Podophyllum
By Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Podophyllum peltatum, L.
Ordem natural , Berberidáceas.
Nomes comuns , maçã-de-maio; mandrágora (americana).
Preparação , tintura da planta inteira.
Autoridades.
1 , Dr. Snow, Inaug. Thesis, 1819 (de Williamsom, Am. Inst. of Hom. Trans., vol. i), efeito de pílulas de 2 grãos do extrato das folhas; 2 , Merrell, Am. Mag., 1851, vol. i, p. 63, efeitos observados durante a preparação do medicamento; 3 , Dr. W. Williamson, Trans. Am. Inst. of Hom., 1, p. 209, patogenesias com as 1ª, 3ª e 15ª diluições; 4 , Jeanes, ibid.; 5 , Ward, ibid.; 6 , Husemann, ibid.; 7 , Owen, Chicago Med. Examiner (de Hale's New Remedies, 1860), efeitos da ingestão do fruto maduro em duas meninas de seis e oito anos; 8 , Ransom, Pharm. Journ., 1862, p. 462, efeitos em cinco pessoas empregadas na preparação e acondicionamento do medicamento (o pó entrou em contato com a pele do nariz e das pálpebras); 9 e 10 , Bentley, Pharm. Journ., 1862. p. 462, efeitos da tintura aplicada à pele; 11 , Dr. Pietro, Giornale Veneto di Sc. Med., 1869 (Br. and For. Med.-Chir. Rev.), efeitos no Dr. P. de 5 centigramas; 11 a , o mesmo, posteriormente tomou 10 centigramas; 12 , Water Smith, Pharm. Journ., 1869, p. 454, experiências para comparar plantas de Dublin com as americanas; tomou 1/4 de grão de resina após o desjejum (primeiro dia), o mesmo antes do desjejum (terceiro dia), 1/2 grão (quarto dia); 12 a , o mesmo tomou 1 grão; 12 b , o mesmo tomou 1/2 grão ao deitar, por dois dias; 13 , o mesmo, um jovem tomou 1 grão antes de ir para a cama; 14 , Hale, de um médico eclético, efeitos de uma grande dose; , Mann, Med. Invest., 9, 15, "uma patogenesia involuntária;" , Berridge, Month. Hom. Rev., 15, 298, efeitos de três doses de 1/4 de grão cada; , Hoyne, Trans. Am. Inst. of Hom., 1872, p. 207, efeitos de algumas gotas da tintura, tomadas por um homem antes de ir para a cama; , Hutchinson, Med. Times and Gaz. (Br. J. of Hom., 31, 189), efeitos do pó durante a trituração; , o mesmo, em um homem de trinta e nove anos; , H. Knapp. Trans. Pacific Hom. Med. Soc., 1, p. 55, efeitos de 2 grãos em uma moça de vinte anos; no dia seguinte tomou várias drogas para antidotar os efeitos.
CABEÇA
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Vertigem, com tendência a cair para diante, 3.
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Vertigem, quando estava de pé ao fresco, 4.
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Atordoamento e tontura, com sensação de plenitude sobre os olhos, 3, 4.
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Cefaleia alternando com diarreia, 3.*
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Cefaleia e febre (terceiro e quarto dias), 20.
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Dor surda e pesada na fronte, com dolorimento sobre a sede da dor, 3.
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Dor na protuberância frontal esquerda, agravada à tarde, 3.
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Pontadas momentâneas na fronte, obrigando a fechar os olhos, acompanhadas de tontura, 3. [10.]
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Dor súbita na fronte, com dolorimento da garganta, à noite, 3.
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Após evacuação, às 10 horas da manhã, cefaleia frontal, com estado febril (primeiro dia), 17.
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Sensação de grande secura da fronte e dos olhos, aliviada por curto tempo ao banhar as partes com água fria; após evacuação, às 10 horas da manhã (primeiro dia), 17.
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Dor opressiva nas têmporas, pela manhã, com repuxamento nos olhos, como se sobreviesse estrabismo, 3.
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Cefaleia estonteante através das têmporas, aliviada pela pressão, 3.
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Pela manhã, cefaleia, com calor no vértice, 3.
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Dor no alto da cabeça, ao levantar-se pela manhã, 3.
OLHOS
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A inflamação dos olhos vem acompanhada de uma dor pesadíssima e das mais excruciantes, e de grande turgescência dos vasos da conjuntiva, 2.
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Olhos inflamados, 18.
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Ulceração superficial extensa de cada córnea, acompanhada de congestão conjuntival geral; a ulceração era central e de grande extensão; no olho direito sua base era densamente branca, parecendo exatamente como se chumbo tivesse sido aplicado (após dez dias). Nenhum sintoma de irritação apareceu enquanto ele estava trabalhando nem naquela noite, mas ao despertar na manhã seguinte os olhos estavam inflamados, 19. [20.]
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Olho esquerdo dolorido e desconfortável, especialmente no canto interno; conjuntiva do globo ocular esquerdo levemente vermelha, sobretudo no canto interno, 16.
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Olhos vidrados e imóveis (na manhã seguinte), (na mais velha), 7.
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Olhos encovados nas órbitas, 7.
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Peso nos olhos, com dores ocasionais no alto da cabeça, 3.
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Sensação de repuxamento nos olhos, acompanhando dor na cabeça, 3.
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Ardor nos olhos, 3.
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Inflamação das pálpebras, 8.
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Dor nos globos oculares e nas têmporas, com calor e latejamento das artérias temporais, 3.
NARIZ
FACE. [30.]
BOCA
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Os dentes estão cobertos de muco ressequido, pela manhã, 3.
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Língua branca (quarto dia), 20.*
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Saburra branca na língua, exceto no centro (quinto dia), 20.
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Língua saburrosa branca, com muito muco viscoso na boca (primeira manhã), 17.*
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Dolorimento da boca, 3.
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Secura da boca e da língua, ao despertar pela manhã, 3.
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Sialorreia copiosa, 3.
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Tudo tinha sabor doce (quinto dia), 20. [40.]
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Gosto de fígado frito na boca, à noite, 3.
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Teve mau gosto na boca durante vários dias depois de terem desaparecido os sintomas mais salientes, 17.
GARGANTA
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Dolorimento no lado esquerdo da garganta, especialmente doloroso ao engolir líquidos, e pior pela manhã, 3.
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Dolorimento da garganta, estendendo-se aos ouvidos, 3.*
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A mais velha queixava-se frequentemente de ardor na garganta, 7.
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Secura da garganta, 3.*
ESTÔMAGO
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Apetite e Sede.
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Apetite muito diminuído, com sede incomum de água fria (primeira manhã), 17.
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Indiferença à comida, 3.*
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Desejo de alguma coisa azeda, 3.* [50.]
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Aumento da sede depois de comer (primeiro dia), 17.
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Sede, para o entardecer, 3.
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Náusea e Vômito.
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Náusea extrema , continuando por várias horas, 3.*
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Náusea e leve irritação do estômago, mas os sintomas desapareceram quando ele foi para a cama, 11.
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Náusea e tentativas de vomitar , que duraram duas horas (imediatamente), 11a.*
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Leve náusea acompanhou a diminuição do pulso (três horas após três pílulas), 1.
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Acidez à tarde, com desagradável sensação nauseosa no estômago, 3.
ABDOME
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Plenitude no hipocôndrio direito, com flatulência, 3.
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Dor torcente no hipocôndrio direito, com sensação de calor na parte, 3. [80.]
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Sensação de peso e repuxamento no hipocôndrio esquerdo, logo abaixo das costelas, 3.
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Pontadas no hipocôndrio direito, piores enquanto come, 3.
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Abdome inchado quase a rebentar (na manhã seguinte), (na mais velha), 7.
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Bastante flatulência foi causada, à noite (primeiro dia), 12.
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Roncos de flatos no cólon ascendente, 4.
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Cólica violenta, seguida de evacuações líquidas, que se repetiram até as 9 horas (segundo dia), 11a.
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Dores cólicas (segundo dia), 13.
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Algumas dores cólicas com as evacuações (segundo dia), 12a. [90.]
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Algumas dores errantes no abdome, às 5 da tarde, 12a.
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Dor nos intestinos ao amanhecer, aliviada pelo calor externo e por inclinar-se para diante enquanto deitado de lado, mas agravada por deitar-se de costas, 3.
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Dor no cólon transverso, às 3 horas da madrugada, seguida de diarreia, 3.*
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Dor acentuada nos intestinos (após cinco horas), .*
RETO E ÂNUS
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Agravação das hemorroidas internas; o reto protrudia mais de uma polegada após cada evacuação ou após qualquer movimento brusco, como espirrar, e até durante qualquer excitação mental; as partes nem sempre podiam ser recolocadas com facilidade; às vezes permaneciam prolapsadas por dias, em razão do inchaço e da congestão, 14.*
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Esforço expulsivo excessivo durante a evacuação, como por inatividade do reto, 3.
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Secreção de muco pelo ânus, 3.
FEZES
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Diarreia, imediatamente após comer e beber, 3.
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Diarreia de manhã cedo, que continua durante toda a manhã, seguida de uma evacuação natural, à noite, 3.
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De seis a oito evacuações por dia, 3.
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Aumento da atividade intestinal (após nove e cinco horas); purgação (na oitava e quinta horas após a segunda dose), 12b.
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Evacuação abundante, pela manhã; o intestino soltou-se novamente duas vezes, frouxo (segundo dia); a ação catártica ainda se manifestava (terceiro e quarto dias); ao todo obtiveram-se seis evacuações, 13. [110.]
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Evacuações pela manhã, acompanhadas de forte urgência intestinal, com calor e dor no ânus, 3.
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Uma evacuação de matéria líquida, de cor amarela, e a cada hora durante cinco horas a evacuação se repetiu, 11.
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Evacuações líquidas, com cólica (segundo dia), 11a.*
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Duas evacuações verdes e aquosas (sétimo dia); cinco dejeções finas, aquosas e verdes durante o dia , com dor considerável e cólicas (oitavo dia), 20.*
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Evacuações de fezes verdes, pela manhã, 3.
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Fezes muco-gelatinosas, pequenas e infrequentes, com flatulência e dor na , .
ÓRGÃOS URINÁRIOS
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Urinação dolorosa (sexto dia), 20.
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Urina escassa, com micções frequentes, 3.
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Urina muito vermelha (quarto dia), 20.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Pontada acima do púbis e ao longo dos cordões espermáticos, 3.
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Inflamação quer do escroto quer dos olhos, raramente de ambos, 2.
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A inflamação do escroto vem acompanhada de erupção pustulosa, que supura com muita abundância, 2.
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Sintomas de prolapso uterino, com dor no sacro, flatulência, evacuações muco-gelatinosas infrequentes (três casos), 4.*
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Sensação durante a evacuação como se os genitais fossem cair, nas mulheres, 3.*
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Dores puerperais, com forte esforço expulsivo, 3. [130.]
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Dor no ovário direito e no útero (sexto dia), 20.
APARELHO RESPIRATÓRIO
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Sensação de sufocação ao deitar-se pela primeira vez à noite, 3.
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Falta de ar, 3.
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Tendência a respirar profundamente, com suspiros, 3.
TÓRAX
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Estalido no pulmão direito, como se um fio se rompesse, ao inspirar profundamente, 3.
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Dores no tórax, aumentadas por inspirar profundamente, 3.
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Sensação de opressão no tórax, com constante inclinação a inspirar profundamente, mas era impedido de fazê-lo por uma sensação de constrição no tórax (primeira manhã), 17.
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Sensação no tórax como se o coração subisse à garganta, 3.
CORAÇÃO E PULSO
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Pontada na região do coração, 3.
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Palpitação do coração por esforço físico, em pessoas sujeitas a roncos no cólon ascendente; sono pesado e sensação de fadiga ao despertar pela manhã, seguida de sonolência matinal (numerosos casos), 4. [140.]
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Palpitação do coração , por esforço ou emoção mental, 3.
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Pulso.
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Pulso 100 (quarto dia), 110 pela manhã, 116 à tarde (quinto dia), 20.
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Pulso mais rápido e menor que o habitual, com leve palpitação do coração (primeira manhã), 17.
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Pulso 76, cheio e forte (antes da experiência); 64 (uma hora após três pílulas); o mesmo, pequeno e fraco, acompanhado de leve náusea (após três horas), 3.
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Pulso 74, cheio e forte (antes da experiência); 61 (uma hora após duas pílulas); ainda o mesmo, fraco e pequeno (após três horas), 1.
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Pulso normal 76; diminuído para 65, e assim continuou por cerca de duas horas (uma hora após uma pílula), 1.
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Pulso muito fraco e quase imperceptível no punho, 7.
PESCOÇO E DORSO
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Dor na região da nuca com dolorimento, aumentada pelo movimento, 3.
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Rigidez da nuca, com dolorimento dos músculos do pescoço e dos ombros, 3.
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Dor entre as escápulas, pela manhã, 3. [150.]
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Dor entre as escápulas, com dolorimento, pior à noite e pela manhã, e aumentada pelo movimento, 3.
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Dor sob a escápula direita, 3.*
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Dor na parte inferior das costas, ao caminhar ou ficar de pé, com sensação de as costas se dobrarem para dentro, 3.
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Dor na região lombar, com sensação de frio, pior à noite e pelo movimento, 3.
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Dor nos lombos, aumentada por um passo em falso e ao caminhar em terreno irregular, 3.
MEMBROS
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Dores nos membros, piores à noite, 3.
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Fraqueza das articulações, especialmente dos joelhos, 3.
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Fraqueza dos punhos, com sensibilidade dolorosa ao toque, 3.
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Dor e fraqueza no quadril esquerdo, como reumatismo por frio, aumentadas ao subir escadas, 3.
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Dores nas coxas, pernas e joelhos, piores por ficar de pé, 3. [160.]
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Sensação espasmódica na coxa e na perna direitas (quinto dia), 20.
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Peso e rigidez nos joelhos, como após uma longa caminhada, 3.
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Estalidos nas articulações dos joelhos pelo movimento, 3.
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Dor no joelho, perna e pé esquerdos, 3.
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Mais dor e cãibras na perna direita, à tarde (quinto dia), 20.
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Dor aguda na porção externa e superior do pé esquerdo, 3.
GENERALIDADES
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Desfalecimento, com sensação de vazio no abdome após evacuação, 3.
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Grande sensação de prostração acompanhava a dor no estômago, 20.*
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Rigidez ao começar a mover-se, 3.
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Muito nervoso e sujeito a câimbras (quinto dia), 19. [170.]
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Sacudidas súbitas de dores bruscas, 3.
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Mal-estar após o primeiro sono, à noite, 3.
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Todos os sintomas, exceto a sensação de fraqueza na região epigástrica, agravados das 2 às 4 horas da madrugada . (segundo dia), 17.*
PELE
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Efeitos rubefacientes e vesicantes muito evidentes, 9.
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Produz rápida pustulação, que aparece primeiro sob a forma de minúsculas vesículas cheias de líquido seroso, o qual prontamente se transforma em pus esbranquiçado ou amarelado; a inflamação superficial é ao mesmo tempo bastante intensa; as pústulas, em geral, cicatrizam lentamente, 10.
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Erupção de "crostas" nos braços e nas pernas, 19.
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Coceira intolerável na pele do corpo e dos braços; ao coçar, levanta-se em placas como urticária (oitavo dia), 20.
SONO
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Sonolento e difícil de despertar, pela manhã, 3.
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Sonolência diurna, especialmente pela manhã, com roncos nos intestinos, 3, 4, 5.
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Sonolência no começo da noite, 3. [180.]
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Sono pesado demais à noite, 3.
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Ergue-se na cama durante o sono, sem acordar, 3.
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Gemidos durante o sono, com as pálpebras meio fechadas, 3.*
FEBRE
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Sensação de Frio.
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À tarde teve um calafrio, seguido de alguma febre e cefaleia (terceiro dia); alguma febre e cefaleia (quarto dia), 20.
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Sensação de frio (segundo dia), 13.
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Desconfortável sensação de frio com a evacuação (segundo dia), 12a.
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Tremores e sensação de prostração (após quatro horas), 11a.
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A dor nos intestinos, a princípio, é acompanhada de frio, ao qual se seguem calor e transpiração morna, 3.* [190.]
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Frieza dos pés, 3.
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Calor.
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Sentiu-se febril durante a tarde, com acessos ocasionais de sensação de frio, que não eram aliviados pelo calor do fogão, mas eram aliviados ao cobrir-se bem na cama (primeiro dia), 17.
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Após evacuação, às 10 horas da manhã, estado febril, com cefaleia frontal (primeiro dia), 17.
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Febre intermitente, quotidiana, terçã e quartã, 3.
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Temperatura do corpo consideravelmente aumentada (primeira manhã), 17.
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Ondas de calor subindo pelas costas, após evacuação, 3.
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Suor.
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Suor profuso, a ponto de pingar das pontas dos dedos do experimentador, 15.
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Banhado em transpiração fria, 7.
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Suor no tórax, à noite, .
CONDIÇÕES
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Agravação.
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( Manhã ), Embotamento; cefaleia, etc.; ao levantar-se, dor no alto da cabeça; dentes cobertos de muco; secura da boca e da língua; dor de garganta; depois de levantar-se, mal-estar gástrico; dor nos intestinos; sintomas abdominais; diarreia; fezes verdes; dor entre as escápulas; sonolência.
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( Pela manhã ), Dor nas têmporas; sonolência.
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( Tarde ), Dor na protuberância frontal esquerda; acidez; 5 da tarde, dor no abdome; dor e cãibras na perna direita; sensação de frio; estado febril.
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( Ao entardecer ), Sede.
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( Noite ), Dolorimento da garganta; flatulência; após o primeiro sono, mal-estar; sonolência; suor no tórax.
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( Madrugada ), Gosto de fígado na boca; 2 horas da madrugada, fraqueza na região epigástrica; dor no estômago; 3 horas da madrugada, dor no cólon transverso; ao deitar-se pela primeira vez, sufocação; dor entre as escápulas; dor na região lombar; dores nos membros; das 2 às 4 horas da madrugada, quase todos os sintomas.
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( Após o desjejum ), Ardor no estômago.
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( Enquanto come ), Pontadas no hipocôndrio direito.
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( Depois de comer ), Sede.
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( Depois de comer e beber ), Diarreia.
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( Esforço ), Palpitação do coração.
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( Subindo escadas ), Dor no quadril esquerdo.
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( Inspiração profunda ), Estalido no pulmão direito; dores no tórax.
SUPLEMENTO: PODOPHYLLUM. Autoridade.
20 , D. Webster, M.D., Med. Record, junho de 1877, p. 357, Thomas C., æt. dezessete anos, ao pulverizar a resina deixou cair um pouco no rosto e nos olhos.
- Na manhã seguinte ele notou pela primeira vez que o rosto e os olhos estavam vermelhos, e a pele ao redor deles, descolorida. A descoloração estendeu-se por todo o rosto, pela fronte e pela parte anterior do pescoço durante o dia, e na noite seguinte os olhos tornaram-se tão dolorosos que impediram o sono. No dia seguinte, todas as partes que haviam sido expostas ao contato com o pó apresentavam coloração amarelo-avermelhada, mas não estavam inchadas em grau apreciável. As conjuntivas oculares estavam muito injetadas, as pálpebras apenas levemente, as pupilas pequenas, os olhos dolorosos e sensíveis à luz, 20.