 217.
-
Sensação como se os membros inferiores fossem ceder ao subir escadas, 4.*
-
Não consegue subir um único degrau, precisa ser carregado, 218.
-
Só consegue caminhar por alguns minutos, muito devagar, 218.
-
Os membros inferiores mal podiam ser rodados, 215.
-
Rigidez dos membros inferiores, 99.
-
Rigidez e imobilidade dos membros, com dores lacerantes muito intensas, 4.
-
Membros inferiores paralisados, 141.
-
Paralisia dos membros inferiores, ( 11 , "não encontrada"), 77 , etc. [2120.]
-
Quase completa paralisia dos membros inferiores, 217.
-
Paralisia dos membros inferiores, com perda da sensibilidade, 78.
-
Adormecimento dos membros inferiores, 217.
-
Sensação lenhosa nos membros inferiores, 217.
-
*Desassossego nos membros inferiores; ele não consegue ficar deitado quieto à noite e tinha de mudar a posição dos pés o tempo todo ou andar de um lado para outro para obter alívio, 1.
-
*Dores intoleráveis nos membros inferiores, 4.
-
Dores muito intensas nos membros inferiores, especialmente nas articulações, 47.
-
Frieza dos membros inferiores, especialmente dos joelhos e dos pés, cobertos de transpiração fria; não conseguiam aquecer, 1.*
-
Membros inferiores continuaram frios (doze horas), 216.
-
Dores puxantes nos membros inferiores, 217. [2130.]
-
Pontadas lacerantes, aparentemente no periósteo, ao longo de todo o membro inferior, até a ponta do hálux, 1.*
-
Dor lacerante nos membros inferiores, 27.
-
Dor lacerante no membro inferior, de cima a baixo: ele era incapaz de apoiar o pé, sentar-se ou deitar-se, quer na cama, quer no sofá; tinha de sacudir os membros de um lado para outro dia e noite, ou então mancar de um lado para outro, e não tinha repouso; pior à noite, 1.
-
Dor lacerante nos membros inferiores, especialmente nas articulações do joelho e do tarso, somente durante o movimento, 1.
-
Dor puxante e lacerante nos membros inferiores, da face frontal da coxa até o joelho e a articulação társica, ao caminhar, 1.
-
Choques dolorosos nos membros inferiores, 215.
-
Formigamento nos membros inferiores, 217.
-
Quadril, coxa e joelho.
-
Ciática, 69.*
-
Dor puxante-lacerante muito intensa nos quadris e no pé esquerdo, pela manhã, após uma noite sem sono (terceiro dia), 4.*
-
Com a dor de cabeça, marcada rigidez nas coxas, como após uma longa caminhada, 92. [2140.]
-
Ao levantar-se de manhã, acesso de dor na porção frontal e interna das coxas (após quatro dias), 92.
-
Contratura dolorosa, como cãibra, de feixes musculares das coxas e das panturrilhas, à noite, na cama, sendo os dedos dos pés puxados para trás, após o que ele ficou muito fraco, 1.
-
Dor de cãibra paroxística em partes isoladas dos músculos das coxas e das pernas; ao tocar as partes, havia um abalo, como de algo vivo, 1.
-
Sensibilidade dolorosa entre as coxas, com coceira, 68.
-
Coceira na face interna das coxas, que no dia seguinte aumenta e se localiza no lado esquerdo da bolsa escrotal, com rubor invulgar somente desse lado e da porção posterior do pénis, e grande calor, 92.
-
Coceira corrosiva das coxas provoca coçar-se (após treze horas), 7.
-
Arranco súbito do joelho, imediatamente após deitar-se; sobrevém depois de sonhar que vai bater o pé contra uma pedra, 1.
-
Os joelhos estalam ao caminhar, 99.
-
Rigidez, especialmente dos joelhos e dos pés, alternando com dores lacerantes, 4.
-
Debilidade dos joelhos; tinha grande dificuldade para sentar-se, 1. [2150.]
-
Debilidade excessiva nos joelhos, mesmo durante uma curta caminhada, 1.
-
O joelho direito é incapaz de sustentar o corpo, ele cede, 1.
-
Paralisia de ambos os joelhos, 70.
-
Tensão na dobra do joelho, como se os tendões fossem demasiado curtos, ao sentar-se ou ficar em pé, não ao caminhar, 1.
-
Sensação em torno do joelho como se estivesse enfaixado muito apertado, 1.
-
Dor em pontada no joelho, 15 . ["Após antídoto."]
-
Dor como por contusão ao lado do joelho, somente ao toque e ao sentar-se, não ao caminhar; sensação como se a carne estivesse descolada, 1.
-
Dor no joelho esquerdo, como se estivesse contundido e torcido, especialmente ao levantar-se de um assento, 1.
-
Perna e tornozelo.
-
Suor nas pernas, de manhã (primeira noite), 1.
-
Emagrecimento das pernas, 47. [2160.]
-
Tumefação das pernas até acima das panturrilhas, precedida por dores lacerantes nas panturrilhas, que desapareceram com a aplicação de panos quentes, 1.
-
Tumefação das pernas e dos pés, mas sem calor preternatural, 194.
-
Abalos nas pernas, 99.
-
Abalos nas pernas com dor puxante proveniente das costas, 156.
-
Sacudidas nas pernas, à tarde, ao sentar-se, 1.
-
Retração convulsiva das pernas; dobram-se sob a coxa, 149.
-
Cãibra nas pernas, 204.
-
*Cãibras nas pernas (efeito secundário, após alguns meses), 215.
-
Cãibras nas pernas e nos pés, 224.
-
As pernas estão tão pesadas que ele mal consegue levantá-las, 1. [2170.]
-
Sensação de peso, cansaço e dor puxante nas pernas, com flexão espontânea, insegurança e debilidade dos joelhos, especialmente de manhã, cedo, 1.
-
Dos joelhos aos tornozelos, especial sensação de peso e cansaço, 128.
-
Lassidão e sensação de peso nas pernas, 113.
-
Rigidez nas pernas, 99.
-
Quando se vira para o lado esquerdo, consegue mover facilmente toda a perna direita, para dentro ou para fora; o pé então permanece virado para dentro, isto é, os dedos ainda apontam para a perna esquerda; mas na perna esquerda esses movimentos são impossíveis; a extensão voluntária do pé é impossível de ambos os lados, 160.
-
(Estado paralítico das pernas; ele mal consegue caminhar), 20.
-
Sensação entorpecida desde os dedos dos pés até as articulações dos joelhos, 156.
-
Dores muito intensas nas pernas, especialmente nas articulações, 138.
-
Às vezes, as dores estendem-se ao longo do nervo crural, até o calcanhar ou os dedos dos pés, 119.
-
As pernas são dolorosas quando estendidas, 99. [2180.]
-
Sensação de frio nas pernas, à noite, das panturrilhas para baixo até os pés, 1.
-
Dor de cãibra na perna, cedo pela manhã, terminando em zumbido ou rumor, 1.
-
Dor puxante nas pernas quando repousam perpendicularmente no chão, enquanto está sentado, 1.*
-
Dor puxante, lacerante e com sacudidas nas pernas, dos tornozelos aos joelhos, 1.
-
Sensação como se um peso intenso pendesse das pernas, 99.
-
Pontada lacerante na parte inferior e interna da perna, num pequeno local, 1.
-
Dor lacerante nas pernas durante os arrepios, 1.*
-
Dor puxante e lacerante na perna direita, da dobra do joelho até o calcanhar, como se estivesse torcida, 1.
-
Dor terebrante na tíbia direita, 1.
-
Dor puxante, aguda e lacerante na tíbia, 1. [2190.]
-
Pernas dolorosas ao toque, 99.
-
[Dores em sacudidas da parte superior para a inferior da perna], 5.
-
Dor lacerante isolada, violenta, na tíbia, provocando grito, 1.
-
Contratura espasmódica nas panturrilhas, 124.
-
A panturrilha fica dura e como se comprimida e achatada, com dor intolerável, semelhante a dor de cãibra, levando-a a gritar por cerca de uma hora e meia; toda a perna tornou-se fria, insensível e rígida, de modo que ela era incapaz de movê-la; permaneceu uma tensão na panturrilha e uma espécie de paralisia na parte posterior da perna (após cinquenta horas), 1.
-
Cãibras acentuadas nas panturrilhas das pernas, 171.
-
Cãibra na panturrilha, ao caminhar (após duas horas), 1.
-
Cãibra nas panturrilhas, especialmente à noite, na cama, 1.
-
Dor dolente nas panturrilhas, 1.
-
Dor lacerante na panturrilha direita, ao sentar-se (após onze horas), 7. [2200.]
-
Tumefação do tornozelo sem rubor, com dores lacerantes, que podem ser melhoradas pela aplicação de aquecimento, 1.
-
Rigidez nas articulações do tornozelo e do joelho, com dificuldade para caminhar, 213.
-
Dor nos tornozelos ao toque, 4.
-
Dor lacerante nos tornozelos, 1.
-
Dor lacerante em torno dos tornozelos e no dorso dos pés, ao deitar-se, com enjoo, 1.
-
Pés e dedos dos pés.
-
Os pés inchavam facilmente (uma semana), 174.
-
Tumefação brilhante e quente dos pés, estendendo-se acima dos tornozelos, com manchas redondas vermelhas, provocando dor em queimação (após o terceiro dia), 1.
-
Tumefação pruriginosa dos pés, 1.
-
Pés edemaciados (após seis semanas), 114. [2210.]
-
Edema dos pés e esgotamento ( 15 ).*
-
Tumefação dos pés, que muito tempo depois ainda permanecem fracos e pesados, 113.
-
Edema muito grande dos pés, que durou muitas semanas, 117.
-
Tumefação dura, vermelho-azulada, verde-amarelada e muito dolorosa de ambos os pés (após vinte e oito dias), 4.
-
Tremor nos pés, 99.
-
Cãibra dos pés, 145.
-
Debilidade dos pés, 128.
-
Debilidade dos pés, durando três semanas, 128.
-
Debilidade dos pés, com grande esforço, 128.
-
Ao caminhar, arrastava frouxamente os pés; quando deitado, ficam relaxados e caídos, 119. [2220.]
-
Os pés não o sustentavam, mas cediam sob ele, 213.
-
Em oito semanas ela só podia mover os pés quando deitada, mas não podia caminhar, 174.
-
Paralisia dos pés, 39 . ["Citado de Cardanus;" o mesmo que S. 2224.]
-
Paralisia total dos pés, 145.
-
Paralisia dos pés, precedida por êmese, 71.
-
Paralisia completa dos pés, mãos e braços, 217.
-
Entorpecimento, rigidez e insensibilidade dos pés, com tumefação esporádica e grandes dores, 27.
-
Dores entorpecidas no pé direito; ao sentar-se, ela é incapaz de levantá-lo exceto com a mão, 2.
-
Os pés parecem como se estivessem cobertos por feltro, 206.
-
Sensação felpuda, adormecimento e frieza dos pés, estendendo-se um palmo acima do tornozelo, 116. [2230.]
-
Sensibilidade reduzida nos pés e nas pernas, 213.
-
Perda da sensibilidade nos pés; ao tentar caminhar, ela não conseguia sentir o chão, 215.
-
Pés frios, com pulso arterial contraído, 13.
-
Pés continuamente frios quando fica sentado quieto; mal consegue aquecê-los na cama, 1.
-
Dores nos pés, 14.
-
Dores nos pés, que diminuíram de ano para ano, mas (após dez anos) ainda não desapareceram completamente, e mostram-se especialmente com o aparecimento do fluxo menstrual, 105.
-
Dor no pé, como se estivesse torcido, quando dá um passo em falso ou não coloca o pé em posição natural, 2.
-
Cãibras nos pés, 217.
-
Cãibras constantes nos pés, 224.
-
Sensação puxante no pé, de modo que ele não consegue mantê-lo quieto; não consegue andar rapidamente, mas apenas com cautela, 1. [2240.]
-
Dor lacerante e em pontadas nas articulações metatársicas de ambos os pés, com pontadas nas articulações ao apoiar o pé ou caminhar, como se os pés estivessem torcidos; os tornozelos parecem sensíveis e dolorosos ao toque, 1.
-
Dores em pontada na borda externa do pé, 1.
-
As dores nos pés pioram com o movimento, 2.
-
Dores nas articulações do pé, na parte superior do peito do pé, como se estivesse torcido, ao pisar, 1.
-
Ao caminhar, pisa chato com toda a planta, 218.
-
Sensação de entorpecimento na planta do pé, 218.
-
As plantas dos pés parecem feitas de madeira e não sentem o chão, 205.
-
Plantas dos pés dolorosas ao pisar, 99.
-
Sensação de frieza nas plantas dos pés, 1. [2250.]
-
Ardor violento nas plantas dos pés, 99.
-
Pontadas nas plantas dos pés (após meia hora), 1.
-
Dor lacerante nos calcanhares, 2.
-
De manhã, ao despertar, os calcanhares doem como se tivessem ficado apoiados sobre um lugar duro, 1.
-
Pontadas na parte inferior do calcanhar esquerdo, ao apoiar o pé, estendendo-se à face posterior da coxa, 1.
-
Dedos dos pés puxados para baixo, 99.
-
Os flexores dos dedos dos pés tão contraídos que as pontas dos dedos tocam as plantas dos pés; caminhar muito difícil; ficar ereto provoca dor (oito meses), 180.
-
Os dedos dos pés estão constantemente fletidos; podem ser estendidos um pouco por grande esforço da vontade, mas com auxílio da mão muito facilmente; sua marcha, por causa dessa perda de força, é pesada e batida, 105.
-
[Todos os dedos dos pés ficaram rígidos, de modo que ela não conseguia apoiar o pé, -H.], 5.
-
Perda de força dos dedos dos pés; caminhar fazia-se com toda a planta do pé, pelo que sua marcha se tornava batida, 105. [2260.]
-
Tanto os extensores quanto os flexores dos dedos dos pés estão paralisados, 156.
-
Coceira rastejante, titilante, do hálux direito, como se sentida numa ferida em cicatrização, provoca esfregar (após uma hora e meia), 7.
-
À noite, quando deitado na cama, dor lacerante com picadas violentas no calo, 1.
GENERALIDADES
-
Objetivo.
-
Saúde geral precária, 215.
-
À primeira vista, teria parecido tratar-se de um caso de febre tifoide. Sonolência constante, entorpecimento, semblante embrutecido, zumbido nos ouvidos, sem dores, vermelhidão das faces, ligeira oftalmia, decúbito dorsal, paralisia dos membros e do tronco, grande emaciação, pele úmida, batimentos violentos do coração, válvulas cardíacas normais, nenhum ruído mórbido, pulmões livres. Pulso 95 a 100; língua limpa, não seca; abdome não sensível à pressão, mas retraído; gorgolejo oco no abdome; sem diarreia, e urinação involuntária, 169.
-
Cólera, 60. ["Isto é, vômitos e diarreia constantes, com nariz afilado, membros frios, cãibras e morte."]
-
A êmese incessante, a diarreia, as cãibras nas panturrilhas, o aspecto lívido e, especialmente, os líquidos evacuados, sem mostrarem sinais de sangue, definiam o ataque como uma espécie de cólera esporádica, 124.
-
Tísica, 47.
-
Tísica gradual (morreu dentro de um ano), 29.
-
Os efeitos produzidos por pequenas doses de arsênico poderiam ter sido confundidos com os do mercúrio, 171. [2270.]
-
Encolhe-se na cama, mal consegue mover os membros e só com dificuldade é despertado de seu sopor delirante, 136.
-
Corpo encolhido, 106.
-
Jaz na cama todo encolhido, 126.
-
Ela jaz curvada sobre o tronco, apoiada em ambos os braços, pálida como um cadáver, com os mais violentos esforços de vômito, 126.
-
Muito inchado por todo o corpo, 224.
-
(Grande inchaço do rosto e de todo o corpo), 73.
-
(Anasarca), 11. [As S. 138]
-
(Anasarca geral completa), 1. [As S. 128]
-
(Inchaços elásticos em diversas partes do corpo), 49.
-
(Inchaço de todo o lado direito do corpo, até o quadril, com inchaço da perna esquerda), 55.
-
(Inchaço do rosto e dos pés, secura da boca e dos lábios, abdome distendido, diarreia, cólica, vômitos), 11. [As S. 138.]
-
Emagrecimento, 128. [2280.]
-
Grande emaciação, 214.
-
Emaciação progressiva, sem perda de apetite, 215.
-
Ela ficou marcadamente magra, 137.
-
Ele emagrece e sucumbe esgotado, 171.
-
(Emaciação, até a morte), 57.
-
Definhamento de todo o corpo, com transpirações excessivas, 1.
-
Ela emagrece, com rosto cor de argila, margens azuladas ao redor dos olhos, grande debilidade em todos os membros, falta de disposição para fazer qualquer coisa e constante inclinação ao repouso (após oito dias), 1.
-
O corpo sadio e bem nutrido da mulher havia-se transformado, em oito semanas, de modo que mal passava de um débil esqueleto coberto de pele; e o rubor e a alvura saudáveis da tez haviam-se tornado um pálido cinzento-azulado. As paredes abdominais estavam verde-oliva; as costas, equimosadas; boca e nariz cobertos de crostas, e os cabelos haviam quase todos caído, 105.
-
Marasmo fatal (em dezoito meses), 215. [2290.]
-
Colapso geral, 173.
-
Sintomas Motores.
-
Flacidez de todos os músculos, 166.
-
Após um ano, a musculatura estava reduzida em comparação com o que fora anteriormente, 105.
-
Tremores, 19.
-
Ela tremia veementemente, 125.
-
Tremor geral, 127.
-
Ele treme em todas as partes do corpo, 6.
-
Tremor geral do corpo inteiro, 199. [2300.]
-
De manhã, tremor do corpo inteiro, 116.
-
Tremor, com suor no rosto, 23.
-
Tremor e formigamento de todo o corpo, 156.
-
Angústia, tremor e estremecimento, com transpiração fria no rosto, 23.
-
Sacudidas violentas do corpo inteiro, 99.
-
Subsultus tendinum, 212.
-
Tendência a sobressaltar-se, 1.
-
Sobressaltos convulsivos em todo o corpo, 201.
-
Várias contrações musculares súbitas e involuntárias, 150. [2310.]
-
Sobressalto espasmódico do corpo inteiro na cama (após doze horas), 32.
-
Sobressaltos, semelhantes a choques concussivos, na parte afetada, à noite, ao adormecer; são provocados por um leve incômodo sentido numa parte distante, como dor lacerante, coceira, etc., 1.
-
Enquanto se revira na cama, grita: "Estou sufocando!", atira fora as cobertas, escancara a boca como se quisesse puxar ar, e permanece fixo nesse estado por vários segundos, 102.
-
De tempos em tempos jaz de costas, tocando a região do cóccix com o calcanhar, enquanto os joelhos estão elevados e bem afastados. De repente vira-se espontaneamente e toma outra posição, 102.
-
Cãibras, 206.
-
Espasmos histéricos, seguidos de grande esgotamento, 225.
-
Convulsões leves, 212.
-
Convulsões das mais violentas, 51. [2320.]
-
Convulsões assustadoras; rígido, com o corpo arqueado para trás, 121.
-
Convulsões, com espuma na boca, 224.
-
Violentos movimentos convulsivos antes da morte, 113.
-
Convulsões epilépticas, 24.
-
Convulsões leves, que duraram vários minutos; depois renovaram-se os vômitos violentos, 121.
-
Espasmos tetânicos, 19.
-
(Acessos de espasmos tetânicos), 57.
-
Convulsões tetânicas, o corpo arqueado para trás e o tórax fortemente distendido para cima; ao mesmo tempo emitia um gemido miserável, 112.
-
Convulsões e horríveis distorções dos membros, 13.
-
Convulsões, por vezes provocadas por dores muito intensas nas plantas dos pés, 81. [2330.]
-
Convulsões e perda completa da consciência, com vômitos e cólica horrível, 180.
-
Acesso convulsivo; primeiro lançou bruscamente os braços para fora, depois perdeu a consciência, jazia como morta, pálida porém quente, recolheu os polegares, cerrava os punhos, puxava os braços lentamente para cima, baixando-os depois lentamente; após dez minutos movia a boca de um lado para outro, como se trabalhasse as mandíbulas; respiração imperceptível; em um quarto de hora o acesso cessou, terminando por um abalo através de todo o corpo, uma espécie de arremesso para a frente dos braços e dos membros inferiores; a consciência voltou de imediato, mas havia grande debilidade, 1.
-
Acessos convulsivos, que apareciam de tempos em tempos, porém aparentemente apenas por uma causa externa, especialmente por contrariedade ou outra violenta agitação mental. Anunciavam-se cerca de uma hora antes de seu aparecimento por repuxamentos nos membros e desejo de deitar-se, sem conseguir dormir. Quando surgiam, ela experimentava ou um abalo súbito através de todo o corpo, ou uma frialdade glacial correndo da cabeça para baixo pelas costas com velocidade de relâmpago. No mesmo instante perde a consciência, estira-se e contorce-se, e depois retrai os membros, especialmente os braços. Às vezes aparecem também, juntamente com isso, distorção convulsiva dos músculos faciais e tétano, havendo acontecido que o lábio inferior ou a língua fossem feridos pelos dentes fortemente cerrados e sangrassem. Mais frequentemente, porém, o espasmo se desencadeia no abdome, que sobe e desce muito rapidamente, com rumor abdominal nos intestinos. O ataque geralmente se repete, após um intervalo, antes do retorno da consciência. Tudo dura dez minutos, no máximo. Ao voltar à consciência, pede água, a qual, porém, renova as convulsões, 105.
-
Convulsões violentas, depois transpirações violentas, em seguida sono, 151.
-
Morte, com ou sem espasmos, 19.
-
Irrequieto, 189.
-
Inquietação acentuada, 196.
-
Grande inquietude, 99.
-
Irrequieto e revolvendo-se, 200. [2340.]
-
Inquietação muito grande, de modo que ela não conseguia ficar quieta um minuto, 134.
-
Ele se atirava continuamente de um lado para outro, 115.
-
Atirava-se inquieto de um lado para outro na cama, 124.
-
Inquietação; atirando-se de um lado para outro, 113.
-
Revolvendo-se na cama, 135.
-
Ora jaz sobre o lado direito, ora sobre o esquerdo, e muda de posição com incrível rapidez, 102.
-
Por acessos, sobressaltava-se, tornava-se muito inquieto, 113.
-
Irrequieto, muda de uma cama para outra, 17.
-
Não tem repouso em parte alguma e muda de lugar para lugar, de cama para cama, 1.
-
Inquietação contínua e contração do corpo, 106. [2350.]
-
A criança está inquieta, geme e chora, 1.
-
Inquietação acentuada e excitação, com vigília à noite, 220.
-
Inquietação e revolvimento na cama, com tristeza e sede intensa insaciável (após vinte e quatro horas), 24.
-
Inquietação e ansiedade, 99.
-
Inquietação e ansiedade, de modo que ele alternadamente deixava o leito e se atirava ao chão, 113.
-
Inquietação e ansiedade hipocondríaca, como de permanecer continuamente sentado num aposento, como se viesse da parte superior do tórax, sem palpitação do coração (imediatamente), 1.
-
Grande inquietação; ela se atirava na cama e se agarrava fortemente a uma pessoa próxima, em sua ansiedade e opressão, 113.
-
(Inquietação, com dores no abdome, cabeça e joelhos), 15. [Sintomas observados após a pedra bezoar como antídoto.]
-
Paralisia e Fraqueza.
-
Contratilidade eletromuscular marcadamente reduzida, 213.
-
Ela fica inteiramente rígida, não consegue mover-se nem mexer-se, apenas consegue manter-se em pé, 1. [2360.]
-
Ela não consegue mover-se, 99.
-
Pela manhã, a rigidez muscular aumenta e estende-se ao braço e ao antebraço, que doem ao serem movidos, 92.
-
Já não conseguia sentar-se ereto, nem ficar de pé ou andar, mas, quando deitado, podia fazer todos os movimentos, 119.
-
Paralisado, já não podia andar, 63.
-
Paralisia tanto do movimento quanto da sensibilidade, 167.
-
Paralisia da metade inferior do corpo durando quase seis meses, 141.
-
Paralisia local, antecedida por entorpecimento ou formigamento nos dedos das mãos ou dos pés, 171.
-
Paralisia incompleta, 205.
-
Grande indolência e aversão ao menor esforço, 5.
-
Sente-se pesado como chumbo, 136. [2370.]
-
Cansaço no corpo todo, 97.
-
Fatiga-se facilmente, de modo que teme o esforço, 218.
-
Fica pálida e se cansa facilmente com leve esforço, 318.
-
Em geral, mais fatigado pela manhã do que à noite, 92.
-
À noite, sensação geral de fadiga, que aumentava a um grau muito angustiante, 92.
-
Lassidão, 128.
-
Grande lassidão; teve de ir para casa e deitar-se, 136.
-
O menor paroxismo de dor é acompanhado de excessivo abatimento das forças, obrigando-o a deitar-se, 1. [2380.]
-
Fica deitado o dia todo, 23.
-
É obrigado a guardar o leito, 3.
-
Lassidão, de modo que não podia deixar a cama, 113.
-
Força muscular enfraquecida, de modo que não conseguia segurar um objeto depois de tê-lo apanhado, 156.
-
Não consegue sustentar, nem erguer objetos um tanto pesados sem deixá-los cair, 213.
-
Perda total das forças; não consegue falar sem grande esforço, 99.
-
Perda das forças, 218.
-
Fraqueza, 31.
-
Debilidade, 222. [2390.]
-
Grande fraqueza geral, 218.
-
Fraqueza muito acentuada, 209.
-
Debilidade geral, 201.
-
Debilidade extrema, 198.
-
Grande debilidade e esgotamento, 188.
-
Acessos de fraqueza, 12.
-
Fraqueza como se padecesse de falta de alimento, 1. [2400.]
-
Fraqueza geral, especialmente nos membros inferiores; mal consegue movê-los, 19.
-
Grande fraqueza; sua marcha era como a de alguém muito embriagado, 105.
-
Fraqueza do corpo inteiro durante vários dias, com pulso fraco; teve de deitar-se, 35.
-
Suas forças lhe faltam cada vez mais, 19.
-
Fraqueza do sistema muscular, especialmente dos membros inferiores, de modo que a marcha era incerta e tropeçante, 156.
-
Marcha vacilante e tropeçante. Ao tentar ficar de pé, cai, se não for amparado. Também, quando sentado, sustenta-se com dificuldade; ainda assim, os membros podem ser movidos em todas as direções, embora não sem esforço, 156.
-
Estava tão fraca que teve de ser conduzida ao quarto, 127.
-
Mal consegue andar, 106.
-
Está tão fraco que mal consegue andar; sente como se fosse cair, 6. [2410.]
-
Tão fraco que mal consegue atravessar o quarto sem desabar, 1, 9.
-
Tão fraco que não conseguia andar sozinho, antes de começar a êmese, 23.
-
Cai ao tentar andar (conservando plena consciência), 27.
-
Durante vários dias sentiu-se tão fraco pela manhã que mal conseguia levantar-se da cama, 9.
-
Esforça-se por levantar-se, mas é incapaz de sustentar-se sobre os pés, 1.
-
Depois de se levantar, caiu no chão, 113.
-
Sai da cama, cai e fere o occipício, 106.
-
Ao levantar-se da cama, caiu imediatamente; por fraqueza e vertigem, e aumento da dor de cabeça, 1.
-
(Era incapaz de deixar o leito, sentia-se tão trêmulo e fraco), 11. [As S. 138.]
-
Fraqueza geral e paresia, que rapidamente se tornam paralisia (após uma semana), 174. [2420.]
-
Ficou muito fraco por muito tempo, 113.
-
Fraqueza continuada e prostração, 128.
-
Sensação constante de cansaço extremo, 92.
-
Muito cansado e esgotado, 127.
-
Grande cansaço após uma refeição, 1.
-
Grande cansaço após o jantar, e bocejos excessivos, 1.
-
Esgotamento geral, 100.
-
Grande esgotamento, 123.
-
Sensação frequente de esgotamento, 224.
-
Prostração, 220.
-
Grande prostração, 177.
-
Prostração nervosa, 225.
-
Prostração excessiva, 184.
-
Prostração marcante; ajoelhada no chão do quarto, a cabeça apoiada nos braços do irmão; não conseguia manter-se erguida, 121.
-
Prostração de forças excessiva e das mais insólitas, 225.
-
Prostração marcante e desconforto, 150.
-
Grande prostração e fraqueza corporal, especialmente após os vômitos, que ainda ocorrem em intervalos, 103.
-
Sensação de abatimento, de modo que pensava estar morrendo, 210.
-
Estado semelhante a uma forma branda de colapso na cólera, 210. [2440.]
-
Estado quase colapsado, com lentidão do poder de movimento e depois quase imobilidade, 214.
-
Em estado de colapso; as extremidades estavam frias, os lábios arroxeados, o rosto escurecido, 210.
-
Grande fraqueza geral e irritação, 218.
-
Fraco de corpo e de alma; nada diz sem se mostrar rabugento, 1.
-
Cansaço mortal, com rosto pálido como a morte, 109.
-
Morre de fraqueza, sem vômitos, convulsões nem dor, 13.
-
Fraqueza excessiva, vertigem violenta, vômitos continuados e hematúria, seguidos de morte (sem agonia, febre ou dor), 86. [A morte só ocorreu no 7º dia. -Hughes.]
-
Desfalecimento e Sensibilidade.
-
Desmaiou, 96. [2450.]
-
Acessos de desmaio, 113.
-
Desmaio profundo, 33.
-
Desmaios excessivos, 26.
-
Desfalecimento e abatimento, 171.
-
Desfalecido, ansioso e fraco, de manhã cedo, 1.
-
Desfalecimento quando desanimada; as forças retornam com a alegria, 1.
-
Grande desfalecimento e ansiedade; perdeu o domínio dos sentidos, mal consegue atender às coisas, acompanhado de vertigem cambaleante, 1.
-
Desmaios frequentes, com vômitos e pulso fraco (após três horas), 73.
-
Sensação de desfalecimento, ardor e enjoo, 170. [2460.]
-
Desfalecida, quando ficou fria em todo o corpo, 114.
-
Antes da morte, às vezes sobrevém coma, com paralisia, convulsões tetânicas ou espasmos nos músculos das extremidades, 171.
-
Os órgãos dos sentidos estão morbidamente ativos, 19.
-
Sentidos morbidamente aguçados, mas faculdades mentais íntegras, 159.
-
Nervosidade, 169.
-
Sensibilidade aumentada, de modo que o suave abrir e fechar de uma porta, ou tocar acidentalmente as roupas de cama, fazia o paciente sobressaltar-se, e um fechamento descuidado da porta lhe arrancava lágrimas e lhe causava dor, 105.
-
Tão alto grau de sensibilidade que uma simples corrente de ar provocava cãibras e convulsões, 137.
-
Sensibilidade reduzida, 217.
-
Aparente insensibilidade aos objetos externos, 201.
-
Sensações.
-
Leveza incomum, 98. [2470.]
-
Sentia-se como que espesso, 135.
-
Mal-estar geral, 193.
-
Desconforto geral, 169.
-
Grande angústia em todo o corpo, com transpiração fria, 140.
-
Obrigado a ir cedo para a cama à noite, com mal-estar geral; não conseguia aquecer-se, embora o tempo estivesse bastante ameno; teve de ser coberto com roupas de cama como se fosse inverno, 92.
-
Grande mal-estar, 166.
-
Mal-estar geral, seguido de vômitos, 92.
-
Ao levantar-se pela manhã, mal-estar geral, 92.
-
Abatimento geral e sensação de adoecimento, 219.
-
As dores parecem intoleráveis e levam o paciente à loucura, 1. [2480.]
-
Dores por todo o corpo, 134.
-
Dores em todo o corpo, principalmente à noite (Sr.).
-
Percebe-se em todo um lado do corpo uma dor entorpecida, 2.
-
O paroxismo de dor é frequentemente acompanhado de outros sintomas, 1.
-
Retorno frequente, em horas regulares, das dores e do mal-estar, como na febre intermitente, 1.
-
Retorno dos mesmos sintomas de Arsênico à mesma hora, após um período de quatro dias, 13. ["Esta recorrência só ocorreu uma vez."]
-
Há, por vezes, remissões ou mesmo intermissões nos sintomas, que podem levar a uma enganosa esperança de recuperação ou (pela recorrência dos sintomas) à suposição errônea de que fora administrada nova quantidade do veneno, 171.
-
Cataplasmas de mostarda causam dor, mas nem vermelhidão nem inchaço das partes onde são aplicados, 102.
-
Dores em queimação, 18, (e outras).
-
Dores em queimação, especialmente nos órgãos internos, pele e úlceras, 1. [2490.]
-
Dor em queimação no local da aplicação, 214.
-
As dores em queimação, as pontadas e as dores lacerantes, especialmente nas extremidades, afetavam mais o paciente à medida que a energia do corpo diminuía e a sensibilidade aumentava, 105.
-
Dia e noite, dores terríveis, geralmente em queimação, como quando alguém foi queimado e a parte lesada é de novo exposta ao fogo; por vezes também pontadas, e então novamente dor lacerante gotosa, com a qual, às vezes, apareciam num ponto sacudidas rápidas e repuxamentos sem fim. Em geral, o membro afetado estava constantemente se contraindo, 105.
-
Dores violentas, 207.
-
Dores violentas por todo o corpo, como se estivesse deitado sobre fogo ou agulhas; aplicação externa de arsênico, 178.
-
Dores violentas ocasionais em diferentes partes do corpo, na articulação do joelho, nas plantas dos pés e na região do coração, 210.
-
Ardor em todas as veias, ao despertar à noite, o que acontece frequentemente, 1.
-
Dor na parte afetada, como se o osso naquela parte estivesse inchado e escoriado; sentida quando sentado, 1.
-
Sensação como se toda a metade esquerda do corpo estivesse contraída, 99. [2500.]
-
Angústia violenta, como se tudo ficasse contraído, com ansiedade na boca do estômago, 1.
-
Sensação como de estar comprimido por um corpo pesado, 99.
-
Ao despertar, todas as manhãs, dores lancinantes por todo o corpo, e dores doloridas através dos ombros e da nuca, 225.
-
Dores lancinantes por todo o corpo, especialmente nos genitais, 224.
-
Pontadas finas por todo o corpo, 1.
-
Dores lacerantes nos ossos, 2.
-
Dor ulcerativa na parte afetada, como se tivesse passado ao estágio de supuração e estivesse prestes a abrir; sentida quando sentado, 1.
-
Dor em todo o tronco, principalmente nos lombos e nas costas, especialmente após cavalgar (num cavaleiro experiente), 1.
-
Latejamento em todos os membros e também na cabeça, 1.
-
Dores nas articulações, 128.
ARSENICUM ALBUM. PELE
-
Aspecto, etc. [2510.]
-
A pele tornou-se muito branca; tez branca e de aspecto pastoso, 224.*
-
Brancura excessiva da pele, como nos lactentes, que, à medida que a influência arsenical aumentava, se tornou amarela e escamosa, produzindo em J. E. e no bebê a erupção mais irritante por todo o corpo, com odor forte e peculiar, 225.*
-
A pele tornou-se pouco a pouco amarela e, depois, de cor castanho-escura, 224.
-
Icterícia, 47.
-
Toda a pele ficou azulada, 102.*
-
As veias, especialmente as jugulares, muito dilatadas; por isso a pele tornou-se azulada, 102.
-
Cianose, 173.
-
Ficou vermelho e úmido em todo o corpo, 144.
-
Pele fuliginosa, mosqueada, especialmente nas extremidades, 218.
-
A pele adquiriu coloração castanho-fuliginosa, especialmente nas partes descobertas, 217. [2520.]
-
Estado seco e rachado da pele, 224.
-
Pele seca e escamosa, rachada por toda parte e muito dolorida, com forte e peculiar odor emanando dela, 224.*
-
Gangrena profunda da pele, 214.*
-
Nos dedos dos pés, especialmente em ambos os quintos dedos, apareceu pouco a pouco uma pele extremamente dura, córnea, que doía com queimação e tornava o caminhar muito doloroso, 105.
-
A pele da cabeça aos pés se desprende, 120.
-
[A pele de todo o corpo descama em grandes escamas], 5.
-
A epiderme espessada se desprende, 217.
-
A pele de todo o corpo, exceto a da cabeça, desprendeu-se, 145.
-
Descamação de grande parte do corpo, especialmente nos antebraços, e retorno de um herpes há pouco curado no queixo, que permanece por cinco a seis dias, 151.
-
Exfoliação da cutícula e da pele da língua, 171. [2530.]
-
A pele espessa das plantas dos pés se desprendeu, 145.
-
Manchas na pele, aqui e ali, 38.
-
Pequenas manchas na testa, 43.
-
Manchas esbranquiçadas, muito juntas; do tamanho aproximado de uma lentilha, um pouco maiores ou menores; da cor da pele, ardentes e dolorosas, sendo a dor em geral pior à noite, 3.
-
Manchas azuladas no abdómen, nos genitais e no branco dos olhos, 19.*
-
Grandes manchas vermelhas por toda a pele, 131.
-
Manchas inflamadas, semelhantes às do sarampo, pelo corpo, especialmente ao redor da cabeça, na face e no pescoço, 32. ["Depois de se ter administrado ópio como antídoto."]
-
No lado esquerdo da face, correspondendo à parótida, uma mancha inflamada, vermelha, firme, endurecida, dolorosa à pressão do dedo, tornando-se amarelada, 116.
-
(As partes ao redor da úlcera tornam-se inflamadas; a úlcera sangra ao ser enfaixada e fica coberta por uma crosta seca e superficial), 83.
-
Erupções Secas.
-
Erupção na pele, 47. ["Não encontrado."] [2540.]
-
Erupção por todo o corpo, 217.
-
Erupção preta, muito dolorosa, 22.*
-
Pequenas equimoses, ou antes petéquias, 102.*
-
Exantema por todo o corpo, descamando em escamas, 26.
-
Erupção vermelha, escorbútica, 79.
-
(Erupções leves, semelhantes à urticária), 49.
-
Erupção exantematosa na pele, especialmente no abdómen, 110.
-
Exantema abundante, diagnosticado como escarlatina, com dores tão acentuadas por todo o corpo que ele não conseguia virar-se na cama, 224.
-
Elevações semelhantes às provocadas por urtigas; também pequenas espinhas, como nas erupções exantemáticas, 143.
-
Espinhas com ardor veemente, provocando ansiedade quase intolerável, 1.* [2550.]
-
Surgem pequenas espinhas pontiagudas, com prurido, desaparecendo após coçar, 1.
-
Erupção miliar, com pontas brancas, por todo o corpo, até nas mãos e nos pés, 80.
-
[Erupção fina, como grãos de areia, com prurido, por todo o corpo. -H.], 55.
-
(Erupção na testa), 37.
-
(Inúmeras espinhas muito vermelhas no couro cabeludo), 41.
-
Espinhas, difíceis de curar, 29, ["Não encontrado."]
-
Pequenas espinhas em várias partes do corpo, até na testa e sob o maxilar, provocando dor em queimação e pouco prurido, 1.
-
Uma espinha, coberta por escamas, no lado esquerdo do couro cabeludo, obrigando-o a coçar e dolorosa ao friccionar, como se estivesse ulcerada (após duas horas), 7.
-
Espinhas por todo o couro cabeludo, dolorosas ao friccionar ou tocar, como se estivesse equimosado ou ulcerado; a mesma dor é sentida em todo o couro cabeludo (após onze horas), 7.
-
Apareceu na face e no pescoço certo número de grandes manchas vermelhas, a princípio do tamanho de um dólar de prata, de cor intensamente vermelha ou escarlate, e em parte elevadas em vergões; esse exantema foi-se estendendo pouco a pouco e, em um dia e meio, cobriu todo o corpo (quinto dia), 216. [2560.]
-
Nos lábios, erupção semelhante a herpes labial, 103.
-
Erupção no lábio inferior, com crosta espessa e base lardácea, (Sr.)
-
Erupção sem dor na margem do vermelhão do lábio (após catorze dias), 1.
-
Pele herpética, vermelha, ao redor da boca, 1.*
-
Erupção ao redor da boca, com ardor e dolorosa, 1.
-
Erupção incolor, mordicante, ao redor de todo o pescoço, sobre os ombros e nas laterais, 3.
-
Espinhas nas mãos, no polegar e na testa, 139.
-
Petéquias roxas no tórax e no pescoço, 201.
-
Pele do pescoço, do peito e dos ombros coberta por uma erupção áspera, rachada, suja, vermelho-acastanhada, com ardor e prurido, 223.
-
Mancha semelhante a herpes no lado esquerdo do pescoço estendeu-se rapidamente por todo esse lado do pescoço e pela face, com prurido e ardor; depois, surgiu mancha semelhante no lado direito, 211.* [2570.]
-
Manchas e espinhas nas mãos, 43.
-
Erupção densa de pequenas espinhas vermelhas, cônicas, por todas as mãos e dedos, com prurido, que aumenta ao coçar, 92.
-
Erupções Úmidas.
-
Eczema, 220.
-
Erupção semelhante a petéquias vermelhas, desde o tamanho de uma picada de pulga até o de uma lentilha, nitidamente circunscrita, ao entardecer, dolorosa, seca, úmida e ardente após coçar (Sr., de Hahnemann).
-
Vesículas pretas, provocando dor em queimação, 81.*
-
Exantema por todo o corpo, exceto nos membros; incontáveis pequenas vesículas brancas cobriam a pele, que parecia inflamada entre elas, 105.
-
Espinhas na região da têmpora esquerda; quando coçadas, exsudam líquido sanguinolento e tornam-se dolorosas e sensíveis ao friccionar, 7.
-
Erupção crostosa no occipital, 104.
-
Na porção vermelha e inflamada da pele da face, numerosas vesículas cheias de líquido amarelo; o rubor e a inflamação espalham-se ao redor do nariz e da boca, 116.
-
Erupção na face, coberta de vesículas, 116. [2580.]
-
A erupção na face secou formando crostas; nariz e pálpebras descamam, 116.
-
A erupção na face seca; aqui e ali as crostas caem, e na concha esquerda formam-se novas vesículas, 116.
-
Espinhas esbranquiçadas, pontiagudas, com as pontas cheias de líquido aquoso, com ardor e prurido, como de picadas de mosquito, nas mãos, entre os dedos e no abdómen; o líquido escorre ao coçar as espinhas, e o prurido desaparece, 1.
-
[Excrescências carnosas brotam das úlceras nos dedos; rapidamente ficam azuladas e esverdeadas, em putrefação, com icor viscoso, espalhando odor intoleravelmente fétido. -H.], 5.
-
[Formam-se à noite bolhas por todas as plantas dos pés, como se fossem causadas por vesicatórios; elas se abrem e vertem um líquido amarelo-claro, fétido. -H.], 5.
-
Úlceras e Pústulas.
-
A úlcera tem bordas muito elevadas, 1.
-
Sai da úlcera muito sangue preto e coagulado, 1.*
-
Úlcera especialmente dolorosa pela manhã, com pus fino, sanguinolento, castanho-escuro, sob uma crosta delgada, e com pontadas isoladas quando sentado; as pontadas diminuem ao ficar de pé e ainda mais ao caminhar, 1.
-
Supuração acentuada e tumefação da pele ao redor das úlceras que se estendem, especialmente no abdómen, nos genitais e na face interna das coxas, 214.
-
Úlcera cancerosa, tornando necessária a amputação do membro, 82. ["Em um refinador de A."] [2590.]
-
Feridas surgiram pela cabeça e pelo pescoço, 198.
-
Duas grandes espinhas na testa, entre as sobrancelhas, obrigando-o a coçar, exsudando líquido sanguinolento e enchendo-se de pus no dia seguinte, 7.*
-
Pústula na testa e na face esquerda, 99.
-
Pústulas na testa e no tórax, 99.
-
Na testa, ao redor dos olhos, sobre os malares, nos ombros, na parte superior do braço e no tórax, surgiu erupção de numerosas pústulas brancas que, na forma e evolução, eram semelhantes às da varíola; essas pústulas eram em parte isoladas, em parte confluentes, rompiam-se muito facilmente, transformavam-se em crostas espessas e deixavam cicatrizes bem perceptíveis, 160.
-
(Erupção pustulosa no couro cabeludo e na face, com dor em queimação), 39.
-
Úlceras em toda a face, 43.
-
A face ficou coberta de pústulas, 139.
-
Erupção ulcerada ao redor dos lábios, 50.
-
[Furúnculo grande, largo, vermelho-pálido e excessivamente doloroso na mão, entre o polegar e o indicador, especialmente ao entardecer. -H.], 5. [2600.]
-
Abscesso na face posterior do braço, acima do punho; ao abri-lo, seguiu-se descarga muito abundante de pus amarelo e espesso, com desnudez da superfície da ulna, demonstrada pela sonda, 169.
-
Coleções purulentas (abscessos) nas mãos, que ela nunca tivera antes, seguidas de dores acentuadas nos punhos e braços, quase a incapacitando, 225.
-
[Úlcera na perna esquerda, abaixo do joelho. -H.], 5.
-
Úlcera na perna, coberta por crosta cinzenta e rodeada por borda inflamada; arde e é dolorosa, 1.*
-
[Erupção semelhante à sarna, especialmente nas dobras dos joelhos. -H.], 5.
-
Úlceras em ambos os calcanhares, que eliminam matéria icorosa, 140.
-
O tronco e os membros superiores estão cobertos por erupção papulovesicular discreta, muito incômoda, que o faz coçar até sangrar; prurido muito agravado à noite, 92.
-
Grande sensibilidade ou irritação da pele, associada a erupção vesicular; por vezes esta assume a forma de urticária ou da erupção da escarlatina, doença pela qual o envenenamento arsenical tem sido confundido, 171.
-
[A pele das plantas dos pés torna-se insensível, espessa como cortiça e fissura-se. -H.], 5.
-
Sensação, ao mover-se, como se toda a pele estivesse áspera e prestes a rebentar, 99. [2610.]
-
A pele de todo o corpo é dolorosa, 1.
-
A pele dura e córnea dos dedos dos pés é muito incômoda e arde muito, 105.
-
Ardor horrível na pele do dedo, como se a parte tivesse sido queimada com gordura fervente (após mergulhar as mãos em uma solução fria de Arsênico), 1.
-
Ardor intolerável na pele, 39.*
-
Muito perturbado à noite por ardência e prurido, que o obrigavam a aplicar repetidamente compressas de água fria; conseguiu dormir um pouco por volta das 4 horas da manhã, 92.
-
Ardor nas úlceras, como por carvões em brasa, 1.
-
Ardor como fogo ao redor da úlcera, que é fétida e supura, acompanhado de sensação de desfalecimento e sonolência durante o dia, 1.
-
Ardor na borda da úlcera e prurido na própria úlcera, 1.*
-
(O ardor na úlcera segue-se ao prurido), 44. [2620.]
-
Dor lacerante nas úlceras, 1.
-
Pontadas por toda a pele, 139.
-
Pontadas lentas, como de uma agulha em brasa, na pele, aqui e ali, 1.*
-
Picadas na pele, 43.
-
Sensibilidade dolorosa de úlceras antigas antes indolores, 1.*
-
Sensação de formigamento, como de pulgas, nas coxas, até o abdómen, também nos lombos e nas nádegas, obrigando-o a coçar, 1.
-
Ardor e prurido no corpo, 1.
-
Ardor e prurido, ficando as partes dolorosas após coçar, 1.*
-
Prurido desagradável e erupção de pequenas pústulas semelhantes à sarna, que logo descamam, 141.
-
À noite, prurido na cabeça e em várias partes do corpo, durando toda a noite e impedindo o sono, 92. [2630.]
-
Prurido no pescoço, abaixo do maxilar, 1.
-
Prurido e sensibilidade dolorosa do ânus e das partes genitais, com, às vezes, dores agudas nessa região, 225.
-
Prurido frequente no dorso dos dedos, às vezes tão intenso que ela arranca a pele ao coçar, com erupção de pápulas pontiagudas entre os dedos (após três dias), 91.
-
Bastante prurido na coxa direita e nos braços, 1.
SONO E SONHOS
-
Bocejos e sonolência.
-
Bocejos, 99.
-
Bocejos frequentes, 1.
-
Bocejos quase ininterruptos, 1.
-
Bocejos e espreguiçamento, como se não tivesse dormido o suficiente, 7.
-
Bocejos e debilidade após comer, de modo que tem de se deitar e dormir, 1.
-
Propenso ao sono, 217. [2640.]
-
Sem sono, mas com inclinação para cochilar, 136.
-
Tornou-se sonolenta, sem conseguir dormir nem repousar, 134.
-
Ataques frequentes de sonolência durante o dia, quando está sentado, 1.
-
Sonolência excessiva; adormece novamente logo em seguida após tomar; durante quatro dias, 3, 6.
-
Torpor interrompido por sonhos inquietantes e grande angústia, 1.
-
Desejo irresistível de dormir, alternado com grande inquietação, 19.
-
Estado soporoso, do qual ela frequentemente despertava, mas apenas por pouco tempo, 134.
-
Sono.
-
Dormia um pouco de vez em quando; quando acordada, mostrava-se inclinada a conversar de maneira tranquila e agradável, especialmente a respeito da sua própria história; isto continuou nas quarenta e oito horas seguintes, permanecendo ela todo esse tempo num estado de prostração extrema (primeiro dia), 216. [2650.]
-
A pequena doente dormia, salvo quando despertada por êmese, 103.
-
Sonolência e ligeiro delírio, 136.
-
À noite, sono, alternado com desvario e várias visões, 113.
-
Durante o sono, ele jaz de costas, com a mão esquerda sob o occipício, 1.
-
Sobressaltos de vários tipos, ao adormecer, à noite, 1.
-
Muitos sobressaltos violentos durante o sono, 32.*
-
Sobressaltos frequentes durante o sono, 99.*
-
Sensação geral de doença, durante o sono, em duas noites sucessivas, 1.
-
Noites inquietas; sentia como se um arrepio estivesse para sobrevir, 92. [2660.]
-
Sono alterado, 218.
-
Sono inquieto, e alterado por sonhos, 224.*
-
Sono agitado; perturbado por acessos de tosse, angústia e calor geral, até à 1h30 P.M.*
-
Depois da meia-noite (a partir das 3 horas), ela revira-se de um lado para o outro e dorme apenas por intervalos, 1.
-
Gemidos altos à noite, durante o sono, 1.
-
Gemidos durante o sono, com revirar-se na cama, especialmente por volta das 3 horas da manhã, 1.
-
Fala e ralha durante o sono, 1.
-
Durante o sono, fala alto e murmura indistintamente, com os olhos semicerrados, 99.
-
Durante o sono, queixa-se de dor de cabeça, ora na fronte, ora no occipício, 103. [2670.]
-
As dores são sentidas à noite, durante o sono, 1.*
-
Sono muito agitado; ela desperta muito cedo, 2.
-
A dor da parte afetada desperta-o à noite de tempos a tempos, especialmente antes da meia-noite, 1.*
-
Ela é despertada do sono por êmese, 121.
-
Desperta enquanto sonha e enquanto ocorre uma emissão, sem conseguir lembrar-se do que sonhou, 10.
-
De manhã, sente como se não tivesse dormido o suficiente, 5.*
-
Sente como se não tivesse dormido o suficiente, de manhã; os olhos estão cansados; não consegue sair da cama, 1.*
-
Não consegue adormecer, embora fatigado, 99.
-
Insónia até às 3 da manhã, 99.
-
Sem sono, 96. [2680.]
-
Sem sono durante quarenta e oito horas; depois teve uma boa noite de sono, que a refez completamente; sentiu-se bem durante doze horas, 216.
-
Sem sono, com inquietação e gemidos, 1.
-
Sem sono, revirando-se à noite, com rastejamento no abdómen, 1.
-
Insónia, com acessos de desfalecimento de tempos a tempos, 14.
-
(Fantasias noturnas), 40.
-
Durante o seu cochilo matinal, ouve todos os sons e ruídos e, contudo, continua a sonhar, 1.
-
Sonhos pesados, 4.
-
Sonhos pesados e pesadelo; os sonhos pairavam diante da sua mente até durante o dia e inquietavam-no, 159.
-
Sonhos cheios de pensamentos fatigantes, 1. [2690.]
-
Sono perturbado por sonhos ansiosos, 99.
-
Sonhos cheios de preocupações; ele desperta e, ao adormecer de novo, continua o sonho, 1.
-
Sonhos ansiosos ao adormecer; quer gritar, mas não consegue soltar o grito, e é de repente despertado por esse grito, que ainda ouve, 1.
-
Sonhos vivos, vexatórios, 7.
-
Sonhos terríveis, ansiosos, 1.
-
Sonhos noturnos cheios de ameaças, apreensões ou arrependimento, 1.
-
Sonhos cheios de cuidados e perigo; desperta com um grito e, quando adormece novamente, sonha com outra coisa, 1.
-
Sonhos cheios de cuidados, tristeza e temor perturbam-lhe o sono, 1.*
-
Sonhos ininterruptos com tempestades, fogo, água preta e escuridão, 1.*
-
Sonhos com a morte, 99.
ARSENICUM ALBUM. FEBRE
-
Frialdade. [2700.]
-
Temperatura diminuída, 217.
-
Pele fria, 184.
-
Frio como um cadáver, 120.*
-
Frialdade da pele durante vários meses, 105.
-
Pele fria ao toque e coberta de transpiração fria profusa, 202.
-
A pele gelada, coberta de suor frio, especialmente na testa e nas têmporas, 102.
-
Pele fresca e espasmodicamente contraída, 136.
-
A pele gelada e a face assustadoramente pálida, 102.*
-
Sensação de frio externo (que também é objetiva), com calor interno, como sensação de plenitude ou fogo nos vasos, 218.
-
Arrepios frequentes, 99.
-
Arrepio febril, 88.
-
Arrepio frio, 157.*
-
Arrepio frio violento, com tremor, 154.
-
O arrepio desaparece depois do jantar (raro efeito alternante), 1.
-
Arrepio depois do jantar, 1.
-
O arrepio retorna todas as tardes às 5 horas, 1.
-
Arrepio, depois de beber, como por repugnância, 23.
-
Arrepio e sensação de frio, depois de beber (logo em seguida), 1.
-
Arrepio febril todas as noites, 1.
-
Arrepio, todas as noites, antes de deitar-se, 1. [2720.]
-
Arrepio ao caminhar ao fresco, 1.
-
Arrepio, sem sede (logo em seguida), 1.
-
Arrepio por todo o corpo, com testa quente, face morna e mãos frias, ou com testa morna, faces quentes e mãos frias, 7.
-
O arrepio tende a ser acompanhado de outras dores ou padecimentos, 1.*
-
Muitos sintomas são acompanhados de arrepio, 1.
-
Calafrios, 224.
-
Calafrio febril, arrepios, 1.
-
Calafrios, fora da cama, 1.
-
Bater dos dentes, terrível distorção dos músculos da face, e gritos de que não podia mais suportá-lo por causa da frialdade; tremia com isso como se tivesse sezão; o quarto estava bem aquecido e o tempo não estava frio, 102.
-
Sensação geral de frio, 204. [2730.]
-
Sensação de frio na pele externa, sobre a face e os pés, 1.
-
Sensação de frio aumentando ao mais alto grau, 19.
-
Sensação de frio violenta, com tremores, 73.
-
Sensação de frio, com pés frios; apesar disso, começou a transpirar, 1.
-
Sensação de frio, com dores em queimação alternadas no estômago, e angústia acentuada, 217.
-
Sensação de frio, com tremores, durante as dores; é seguida de sede, 1.
-
Sensação de frio, com frialdade para o anoitecer, 1.
-
Sensação de frio violenta à noite, depois de ir para a cama, 1.
-
Acesso de sensação de frio à noite, durando cinco minutos, e novamente pela manhã, ao acordar, 99.
-
Sensação de frio, sem conseguir aquecer-se, acompanhada de mau humor, afrontamentos, ao falar ou movimentar-se; então ficava com o rosto vermelho, mas apesar disso sentia frio, 1. [2740.]
-
Em direção ao anoitecer, acesso de sensação de frio, durando duas horas; depois, suor sem calor, 99.
-
Sensação de frio às 3 horas, todas as tardes, com fome; a sensação de frio aumentava depois de uma refeição, 1.
-
Sezão quotidiana, às vezes tertiã, 223.
-
O menor resfriamento por exposição à umidade, ou por ficar sentado na igreja em um dia muito frio, era sempre seguido de acessos de calafrios, dor no abdômen, diarreia, rápida perda de forças e expressão de aflição, 224.
-
Sensação interna de frio à tarde, com calor externo e faces vermelhas, 1.*
-
Febre ao sair do ar livre e entrar no quarto: primeiro, sensação de frio, depois soluço por muito tempo, após o que, suor geral; por fim, novamente soluço, 1.
-
Calafrio violento com tremores, 111.
-
Arrepios calafriantes, com tremor da cabeça, 99.
-
Frio, 189.
-
Grande frialdade, 179. [2750.]
-
Grande frialdade da superfície do corpo, 172.*
-
Frialdade geral, 212.
-
Frialdade constante de todo o corpo, 99.
-
Frialdade do corpo e secura da pele, alternando com suor frio, 19.*
-
Frialdade gelada antes da êmese, depois calor queimante de toda a pele, que está fria ao toque, 99.
-
Frialdade dos membros, 73.
-
Uma frialdade súbita apoderou-se dele; não conseguia ficar em pé, 176.
-
Ela não consegue aquecer-se na cama, à noite, 1.
-
Ele não consegue aquecer-se na cama; pensa que apanhou resfriado na cabeça, 1. [2760.]
-
A frialdade do corpo não podia ser melhorada pela aplicação de calor externo; completa falta de reação, 102.
-
Sensação de frialdade por todo o corpo, também internamente, especialmente no estômago, 99.
-
Frialdade e entorpecimento de todo o lado direito, especialmente no braço e na mão, 224.
-
Frialdade da face, das mãos e dos antebraços, 121.
-
Membros e face frescos à tarde; por volta das 5 horas, frios, 134.
-
Mãos e pés gelados, 99.
-
À noite, frialdade das mãos e dos pés, e até mesmo ao redor do abdômen, 1.
-
Frialdade geral, com suor profuso da pele, 19.
-
Todo o corpo, especialmente as mãos e os pés, frio e seco, 134.
-
[Frialdade de manhã e à noite, sem sede; eliminando grande quantidade de urina, pouca evacuação, e espreguiçamento em todos os membros, -H.], 5.
-
Calor. [2770.]
-
Calor perceptível de todo o corpo, 99.
-
Onda de calor ardente por todo o corpo, 99.
-
Calor violento da pele, 142.
-
Calor seco da pele, 19.
-
Pele quente e seca, 111.
-
Febre, 44 . ["Não encontrado."]
-
Febre intermitente tertiã regular, 1. [2780.]
-
A princípio, febre leve, tornando-se depois grave, 155.
-
A febre começa durante o dia e dura até a noite, 92.
-
Febre, acompanhada de delirium, 198.
-
Febre alta, com delirium, 224.
-
Febre com sede violenta, 13.
-
Febre violenta e sede, 214.
-
Febre violenta com pulso rápido e duro, 207.
-
Febre, com rigidez e dor muito intensa nas pernas e pés tumefeitos, o que também continuou depois que a febre desapareceu no oitavo dia, 119.
-
Febre e inquietação, 113.
-
Febre às 2 horas da noite, calor aumentado por todo o corpo, suor na face e nos pés, e tensão nos hipocôndrios e na região epigástrica, produzindo dor cólica e uma sensação de angústia, 1.* [2790.]
-
Febre do tipo tifo, com extrema inquietação, alternando com estupor, 214.
-
Acessos de febre, 119.
-
Acessos reiterados de febre, com dor nos ombros e na região da nuca, 222.
-
Todas as noites, um acesso de febre, 150.
-
Febre, para o anoitecer; sensação de frio com sonolência e uma desagradável sensação mórbida por todo o corpo, como após um paroxismo febril, quer completamente quer apenas pela metade terminado; depois da meia-noite, suor profuso nas coxas; voltou à mesma hora, dois dias depois, 1.
-
[Febre ardente, não aliviada por água fria; o calor é seguido de suor, especialmente na nuca; essa febre às vezes aparece a cada quinze dias, por alguns dias], 5.
-
Febre às 10 horas da noite; calor, com rubor de todo o corpo, depois suor, 9.
-
Paroxismo febril recorrente à mesma hora por vários dias, 1.
-
Febre héctica, 89 . [Como S. 188.]
-
Febres que terminam em morte, 29 . ["Não encontrado."]
-
Grande calor, 144.
-
Calor ardente por todo o corpo, 202.
-
Calor violento, 19.
-
Calor interno, 6.*
-
Calor queimante internamente, 99.
-
Sensação de calor com ansiedade angustiosa, depois da meia-noite, com inclinação a descobrir-se, 1.
-
Calor febril, 99.
-
Calor queimante e sede, 148.*
-
Calor febril, com sede, 99. [2810.]
-
Queixa-se de violento calor interno e sede enquanto vomita, 23.*
-
Calor interno, com sede, depois da diarreia, 13.
-
Calor, interna e externamente, por todo o corpo, como se tivesse bebido vinho demais, com sede de cerveja, 8.
-
(Calor ansioso), 75 . ["Exæstuatio."]
-
Calor geral, ansioso, 6.
-
Calor geral pela manhã, na cama, ao nascer do sol, com suor na face e secura da parte anterior da boca, sem sede, 1.
-
Calor passageiro, à tarde, com sede, 99.
-
Às 4 horas, calor e suor, sem diminuição das dores, até as 6 horas, 99.
-
À noite, calor, sem sede nem suor, 1.*
-
Calor e inquietação a noite toda, e latejamento na cabeça impedindo o sono, 1.* [2820.]
-
Calor na face e no corpo, no início das dores, 1.
-
Calor na face, às 7 horas da noite (por uma hora), 1.
-
(Orgasmo excessivo do sangue), 56 . ["Exæstuatio."]
-
Sensação como se o sangue corresse pelas veias rápido demais, ou estivesse quente demais, com pulso pequeno e rápido, 9.
-
Sensação como se o sangue nas artérias estivesse fervendo, 99.
-
Frio e Calor.
-
A pele está fria e pegajosa no estágio de colapso; em outros momentos, muito quente, ou há rápidas alternâncias de calor e frio, 171.
-
Febre; sensação de frio e calor em alternância, 23.
-
Muito quente, depois muito frio, 96.
-
Ela ou sente frio demais em todo o corpo, e apesar disso não está fria ao toque em parte alguma, ou então está quente demais, e apesar disso não está quente ao toque, exceto talvez na palma da mão, 1.
-
Calafrio, de modo que os dentes batiam; com testa vermelha e quente, 114. [2830.]
-
Sensação febril de frio e arrepio; calor da orelha externa; ansiedade angustiosa, e roedura na boca do estômago, misturada com enjoo e inclinação a vomitar, 1.
-
Sensação desagradável por todo o corpo, como uma espécie de febre; ao deitar-se, a cabeça fica quente, especialmente as orelhas, mas os joelhos ficam frios (após trinta e seis horas), 1.
-
Sensação febril de frio, seguida de calor seco da pele, 19.
-
Febre; frialdade externa dos membros, calor interno, inquietação ansiosa e pulso fraco, variável, 23.
-
Pulso; sensação de frio durante o dia; depois da sensação de frio, sede; à noite, bastante calor na face, 1.
-
Arrepio febril pela manhã, alternando com calor, 1.
-
Febre na parte da manhã; sensação de frio com tremores, sem sede, com espasmos no tórax, dores por todo o corpo e uma espécie de incapacidade de usar os sentidos; depois, calor com sede, seguido de suor e zumbido nos ouvidos, 1.
-
Febre à tarde; arrepio na cabeça, com espreguiçamento e dores repuxantes nos membros, seguido de sensação de frio e pele anserina; à noite, das 8 às 9 horas, calor pelo corpo, especialmente na face, sem suor; mãos e pés frios, 1.*
-
Rigores seguidos de calor, todas as noites, 221.
-
Febre, dia sim, dia não; sensação de frio às 6 horas da noite, com cansaço nas coxas e sensação de machucado; na terceira tarde, às 5 horas, inclinação para deitar-se; depois, sensação de frio por todo o corpo, sem sede; depois, calor sem sede, e dor dolente opressiva na testa, 1. [2840.]
-
[Febre; frialdade de curta duração à noite, seguida de calor violento com delirium, mas sem sede, -H.], 5.
-
Suor.
-
Pele muito seca, 116.
-
Pele, língua e fauces secas, 147.
-
Pele seca e quente, 217.
-
Então raramente transpiravam, mesmo no tempo mais quente (enquanto a pele estava amarela e parda), 224.
-
Suor, 47, 132 . [Nota à autoridade 47, "Declarado como efeito do antídoto."]
-
(Suor tingindo de amarelo a pele, e especialmente os olhos), 11 . [Como S. 138.]
-
Suor ofensivo por todo o corpo, 217.*
-
Transpiração profusa, 201.
-
Suor muito fácil e profuso, 92.
-
Suor frio profuso, 159.
-
Suor frio por todo o corpo, desaparecendo depois de um quarto de hora e, após ele ter passado bem o dia todo, retornando ao anoitecer e desaparecendo com a mesma rapidez, 140.
-
Suor súbito e frio, 99.
-
Suor frio, pegajoso, 203.
-
Suor frio e pegajoso, 96.
-
(Suor frio, viscoso), 21 . [Como SS. 55 e 563.]
-
Sua facilmente; fresco, 218.
-
Suor frequente, 156.
-
Suores muito profusos, que duraram muitos dias, 160. [2860.]
-
Pela manhã, suor por todo o corpo, desde a hora em que acorda até a hora em que se levanta, 1.
-
Suor apenas na face pela manhã, ao acordar, 1.
-
Suor, na parte da manhã, com sensação de peso na cabeça, zumbido nos ouvidos e tremor, 1.
-
(Suor noturno), 5.
-
Suor noturno, três noites seguidas, 1.
-
Suor profuso nas extremidades inferiores durante a noite, especialmente ao redor dos joelhos, 1.*
-
Suor enquanto está na cama, esgotando-o até a lipotímia, 1.*
-
Suor ao começar a adormecer, desaparecendo depois de dormir um pouco, 1.*
-
Suor nas mãos e nas coxas, no começo do sono, desaparecendo depois de dormir algum tempo (após seis horas), 1.
-
Suor, com sede excessiva; gostaria de beber o tempo todo, 6.* [2870.]
-
Suor com diurese aumentada, 116.
-
Pele úmida, com extremidades frias, 103.
-
O suor aparece quando a febre termina, 1.*
CONDIÇÕES
-
Agravação.
-
(Manhã), Ao despertar, mau humor; na cama, indignação; sensação de peso na cabeça, etc.; ao acordar, dor de cabeça, etc.; ao levantar-se, dor de cabeça; ao despertar, dor de cabeça surda; depois de levantar-se, sensação de peso na cabeça, etc.; ao erguer-se, dor como de contusão no lado da cabeça; remela nas pálpebras; aglutinação das pálpebras; pus nos olhos; ligeiro lacrimejamento, etc.; pontadas na orelha; corrimento nasal às 5 A.M., etc.; dentes frouxos, etc.; ao acordar, coriza, etc.; inchaço do rosto; ao levantar-se, ligeira odontalgia; pontadas nas gengivas; gosto amargo; gosto pútrido; aspereza, etc., na garganta; ao engolir o primeiro bocado, raspagem na garganta; ao despertar, sente-se enjoado, etc.; ao levantar-se, vômito de bílis; uma hora depois de levantar-se, vômito; distensão, etc.; ao despertar, rumor nos intestinos; depois de levantar-se, dor nos intestinos; antes e durante a evacuação diarreica, beliscões no baixo-ventre; diarreia; cedo, no início da urinação, ardor na parte anterior da uretra, ereções; tosse violenta; expectoração verde, etc.; na cama, sacudidas com pontadas no polegar, etc.; dor lacerante no metacarpo; dor puxante-lacerante nos quadris, etc.; ao levantar-se, ataque de dor nas coxas; suor nas pernas; cedo, peso, etc., nas pernas; dor em cãibra nas pernas; calcanhares dolorosos; tremor do corpo todo; rigidez muscular; fadiga; ao levantar-se, mal-estar geral; ao despertar, dores por todo o corpo, etc.; ao despertar, acesso de sensação de frio; desde o despertar até a hora de levantar-se, suor; ao acordar, suor apenas no rosto; sente como se não tivesse dormido o suficiente.
-
(Da manhã até o meio-dia), Cãibra nas pontas dos dedos.
-
(Da manhã até a noite), Sede intensa.
-
(Todas as manhãs), Às 5 horas, corrimento nasal.
-
(Fim da manhã), Enjoo, etc.; diarreia; dor puxante nas costas; cansaço, etc., das articulações; febre, etc.; suor, etc.
-
(Perto do meio-dia), Sensação de embotamento, etc., na cabeça; martelamento nas têmporas.
-
(Tarde), Dor de cabeça puxante; ao caminhar, dor lacerante através do estômago; dor em queimação no abdómen; cólica e diarreia, etc.; sentado, sacudidas nas pernas; sensação de frio, etc.; rosto, etc., frio; calor passageiro; febre, etc.
-
(Todas as tardes), Às 5 horas, calafrio; às 3 horas, sensação de frio, etc.
-
(Ao anoitecer), Dor lacerante através do meato auditivo esquerdo; formigamento nos dedos das mãos e dos pés; sensação de frio com frieza; acesso de sensação de frio, etc.; febre.
-
(Noite), Angústia, etc.; confusão da cabeça; tumefação das eminências frontais; peso frontal; dor de cabeça sobre o olho esquerdo; sensação de areia nos olhos; sensação de ardor, etc., nos olhos; ardor na orelha externa; calor na fossa nasal esquerda, etc.; dor nos molares; inchaço da glândula submaxilar; dor de garganta; sede intensa; dor de estômago; depois de comer, sensação de repleção no estômago; sentado, dor do epigástrio ao redor das costelas esquerdas; depois de deitar-se, espasmos, etc., no abdómen, etc.; depois de deitar-se, dores nos intestinos; pouco depois de deitar-se, dores lancinantes no lado esquerdo do abdómen; antes de adormecer, sensação de fumo na laringe, etc.; imediatamente depois de deitar-se, tosse; tosse, sem expectoração, etc.; ao entrar na cama e deitar-se, fica sem fôlego; sensação de frio no tórax; constrição do tórax, etc.; ardor violento no tórax; rigidez dos músculos do pescoço; na cama, dor no dedo e no pé; dor no punho; na cama, contratura dos músculos das coxas; sensação de frio nas pernas; ao adormecer, sobressalto na parte afetada; sensação geral de fadiga; dores no corpo todo; furúnculo na mão doloroso; durante o sono, gemidos altos; depois de ir para a cama, violenta sensação de frio; acesso de sensação de frio.
-
(Todas as noites), Arrepios febris; antes de recolher-se, calafrios; acesso de febre; rigores, etc.
-
(Dia sim, dia não), Febre, etc.
-
(Noite), Delírio; falava sem nexo; dor de cabeça; dor de cabeça lacerante, etc.; latejamento na cabeça toda, etc.; dor de cabeça sobre o olho esquerdo; dor no olho esquerdo; dor compressiva sob o olho direito; dilatação e contração alternadas das pupilas; dor pungente na orelha esquerda; odontalgia; dor lacerante nos dentes, recorrente com regularidade; dor nas gengivas; sede intensa; soluços; ao levantar-se, soluços, etc.; vômitos; vômitos e diarreia; angústia no epigástrio; dores cólicas; ardor das hemorróidas; catarro súbito; tosse; palpitação violenta; palpitação forte, etc.; dor nas costas, etc.; coceira, etc., nas costas; na cama, dor lacerante nos braços; formigamento nas mãos; na cama, cãibra nos dedos; dor lacerante na extremidade inferior, etc.; na cama, cãibra nas panturrilhas; deitado na cama, dor lacerante no calo; ao despertar, ardor em todas as veias; ardência e coceira; coceira na cabeça; durante o sono, as dores são sentidas; na cama, não consegue aquecer-se; calor, sem sede nem suor; calor, etc.; frieza de curta duração, etc.; suor; suor profuso nas extremidades inferiores.
-
(Noites alternadas), Formigamento na cabeça.
-
(Antes da meia-noite), A dor o desperta.
-
(Meia-noite), Martelamento nas têmporas; opressão, etc.
-
(Depois da meia-noite), Desejo de matar-se; latejamento pulsátil nos olhos; em duas horas, dores no estômago; tosse profunda, etc., a partir das 3 horas; revira-se na cama, etc.
-
(Pela madrugada), Excitação mental.
-
(2 A.M.), Febre, etc.
-
(Cerca de 3 A.M.), Gemidos durante o sono, etc.
-
(3 A.M.), Depois de despertar, angústia; angústia violenta.
-
(Das 11 A.M. às 6 P.M.), Sensação de embotamento na cabeça.
-
(1 P.M.), Dor nas pálpebras, etc.
-
(Das 4 às 6 P.M.), Calor, etc.
-
(Depois das 4 P.M.), Água na boca.
-
(Perto das 5 P.M.), Rosto, etc., frio.
-
(Das 6 às 8 P.M.), Pressão na cabeça.
-
(7 P.M.), Calor no rosto.
-
(10 P.M.), Febre, etc.
-
(11 P.M.), Dor de cabeça, etc.
-
(Ao fresco), Desejo de vomitar.
-
(Ao sair ao fresco), Tontura.
-
(Caminhando ao fresco), Sensação de pressão na região do fígado; sensação sufocativa; calafrios.
-
(Quando deixado sozinho), Medo da morte.
-
(Subindo escadas), Sensação sufocativa; opressão do tórax.
-
(Na cama), Suor esgotante.
-
(Depois do desjejum), Pressão no estômago.
-
(Ao respirar), Pontadas na parte superior direita do tórax; pontada no tórax esquerdo.
-
(Ao inspirar profundamente), Tosse.
-
(Ao pigarrear), Dor sob o hipocôndrio esquerdo.
-
(Ar frio externo), Dores nos membros; tosse.
-
(Água fria), Dores nos membros.
-
(Ao tossir), Calor na cabeça; tendência a ânsias; dor pungente no epigástrio; dor como de contusão no abdómen; opressão do tórax; pontadas sob as costelas, etc.; dor pungente no esterno.
-
(Depois de tossir), A respiração torna-se curta.
-
(Ao chorar), Tendência a ânsias; sensação de fraqueza no epigástrio.
-
(Antes do jantar), Enjoo, etc.
-
(Depois do jantar), Eructações azedas; enjoo, etc.; pressão no estômago, etc.; calafrios.
-
(Ao beber água), Renova as convulsões.
-
(Depois de beber), Eructações; distensão, etc., no abdómen; vômitos; renovação do vômito, etc.; tosse; calafrios logo em seguida; calafrios, etc.
-
(Ao comer), Sensação compressiva no tórax.
-
(Depois de comer), Melancolia, etc.; distensão, etc., no abdómen; em duas horas, repugnância, etc.; pouco depois, pressão em torno do estômago; bocejos e fraqueza.
-
(Depois de comer e beber), Gosto amargo, etc., na boca.
-
(Depois de um pouco de sopa), Ânsias e vômitos.
-
(Quando fatigado), Asma.
-
(Ao apalpar a parte), Dor incisiva no lado do abdómen.
-
(Durante o paroxismo febril), Tensão nos hipocôndrios.
-
(Depois do calor), Inclinação para vomitar.
-
(Durante o mau humor), Hemorragia nasal.
-
(Ao inspirar), Pontadas na região dos rins.
-
(Inspiração plena), Dor na parte inferior do tórax.
-
(Luz), Dor de cabeça.
-
(Luz de vela diante dos olhos), Dilatação e contração alternadas da pupila.
-
(Ao olhar fixamente), Os olhos ficam piores.
-
(Ao olhar para cima), Dor compressiva sobre a pálpebra esquerda.
-
(Ao deitar-se), Vertigem, etc.; sensação de ardor, etc., nos olhos; dores noturnas; dores lacerantes em volta dos tornozelos, etc.
-
(Deitado sobre o lado direito), Movimentos nos músculos do lado esquerdo das costas.
-
(Deitado sobre o lado afetado), Dor nas gengivas.
-
(Ao tentar deitar-se de costas), Dor em volta do umbigo.
-
(Deitado de costas), O coração bate mais depressa.
-
(Antes de uma refeição), Enjoo.
-
(Depois de uma refeição), Sangramento do lábio inferior; gosto amargo na boca; amargor na garganta; eructações amargas; soluços frequentes; imediatamente, vômito; peso no estômago; pressão na boca do estômago, etc.; distensão do abdómen; grande cansaço; sensação de frio; dores no braço esquerdo.
-
(Antes das mênstruas), Dor lacerante nos dentes, etc.
-
(Durante as mênstruas), Dor incisiva do epigástrio ao baixo-ventre, etc.; pontadas do reto ao ânus, etc.
-
(Ao aparecerem as mênstruas), Dores nos pés.
-
(Depois das mênstruas), Corrimento vaginal, etc.; eliminação de muco sanguinolento.
-
(Durante a urinação), Dor na virilha esquerda; ardor na uretra.
-
(Movimento), Dor aumentada; sensação como se o cérebro se movesse, etc.; dor latejante na fronte; tosse; dor lacerante nas extremidades inferiores; dores nos pés; ondas de calor.
-
(Movendo as pontas dos dedos diante dos olhos), Dilatação e contração das pupilas.
-
(Movendo a parte), Sensação vacilante no cérebro; ao caminhar, o cérebro parece bater solto; os olhos ficam piores; dor da margem das pálpebras; cãibra na mão; dor nas articulações dos dedos.
-
(Durante o enjoo), Tudo parece amarelo diante dos olhos.
-
(Ruído), Dor de cabeça.
-
(Pressão), Dor em queimação na região do estômago; dor sobre a região do fígado; dor no abdómen.
-
(De caráter periódico), Cólica; todos os sintomas.
-
(A cada novo paroxismo de dor), Rugido nos ouvidos.
-
(Ao erguer a cabeça), Vômito.
-
(Ao tentar erguer-se), Dor em volta do umbigo.
-
(Ao erguer-se na cama), Desejo de vomitar.
-
(Lendo à luz de vela), Secura das pálpebras.
-
(A cada respiração), Aumento da dor.
-
(Repouso), Mal-estar no abdómen.
-
(Antes de recolher-se), Mal-estar em todos os membros.
-
(Depois de cavalgar), Dor em todo o tronco.
-
(Ao levantar-se), Vertigem.
-
(Levantando-se do assento), Dor no joelho esquerdo.
-
(Entrando no quarto vindo do ar livre), Febre; peso na cabeça, etc.
-
(Ao voltar a entrar no quarto), Tontura; peso na cabeça.
-
(Durante os calafrios), Dor lacerante nas pernas.
-
(Sentado), Vertigem; peso na cabeça; zumbido na orelha direita; enjoo, etc.; dor tensa no tórax; dores noturnas; cansaço, etc., das articulações; tensão nas dobras dos joelhos; dor como de contusão ao lado do joelho; dor na panturrilha direita; dor na parte afetada.
-
(Sentando-se), Na cama, enjoo.
-
(Ao sentar-se e aplicar-se ao trabalho), Muito mal-estar.
-
(Com as pernas apoiadas no chão, enquanto está sentado), Dor puxante nas pernas.
-
(Depois de coçar), Coceira das pápulas nas mãos, etc.; as partes com ardor e prurido tornam-se dolorosas.
-
(Ao pegar no sono), Tremores no lábio superior; sobressaltos dos membros; suor; suor nas mãos e nas coxas.
-
(Durante o sono), Ranger dos dentes; sobressaltos do corpo todo.
-
(Espirrando), Pontadas na região dos rins.
-
(Falando alto), Aumenta a dor.
-
(Em pé), Peso na cabeça; dor de cabeça, etc.; tensão nas dobras dos joelhos.
-
(Antes da evacuação), Distensão do estômago, etc.
-
(Depois da evacuação), Distensão do abdómen; ardor no reto, etc.; palpitação do coração, etc.
-
(Depois da diarreia), Calor interno, com sede intensa.
-
(Ao abaixar-se), Inchaço da carótida esquerda; dor na virilha, etc.; pontadas no tórax.
-
(Ao estender os pés), Sensação de ardor, etc., no baixo-ventre.
-
(Depois da ceia), Sensação de frio no tórax.
-
(Ao engolir), Orelha obstruída por dentro; dor na raiz da língua.
-
(Entre os atos de engolir), Sensação de raspagem atrás do véu pendular do palato.
-
(Falando), Dor na faringe; pressão na parede externa do estômago; ondas de calor durante a sensação de frio.
-
(Ao ser interpelado), Torna a dor intolerável.
-
(Toque), Dor como de contusão na cabeça externa; dor no estômago, etc.; dores em volta do umbigo; dores no abdómen; dores violentas no abdómen, etc.; dor no furúnculo da virilha; sensibilidade dolorosa do ânus; dor como de contusão ao lado do joelho.
-
(Ao contato com o ar), Dor de cabeça.
-
(Tocando o lado sem dor), Dor no rosto.
-
(Ao virar a cabeça), Dor pungente na raiz da língua.
-
(Quando contrariado), Asma.
-
(Vomitando), Dor de cabeça; sangramento nasal; calor interno violento, etc.
-
(Depois de vomitar), Tremor dos membros; pulso aumentado.
-
(Depois de vômitos e diarreia), Dor no estômago.
-
(Caminhando), Vertigem; sensação na cabeça como se duas bolas de mármore batessem uma na outra; dor de cabeça; dores nas hemorróidas; respiração curta; sensação de aperto no tórax; dispneia; dor lacerante nas extremidades inferiores; cãibra na panturrilha.
-
(Caminhando depressa), Opressão do tórax.
-
Melhora.
-
(Manhã), Secura na garganta.
-
(Noite), As dores diminuem.
-
(Ao fresco), Forte inclinação a ir para o ar livre; peso na cabeça; corrimento nasal.
-
(Caminhando ao fresco), Enjoo, etc.
-
(Arrotando), Dor puxante nas costas, etc.
-
(Aplicando água fria), Dor de cabeça.
-
(Comprimindo a parte), As dores diminuem.
-
(Depois do jantar), Os calafrios desaparecem.
-
(Beber água), Vômitos.
-
(Beber conhaque), Vômitos.
-
(Ao deitar-se), Mal-estar em todos os membros.
-
(Leite doce), Dores no estômago.
-
(Movendo-se), Muitos sintomas; dores noturnas.
-
(Movendo a parte afetada para cá e para lá), Dor lacerante nos braços e nas extremidades inferiores.
-
(Esfregando), Dor sobre o ânus, etc.; dor na fronte.
-
(Depois de coçar), Coceira nas pápulas.
-
(Sentado), Dor atordoante, etc., na cabeça; dor de cabeça surda; odontalgia com sacudidas.
-
(Depois de dormir um pouco), O suor desaparece.
-
(Em pé), Muitos sintomas.
-
(Depois da evacuação), Cólica.
-
(Toque), Dor pungente na têmpora esquerda.
-
(Descoberto), Desejo de ficar.
-
(Depois de vomitar), Ardor, etc., no estômago.
-
(Calor do fogão), Dor nas gengivas.
-
(Aplicação de calor), Dor dos membros; dor lacerante nas panturrilhas; dores nos tornozelos.
SUPLEMENTO: ARSENICUM ALBUM. Autoridades. (227 a 230, da coleção de Berridge, no apêndice do Brit. Journ. of Hom.); 227, Thos. Garnett, Med. and Phys. Journ., 1801, 542, envenenamento fatal de um homem por pílulas de Ars., manteiga e farinha; 228, Dr. S. Barnum, Med. Repos., 1802, p. 43, uma mulher tomou uma solução; 229, Dr. Yelloby, Ebind. Med. and Surg. Journ., 1809, p. 389, um menino, æt. dezesseis anos, tomou um pennyweight (unidade de peso); 230, W. J. Crowfoot, Med. and Phys. Journ., 1815, 441, crianças o comeram em alimento; 231 a 235, John Marshall, Remarks on Arsenic, Londres, 1817, efeitos em cinco pessoas por comerem bolinhos contendo óxido de arsênico; 233, sendo uma mulher grávida de sete meses; (236 a 241, de Berridge); 236, J. Hume, Med. and Phys. Journ., 1821, p. 466, Sra. ---, æt. vinte anos, tomou arsênico; 237, Astley Cooper, Lancet, 1823-24, 156, aplicação no olho para fungo; 238 a 241, Alexander Murray, Edinb. Med. and Surg. Journ., vol. xviii, p. 167, envenenamento de uma família; 242 a 244, Robert Christison, M.D., Trans. Medico. Chirurg. Soc., 1825, casos fatais; (242 a 248, de Berridge); 245, Robert Christison, Edinb. Med. and Surg. Journ., 1827, p. 441; 246, John Elliotson, Med.-Chir. Rev., 1828, p. 265, uma mulher, æt. cerca de sessenta anos, tomou arsênico; 247, Christison, Edinb. Med. and Surg. Journ., 1830, p. 67, seis pessoas o tomaram em champanhe; 248, Journ. Univ. et Hebd. (Med.-Chir. Rev., 1832, p. 162), várias pessoas o tomaram em alimento; 249, T. Bost. Med. and Surg. Journ., vol. xiii, 1835, p. 334, envenenamento fatal de T. D ---, æt. vinte e três anos; (250 e 251, de Berridge); 250, Lancet, 1835-6 (1), 436, uma moça, æt. vinte e dois anos, engoliu 1 onça; 251, Journ. de Pharm. (Lancet, 1837-8 (2), 625), várias famílias beberam água impregnada com arsênico; 252, B. E. Cotting, Bost. Med. and Surg. Journ., vol. xviii, 1838, p. 78, um homem, æt. vinte e dois anos, tomou cerca de 2 onças, em vinho e água; (253 a 292, de Berridge); 253, Londonderry Standard (Dublin Med. Press, 1840, p. 371), envenenamento; 254, Theophilus Thompson, Lancet, 1843-4 (1), 98; 255, Dr. W. Woodcock, ibid., 1845 (1), 640, Sra. W., tomou 1 1/2 colher de chá; 256, J. M. Adams, North. Journ. of Med., 1845, p. 262, J. P., æt. quarenta e dois anos, tomou 2 dracmas; 257, Historical Register (Lond.) (Dublin Med. Press, 1845, vol. xiii, p. 61), um homem fabricava velas arsenicais; 258, Allison, Lancet, 1845 (1), p. 413, uma moça, æt. treze anos, tomou uma colher de chá cheia antes das 4 P.M., e outra dose antes das 5; 259, Linoli, abreviado de Ann. Univ. de Med. (Med. Times, 1846), dois homens e três crianças tiveram os mesmos sintomas por arsênico em alimento; 260, J. Hakes, Edinb. Med. and Surg. Journ., vol. lxvi, 1846, p. 43, uma família bebeu água contendo arsênico, vários casos fatais; 261, Dr. Letheby, Lancet, 1847 (1), p. 44, uma moça, æt. dezenove anos, tomou à noite 2 onças de fly-water, contendo 2 1/2 onças de arsênico branco, morte em trinta e seis horas; 262, Dr. L. Owen Fox, Lancet, 1848 (2), 503, envenenamento fatal de um homem, æt. vinte e um anos, por uma colher de chá; 263, Wm. Robert Cornish, ibid., 1849, p. 35, um homem tomou 1 onça; 264, o mesmo, uma moça tomou 1 onça; 265, Dr. Michæl McGee, ibid., p. 311, uma moça, æt. dez anos, tomou 10 grãos ou mais; (266 a 285, de Dublin Quart. Journ. Med. Sci., 1851, e Dublin Med. Press, 1850); 266, um homem e uma mulher, cada um tomou 24 grãos; 267, M. G., æt. cinquenta e seis anos, tomou 1 1/2 onça, fatal em doze horas; 268, Srta. D., æt. dezoito anos, tomou ácido arsenioso; 269, J. G., æt. trinta e três anos, tomou ácido arsenioso no chá e, no quarto dia, tomou 2 colheres de chá no café com leite; 270, um homem, æt. entre vinte e cinco e trinta anos, tomou arsênico em alimento; 271, cinco pessoas comeram um bolo no qual havia sido posta uma colher de chá; 272, uma mulher, æt. vinte e cinco anos, tomou um pouco em água; 273, envenenamento de cinco pessoas; 274, envenenamento de sete pessoas; 275, duas pessoas o tomaram em alimento; 276 a 278, uma família envenenada por arsênico em alimento; 279, envenenamento fatal de M. J. B.; 280, um menino, æt. dois anos, tomou uma colherada de pó para ratos (arsênico e farinha); 281, uma menina, æt. quatro anos, tomou o mesmo; 282, M. B., æt. trinta anos, tomou quase uma colherada em mingau e porter; 283, um homem e uma mulher o tomaram em ponche; 284, quatro pessoas o tomaram em alimento; 285, cinco pessoas o tomaram em sopa; 286, Dr. G. E. Sanger, Guy's Hosp. Rep., 1851, 183, envenenamento de um homem, æt. dezenove anos; 287, Chamber's Edinb. Journ. (Dublin Med. Press, vol. xxvii, 1852, p. 63), efeitos da suspensão do hábito de comer arsênico; 288, Dr. T. R. Mitchell, Med. Times and Gaz., 1853, p. 612, um homem esfregou o linimento nas axilas, púbis e escroto; 289, Dr. T. Brown, Assoc. Med. Journ., 1853, p. 878, uma mulher, æt. vinte e quatro anos, tomou arsênico para provocar abortamento; 290, M. Dandin, Annal. d'Hyg., 1854, caso de envenenamento; 291, relato de Tschudi, Journ. de Chim. Med., 1854 (Bost. Med. and Surg. Journ., 1855, vol. li, p. 189), efeitos da suspensão do hábito de comer arsênico; 291 a, o mesmo, um homem tomou uma sobredose; 292, Dr. Wilks, Guy's Hosp. Rep., 1855, p. 364, um homem, æt. cinquenta anos, tomou provavelmente três colheres de chá; 293, Samuel C. Pointer, M.D., Med. and Surg. Reporter, vol. ix, 1856, p. 210, Agnes Corbet, æt. vinte e um anos, engoliu uma colher de chá, morte em doze horas. (294 a 296, de Kesteven, Brit. Med. Journ., 1856); 294, Dr. Jago, efeitos em operários; 295, Mr. Pointer, envenenamento; 296, Kesteven, efeitos da suspensão do hábito de comer arsênico; 297, Dr. Halley, Pharm. Journ., vol. xvii, 1857, p. 428, arsênico em papéis de parede; (298 a 319, de Berridge); 298, Dr. Walter Watson, Lancet, 1857 (2), 281, efeitos em pastores por lavar ovelhas com arsênico; 299, Dr. Robert Crawford, ibid., p. 127 e 181, efeitos do mesmo; 300, Dr. W. G. Meacham, N. Y. Journ. of Med., vol. iv, 1858, p. 430, envenenamento de um homem, æt. vinte e cinco anos; 301, Jas. Whitehead, Brit. Med. Journ., 1858, p. 804, um rapaz envenenado por papel de parede arsenical; 302, Mr. H. G. Trend., ibid., p. 725, uma mulher tomou arsênico duas vezes por dia, durante três meses, ao todo duas colheres de sopa, para provocar abortamento; 303, Jas. Beghie, Edinb. Med. Journ., 1858, vol. iii, p. 961, observações de Valleix e de outros autores franceses; 304, Begbie, ibid., efeitos em um caso de coreia; 305, Dr. Gibbs, Lancet, 1858 (1), p. 613, uma senhora o tomou durante muitos anos por uma erupção; 306, Dr. Wm. N. Brown, Edinb. Med. Journ., 1858, vol. iii, p. 148, um homem lavou ovelhas com uma solução de arsênico branco; 307 a 312, Dr. Robert Paterson, ibid., p. 391, diferentes casos de envenenamento; 313, Schefler em Gesundheit der Bergleute, efeitos em mineiros de cobalto; 314 e 315, Dr. A. S. Taylor, Ophth. Hosp. Rep., 1859 (1), 270, efeito de papel de parede arsenical; 316, Dublin Med. Press, 1859, vol. xli, p. 280, pastores foram envenenados ao lavar ovelhas com uma lavagem arsenical; 317, Harles, Med. Circular, vol. xiv, 1859, experiências em homens sadios com 1/4 grão de ácido arsenioso; 318, experiências de Gonffia em si mesmo, ibid.; 319, Manchester Guardian, Pharm. Journ., vol. xxiv, 1859, p. 482, três crianças foram envenenadas por papel de parede arsenical; 320, Dr. Lorenz, citado por Heisch, ibid., p. 536, comedores de arsênico da Estíria; 321, o mesmo, efeitos em um cavalheiro; 322, J. B. Metcalfe, ibid., vol. xx, p. 343, envenenamento de Clarence King, æt. três anos e meio; (323 a 329, de Berridge); 323, Dr. R. Biggs, Lancet, 1860 (1), p. 8, envenenamento por papel; 324, Dr. Ballenden, ibid., p. 579, envenenamento de três crianças pelo mesmo; 325, MS. Reports of St. Barth. Hosp., 1860 (Month. Hom. Rev., vol. xiv, p. 428), Rachel e Emma Taylor comeram um pudim contendo uma colher de chá de arsênico branco; 326, Dr. Thomas Orton, Lancet, 1862 (2), p. 576, envenenamento por papel; 327, Mr. Simon's Pub. Health Reports, Brit. Med. Journ., 1863 (2), p. 435, sintomas por verde de arsênico; 328, Dr. D. McN. Parker, Edinb. Med. Journ., 1864, vol. x, p. 116, efeitos do hábito de comer arsênico em um homem, æt. trinta anos; 329, Craig Maclagan, ibid., p. 200, efeitos do hábito de comer arsênico; 330, R. C. Hamil, M.D., Chicago Med. Exam., 1865, p. 643, Mr. H., æt. vinte e cinco anos, tomou 6 ou 7 dracmas em água fria; após meia hora, foram administrados um emético e óxido de ferro hidratado, produzindo vômitos; 331, A. S. Taylor, Guy's Hosp. Rep., 1865, 277 (Berridge), envenenamento de três crianças por arsênico em pó para insetos; 332, Dr. Docherty, Glasgow, Mon. Journ. (Pharm. Journ., 2d ser., vol. vii, 1866, p. 243), Sra. Keechan tomou 1/4 de onça em leite; 333, Profs. Grote e Mosler, Berl. Klin. Woch., 1866, p. 60, um menino, æt. dois anos, comeu um pedaço de tinta; (334 a 339, de Berridge); 334, Dr. F. Duckworth, Madras Quart. Journ. of Med. Sci., vol. ix, 1867, 304, arsênico em alimento; 335, Hutchinson, Lancet, 1869 (2), 508, efeitos gerais; 336, Dr. Seissei, Ærtz. Intell. Blatt, 1869 (Brit. Med. Journ., 1869 (1), 424), quatrocentas pessoas envenenadas por pão; 337, Thomas Graham, Glasgow Med. Journ., 1869 (1), 56, envenenamento; 338, Dr. Hicks, Lancet, 1870 (2), 356, um homem, æt. quarenta e oito anos, estava ocupado em arrancar papel de parede; 339, Berridge, Month. Hom. Rev., 1870, 430, um amigo meu, sofrendo de erupção cutânea, tomou a 6ª; 340, Brit. Med. Journ., 1871 (2), 101, envenenamento por papel de parede; 341, Martineau, L'Union Méd., abril de 1873, p. 558, envenenamento; (342 a 344, de Berridge); 342, Dr. Clement Walter, Brit. Med. Journ., 1873 (2), 700, uma senhora foi envenenada por papel de parede; 343, Dr. J. Liddell, ibid., p. 772, efeitos do papel de parede; 344, Dr. John Morley, ibid., 88, envenenamento de quinze pessoas por arsênico; 345, Dr. Merbach, Vjs. für Ger. Med., 1875, p. 48, envenenamento; 346, H. S. Jones, M.D., Virginia Med. Month., 1875, p. 194, Jesse Thomas, æt. vinte e dois anos, engoliu quase uma colher de chá; (347 a 372, de Tardieu, Étude méd. lég. et clin., sur L'Empoisonnement, Paris, 1875); 347, arsênico em leite; 348 e 349, outros casos; 350, Devergie, Med. leg., 3ª ed., t. 3, p. 525, envenenamento; 351, o mesmo, uma moça, æt. dezessete anos, tomou 10 gramas; 352, Dr. Lachèse fils, Ann. d'hyg. publ. et de méd. lég., 1re sér., t. 17, p. 340, uma moça tomou grande quantidade; 353, Laborde, Journ. de méd.-chir. et pharm., 1787, p. 89, envenenamento; 354, Bull. de la Soc. Anat., 1853, 179, uma moça tomou grande quantidade; 355, Ann. d'hyg. publ. et de méd. lég., 1847, 390, envenenamento; 356, Dr. Bineau, Journ. des cours méd.-chir., 1835, 190, cinco crianças, de cinco a nove anos, foram envenenadas; 357, Guilbert, Journ. de Van der Monde, 1756, 353, um homem tomou grande quantidade; 358, Barrier, Journ. de méd., 1873, 353, cinco homens foram envenenados por uma solução; 359, Dr. Coqueret, Journ. des connais. médic. chir., 1839, p. 155, envenenamento de três pessoas; 360, Dr. Deville, Revue méd., 1838, 355, uma mulher tomou 3 gramas; 361, Tardieu, envenenamento; 362, Dr. Martineau, comunicação à Soc. méd. des Hôp., efeitos em um homem; 363, Ann. d'hyg. et de méd. lég., 1847, 400, envenenamento; 364, Dr. Lachese fils, Ann. d'hyg. publ. et de méd. lég., 1re sér., t. 17, cinco pessoas foram envenenadas por sopa; 365, o mesmo, caso de uma mulher; 366, ibid., t. 37, p. 121; 367, Dehesne, Journ. de Van der Monde, 1759, 330, envenenamento; 368, Mean, Bib. méd., 1821, 401, aplicação nos pés; 369, Desgranges, Rec. de la Soc. de Méd. de Paris, t. 6, p. 22, aplicação de pomada arsenical nos cabelos; 370, Belloc, Méd. lég., t. 4, p. 124, uma mulher aplicou uma solução ao corpo inteiro; 371, Dr. Vernois, Ann. d'hyg. et de méd. lég., 1846, aplicação de uma preparação a um tumor; 372, Dr. Vitry, ibid., aplicação de uma preparação de arsênico; 373, Dr. Netolitzky, Prag. Med. Wochn., 1876, 225 (S. J., 171, 138), uma mulher envenenada por grande dose; 374, Eduard Renner, Ueber einen Fall von chron. Arsen-giftung, Würzburg, 1876; 375 e 376, E. W. Berridge, Am. Journ. of Hom., Mat. Med., New Ser., vol. v, p. 427, envenenamento de duas crianças por papel de parede; 377 a 384, F. H. Brown, M.D., Bost. Med. and Surg. Journ., vol. xciv, 529, casos de envenenamento semelhante; 385, H. B. Donkin, M.D., Brit. Med. Journ., 1876 (2), 587, caso semelhante; 386, A. P. Bowie, M.D., Hahn. Month., vol. xii, p. 490, John Adams engoliu 1/4 de onça dissolvida em água; 387, J. H. Finley, M.D., New York Med. Journ., vol. xxvi, 1877, p. 401, envenenamento de sessenta homens; 388, Dr. Ussher, Hom. World, vol. xii, p. 536, Sra. S. envenenada por papel de parede; 389, o mesmo, outros casos de envenenamento; 390, M. Saint Philippe, Gaz. méd. de Par. (Lond. Med. Rec., 1878, 215), um paciente tomou 16 grãos, e outro 64 grãos.
MENTE
-
Delírio esporádico, 369.
-
Perda da razão de tempos em tempos, 357.
-
Antes da morte o paciente tornou-se delirante e irrequieto, 368.
-
Leve delírio noturno, 290.
-
Delirante e inconsciente, 269.
-
Tornou-se muito nervoso, agitado e delirante, suspeitando que havia pessoas pela casa conspirando contra sua vida; salta da cama de repente e tenta apanhar objetos imaginários, e olha em volta de si de modo selvagem e desconfiado, e para qualquer pessoa que faça o menor ruído ou se mova; é incoerente, 334. [2880.]
-
Em duas horas, foi encontrada sentada numa cadeira, agitando os braços, aparentemente completamente inconsciente dos objetos e acontecimentos ao redor. Parecia estar sofrendo de histeria. Em meia hora, pôde falar, 253.
-
Indicou à irmã uma cavidade entre o peito e o ventre, na qual "ela poderia ter colocado o braço", 238.
-
Muito agitado e chorando (após uma hora), 363.
-
Muita agitação psíquica e corporal, 236.
-
Sua cabeça parecia muito afetada, de modo que mal sabia o que dizia ou fazia, e parecia sofrer de uma espécie de insanidade, 237.
-
Quando lhe falavam, virava a cabeça para o lado e permanecia em silêncio, 309.
-
Sintomas de intoxicação logo em seguida, 333.
-
O hábito de comer arsênico torna os homens animados e combativos, 329.
-
Sensação de impulsividade, 388.
-
Vigília marcante, 317. [2890.]
-
Grande antipatia e apatia para com os que estão ao redor, 296.
-
Opressão extrema, 355.
-
Grande depressão e falta de interesse por qualquer coisa, 314.
-
"Toda a cabeça enferma, o coração desfalecente;" ela acordava pela manhã miserável, a vida um fardo, o cansaço como quinhão do dia, e cada dia sucessivo igual ao anterior, a menos que o remédio a ajudasse com seu pequeno auxílio, 388.
-
Angústia extrema, 361.
-
Grande angústia pessoal, 287.
-
Angústia a respeito de certas pessoas, 296.
-
Seu temperamento naturalmente tranquilo estava alterado; estava irritável apesar de si mesma, e o mesmo demônio havia tomado habitação temporária numa irmã e num cunhado, 388.
-
Sombrio e taciturno até a convalescença, que ocorreu em doze ou catorze dias, 312.
-
Excitação intelectual, 317. [2900.]
-
Às vezes parecia quase não conseguir reunir os pensamentos, 302.
-
Memória enfraquecida, 354.
-
Deitado, aparentemente insensível; ao ser despertado, սկսou a vomitar (após duas horas), 263.
-
Coma, 358.
CABEÇA
-
Tontura, com incapacidade de manter-se ereto, 364.
-
Tontura na cabeça (após cinco minutos); grande sensação de cabeça a andar à roda e tontura (após dez minutos), 346.
-
Cabeça tumefeita, 369.
-
Cabeça inclinada para um lado, e dor ao erguê-la, como por uma afecção reumática do esternocleidomastoideo, 326. [2910.]
-
Congestão cerebral no terceiro dia, pouco antes da morte, 351.
-
Sensação de peso na cabeça, 358.
-
Dor de cabeça constante, 297.
-
Dor acentuada na cabeça e na região dos olhos, de lado a lado (um caso), 283.
-
Queixava-se de dor na cabeça, no peito e no ventre, vomitou várias vezes e tinha muita sede, 242.
-
Queixava-se de uma "sensação esquisita e singular na cabeça". Esses sintomas haviam surgido de repente e duraram cerca de dez dias. Perda de memória quanto à execução de atos muito recentes, tontura frequente e alguma sonolência eram as principais expressões da "sensação esquisita" a que ela aludia. Sentia como se estivesse "perdendo a razão", 380.
-
Dor sobre as sobrancelhas, 326.
-
Dor muito intensa na região frontal, com tontura, 360. [2920.]
-
Neuralgia violenta da fronte e do rosto, 301.
-
Queda de cabelo, 374.
-
Queda de cabelo durante a convalescença, 369.
-
Os cabelos da cabeça eram espessos apenas no meio do crânio, e a pele descamava abundantemente, 374.
OLHO
-
Aréolas escuras ao redor dos olhos, 280.
-
Círculo lívido ao redor dos olhos, 270.
-
Aréolas escuras ao redor dos olhos e da boca, 267.
-
Quando próxima da morte, aréolas escuras ao redor dos olhos, 268.
-
Aréolas escuras ao redor dos olhos, que estão um tanto fixos e arregalados, 331.
-
Olhos encovados, 341. [2930.]
-
Olhos encovados, quando quase semicerrados, 309.
-
Olhos encovados e escurecimento ao redor das pálpebras, 308.
-
Olhos fundos, encovados, 307.
-
Olhar lustroso, brilhante, 326.
-
Olhos vermelhos, pálpebras tumefeitas e escoriadas; a vermelhidão e o inchaço das pálpebras duraram vários dias, 367.
-
Ardor escaldante nos olhos, 285.
-
Durante a semana ela teve sensibilidade dolorosa nos olhos, 240.
-
Sensibilidade dolorosa nos olhos, que pareciam inflamados, 238.
-
Sensibilidade dolorosa e irritação dos olhos; durante o segundo ataque, a conjuntiva das pálpebras estava profundamente vermelha ao longo das bordas tarsais e nos cantos; as pálpebras estavam levemente tumefeitas e tendiam à eversão; a visão era dolorosa, 314.
-
Pálpebras. [2940.]
-
Inchaço das pálpebras, 269.
-
Pálpebras edemaciadas (segundo dia), 373.
-
Uma linha de escoriação na pele, no canto externo de cada olho, e descamação da cutícula das pálpebras, com vermelhidão destas, 260.
-
Leve inflamação da pálpebra superior esquerda, 241.
-
Movimentos espasmódicos das pálpebras, maxilares etc., 338.
-
Coceira ao redor dos cílios, 282.
-
Lacrimejamento.
-
Lacrimejamento, 269.
-
Lacrimejamento, que corroía as pálpebras e as faces, 337.
-
Olhos sufusos, até mesmo injetados de sangue, 346.
-
Conjuntiva.
-
Conjuntivite por tempo acentuado, 380. [2950.]
-
Leve conjuntivite, com intolerância à luz, 264.
-
Inflamação conjuntival leve, 283.
-
Inflamação das porções tarsais da conjuntiva, 313.
-
Em todos, as conjuntivas estavam injetadas; no dia seguinte, exceto nas crianças, a congestão havia desaparecido, cedendo lugar a uma tonalidade amarelada, 344.
-
Conjuntiva branco-azulada, 374.
-
Sufusão da conjuntiva, 273.
-
Pupila.
-
Pupilas dilatadas (após vários dias), 354.
-
Pupilas dilatadas, mas reagem normalmente à luz, 374.
-
Visão.
-
Uma menina, æt. catorze anos, ficou cega, perdeu a fala e caiu em estado de síncope, 344.
-
Cintilação diante dos olhos, 374.
-
Alguns se queixavam de tremulações musculares e perturbação da visão, impedindo-os de tricotar, costurar ou ler; e, quando fechavam os olhos, viam partículas brilhantes flutuando para trás e para diante (segundo dia), 344.
-
Faíscas azuladas diante da visão, 372.
OUVIDO
- Tinido nos ouvidos, 282.
NARIZ
-
Corrimento aquoso excessivo e persistente pela narina esquerda, ensopando lenços às dúzias, escoriando o nariz e deixando-a miserável, 388.
-
Sangramento nasal, 366.
-
Ponta do nariz violácea, fria, 362.
ROSTO
-
Semblante cadavérico, 289.
-
Traços faciais afilados, lívidos, 362.
-
Traços faciais contraídos e rosto magro, 328.
-
Rosto encovado e de aspecto cadavérico, 243.
-
Cútis de aspecto anormal e, à luz de gás, com tonalidade verde-escura, 328.
-
Rosto pálido, afilado, coberto de transpiração fria, 356.
-
Rosto pálido, contraído e angustiado, 284.
-
Rosto pálido, colapsado, 348.
-
Rosto ruborizado, 273.
-
Ruboriza-se facilmente, 376.
-
Grande congestão e algum inchaço do rosto, 266.
-
Rosto vermelho e tumefeito, 360.
-
Semblante escurecido, 334.
-
Rosto lívido, 341. [2990.]
-
Semblante lívido e encovado (após seis horas), 262.
-
Rosto inchado e erisipelatoso, 369.
-
Contrações dos músculos da face, 324.
-
Movimentos espasmódicos dos músculos da face, 357.
-
Neuralgia; muitas vezes encontrei esta senhora com o rosto bem envolto em flanela, como se temesse um ataque com lanças penetrantes de gelo ou agulhas em ardor; vinha com paroxismos de grande intensidade sobre a sobrancelha esquerda e para dentro dos ossos da face, subia rastejando pela coluna e fixava-se no alto da cabeça, fazendo-a sentir como se pudesse enlouquecer ou sair correndo para qualquer lugar; o barulho era intolerável, 388.
-
Lábios ressequidos e secos, 254.
BOCA
-
Dentes.
-
Sordes nos dentes, 270.
-
Dentes de aspecto terroso-amarelado, com muito pouco brilho, 374.
-
Gengivas.
-
Gengivas esponjosas, 301. [3000.]
-
Ulceração aftosa das gengivas e das amígdalas, 301.
-
Gengivas inchadas e doloridas (segundo dia), 330.
-
Gengivas inflamadas, 293.
-
A gengiva apresentava uma linha vermelha, 374.
-
Sensibilidade das gengivas, 265.
-
Ardor das gengivas, 275.
-
Língua.
-
Língua inchada, 346.
-
Língua saburrosa e inchada, 227.
-
Língua grande, algo endentada, coberta por uma verdadeira saburra branco-prateada, através da qual as papilas se projetavam, de cor antes vermelho-escura, 323.
-
Língua espessa, carnuda, limpa, 374. [3010.]
-
Contrai a língua tanto quanto o alúmen, 325.
-
Língua carregada, 281.
-
Língua muito saburrosa, 230.
-
Língua húmida e coberta por uma fina saburra branca, 328.
-
Língua branca, com ponta vermelha, 266.
-
Língua recoberta de branco, com margens vermelhas, e dolorosa, 350.
-
Língua vermelha e seca, 355.
-
A língua apresenta bordos vermelhos, com saburra branca, 295.
-
Língua recoberta de branco, com papilas vermelhas dispersas, assemelhando-se à língua da escarlatina, 281. [3020.]
-
Língua e fauces muito vermelhas (segundo dia), 330.
-
Língua e toda a mucosa da boca e da faringe intensamente vermelhas, 333.
-
Saburra verde-viva na língua (um caso), 278.
-
A língua apresentava coloração castanho-café algo seca, que posteriormente se tornou cor de tinta, estando o tecido do órgão congesto, 290.
-
Língua seca e castanha, 366.
-
No quinto dia a língua tornou-se seca e preta, e as manchas equimóticas da pele tornaram-se secas e pretas, 368.
-
Língua fria, 341.
-
Ardor na língua, 273.
-
Sensação na língua como se houvesse bolhas nela, 374.
-
Boca em geral. [3030.]
-
Ulcerações aftosas na boca e na língua, 248.
-
Sensações pungentes na boca e na faringe (após um quarto de hora), 272.
-
Calor queimante na boca e no ânus, 355.
-
Saliva.
-
Grau invulgar de salivação, 287.
-
Cuspia muito, 227.
-
Secreção salivar abundante, como se estivesse salivado (segundo dia), 330.
-
Paladar.
-
Sabor ardente e adstringente na boca, 373.
-
Um deles queixou-se de um sabor nauseoso (segundo dia), 344.
-
Sabor de fuligem na boca, 282. [3040.]
-
Havia já algum tempo que tinha gosto metálico na boca e na garganta, 328.
-
Forte gosto metálico (cúprico) na boca, 334.
-
Fala monossilábica, trémula, 372.
SUPLEMENTO: ARSENICUM ALBUM. GARGANTA.
-
Espasmos na garganta, 353.
-
Secura da garganta, 371.
-
Secura da garganta e da língua, 297.
-
Difterite, 301.
-
Dor de garganta, 376.
-
Dor de garganta, em maior ou menor grau, durante três anos, 382.
-
Constrição dolorosa da garganta, 351.
-
Leve sensação de constrição na garganta, 317.
-
Sensação de estrangulamento na garganta, 336.
-
Sensação de arranhadura na garganta, 374.
-
Aspereza da garganta (um caso), 278.
-
Sensação de rouquidão na garganta, 314.
-
Ardor na garganta, 248.
-
Sensação de ardor na garganta, 374.
-
Dor intensa em queimação na garganta, 264.
-
Dois observaram que tinham ardor na garganta (após cinco a sete minutos), 274. [3060.]
-
Calor na garganta e no estômago, 360.
-
Calor e mal-estar na garganta, com rouquidão, 238.
-
Pouco depois de passar a ocupar o quarto, começou a ter amigdalite, com língua e boca secas, e afinal esses sintomas continuaram durante quase todo o inverno; aumentou muito marcadamente de peso, tornou-se dispéptico e tinha hálito fétido, com uma sensação geral de mal-estar, 378.
-
No céu da boca e na úvula havia pequenas proeminências esbranquiçadas, arredondadas e acuminadas; aparentemente, a membrana que cobria o palato, os ossos palatinos e o véu palatino estava descolada nessas partes por um líquido esbranquiçado, 238.
-
Rubor das fauces com ulceração aftosa, 269.
-
Mal-estar nas fauces, 266.
-
Ardor simples no esófago, estendendo-se ao estômago, mas raramente doloroso quando a dose não é considerável, 317. [3070.]
-
Disfagia, 248.
-
Deglutição muito dolorosa por causa da constrição espasmódica da garganta, 355.
ESTÔMAGO
-
Apetite e Sede.
-
O aumento do apetite é marcante, e é quase sempre observado quando a dose é fraca. Uma dose forte produz efeitos opostos, tais como diminuição e até perda completa do apetite, náusea e vómitos, 317.
-
Sem apetite, 250 , etc.
-
Não havia apetite; comer tornara-se um acto forçado, 388.
-
Grande repugnância estomacal, 263.
-
Aversão a alimentos de origem animal, 343.
-
Sede intensa, com desejo constante de água fria, que nem mesmo na menor quantidade podia ser retida, 328.
-
A sede é tanto mais excessiva quanto maior a quantidade de Arsénico ingerida, 317.
-
Pirose, 291.
-
Azia, 240.
-
Náusea e Vómitos.
-
Náusea logo, 259.
-
Vontade de vomitar, 290.
-
Cinco centigramas de ácido arsenioso tomados à ceia causaram náusea e dor de cabeça na manhã seguinte, com ligeira diarreia, tudo desaparecendo no decurso do dia, 318.
-
Náusea, seguida de vómitos de matéria biliar verde e muco viscoso, persistindo por trinta horas, 269.
-
Náusea (após três horas); frequentes e muito intensos esforços para vomitar, embora nada fosse expelido (após cinco horas); vómitos incessantes durante duas horas (após seis horas), 293.
-
Náusea e vómitos, 358. [3090.]
-
Em uma hora estava continuamente com ânsias, e por vezes vomitando, com violentos espasmos do estômago e dos intestinos; pulso fraco e rápido; frequentes evacuações diarreicas escuras, com sangue; frequente frieza das extremidades. No dia seguinte queixou-se de sensibilidade dolorosa no estômago, 228.
-
Náusea e fluxo de saliva viscosa pela boca, com calor nas fauces, estupor, pulso pequeno e frequente (após quarenta minutos), 272.
-
Cerca de uma hora depois teve náusea, sensação de distensão do estômago, com grande dor, como se houvesse fogo dentro dele, ardor na boca e, subsequentemente, vómitos de um líquido esverdeado; a isto acrescentaram-se rapidamente ardor na garganta e ao longo do esófago, tenesmo retal urgente, com ligeira eliminação de muco, escoriação do ânus. Durante a última parte da enfermidade teve descargas sanguinolentas provenientes do estômago, 270.
-
Terríveis esforços para vomitar, sem êxito, 366.
-
Ligeiro mal-estar no estômago (após cinco minutos); ânsias, com ligeiro vómito (após dez minutos), 346.
-
Vómitos e diarreia, seguidos de colapso, 373.
-
Dor e vómitos, 289.
-
Vómitos (após algumas horas); matéria vomitada rósea, 292. [3100.]
-
Bebida imediatamente rejeitada, 265.
-
Vómitos persistentes, 341.
-
Vómitos intensos, quase imediatamente, 271.
-
Vómitos intensos e sede, 331.
-
Vómitos crónicos, 336.
-
Ficou muito mal e vomitou frequentemente; por vezes vomitou sangue, 286.
-
Depois de beber leite, ou após um forte acesso de vómitos, ela recaía na cama, totalmente prostrada e, após ficar quieta por algum tempo, começava a agitar as pernas e os braços, a queixar-se de muita dor e de náusea, o que terminava em vómitos e prostração como antes, 309.
-
Vómitos súbitos e violentos, terminando em abortamento, e depois em morte, 253. [3110.]
-
Os vómitos eram acompanhados de muita angústia e grande prostração das forças, e de sensação de aperto na garganta, 248.
-
Vomitou muito, sobretudo, pelo que foi eliminada grande parte do veneno, 333.
-
Vómitos durante muitas horas, durante as quais ela ficou muito prostrada. Nada lhe permanecia no estômago; continuava a vomitar uma matéria esverdeada, estriada de sangue, 332.
-
Vomitou alimentos semidigeridos, 264.
-
Vómitos súbitos de alimentos, misturados com bile, 374.
-
Encontraram-no deitado na cama com uma bacia cheia de líquido aquoso e espumoso junto dele, que acabara de lançar. Começara a vomitar dez minutos após engolir a água, e isso continuava até então (quase duas horas). Nada lhe permanecia no estômago; a água era vomitada imediatamente após a deglutir. Os vómitos eram indolores, 388.
-
Vómitos de líquido glairoso, de manhã, 291.
-
Vómitos de substâncias glairosas tingidas de sangue, 367.
-
Vómitos de muco de manhã, com aumento da secreção salivar, 296. [3120.]
-
Vomitou duas ou três vezes um líquido amarelado (após seis horas), 262.
-
Vómitos frequentes, aquosos e biliosos, 361.
-
Vómitos biliosos reiterados, 372.
-
Vómitos, a princípio biliosos, depois com sangue, 273.
-
Vómitos estriados de sangue, 267.
-
Vómitos de sangue, 266.
-
Vómitos frequentes de sangue, 371.
-
Num caso, foram vomitadas algumas gotas de sangue, 344.
-
Apareceu sangue nas matérias vomitadas e nas evacuações intestinais, 368.
-
Vomitou repetidamente uma espécie de matéria avermelhada, 239. [3130.]
-
Vómitos verdes, 276.
-
Vómitos ao beber; vómitos verdes, 281.
-
Vómitos, mais tarde de uma bile verde insolúvel, 277.
-
Vomitou matérias de um verde vivo, cor de erva, 323.
-
Vómitos persistentes de matéria verde, 362.
-
As matérias vomitadas eram um líquido aquoso acastanhado, que se tornava verde ao repouso, 290.
-
Estômago.
-
Membranas mucosas geralmente pálidas e anémicas, 374.
-
Dispepsia sob várias formas, 296.
-
Havia três ou quatro semanas que tinha sintomas dispépticos e, frequentemente, dor após as refeições, e pouco podia ingerir além de papa de aveia ou outros alimentos leves farináceos, 328.
-
Gastrite em rápido agravamento, colapso e morte treze horas após o envenenamento, 333. [3140.]
-
Gastrodinia violenta, 291a.
-
Estomatite (terceiro dia), 361.
-
Acentuada dor à pressão firme no epigástrio (após cinco horas), 293.
-
Dor à pressão no epigástrio e na parte superior do abdómen (após o segundo dia), 312.
-
Estômago e abdómen sensíveis e dolorosos ao toque, 352.
-
Ligeira dor à pressão no epigástrio, 273.
-
Sensibilidade do epigástrio, 359.
-
Mal-estar geral no estômago, seguido de náusea e vómitos, 364. [3150.]
-
Dor intensa em queimação no estômago, 264.
-
Sensação de ardor estendendo-se do piloro à garganta, 296.
-
Dor em queimação no epigástrio e sobre a parte superior do abdómen, especialmente à pressão, 308.
-
Dor em queimação no estômago (após cinco horas); aumentada (após seis horas), 293.
-
Dor em queimação no estômago (após meia hora); aumento do ardor na porção cárdica do estômago (após três horas), 330.
-
Ardor no estômago, grande sensibilidade do epigástrio e cãibras, 279.
-
Horrível ardor no estômago, com muita sede, 386.
-
Em dez minutos ficou muito mal. Durante a noite houve muita dor em queimação no estômago. Dor no estômago e nos intestinos, e ligeira dor à pressão; maior sensibilidade na extremidade maior do estômago do que em qualquer outra parte do abdómen, 250.
-
Dor picante no estômago, 325. [3160.]
-
Sensação de frio no epigástrio, 286.
-
Calor no estômago, na garganta e na boca, 247.
-
Calor excessivo no estômago e ardor como fogo, 364.
-
Sensação de plenitude no estômago, 291.
-
Sensação constante de o estômago estar sobrecarregado, 296.
-
Sensação constante de o estômago estar sobrecarregado de manhã cedo, 287.
-
Dor espasmódica, contorcendo-se, revolvendo-se, gemendo e fazendo expressões singulares. Ao chegar à casa, encontraram-na mais livre da dor, mas com sensação de calor queimante na garganta e no estômago, 258.
-
O estômago parecia dar saltos, e seguiram-se dor acentuada e vómitos. A matéria vomitada era líquida, aparentemente a água que tinha bebido, e isso aliviava-o. As dores, porém, logo voltavam e eram muito agudas por todo o ventre, 259.
-
Dor no estômago, 265.
-
Dor no estômago ao beber, 262. [3170.]
-
Dor à pressão sobre o estômago, 264.
-
Ao fim de três dias, tinha dor no estômago. Com a continuação das aplicações, tornou-se excessiva; seguiu-se tremor convulsivo dos músculos, e morreu. Verificou-se que o estômago estava inflamado no mais alto grau, 237.
-
Dor e calor na região do estômago e na parte inferior do tórax, 238.
-
Dor muito intensa no epigástrio e no tórax, 354.
-
Dor muito intensa no epigástrio, agravada pela pressão, 347.
-
Dor extremamente aguda no estômago, 352.
-
Dor intensa na região do estômago, não materialmente aumentada pela pressão, 328.
-
Constrição da região epigástrica, 341.
ABDÓMEN
-
Sensação como de uma barra em torno dos flancos, 348.
-
Tendência a deitar-se sobre o abdómen, 386. [3180.]
-
Abdómen muito tumefeito e timpânico, 328.
-
Abdómen distendido, doloroso, 349.
-
Abdómen meteórico, doloroso, 355.
-
Ventre timpânico, 279.
-
Músculos abdominais tensos, contorno bem definido; a pressão firme provocava ligeira dor no hipocôndrio direito, 290.
-
Abdómen retraído, sem dor, 362.
-
Abdómen retraído, 341.
-
Perturbação mucosa dos intestinos e cólica, 315.
-
Aumento da contratilidade do intestino e do estômago; aumento da ação peristáltica dos intestinos, 317. [3190.]
-
Abdómen sensível à pressão e algo distendido, 289.
-
Abdómen doloroso, sensível ao toque, 357.
-
Mal-estar esporádico no abdómen e, por vezes, esforços infrutíferos para evacuar, 238.
-
Cólica constante, 251.
-
Dor cólica surda nos intestinos, 343.
-
Intestinos com cólicas e evacuação livre, 263.
-
Dores cólicas, 296.
-
Dor muito intensa no abdómen, especialmente na região epigástrica, 374.
-
Dor no abdómen e sensibilidade ao toque, 307. [3200.]
-
Dor referida ao abdómen superior, mas não muito aumentada pela pressão, 309.
-
Dor e sensibilidade em todo o abdómen (após três horas), 330.
-
Dores atrozes no ventre, 290.
-
Dor em queimação muito intensa no abdómen, 345.
-
Dor intensa em queimação nos intestinos, 264.
-
Dor intensa em queimação em todo o intestino, mas particularmente no lado, 245.
-
Calor queimante nos intestinos, 358.
-
Dor pungente nos intestinos, 323.
-
Dores incisivas nos intestinos (segundo dia), 330.
RETO E ÂNUS
-
Sensação peculiar de ardor e dor na extremidade do reto; inclinação para evacuar, mas de modo algum da natureza de tenesmo retal, 236. [3210.]
EVACUAÇÕES
-
Diarreia.
-
Tendência a diarreia disentérica, 383.
-
Diarreia frequente, 343.
-
Purgação; as evacuações eram inodoras e malsãs, 248.
-
Sobreveio diarreia em duas mulheres, uma das quais havia tomado um purgante na manhã prévia (segundo dia), 344.
-
Diarreia, com grande prostração das forças, 307.
-
Evacuações que o enfraqueciam tanto que ele se sentia desfalecer. Não conseguia voltar para a cama, seus membros inferiores tremiam, e sua debilidade era extrema. A debilidade em ambos os homens foi melhorada por vinho branco, 239.
-
Diarreia aguada, sem dor, de cor verdosa, 388.
-
Evacuações involuntárias, serosas e corrosivas, como se houvesse fogo ardente no ânus, 357. [3220.]
-
Purgação (após algumas horas); evacuações de um líquido branco coalhado, 292.
-
Evacuações muito numerosas, 263.
-
Duas evacuações ralas por dia, 366.
-
Evacuações líquidas abundantes, 372.
-
As evacuações, 372.
-
As evacuações são mais frequentes e menos consistentes, mas isso raramente, ou nunca, se transforma em verdadeira diarreia, e mais raramente ainda em disenteria, 317.
-
Em duas ocasiões, uma delas em minha própria casa, atribui-se-lhe disenteria; e evacuações com sangue em três casos, 389.
-
Purgação com sangue e tenesmo retal, 276.
-
Evacuações com sangue, 372.
-
Evacuações intestinais com sangue, 371. [3230.]
-
Evacuações aguadas, verdosas, involuntárias (após 6 horas), 262.
-
Evacuações verdes frequentes, 349.
-
Evacuações frequentemente ralas, com partículas grumosas, 341.
-
Evacuações pretas e sólidas (terceiro dia), 361.
-
Constipação intestinal.
-
Evacuações secas, e apenas a cada poucos dias, 374.
-
Impulsos frequentes para evacuar, com eliminação de pequenas quantidades de um líquido vermelho-tijolo (um caso), 271.
-
Com exceção de uma diminuta porção de fezes muito duras, nada foi evacuado até o 6º dia, quando ela tomou uma dose de óleo de rícino, após o que sua função intestinal se normalizou, 240.
Órgãos urinários
-
Dores muito intensas nos rins, na bexiga urinária e no pénis, 367.
-
Uretrite, 390. [3240.]
-
Esforços frequentes para urinar, 367.
-
Urinou frequentemente, 238.
-
Urinação frequente, dor na bexiga urinária, 270.
-
Micção difícil, porém sem dor. Após oito meses, a dificuldade para urinar ainda persistia, 269.
-
Micção muito difícil e dolorosa (terceiro dia), 361.
-
Urinou com dor, sendo a urina vermelha (quarto dia), 239.
-
Dor ao urinar, 284.
-
A urina é mais abundante e mais frequente. Essa eliminação aumentada de urina alterna com a transpiração cutânea, e é tanto mais acentuada quanto mais seca estiver a pele, 317.
-
Urina muito escassa (segundo dia), 373. [3250.]
-
Supressão de urina; retirou-se por cateter uma quantidade muito pequena, que, testada com o líquido de Fehling, mostrou conter açúcar, 341.
-
Urina escassa, com depósito de urato de amônio, 281.
-
Urina escura e escassa, 302.
-
Urina com sangue, 284.
-
A urina, a princípio, vermelha, 345.
-
Retirou-se por cateter uma quantidade muito pequena de urina, que, com o líquido de Fehling, deu a reação característica de glicosúria, 362.
ÓRGÃOS SEXUAIS
-
Inchaço excessivo e dores intoleráveis no pénis, com violentos esforços para miccionar, 367.
-
Priapismo frequente, 270.
-
A ingestão de Arsênico causa forte desejo sexual, 329. [3260.]
-
Ele pensava que os genitais tinham sido excitados pelo Arsênico, 328.
-
Parto prematuro, 289.
-
Posso atribuir-lhe aborto e hemorragia uterina, sofrimento uterino, os quais cederam quando a causa foi removida, 289.
APARELHO RESPIRATÓRIO
-
Bronquite, que cedeu lentamente, 285.
-
Voz.
-
Espessamento e aspereza da voz, 291a.
-
Voz rouca, sem sonoridade, 373.
-
Voz débil, 341.
-
Voz fraca e baixa, 309.
-
Voz trémula, 357. [3270.]
-
Voz apagada, 308.
-
Tosse e Expetoração.
-
Tosse, 294.
-
Tosse curta, 276.
-
Tosse curta, seca, irritativa, 326.
-
No dia anterior à morte havia tosse e estertores mucocrepitantes (sem macicez) na parte posterior dos pulmões, 277.
-
Tosse, pior à noite, provocada por cócegas na garganta, pior ao falar, provocando dor no abdómen, com expetoração esverdeada, 376.
-
Tosse, especialmente de manhã, com expetoração de massas purulentas viscosas, porém bastante escassa, 374.
-
Tosse, com expetoração amarelada e estertores brônquicos no tórax, 269.
-
Respiração.
-
Respiração apressada, 334. [3280.]
-
Respiração 25 por minuto (após cinco horas); 30 (após seis horas); mais laboriosa e rápida (após dez horas); cessou completamente (após doze horas), 293.
-
Respiração rápida e audível, 260.
-
Respiração lenta, 362.
-
Respiração laboriosa, suspirante, 357.
-
Dificuldade em respirar, que durou até à morte, 276.
-
A respiração torna-se mais fácil e é acompanhada por certa sensação de conforto, 317.
-
Dispneia, 293.
TÓRAX
-
Os músculos peitorais pareciam atrofiados, de modo que o tórax apresentava um aspecto peculiarmente escavado, 374. [3290.]
-
Certa opressão no tórax, com respiração difícil, 236.
-
Opressão e secura no tórax, 271.
-
Queixava-se de sintomas dos pulmões, que se verificou estarem congestos, 328.
-
Sensação de peso sobre o tórax, 352.
-
Dor muito intensa no tórax e no estômago, 367.
-
A princípio, falar fazia a dor subir em pontadas pelos lados do tórax, 290.
-
Dor ardente no tórax, ao longo do esterno, 325.
-
Abalo no ápice do pulmão direito, com som à percussão algo mais elevado do que no esquerdo; à auscultação havia aí murmúrio vesicular aumentado e estertores húmidos grossos e finos; a tosse e a expectoração desapareceram após alguns dias, quando não mais se observaram sinais no pulmão direito, 374.
-
Dor no lado direito do tórax, 372.
CORAÇÃO E PULSO
-
Muito acentuado bruit de souffle do coração (oitavo dia), 359. [3300.]
-
Batimento tumultuoso do coração, porém sem pulso, 348.
-
Ação cardíaca rápida e vacilante (após cinco horas e meia), 292.
-
Ação cardíaca rápida, débil, sem pulso no punho, 362.
-
Ação cardíaca débil e irregular, 355.
-
Palpitação, 327.
-
Pulso rápido, 260.
-
Pulso muito rápido e quase imperceptível, 308.
-
Pulso rápido e extremamente débil (após seis horas), 262.
-
Pulso débil, rápido, 289.
-
Pulso a 160 e muito fraco, 281.
-
Pulso acima de 120, um tanto desigual, 236.
-
Pulso de 120 a 130, mas não duro, 260.
-
Pulso filiforme, de 120 a 130, e, em dois casos, algo intermitente, 284.
-
Pulso 120, mole, ligeiramente saltitante (segundo dia), 323.
-
Pulso 110, regular, porém mole e fraco, 328.
-
Pulso 100, cheio e compressível; depois, rápido e trêmulo; este último, fraco, 264.
-
Pulso 100 e fraco, 250.
-
Pulso rápido, em corda, 271.
-
Pulso rápido e, a princípio, algo saltitante, porém reduzido em força e frequência, 331.
-
Pulso duro, febril, 369.
-
Pulso ligeiramente acelerado (após três horas); 126 e com volume deficiente (após cinco horas); 130 e débil (após seis horas); cessou nos punhos (após dez horas), 293.
-
O pulso tornou-se mais cheio e frequente, mas voltou a cair, e só batia com maior força e frequência quando a dose era aumentada, 317.
-
Pulso cheio e forte, 347.
-
Pulso muito fraco, 265.
-
Pulso pequeno, 37.
-
O pulso tornou-se pequeno e filiforme, 355. [3330.]
-
Pulso pequeno, irregular, 352.
-
Pulso muito irregular, 355.
-
Pulso 50 e mole (após meia hora); pequeno e filiforme (após três horas), 330.
-
Quase sem pulso, 332.
-
Pulso imperceptível no punho ou na têmpora, e percebido sobre o coração, batendo debilmente a 150 por minuto, 245.
PESCOÇO E DORSO
-
A extensão completa da mão não era inteiramente possível e era dolorosa, 374.
-
Dores no dorso, 374.
-
Dor intensa no dorso, 344.
-
Dores lacerantes agudas na porção inferior da coluna vertebral, 265. [3340.]
EXTREMIDADES
-
Em dois casos de meu conhecimento, as unhas mudaram de cor e se destacaram em lâminas, 389.
-
As unhas eram de cor amarelo-acastanhada suja, com sulcos longitudinais e fissuras, 374.
-
Unhas lívidas, violáceas, 362.
-
Inchaço dos membros, 251.
-
Os músculos das extremidades superiores e inferiores estavam atróficos, 374.
-
Braços e pernas paralisados, com dores muito intensas nos músculos e nos intestinos, 227.
-
As extremidades superiores e inferiores tornaram-se paralisadas, fato observado pela primeira vez após cinco semanas; ao tentar levantar-se da cama, as pernas lhe faltavam, e ela era incapaz de se erguer sem ajuda, 374.
-
Extremidades rígidas e dolorosas, com espasmos, 334.
-
Abalos convulsivos esporádicos dos músculos dos membros, 308. [3350.]
-
Tremor dos membros durante o ataque, 370.
-
Os membros tremem, não conseguem sustentar o corpo, 369.
-
Excitação dos músculos das extremidades, 317.
-
Agitação constante das mãos e dos pés, 352.
-
Paralisia iminente de ambos os braços e do lado direito e da perna, 388.
-
Os músculos flexores dos quatro últimos dedos de cada mão e de todos os artelhos estavam em estado de contratura, e as duas últimas falanges estavam fletidas sobre a primeira, e as polpas dos dedos das mãos e dos pés repousavam sobre as palmas e as plantas, em consequência do que o paciente andava com grande dificuldade, 365.
-
Perda quase completa da força nas extremidades, mais acentuada no lado esquerdo, sem perda da sensibilidade (sétimo dia, 359.
-
Lassitude nas extremidades, 364.
-
Insensibilidade marcante das mãos e dos pés, 248.
-
Entorpecimento e dor nos braços e nas pernas, 241. [3360.]
-
Formigamento nos membros, 282.
-
As pernas e os braços sentem como se algo os estivesse roendo, 250.
-
Dores nos membros, 290.
-
Dores agudas nos membros, 364.
-
Dores erráticas nas extremidades, especialmente nos braços, que não tinham sua força usual, 238.
-
Sete meses antes de sua morte ela teve um violento ataque de neuralgia do ombro, que depois se estendeu a ambas as virilhas, ao tórax e às costas; isto foi melhorado por algum tempo, mas continuou com a mais agonizante intensidade; o abdómen tornou-se enormemente timpânico; seguiu-se lentamente paraplegia muscular, e ela faleceu, 305.
MEMBROS SUPERIORES
-
Braços em movimento constante ao redor da cabeça, como se apanhassem alguma coisa acima da cabeça, 260.
-
Tumefação dolorosa do braço e da mão direitos, 367.
-
Os braços e as mãos tornaram-se doloridos, gangrenaram e desprenderam esfacelos, 316. [3370.]
-
Dores nos braços, especialmente no esquerdo, no qual ele havia perdido em certa medida a força (após seis dias). Os movimentos das mãos estão muito menos comprometidos do que os do braço e do antebraço; em especial, a capacidade de dobrar o antebraço sobre o braço está quase completamente perdida, 239.
-
Sensação de formigamento nas axilas durante oito dias, 269.
-
Nem a extensão nem a flexão da mão eram completas, 374.
-
Os espaços interósseos no dorso das mãos eram sulcos profundos; as mãos pareciam pertencer a um esqueleto; as palmas formavam concavidades profundas, 374.
-
Dedo cerrado, 332.
-
O mais marcante era a completa imobilidade dos dedos, que estavam fletidos nas suas duas primeiras articulações falângicas, formando um punho incompletamente fechado, 374.
-
Sensação de entorpecimento nos dedos, estendendo-se pelo braço, terminando em perda completa do sentido do tato, 374.
MEMBROS INFERIORES
-
Paralisia dos membros inferiores, 358.
-
Paralisia completa das extremidades inferiores, 364. [3380.]
-
Em um caso, que recuperou ao cabo de um mês, houve paralisia parcial dos membros inferiores e descamação da epiderme, 273.
-
Nos membros inferiores, os músculos da coxa estavam débeis e moles, e a barriga da perna formava apenas um feixe flácido de fibras; o pé da doente permanecia em posição estendida, de modo que o dorso do pé formava uma linha com a crista da tíbia, enquanto, ao mesmo tempo, a borda interna do pé se voltava um tanto para dentro e para cima, e a superfície plantar olhava para dentro e para trás; o peito do pé formava com a tíbia um ângulo dirigido para dentro e para diante, e as articulações do tornozelo e do pé eram fracas, e, ao fletir a perna, o pé podia ser movido de maneira muito frouxa; os artelhos também estavam fletidos e o movimento muito restringido, 374.
-
Membros inferiores frios, rígidos e sem poder de movimento (segundo dia), 229.
-
Hiperestesia dos membros inferiores; o mais leve toque fazia a doente soltar gritos (após vários dias), 361.
-
Sensação curiosa nos membros inferiores (um caso), 260.
-
Dores violentas nos membros inferiores, 372.
-
Dor nos joelhos, 285.
-
Paralisia das pernas, 282.
-
A picada aguda de um alfinete não produzia efeito na perna esquerda, e foi necessário um beliscão forte para provocar movimento na direita, 302.
-
Espasmos nas pernas, 265. [3390.]
-
Contratura dos extensores das pernas, 303.
-
Tanta fraqueza nas pernas que ele com dificuldade conseguiu entrar na cama, 259.
-
Falta de força nos pés e nas pernas (sexto dia); alguns dias depois teve inchaço dos pés, com entorpecimento e formigueiro nos membros inferiores, 240.
-
Cãibra numa perna (em quatro horas), 229.
-
Muitas cãibras nas pernas, 272.
-
Cãibras dolorosas nas pernas, 290.
-
Cãibras nas pernas (após cinco horas); aumentadas (após seis horas), 293.
-
Dolorimento muscular nas pernas (após três horas), 330.
-
Cãibras violentas e crescentes nas barrigas das pernas, 334. [3400.]
-
Sensação de água quente escorrendo pelas barrigas das pernas, do joelho ao tornozelo, durante seis horas; primeiro na perna esquerda, depois na direita, 339.
-
Dores em picadas em ambas as pernas, desde as plantas dos pés até cerca de duas polegadas acima dos joelhos. A sensibilidade estava completamente perdida na perna esquerda, e consideravelmente diminuída na direita. Em ambas havia perda total de toda a força motora. Ela disse que fora incapaz de se locomover nas últimas duas semanas, e que, por algumas semanas antes disso, já tivera dificuldade considerável em fazê-lo (após três meses), 302.
-
Inchaço dos pés (um caso), 278.
-
Sensação como de penugem nas plantas dos pés, com formigueiro e dor; esse entorpecimento e essa sensação dolorosa estenderam-se gradualmente pelas barrigas das pernas e coxas, associado a dores que a doente descrevia como se fossem causadas por instrumentos cortantes, 374.
SUPLEMENTO: ARSENICUM ALBUM. GENERALIDADES.
-
Sucumbiu com sintomas tifoides, 277.
-
A mulher sucumbiu em estado tifoide quatro dias e vinte horas após tomar o veneno, 256.
-
Quando foi vista ao fim de três meses, estava de cama, com aspecto pálido e macilento, 302.
-
Foi encontrada doente às 3 da tarde, mas de início não queria falar nem tomar coisa alguma. Depois, tomou o que lhe foi oferecido. Havia grande dor no estômago, vómitos frequentes e intensos; soluços ocasionais. Permaneceu cerca de trinta e oito horas nesse estado; então foi acometida por acessos convulsivos ocasionais e ligeiros, e morreu em convulsão, mais de quarenta horas depois de ter sido vista pela primeira vez pelos vizinhos, 311. [3410.]
-
Cerca de uma hora depois foi trazida em estado de esgotamento; pulso quase imperceptível; pele fria; pupilas fixas; incapaz de responder quando lhe falavam; a pressão na região epigástrica causava dor excessiva, sob a qual ela se contorcia e emitia algum som imperfeito; língua seca; parecia desejar beber sem cessar. As lavagens do estômago retornavam tingidas de sangue; morreu, 246.
-
Foi encontrada na cama, bocejando e tendo algumas arcadas, e queixando-se de cefaleia, enjoo e dor nos intestinos. Sede, sensação de frio e um pouco de vómito. Quatro horas mais tarde tornou-se subitamente azul no rosto, deu uma ou duas inspirações e expirou sem luta, 243.
-
Intoxicação arsenical, que começa com conjuntivite, olhos brilhantes e anasarca, simulando aumento de gordura; terminando num esqueleto com a pele aderida aos ossos, afundando lentamente para o túmulo, 313.
-
Todos pareciam sofrer da mesma afecção, nem conseguiam explicar bem como se sentiam. À noite estavam piores do que durante o dia, e sempre muito inquietos, com os músculos da face marcados por uma espécie de repuxamento, 319.
-
Em um caso (Flecker), se ele o interrompe por catorze dias, sente rigidez nos pés, com lassidão geral e desejo de outra dose. Se toma uma dose cheia, elimina grande quantidade de gases do estômago, 329.
-
Depois de passar algum tempo no quarto, saía completamente exausta; estava muito pesada e entorpecida, tornava-se inchada, e em geral ia decaindo. Havia algum tempo tinha uma úlcera na face, que não cedia ao tratamento médico, 379.
-
O seu caso era semelhante ao da senhora mencionada primeiro, marcado, porém, por manifestações febris mais violentas e delírio, e ele esteve por algum tempo em perigo de vida. Um olho perdeu-se pelas sequelas da conjuntivite, e o outro ficou permanentemente lesado. Durante muito tempo foi incapaz de dormir, 381.
-
Foi encontrada deitada na escada, aparentemente em grande agonia, e queixando-se de dor em queimação no estômago, com arcadas violentas, cefaleia e sede acentuada (primeira noite). Pela manhã, muito melhor; o rosto afogueado e inchado, e queixava-se de dor em queimação no estômago, cefaleia e tontura (segundo dia), 231.
-
Grande dor e calor queimante no estômago, cefaleia, sede imediata, vómitos e purgação, com dejeções alvinas verde-azeitona, tensão do abdómen, o rosto inchado, calafrios frios, alternando com afrontamentos; a luz doía nos olhos; dores expulsivas mais ou menos constantes nos lombos (primeiro dia). Incapaz de suportar uma luz forte; pulso 130; essa circulação acelerada era acompanhada de sensações constantes de desfalecimento; dores expulsivas, com a dor nos lombos algo aliviada (segundo dia). Dor constante nos lombos, com ocasional pressão do útero para baixo, a sede um tanto menos urgente, pulso 110, cefaleia, vertigem, grande intolerância à luz, língua branca e húmida, pele quente, palpitações frequentes do coração e sensação constante de desfalecimento; um entorpecimento estendendo-se do lado direito até o pé; o ardor do estômago era excitado e aumentado pelo movimento da criança in utero; o rosto estava afogueado e inchado, e a língua e os lábios doloridos, o que se estendia ao longo do esófago (terceiro dia). Cefaleia violenta, e continuava a ter grande aversão à luz, pois esta, logo ao incidir, aumentava a cefaleia; por vezes o coração palpitava fortemente, a sede era considerável, o pulso 100, a língua menos saburrosa e húmida, a criança in utero movia-se com vigor, e sempre que isso ocorria a dor no estômago aumentava, com enjoo (quarto dia). O pulso continuou em 100, ou por volta disso, durante uma quinzena depois. Ela completou o termo, e nasceu uma menina muito robusta, após um trabalho de parto seguro, porém demorado, 233.
-
Sede urgente, algo aliviada por lavar frequentemente a boca com água fria (primeiro dia). Todos passaram uma noite inquieta; os vómitos em cada um haviam diminuído muito, a dor no estômago ainda violenta, que todos comparavam a uma fornalha, ou a ferros em brasa; dejeções alvinas mudando para uma cor apropriada, mas entremeadas por estrias verdes, e altamente fétidas; pele quente e seca; o pulso rápido, variando em cada caso de 100 a 130, grande sede e cefaleia violenta; língua branca e húmida (segundo dia). Rosto inchado, com vermelhidão fixa, mais ou menos sob os olhos e sobre os malares; vomitaram duas ou três vezes durante a noite, por terem bebido quantidades demasiado copiosas dos diluentes, e cada um queixava-se de a língua e os lábios estarem doloridos e inchados. À noite os sintomas febris haviam diminuído um pouco; a dor no estômago era intensa, por vezes remitindo e de novo retornando com maior violência, com enjoo e vómitos, muita dor na cabeça, sede considerável, e ventre solto (terceiro dia). Os sintomas febris cederam. Queixavam-se de uma variedade de estranhas afecções nervosas, formigueiros e sensações de ardor nas mãos e nos pés (quarto dia), 232, 233, 234, 235. [3420.]
-
Ardor no estômago, vómitos, sede desordenada, cefaleia, rosto inchado, tensão do abdómen; sintoma purgativo moderado; fisionomia afogueada, particularmente na parte superior das faces (primeiro dia). Pulso 90, pele temperada, língua húmida e mais limpa; os vómitos tinham cessado, mas o estômago doía muito; queixava-se de extrema lassidão; rosto afogueado (segundo dia). Dor no estômago ocasionalmente incômoda, apetite a voltar, rosto menos inchado, mas afogueado e vermelho sob os olhos e sobre os malares, estendendo-se em direção às orelhas (terceiro dia), 234.
-
Foi encontrada na cama, no começo da noite, sofrendo muito de enjoo, vómitos e purgação. Continuou a piorar toda a noite. Na manhã seguinte os sintomas eram muito semelhantes aos da cólera, exceto que a matéria vomitada parecia borras de café diluídas. Estava extremamente carrancuda e silenciosa, não respondia a pergunta alguma, e preferia suportar a sede a pedir bebida. Pulso fraco, língua branca, epigástrio doloroso à pressão. No dia seguinte os sintomas estavam muito agravados. A fisionomia assumira um aspecto abatido e uma coloração chumbo-escura. Tudo o que entrava no estômago era imediatamente rejeitado, e a purgação também era frequente, com dor e esforços. Esse estado continuou com pouca variação até a manhã seguinte, quando morreu convulsionada, sessenta horas depois de os primeiros sintomas terem sido notados, 310.
-
Alguma inquietação durante a noite, com vigília e ligeira dor no estômago. Pela manhã ela ficou enjoada e queixou-se de sede intensa; a dor no estômago tornara-se muito mais intensa. Durante o dia o enjoo aumentou, e foi purgada repetidamente; a fisionomia parecia afilada e os membros frios. Deste estado recuperou logo, e na noite seguinte (quarta-feira) ficou animada e dormiu confortavelmente, embora fosse afligida uma ou duas vezes pela sede, que ainda a afetava. Na manhã de quinta-feira estava pior, fria e sonolenta; era evidente que estava morrendo; rosto pálido e ansioso; membros frios e cobertos de suor viscoso; pulso mal perceptível; e jazia em estado de coma incipiente. A partir desse momento (9 horas) tornou-se cada vez mais comatosa, e foi definhando gradualmente até às 12, 281.
-
Olhos um pouco congestionados, com ligeira lividez na porção interna das pálpebras inferiores; pele húmida, pulso acelerado, pequeno e fraco; vomitou várias vezes copiosamente, e nesse intervalo teve uma dejeção natural copiosa; a princípio formada, depois líquida, sem sangue; enquanto evacuava, vomitou no chão cerca de duas onças de matéria semelhante a papa, tingida de amarelo pela bílis, 252.
-
Vómitos e purgação; vómitos a princípio muito violentos e frequentes; purgação ocasional, às vezes com sangue; dolorimento da boca, e dor na garganta, no estômago e nos intestinos; disfonia e respiração oprimida (até ao quinto dia); pulso 120, cheio, macio e regular; pele quente e seca; língua ressequida e escoriada; garganta internamente salpicada de pequenas úlceras brancas; voz rouca e fraca; respiração rápida e laboriosa; deglutição dolorosa e difícil; ventre arredondado, inchado e doloroso, porém não sensível ao toque; muito extenuada, e queixando-se de dolorimento geral (quinto dia); pulso 120 e latejante; respiração difícil; língua vermelha e ressequida; gengivas dolorosas e brilhantes, sem sialorreia; dolorimento na garganta, descendo ao longo do esófago para o tórax, e havia uma escoriação de cada lado da úvula, uma úlcera branca na amígdala esquerda, e vermelhidão e sensibilidade dolorosa no restante da garganta e na parte posterior do céu da boca; engolia com tal dificuldade que pequena quantidade de qualquer líquido causava arquejo violento, tosse apressada e muita dor; queixava-se ainda de enjoo e dor surda, e dor à pressão no estômago e nos intestinos, e também de dor nos pés e nas pernas. Os vómitos continuaram a retornar durante todo o dia. À noite a febre havia aumentado; as dores nos pés e nas pernas eram mais intensas; e ela queixava-se de dolorimento e sensibilidade dolorosa dos lábios pudendos; embora em nenhum dos dois locais se pudesse descobrir qualquer aspecto anormal (sexto dia); algum delírio à noite (sétimo dia); febre menor pela manhã e maior à noite (sétimo e oitavo dias); por volta da meia-noite foi acometida por dores de parto, e em três horas deu à luz um feto natimorto, pesando dezanove onças, e aparentemente entre o quinto e o sexto mês. O parto foi difícil e aflitivo; e embora não houvesse hemorragia, estava tão fraca que não se esperava que sobrevivesse (oitavo dia); a febre continuou com remissões matinais e exacerbações vespertinas (nono ao décimo segundo dia); dor nas mãos semelhante à dos pés (décimo primeiro dia); falta de força nos pés e nas mãos, e dor tão intensa neles que ela não podia dormir sem ópio (décimo segundo dia); cefaleia, inquietação, febre, falta de apetite (vigésimo sétimo dia); os seus sofrimentos continuaram a aumentar de modo constante, as suas forças decaíram, e ela morreu no quadragésimo quinto dia, com sintomas de febre adinâmica, 244.
-
O Arsénico é tomado puro em algum líquido morno, como café, em jejum, começando com um pedaço do tamanho da cabeça de um alfinete, e aumentando até ao de uma ervilha. A compleição e a aparência geral melhoram muito, e os que o usam raramente parecem tão velhos quanto realmente são. A primeira dose é sempre seguida de ligeiros sintomas de intoxicação, tais como dor em queimação no estômago e enjoo, mas não muito intensos. Uma vez iniciado, só pode ser deixado mediante diminuição muito gradual da dose diária, pois uma cessação súbita causa enjoo, dores em queimação no estômago e outros sintomas de intoxicação, muito rapidamente seguidos de morte. Como regra, os comedores de Arsénico vivem muito e são peculiarmente isentos de doenças infecciosas, febres etc.; mas, a menos que abandonem gradualmente a prática, morrem invariavelmente de repente ao final. Em algumas fábricas de Arsénico perto de Salzburgo, os únicos homens que conseguem suportar o trabalho por algum tempo são os que engolem doses diárias de Arsénico; os vapores etc. logo matando os outros, 320.
-
Cerca de uma hora depois de tomar a minha primeira dose (tomei a mesma quantidade, 3 grãos, diariamente durante três meses), seguiram-se ligeiro suor, com dores tipo cólica nos intestinos, e, três ou quatro horas depois, uma evacuação solta; isto foi seguido por apetite vivo e sensação de excitação. Com exceção da dor, os mesmos sintomas seguem cada aumento da dose. Acrescento como advertência que não é aconselhável começar a comer Arsénico antes dos doze anos nem depois dos trinta. As más consequências só sobrevêm por uma interrupção prolongada. Por circunstâncias, muitas vezes sou obrigado a deixá-lo por dois ou três dias, e sinto apenas ligeiro abatimento e inapetência, retomando então o Arsénico em doses um pouco menores. Certa vez, no terceiro dia da segunda semana após ter deixado a dose, fui atacado de desfalecimento, abatimento do ânimo, fraqueza mental e perda total do pouco apetite que ainda tinha; o sono também me abandonou por completo. No quarto dia tive palpitação violenta do coração, acompanhada de suor profuso. Seguiu-se inflamação dos pulmões, e fiquei de cama por nove semanas, tal como na primeira ocasião em que deixei o Arsénico. Se não tivesse sido sangrado, muito provavelmente teria morrido de apoplexia. Como restaurador, retomei o uso do Arsénico em doses menores, 321.
-
Primeiro apareceu irritação da mucosa, causando diarreia e vómitos, com vários outros sintomas de grave perturbação gástrica, resultando em dispepsia permanente; também um forte resfriado cefálico incessante, que, num caso, durou vários anos sem ser tocado por remédio algum; gargantas ulceradas, com inflamação aguda, assemelhando-se a difteria e amigdalite; tosse espasmódica intensa, asma espasmódica, inflamação brônquica, e congestão dos pulmões; dolorimento da boca, dos lábios e da língua, que pareciam escaldados em placas; inflamação dos olhos e das pálpebras (a conjuntiva sendo invariavelmente de vermelho vivo), num caso ameaçando perda absoluta da vista; congestão e torpor do fígado, com os vários sintomas daí resultantes, e graves acessos biliosos e febris. Havia, em suma, irritação de todos os órgãos. Em muitos casos, senão em todos, a ação do coração estava enfraquecida, e em alguns a palpitação ocorria frequentemente. Havia dores em várias partes do corpo, especialmente através dos ombros, ao longo da coluna e dos membros, também nas articulações, que frequentemente estavam rígidas e inchadas; descamação da pele e erupções irritantes, que nenhum remédio aliviava, exceto banhos turcos. Os efeitos sobre o sistema nervoso eram muito marcantes, produzindo uma constituição completamente arruinada; grande irritação, abatimento e tendência ao choro. Estes últimos sintomas eram especialmente marcados nas crianças, e também em criados que tinham vindo para a casa em saúde habitualmente boa, e que cada um se foi afetando gradualmente, como acima descrito. A lista inclui ainda vertigem, cefaleia, dor aguda de ouvido e nevralgia; hemorragia nasal; sonhos terríveis; desfalecimento; cãibras, calafrio intenso e entorpecimento dos membros; espasmos rígidos e convulsões. Os últimos sintomas desenvolvidos nos piores casos foram perda da memória e ameaças de paralisia; também espasmos, com contrações súbitas do corpo e dos membros, 340.
-
Depois de cerca de doze horas, quando estava evacuando, sentiu subitamente grande dificuldade para respirar, com cãibra no tórax, nas mãos e nos braços; imediatamente depois a cãibra atacou ambas as barrigas das pernas, e ele ficou muito frio por todo o corpo e rígido, de modo que ficou completamente desamparado e teve de ser inteiramente levantado para a cama. Vómitos violentos instalaram-se logo em seguida, e a cãibra tornou-se mais intensa nas barrigas das pernas, embora não voltasse a afetar o tórax e os braços. A respiração, porém, continuou muito oprimida por duas horas. A essa altura estava em estado de grande prostração; fisionomia estranhamente ansiosa, e muito inquieto; pele fria e viscosa; pulso muito fraco e frequente; olhos profundamente encovados e cercados por um rebordo escuro bem marcado; lábios e língua ressequidos, com sede acentuada; respiração lenta e muito oprimida; às vezes suspirante; dor em queimação no estômago, aumentada pela pressão, e inclinação a vomitar; membros gelados apesar das aplicações quentes; tivera vómitos intensos, com dores tipo cólica nos intestinos, e purgação; também cãibras, primeiro no tórax e nos braços, e depois nas barrigas das pernas. Após alguns minutos sobrevieram cãibras extremamente violentas em ambas as barrigas das pernas, causando sofrimento intenso e tornando os músculos duros e nodosos. A cãibra vinha quase a cada quinze minutos, durando alguns minutos de cada vez; o menor movimento, como voltar-se na cama, parecia logo excitar o espasmo. Vómitos violentos de um líquido amarelo-esverdeado também ocorriam a intervalos. Aguardente e todas as bebidas quentes eram rejeitadas quase imediatamente, mas um pouco de água fria era retido. Os emplastros de mostarda aplicados na coluna, no tórax e nas barrigas das pernas mal eram sentidos por ele, 338.
-
Um homem ficou com a boca ferida; outro tinha todos os sintomas de um resfriado, e sentia rigidez geral dos membros; uma mulher esteve no quarto por meia hora, e a sua garganta tornou-se áspera e assim permaneceu por alguns dias. Um empapelador do mesmo bairro observou que a sua boca ficava sempre ferida quando aplicava papel verde, e os seus homens frequentemente falavam de os olhos se inflamarem e de as mãos se ulcerarem, 384. [3430.]
-
Os sintomas começaram dentro de meia a três quartos de hora depois do jantar. Tiveram desfalecimento, enjoo e vómitos incessantes, com dor em queimação no epigástrio, aumentada pela pressão e estendendo-se gradualmente por todo o abdómen, seguidos de cefaleia e diarreia intensa, com sensação de constrição e calor nas fauces e na garganta, sede acentuada, e em alguns respiração dolorosa. Pulso rápido e muito fraco, de 100 a 180; pele fria e viscosa, com cãibras muito intensas nas pernas naqueles que tinham diarreia. Alguns dos homens tinham tumefação do pénis. Os sintomas acima foram encontrados em todos os homens. Alguns estavam em colapso. Muitos tiveram cãibras intensas nas pernas até às 11 horas da noite, e algumas pequenas dores no abdómen por vários dias. Dez dos homens tiveram gastrite ligeira. Um homem teve, e ainda tem, paralisia do braço e da perna esquerdos, e a sensibilidade da pele está diminuída; queixa-se de frieza nos membros, 387.
-
Três ou quatro anos depois de ocupar o quarto, ou talvez um pouco antes, começou a ter uma sensação de mal-estar geral. A primeira coisa de que se recorda é de uma sensação de esgotamento. Era-lhe especialmente difícil levantar-se pela manhã, embora despertasse muito cedo. A debilidade aumentou à medida que a doença progredia. Podia sentir-se muito bem e forte por algum tempo, e imediatamente experimentar a sensação de prostração ao fazer qualquer tentativa de movimento, e às vezes, com qualquer esforço mental incomum, tornando os deveres de uma dona de casa especialmente penosos. Rapidamente aumentou consideravelmente de peso, de cerca de cento e vinte e cinco para cento e sessenta libras. Esta condição durou alguns meses, e então deu lugar ao emagrecimento. Depois, em certos intervalos, os vários sintomas dos sistemas digestivo, nervoso e circulatório, que mencionarei, apareceram e aumentaram de gravidade até ao momento em que a vi. A data precisa do aparecimento de cada sintoma é desconhecida, mas cada um já se manifestara, quer continuamente quer a intervalos, por vários anos antes. Encontrei-a na cama, completamente prostrada, mal podendo mover mão ou pé; com pele muito seca e áspera; mãos e pés frios ou frescos tanto para mim como para a doente. O emagrecimento era marcado; uma fisionomia naturalmente rosada tornara-se biliosa; língua inflamada, seca, fissurada, com saburra acastanhada no centro; gengivas também secas e irritadas. A própria doente percebia a sensação de secura, com a sensação como se a boca estivesse forrada de flanela. Nenhuma sensação de secura ou dor na garganta ou no esófago. Enjoo frequente por volta das 10 da noite, e quase sempre ao despertar, mas não durante a noite, salvo se por algum motivo estivesse levantada e em movimento. Às vezes pressão no estômago; sede frequente à noite, raramente durante o dia; apetite caprichoso. Nos primeiros anos tivera frequentemente diarreia, mas estivera livre dela por alguns anos. Há dois ou três anos voltou a aparecer a intervalos; ultimamente estava mais acentuada, com dejeções aquosas e dolorosas. Os olhos vinham mostrando há algum tempo sinais de fraqueza e congestão. Antes haviam sido muito fortes. Por fim não conseguia abrir as pálpebras à noite sem as levantar com os dedos. Quando a vi, havia conjuntivite marcada, como se por alguma irritação externa. Sem cefaleia, mas uma "sensação dolorosa e cansada" na base do cérebro. Por vezes, nos últimos anos, e nunca antes, uma sensibilidade dolorosa na região do fígado, que desaparecia após ligeira diarreia. Relatou-se a ocorrência de um carbúnculo, ou talvez de um grande furúnculo, nas costas, três ou quatro anos antes. O sono era perturbado mais facilmente do que quando estava com saúde, e frequentemente despertava com frio ou febril. Os pés e as pernas, até aos joelhos, tinham cãibras frequentes, e eram aliviados por aplicações quentes e fricções. Os sintomas detalhados haviam sempre sido, até certo ponto, aliviados durante a ausência de casa; mas cerca de dez dias após o seu retorno o esgotamento e os outros indícios de doença reapareciam, e logo ficavam tão maus como antes, 177.
-
Contrações involuntárias dos músculos, 248.
-
Jactitação constante, 289.
-
Contrações nervosas, 327.
-
Tremores e espasmos dos membros, 336.
-
Espasmos convulsivos, 356.
-
Convulsões gerais, 357.
-
Convulsões com perda da consciência, seguidas de cólica, 365.
-
Três espasmos em uma hora, o primeiro muito intenso, o segundo e o terceiro sucessivamente mais leves (após seis horas); ligeiro espasmo, limitado aos músculos das coxas e das pernas (após sete horas), 330.
-
Espasmos violentos, e o que ela chamou de cãibras nas pernas, 332.
-
Um foi acometido de convulsões, e morreu em cerca de cinco horas num forte acesso convulsivo, 230.
-
Tremores convulsivos, "de modo que a cama tremia sob ele", acompanhados de sensações de frio e desfalecimento extremo, 256.
-
Acessos semelhantes à epilepsia, exceto pela ausência de espuma na boca, 282.
-
O menino estivera em convulsões, e então se encontrava em estado semicomatose. A criança sentira frio e estivera enjoada. À noite os sintomas pareceram algo aliviados pelos remédios administrados, mas durante a noite piorou; e a irmã também foi acometida de convulsões, seguidas de descarga disentérica pelos intestinos, 322.
-
Convulsão sucedia a convulsão em rápida sucessão, e tão rígido e tenso estava todo o sistema muscular que nenhuma espécie de força muscular externa teria conseguido produzir o menor grau de flexão de qualquer braço, perna, ou outra articulação do corpo, sem produzir lesão. Os dentes estavam tão cerrados que mal permitiam a saída da espuma e do conteúdo da boca e do estômago, 346.
-
Foi encontrado de bruços no chão, com o corpo arqueado em curva. Quando lhe tomei a mão e o chamei pelo nome, tornou-se instantaneamente tão convulso que três homens com dificuldade conseguiram contê-lo. O paroxismo durou trinta ou quarenta segundos. Os paroxismos convulsivos eram acompanhados por olhos desvairados, fixos e injetados de sangue, com imprecações e delírios assustadores, e com fúria maníaca. Quando as convulsões cessavam, ele invariavelmente caía em prostração temporária. O seu pulso, nos intervalos, era irregular, desigual, intermitente e acelerado, 300. [3450.]
-
Em doze horas começou a sentir rigidez do pescoço, com ligeira dificuldade em engolir; a epiderme do escroto descamou-se inteiramente, deixando a cutis vera exposta, inflamada e a sangrar; ambos os testículos estavam aumentados, e não podiam ser tocados; grande sede e cefaleia; o sintoma mais aflitivo era uma sensação indescritível como se os cabelos estivessem eriçados e sendo puxados pelas raízes. O estômago estava irritável, com vómitos, e o epigástrio era doloroso à pressão. Fora purgado duas vezes abundantemente, e dizia sentir como se os intestinos estivessem em fogo, 288.
-
Parecia estar quase in articulo mortis; o seu rosto, que estivera inchado, tinha assumido a aparência da verdadeira facies hippocratica. Ao examinar o conteúdo dos recipientes em que havia vomitado, percebeu-se um líquido de cor amarelada e esverdeada, e em dois deles matéria estercorácea; o pulso desaparecera, a voz era fraca e trémula; e ele apontava para o abdómen em grande agonia. Ao examiná-lo descobri uma irregularidade de superfície muito marcante, ocasionada pelas contrações espasmódicas dos músculos do abdómen, e até das vísceras; essa irregularidade estendia-se da região epigástrica ao púbis, e ao hipocôndrio direito e esquerdo. Queixava-se de desfalecimento extremo e enjoo terrível. Fora violentamente purgado; as secreções alvinas eram todas de uma cor verde-viva homogénea, como tinta. Cada esforço de vómito e de purgação era precedido e seguido por essas preensões dolorosas e contrações espasmódicas dos músculos abdominais. Queixava-se também de grande calor no estômago, que comparava a uma fornalha, ou a ferros em brasa, sensação que começava na língua e era sentida ao longo de todo o esófago até à cárdia, ou orifício superior do estômago; sede insaciável, cefaleia violenta, os olhos intolerantes à luz, mas as pupilas sensíveis, e os membros frios. O doente, nesse estado terrível, tentou sair da cama para caminhar até à mesa de cabeceira; foi imediatamente acometido de vertigem, obscurecimento da vista e palpitação do coração; caiu, e entrou em acesso epiléptico; foi ajudado a voltar para a cama, e em poucos minutos recuperou do acesso (primeiro dia). No começo da manhã teve outro ataque de epilepsia; a febre sintomática estava alta, o pulso 120; queixava-se de contrações espasmódicas no tórax e no abdómen, palpitação do coração, grande abatimento, acompanhado de sensação constante de desfalecimento, língua branca porém não seca, calafrios ocasionais, seguidos de aumento do calor, cefaleia e vertigem (segundo dia). Pele húmida e mais temperada, língua menos saburrosa, não seca, porém dolorida e inchada, o calor queimante no estômago um tanto menos violento, e exprimia certo grau de fome; pulso 98, contrações espasmódicas nos braços e nas pernas, com sensação de frio nestas últimas (terceiro dia). Formigueiros e sensações de ardor, começando nas extremidades dos dedos e subindo gradualmente até aos ombros, ora um pé, ora ambos afetados por sensação de ardor, começando nos artelhos e elevando-se gradualmente acima da articulação do tornozelo; palpitação do coração, grande abatimento do ânimo, com perpétua sensação de desmaio, e frequentes contrações súbitas dos músculos do tórax e do abdómen, e dos membros superiores e inferiores (quarto dia). Em consequência de ter ingerido uma porção abundante de alimento animal, sofreu ligeira recaída da febre e muita dor no estômago; passou também uma noite inquieta, com muita sede, e foi novamente acometido de contrações espasmódicas no tórax e nos membros superiores e inferiores (quinto dia). Queixava-se de uma afecção muito singular nos membros superiores e inferiores; os braços eram várias vezes no decorrer do dia acometidos de entorpecimento e sensação de picadas, acompanhados de sensação de grande peso, como o que comumente se chama de membro adormecido; e esse sintoma continuou diariamente, com maior ou menor frequência, por seis semanas, mas ao levantar os braços em posição vertical ele desaparecia imediatamente. A mesma sensação atacava quase tão constantemente as pernas, porém ocasionalmente com, e às vezes sem, a afecção correspondente dos braços; as pernas permaneciam afetadas por alguns minutos mais, porque ele não conseguia, como ele próprio observou, colocá-las na mesma posição que os braços (nono dia), 232.
-
Calor queimante no estômago, muito enjoo, com vómitos e fortes dores tipo cólica, com purgação, desfalecimento extremo, palpitação do coração, cefaleia, tremor do braço direito e do membro inferior direito (primeiro dia). Quatro acessos epilépticos no decorrer da noite, precedidos de palpitação violenta do coração, acompanhados de uma peculiar ação trémula do braço direito e do membro inferior; um grau considerável de febre sintomática, sede insaciável, língua branca mas húmida, rosto afogueado, respiração apressada. Pulso 126, irregular e contraído, frequentes preensões nos intestinos, e contrações espasmódicas nos músculos do tórax e do abdómen (segundo dia). Muita febre, respiração apressada e grande sede, palpitação violenta e incessante do coração; os acessos haviam recaído duas vezes durante a noite; não tivera sono reparador; se caía em cochilo, despertava subitamente e muito agitado; pulso 120; contrações espasmódicas, com tremor no braço direito e no membro inferior, cefaleia violenta, e os olhos dolorosamente afetados pela luz; vertigem constante, aumentada se tentasse sentar-se na cama, ou ao menor esforço (terceiro dia). Apenas um ataque do acesso epiléptico durante a noite, e dormira três ou quatro horas em direção à manhã; pulso 100, respiração menos apressada e mais natural (quarto dia). Recaída do acesso durante a noite, precedida de palpitação do coração e agitação trémula do braço direito e do membro inferior; o acesso durou quase duas horas (quinto dia). No oitavo dia houve um acesso epiléptico às 8 da noite, e ele retornou diária e periodicamente, quase à mesma hora, todas as noites, por mais uma quinzena; o acesso em geral durava quase duas horas, e ele requeria, pela violência dos seus esforços, a ajuda de várias pessoas para o conter enquanto a epilepsia continuava. Ao recuperar-se, tinha aspecto selvagem, esquecia onde estava e falava incoerentemente; e, à medida que emergia gradualmente desse estado, queixava-se de extremo abatimento, com grande prostração de forças. Para o fim da segunda semana, o acesso tornou-se mais curto e menos grave, e recuperava mais cedo ao sair dele; e, ao expirar uma quinzena desde os primeiros efeitos do veneno, gozou um intervalo de sete ou oito dias sem recaída; então se alimentaram esperanças de que se recuperasse, "os acessos tornando-se cada dia mais curtos, e a recuperação após cada um mais rápida e mais completa." Mas eles voltaram novamente com o mesmo, ou até maior, grau de violência, e ele tem sido afligido por acessos até o presente momento; parece ter crescido além das suas forças, possui constituição muito delicada, e ainda se alimentam sérias apreensões quanto ao resultado, 235.
-
Vómitos dentro de meia hora; logo depois, várias dejeções. Vómitos e purgação, a curtos intervalos, continuaram durante o dia. Evacuações consistindo principalmente de um líquido seroso e bílis. A quantidade vomitada durante o dia somou, por estimativa, seis a oito quartos. À tarde, ao tentar caminhar de uma cama para outra, caiu sem sentidos, teve convulsões, cãibra nos membros, e ficou frio. Às 7 da noite, dezassete horas depois de tomar o medicamento, encontraram-no assim: membros frios, banhados em suor; pele azul e enrugada, parecendo como se estivesse escaldada; nenhum pulso perceptível no punho; pulsações das carótidas rápidas e trémulas; globos oculares retraídos nas órbitas; fisionomia lívida; voz rouca e gutural; sede extrema; aflição no epigástrio; vómitos frequentes; mente clara; todo o aspecto como o de uma pessoa afetada por cólera maligna. As cãibras e a frieza dos membros aumentaram, a visão falhou, a voz vacilou, a garganta tornou-se seca, a língua inchou, foi incomodado por soluços, delírio, e por fim morte, 249.
-
Aplicou-se unguento arsenical (para curar inflamação crónica) na mama de uma mulher de trinta e nove anos, tendo-se removido a epiderme. A primeira aplicação foi em 21 de maio, e foi imediatamente seguida de ardor violento e intenso na mama. Cefaleia violenta, sede, enjoo e arcadas ocasionais, entorpecimento nos braços e nas pernas, insónia, e falta de apetite sobrevieram em pouco tempo. A aplicação foi repetida diariamente até ao dia 25. Nesse dia a dor na mama tornou-se intolerável; havia desfalecimento e palpitação. A ação inflamatória estendeu-se da mama ao ombro e ao braço. Na noite do dia 26 teve forte dor no ventre. No dia 27 os pontos da ferida que não gangrenavam foram untados com unguento. Por volta das 2 da tarde foi acometida por uma espécie de acesso, com lividez da face, espuma na boca e gemidos. Permaneceu inconsciente por vários minutos, e ao recobrar a consciência disse que estivera num lugar estranho, que sentira como se um dardo a atravessasse, que então perdera os sentidos, e não tinha mais lembrança do que lhe acontecera durante o acesso. À tarde sentiu-se mais confortável. Entre 9 e 10 da noite disse subitamente: "Lá está outra vez", foi tomada por um acesso e morreu imediatamente, 337.
-
A cãibra atacou-lhe as pernas e o estômago; os músculos das primeiras estavam espasmodicamente contraídos, e o abdómen também estava rígido e doloroso à pressão. Nos intervalos do paroxismo doloroso jazia com os olhos meio fechados; língua coberta por saburra cremosa. A respiração logo se tornou mais rápida e algo difícil, acompanhada de crescente lividez da face. Os espasmos continuaram, mas nunca chegaram a algo semelhante a convulsões gerais, 292.
-
Grande atividade muscular e aptidão para caminhar, 317.
-
Agitação, 354.
-
Inquieto e ansioso, 264. [3460.]
-
Revolvendo-se na cama numa espécie de angústia, 330.
-
Inquietação geral, pior à noite, 324.
-
Mal-estar em todo o corpo, especialmente nos braços e nas pernas, 239.
-
O doente apresentou uma imobilidade incomum do olho e das extremidades, enquanto os músculos da cabeça e da face pareciam normais, 374.
-
Dois tiveram paralisia parcial (num, da sensibilidade dos dedos, e no outro, do movimento dos membros inferiores), 278.
-
Em cerca de cinco minutos começou uma peculiar sensação de formigueiro no braço esquerdo, durando cerca de quarenta e cinco minutos. Quinto dia, entorpecimento das coxas e das barrigas das pernas. Décimo primeiro dia, anestesia dos dedos, e paralisia parcial dos flexores do antebraço; pouco depois, uma condição semelhante acometeu os membros inferiores, e foi acompanhada em ambos de dor persistente por alguns dias. Em cinco semanas desde o começo da doença, a pele de todo o corpo havia descamado; de modo mais marcante nas mãos. Em seis semanas a paralisia dos flexores de ambos os membros permanecia sem melhora, e acompanhada de dor à pressão. Em dois meses e meio ele ainda era incapaz de ficar de pé sem apoio. Em oito meses a paralisia da sensibilidade e do movimento e a dor à pressão ainda continuavam, embora menos. Em vinte e três meses, quase bem, 269.
-
Debilidade, 356.
-
Fraqueza, 374.
-
Fraqueza extrema, 345. [3470.]
-
Força gradualmente decrescente, 366.
-
Sentia-se cansado, não conseguia sentar-se, 376.
-
Mal-estar, 342.
-
Lassidão (logo), 259.
-
Grande abatimento, 301.
-
Debilidade, 295.
-
Debilidade geral, 285.
-
Grande esgotamento (segundo dia), 373.
-
Perda da força muscular, que assumia antes a forma de grande debilidade geral do que a de uma afecção parcial ou paralítica; e existia em tal grau que ela declarava ser incapaz de andar, 241.
-
Esgotamento extremo, voz fraca em sussurro, pulso quase imperceptível, 248. [3480.]
-
Irritação interna; após três semanas fiquei completamente prostrado, quase perdendo o uso do meu lado esquerdo, 297.
-
Afecções da sensibilidade tátil, 336.
-
Queixava-se de entorpecimento e formigueiro incômodos, 312.
-
Cãibras, 269.
-
Cãibras gerais, 331.
-
Cãibras constantes, 350.
-
Muita dor em todo o organismo, 346.
PELE
-
Objetivo. [3490.]
-
Pele seca, 369.
-
A pele parecia anémica e sem lustro, dura, como pergaminho, e podia ser levantada dos tecidos subjacentes em pregas finas, sobretudo porque toda a gordura havia desaparecido, 374.
-
Descamação furfurácea generalizada do rosto e do corpo, 367.
-
Ao fim de quarenta e oito horas houve descamação do exantema, e todos os sintomas desapareceram, 369.
-
Descamação geral da cutícula, 283.
-
Descamação da cutícula do rosto, 277.
-
Três apresentaram descamação da cutícula (alguns nas mãos, outros no pescoço e nas narinas), 278.
-
O corpo ficou coberto de manchas vermelhas, 368.
-
Erupção herpética acentuada, 336.
-
Beiços cobertos de manchas pretas, 357. [3500.]
-
Braços mais lívidos do que o natural, 245.
-
Manchas cianóticas nas porções frontais das coxas, não desaparecendo à pressão, 341.
-
Erupção miliar, 366.
-
Erupção como um intenso exantema escarlatiniforme, cobrindo quase todo o corpo, salvo o rosto; iniciou-se na superfície anterior do corpo e espalhou-se rapidamente, sem desaparecer do seu local primário. A pele estava intensamente vermelha, muito tumefeita, coberta por inúmeras vesículas finas. A erupção vinha associada ao mais violento prurido e ardor, perturbando o sono, atingindo o auge em cinco ou seis dias e depois desvanecendo; seguida de descamação; a descamação era muito lenta, em escamas grandes e pequenas, 345.
-
O corpo inteiro ficou coberto por uma erupção de pequenas borbulhas, como um exantema miliar, 369.
-
Erupção miliar generalizada por todo o corpo, no sexto dia, logo em seguida seguida de melhora de todos os sintomas e restabelecimento da emissão urinária; esta erupção durou cinco dias, após o que o corpo ficou coberto de finas escamas farináceas, 357.
-
Erupções acentuadas, sintomas constitucionais violentos, e até morte, 299.
-
Erupções principalmente nas mãos, antebraços, bolsa escrotal e coxas, e o sofrimento mostra-se intenso caso tenham as mãos gretadas nessa ocasião, 298.
-
Múltiplas manchas petequiais sobre a pele do tronco e das coxas, 372.
-
Erupção miliar confinada à testa, aos punhos e aos pés (terceiro dia), 271. [3510.]
-
Borbulhas ou vesículas ao redor da boca (quinto dia), 270.
-
Perto do final, pequenas manchas de púrpura no pescoço, 277.
-
Borbulhas nas mãos, no tórax e na testa, 367.
-
Rubor da mão, com pontos vermelhos estendendo-se até metade do antebraço, 374.
-
O arsénico causa herpes-zóster, 335.
-
Erupção vesicular sobre a maior parte da orelha direita, e também do nariz; várias vesículas coalesceram, formando grandes placas; todas são rodeadas por uma base inflamada, 256.
-
Inflamação vesicular de todo o rosto, com prurido agudo (terceiro dia), 361.
-
Vesículas ao redor da boca (um caso), 278.
-
Pequenas bolhas brancas no lado interno de ambos os polegares, contendo um líquido claro e aguado, 374.
-
Formação de bolhas nos pés, 254. [3520.]
-
Erisipela generalizada, com sensação de fogo devorador, 370.
-
Afecções cutâneas de caráter misto, pustuloso e escamoso, atacando especialmente a bolsa escrotal, o sulco entre o lábio inferior e o queixo, os ângulos do nariz e do rosto, a linha ao longo da qual o chapéu assenta na testa; em suma, toda a fenda e prega onde o Arsénico pode acumular-se, 294.
-
Várias erupções nas partes mais expostas, principalmente braços e membros inferiores; por vezes as erupções assemelham-se a eczema, mas mais frequentemente são pustulosas, e furúnculos grandes não são raros, 299.
-
Erupções pustulosas persistentes, 295.
-
Erupção de pústulas assemelhando-se à sarna, seguida de descamação, 358.
-
Em algumas das pessoas apareceram pústulas na testa, 274.
-
Rosto coberto de pústulas, 367.
-
No sexto dia, erupção de pústulas brancas no rosto e na parte superior do corpo, assemelhando-se no aspecto e na evolução às do varioloide, 359.
-
Erupção de pústulas ao redor dos ângulos da boca, 264.
-
As suas mãos estavam contraídas e ele ficava frequentemente doente durante os três meses em que esteve a trabalhar. Por fim, o Arsénico entrou pela mão, estando a pele ferida; a sua mão esquerda e o antebraço esquerdo ficaram tumefeitos; também as glândulas axilares esquerdas; a mão ficou inflamada; placas púrpuras cobriram pouco a pouco o braço e o lado. Faleceu, 357. [3530.]
-
Erupção de furúnculos que se recusavam a cicatrizar, 342.
-
Num caso de coreia, a solução arsenical produziu um abundante surto de furúnculos, 304.
-
Os operários estão sujeitos a irritações que produzem prurido, manchas, sensação de carne viva e talvez furúnculos. Numa fábrica em que cem mulheres são empregadas a marcar flores artificiais, quase nenhuma escapava às doenças da pele. As mãos, o rosto, o pescoço, as raízes dos cabelos, as flexuras dos braços, a axila e, em grau extremamente angustiante, os genitais, eram afetados; as erupções pudendas sendo muitas vezes tão acentuadas que não podiam suportar estar sentadas, 327.
-
Várias pequenas úlceras superficiais estendendo-se ao longo da face interna de cada lábio, variando de tamanho desde meros pontos, sendo a maior de cerca de 2 mm de diâmetro. O ardor e o incómodo eram intoleráveis, e agravavam-se muito ao entardecer [quando ele inalava muito do veneno], quando os lábios inchavam e se tornavam tão dolorosos que quase não se podia comer nem sequer falar. Melhorou, mas voltou pior do que nunca; todas as antigas úlceras tinham reaberto, várias novas se formaram, lábios muito inchados, com ptialismo abundante, 323.
-
Os lábios ficaram encrostados, e a pele rachou e descamou, 247.
-
Inflamação da pele da parte inferior do abdómen, pénis, bolsa escrotal e parte superior das coxas; em alguns pontos, o processo inflamatório evoluíra para ulceração. A dor era acentuada e em ardor. Havia sinais de acentuada perturbação geral. Na noite do mesmo dia em que lavou as ovelhas, teve ardor pungente e dor na região afetada; isto aumentou, e na manhã seguinte as partes estavam vermelhas e inflamadas. Passou mais de uma quinzena antes que pudesse retomar o trabalho, 306.
-
Subjetivo.
-
Uma mulher disse que fora atormentada nos últimos dois dias e noites por irritação da pele, que comparava a estar dentro de um saco cheio de pulgas (oitavo dia), 344.
-
Sensação de picadas por toda a pele, 367.
-
Prurido por todo o corpo, 374.
-
Prurido constante das sobrancelhas e da testa, 266. [3540.]
-
Prurido violento das extremidades, 363.
Sono
-
Sonolento, mas facilmente despertado (após seis horas), 262.
-
Sonolência, 356.
-
Com sono pouco antes da morte, 280.
-
Sonolência (décimo terceiro dia), 359.
-
Sonolência pouco antes da morte, 353.
-
Sono leve esporádico, com delírio murmurante, 307.
FEBRE
-
Sensação de frio.
-
Sensação geral de frio, 362.
-
Sensação de frio, com membros frios, 236.
-
Calafrios e frieza da superfície, 266.
-
Calafrios, recorrentes ao beber, 279.
-
Sensação geral de frio, 230.
-
Sensação angustiante de frio durante toda a noite, 229.
-
Pele fria e levemente lívida (em cinco horas e meia), 292. [3560.]
-
Pele fresca e húmida, 328.
-
Tronco e membros frios, 361.
-
Sensação de frio por todo o corpo (após cinco horas); aumentada (após seis horas), 293.
-
Extremidade do nariz fria, afilada, 341.
-
Sensação como se água fria fosse derramada ao longo das costas, 282.
-
Membros frios, com dor muito intensa no abdómen, 349.
-
Pés um pouco frios (após cinco horas), 293.
-
Calor.
-
Febre geral, com frieza dos pés, 372.
-
Febre muito violenta, 372.
-
Ela teve três acessos de febres intermitentes; o primeiro em novembro de 1875, durando três dias; o segundo em dezembro de 1875, durando sete dias; e o terceiro de 14 a 16 de janeiro de 1876. Os sintomas dos acessos eram os seguintes: entre 8h30 e 9h da manhã, depois de sair da cama, sensação de frio, com bater de dentes, unhas e lábios azuis, por vezes náusea ao despertar, mau gosto na boca, desejo de muita bebida fria, pulso débil, quer deitar-se, ficar quieta e agasalhada, hálito fétido, língua castanha; isto dura até à 1h da tarde, quando então sobrevém a febre. Durante a febre há pulso cheio, dor frontal, pouca sede, especialmente quente ao toque no abdómen, com dor nessa região, pés e mãos frios objetivamente, mas não subjetivamente, não suporta a menor corrente de ar, hálito fétido, língua castanha; isto dura até às 4 ou 5h da tarde; depois ela parece bem durante uma ou duas horas. Então, por volta das 6h da tarde, fica levemente arrepiada até cerca das 8h da noite, e então reaparece o calor; não consegue dormir, sonhos desagradáveis, não consegue dormir depois das 3h da manhã. Está emagrecendo muito rapidamente e ficando muito fraca. O segundo acesso foi o mais grave, e o terceiro (que sobreveio depois de ela ter sido mudada para outro quarto) foi o mais leve, 375.
-
Deste modo podem ser produzidos, em pessoas saudáveis, acessos de febre remitente, embora não calafrios tão intensos como os da verdadeira febre, mas apenas ondas de calor congestivas, que desaparecem e retornam, e sentidas principalmente na região precordial e na testa. Tais acessos terminam às vezes em suores parciais ou gerais, e outras vezes apenas num estado húmido da pele. Esta
arsenical febre nunca adquire qualquer tipo regular. É raro que a excitação seja levada a este grau, e mais frequentemente há um aumento, mais ou menos acentuado, do calor do corpo, que parece ter a sua origem no estômago e na região precordial, de onde passa ao resto do corpo, mas é especialmente sentido na testa e nas sobrancelhas. Para produzir estes efeitos é necessária uma dose bastante forte, 317.
-
Calor por todo o corpo, exceto nas mãos, 355.
-
Calor violento interna e externamente, 369.
-
Temperatura aumentada (no recto 38.6°), 362.
-
A sensação de calor interno não o deixou durante uma semana, 239.
-
Calor e secura da pele, 271. [3580.]
-
Alternâncias de calor e sensação de frio, 363.
-
Suor.
-
Suor profuso ao menor esforço, 295.
-
Pele húmida e temperatura boa (após cinco horas); húmida e fresca (após seis horas), 293.
-
Transpiração fria e pegajosa, 282.
-
Pele coberta de transpiração fria e pegajosa, 307.
-
Suor pegajoso, 245.
-
Transpiração fria, 363.
-
Todo o corpo, e particularmente as mãos e os pés, coberto de transpiração fria, 245.
-
Transpirações frias irromperam copiosamente por toda a superfície do corpo, 334.
-
Suor malcheiroso por todo o corpo, 357. [3590.]
-
Transpiração copiosa (após oito dias), 359.