Arsenicum Album
por Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
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Excitabilidade cerebral, 167.
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Fúria; teve de ser amarrado; esforçava-se por escapar, 29. [Não encontrado. -Hughes.]
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Acessos de loucura e tristeza, 140.
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(Mania; dor de cabeça; ansiedade angustiosa excessiva; barulho diante dos ouvidos, como de muitos sinos grandes, e, ao abrir os olhos, via constantemente um homem que se havia enforcado no sótão e que, por sinais, lhe pedia que o fizesse descer; correu até ele com uma faca, mas, não conseguindo cortá-lo para soltá-lo, desesperou-se e tentou enforcar-se; frustrada essa tentativa, ficou tão irrequieto que mal se conseguia mantê-lo quieto; perdeu a fala, embora conservasse plena lucidez; e, tentando expressar-se por escrito, só conseguia traçar sinais ininteligíveis, tremendo e chorando o tempo todo, com a fronte coberta de suor de angústia, ajoelhando-se e erguendo as mãos como se rezasse), 11.
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Propensão ao suicídio, 99.
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Depois da meia-noite, frequente desejo de matar-se, atravessando o próprio coração com uma punhalada, 166.*
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Quando está sozinho, pensa em doença e coisas semelhantes, das quais lhe é difícil desviar a mente, 1.
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Delírio intenso, ingovernável, 201. [10.]
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Delírio; levantou-se para visitar a filha (ausente, como ele sabia), e só com dificuldade pôde ser aquietado, mas falava racionalmente, 113.
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Perda da razão, recorrente de tempos a tempos, 26.
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Delírio muito violento, especialmente à noite, com grande inquietação, 160.
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Delírio violento durante os últimos três ou quatro dias, 113.
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Delírio poucas horas antes da morte, 175.
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Delírio violento, com convulsões tetânicas, 190.
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Delirou muitas vezes durante o curso da afecção, 113.
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Delira, fazendo movimentos com as mãos, como se medisse com uma régua, de modo que os seus delírios se relacionavam sobretudo com o seu negócio, 113.
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Delírio e carfologia, 113.
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Ideias delirantes com os olhos abertos, sem estar em delírio nem antes nem depois, 1. [20.]
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Ilusões alternando com sono semiconfuso, 116.
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Fantasias vívidas alternadas, 104.
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Durante a noite, por vezes falava sensatamente, 135.
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Gosta de conversar com os outros, 7.
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Respostas tolas, 201.
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O seu desejo excede a sua necessidade; come e bebe mais do que lhe convém; anda mais do que necessita, 1.*
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Indisposição para responder a perguntas, 196.
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Bastante animado e disposto a ocupar-se, 7.
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Mente enérgica e desperta, inclinada à alegria, 218.
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Lamento alto, 99.
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Gemia lastimosamente, 224.
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Jaz encolhida na cama, gemendo e carpindo, 134. [30.]
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Passa a noite gemendo e carpindo, 111.*
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Chorava e uivava, e falava pouco e bruscamente, 9.
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(Lamentações lancinantes, interrompidas por acessos de debilidade), 11.
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Queixas lastimosas de que uma sensação extremamente desagradável no abdómen e uma ansiedade angustiosa excessiva lhe tiravam a respiração, e o forçavam a dobrar-se em dois para esta ou aquela direção, ou a levantar-se e andar de um lado para o outro, 13. [A ansiedade angustiosa não era a dor corporal. -Hughes.]
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Angústia precordial por longo tempo, 14.
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Angústia e inquietação em todo o corpo (após nove horas), 15.*
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Soluços persistentes, com acessos infantis de choro, 166.
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Muito abatida, chorando ao menor pretexto, 225.*
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Extremamente sensível, desalentada, triste e chorosa; a menor ninharia enche-a de preocupação e solicitude, 1.* [40.]
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Humor triste, 217.
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Grande seriedade, 1.
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Humor deprimido, 224.
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Muito deprimida, 183.
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Está desalentada quanto ao seu estado, 121.
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Pesar, 99.
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Triste e deprimido, 1.
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Melancólico, triste, depois de comer, com dor de cabeça (após oitenta horas), 1.
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(Melancolia religiosa e reserva), 11. ["Não encontrado", na referência.]
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Melancolia excessiva, 117. [50.]
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Desespera da própria vida, 15. ["Não encontrado."]
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Desespera-se e chora, e imagina que ninguém o pode ajudar, que tem de morrer; está frio e friorento, e depois geralmente débil, 1.
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Ansiedade angustiosa excessiva, com opressão do tórax e dificuldade respiratória, 19.*
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Ansiedade angustiosa interna, 19.*
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(Ansiedade angustiosa mortal com êmese), 21.
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Ansiedade angustiosa desesperada, levando-o de um lugar para outro em busca de alívio, 226.
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Ansiedade angustiosa na região cardíaca, interrompida por acessos de debilidade, 12.
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Ansiedade angustiosa, a ponto de desmaiar várias vezes, 22.
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Com grande ansiedade angustiosa, revira-se de um lado para o outro na cama, 14, 24. [60.]
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Fala muito pouco, só se queixa de angústia, 23.
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Grande ansiedade angustiosa, tremor e abalos , com violento rasgamento no abdómen, 23.*
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Com ansiedade angustiosa inexprimível e dor em aumento, aparentava estar no último suspiro, 13. [A ansiedade angustiosa não era a dor corporal. -Hughes.]*
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Ansiedade psíquica, 117.
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(Angústia das mais intoleráveis), 20. ["Não encontrado."]
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Verdadeira angústia mortal, 207.*
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Agitado e angustiado, 124.
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Impaciente e angustiado, 1. [70.]
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A angústia e a inquietação são indescritíveis; “Matem-me”, gritava ele, “ou aliviem as minhas dores!”, 102.
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Grande angústia e opressão, 100.
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Angústia, com irrupção de transpiração fria, 144.
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Angústia, com suor, 99.
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Angústia persistente, uma ansiedade psíquica, como se não tivesse cumprido o seu dever, sem, contudo, saber em quê, 1.
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A angústia e o calor não lhe permitem adormecer antes da meia-noite, durante muitos dias, 1.
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Angústia à noite, depois de se deitar; às 3 horas depois da meia-noite, após despertar, 1.*
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Angústia violenta às 3 horas da noite; ora sentia calor, ora como se fosse vomitar, 1.
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Angústia e medo; vê um conhecido ausente deitado morto no sofá, e tem grande pavor dele, 10.
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Medo, 166. [80.]
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Sensação de medo mortal, 99.
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Apreensão, 99.
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Temor constante da morte, 99.
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Temor da morte que sobrevém de repente quando fica sozinho, ou ao deitar-se, 224.
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O maior medo e ansiedade angustiosa; ela vagueia dia e noite, 1.
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(Está angustiado e tremendo e receia não ser capaz de impedir-se de matar alguém com uma faca), 16.
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Corre pela casa toda à noite à procura de ladrões, 10.
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Imagina que a casa inteira, e o espaço debaixo da cama, estão cheios de ladrões, o que faz irromper, de susto, por todo o corpo, uma transpiração fria de angústia, 10.
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Tem tanto medo que salta da cama e se esconde no guarda-roupa, do qual dificilmente se consegue fazê-lo sair, 10.
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Vê ladrões no quarto e, por isso, esconde-se debaixo da cama, 10. [90.]
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Vê bichos e percevejos rastejando pela cama, dos quais quer escapar, e atira constantemente punhados inteiros deles para longe, 10.
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A disposição dela mudou muitíssimo desde a intoxicação (há quatro meses); a sua alegria natural desaparecera por completo, tinha medo da solidão e da morte; a menor causa bastava para a lançar em cólera e fúria, o que sobrevivia sobretudo quando se falava da sua recuperação completa, que ela considerava inteiramente impossível. Por vezes, também, uma melancolia indescritível a acometia.
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Só ao fim de um ano voltou a sua alegria habitual (Roth.).
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Irritabilidade, chegando mesmo à cólera, 219.
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Muito irritável e sensível; a menor coisa o encolerizava, 7.*
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Muito irritável, indignada, caprichosa; cada palavra a ofende e a deixa muito zangada, quando deveria responder, 1.
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Muito irritável e satisfeita com nada; censura tudo; toda conversa, todo barulho, até mesmo a luz, lhe é incômoda, 1.
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Mau humor ao despertar pela manhã; não sabia o que fazer consigo de mau humor; afastava as almofadas e a coberta, e não queria olhar nem falar com ninguém, 1.
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Inclina-se a gracejar de modo malicioso, 1.
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Indignação de manhã, quando na cama; atira as almofadas de um lado para o outro, indignada, descobre-se, não quer ver ninguém e não quer que lhe falem, 1.
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Enlouquece furiosamente quando lhe oferecem algo para comer, sem ter o menor apetite, 1. [100.]
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Choro ao menor pretexto. Irritabilidade excessiva e inclinação para discussões. (Esta última característica era muito marcante, pois, durante os dois anos em que estivemos livres de papel arsenical, os rapazes estavam sempre felizes juntos e eram notáveis pela sua brandura uns com os outros), 225.
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Grande sensibilidade, 165.
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Não suporta o menor barulho, 99.
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Chora ou ri com muita facilidade, 167.
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O psiquismo era muito afetado por ninharias, 167.
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Aborrece-se com ninharias, 1.
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Aborrece-se com cada ninharia e fala sem cessar dos defeitos dos outros, 1.
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Descontente; não tem desejo de coisa alguma, 1.
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Insatisfeito o dia todo, e muito irritado consigo próprio por não ter feito o suficiente, 7.
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Indignação, alternando com brandura; na sua indignação, não olha para ninguém e não quer ouvir nada; também chora, 1. [110.]
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Irresolução, por estados de humor reiterados; deseja alguma coisa e, quando tudo é feito para satisfazer o seu desejo, a menor ninharia basta para lhe mudar a vontade, e já não a quer, 1.
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Quieto, com expressão abatida, sem queixas, 179.
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Nos primeiros minutos, grande tranquilidade de alma e alegria; meia hora depois, ansiedade excessiva e inquietação; imaginava que os efeitos do veneno seriam terríveis, e desejava continuar a viver (no caso de um homem que se havia envenenado com Arsénico e por isso desesperava), 9.
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Grande indiferença, 1.*
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Indiferença calma; sem se preocuparem com a morte que se aproximava, nem esperavam nem desejavam recuperar (efeito secundário, em dois suicidas que tomaram Arsénico), 1.*
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Calma mental (no caso de uma pessoa melancólica e desesperada), 25. ["A calma era antes mental, proveniente da sua resolução, do que física."]
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Intelecto.
Humor calmo e equilibrado; nenhum acontecimento perturbava a sua equanimidade, 7.
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Conservou as faculdades mentais, a consciência clara e uma disposição tranquila inabalável, 134.
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Excitação psíquica involuntária, para o amanhecer, impedindo o sono, embora se sinta muito sonolento, 1. [120.]
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As ideias acotovelam-se nele; está demasiado fraco para as repelir, a fim de deter-se numa só ideia, 1.*
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Confusão, 99.
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Confusão mental, 110.
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Estúpido e confuso da cabeça, como numa coriza intensa, e, quando está de mau humor, a cabeça parece uma lanterna, 1.
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Sente como se fosse perder os sentidos ao pensar longamente sobre qualquer coisa, 99.
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Distração, 225.
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Responde devagar, 197.
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Dá respostas muito curtas quando interrogado, 106.
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(Debilidade do entendimento), 11. ["Resultado da supressão da febre intermitente por A."]
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Por fim, completamente incapaz de realizar qualquer trabalho mental, receoso dos seus semelhantes, irritável e apaixonado; ficou tão abatido por causa da insónia persistente (de 6 de outubro de 1855 a novembro de 1856), que cometeu suicídio, 166. [130.]
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Ausência do entendimento e dos sentidos externos e internos; nada via, nada dizia durante muitos dias, nada ouvia e nada compreendia; quando se lhe gritava aos ouvidos, olhava para os presentes como alguém que desperta de sono profundo, 17.
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Falta de memória, 225.
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Memória reduzida, .
CABEÇA
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VERTIGEM.
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Vertigem; sentiu o quarto inteiro girar, 96.
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Vertigem excessiva, de modo que ela tinha de se segurar, 105.
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Vertigem excessiva; "a cama está virando, vou cair no chão", 212.
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Vertigem e embotamento na cabeça, 152.
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Vertigem ao levantar-se, 116.
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Vertigem todas as noites; ela tem de se agarrar a alguma coisa ao fechar os olhos, 1. [160.]
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Vertigem, somente ao caminhar, como se fosse cair para o lado direito, 7.
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Vertigem, quando sentado, 1.
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Vertigem, com esvaecimento do pensamento ao levantar-se, 9.
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(Vertigem, com dor de cabeça), 19.
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Vertigem, com obscurecimento da visão, 17.
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Vertigem, com perda passageira da visão, 159.
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Vertigem, com fisionomia tranquila, 135.
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Vertigem violenta, com inclinação para vomitar ao deitar-se; ele tem de sentar-se para melhorar, 9.
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Muita vertigem, especialmente com afluxo sanguíneo ao coração, 219.
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Vertigem e tremor, . [170.]
OLHOS
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Olho em Geral.
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Olhar vivo, penetrante, 163.
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Olhos brilhantes e reluzentes, e vasos da córnea muito injetados, 199.
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Inflamação dos olhos, 44.
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Inflamação dos olhos, violenta, frequentemente recorrente, 26.
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Olhar fraco, 19.
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Olhos turvos, 99.
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Olhos congestionados, lânguidos, 202.
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Os olhos parecem velados, e finamente injetados, 92.
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Círculos azulados ao redor do olho, e aspecto pálido do globo ocular, 224. [320.]
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Olhos amarelos, como na icterícia, 1.
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Olhos injetados, como no início de uma febre eruptiva, 160.
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Olhos fracos e inflamados, a conjuntiva estava de um vermelho vivo, 224.
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Os olhos vermelhos, 139.
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Os olhos muito vermelhos, 160.
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Olhos injetados de sangue, 99.
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Olhos vermelhos, inflamados, 43.
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Olhos vermelhos, como após chorar, 92.
OUVIDOS. [470.]
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Ouvidos muitíssimo tumefeitos, com rubor erisipelatoso escuro e grandes bolhas, que logo vertem secreção e adquirem aspecto gangrenoso, 207.
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Ardor na orelha externa ao entardecer (após 5 horas), 1.
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Dor repuxante e dilacerante no lóbulo esquerdo, 1.
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Dor repuxante e dilacerante atrás da orelha, ao longo do pescoço, descendo até o ombro, 1.
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Alguma coceira abaixo da orelha direita, e ali uma erupção papulosa, 91.
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Sensação como se o meatus auditorius esquerdo estivesse obstruído por fora, 1.
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Ao engolir, o ouvido fica fechado por dentro, como na hipoacusia, 1.
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*Otalgia, 2.
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Dor em cãibra nas orelhas externas, 1.
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*Dor dilacerante no ouvido interno, 1. [480.]
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*Dor pungente e dilacerante através do meatus auditorius esquerdo, de dentro para fora, para o entardecer (primeiro dia), 1.
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Pontadas no ouvido pela manhã, 1.
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Dor pungente no meatus auditorius esquerdo à noite, de dentro para fora, 1.*
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Formigamento agradável, profundamente em ambos os ouvidos, durante 10 dias, 3.
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Cócega voluptuosa no meatus auditorius direito leva a esfregar, 7.
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Audição.
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Sensibilidade invulgar ao som, .
ARSENICUM ALBUM. NARIZ
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Sinais objetivos e secreções.
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Nariz afilado, 134.
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Nariz tumefeito, vertendo uma secreção aquosa profusa, 224.*
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Úlceras da mucosa nasal, 220. [500.]
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[Ulceração da parte superior do interior do nariz, secretando um ícor fétido, de sabor amargo. -H.], 5.
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Espirros, 97.
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Espirros frequentes, sem coriza (após onze horas), 7.
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Espirros violentos e contínuos, 1.*
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Espirros violentos e incoercíveis, 220.
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Crises frequentes e violentas de espirros, que a despertam à noite, acompanhadas de secreção nasal abundante e aquosa, 223.
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Corrimento nasal, 96.
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Corrimento nasal profuso, 224.
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Corrimento nasal acentuado por dois dias, com coceira, 93.
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Secreção escoriante das narinas, 225. [510.]
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(Eliminação de um líquido corrosivo pelo nariz), 17.
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Secreção nasal profusa, espessa, amarela, 224.
ROSTO
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Aparência. [540.]
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Pele do rosto gélida, 99.
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Rosto frio, nariz e lábios azuis, 121.
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Rosto e mãos frios, cobertos de transpiração fria, 122.
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Seu aspecto compara-se melhor ao de um paciente de cólera no estágio de algidez, 102.
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Fácies estúpida, 136.
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Aspecto de sofrimento, 103.
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Expressão aflita da fisionomia, 224. [550.]
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Fisionomia angustiada, 202.
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Olhar angustiado, mas não selvagem nem atordoado, 124.
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Expressão de agonia na fisionomia, 184.
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Rosto exprimindo verdadeira agonia psíquica, 123.
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Expressão terrível de apreensão, .
BOCA
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Dentes e Gengivas.
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Ranger de dentes, 19.
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Trituração convulsiva dos dentes, 51.
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Ranger dos dentes durante o sono, 1.
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Considerável depósito de tártaro na base dos dentes (num dentista, que tinha o maior cuidado com os dentes), 90.
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Queda de todos os dentes, 51.
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Os dentes superiores do lado direito começaram a afrouxar e foram retirados com os dedos, 169.
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Afrouxamento doloroso dos dentes; eles doem per se, e ainda mais ao mastigar; as gengivas também são dolorosas ao toque, e a bochecha está tumefeita, 1.
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Um dente torna-se frouxo e proeminente pela manhã; a gengiva desse dente é dolorosa ao toque; a parte da bochecha por trás da qual o dente se localiza é ainda mais dolorosa externamente; o dente não dói ao cerrar os dentes, 1. [670.]
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Cárie progressiva dos dentes, com odontalgia insuportável, 166.
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Embotamento dos dentes, como se ela não pudesse mastigar com eles, 99.
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O dente parecia mais comprido que o natural; era sensível à pressão e à água fria; estava algo frouxo, 169.
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Dor nos dentes, 201.
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Odontalgia em todos os dentes do lado esquerdo, 99.
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Odontalgia durante todo o dia na maxila superior esquerda, .
GARGANTA
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Garganta em geral.
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Garganta ulcerada, 225. [790.]
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Dor de garganta ulcerosa (enquanto se retirava o papel das paredes), 225.
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As erosões da garganta supuram profundamente, 116.
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Tumefação excessiva da carótida esquerda, ao abaixar-se, 2.
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Tumefação das glândulas submaxilares, com dor dolente e contusiva, 1.
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(Tumefação das glândulas submaxilares, com dor à pressão externa), 5.
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Tumefação endurecida da glândula submaxilar esquerda, que aumenta ao entardecer (Sr.).
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Parótidas e glândulas submaxilares muito tumefeitas, 198.
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(Inflamação da garganta), 36.
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Contração da garganta, 191.
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A garganta está contraída, 139. [800.]
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Amargor na garganta após uma refeição, tendo o alimento sabor natural dia sim, dia não (como numa febre terçã), 1.
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Sabor adocicado também na garganta, 209.
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Expele muco cinzento ao pigarrear, 1.
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Expectoração constante de saliva e muco das fauces, 102.
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Secura extrema da garganta, 193.
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Sensação de secura na garganta; tinha de beber o tempo todo, como se estivesse ressequida, .
ESTÔMAGO
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Apetite e Sede.
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*Apetite morbidamente aumentado, 159.
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Desejo constante de alimento, 224.
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Desejo de coisas ácidas, 9.
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Grande desejo de ácidos e de frutas ácidas, 1.
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Inclinação para banha, 99. [880.]
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Apetite caprichoso, 99.
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Inclinação para comer, mas tudo é repugnante, 99.
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*Sem apetite; ainda assim, aprecia o alimento que come, 1.
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Apetite reduzido, 218.
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Sem apetite para o jantar, 92.
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Falta de apetite durante oito dias, 128.
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Ausência de fome e de apetite durante dez dias, 3.
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(Falta de apetite e sede violenta), 84.*
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Falta de apetite e sensação de pressão na região do estômago, 114. [890.]
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Perda completa de apetite ( 36 ), .*
ARSENICUM ALBUM. ABDÔMEN
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Regiões hipocondríaca e umbilical.
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Irritação do fígado, com aspecto amarelento, ou palidez mórbida, 219.
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Dor na região do fígado, 154.
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Dor muito intensa na região hipocondríaca direita, 13.
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Dor nas regiões hipocondríaca direita e lombar adjacente, irradiando-se dessas partes às vezes por todo o abdômen, às vezes para a virilha direita e o lado direito do abdômen, como cólica renal; urina inalterada, 13.
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Dor aguda sobre a região do fígado, muito aumentada pela pressão, 200.
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Hipocôndrios tensos e sacudidos por convulsões, 141.
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Aumento da tensão nos hipocôndrios durante o paroxismo febril; ele quase não consegue deitar-se sobre um dos lados, 1.
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Sensação de pressão no fígado ao caminhar ao fresco, 1. [1270.]
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Dor repuxante e pungente sob o hipocôndrio esquerdo, estendendo-se ao tórax, ao pigarrear, 1.
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Hipertrofia do baço, 221.
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[Tumefação do baço, que antes estivera endurecido. -H.], 5.
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Dores muito intensas ao redor do umbigo, obrigando-o a curvar-se para a frente, aumentadas pelo toque e ao tentar erguer-se ou deitar-se de costas, 140.
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Dores no abdômen abaixo do umbigo, 210.
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Cólica repuxante na região umbilical (após duas horas), 1.
EVACUAÇÃO E ÂNUS
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Recto e Ânus.
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Protrusão convulsiva do recto, muito dolorosa, 1.*
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O recto permanece protruso, após hemorragia pelo recto, 1. [1410.]
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(Saída de sangue pelo recto quase a todo o momento, com êmese e cólica excessiva), 56.
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Tenesmo, 116.
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Tenesmo constante, 116.
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Tenesmo com ardor, 13.
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Tenesmo; eliminações frequentemente tingidas de sangue, 171.
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Tenesmo constante, com dejeções mucosas, 190.
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Tenesmo como na disenteria, ardor constante, com dor e pressão no recto e no ânus, 1.*
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Ardor no recto, 99.
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Ardor no recto após a evacuação, com grande debilidade e tremor em todos os membros, 1.*
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Durante o fluxo menstrual, pontada aguda desde o recto até ao ânus e ao pudendo, 1. [1420.]
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Picadas ásperas no recto, como se passasse areia, 95.
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Repuxões no ânus, 99.
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Tumefacção dolorosa das veias hemorroidárias, com tenesmo, 13.
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Hemorroidas, sangrantes e procidentes, 95.
ÓRGÃOS URINÁRIOS
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Tenesmo urinário e estrangúria, 162.
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Estrangúria, 171. [1540.]
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Ardor na uretra, 99.
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Ardor na parte anterior da uretra no começo da micção, de manhã cedo (após vinte e quatro horas), 1.
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Dor pungente na uretra, 1.
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Dores frequentes, como dilacerantes, profundamente na uretra, 1.
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Forte urgência para urinar, 99.
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Desejo frequente de urinar, eliminando muita urina (após duas a dezessete horas), 7.
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Desejo frequente de urinar, que por vezes só se consegue satisfazer com dificuldade, 116.
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Grande desejo de urinar, mas não elimina urina alguma, 23.* [1550.]
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Desejo de urinar, que ele não consegue satisfazer, mas a bexiga está vazia e, com o cateter, só se evacuam algumas colheradas de urina clara, 102.
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Micção frequente, 139.
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Micções mais frequentes que o habitual, 156.
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Tem de levantar-se para urinar três ou quatro vezes durante a noite, eliminando grande quantidade todas as vezes, por várias noites consecutivas, .
Urina. -H.], 5
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Urinação dolorosa, 119.
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Iscúria, 214.
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Dificuldades espasmódicas ao urinar, 116. [1560.]
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(Fluxo urinário às vezes reduzido), 49.
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Urina escassa, eliminada com dificuldade, 150.*
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*Emissão escassa, e ardor durante a emissão, 1.
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A urina não foi eliminada de modo algum, 134.
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Retenção urinária, como se a bexiga urinária estivesse paralisada, 1.*
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Urina suprimida, 179.
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(Urina aumentada, com frequência), 49.
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Urina em quantidade considerável, 134.
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Urinação profusa, 99. [1570.]
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Urina abundante e castanho-escura, 117.
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(Urina abundante e ardente, muito quente ), 5.
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Urina escassa, amarelo-escura, 99.
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Urina quase incolor, 1.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Masculino.
-
*(Inflamação e tumefação dos genitais, aumentando quase até à gangrena; excessivamente dolorosas ), 65.
-
Tumefação excessivamente dolorosa dos genitais, 43.*
-
Esfacelo das partes genitais masculinas, 66.
-
A glande está azul-avermelhada, tumefeita e rachada, 81.*
-
Ereções raras e incompletas, 217.
-
Potência sexual perdida, 217.
-
Ereções de manhã, sem emissão, 7.
-
Ereção, com ardor na parte anterior do prepúcio, 1.
-
O pénis, a bexiga e os rins causam-lhe dores atrozes, 139. [1590.]
-
Tumefação e queimação insuportável do pénis, 139.
-
Prurido corrosivo na porção posterior do pénis, obrigando-o a coçar-se, 7.
-
Prurido violento da glande, sem ereção, 1.
-
Coceira picante na extremidade do prepúcio, 1.
-
Ao despertar, verificou-se que toda a porção avermelhada da bolsa escrotal estava coberta por uma erupção de vesículas muito pequenas. Isto continuou por alguns dias, com ligeira secreção, terminando em dessecação. (Este caso mostra a ação eletiva do Arsénico sobre os genitais), 92.
-
Tumefação da bolsa escrotal, 23.
APARELHO RESPIRATÓRIO
-
Laringe etc., e voz. [1620.]
-
Bronquite persistente, 219.
-
(Crupe gangrenoso), 53.
-
(Catarro sufocativo), 28. [Mesmo sintoma que o seguinte.]
-
(Catarro súbito, ameaçando sufocação, à noite), 17.
-
Espasmos da glote, 221.
-
Secura da laringe, 1.*
-
Irritação na laringe, provocando tosse, 99.
-
Sensação de fumaça na laringe provoca tosse antes de adormecer, ao entardecer, como pelo vapor de enxofre, 1.*
-
Titilação constante na laringe, induzindo tosse, mesmo sem inspirar, 1.*
-
Voz baixa, 123.
-
Voz fraca, 124.*
-
Voz clara, porém fraca, 179.
-
Rouquidão crônica, .
TÓRAX
-
Tórax em geral. [1740.]
-
Parte superior do tórax amarela, 209.
-
Parte anterior do tórax e pescoço lívida, 189.
-
Sibilos no tórax, 37.
-
Inflamação dos pulmões, 213.
-
À auscultação, verificou-se que os lobos posteriores de ambos os pulmões estavam acometidos por pulmonia, e os lobos inferiores de ambos os lados achavam-se parcialmente consolidados, 193.
-
Catarro violento e opressão do tórax com fleuma, 116.
-
Muco muito tenaz no tórax, difícil de desprender, 1.
-
Dores no tórax, 30.
-
Dores internamente, na parte superior do tórax (após cinco horas), 1. [1750.]
-
Muita dor no tórax, 43.
-
Dor na parte inferior do tórax à inspiração completa, 96.
-
Sensação de frio no interior do tórax, à noite, também após a ceia, 1.
-
Grande calor no tórax, estendendo-se abaixo do diafragma, 6.
CORAÇÃO E PULSO
-
Coração.
-
Inflamação do coração, e suas consequências, dilatação e edema dos pés, 219.
-
Os sons do coração, mas especialmente o "choc", bastante violentos; não condizendo com o pulso pequeno, 109.
-
Coração lento, pulso fraco, 179.
-
Grande irregularidade do coração e da respiração, 221. [1800.]
-
Coração irritável, 219.
-
*Os batimentos do coração são irritáveis, 19.
-
Ação do coração débil e apressada, 203.
-
Coração e pulso acelerados, 132.
-
Palpitação violenta, 99.
-
Queixa de palpitação violenta do coração, 109.
-
Palpitação violenta, tumultuosa, do coração, 19.
-
Palpitação do coração muito violenta e até dolorosa, 107.
-
Palpitação do coração excessiva e incômoda, 9.* [1810.]
-
Palpitação violenta à noite, 2.*
-
Palpitações fortes, visíveis e audíveis, principalmente à noite, .*
PESCOÇO E DORSO
-
Coloração amarela do pescoço, 209.
-
Tumefação da parte externa do pescoço, sem dor, 9.
-
Tumefação da glândula tiroide, especialmente no lado direito do pescoço, 218.
-
Distorção dos músculos do pescoço, 45. ["Não encontrado."]
-
O pescoço é repuxado por espasmos para o lado esquerdo e para trás, 99.
-
Rigidez da região da nuca, como se estivesse contundida ou torcida, sentindo-se dor semelhante sobre as ancas; à noite e de manhã, 1.*
-
Rigidez da região da nuca, 99.
-
Rigidez do pescoço; ela não consegue mover a cabeça, 99. [1900.]
-
À noite, rigidez dos músculos cervicais posteriores, 92.
-
Rigidez tensional no pescoço, 2.
-
Dor no lado esquerdo do pescoço, estendendo-se para baixo até ao músculo peitoral, 99.
-
Neuralgia violenta no lado esquerdo do pescoço, seguida de sensação de incapacidade para o movimento, 99.
-
Dor espasmódica no lado esquerdo do pescoço, 99.
-
Dor à pressão nas vértebras cervicais, 99.
-
Dor no dorso, com desassossego e angústia, 24.
-
Debilidade no dorso, 218.
-
Dores no dorso, 99.
-
Dores violentas ou surdas, mas contínuas, no dorso, com grande debilidade concomitante; inclinação para deitar-se, sem alívio, . [1910.]
EXTREMIDADES EM GERAL
-
Objetivo.
-
Mãos e pés como se estivessem mumificados, de modo que a pele pendia em muitas pregas ao redor dos ossos, que protrudiam de maneira não natural, mas não estavam de modo algum aumentados de volume, 119.
-
Os músculos flexores das extremidades superiores e inferiores se contraem, 151.
-
Aproximação dos membros superiores e inferiores, 163.
-
Forte contração nos joelhos e cotovelos, 174.
-
Os artelhos e dedos das mãos ficavam continuamente fletidos; depois de serem endireitados por alguém, voltavam novamente à condição fletida, 105.
-
A contração dos dedos das mãos e dos artelhos desapareceu após uma profusa perda de sangue por êmese e pelo ânus; depois de, estando dobrados, serem endireitados, permaneceram nessa posição, mas pareciam como mortos; após um banho morno, a vida voltou às mãos e aos pés, mas dedos das mãos e artelhos voltaram a permanecer dobrados, 105.
-
Distorção dos membros, 121. [1940.]
-
Extremidades superiores e inferiores convulsionadas, 212.
-
Convulsões dos membros e joelhos, 23.
-
Tremor das extremidades, 166.
MEMBROS SUPERIORES
-
Membros superiores débeis; os flexores dos dedos retraídos (oito semanas), 174.
-
Sensação de peso e formigamento, que logo acometeram os membros superiores, 206.
-
Dor insuportável no ombro esquerdo, 151.
-
Sensação convulsiva no ombro esquerdo, 99.
-
Dores puxantes nos ombros, 222.
-
[Tumefação glandular da axila, -H.], 5.
-
Pontadas dilacerantes na axila direita. [2040.]
-
Sensibilidade dolorosa na região axilar, sob os braços, 68.
-
Tumefação dolorosa do braço e da mão direitos, 139.
-
O braço direito ficou intensamente tumefeito do cotovelo ao punho e muito doloroso, 169.
-
Debilidade dos braços, 218.
-
Os braços estavam algo fracos, 215.
-
Incapacidade completa de mover o braço esquerdo, 99.
-
O braço direito fica entorpecido quando ele se deita sobre o lado direito, 1.
-
Dor no braço do lado sobre o qual a pessoa se apoia, à noite, 1.
-
O braço esquerdo parece mais frio que o direito, 99.
-
Neuralgia violenta no braço esquerdo, seguida de sensação de impotência funcional, 99. [2050.]
-
Dores nevrálgicas peculiares no braço esquerdo, de repente, após as refeições, .
MEMBROS INFERIORES
-
Em geral.
-
Os membros inferiores estão algo edemaciados, 162.
-
Tumefação excessivamente dolorosa dos membros inferiores, 4. [2100.]
-
Os membros inferiores ficam muito emagrecidos, 138.
-
Membros inferiores retraídos para o abdómen, 190.
-
Cãibras em todos os músculos dos membros inferiores, especialmente no plantar do pé direito, 159.
-
Cãibras dolorosas nos membros inferiores, 136.
-
Abalos muito violentos dos membros inferiores, 205.
-
Tremor nos membros inferiores, 217.
-
Marcha insegura, 213.
-
Marcha cambaleante, 219.
-
Marcha cambaleante, tropeçante, como se estivesse rígida, com desvio dos pés para fora, 218.
-
Marcha pesada, "arrastada"; dificuldade para levantar-se depois de comer (intoxicação crónica), 175. [2110.]
-
Insegurança e tontura ao caminhar, em lugar descoberto e atravessando-o, 219.
-
Debilidade nos membros inferiores, 217.
-
Sensação como se os membros inferiores fossem ceder ao subir escadas, 4.*
-
Não consegue subir um único degrau, precisa ser carregado, 218.
GENERALIDADES
-
Objetivo.
-
Saúde geral precária, 215.
-
À primeira vista, teria parecido tratar-se de um caso de febre tifoide. Sonolência constante, entorpecimento, semblante embrutecido, zumbido nos ouvidos, sem dores, vermelhidão das faces, ligeira oftalmia, decúbito dorsal, paralisia dos membros e do tronco, grande emaciação, pele úmida, batimentos violentos do coração, válvulas cardíacas normais, nenhum ruído mórbido, pulmões livres. Pulso 95 a 100; língua limpa, não seca; abdome não sensível à pressão, mas retraído; gorgolejo oco no abdome; sem diarreia, e urinação involuntária, 169.
-
Cólera, 60. ["Isto é, vômitos e diarreia constantes, com nariz afilado, membros frios, cãibras e morte."]
-
A êmese incessante, a diarreia, as cãibras nas panturrilhas, o aspecto lívido e, especialmente, os líquidos evacuados, sem mostrarem sinais de sangue, definiam o ataque como uma espécie de cólera esporádica, 124.
-
Tísica, 47.
-
Tísica gradual (morreu dentro de um ano), 29.
-
Os efeitos produzidos por pequenas doses de arsênico poderiam ter sido confundidos com os do mercúrio, 171. [2270.]
-
Encolhe-se na cama, mal consegue mover os membros e só com dificuldade é despertado de seu sopor delirante, 136.
-
Corpo encolhido, 106.
-
Jaz na cama todo encolhido, 126.
-
Ela jaz curvada sobre o tronco, apoiada em ambos os braços, pálida como um cadáver, com os mais violentos esforços de vômito, 126.
-
Muito inchado por todo o corpo, 224.
-
(Grande inchaço do rosto e de todo o corpo), .
ARSENICUM ALBUM. PELE
-
Aspecto, etc. [2510.]
-
A pele tornou-se muito branca; tez branca e de aspecto pastoso, 224.*
-
Brancura excessiva da pele, como nos lactentes, que, à medida que a influência arsenical aumentava, se tornou amarela e escamosa, produzindo em J. E. e no bebê a erupção mais irritante por todo o corpo, com odor forte e peculiar, 225.*
-
A pele tornou-se pouco a pouco amarela e, depois, de cor castanho-escura, 224.
-
Icterícia, 47.
-
Toda a pele ficou azulada, 102.*
-
As veias, especialmente as jugulares, muito dilatadas; por isso a pele tornou-se azulada, 102.
-
Cianose, 173.
-
Ficou vermelho e úmido em todo o corpo, 144.
-
Pele fuliginosa, mosqueada, especialmente nas extremidades, 218.
-
A pele adquiriu coloração castanho-fuliginosa, especialmente nas partes descobertas, 217. [2520.]
-
Estado seco e rachado da pele, 224.
-
Pele seca e escamosa, rachada por toda parte e muito dolorida, com forte e peculiar odor emanando dela, 224.*
-
Gangrena profunda da pele, 214.*
-
Nos dedos dos pés, especialmente em ambos os quintos dedos, apareceu pouco a pouco uma pele extremamente dura, córnea, que doía com queimação e tornava o caminhar muito doloroso, .
SONO E SONHOS
-
Bocejos e sonolência.
-
Bocejos, 99.
-
Bocejos frequentes, 1.
-
Bocejos quase ininterruptos, 1.
-
Bocejos e espreguiçamento, como se não tivesse dormido o suficiente, 7.
-
Bocejos e debilidade após comer, de modo que tem de se deitar e dormir, 1.
-
Propenso ao sono, 217. [2640.]
-
Sem sono, mas com inclinação para cochilar, 136.
-
Tornou-se sonolenta, sem conseguir dormir nem repousar, 134.
-
Ataques frequentes de sonolência durante o dia, quando está sentado, 1.
-
Sonolência excessiva; adormece novamente logo em seguida após tomar; durante quatro dias, 3, 6.
-
Torpor interrompido por sonhos inquietantes e grande angústia, 1.
-
Desejo irresistível de dormir, alternado com grande inquietação, 19.
-
Estado soporoso, do qual ela frequentemente despertava, mas apenas por pouco tempo, 134.
-
Sono.
ARSENICUM ALBUM. FEBRE
-
Frialdade. [2700.]
-
Temperatura diminuída, 217.
-
Pele fria, 184.
-
Frio como um cadáver, 120.*
-
Frialdade da pele durante vários meses, 105.
-
Pele fria ao toque e coberta de transpiração fria profusa, 202.
-
A pele gelada, coberta de suor frio, especialmente na testa e nas têmporas, 102.
-
Pele fresca e espasmodicamente contraída, 136.
-
A pele gelada e a face assustadoramente pálida, 102.*
-
Sensação de frio externo (que também é objetiva), com calor interno, como sensação de plenitude ou fogo nos vasos, 218.
-
Arrepios frequentes, 99.
-
Arrepio febril, 88.
-
Arrepio frio, 157.*
-
Arrepio frio violento, com tremor, 154.
-
O arrepio desaparece depois do jantar (raro efeito alternante), 1.
-
Arrepio depois do jantar, 1.
-
O arrepio retorna todas as tardes às 5 horas, .
CONDIÇÕES
-
Agravação.
-
(Manhã), Ao despertar, mau humor; na cama, indignação; sensação de peso na cabeça, etc.; ao acordar, dor de cabeça, etc.; ao levantar-se, dor de cabeça; ao despertar, dor de cabeça surda; depois de levantar-se, sensação de peso na cabeça, etc.; ao erguer-se, dor como de contusão no lado da cabeça; remela nas pálpebras; aglutinação das pálpebras; pus nos olhos; ligeiro lacrimejamento, etc.; pontadas na orelha; corrimento nasal às 5 A.M., etc.; dentes frouxos, etc.; ao acordar, coriza, etc.; inchaço do rosto; ao levantar-se, ligeira odontalgia; pontadas nas gengivas; gosto amargo; gosto pútrido; aspereza, etc., na garganta; ao engolir o primeiro bocado, raspagem na garganta; ao despertar, sente-se enjoado, etc.; ao levantar-se, vômito de bílis; uma hora depois de levantar-se, vômito; distensão, etc.; ao despertar, rumor nos intestinos; depois de levantar-se, dor nos intestinos; antes e durante a evacuação diarreica, beliscões no baixo-ventre; diarreia; cedo, no início da urinação, ardor na parte anterior da uretra, ereções; tosse violenta; expectoração verde, etc.; na cama, sacudidas com pontadas no polegar, etc.; dor lacerante no metacarpo; dor puxante-lacerante nos quadris, etc.; ao levantar-se, ataque de dor nas coxas; suor nas pernas; cedo, peso, etc., nas pernas; dor em cãibra nas pernas; calcanhares dolorosos; tremor do corpo todo; rigidez muscular; fadiga; ao levantar-se, mal-estar geral; ao despertar, dores por todo o corpo, etc.; ao despertar, acesso de sensação de frio; desde o despertar até a hora de levantar-se, suor; ao acordar, suor apenas no rosto; sente como se não tivesse dormido o suficiente.
-
(Da manhã até o meio-dia), Cãibra nas pontas dos dedos.
-
(Da manhã até a noite), Sede intensa.
-
(Todas as manhãs), Às 5 horas, corrimento nasal.
-
(Fim da manhã), Enjoo, etc.; diarreia; dor puxante nas costas; cansaço, etc., das articulações; febre, etc.; suor, etc.
SUPLEMENTO: ARSENICUM ALBUM. Autoridades. (227 a 230, da coleção de Berridge, no apêndice do Brit. Journ. of Hom.); 227, Thos. Garnett, Med. and Phys. Journ., 1801, 542, envenenamento fatal de um homem por pílulas de Ars., manteiga e farinha; 228, Dr. S. Barnum, Med. Repos., 1802, p. 43, uma mulher tomou uma solução; 229, Dr. Yelloby, Ebind. Med. and Surg. Journ., 1809, p. 389, um menino, æt. dezesseis anos, tomou um pennyweight (unidade de peso); 230, W. J. Crowfoot, Med. and Phys. Journ., 1815, 441, crianças o comeram em alimento; 231 a 235, John Marshall, Remarks on Arsenic, Londres, 1817, efeitos em cinco pessoas por comerem bolinhos contendo óxido de arsênico; 233, sendo uma mulher grávida de sete meses; (236 a 241, de Berridge); 236, J. Hume, Med. and Phys. Journ., 1821, p. 466, Sra. ---, æt. vinte anos, tomou arsênico; 237, Astley Cooper, Lancet, 1823-24, 156, aplicação no olho para fungo; 238 a 241, Alexander Murray, Edinb. Med. and Surg. Journ., vol. xviii, p. 167, envenenamento de uma família; 242 a 244, Robert Christison, M.D., Trans. Medico. Chirurg. Soc., 1825, casos fatais; (242 a 248, de Berridge); 245, Robert Christison, Edinb. Med. and Surg. Journ., 1827, p. 441; , John Elliotson, , 1828, p. 265, uma mulher, æt. cerca de sessenta anos, tomou arsênico; , Christison, , 1830, p. 67, seis pessoas o tomaram em champanhe; , (, 1832, p. 162), várias pessoas o tomaram em alimento; , , vol. xiii, 1835, p. 334, envenenamento fatal de T. D ---, æt. vinte e três anos; ( e , de Berridge); , , 1835-6 (1), 436, uma moça, æt. vinte e dois anos, engoliu 1 onça; , (, 1837-8 (2), 625), várias famílias beberam água impregnada com arsênico; , B. E. Cotting, , vol. xviii, 1838, p. 78, um homem, æt. vinte e dois anos, tomou cerca de 2 onças, em vinho e água; ( a , de Berridge); , (, 1840, p. 371), envenenamento; , Theophilus Thompson, , 1843-4 (1), 98; , Dr. W. Woodcock, ibid., 1845 (1), 640, Sra. W., tomou 1 1/2 colher de chá; , J. M. Adams, , 1845, p. 262, J. P., æt. quarenta e dois anos, tomou 2 dracmas; , (Lond.) (, 1845, vol. xiii, p. 61), um homem fabricava velas arsenicais; , Allison, , 1845 (1), p. 413, uma moça, æt. treze anos, tomou uma colher de chá cheia antes das 4 P.M., e outra dose antes das 5; , Linoli, abreviado de (, 1846), dois homens e três crianças tiveram os mesmos sintomas por arsênico em alimento; , J. Hakes, , vol. lxvi, 1846, p. 43, uma família bebeu água contendo arsênico, vários casos fatais; , Dr. Letheby, , 1847 (1), p. 44, uma moça, æt. dezenove anos, tomou à noite 2 onças de fly-water, contendo 2 1/2 onças de arsênico branco, morte em trinta e seis horas; , Dr. L. Owen Fox, , 1848 (2), 503, envenenamento fatal de um homem, æt. vinte e um anos, por uma colher de chá; , Wm. Robert Cornish, ibid., 1849, p. 35, um homem tomou 1 onça; , o mesmo, uma moça tomou 1 onça; , Dr. Michæl McGee, ibid., p. 311, uma moça, æt. dez anos, tomou 10 grãos ou mais; ( a , de , 1851, e , 1850); , um homem e uma mulher, cada um tomou 24 grãos; , M. G., æt. cinquenta e seis anos, tomou 1 1/2 onça, fatal em doze horas; , Srta. D., æt. dezoito anos, tomou ácido arsenioso; , J. G., æt. trinta e três anos, tomou ácido arsenioso no chá e, no quarto dia, tomou 2 colheres de chá no café com leite; , um homem, æt. entre vinte e cinco e trinta anos, tomou arsênico em alimento; , cinco pessoas comeram um bolo no qual havia sido posta uma colher de chá; , uma mulher, æt. vinte e cinco anos, tomou um pouco em água; , envenenamento de cinco pessoas; , envenenamento de sete pessoas; , duas pessoas o tomaram em alimento; a , uma família envenenada por arsênico em alimento; , envenenamento fatal de M. J. B.; , um menino, æt. dois anos, tomou uma colherada de pó para ratos (arsênico e farinha); , uma menina, æt. quatro anos, tomou o mesmo; , M. B., æt. trinta anos, tomou quase uma colherada em mingau e porter; , um homem e uma mulher o tomaram em ponche; , quatro pessoas o tomaram em alimento; , cinco pessoas o tomaram em sopa; , Dr. G. E. Sanger, , 1851, 183, envenenamento de um homem, æt. dezenove anos; , (, vol. xxvii, 1852, p. 63), efeitos da suspensão do hábito de comer arsênico; , Dr. T. R. Mitchell, , 1853, p. 612, um homem esfregou o linimento nas axilas, púbis e escroto; , Dr. T. Brown, , 1853, p. 878, uma mulher, æt. vinte e quatro anos, tomou arsênico para provocar abortamento; , M. Dandin, , 1854, caso de envenenamento; , relato de Tschudi, , 1854 (, 1855, vol. li, p. 189), efeitos da suspensão do hábito de comer arsênico; , o mesmo, um homem tomou uma sobredose; , Dr. Wilks, , 1855, p. 364, um homem, æt. cinquenta anos, tomou provavelmente três colheres de chá; , Samuel C. Pointer, M.D., , vol. ix, 1856, p. 210, Agnes Corbet, æt. vinte e um anos, engoliu uma colher de chá, morte em doze horas. ( a , de Kesteven, , 1856); , Dr. Jago, efeitos em operários; , Mr. Pointer, envenenamento; , Kesteven, efeitos da suspensão do hábito de comer arsênico; , Dr. Halley, , vol. xvii, 1857, p. 428, arsênico em papéis de parede; ( a , de Berridge); , Dr. Walter Watson, , 1857 (2), 281, efeitos em pastores por lavar ovelhas com arsênico; , Dr. Robert Crawford, ibid., p. 127 e 181, efeitos do mesmo; , Dr. W. G. Meacham, , vol. iv, 1858, p. 430, envenenamento de um homem, æt. vinte e cinco anos; , Jas. Whitehead, , 1858, p. 804, um rapaz envenenado por papel de parede arsenical; , Mr. H. G. Trend., ibid., p. 725, uma mulher tomou arsênico duas vezes por dia, durante três meses, ao todo duas colheres de sopa, para provocar abortamento; , Jas. Beghie, , 1858, vol. iii, p. 961, observações de Valleix e de outros autores franceses; , Begbie, ibid., efeitos em um caso de coreia; , Dr. Gibbs, , 1858 (1), p. 613, uma senhora o tomou durante muitos anos por uma erupção; , Dr. Wm. N. Brown, , 1858, vol. iii, p. 148, um homem lavou ovelhas com uma solução de arsênico branco; a , Dr. Robert Paterson, ibid., p. 391, diferentes casos de envenenamento; , Schefler em , efeitos em mineiros de cobalto; e , Dr. A. S. Taylor, , 1859 (1), 270, efeito de papel de parede arsenical; , , 1859, vol. xli, p. 280, pastores foram envenenados ao lavar ovelhas com uma lavagem arsenical; , Harles, , vol. xiv, 1859, experiências em homens sadios com 1/4 grão de ácido arsenioso; , experiências de Gonffia em si mesmo, ibid.; , , , vol. xxiv, 1859, p. 482, três crianças foram envenenadas por papel de parede arsenical; , Dr. Lorenz, citado por Heisch, ibid., p. 536, comedores de arsênico da Estíria; , o mesmo, efeitos em um cavalheiro; , J. B. Metcalfe, ibid., vol. xx, p. 343, envenenamento de Clarence King, æt. três anos e meio; ( a , de Berridge); , Dr. R. Biggs, , 1860 (1), p. 8, envenenamento por papel; , Dr. Ballenden, ibid., p. 579, envenenamento de três crianças pelo mesmo; , MS. Reports of St. Barth. Hosp., 1860 (, vol. xiv, p. 428), Rachel e Emma Taylor comeram um pudim contendo uma colher de chá de arsênico branco; , Dr. Thomas Orton, , 1862 (2), p. 576, envenenamento por papel; , , , 1863 (2), p. 435, sintomas por verde de arsênico; , Dr. D. McN. Parker, , 1864, vol. x, p. 116, efeitos do hábito de comer arsênico em um homem, æt. trinta anos; , Craig Maclagan, ibid., p. 200, efeitos do hábito de comer arsênico; , R. C. Hamil, M.D., , 1865, p. 643, Mr. H., æt. vinte e cinco anos, tomou 6 ou 7 dracmas em água fria; após meia hora, foram administrados um emético e óxido de ferro hidratado, produzindo vômitos; , A. S. Taylor, , 1865, 277 (Berridge), envenenamento de três crianças por arsênico em pó para insetos; , Dr. Docherty, Glasgow, (, 2d ser., vol. vii, 1866, p. 243), Sra. Keechan tomou 1/4 de onça em leite; , Profs. Grote e Mosler, , 1866, p. 60, um menino, æt. dois anos, comeu um pedaço de tinta; ( a , de Berridge); , Dr. F. Duckworth, , vol. ix, 1867, 304, arsênico em alimento; , Hutchinson, , 1869 (2), 508, efeitos gerais; , Dr. Seissei, , 1869 (, 1869 (1), 424), quatrocentas pessoas envenenadas por pão; , Thomas Graham, , 1869 (1), 56, envenenamento; , Dr. Hicks, , 1870 (2), 356, um homem, æt. quarenta e oito anos, estava ocupado em arrancar papel de parede; , Berridge, , 1870, 430, um amigo meu, sofrendo de erupção cutânea, tomou a 6ª; , , 1871 (2), 101, envenenamento por papel de parede; , Martineau, , abril de 1873, p. 558, envenenamento; ( a , de Berridge); , Dr. Clement Walter, , 1873 (2), 700, uma senhora foi envenenada por papel de parede; , Dr. J. Liddell, ibid., p. 772, efeitos do papel de parede; , Dr. John Morley, ibid., 88, envenenamento de quinze pessoas por arsênico; , Dr. Merbach, , 1875, p. 48, envenenamento; , H. S. Jones, M.D., , 1875, p. 194, Jesse Thomas, æt. vinte e dois anos, engoliu quase uma colher de chá; ( a , de Tardieu, , Paris, 1875); , arsênico em leite; e , outros casos; , Devergie, , 3ª ed., t. 3, p. 525, envenenamento; , o mesmo, uma moça, æt. dezessete anos, tomou 10 gramas; , Dr. Lachèse fils, , 1re sér., t. 17, p. 340, uma moça tomou grande quantidade; , Laborde, , 1787, p. 89, envenenamento; , , 1853, 179, uma moça tomou grande quantidade; , , 1847, 390, envenenamento; , Dr. Bineau, , 1835, 190, cinco crianças, de cinco a nove anos, foram envenenadas; , Guilbert, , 1756, 353, um homem tomou grande quantidade; , Barrier, , 1873, 353, cinco homens foram envenenados por uma solução; , Dr. Coqueret, , 1839, p. 155, envenenamento de três pessoas; , Dr. Deville, , 1838, 355, uma mulher tomou 3 gramas; , Tardieu, envenenamento; , Dr. Martineau, comunicação à , efeitos em um homem; , , 1847, 400, envenenamento; , Dr. Lachese fils, , 1re sér., t. 17, cinco pessoas foram envenenadas por sopa; , o mesmo, caso de uma mulher; , ibid., t. 37, p. 121; , Dehesne, , 1759, 330, envenenamento; , Mean, , 1821, 401, aplicação nos pés; , Desgranges, , t. 6, p. 22, aplicação de pomada arsenical nos cabelos; , Belloc, , t. 4, p. 124, uma mulher aplicou uma solução ao corpo inteiro; , Dr. Vernois, , 1846, aplicação de uma preparação a um tumor; , Dr. Vitry, ibid., aplicação de uma preparação de arsênico; , Dr. Netolitzky, , 1876, 225 (, 171, 138), uma mulher envenenada por grande dose; , Eduard Renner, , Würzburg, 1876; e , E. W. Berridge, , New Ser., vol. v, p. 427, envenenamento de duas crianças por papel de parede; a , F. H. Brown, M.D., , vol. xciv, 529, casos de envenenamento semelhante; , H. B. Donkin, M.D., , 1876 (2), 587, caso semelhante; , A. P. Bowie, M.D., , vol. xii, p. 490, John Adams engoliu 1/4 de onça dissolvida em água; , J. H. Finley, M.D., , vol. xxvi, 1877, p. 401, envenenamento de sessenta homens; , Dr. Ussher, , vol. xii, p. 536, Sra. S. envenenada por papel de parede; , o mesmo, outros casos de envenenamento; , M. Saint Philippe, (, 1878, 215), um paciente tomou 16 grãos, e outro 64 grãos.
MENTE
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Delírio esporádico, 369.
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Perda da razão de tempos em tempos, 357.
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Antes da morte o paciente tornou-se delirante e irrequieto, 368.
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Leve delírio noturno, 290.
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Delirante e inconsciente, 269.
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Tornou-se muito nervoso, agitado e delirante, suspeitando que havia pessoas pela casa conspirando contra sua vida; salta da cama de repente e tenta apanhar objetos imaginários, e olha em volta de si de modo selvagem e desconfiado, e para qualquer pessoa que faça o menor ruído ou se mova; é incoerente, 334. [2880.]
-
Em duas horas, foi encontrada sentada numa cadeira, agitando os braços, aparentemente completamente inconsciente dos objetos e acontecimentos ao redor. Parecia estar sofrendo de histeria. Em meia hora, pôde falar, 253.
-
Indicou à irmã uma cavidade entre o peito e o ventre, na qual "ela poderia ter colocado o braço", 238.
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Muito agitado e chorando (após uma hora), 363.
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Muita agitação psíquica e corporal, 236.
-
Sua cabeça parecia muito afetada, de modo que mal sabia o que dizia ou fazia, e parecia sofrer de uma espécie de insanidade, 237.
-
Quando lhe falavam, virava a cabeça para o lado e permanecia em silêncio, 309.
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Sintomas de intoxicação logo em seguida, 333.
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O hábito de comer arsênico torna os homens animados e combativos, 329.
CABEÇA
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Tontura, com incapacidade de manter-se ereto, 364.
-
Tontura na cabeça (após cinco minutos); grande sensação de cabeça a andar à roda e tontura (após dez minutos), 346.
-
Cabeça tumefeita, 369.
-
Cabeça inclinada para um lado, e dor ao erguê-la, como por uma afecção reumática do esternocleidomastoideo, 326. [2910.]
-
Congestão cerebral no terceiro dia, pouco antes da morte, 351.
-
Sensação de peso na cabeça, 358.
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Dor de cabeça constante, 297.
-
Dor acentuada na cabeça e na região dos olhos, de lado a lado (um caso), 283.
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Queixava-se de dor na cabeça, no peito e no ventre, vomitou várias vezes e tinha muita sede, 242.
-
Queixava-se de uma "sensação esquisita e singular na cabeça". Esses sintomas haviam surgido de repente e duraram cerca de dez dias. Perda de memória quanto à execução de atos muito recentes, tontura frequente e alguma sonolência eram as principais expressões da "sensação esquisita" a que ela aludia. Sentia como se estivesse "perdendo a razão", 380.
-
Dor sobre as sobrancelhas, 326.
-
Dor muito intensa na região frontal, com tontura, 360. [2920.]
-
Neuralgia violenta da fronte e do rosto, .
OLHO
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Aréolas escuras ao redor dos olhos, 280.
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Círculo lívido ao redor dos olhos, 270.
-
Aréolas escuras ao redor dos olhos e da boca, 267.
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Quando próxima da morte, aréolas escuras ao redor dos olhos, 268.
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Aréolas escuras ao redor dos olhos, que estão um tanto fixos e arregalados, 331.
-
Olhos encovados, 341. [2930.]
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Olhos encovados, quando quase semicerrados, 309.
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Olhos encovados e escurecimento ao redor das pálpebras, 308.
-
Olhos fundos, encovados, 307.
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Olhar lustroso, brilhante, 326.
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Olhos vermelhos, pálpebras tumefeitas e escoriadas; a vermelhidão e o inchaço das pálpebras duraram vários dias, 367.
-
Ardor escaldante nos olhos, 285.
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Durante a semana ela teve sensibilidade dolorosa nos olhos, 240.
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Sensibilidade dolorosa nos olhos, que pareciam inflamados, 238.
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Sensibilidade dolorosa e irritação dos olhos; durante o segundo ataque, a conjuntiva das pálpebras estava profundamente vermelha ao longo das bordas tarsais e nos cantos; as pálpebras estavam levemente tumefeitas e tendiam à eversão; a visão era dolorosa, 314.
-
[2940.]
OUVIDO
- Tinido nos ouvidos, 282.
NARIZ
-
Corrimento aquoso excessivo e persistente pela narina esquerda, ensopando lenços às dúzias, escoriando o nariz e deixando-a miserável, 388.
-
Sangramento nasal, 366.
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Ponta do nariz violácea, fria, 362.
ROSTO
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Semblante cadavérico, 289.
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Traços faciais afilados, lívidos, 362.
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Traços faciais contraídos e rosto magro, 328.
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Rosto encovado e de aspecto cadavérico, 243.
-
Cútis de aspecto anormal e, à luz de gás, com tonalidade verde-escura, 328.
-
Rosto pálido, afilado, coberto de transpiração fria, 356.
-
Rosto pálido, contraído e angustiado, 284.
-
Rosto pálido, colapsado, 348.
-
Rosto ruborizado, 273.
-
Ruboriza-se facilmente, 376.
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Grande congestão e algum inchaço do rosto, 266.
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Rosto vermelho e tumefeito, 360.
-
Semblante escurecido, 334.
-
Rosto lívido, . [2990.]
BOCA
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Dentes.
-
Sordes nos dentes, 270.
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Dentes de aspecto terroso-amarelado, com muito pouco brilho, 374.
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Gengivas.
-
Gengivas esponjosas, 301. [3000.]
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Ulceração aftosa das gengivas e das amígdalas, 301.
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Gengivas inchadas e doloridas (segundo dia), 330.
-
Gengivas inflamadas, 293.
-
A gengiva apresentava uma linha vermelha, 374.
-
Sensibilidade das gengivas, 265.
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Ardor das gengivas, 275.
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Língua.
-
Língua inchada, 346.
-
Língua saburrosa e inchada, 227.
-
Língua grande, algo endentada, coberta por uma verdadeira saburra branco-prateada, através da qual as papilas se projetavam, de cor antes vermelho-escura, 323.
-
Língua espessa, carnuda, limpa, 374. [3010.]
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Contrai a língua tanto quanto o alúmen, 325.
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Língua carregada, 281.
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Língua muito saburrosa, 230.
SUPLEMENTO: ARSENICUM ALBUM. GARGANTA.
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Espasmos na garganta, 353.
-
Secura da garganta, 371.
-
Secura da garganta e da língua, 297.
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Difterite, 301.
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Dor de garganta, 376.
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Dor de garganta, em maior ou menor grau, durante três anos, 382.
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Constrição dolorosa da garganta, 351.
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Leve sensação de constrição na garganta, 317.
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Sensação de estrangulamento na garganta, 336.
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Sensação de arranhadura na garganta, 374.
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Aspereza da garganta (um caso), 278.
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Sensação de rouquidão na garganta, 314.
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Ardor na garganta, 248.
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Sensação de ardor na garganta, 374.
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Dor intensa em queimação na garganta, 264.
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Dois observaram que tinham ardor na garganta (após cinco a sete minutos), 274. [3060.]
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Calor na garganta e no estômago, 360.
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Calor e mal-estar na garganta, com rouquidão, 238.
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Pouco depois de passar a ocupar o quarto, começou a ter amigdalite, com língua e boca secas, e afinal esses sintomas continuaram durante quase todo o inverno; aumentou muito marcadamente de peso, tornou-se dispéptico e tinha hálito fétido, com uma sensação geral de mal-estar, .
ESTÔMAGO
-
Apetite e Sede.
-
O aumento do apetite é marcante, e é quase sempre observado quando a dose é fraca. Uma dose forte produz efeitos opostos, tais como diminuição e até perda completa do apetite, náusea e vómitos, 317.
-
Sem apetite, 250 , etc.
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Não havia apetite; comer tornara-se um acto forçado, 388.
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Grande repugnância estomacal, 263.
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Aversão a alimentos de origem animal, 343.
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Sede intensa, com desejo constante de água fria, que nem mesmo na menor quantidade podia ser retida, 328.
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A sede é tanto mais excessiva quanto maior a quantidade de Arsénico ingerida, 317.
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Pirose, 291.
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Azia, 240.
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Náusea e Vómitos.
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Náusea logo, 259.
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Vontade de vomitar, 290.
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Cinco centigramas de ácido arsenioso tomados à ceia causaram náusea e dor de cabeça na manhã seguinte, com ligeira diarreia, tudo desaparecendo no decurso do dia, 318.
ABDÓMEN
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Sensação como de uma barra em torno dos flancos, 348.
-
Tendência a deitar-se sobre o abdómen, 386. [3180.]
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Abdómen muito tumefeito e timpânico, 328.
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Abdómen distendido, doloroso, 349.
-
Abdómen meteórico, doloroso, 355.
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Ventre timpânico, 279.
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Músculos abdominais tensos, contorno bem definido; a pressão firme provocava ligeira dor no hipocôndrio direito, 290.
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Abdómen retraído, sem dor, 362.
-
Abdómen retraído, 341.
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Perturbação mucosa dos intestinos e cólica, 315.
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Aumento da contratilidade do intestino e do estômago; aumento da ação peristáltica dos intestinos, 317. [3190.]
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Abdómen sensível à pressão e algo distendido, 289.
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Abdómen doloroso, sensível ao toque, 357.
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Mal-estar esporádico no abdómen e, por vezes, esforços infrutíferos para evacuar, 238.
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Cólica constante, 251.
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Dor cólica surda nos intestinos, 343.
RETO E ÂNUS
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Sensação peculiar de ardor e dor na extremidade do reto; inclinação para evacuar, mas de modo algum da natureza de tenesmo retal, 236. [3210.]
EVACUAÇÕES
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Diarreia.
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Tendência a diarreia disentérica, 383.
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Diarreia frequente, 343.
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Purgação; as evacuações eram inodoras e malsãs, 248.
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Sobreveio diarreia em duas mulheres, uma das quais havia tomado um purgante na manhã prévia (segundo dia), 344.
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Diarreia, com grande prostração das forças, 307.
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Evacuações que o enfraqueciam tanto que ele se sentia desfalecer. Não conseguia voltar para a cama, seus membros inferiores tremiam, e sua debilidade era extrema. A debilidade em ambos os homens foi melhorada por vinho branco, 239.
-
Diarreia aguada, sem dor, de cor verdosa, 388.
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Evacuações involuntárias, serosas e corrosivas, como se houvesse fogo ardente no ânus, 357. [3220.]
-
Purgação (após algumas horas); evacuações de um líquido branco coalhado, 292.
-
Evacuações muito numerosas, 263.
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Duas evacuações ralas por dia, 366.
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Evacuações líquidas abundantes, 372.
-
As evacuações, 372.
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As evacuações são mais frequentes e menos consistentes, mas isso raramente, ou nunca, se transforma em verdadeira diarreia, e mais raramente ainda em disenteria, .
Órgãos urinários
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Dores muito intensas nos rins, na bexiga urinária e no pénis, 367.
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Uretrite, 390. [3240.]
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Esforços frequentes para urinar, 367.
-
Urinou frequentemente, 238.
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Urinação frequente, dor na bexiga urinária, 270.
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Micção difícil, porém sem dor. Após oito meses, a dificuldade para urinar ainda persistia, 269.
-
Micção muito difícil e dolorosa (terceiro dia), 361.
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Urinou com dor, sendo a urina vermelha (quarto dia), 239.
-
Dor ao urinar, 284.
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A urina é mais abundante e mais frequente. Essa eliminação aumentada de urina alterna com a transpiração cutânea, e é tanto mais acentuada quanto mais seca estiver a pele, 317.
-
Urina muito escassa (segundo dia), 373. [3250.]
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Supressão de urina; retirou-se por cateter uma quantidade muito pequena, que, testada com o líquido de Fehling, mostrou conter açúcar, 341.
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Urina escassa, com depósito de urato de amônio, 281.
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Urina escura e escassa, 302.
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Urina com sangue, 284.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Inchaço excessivo e dores intoleráveis no pénis, com violentos esforços para miccionar, 367.
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Priapismo frequente, 270.
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A ingestão de Arsênico causa forte desejo sexual, 329. [3260.]
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Ele pensava que os genitais tinham sido excitados pelo Arsênico, 328.
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Parto prematuro, 289.
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Posso atribuir-lhe aborto e hemorragia uterina, sofrimento uterino, os quais cederam quando a causa foi removida, 289.
APARELHO RESPIRATÓRIO
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Bronquite, que cedeu lentamente, 285.
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Voz.
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Espessamento e aspereza da voz, 291a.
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Voz rouca, sem sonoridade, 373.
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Voz débil, 341.
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Voz fraca e baixa, 309.
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Voz trémula, 357. [3270.]
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Voz apagada, 308.
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Tosse e Expetoração.
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Tosse, 294.
-
Tosse curta, 276.
-
Tosse curta, seca, irritativa, 326.
-
No dia anterior à morte havia tosse e estertores mucocrepitantes (sem macicez) na parte posterior dos pulmões, 277.
-
Tosse, pior à noite, provocada por cócegas na garganta, pior ao falar, provocando dor no abdómen, com expetoração esverdeada, 376.
-
Tosse, especialmente de manhã, com expetoração de massas purulentas viscosas, porém bastante escassa, 374.
-
Tosse, com expetoração amarelada e estertores brônquicos no tórax, 269.
TÓRAX
-
Os músculos peitorais pareciam atrofiados, de modo que o tórax apresentava um aspecto peculiarmente escavado, 374. [3290.]
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Certa opressão no tórax, com respiração difícil, 236.
-
Opressão e secura no tórax, 271.
-
Queixava-se de sintomas dos pulmões, que se verificou estarem congestos, 328.
-
Sensação de peso sobre o tórax, 352.
-
Dor muito intensa no tórax e no estômago, 367.
-
A princípio, falar fazia a dor subir em pontadas pelos lados do tórax, 290.
-
Dor ardente no tórax, ao longo do esterno, 325.
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Abalo no ápice do pulmão direito, com som à percussão algo mais elevado do que no esquerdo; à auscultação havia aí murmúrio vesicular aumentado e estertores húmidos grossos e finos; a tosse e a expectoração desapareceram após alguns dias, quando não mais se observaram sinais no pulmão direito, 374.
-
Dor no lado direito do tórax, 372.
CORAÇÃO E PULSO
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Muito acentuado bruit de souffle do coração (oitavo dia), 359. [3300.]
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Batimento tumultuoso do coração, porém sem pulso, 348.
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Ação cardíaca rápida e vacilante (após cinco horas e meia), 292.
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Ação cardíaca rápida, débil, sem pulso no punho, 362.
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Ação cardíaca débil e irregular, 355.
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Palpitação, 327.
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Pulso rápido, 260.
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Pulso muito rápido e quase imperceptível, 308.
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Pulso rápido e extremamente débil (após seis horas), 262.
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Pulso débil, rápido, 289.
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Pulso a 160 e muito fraco, 281.
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Pulso acima de 120, um tanto desigual, 236.
-
Pulso de 120 a 130, mas não duro, 260.
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Pulso filiforme, de 120 a 130, e, em dois casos, algo intermitente, 284.
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Pulso 120, mole, ligeiramente saltitante (segundo dia), 323.
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Pulso 110, regular, porém mole e fraco, 328.
PESCOÇO E DORSO
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A extensão completa da mão não era inteiramente possível e era dolorosa, 374.
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Dores no dorso, 374.
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Dor intensa no dorso, 344.
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Dores lacerantes agudas na porção inferior da coluna vertebral, 265. [3340.]
EXTREMIDADES
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Em dois casos de meu conhecimento, as unhas mudaram de cor e se destacaram em lâminas, 389.
-
As unhas eram de cor amarelo-acastanhada suja, com sulcos longitudinais e fissuras, 374.
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Unhas lívidas, violáceas, 362.
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Inchaço dos membros, 251.
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Os músculos das extremidades superiores e inferiores estavam atróficos, 374.
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Braços e pernas paralisados, com dores muito intensas nos músculos e nos intestinos, 227.
-
As extremidades superiores e inferiores tornaram-se paralisadas, fato observado pela primeira vez após cinco semanas; ao tentar levantar-se da cama, as pernas lhe faltavam, e ela era incapaz de se erguer sem ajuda, 374.
-
Extremidades rígidas e dolorosas, com espasmos, 334.
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Abalos convulsivos esporádicos dos músculos dos membros, 308. [3350.]
-
Tremor dos membros durante o ataque, 370.
-
Os membros tremem, não conseguem sustentar o corpo, 369.
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Excitação dos músculos das extremidades, 317.
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Agitação constante das mãos e dos pés, 352.
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Paralisia iminente de ambos os braços e do lado direito e da perna, 388.
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Os músculos flexores dos quatro últimos dedos de cada mão e de todos os artelhos estavam em estado de contratura, e as duas últimas falanges estavam fletidas sobre a primeira, e as polpas dos dedos das mãos e dos pés repousavam sobre as palmas e as plantas, em consequência do que o paciente andava com grande dificuldade, 365.
MEMBROS SUPERIORES
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Braços em movimento constante ao redor da cabeça, como se apanhassem alguma coisa acima da cabeça, 260.
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Tumefação dolorosa do braço e da mão direitos, 367.
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Os braços e as mãos tornaram-se doloridos, gangrenaram e desprenderam esfacelos, 316. [3370.]
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Dores nos braços, especialmente no esquerdo, no qual ele havia perdido em certa medida a força (após seis dias). Os movimentos das mãos estão muito menos comprometidos do que os do braço e do antebraço; em especial, a capacidade de dobrar o antebraço sobre o braço está quase completamente perdida, 239.
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Sensação de formigamento nas axilas durante oito dias, 269.
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Nem a extensão nem a flexão da mão eram completas, 374.
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Os espaços interósseos no dorso das mãos eram sulcos profundos; as mãos pareciam pertencer a um esqueleto; as palmas formavam concavidades profundas, 374.
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Dedo cerrado, 332.
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O mais marcante era a completa imobilidade dos dedos, que estavam fletidos nas suas duas primeiras articulações falângicas, formando um punho incompletamente fechado, 374.
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Sensação de entorpecimento nos dedos, estendendo-se pelo braço, terminando em perda completa do sentido do tato, 374.
MEMBROS INFERIORES
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Paralisia dos membros inferiores, 358.
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Paralisia completa das extremidades inferiores, 364. [3380.]
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Em um caso, que recuperou ao cabo de um mês, houve paralisia parcial dos membros inferiores e descamação da epiderme, 273.
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Nos membros inferiores, os músculos da coxa estavam débeis e moles, e a barriga da perna formava apenas um feixe flácido de fibras; o pé da doente permanecia em posição estendida, de modo que o dorso do pé formava uma linha com a crista da tíbia, enquanto, ao mesmo tempo, a borda interna do pé se voltava um tanto para dentro e para cima, e a superfície plantar olhava para dentro e para trás; o peito do pé formava com a tíbia um ângulo dirigido para dentro e para diante, e as articulações do tornozelo e do pé eram fracas, e, ao fletir a perna, o pé podia ser movido de maneira muito frouxa; os artelhos também estavam fletidos e o movimento muito restringido, 374.
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Membros inferiores frios, rígidos e sem poder de movimento (segundo dia), 229.
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Hiperestesia dos membros inferiores; o mais leve toque fazia a doente soltar gritos (após vários dias), 361.
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Sensação curiosa nos membros inferiores (um caso), 260.
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Dores violentas nos membros inferiores, 372.
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Dor nos joelhos, 285.
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Paralisia das pernas, 282.
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A picada aguda de um alfinete não produzia efeito na perna esquerda, e foi necessário um beliscão forte para provocar movimento na direita, 302.
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Espasmos nas pernas, 265. [3390.]
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Contratura dos extensores das pernas, 303.
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Tanta fraqueza nas pernas que ele com dificuldade conseguiu entrar na cama, .
SUPLEMENTO: ARSENICUM ALBUM. GENERALIDADES.
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Sucumbiu com sintomas tifoides, 277.
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A mulher sucumbiu em estado tifoide quatro dias e vinte horas após tomar o veneno, 256.
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Quando foi vista ao fim de três meses, estava de cama, com aspecto pálido e macilento, 302.
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Foi encontrada doente às 3 da tarde, mas de início não queria falar nem tomar coisa alguma. Depois, tomou o que lhe foi oferecido. Havia grande dor no estômago, vómitos frequentes e intensos; soluços ocasionais. Permaneceu cerca de trinta e oito horas nesse estado; então foi acometida por acessos convulsivos ocasionais e ligeiros, e morreu em convulsão, mais de quarenta horas depois de ter sido vista pela primeira vez pelos vizinhos, 311. [3410.]
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Cerca de uma hora depois foi trazida em estado de esgotamento; pulso quase imperceptível; pele fria; pupilas fixas; incapaz de responder quando lhe falavam; a pressão na região epigástrica causava dor excessiva, sob a qual ela se contorcia e emitia algum som imperfeito; língua seca; parecia desejar beber sem cessar. As lavagens do estômago retornavam tingidas de sangue; morreu, 246.
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Foi encontrada na cama, bocejando e tendo algumas arcadas, e queixando-se de cefaleia, enjoo e dor nos intestinos. Sede, sensação de frio e um pouco de vómito. Quatro horas mais tarde tornou-se subitamente azul no rosto, deu uma ou duas inspirações e expirou sem luta, 243.
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Intoxicação arsenical, que começa com conjuntivite, olhos brilhantes e anasarca, simulando aumento de gordura; terminando num esqueleto com a pele aderida aos ossos, afundando lentamente para o túmulo, 313.
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Todos pareciam sofrer da mesma afecção, nem conseguiam explicar bem como se sentiam. À noite estavam piores do que durante o dia, e sempre muito inquietos, com os músculos da face marcados por uma espécie de repuxamento, 319.
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Em um caso (Flecker), se ele o interrompe por catorze dias, sente rigidez nos pés, com lassidão geral e desejo de outra dose. Se toma uma dose cheia, elimina grande quantidade de gases do estômago, .
PELE
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Objetivo. [3490.]
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Pele seca, 369.
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A pele parecia anémica e sem lustro, dura, como pergaminho, e podia ser levantada dos tecidos subjacentes em pregas finas, sobretudo porque toda a gordura havia desaparecido, 374.
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Descamação furfurácea generalizada do rosto e do corpo, 367.
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Ao fim de quarenta e oito horas houve descamação do exantema, e todos os sintomas desapareceram, 369.
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Descamação geral da cutícula, 283.
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Descamação da cutícula do rosto, 277.
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Três apresentaram descamação da cutícula (alguns nas mãos, outros no pescoço e nas narinas), 278.
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O corpo ficou coberto de manchas vermelhas, 368.
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Erupção herpética acentuada, 336.
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Beiços cobertos de manchas pretas, 357. [3500.]
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Braços mais lívidos do que o natural, 245.
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Manchas cianóticas nas porções frontais das coxas, não desaparecendo à pressão, 341.
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Erupção miliar, 366.
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Erupção como um intenso exantema escarlatiniforme, cobrindo quase todo o corpo, salvo o rosto; iniciou-se na superfície anterior do corpo e espalhou-se rapidamente, sem desaparecer do seu local primário. A pele estava intensamente vermelha, muito tumefeita, coberta por inúmeras vesículas finas. A erupção vinha associada ao mais violento prurido e ardor, perturbando o sono, atingindo o auge em cinco ou seis dias e depois desvanecendo; seguida de descamação; a descamação era muito lenta, em escamas grandes e pequenas, .
Sono
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Sonolento, mas facilmente despertado (após seis horas), 262.
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Sonolência, 356.
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Com sono pouco antes da morte, 280.
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Sonolência (décimo terceiro dia), 359.
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Sonolência pouco antes da morte, 353.
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Sono leve esporádico, com delírio murmurante, 307.
FEBRE
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Sensação de frio.
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Sensação geral de frio, 362.
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Sensação de frio, com membros frios, 236.
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Calafrios e frieza da superfície, 266.
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Calafrios, recorrentes ao beber, 279.
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Sensação geral de frio, 230.
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Sensação angustiante de frio durante toda a noite, 229.
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Pele fria e levemente lívida (em cinco horas e meia), 292. [3560.]
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Pele fresca e húmida, 328.
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Tronco e membros frios, 361.
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Sensação de frio por todo o corpo (após cinco horas); aumentada (após seis horas), 293.
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Extremidade do nariz fria, afilada, 341.
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Sensação como se água fria fosse derramada ao longo das costas, 282.
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Membros frios, com dor muito intensa no abdómen, .
arsenical febre nunca adquire qualquer tipo regular. É raro que a excitação seja levada a este grau, e mais frequentemente há um aumento, mais ou menos acentuado, do calor do corpo, que parece ter a sua origem no estômago e na região precordial, de onde passa ao resto do corpo, mas é especialmente sentido na testa e nas sobrancelhas. Para produzir estes efeitos é necessária uma dose bastante forte, 317.
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Calor por todo o corpo, exceto nas mãos, 355.
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Calor violento interna e externamente, 369.
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Temperatura aumentada (no recto 38.6°), 362.
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A sensação de calor interno não o deixou durante uma semana, 239.
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Calor e secura da pele, 271. [3580.]
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Alternâncias de calor e sensação de frio, 363.
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Suor.
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Suor profuso ao menor esforço, 295.
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Pele húmida e temperatura boa (após cinco horas); húmida e fresca (após seis horas), 293.
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Transpiração fria e pegajosa, 282.
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Pele coberta de transpiração fria e pegajosa, 307.
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Suor pegajoso, 245.
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Transpiração fria, 363.
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Todo o corpo, e particularmente as mãos e os pés, coberto de transpiração fria, 245.
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Transpirações frias irromperam copiosamente por toda a superfície do corpo, 334.
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Suor malcheiroso por todo o corpo, 357. [3590.]
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Transpiração copiosa (após oito dias), 359.