Fluoricum Acidum

por Timothy F. AllenEnciclopédia da Matéria Médica Pura

Ácido fluorídrico, HF.

Preparação, Diluir com água e dinamizar em frascos de prata até a quinta centesimal (Hering), (atualmente usam-se em geral frascos de guta-percha).

Autoridades. ( 1 a 17, do resumo de Hering, Neues Archiv. f. Hom., 2, 1, 100, e Trans. of Am. Inst. of Hom., 1846), 1, C. Hg., de um homem de 40 anos, efeitos dos vapores do ácido ou das inalações das potências; 1 a, de uma colher de chá da 3ª dil. (em prata); 1 b, da 6ª; 1 c, da 30ª; 2, Dr. J. Jeanes, patogenesias com as 1ª a 5ª dils.; 3, Dr. W. Williamson, patogenesias com as 1ª a 5ª dils.; 4, o mesmo, de outro provador; 5, Dr. Neidhard, patogenesias, como a última; 6, o mesmo, de outro provador; 7, Behlert, uma moça, efeitos da 30ª; 8, Campos, 30ª dil. em si mesmo e em quatro homens saudáveis (doses repetidas); 9, Freitag, 30ª dil., repetida no terceiro, sétimo, nono e décimo sétimo dias; no trigésimo segundo dia tomou a 6ª dil., repetida no quadragésimo terceiro e quinquagésimo sétimo dias; 10, Geist, 30ª dil., doses repetidas; 11, Gosewitch, 30ª dil.

a; 12, o mesmo, b; 13, Husemann, 30ª dil.; 14, Lippe, 30ª dil.; 15, Pehrson, 30ª, diariamente por cinco dias, todas as manhãs; 16, Kreiner, efeitos do ácido diluído (1/48, 1/16, 1/8); 17, Thenard, exposição geral dos efeitos; 18, Gruber, Austrian Med. Year-book, 1832 (Frank's Mag., 1, 653), um operário expôs a mão nua aos vapores por um minuto; 19, King, suicídio de um encanador com meia onça do ácido, Trans. Path. Soc., vol. 24, p. 98, 1873; 20, Berridge, Med. Invest. N. S., 3, p. 284, tomou uma dose da 2000ª (Jen).

MENTE

  • Emocional.

  • Grande disposição, quando sozinho, para imaginações fantásticas repulsivas, particularmente em relação a pessoas com quem mantém relações íntimas ou com quem está ligado; parece-lhe, por exemplo, que deve livrar-se de todos os criados, que as crianças devem sair de casa, que um noivado deve ser rompido, que um casamento deveria ser dissolvido etc., 1b.

  • Aversão à sua ocupação, 11.

  • Está mais alegre e vigoroso (após oito e os dias seguintes), 1a.

  • Disposição mental incomumente alegre, na manhã seguinte, 8.

  • Sensação de felicidade perfeita, interior e exteriormente (após oito horas), 8.

  • Sensação de um estado interior feliz, jamais experimentado antes, na manhã seguinte ao remédio, 8.

  • Sensação de gozar intensamente tudo (após doze horas), 8.

  • Toda a natureza parece sorrir, pela manhã (após dezesseis horas), 8.

  • Satisfação; ele não deseja um estado melhor de coisas; tudo está certo (após dez horas), 8. [10.]

  • Disposição para ideias ansiosas, frequentemente a tal ponto que irrompe suor (segundo dia), 1a.

  • Não se torna ansioso tão facilmente como antes, 1c.

  • Durante a sensação de cambaleio, tem uma expectativa nítida, embora não ansiosa, como se algo terrível fosse acontecer, mas não sente ansiedade, 1a.

  • Sensação como se perigos o ameaçassem, mas sem medo; especialmente durante a pressão no occipício, durante o cambaleio, a dor na bexiga etc., 1a.

  • Mau humor, durando cerca de doze horas (após dezoito horas), 8.

  • Durante a quarta semana, muito irritável com as pessoas, até o maior ódio, que não hesita em externar em palavras; mas assim que as vê, tudo é esquecido e ele passa a ter delas opinião inteiramente diferente. Isso não decorre nem de hipocrisia nem de covardia, mas de uma visão subitamente alterada; mentalmente, é o mesmo sentimento que lhe ocorreu fisicamente durante a coriza (ver S. 139), 1a.

  • Ao considerar o que poderia acontecer, cai na cólera mais incontrolável, mas só em pensamento; várias vezes nos primeiros dias, 1a.

  • Desgosta-se facilmente por meio dia (após catorze horas), 8.

  • À noite está muito descontente; vê tudo sob a pior luz; de manhã, após uma noite inquieta, seu humor é muito alegre e jovial, 1b.

  • Recorda sua experimentação apenas com horror e aversão, especialmente a sensibilidade da região do estômago à pressão (após várias semanas), em alguém que fez numerosas patogenesias, 3. [20.]

  • A menor ninharia lhe basta para mostrar mau humor nos traços e nos movimentos, em dez horas; desaparece nas doze horas seguintes, 8.

  • Indiferente, não tomando interesse por um doente muito grave, 1a.

  • Intelectual.

  • Tem grande dificuldade em fixar a atenção em qualquer coisa, 11.

  • Compreensão mais difícil de obras filosóficas; por outro lado, todos os fatos lhe parecem esclarecidos, 1c.

  • Ao fazer suas anotações, confunde direita e esquerda, algo que não lhe acontece facilmente (segundo dia), 1b.

  • Todas as manhãs, uma espécie peculiar de afluxo de memória, de modo que lhe vêm numerosos sintomas que tivera no dia anterior, no turbilhão da prática, 1a.

  • Embora sua memória (para sintomas etc.) seja boa, diariamente escreve dezembro em vez de agosto (segunda semana), 1a.

  • Esquecido; às vezes não se recorda das coisas mais comuns, 11.

  • Todas as noites esquece de dar corda ao relógio (segunda semana), 1a.

  • Se suas ideias são interrompidas por outros pensamentos, não consegue recordar as anteriores, ou só lenta e estupidamente, 1c.

CABEÇA

  • Confusão e Vertigem. [30.]

  • Confusão e dor por toda a cabeça (após cinco minutos), 2.

  • Vertigem e cefaleia (parte de S. 251), 5.

  • Ao levantar-se de deitado, vertigem, que continuou também ao caminhar ou sentar; depois eructações e leve enjoo; pela manhã, 20.

  • Cabeça em geral.

  • Afluxo de sangue à cabeça, com calor na testa, aumentando gradualmente até cefaleia no os frontis (após alguns minutos), 5.

  • Pareceu-lhe subir da garganta para a cabeça; sentiu como se fosse atacado por apoplexia; uma espécie de afluxo de sangue à cabeça e perda da consciência; não conseguia lembrar-se de onde estava (após cheirar o ácido), 1.

  • Sensação atordoante na cabeça, principalmente na parte anterior, imediatamente, 3.

  • Embotamento na cabeça, pela manhã até o desjejum (do terceiro ao décimo primeiro dias), 15.

  • Embotamento da cabeça pela manhã, com leves dores puxantes no lado direito da cabeça (quinto e sétimo dias), 15.

  • Embotamento da cabeça, imediatamente; sensação como se o cérebro fosse comprimido para cima (após quatro semanas), 10.

  • Embotamento e tensão dolorosa na cabeça, para a direita (após várias horas), 1b. [40.]

  • Peso na cabeça, com dor surda profunda no meio da testa (após duas horas), 8.

  • Dor na cabeça, sensação como se a cabeça estivesse pesada demais e fosse cair de um lado para outro, pressão de dentro para fora (parte de S. 191), 6.

  • A sensação de peso na cabeça continua, em menor grau, até deitar; desperta com ela pela manhã, e ela só o deixa às 9 horas, 6.

  • Dor constritiva, primeiro na cabeça, depois sob a omoplata direita, 13.

  • Cefaleia, com enjoo e vertigem, 1, 5, 6.

  • Pressão na cabeça de dentro para fora, 6, 9, 10.

  • Pressão no cérebro, estendendo-se de baixo para cima, 10.

  • Cefaleia da região da nuca para cima, uma pressão surda; parece subir da nuca, através do centro da cabeça, para a testa; concentra-se gradualmente mais para a esquerda, como se ali fosse surgir pulsação (duas horas após a quinta dose), 10.

  • Uma espécie de sacudida na cabeça, especialmente na parte posterior e mais para a direita; no começo ao sentar, depois especialmente a cada movimento rápido e breve, ao levantar, ao virar-se, durante a caminhada, no fim da manhã após as 10 horas (primeira semana), 1a.

  • Após o desjejum, as dores cessam, exceto na cabeça, ao movê-la rapidamente de uma posição para outra, o que continua o dia todo (segundo dia), 6.

  • Testa. [50.]

  • Afluxo doloroso de sangue à testa, como um sacão súbito, ao começar a andar após ficar de pé, não após sentar; à noite (após três ou quatro horas), 1a.

  • Dor na testa e no olho para a direita, após deitar-se à noite (segundo dia), 13.

  • Dor na eminência frontal direita, à noite (quarto dia), 3.

  • Desperta de manhã com leve dor na testa, que logo desaparece (após tomar à noite), 6.

  • Dor de curta duração no lado direito da testa, na manhã seguinte, 13.

  • Dor surda e pesada na testa, 4.

  • Dor surda e pesada na parte superior da testa, passando às vezes para a parte superior de ambas as têmporas, mas mais especialmente para a esquerda; essa dor aumenta ao curvar-se; à noite (após uma hora e meia), 6.

  • Calor na testa, aumentando até cefaleia, 5.

  • Dor compressiva na eminência frontal direita (após quinze minutos), 3.

  • Cefaleia na testa e nas têmporas, 9. [60.]

  • Cefaleia na parte superior da testa e no vértice, para a direita (após cinco minutos), 1a.

  • Cefaleia no lado esquerdo da testa, à noite, 5.

  • Dores opressivas na testa, como se estivessem no osso; nos mesmos momentos também nos ossos parietais; ao deitar sente-a por toda parte, mas logo passa; ao meio-dia, 7.

  • Dor opressiva na testa ao curvar-se, com pressão também sobre o olho direito (terceiro dia), 13.

  • Dor lancinante no lado esquerdo da testa, 4.

  • Têmporas.

  • Dor na têmpora esquerda, procedendo de dentro, 9.

  • Pressão intensa na têmpora esquerda (após duas horas), 10.

  • Ao inclinar a cabeça, como no ato de curvar-se, dor pulsátil surda e rápida na têmpora direita, durando apenas pouco tempo, às 8h30 da noite, logo, 6.

  • Pressão em ambas as têmporas (um quarto de hora após a quinta dose), 10.

  • Em ambas as têmporas, pressão de dentro para fora (após uma hora), 10. [70.]

  • Dor compressiva na têmpora esquerda, 13.

  • Cefaleia compressiva em ambas as têmporas (após quatro horas), 5.

  • Imediatamente, em ambas as têmporas, forte pressão de dentro para fora, por meia hora; depois disso, dor em beliscão no músculo deltóide esquerdo, 10.

  • Dor opressiva súbita, muito passageira, na têmpora esquerda (parte de S. 506), 13.

  • Vértice.

  • Dor, primeiro como uma contração no alto da cabeça para a direita, e depois sob a escápula direita (na manhã seguinte), 13.

  • Parietais.

  • Dor irradiada do osso parietal para o processo mastoide direito, 8.

  • Pela manhã, no quarto e ao ar livre, cefaleia, uma plenitude parcial, como se algo estivesse sobre o osso parietal esquerdo num ponto que ele não consegue designar muito claramente (oitavo e nono dias), 1a.

  • Tensão dolorosa no lado direito da cabeça, 1b.

  • Leve dor puxante no lado direito da cabeça, 15.

  • Dor compressiva muito intensa na metade esquerda da cabeça, no trajeto da sutura coronal (na manhã seguinte), 3.

  • Dor aguda em dardo, do ângulo póstero-superior do osso parietal direito ao processo mastoide do osso temporal direito; a dor era diferente de qualquer outra; muito pior do que um choque elétrico prolongado ou compressão do nervo ulnar (após três dias), 8. [80.]

  • Dor aguda, lancinante, ondulante; surge no lado esquerdo, perto do meio e próximo da sutura interparietalis, e vai com a rapidez do relâmpago até a têmpora esquerda, perto da parte externa da órbita; essa dor atravessa em cerca de dois segundos, mas a ondulação dura um pouco mais, e só quando a ondulação está quase terminada é que a mente toma conhecimento do conjunto; o caráter lancinante, a ondulação dolorosa e a rapidez são de tal natureza que produzem imediatamente na mente uma ideia muito desagradável de perigo iminente; a ondulação pode ser melhor comparada àquela do rastro deixado na parede, no escuro, pelo atrito de um fósforo fosfórico, 8.

  • Occipício.

  • Da região da nuca ao occipício, sensação como de um sopro morno, 13.

  • Embotamento apenas no occipício, imediatamente após doses repetidas, 10.

  • Embotamento no occipício, para a direita (após uma hora), 1a.

  • Pela manhã, pouco depois de acordar, dor espasmódica na parte mais inferior do occipício, para a esquerda, 13.

  • F. G., 25 anos, depois de o tomar por trinta noites, teve na manhã seguinte cãibra profunda no lado esquerdo do occipício e no braço direito (era lua nova), (Hering).

  • Pressão de ambos os lados do occipício, abaixo das protuberâncias (após uma hora), 10.

  • Subitamente, dor fortemente opressiva no lado esquerdo do occipício; desaparece com a mesma rapidez, mas logo retorna (após uma hora), 10.

  • Pressão surda no lado direito do occipício, 1a.

  • Pressão surda e compressão no occipício, especialmente para a direita (parte de S. 556), 1a.

  • Cabeça externa. [90.]

  • É frequentemente obrigada a pentear o cabelo, do contrário ele se embaraça e fica difícil de pentear (terceiro dia e seguintes), 1a.

  • (O cabelo deixa de cair), 3.

  • Desejo de coçar a cabeça, sem, entretanto, qualquer sensação de prurido, pela primeira vez (nono dia), e queda muito grande do cabelo na manhã seguinte, 1a.

  • Prurido na cabeça, que o faz coçar-se (após uma hora), 10.

OLHO

  • Tremor externo no olho direito e logo depois dor em queimação e lancinante no fundo da órbita (após várias horas), 1c.

  • O vapor afeta muito o olho (Liebig).

  • O olho permanece afetado por vários dias, de modo que precisa pestanejar e esfregá-lo, 1c.

  • Dor no olho direito, 13.

  • Dor muito profunda na parte posterior do olho direito, irradiando muito para o maxilar superior, a mesma que ele tivera à uma hora no lado esquerdo; entre 5 e 6 da tarde (nono dia), 1a.

  • Ardor nos olhos (após quinze minutos), 5. [100.]

  • Pressão sobre o olho direito ao curvar-se, 13.

  • Frequentemente tem prurido nos olhos, que o faz coçar (primeira semana), 1a.

  • Prurido doloroso no olho esquerdo, como por um grão de areia, 4.

  • Sobrancelha e Órbita.

  • Peso acima dos olhos, com enjoo; pior com o movimento (após duas e três horas), 5.

  • Dor sobre a sobrancelha direita, que desaparece, mas dor semelhante surge por curto tempo no dedo mínimo direito do pé (na manhã seguinte), 12.

  • Dor atrás do olho direito, 13.

  • Dor puxante ao redor do olho direito, à noite (após quinze minutos), 3.

  • Atrás do olho esquerdo, em direção à têmpora, na narina esquerda e na testa, há uma dor que parece estar no osso, como se, muito profundamente no interior, algo pontiagudo estivesse se movendo (às 13 horas, nono dia), 1a.

  • Sacudidas violentas internamente, atrás e acima da sobrancelha direita, no osso (após uma hora), 1a.

  • Profundamente nos ossos, acima e atrás do olho esquerdo, sensibilidade dolorosa por vezes (à noite, nono dia), 1a.

  • Pálpebras. [110.]

  • Sensação como se as pálpebras fossem abertas à força e um vento fresco soprasse sobre elas; depois disso, sensação de areia no globo ocular, que tinha a mesma sensação de olhos inflamados, 8.

  • Picadas e ardor no canto interno do olho (segunda noite), 13.

  • Tremor acima do canto externo do olho esquerdo, em quem nunca tivera isso antes (segundo dia), 1c.

  • Prurido no canto interno direito do olho, à noite, 5.

  • Prurido violento no canto interno esquerdo do olho, que o faz coçar muito rápida e vigorosamente (décimo segundo dia), 1a.

  • Aparelho lacrimal.

  • Lacrimejamento aumentado, 4.

  • Globo ocular.

  • Pressão como se fosse por trás do globo ocular direito (segunda hora), 10.

  • Pupila.

  • Pupilas contraídas, 19.

  • Visão.

  • Sensação agradável, como se as pálpebras estivessem mais abertas, ou os olhos mais salientes, pelo que o círculo visual se amplia, a visão se clareia, e ele sente um tipo de gozo voluptuoso ao olhar as mesmas coisas que está acostumado a ver todos os dias, 8.

  • Nas primeiras horas da manhã, inclinação a ficar sem óculos, embora sua miopia não estivesse melhor; era muito penoso aproximar os objetos dos olhos (segunda semana), 1a. [120.]

  • À noite, depois de recolher-se, uma luz em sacudidas diante dos olhos, cruzando-se como relâmpago (terceira semana), 1a.

  • À noite, depois de recolher-se, ao fechar os olhos, cintilações vermelhas cruzam-se em todas as direções possíveis; isso cessa gradualmente, restando por alguns minutos um tremor vermelho e flamejante, que desaparece ao abrir os olhos (segundo dia), 13.

  • Ao fechar firmemente os olhos observa um grande anel brilhante, que desaparece rapidamente (à noite do quinto dia), 1a.

OUVIDO

  • Externo.

  • Dor, estendendo-se de baixo para cima, atrás do ouvido direito, 9.

  • Atrás do ouvido direito, dor que sobe para a cabeça; ao mesmo tempo, no calcanhar direito, 9.

  • Interno.

  • Sensação no ouvido direito como se fosse começar um zumbido, pela manhã (segundo dia), 1a.

  • Dor no ouvido direito (quarto dia), 9.

  • (Dor, à qual estava frequentemente sujeito, na abertura da tuba de Eustáquio esquerda, aparece após uma ou duas horas, e depois volta a recorrer), 1a.

  • Dor opressiva no ouvido direito, 13.

  • Pressão e prurido peculiares, profundos, no ouvido esquerdo; desaparecem após mexer com o dedo no ouvido (após uma hora), 10. [130.]

  • Pontadas no ouvido direito, 9.

  • Sacudidas atrás do ouvido esquerdo, 5.

  • Prurido primeiro no ouvido direito, depois no esquerdo, 10.

  • Audição.

  • A sensibilidade da audição está muito aumentada pela manhã (sexto dia), 1a.

NARIZ

  • Objetivo.

  • Espirros, à tarde (após quatro horas), 5.

  • Espirros violentos sete vezes, com saída de pequena quantidade de muco fino do nariz, e acúmulo de saliva na boca, com aquela sensação no nariz que às vezes é causada por tempo muito frio; pela manhã (segundo dia), 1b.

  • (Num caso de obstrução crônica do nariz, com dor surda e pesada na testa, em que Silex 30ª prestara algum serviço, Fluor. ac. 30ª causou imediatamente corrimento nasal, sem qualquer outra melhora.) (O mesmo num caso de ulceração), 13.

  • Muito cedo pela manhã, ao enxaguar a boca com água fria, o nariz parece de repente cheio de muco, como se tivesse coriza abundante, mas isso passa de novo com a mesma rapidez, 1c.

  • Frequentes acessos de coriza, aparecendo e desaparecendo subitamente; parece como se a excitação removesse a coriza, 1a.

  • Súbitos acessos de coriza, aparecendo e desaparecendo novamente de repente; parece como se a excitação removesse a coriza (terceira à quinta semanas), 1a. [140.]

  • Coriza (oitavo dia); do lado direito e fluente, com formigamento antes do espirro (nono dia); permanece unilateral e fluente (décimo e décimo primeiro dias), 15.

  • Se bebe vinho tinto à noite, tem na manhã seguinte, ou mesmo na noite seguinte durante o sono, coriza abundante, com gotejamento constante e obstrução nasal, por várias semanas, mas não com vinho do Reno, 1a.

  • Depois de beber cerveja à noite, súbita coriza abundante no dia seguinte, da manhã à noite, desaparecendo então subitamente (quarta semana), 1a.

  • Na manhã seguinte após beber cerveja à noite, súbita coriza abundante e irritativa, que dura o dia todo, mas desaparece na manhã seguinte (terceira semana), 1a.

  • Sensação no nariz como de resfriado forte, 1b.

  • O nariz, que por vários meses não estivera dolorido nem sensível, começou de novo a doer, mais do lado esquerdo (nono dia), 1a.

  • O nariz esteve sem dor por várias semanas, mas de repente, após algumas emissões seminais, voltou a doer do lado esquerdo (após cinco semanas), 1a.

  • O nariz, que por muitos meses estivera livre de escoriação ou dor, começa de novo a ficar dolorido, mais para a esquerda (nono dia), 1a.

  • Formigamento no nariz, 15.

  • Olfato.

  • O odor do ácido é muito acre e penetrante, 17.

ROSTO. [150.]

  • Pela manhã parece-lhe que seu semblante envelheceu subitamente; olha-se no espelho e vê sob os olhos pregas superficiais, esbranquiçadas e inchadas, que se estendem em direção ao nariz etc., sem ficar minimamente descontente por isso (nono dia), 1a.

  • Os músculos da face estão constantemente em movimento, 8.

  • Calor da face (parte de S. 153), 1b.

  • À noite, após conversa animada, calor no rosto e cefaleia, como pressão e impulso profundos no interior para a esquerda; aparecendo às vezes e depois diminuindo; passa então para o maxilar superior esquerdo, como se os dentes doessem, até mesmo nos locais onde as raízes haviam sido extraídas um ano antes, de modo tão nítido que ele foi obrigado a tocar com o dedo; juntamente com inclinação a cerrar dentes que já não existiam (segundo dia), 1b.

  • Desejo de lavar o rosto com água fria; lavagens frequentes e repetidas, com grande satisfação; por duas semanas, depois mais raramente, 1a.

  • Sensação dolorosa, como se o maxilar superior direito estivesse quente e dolorido; isso se reflete, por assim dizer, na mandíbula (após quinze minutos), 1a.

  • Compressão em ambos os zigomas, repuxando para baixo em direção à laringe, onde ela a percebe durante a deglutição e também em outros momentos, às 17 horas, 7.

  • Sensação de calor e embotamento no osso do maxilar superior direito (após dez minutos), 1a.

  • Sensação de calor nos lábios, imediatamente, 1a.

  • Muito frequentemente, ardor como de ferida na face interna do lábio inferior para a direita, muito perto da borda (após uma e duas horas), 1a. [160.]

  • Leve entorpecimento da articulação direita da mandíbula, sensação contínua de calor, e como se ela fosse começar a doer (após uma e duas horas), 1a.

  • Em ambas as articulações dos maxilares (pior na esquerda), confusão dolorosa, espasmódica; (já tinha essa sensação ocasionalmente antes), (décimo primeiro dia), 1a.

  • Em conexão com uma dor puxante em todo o membro esquerdo, sensação peculiar na mandíbula inferior direita, não no osso, mas muito junto dele, à noite (após vinte e quatro horas), 9.

  • Dor em queimação no lado externo da mandíbula inferior direita, num pequeno ponto perto do primeiro ou segundo molar (após uma e duas horas), 1a.

  • Na articulação direita da mandíbula, sensação como se fosse ocorrer espasmo (após várias horas), 10.

  • Dor puxante no osso da mandíbula inferior direita, para o meio (uma hora após a quinta dose), 10.

  • Leve dor roente em ambos os lados da mandíbula inferior, no osso perto do ângulo (logo após S. 33), 5.

BOCA

  • Dentes, objetivo.

  • (Condição dos dentes nitidamente melhorada; os dentes cariados parecem secretar menos, e as gengivas não sangram tão facilmente), (após a segunda semana), 1a.

  • O canino direito, que antes era áspero, mas depois voltara a ficar liso, agora está áspero e começa a doer, particularmente na raiz; no maxilar superior, ao longo das raízes dentárias, a pressão é muito dolorosa, sobretudo à noite; é aliviada temporariamente por água fria (terceiro dia e seguintes), 13.

  • Subjetivo.

  • Pela manhã, os incisivos inferiores parecem afiados, como se estivessem quebrados, e a língua dói ao tocá-los durante vários dias (quinto dia), 1a. [170.]

  • Embotamento dos dentes, 16.

  • Uma gota da solução 1/16 produziu na boca embotamento dos dentes, sensação de pontadas, contração e tensão, após o que a mucosa da boca ficou esbranquiçada e descamou (após três dias), 16.

  • Os dentes parecem quentes, os do maxilar superior, especialmente do lado esquerdo; os incisivos e o canino estão muito mais quentes do que quaisquer outros; alguns minutos depois há calor acentuado na faringe; essas sensações cessaram no decurso de uma hora; o provador observou especialmente que o calor ou aquecimento era sentido nos dentes, e não nas gengivas nem nos processos alveolares, 6.

  • Todos os dentes do maxilar esquerdo parecem doer, sobretudo aqueles cujas raízes foram extraídas, 9.

  • Dor de dentes por curto tempo na mandíbula inferior esquerda, 9.

  • Dor de dente no lado direito, irradiando para a coxa esquerda, porção externa acima do joelho, 13.

  • A dor do dente do lado direito desaparece por um momento e salta para a coxa esquerda, na parte externa acima do joelho (terceiro dia), 13.

  • O ar frio no quarto provoca dor no dente cariado do incisivo superior direito, à noite (após várias horas), 1b.

  • Logo após tomar o remédio, dor passageira no canino direito (à noite), 13.

  • Dor escavante em um dos incisivos inferiores, para a direita (terceiro dia), 13. [180.]

  • Dor de dentes; repuxamento na mandíbula inferior esquerda (após quatro horas), 5.

  • (Os incisivos superiores direitos são muito sensíveis ao beber água fria e também ao inspirar ar frio, particularmente o que está cariado; o mesmo sintoma algumas semanas antes da patogenesia), 1c.

  • Dentes tão dolorosos que ele não podia morder sobre eles, 16.

  • Gengivas.

  • (Uma escoriação dolorosa perto do primeiro molar inferior, do lado direito), (após cinco semanas), 1a.

  • Língua.

  • Formigamento na língua e aumento da saliva por algumas horas, e depois combinado com sensação de ardor no céu da boca, como se algo muito acre tivesse sido gargarejado; sensação de sensibilidade dolorosa e irritabilidade na laringe; tossir para limpar a garganta provoca sensação dolorida, que mostra um grau incomum de sensibilidade, 2.

  • Boca em geral.

  • (Uma pequena úlcera muito dolorosa na parte posterior da boca, do lado direito, no ângulo entre o maxilar superior e a mandíbula; muito incômoda durante a mastigação e também fora dela), 1.

  • Secura da metade esquerda do palato e do céu da boca, à noite (quarto dia), 3.

  • Sensação gordurosa na boca, imediatamente, 1a.

  • Uma solução de 1/8 causou na boca dor violenta como de água quente; os dentes ficaram tão dolorosos que por dois dias ele não pôde mastigar, 16.

  • Uma gota da solução 1/48 produziu na boca contrações e formigamentos, e gosto azedo desagradável, 16.

  • Saliva. [190.]

  • Salivação após cinco minutos, de tal modo que é frequentemente obrigado a cuspir, durando dez minutos, seguida de cefaleia, com a qual a salivação diminui e desaparece após uma hora, 5.

  • Cinco minutos após tomar, começou aumento do fluxo salivar, que o fez cuspir constantemente por cerca de dez minutos; então começou a sentir dor na cabeça, sensação como se a cabeça estivesse pesada demais e fosse cair de um lado para outro, pressão de dentro para fora; depois que essa dor se estabeleceu, o fluxo de saliva começou a diminuir e em cerca de uma hora cessou inteiramente, 6.

  • Logo após tomar o medicamento, começou a mesma salivação, com peso e dor surda em toda a cabeça, 6.

  • Muita saliva tenaz ao acordar à noite, antes da diarreia, 15.

  • Desperta após a meia-noite com grande quantidade de saliva viscosa e insípida na boca, dor queimante e em beliscão no estômago, e com sensação de distensão por flatulência; após eliminar algum vento a dor aumenta, e ele não consegue eliminar mais; depois de abundante evacuação intestinal pastosa, as dores parecem concentrar-se na região do umbigo; após a evacuação a dor diminui; ao voltar para o quarto, porém, ela retorna, e ele tem uma segunda evacuação, acompanhada de dor na região do umbigo; uma terceira evacuação às 7 horas (terceiro dia); a mesma diarreia, às 4 horas (sexto dia); abundante evacuação pastosa após levantar-se (oitavo dia); várias evacuações pastosas (décimo dia); duas evacuações aquosas, imediatamente após levantar-se de manhã (décimo segundo dia); evacuação pastosa e frouxa pela manhã após levantar-se (décimo terceiro e décimo quarto dias); nenhuma (décimo quinto dia); duas (décimo sexto dia); uma novamente (décimo sétimo dia), 15.

  • (A boca não está tão cheia de muco pela manhã como de costume; há menos ao redor dos dentes; ao enxaguar, há menos sangue e muco viscoso do que habitualmente), (após vários dias), 1c.

  • Paladar.

  • Gosto adocicado na garganta à noite (quarto dia), 3.

  • Gosto ácido e sensação gordurosa na boca, imediatamente, 2.

  • O gosto é inteiramente intolerável, 17.

  • Gosto acre e ofensivo vindo das raízes dos dentes, 3. [200.]

  • Gosto acre e pútrido na raiz do incisivo superior direito, no qual há fixado um dente artificial; (na manhã seguinte), 3.

  • Gosto na boca daquilo que comeu; pior à tarde, 11.

  • Gosto salgado na boca, ao despertar pela manhã, até o desjejum (segundo dia), 15.

  • Gosto de tinta; parece vir de um dente inferior do lado esquerdo; à noite (segundo dia), 1b.

GARGANTA

  • Objetivo.

  • Pigarro com muco sanguinolento vindo de baixo, 1.

  • Subjetivo.

  • Sensação de calor na garganta, 6.

  • Constrição na garganta, com deglutição difícil, primeiro no fim da manhã (após três horas); começa em direção ao anoitecer (dia seguinte), 9.

  • Constrição na garganta; pressão e sensação de plenitude na região do estômago; frequentes eructações rançosas e repugnantes, com inclinação a vomitar; com 1 dracma da solução 1/48 (cerca de 1 1/4 grão), em uma hora e meia, todos os sintomas desapareceram, 16.

  • Constrição da garganta, borborigmo no abdômen, pressão e ardor no estômago, eructações, ânsias de vômito, por duas horas, seguidos de constipação por dois dias (após 10 gotas da solução 1/16, cerca de 5/8 grão), 16.

  • Constrição no lado esquerdo da garganta, com pressão no braço direito, 9.

  • Dor de garganta, com deglutição difícil; a garganta, até abaixo da laringe, parecia tão ferida que o pão, embora muito bem mastigado, não podia ser engolido sem a maior dor; após cheirar o ácido, às 17 horas, até a manhã seguinte depois do desjejum; nessa mesma manhã, pigarro de muito catarro misturado com um pouco de sangue; durante o dia, diminuição dos sintomas, 1. [210.]

  • Sensação singular como se a passagem da boca para o nariz estivesse amplamente aberta, durante o passeio ao ar livre, 1c.

  • Fauces, Faringe e Esôfago.

  • Sensação de calor nas fauces na manhã seguinte, 13.

  • Sensibilidade dolorosa na faringe, estendendo-se para baixo da laringe; engolir pão é doloroso, 1.

  • Na parte posterior da garganta, embaixo, à entrada do esôfago, mais para o lado esquerdo, sensação como se estivesse um tanto em carne viva, ou como se fosse formar-se uma úlcera; era indefinida e levemente dolorosa, mas parecia muito incômoda; e duas vezes, ao pigarrear, pensou que sairia sangue dali, pela manhã e no fim da manhã (décimo primeiro e décimo segundo dias), 1a.

  • Deglutição.

  • Experimentou-se a maior dificuldade em fazê-lo engolir qualquer coisa, 19.

ESTÔMAGO

  • Apetite.

  • Apetite aumentado, 8.

  • Apetite melhor que o habitual (parte de S. 307), 1a.

  • Apetite extraordinário após a diarreia, 1.

  • Apetite voraz, 8.

  • Fome excessiva, 8. [220.]

  • Imediatamente começou a desejar café, pelo qual perdera o apetite ao iniciar a patogenesia, 1a.

  • Embora com seu habitual bom apetite, satisfaz-se, no entanto, muito rapidamente (terceiro, quarto e dias seguintes), 1c.

  • Sacia-se muito depressa; ao mesmo tempo, a comida lhe sabe bem e é bem digerida (primeira semana), 1a.

  • Satisfaz-se muito depressa na primeira semana; na segunda, começou a comer mais à noite, e o aumento do apetite à noite durou várias semanas, 1.

  • A mesma saciedade rápida, sem qualquer perturbação gástrica, no inverno, primavera e verão, durante diferentes patogenesias, 1.

  • Fica satisfeito imediatamente após um prato de sopa, sem a menor sensação de enjoo (quarto dia), 1a.

  • Come muito pouco, embora tenha apetite muito bom (segundo dia e seguintes), 1a.

  • O apetite está diminuído; quer algo picante, 11.

  • Aversão ao café (décimo nono dia), 1a.

  • Já não aprecia vinho; o desejo por ele diminui por várias semanas, 1a.

  • Sede. [230.]

  • Mais sede (parte de S. 333), 1a.

  • Sede à noite, 3.

  • Eructações.

  • Eructações (parte de S. 257), 16.

  • Eructações e leve enjoo à noite, 20.

  • Eructações e ânsias de vômito, 16.

  • Eructações e eliminação de flatos, frequente, 8.

  • Eructações de vento e mal-estar do estômago, muito cedo, 5.

  • Frequentes eructações rançosas e repugnantes (partes de S. 206), 16.

  • Frequentemente eructações chatas e nauseosas, com inclinação a vomitar, 16.

  • Eructações ácidas, 16. [240.]

  • Vinte gotas da solução 1/48, tomadas em água, excitavam frequentes eructações ácidas; sensação de calor e gosto chato desagradável na boca, 16.

  • Frequentes eructações ácidas, com pirose e eliminação de flatos, à tarde (segundo dia), 5.

  • Eructações azedas e amargas após o jantar (em cinco horas), 5.

  • Eructações ardentes (parte de S. 207), 16.

  • Pirose.

  • Pirose, com enjoo (em duas horas e meia), 5.

  • Enjoo e Vômito.

  • Sensação frequente como se sobreviesse enjoo ou uma espécie de vertigem, mas que não se instala (após dez minutos), 1a.

  • Enjoo (parte de S. 103), 5; (parte de S. 257), 16.

  • Enjoo, sem inclinação a vomitar, com embotamento da cabeça, 1.

  • Enjoo e peso acima dos olhos, 5.

  • Algum mal-estar do estômago (após quatro horas), 5. [250.]

  • Mal-estar do estômago, continuando por três ou quatro horas após tomar o ácido, 4.

  • Mal-estar do estômago, com algum desejo de vomitar, logo após a segunda dose, 6.

  • Mal-estar contínuo do estômago, com vertigem e cefaleia (após quatro horas), 5.

  • Grande mal-estar constante do estômago, com calor geral (após duas horas), 5.

  • Inclinação a vomitar (parte de S. 206), 16.

  • Ânsias de vômito (parte de S. 207), 16.

  • Ânsias de vômito e vômitos violentos e incessantes (imediatamente), 19.

  • Vomita várias vezes, com dificuldade, um líquido claro e viscoso, com pedaços brancos coagulados, sem relação com o ardor na boca nem com os sintomas que o acompanham; durante todo o dia sentiu enjoo, eructações e lassidão (após 30 gotas da solução 1/16, cerca de 2 grãos), 16.

  • Borborigmo no estômago, 15.

  • Borborigmo no estômago e urgência como de diarreia, após comer (décimo terceiro e décimo quarto dias), 13. [260.]

  • Sensação nitidamente desconfortável no estômago, no fim da manhã (após a segunda dose), 3.

  • Calor no estômago antes da refeição, que desaparece depois dela; depois peso no estômago e, após algumas horas, novamente calor; pior durante o exercício, 11.

  • Ardor no estômago, 16.

  • Dor queimante e em beliscão no estômago antes da diarreia, 1.

  • Pressão no estômago, com ardor, 16.

  • Pressão no estômago (cerca de 5/8 de grão), (parte de S. 207), 16.

  • Pressão e sensação de plenitude na região do estômago (parte de S. 206), 16.

  • Sensação, entre as refeições, como de pressão por um peso no estômago, simulando dispepsia (após o terceiro dia), 8.

  • Sensibilidade da região do estômago à pressão, 11.

ABDÔMEN

  • Hipocôndrios.

  • Beliscão na região do baço às 11 horas (quarto dia e seguintes), 15. [270.]

  • (Dor que ele tivera por seis dias na região do baço, alcançando os quadris, desaparece imediatamente após uma gota da 30ª, e não retorna), 10.

  • Umbilical.

  • Sensação de desfalecimento, como de vazio, na região do umbigo, com desejo de respirar fundo; é aliviada por enfaixamento; no fim da manhã, antes de ter comido qualquer coisa; melhora depois de comer; à noite é mais como leve ardor; quando está ocupado não a percebe, 11.

  • Durante a diarreia, dor especialmente na região do umbigo (após várias horas), 1b.

  • Beliscão na região do umbigo, inclinação à diarreia e abundante evacuação aquosa, às 2 horas (sétimo dia), 15.

  • Abdômen em geral.

  • Borborigmo no abdômen, 11; (parte de S. 207), 16.

  • Borborigmo intestinal, com dor errática, no fim da manhã, 6.

  • Muito borborigmo por flatulência (nono dia), 15.

  • Frequente eliminação de flatos e eructações; isso o deixa imediatamente mais confortável, e com sensação como se fosse a última, mas não é assim, pois em poucos minutos tudo se renova na mesma ordem, sucessão e sensação de antes; e assim por dois ou três dias, com a única diferença de ser em intervalos mais longos do que no começo, 8.

  • Elimina muito vento inodoro, 11.

  • Elimina mais flatos inodoros, com muito ruído (após vários dias), 1b, 51. [280.]

  • Flatos ofensivos, pela manhã, 15.

  • Pequeno vento muito fétido precede a evacuação (segundo e oitavo dias), 1a.

  • Pequenas descargas de vento, excessivamente fétidas, cheirando como mistura de hidrogênio carburado, sulfurado e fosforado; o odor era extremamente persistente no fim da manhã, várias horas antes da refeição, e à tarde, duas horas após comer (segundo dia), 1a.

  • Inclinação a retrair os músculos do abdômen, com grande apetite, 11.

  • Inclinação a retrair os músculos abdominais, com grande apetite, 15.

  • Sensação no lado esquerdo do abdômen como se uma dor estivesse para surgir e fosse ser eliminado vento, sem que nenhuma das duas coisas ocorra (meia hora após a quinta dose), 10.

  • (Após comer arenque, sensação muito desagradável no abdômen e humor muito descontente), (após várias horas), 1b.

  • (Imediatamente após comer alguns pedaços de melancia, alguma dor no abdômen, o que em geral não acontece), (após uma hora), 1a.

  • Dor no lado esquerdo do abdômen, na região do baço (após uma hora), 10.

  • Sensação de calor no abdômen, com pressão em direção à bexiga, à noite (primeiro dia), 1a. [290.]

  • Sensação de acúmulo de flatulência, 15.

  • Dor opressiva no abdômen do lado esquerdo e também no braço esquerdo, à noite, 9.

  • Subitamente, dor aguda no lado esquerdo do abdômen, acima do quadril, impedindo a respiração (após duas horas), 10.

  • Dor lancinante nas entranhas, estendendo-se para o lado direito, como por vento, às vezes muito aguda (à noite), 6.

  • Leve cólica, imediatamente após comer peixe com vinagre, 1c.

  • Sacudidas no lado esquerdo do abdômen (após duas horas), 10.

  • A dor aumenta após a eliminação de flatulência, antes da diarreia, 15.

  • Dor surda contínua na região inguinal de ambos os lados, e profundamente situada, 8.

  • Ardor por curto tempo na região inguinal direita, à tarde, 13.

  • Ardor do lado esquerdo do peito até a virilha, 11. [300.]

  • Dor do lado esquerdo do tórax até as virilhas, aumentada pela respiração profunda, particularmente na virilha e nas costas, como uma pontada, das 9 às 10 horas, 11.

RETO E ÂNUS

  • Afluxo de sangue ao ânus após beber vinho, 1a.

  • (A protrusão do ânus durante a evacuação, habitual nele, diminuiu muito rapidamente e em grau acentuado por várias semanas), (só retornou ao retomar café e vinho), 1a.

  • (Sensação mais confortável no ânus do que lhe é habitual; em pessoa sujeita a hemorroidas), (segundo dia), 1a.

  • Constrição do ânus ao tentar eliminar flatos, 1c.

  • Sente como se vento estivesse retido no ânus, 1b.

  • Dentro e ao redor do ânus, prurido violento (décimo quinto e décimo sexto dias); continua ao redor do ânus até a quinta semana, 1a.

  • Desejo indefinido, pequeno vento sem odor e evacuação pastosa às 10 horas (quarto dia); após pequenas descargas de flatos excessivamente fétidos, súbita urgência, depois evacuação fina e pastosa sem qualquer odor, e ao mesmo tempo descarga muito copiosa de urina, antes do jantar; ele havia comido pêssegos antes, que, no entanto, nunca tinham agido desse modo; e, após a evacuação, apetite melhor que o habitual (oitavo dia); observou o tipo terçã no segundo, quarto (sexto) e oitavo dias; a evacuação é mais regular que o habitual (quinta semana), 1a.

  • Desejo infrutífero de evacuar à noite (oitavo dia), 15.

  • Pressão urgente para evacuar, como em diarreia, e evacuação mole, às 14 horas (cinco horas após a quarta dose); antes, era muito regular no funcionamento intestinal; evacuação prolongada e muito pequena (dia seguinte) ao omitir o remédio, 10.

EVACUAÇÕES

  • Diarreia. [310.]

  • Inclinação à diarreia, duas evacuações (primeiro dia), 5.

  • (A evacuação pequena e mole, que ele tem todas as manhãs após beber café e novamente tarde da noite, com urgência infrutífera e protrusão de hemorroidas, transforma-se, após quatro a cinco dias, em evacuações copiosas e naturais), 1c.

  • Evacuação intestinal livre duas vezes por dia, 3.

  • Duas evacuações duras (segundo dia), 5.

  • Sua evacuação é mais frouxa que o comum, 11.

  • Grande evacuação pastosa, castanho-amarelada, com cheiro fecal muito forte e desagradável, juntamente com tenesmo, ao qual o provador é sujeito, embora com menos protrusão anal do que antes (segundo dia), 1a.

  • Constipação.

  • Constipado (segundo dia), (parte de S. 207), 16.

  • Constipado por dois dias (após 10 gotas de 1/16), 16.

  • Evacuação retardada e muito escassa (após omitir o remédio), 10.

  • (As evacuações intestinais parecem ocorrer dia sim, dia não, e a cada dia em hora mais tardia), 1.

  • A evacuação intestinal torna-se prolongada, insuficiente e nodular, 1b, 51. [320.]

  • (Durante uma evacuação, por fim foram expulsos alguns nódulos com certa dificuldade), (décimo sétimo dia), 1b.

  • Nenhuma evacuação (terceiro dia), 1a.

ÓRGÃOS URINÁRIOS

  • Bexiga.

  • Sensação algo semelhante a entorpecimento ou ardor na bexiga (parte de S. 550), 1.

  • Após a micção, dor como se fosse acima do colo da bexiga, à tarde, 1b.

  • Antes e depois da micção, dor na parte inferior da bexiga; há também dor à pressão (primeiro e segundo dias), 1b.

  • Dores surdas na região da bexiga (primeira semana), 1a.

  • Repuxamento em direção à bexiga, com sensação de calor no abdômen, 8.

  • Pressão sobre a bexiga, com sensação de calor no abdômen (primeiro dia), 1a.

  • Uretra.

  • Ardor intolerável na uretra, durante e após a micção, por cinco minutos, pela manhã (nono dia), (em alguém que nunca teve gonorreia), 15. [330.]

  • Desejo frequente de urinar após vários dias, 1c.

  • Micção.

  • Descarga livre de urina clara, muito frequente, em quantidade bastante grande, mas não aumentada, deixando-o mais confortável; durante e após a emissão sente uma espécie de elasticidade (nos músculos?) dos órgãos urinários, com subsequente sensação agradável; bebe menos que o habitual, 8.

  • Tem de levantar-se duas vezes à noite para urinar, o que é inteiramente incomum para ele; a noite está mais fresca que a anterior (quinto dia), 1a.

  • Mais micção, e depois mais sede (quinto dia), 1a.

  • Urina aumentada e de cor clara, após vários dias, 1b.

  • Eliminação copiosa de urina com a diarreia, 1.

  • Descarga muito copiosa de urina (parte de S. 307), 1a.

  • Menos micção na manhã seguinte, 1a.

  • Nitidamente menos eliminação de urina, mas sem que a urina fique mais escura (segundo e terceiro dias), 1a.

  • A urina diminuiu em quantidade e tem fragrância nítida (como ácido benzóico), à noite e pela manhã (segundo dia); desapareceu (quinto dia), 1c.

  • Urina. [340.]

  • Odor pungente e forte da urina, que foi livremente eliminada, à noite (quarto dia), 3.

  • Odor muito acre e forte da urina (décimo quinto e décimo sexto dias), 1a.

  • Sua urina cheira frequentemente de modo muito ofensivo, até a sexta semana, 1a.

  • Seu sedimento urinário esbranquiçado habitual está também misturado com um muito copioso, de cor púrpura (terceiro dia); o sedimento púrpura desapareceu no quinto dia, 1c.

ÓRGÃOS SEXUAIS

  • Masculinos.

  • Ereções, com desejo e voluptuosidade, 8.

  • As primeiras ereções novamente de duração muito longa, natureza perfeitamente saudável e sem desejo sexual (décima primeira manhã), 1a.

  • Frequentemente ereção completa e inteiramente natural, em perfeito estado de saúde; assim que desvia o pensamento disso, ela desaparece inteiramente mais rápida e subitamente que o habitual (quarto dia), 1c.

  • Sensação de plenitude em ambos os cordões espermáticos (primeira noite), 1a.

  • Repuxamento do testículo esquerdo para o cordão espermático, 5.

  • Ocasionalmente pontadas e repuxamento através do testículo esquerdo até o anel abdominal e o cordão espermático (após quatro horas), 5. [350.]

  • Desejo sexual aumentado durante a ação do Fluoricum acidum, 11.

  • Paixão sexual aumentada, com ereções à noite durante o sono, 8.

  • Aumento do desejo sexual com ereção completa, que, porém, logo desapareceu (terceiro e quarto dias), 1c.

  • Pessoas idosas tinham frequentemente acessos de desejo venéreo e ereções, e o exercício dessa função parecia não lhes ser prejudicial, 1.

  • Paixão sexual forte, com ereções violentas a noite toda e desejo de coito, 8.

  • Grande excitação do desejo sexual (décimo sexto dia), 15.

  • Acesso quase irresistível de lascívia, mais no caso de homens velhos do que jovens, 1c.

  • Pensamentos lascivos de vez em quando durante a quinta e sexta semanas, de modo que precisa forçar-se a pensar em outras coisas, 1a.

  • Gozo e prazer extremamente excessivos durante o coito, o que antes não acontecia, 8.

  • Paixão sexual mais facilmente controlada (primeira semana), 1a. [360.]

  • Desejo sexual diminuído em vários graus, 1c.

  • Desejo sexual perdido, ou mais facilmente controlado (primeira semana), 1a.

  • Parecia como se seu desejo estivesse desaparecendo por várias semanas (sexto, sétimo e dias seguintes); é completo senhor de seus pensamentos e sensações, 1a.

  • Enquanto pensa de modo perfeitamente casto e agradável numa moça que considera bela, passam algumas gotas de líquido prostático, 1b.

  • Emissão seminal não tão rápida e precoce como de costume, mas livre e sem qualquer má sensação subsequente, 8.

  • Femininos.

  • O período mensal ocorreu oito dias cedo demais e foi mais copioso, mas em vez de seis a sete dias durou apenas cinco; descarga espessa e coagulada. As menstruações seguintes voltaram a ocorrer no período regular, de acordo com o cálculo anterior, 7.

ÓRGÃOS RESPIRATÓRIOS

  • Laringe.

  • Dor na parte anterior da laringe, como se estivesse na cartilagem, induzindo-o a engolir (após noventa minutos), 1a.

  • Sensação espasmódica, estendendo-se do osso malar à laringe, 7.

  • Sensação raspante na laringe provoca pigarro e deglutição, 10.

  • Irritabilidade aumentada da laringe; ao tossir ou pigarrear levemente, surge sensação dolorida, que causa grau incomum de sensibilidade, muito logo, 2. [370.]

  • Imediatamente, leve sensação de prurido na laringe, que o faz engolir e pigarrear, durando horas (2 gotas), 10.

  • Respiração.

  • A respiração continuou depois de o pulso radial ter falhado, e mesmo depois de a ação do coração aparentemente ter cessado, 19.

  • Sibilância durante a respiração, percebida mais pelos outros do que por ele mesmo, à tarde e à noite; à tarde, na cama, ocasião em que tem de curvar-se para trás se quer respirar profundamente (sexta semana), 1a.

  • Respira muitas vezes profundamente, como se o peito por dentro e embaixo estivesse cheio, no fim da manhã, enquanto está sentado e escrevendo (décimo segundo dia), 1a.

  • Espécie de opressão respiratória, profundamente interna; é obrigado a respirar fundo, o que, entretanto, não lhe dá alívio (nono dia), 1a.

  • Dificuldade de respirar; parece haver um impedimento na região da cava da garganta e da parte superior do tórax, como se não recebesse ar suficiente; ao mesmo tempo, espinhas pruriginosas nas costas e dor no peito abaixo da ponta da omoplata (nono dia), 1a.

TÓRAX

  • Pulsação, como com o pulso, ao palpar o tórax, 7.

  • Sensibilidade dolorosa no tórax (após três horas), 5.

  • Toda a parte superior do tórax, profundamente interna, embora mais para a frente, parece excessivamente apertada, de modo que a inspiração fica impedida; a inspiração profunda não dá alívio; não é como pressão nem como constrição; parece como se algo ficasse preso ali (sétimo dia e seguintes), 1a.

  • Opressão, com dor no tórax (após quatro horas), 5. [380.]

  • Opressão no tórax ao reclinar-se, ao mesmo tempo tremor nos membros inferiores, 7.

  • Pontada sob as costelas à esquerda da cartilagem ensiforme, à noite (após quinze minutos), 3.

  • Parte anterior.

  • Pressão no centro do esterno à tarde; à noite, às 22 horas, após recolher-se, dor opressiva no meio do peito, que dura até adormecer (primeiro dia), 10.

  • Lados.

  • Dor opressiva na última costela, para a direita, perto da coluna (após uma hora), 10.

  • Dor em queimação e pontada no lado esquerdo do tórax, durando apenas um momento (após cheirar o ácido), 13.

  • Dor como se fosse aparecer uma pontada profunda no lado esquerdo do tórax, posteriormente ao coração (após duas horas), 10.

  • Pequenas pontadas no lado (após quatro horas), 5.

  • Dor dolorida no lado esquerdo do tórax, como se estivesse sob a pele, sentida apenas ao mover-se; dor semelhante no ombro esquerdo às 22 horas (após quatro horas). Ao levantar-se pela manhã, novamente dor no lado esquerdo do tórax, semelhante à da noite anterior, 6.

  • Leve dor junto ao mamilo direito (após uma hora), 10.

  • Pulsação, como palpitação, ao palpar a mama e o abdômen, 7.

CORAÇÃO E PULSO. [390.]

  • Inquietação em torno do coração (imediatamente), 5.

  • Dor dolorida na região do coração (após quinze minutos), 5.

  • Sacudidas no coração (após uma hora), 5.

  • Sacudidas dolorosas no coração (após duas horas), 5.

  • Sensibilidade dolorosa contínua no coração (após uma hora), 5.

  • Pulso pequeno e rápido, 19.

PESCOÇO E DORSO

  • Pescoço.

  • Rigidez na região da nuca, logo, 3.

  • Constrição no lado esquerdo do pescoço (parte de S. 435), 9.

  • Contração em alguns músculos do pescoço, do lado esquerdo e em direção ao ombro, no fim da manhã, em repouso e ao levantar-se; após algum exercício, diminui gradualmente; a dor parece mudar de um grupo muscular para outro, mas está sempre em mais de um; o músculo omo-hióideo é nitidamente afetado, mas não o esterno-cleido-mastoideo (quarto dia), 1a.

  • Correntes mornas do lado direito da nuca ao ombro, 13. [400.]

  • Dor na nuca, sob as omoplatas e no lado esquerdo do tórax, 6.

  • Dor no lado direito do pescoço, no fim da manhã, 9.

  • Dor puxante muito passageira ao longo do lado direito da nuca, 3.

  • Dor puxante violenta no lado direito do pescoço à tarde, 9.

  • Sensibilidade dolorosa na metade esquerda da nuca (primeiro dia), 3.

  • Inclinação para lavar o pescoço e atrás das orelhas com água fria, 1.

  • Dorso.

  • Dor nas costas, às vezes alta sob as omoplatas, às vezes profundamente situada, como na região dos rins (primeira semana), 1a.

  • Região dorsal.

  • Dor sob a ponta da omoplata direita, à qual ele já fora antes sujeito e que o impele a curvar o corpo para trás e a esticar-se, aparece após algumas horas e retorna ocasionalmente por vários dias, mas mais raramente que o habitual após algumas semanas, 1a.

  • Dor profunda nas costas, abaixo da ponta da omoplata, mais para a esquerda; ocorre mais na postura sentada, especialmente ao cavalgar (quarto e nono dias), 1a.

  • Dor, como uma contração, sob a omoplata direita (parte de S. 73), 13. [410.]

  • Dor em queimação e picadas na omoplata esquerda (após uma e duas horas), 1a.

  • Lombar.

  • Dor profunda na região lombar esquerda à noite (quarto dia), 3.

  • Sacra.

  • Dor dolorida no sacro muito logo após tomar, 5.

  • Sacudidas no sacro durante a primeira hora, e menos frequentemente na segunda hora, 5.

  • (Sua habitual dor como de contusão no sacro e região lombar, aliviada por esticar-se e curvar-se para trás, mas particularmente pela pressão, bem como após trabalho corporal fatigante, é muito agravada por Fluoricum acidum 6ª, mas removida inteiramente por Fluoricum acidum 30ª; uma dor semelhante, porém, retorna na região do ombro direito, sendo também rapidamente curada após uma dose de Fluoricum acidum 3ª; ela retorna durante o quarto e quinto dias, em baixo nas costas, entre e acima dos ombros, e só desaparece na segunda semana), 1.

  • Dor nas tuberosidades dos ísquios, no meio, 5.

EXTREMIDADES EM GERAL

  • Dor nos ossos do antebraço direito e do joelho, 5.

  • Dores de curta duração na perna, braço e mão esquerdos (após a oitava dose), 9.

  • Diversas dores doloridas nos ossos dos antebraços e das pernas, aproximadamente no meio, indo e vindo, 5.

  • Sensação como se as articulações dos ombros e dos quadris estivessem sendo puxadas para fora do lugar, 8.

EXTREMIDADES SUPERIORES. [420.]

  • Leve impotência funcional no braço direito, de modo que tem alguma dificuldade para escrever (após quinze minutos), 5.

  • O braço direito, sobre o qual se apoia, fica entorpecido e sem firmeza, com sensação de picadas, às 22 horas, 1a.

  • Sensação de entorpecimento, sacudidas e impotência funcional no braço esquerdo, aparece pela manhã e no fim da manhã, e volta a diminuir entre 12 e 13 horas, 1a.

  • Peso no braço direito, pela manhã ao acordar, com algum entorpecimento, embora tivesse deitado apenas sobre o lado esquerdo (segundo dia), 13.

  • Dor em queimação, picadas e sacudidas em todo o braço esquerdo, frequentemente recorrente, como se passasse pelos nervos um choque elétrico muito doloroso, porém lento; mais severa na face interna do dedo mínimo esquerdo, juntamente com, vez ou outra, pontada aguda na polpa do dedo, passando de dentro para fora; às 14 horas (segundo dia), 1c.

  • Dor compressiva no braço esquerdo e também no lado esquerdo do abdômen, 10.

  • Dor de caráter profundamente penetrante, primeiro no braço direito, depois no esquerdo, sobretudo na junção da porção esponjosa com a porção compacta dos úmeros; mesmo após o desaparecimento da dor há sensibilidade dolorosa à pressão das partes antes afetadas; dor semelhante nos músculos sobre a cabeça do rádio esquerdo (em quarenta minutos), 2.

  • Ombro.

  • Dor na articulação do ombro direito, que sentira na penúltima semana, mas não na última; retornou por alguns momentos e estendeu-se para os dedos, como se ar estivesse passando para baixo, sensação que nunca havia experimentado antes (após uma hora), 10.

  • Dor súbita em sacudidas no ombro esquerdo, no osso, 9.

  • Braço.

  • Tremor no bíceps do braço direito (após quinze minutos), 3. [430.]

  • Tremor no bíceps do braço direito (quinto dia), 3.

  • Dor no braço superior direito, no osso em direção ao cotovelo, à tarde; do braço direito a dor passou para o esquerdo, com a mesma dor no osso (segundo dia), 5.

  • Dor no braço esquerdo acima do cotovelo, aparecendo após as dores do lado direito (após uma ou duas horas), 1a.

  • Dor reumática nos ossos do braço esquerdo, do cotovelo ao ombro, com impotência funcional (após uma hora), 5.

  • Beliscão no músculo deltóide esquerdo, após a cefaleia, 10.

  • Dor opressiva no braço direito e constrição no lado esquerdo do pescoço, às 9 horas, 9.

  • Dor opressiva no braço esquerdo (parte de S. 291), 9.

  • Dor opressiva no braço esquerdo, logo acima do cotovelo, pela manhã, 9.

  • Ao acordar, o braço superior direito e o ombro parecem contundidos e entorpecidos após deitar sobre o lado esquerdo (após vários dias), 1c.

  • Cotovelo.

  • Dor na articulação do cotovelo direito, durante a dor no lado esquerdo, 10. [440.]

  • Dor dolorida na articulação do cotovelo direito (segundo dia), 3.

  • Dor dolorida no cotovelo esquerdo, à noite (quarto dia), 3.

  • Antebraço.

  • O antebraço e a mão esquerdos adormecem às 5 horas, enquanto deita sobre o lado direito (sétimo dia), 3.

  • Sensação nítida de estar adormecido no antebraço esquerdo, e especialmente na mão, mais para o lado radial, como se fosse apenas aqui e ali, mais internamente, não geral; no entanto, a mão e o braço podiam ser usados como de costume; ao estendê-los, formigamento na eminência tenar e a sensação acima na mão aumentava muito, desde o despertar cedo pela manhã até o meio-dia, por vários dias; novamente notada na manhã do décimo dia ao estender e mover a mão, novamente um pouco no décimo primeiro dia, às 13 e 14 horas, e à tarde, 1a.

  • Sensação interna contínua de entorpecimento no antebraço esquerdo, e picadas intensas nele ao estendê-lo (parte de S. 556), 1a.

  • O entorpecimento e a sensação paralítica no antebraço esquerdo retornam a cada fim de manhã, mas a cada dia mais tarde e menos nitidamente (quarto, décimo e décimo primeiro dias), 1a.

  • Dor nos ossos do antebraço direito (parte de S. 501), 5.

  • Dor entorpecida nos antebraços, estendendo-se às mãos, 9.

  • Leve dor em beliscão no meio do antebraço esquerdo, durando apenas pouco tempo, à noite, 6.

  • Dores doloridas nos ossos do antebraço esquerdo, em direção ao meio, 5. [450.]

  • Pressão e sensação de paralisia no antebraço, 9.

  • Pressão no antebraço direito, 9.

  • Dor de caráter profundamente penetrante nos músculos sobre a cabeça do rádio esquerdo (após quarenta minutos), 2.

  • Punho.

  • Dor ao redor do punho direito e das articulações dos dedos (após uma hora), 2.

  • Repuxamento no punho direito e no antebraço, das 8 às 11 horas (sexto dia), 15.

  • Mão.

  • Ambas as mãos estão constantemente muito vermelhas (terceiro dia e seguintes), 1a.

  • As mãos estão cheias e quentes, incomumente vermelhas, particularmente nas palmas, como se finamente mosqueadas (quarto dia), 1a.

  • Impotência funcional da mão direita, 9.

  • Sensação de falta de força nas mãos, 7.

  • A mão esquerda está adormecida pela manhã e permanece assim todo o fim da manhã (segundo dia), 11. [460.]

  • Sensação de entorpecimento, antes interna, na mão esquerda, estendendo-se ao antebraço; a sensação é diferente do entorpecimento produzido por pressão prolongada, e também mais duradoura, não desaparecendo após esforço (segundo dia), 1a.

  • As dores nas mãos tornaram-se extremamente violentas e a mão muito inchada; no dia seguinte os dedos, e especialmente o polegar, estavam violentamente inflamados; a pele quente, vermelho-viva, nas pontas, estava descolorida, a última falange quase imóvel, com dores violentas nas mãos estendendo-se até o ombro, e febre; na tarde do segundo dia as dores se tornaram pulsáteis e as pontas dos dedos mais inchadas; no terceiro dia as pontas de todos os dedos estavam brancas, e o polegar estava envolvido por uma bolha branca, sobre a qual a unha parecia repousar, com dores pulsáteis constantes e atormentadoras; ao abrir as bolhas, saiu um líquido espesso, castanho, muito fétido, que era muito ácido; sob essas bolhas via-se nos dedos a derme verdadeira, intacta; no polegar havia sob a primeira uma segunda bolha, e ao abri-la encontrou-se supuração inicial; os dedos cicatrizaram rapidamente; o polegar continuou a secretar pus fino e só cicatrizou após quatro semanas, 18.

  • Depois de um resfriamento por exposição a ar cru e nevoso, dor no metacarpo direito, como antes na perna direita, à noite, 1b.

  • O crescimento das unhas parece muito mais rápido por várias semanas, 1a.

  • Sensação como se houvesse um cabelo no dorso do dedo mínimo esquerdo; olha repetidamente para ver se realmente não está lá, durante o fim da manhã, até as 14 horas (sétima semana), 1a.

  • Nos dedos da mão direita, algum entorpecimento e rigidez, no fim da manhã, 13.

  • Dor no dedo indicador esquerdo, como se fosse no osso, de vez em quando durante o dia; todo o dedo dói internamente, particularmente à noite (quinto dia), 1a.

  • Ardor interno ao redor do osso; calor até o ponto de dor em torno da primeira articulação do indicador direito, num ponto indefinido do tamanho de uma moeda, juntamente com sensação de picadas e prurido na pele (após uma hora), 1a.

  • Ardor lentamente sacudido, repetido, na ponta do dedo mínimo esquerdo, às 10 horas (segundo dia), 1a.

  • Dor dolorida no dedo indicador esquerdo (quarto dia), 3.

  • Dor na primeira articulação do dedo mínimo direito, como se estivesse sendo puxada para fora do lugar (após quinze minutos), 3. [470.]

  • Pontadas de dentro para fora na ponta do dedo mínimo esquerdo, 1.

  • Violenta pontada ardente na parte carnosa do polegar esquerdo, frequentemente recorrente e saindo pela ponta, às 11 horas (segundo dia), 1a.

  • Formigamento nas pontas dos dedos, precursor das dores mais violentas, juntamente com sensação de frio no braço esquerdo e logo depois em todo o corpo (após uma hora), 18.

  • Picadas nas pontas dos dedos indicadores, mais no esquerdo; também no polegar direito (quarto dia), 3.

  • Picadas agudas, como de agulha, nos dedos, 9.

  • Formigamento na eminência tenar esquerda, 1.

  • Sacudidas no polegar esquerdo ocasionalmente, estendendo-se até o meio do antebraço, durante o fim da manhã, 1a.

  • Choque elétrico quase doloroso ao longo do rádio esquerdo até o polegar, que se move involuntariamente, várias vezes, às 12 horas (segundo dia), 1a.

  • Dor em sacudidas no dedo médio esquerdo, 5.

  • De vez em quando dor semelhante a contusão nas pontas de vários dedos, como se fosse nos ossos; quando aparece, repete-se frequentemente, à noite (quarta semana e seguintes), 1a. [480.]

  • Sensação indolor sob a unha do polegar esquerdo, como se algo estivesse gradualmente querendo sair, no fim da manhã (segundo dia), 1a.

EXTREMIDADES INFERIORES

  • Tremor nos membros inferiores (parte de S. 380), 7.

  • Caminhar é difícil, porque as pernas parecem cansadas; mal consegue arrastá-las; estão tão pesadas que acha necessário apoiar-se no braço de outra pessoa, 8.

  • Dor puxante em toda a perna esquerda, 4.

  • Dor em queimação e lancinante, como no nervo, do quadril direito para baixo, particularmente na face interna do joelho; mais abaixo é menos intensa (segundo dia), 1b.

  • Quadril.

  • Impotência funcional no quadril esquerdo (segundo dia), 3.

  • Dor no quadril direito (após setenta e cinco minutos), 2.

  • Pontadas agudas no osso do quadril direito, espalhando-se sobre os músculos glúteos (após uma hora), 10.

  • Sensibilidade dolorosa e dor, com o movimento, no quadril esquerdo, sentidas particularmente ao entrar e sair da cama; pior pela manhã (terceiro dia), 3.

  • Coxa.

  • Leve entorpecimento da coxa direita, apenas ao cruzar as pernas, à noite (após três horas), 1a. [490.]

  • Dor na coxa esquerda, por fora, acima do joelho (parte de S. 176), 13.

  • Dor no côndilo interno do fêmur esquerdo (após oitenta minutos), 2.

  • Dor no nervo isquiático direito, à tarde, 13.

  • Dor violenta, ligeiramente ardente, rápida, nervosa, que vai da região da bexiga até a coxa direita, enquanto está deitado na cama (primeiro dia), 1b.

  • Dor opressiva na parte carnosa da coxa esquerda, por fora, 10.

  • Sensibilidade dolorosa nos músculos das coxas (segundo dia), 3.

  • Dor como de contusão na coxa, particularmente na parte posterior e interna (segundo e terceiro dias), 1a.

  • Dor violenta como choque elétrico da região da bexiga descendo para a coxa direita (primeiro dia), 1b.

  • Dor em queimação e prurido na parte posterior da coxa (após olfação), 13.

  • Joelho.

  • Sensação morta na articulação do joelho direito (primeiro dia), 6. [500.]

  • Dor na face interna do joelho direito, à noite (após quinze minutos), 3.

  • Dor na articulação do joelho direito, com dor nos ossos do antebraço direito (após quatro horas), 5.

  • Dor intensa no joelho esquerdo, por fora, desaparecendo após fricção, às 20 horas, 10.

  • Dor profunda abaixo do joelho direito, à noite (após quinze minutos), 3.

  • Pressão no joelho, 9.

  • Dor penetrante na face externa do joelho esquerdo (quarto dia), 3.

  • Dor lacerante no joelho direito de baixo para cima; depois disso, dor opressiva súbita e muito passageira na têmpora esquerda, 13.

  • Perna.

  • Tremor das pernas, 7.

  • A perna esquerda adormece facilmente no fim da manhã, ao sentar-se depois de a apoiar sobre a perna direita, e o dorso do pé como uma almofada, embora o movimento não fique impedido (nono e décimo dias), 1a.

  • Dor puxante na perna e no pé esquerdos, 9. [510.]

  • Dor puxante na panturrilha da perna direita, começando na cavidade poplítea e estendendo-se ao tendão de Aquiles; na manhã seguinte, 13.

  • Tornozelos.

  • Dor no maléolo externo direito, à noite (após quinze minutos), 3.

  • À noite, durante uma caminhada, dor puxante na articulação do tornozelo direito, espalhando-se gradualmente por toda a perna, produzindo impotência funcional no joelho e no tornozelo, de modo que mal consegue prosseguir; desaparece durante o repouso, mas retorna ao reiniciar a caminhada, quando também afeta a articulação do tornozelo direito (sexto dia); a mesma dor e fraqueza durante a caminhada, também no sétimo dia, porém em menor grau, 15.

  • Dor tipo entorse na articulação do tornozelo esquerdo durante a caminhada (décimo sexto dia), 1a.

  • Sensação de impotência funcional, como de entorse, na articulação do tornozelo direito, por um quarto de hora, à tarde; passa ao redor de toda a articulação e é muito dolorosa a cada passo; após caminhar e descansar por algum tempo, desaparece gradualmente; (após pequena dose de tint. Colchicum), 1c.

  • Pé.

  • (Pé direito inteiramente sem firmeza, e dor surda e dolorida no fêmur, tíbia e fíbula), 5.

  • Dor opressiva no pé esquerdo, 9.

  • Dor e ardor no peito do pé direito (terceira hora), 2.

  • Dor no peito do pé esquerdo, à noite (após duas horas), 1a.

  • Calor na planta do pé direito (após quinze minutos), 3. [520.]

  • Sensação de ardor na planta do pé direito (após duas horas), 2.

  • Sensação rastejante na planta do pé direito (quarto dia), 3.

  • Dor no calcanhar direito (parte de S. 124), 9.

  • Dor como afluxo de sangue entrando no calcanhar esquerdo, à noite (após duas horas), 1a.

  • Dedos dos pés.

  • Dor nos dedos do pé direito, nas primeiras articulações (após três horas), 2.

  • Dor por curto tempo no dedo mínimo direito do pé (parte de S. 104), 13.

  • Dor no dedo mínimo direito do pé, após dor acima do olho direito, 13.

  • Dores intensas em todos os dedos do pé esquerdo, exceto o maior (após a 18ª dose), 13.

  • Dor ardente violenta em todos os dedos dos pés, de modo que mal podia andar (após três e quatro horas), 5.

  • Pontadas ardentes sob os dedos de ambos os pés, pela manhã (décimo quinto dia), 15. [530.]

  • Dor muito aguda, como picada, nas pontas dos dedos do pé direito (na manhã seguinte), 13.

  • Dor nos calos do pé direito, 4.

  • Sensibilidade dolorosa de todos os seus calos, como um furúnculo (após três horas), 5.

FLUORICUM ACIDUM. SINTOMAS GERAIS

  • Objetivo.

  • Enquanto está sentado, movimentos prazerosos de todo o corpo, sem perceber, 8.

  • Mãos, dedos, dedos dos pés, pés, maxilares, lábios, sobrancelhas e pálpebras, músculos da face etc., tudo está em movimento (em dez horas), 8.

  • Contorcendo-se em agonia indescritível, 19.

  • Aumento da capacidade de exercitar os músculos sem fadiga, apesar do calor mais excessivo. [O provador reside em Norfolk, Virgínia, situada a 36° 50' de latitude norte.]

  • No verão, ou no frio do inverno, consegue realizar com a maior facilidade sua caminhada diária habitual de várias milhas, que antes todos os dias lhe parecia muito fatigante e incômoda; na verdade, volta a fazer a mesma caminhada uma vez mais depois, e ainda assim se sente inclinado a fazer exercício que de modo algum é necessário; pode usar os mesmos ou outros grupos musculares, conforme aconteça, sem ficar absolutamente fatigado e sem o notar, 8.

  • (Suporta muito melhor o calor do verão e sente menos lassidão que o habitual; por várias semanas), 1a.

  • Menos cansado que o habitual após caminhada à noite (oitavo e décimo primeiro dias), 19.

  • Lassidão (parte de S. 257), 16. [540.]

  • Excessivamente langoroso, no fim da manhã (após a segunda dose), 3.

  • Cansaço ao caminhar à noite, 1.

  • Cansaço, enjoo e eructações o dia todo, 16.

  • Cansaço incomum e muito grande, subitamente à noite, 10.

  • Fraqueza, enjoo e eructações o dia todo, 16.

  • Fraqueza singular e indescritível, como entorpecimento, como se tivesse recebido um choque elétrico, particularmente na cabeça e nas mãos, com enjoo no estômago, sem desejo de vomitar; nunca experimentara sensação semelhante; alguns dias antes tomara Acid. nitr., depois Fluor. ac., 1c.

  • Impotência funcional de todo o corpo, 5.

  • Grau mais elevado de bem-estar; é mais decidido em seus movimentos (quarto dia e seguintes), 1c.

  • Pela manhã sente-se melhor que o habitual, embora tivesse febre interna durante a noite (primeira semana), 1a.

  • O lado esquerdo parece mais forte que o habitual (terceiro dia), (F. G.), (Hering). [550.]

  • Sensação quase como de afluxo sanguíneo, embora antes como se causada pelos nervos, lembrando um pouco entorpecimento e confusão ou ardor, primeiro no lado direito da testa, depois nos maxilares superior e inferior do mesmo lado, e surgindo na parte inferior do occipício e na bexiga, e assim sucessivamente em vários lugares (primeira noite e segunda manhã), 1a; também 1b e 1c, mas não tão nitidamente e não na cabeça, 1.

  • Leve dor errática na metade esquerda do corpo, no braço, tórax, coxa etc., com sensação de leve prurido (após meia hora), 10.

  • Dores violentas porém transitórias, em sacudidas, ardentes, quase perfurantes, confinadas a pequeno espaço, 1a.

  • Pressão e sensação de impotência funcional, particularmente na mão, braço até o cotovelo, e no pé, 9.

  • Dor opressiva em diferentes partes, de curta duração, à noite; no queixo, pescoço, antebraço direito, joelho esquerdo, pé direito, também no ombro direito e braço esquerdo, às vezes abaixo, às vezes acima do cotovelo, à noite, 9.

  • Dores em sacudidas em diferentes partes do corpo, atrás do ouvido esquerdo, no dedo médio esquerdo e no sacro (durante a primeira hora), 5.

  • Enquanto sentado, sensação frequente de tremor geral, com pressão e compressão surdas no occipício, especialmente para a direita, com sensação contínua de entorpecimento no antebraço esquerdo e picadas intensas nele ao estendê-lo (primeiro fim da manhã), 1a.

  • Mesmo quantidade muito pequena, quase invisível, produziria os mesmos efeitos, embora só após várias horas, 17.

  • A maior parte dos sintomas está no lado direito (F. G.), (Hering).

  • Quase todos os sintomas aparecem no quarto, enquanto lê ou escreve, 10. [560.]

  • Muitos sintomas são piores em pé, embora melhores em pé do que sentado, 8.

PELE

  • Objetivo.

  • Manchas avermelhadas acima das sobrancelhas, 3.

  • Descamação nas sobrancelhas, 9.

  • (No segundo dedo do pé esquerdo, uma escoriação dolorosa, que aparentemente sangra), (após três horas), 5.

  • Aspereza na testa, como uma linha áspera com a convexidade para cima (quarto e quinto dias, e sétima semana), 1a.

  • Erupções secas.

  • Manchas vermelhas elevadas sobre as sobrancelhas, mais abundantes do lado esquerdo, mas de duração mais longa no direito (terceiro dia e seguintes), 3.

  • As manchas vermelhas elevadas (sobre as sobrancelhas, mais abundantes do lado esquerdo, mas mais duradouras no direito) ainda continuam, enquanto os outros sintomas desaparecem, à noite (quarto dia), 3.

  • Erupções escamosas, com sensação de picadas nas sobrancelhas (terceiro dia), 3.

  • Espinhas no nariz, 1.

  • Espinhas no abdômen, mas principalmente nas coxas e pernas, cujas pontas formaram crosta no dia seguinte após tomar Fluoricum acidum, e que descamaram no décimo sétimo dia após a primeira dose e no oitavo dia após a quarta dose, 9. [570.]

  • Pela manhã aparece uma espinha do tamanho de semente de cânhamo, à direita, entre a raiz do nariz e o olho (décimo sexto dia); várias espinhas semelhantes no lado direito do rosto (após cinco semanas), 1a.

  • À tarde, prurido violento no ombro esquerdo; à noite, nas costas, onde surgem pequenas espinhas; pior tarde da noite até adormecer (quarto e quinto dias), 1a.

  • Prurido violento e pequenas espinhas em ambos os ombros e nas costas, mais para a esquerda (décimo primeiro dia e seguintes), 1a.

  • Prurido violento, pior nos dias quentes, e pequenas espinhas aqui e ali (décimo segundo dia), 1a.

  • Grupo de pequenas espinhas vermelhas no quadril esquerdo, na parte posterior e porção inferior da região articular, e mais abaixo em área de metade do tamanho da palma da mão; abriram-se durante a noite após coçar (quarto dia e seguintes), 1a.

  • Espinhas pruriginosas nas costas (parte de S. 375), 1a.

  • Erupções úmidas.

  • As partes ao redor do ponto tocado por ele tornam-se brancas e dolorosas, formando vesícula densa cheia de matéria, 17.

  • Surgem ainda vesículas maiores e menores, em grupos, com prurido muito sensível, no lado ulnar do polegar direito e no lado radial do indicador, deixando atrás de si manchas secas e escamosas (durante a sexta semana), 1a.

  • Todas as suas cicatrizes, datando de trinta e dois a dois anos, estão vermelhas nas bordas e cobertas aqui e ali por vesículas pruriginosas (quarta manhã); as mais antigas têm vesículas maiores; as mais recentes estão preenchidas por espinhas muito pequenas, mas apenas no tecido cicatricial, e não na pele ao redor, 1a.

  • Várias pequenas vesículas sanguíneas, arredondadas, elevadas, de vermelho-carmim claro, semelhantes a pequenas verrugas carnosas; são muito moles e compressíveis, e por pressão forte e contínua o sangue desaparece, mas imediatamente retorna; a maior tem o tamanho de uma semente de cânhamo, as menores como sementes de milheto; algumas ainda menores são, no entanto, perceptíveis como dilatações vermelho-claras dos capilares, elevando a cutícula; a maior fica uma polegada abaixo do mamilo direito, e à mesma distância para a direita dela, uma menor, uma polegada abaixo do mesmo mamilo; duas no lado direito da linha mediana do abdômen, acima do umbigo; outra ainda menor no lado direito do tórax; cinco muito pequenas e claras na face interna do braço e antebraço direitos; ele as notou pela primeira vez cerca do décimo terceiro dia; três semanas depois, algumas das menores haviam desaparecido; as maiores ficaram mais escuras, lembrando um pouco nevos maternos; as acima do umbigo também estão maiores; após três meses estão mais pálidas; apareceram e permaneceram sem qualquer prurido, 1a. [580.]

  • No dedo indicador direito, prurido violento e pequenas vesículas, à noite (quinto dia), 1a.

  • Erupções pustulosas.

  • A menor quantidade aplicada à mão excita prurido violento, e formam-se pústulas cheias de matéria (Liebig).

  • O prurido no tórax, que o faz coçar até ficar dolorido, com pequenas pústulas e espinhas moles, que ele tinha todos os verões, aumentou muito no quarto dia; durante a quarta semana houve de repente sensação como se a pele estivesse excessivamente lisa, com o que toda inclinação a coçar desapareceu, durando um dia; depois o prurido retornou, mas diminuído, e desapareceu gradualmente mais cedo na estação do que de costume, 1a.

  • Subjetivo.

  • Alguma dor, vermelhidão e calor; a epiderme descamou em lâminas após alguns dias, 16.

  • Atua com máxima força sobre os tecidos animais; ao entrar em contato com a pele, sobrevém dor violenta, 17.

  • Prurido por todo o corpo em diferentes lugares, mas na maior parte apenas nas regiões posteriores; por cinco semanas, 1a.

  • Prurido o dia todo em diferentes pontos, particularmente nas costas (quarto dia), 1a.

  • Leve prurido (parte de S. 551), 10.

  • O prurido da pele é um rastejamento fino num pequeno ponto, tão penetrante e pungente que ele é obrigado a coçar várias vezes, quando então sente alívio; era algo picante, agudo, muito circunscrito, e coçar era inteiramente irresistível; geralmente havia vários desses pontos pruriginosos num grupo, embora nem sempre pudessem ser reconhecidos, 1a.

  • (O prurido da pele, habitual nele no mês de março, desaparece), 1b. [590.]

  • Dores ardentes em pequenos pontos da pele no dorso da mão direita, no ângulo do indicador e aqui e ali na mão esquerda, 1c.

  • Ardor e prurido num pequeno ponto perto do olho direito, externamente (após várias horas), 1b.

  • Sensação rastejante e prurido intenso no ombro direito à noite (após cinco ou seis horas), 1a.

  • Prurido nas sobrancelhas, 10.

  • Prurido na sobrancelha direita, 10.

  • Prurido nas pálpebras superiores e nos cantos internos, 1.

  • Prurido, fazendo-o coçar, em ambas as pálpebras superiores (primeira noite), 1a.

  • Prurido no lado direito do rosto, 13.

  • Prurido na mama esquerda e no lado direito do nariz (após cheirar), 13.

  • À noite, prurido no mamilo direito e ao seu redor; na manhã seguinte o mamilo está muito maior, mais vermelho, e a aréola mais escura; forma-se na aréola crosta fina, acastanhada, como causada por suor, poeira e falta de limpeza; do lado esquerdo não há vestígio disso, e deve ter-se formado muito rapidamente, por causa das lavagens diárias (décimo segundo e décimo terceiro dias), 1a. [600.]

  • Prurido no lado esquerdo da nuca, em cima e abaixo do ombro, e nas costas, todas as manhãs e noites (quarto dia e seguintes), 1a.

  • Prurido na tíbia esquerda, nos músculos glúteos esquerdos e na testa, que o obriga a esfregar, 10.

  • Prurido nos lombos, 5.

  • Prurido no calcanhar esquerdo (por cheirar), 13.

  • Prurido de todas as cicatrizes à noite; estão todas do lado esquerdo; na coxa, braço superior e a mais recente na mão esquerda, cortada por vidro; esta última coça mais severamente (terceiro dia), 1a.

  • À noite, mudando do alto de um ombro para o outro, prurido intenso, com, de vez em quando, uma única pontada na pele (primeiro dia), 1a.

  • Prurido muito intenso na garganta e no peito, na parte anterior, de tal modo que foi obrigado a coçar durante o passeio à noite (décimo dia), 1a.

  • Prurido violento, que o aflige particularmente à noite, num pequeno ponto no centro do períneo (desde a segunda semana, aumentando até a sexta e sétima), 1a.

  • Prurido violento na cicatriz de um antigo abscesso na face interna da coxa esquerda (terceiro dia), 1a.

  • Prurido violento nas cicatrizes da eminência tenar esquerda e da articulação do indicador, à tarde (oitavo dia), 1a. [610.]

  • Prurido acima do ânus, súbito e muito violento, frequentemente recorrente (décimo terceiro dia e seguintes), 1a.

  • Prurido violento irresistível em ponto do tamanho de uma ervilha no meio da omoplata esquerda (sexta e sétima semanas), 1a.

  • Prurido realmente atormentador no fim da manhã, quase apenas nas costas, embora às vezes na garganta, estendendo-se ao peito; foi obrigado a despir-se e esfregar com uma escova, quando desapareceu (décimo segundo e décimo terceiro dias), 1a.

  • Prurido ardente na sobrancelha direita, desaparecendo após coçar (uma hora após a quinta dose), 10.

  • Prurido em picadas e ardor perto do cóccix, para a direita (quarto dia), 1a.

  • Prurido pungente no rosto, 10, 13.

  • Prurido pungente no lado interno do dedo mínimo esquerdo, 1c.

  • Leve prurido como picadas finas, no lado direito do rosto (após uma hora), 10.

  • Prurido muito forte em picadas, em pontos separados, sobretudo do lado esquerdo, particularmente no lado do tórax em direção às costas e na coxa à noite, por volta de 22 a 23 horas (terceiro dia e seguintes), 1a.

  • O prurido é mais violento e dura mais nas costas, 1a. [620.]

  • O prurido é sempre pior à noite, 1a.

  • Sensibilidade dolorosa de verrugas na mão esquerda, 4.

SONO E SONHOS

  • Sonolência.

  • Sonolência, 8.

  • Sonolência, sono constante, nos primeiros cinco dias após o ácido, 8.

  • Ataques periódicos de sonolência, à tarde, 15.

  • Sonolência por acessos, à tarde (segundo dia), 15.

  • Sonolência inconquistável pela manhã, logo após o ácido; depois de um sono curto e reparador, ela retorna, no entanto, a cada duas horas até a noite, 15.

  • Com sono mais cedo à noite (durante as duas primeiras semanas), 1a.

  • Está com sono incomumente cedo à noite, com sono profundo e despertar precoce (oitavo dia), 1a.

  • Sonolento cedo à noite; deita-se na cama sem se despir e dorme a noite toda; embora a janela e a porta estivessem completamente abertas, e a noite estivesse muito fria, ainda assim não apanhou resfriado pela manhã, mas teve sono muito bom (sétimo dia), 1a. [630.]

  • Sonolência súbita, à noite (quinto, sétimo, oitavo, décimo e décimo segundo dias), 1a.

  • Sono súbito à noite; dorme direto até a manhã (décimo dia), 1a.

  • Fica sonolento subitamente depois de beber vinho à noite; deita-se e não quer levantar; ao ir para a cama fica completamente desperto, e o rosto parece tão quente que é obrigado a lavar-se (quinto dia), 1a.

  • Fica sonolento todas as manhãs tardias, ou tão prostrado e cansado que é obrigado a deitar-se, por volta de 10, 11 e 12 horas (primeira semana), 1a.

  • Nas últimas horas antes do meio-dia está sempre sonolento, tonto e cansado por várias semanas, 1a.

  • Adormece subitamente à noite, depois dorme a noite toda e também muito tempo pela manhã (décimo segundo dia), 1a.

  • Muito mais sono que o habitual (quarta noite), 1c.

  • Sono longo e profundo, por vários dias (segunda semana), 1a.

  • Sono profundo até tarde da manhã (durante as últimas semanas, por vários dias), 1a.

  • Ao despertar pela manhã sente-se melhor que o habitual, até o quinto dia, 1c. [640.]

  • Ronca durante o sono e faz exclamações no sonho, 1b.

  • Insônia.

  • Nenhum desejo de dormir, 8.

  • Insônia, quase nenhuma inclinação para dormir, 8.

  • Insônia desde a hora em que se deita até perto da manhã, quando um sono muito curto e leve basta para reanimá-lo, como se tivesse dormido a noite toda, 8.

  • Dia e noite sem seu sono habitual; sente como se já tivesse dormido, 8.

  • Vai para a cama com sono, mas é incapaz de adormecer por causa dos pensamentos, 1b.

  • Está incomumente desperto à noite (oitavo dia), 1a.

  • Depois de uma caminhada à noite estava completamente desperto e excitado, embora no dia anterior tivesse tido sono muito cedo (oitavo dia), 1a.

  • Desperta facilmente quando chamado à noite, mas está incomumente cansado ao caminhar, indiferente e relaxado (terceiro dia), 1a.

  • Noites inquietas, com muitos sonhos, que não consegue recordar, 5. [650.]

  • Desperta frequentemente à noite, e ainda assim pela manhã já terminara o sono muito mais cedo que o habitual (sexto ao décimo dias), 1a.

  • Apesar de se deitar muito tarde, desperta frequentemente e tem muitos sonhos; ainda assim desperta muito cedo pela manhã e se sente melhor do que de costume (durante a primeira semana), 1a, 1b.

  • Sonhos.

  • Sonhos pela manhã cedo (pela primeira vez, no nono e décimo dias), 1a.

  • Sonhos, particularmente pela manhã cedo, e em geral de caráter assustador, 9.

  • Muitos sonhos por quinze noites, algo inteiramente incomum, 15.

  • Muitos sonhos, mas apenas após a meia-noite (sétimo dia), 15.

  • Todos os seus sonhos eram muito lúcidos, como se realmente acontecessem; embora às vezes desagradáveis, nunca eram aflitivos, 15.

  • Sonho muito vívido e detalhado à noite, que pensou lembrar, mas esqueceu; consistia nos pensamentos do dia, com caráter de minúcia chinesa e precisão inútil (após alguns dias), 1c.

  • Noites inquietas, sonhos fáceis de lembrar, das ocorrências do dia; numa pessoa que não sonhava havia anos, 11.

  • A noite toda sonhos muito vívidos, com minúcia de detalhes; esquece-os logo após despertar (após vários dias), 1c. [660.]

  • Sonhos com conhecidos distantes e coisas distantes a noite toda (segunda noite), 15.

  • Logo após adormecer, sonhos ansiosos e assustadores, com despertar à meia-noite; no resto da noite, muitos sonhos com conhecidos distantes; em pessoa que quase nunca sonha (primeiro dia), 15.

  • Sonho muito vívido; vê morrerem seus parentes mais próximos (segundo dia), 13.

  • Sonha com a morte súbita de seu filhinho, e também do filho de um de seus amigos; pensa que em ambos os casos teve culpa, porque negligenciou o exame físico e os meios mecânicos; recrimina-se muito e chora amargamente, e ao acordar fica muito feliz de que não seja verdade (primeiro dia), 1a.

  • Sonha que estava morto e ordena a rápida remoção do cadáver para fora da casa, 7.

FEBRE

  • Calafrio.

  • Violento calafrio febril para o anoitecer (primeiro dia), 18.

  • Sensação de frio no braço esquerdo e em todo o corpo (após uma hora), 18.

  • Calor geral (após duas horas), (parte de S. 252), 5.

  • Calor geral, após pouco exercício (primeira noite), 1a.

  • Calor geral, com enjoo, 5. [670.]

  • Sensação geral de calor, peso e impotência funcional de todo o corpo (após uma hora), 5.

  • Sente-se mais quente que o habitual, de modo que o ar de março lhe é muito agradável (após algumas horas), 1b.

  • Na primeira noite, e ainda mais na manhã seguinte, sensação de maior calor, com inclinação a descobrir-se; o banho frio é mais agradável do que ordinariamente, especialmente as repetidas lavagens atrás das orelhas e na nuca (primeiro dia e o seguinte, mas menos), 1a.

  • Depois de esfriar ao ar livre, aquece-se muito mais cedo do que o habitual (após alguns dias), 1c.

  • Sensação como se um vapor ardente fosse emitido pelos poros de todo o corpo, 8.

  • Calor do rosto durante conversa animada à noite, 1b.

  • Calor do rosto após beber vinho, 1a.

  • Calor na palma da mão direita, na manhã seguinte, 13.

  • Leve calor febril sob os olhos, logo após a segunda dose, 6.

  • Calor forte, estendendo-se do centro da região dorsal aos lombos (após três horas), 8. [680.]

  • Leve rubor na parte inferior da nádega direita, em direção à parte externa, numa área do tamanho de duas mãos, à noite, 1c.

  • De vez em quando, ondas de calor, como um sopro morno, da nuca ao occipício, durando oito dias, 13.

  • Ardor, mais externo, em diferentes lugares, mas sempre num só ponto; na coxa direita, braço superior esquerdo, coxa esquerda etc., também nos dedos; às 21 horas (após a quarta dose), 10.

  • Suor, particularmente no rosto (terceiro dia e seguintes), 1a.

  • O suor irrompe com imaginações ansiosas, 1.

  • Suor profuso, ácido e ofensivo; à tarde, 3.

  • Por várias noites, suor glutinoso e incômodo, com prurido aqui e ali, 1a.

  • Suor incomumente profuso, escorrendo e glutinoso, com prurido, por várias noites, em tempo quente, durante a caminhada, 1a.

  • Banhado em suor frio e viscoso, 19.

  • (Suor nas palmas das mãos, mesmo em tempo frio e seco, com o dorso das mãos seco e fresco, as palmas estando tão constantemente úmidas que todos que lhe apertavam a mão o notavam, o que permanecera após Lobelia; desapareceu no quarto dia da patogenesia de ácido fluorídrico), 10. [690.]

  • Suor e sensação de calor na parte superior do corpo para a direita, particularmente ao longo do lado direito da nuca quase até o ombro, como em correntes mornas; das 19 às 20 horas (segundo dia), 13.

CONDIÇÕES

  • Agravação.

  • ( Manhã ), Até o desjejum, embotamento na cabeça; pouco depois de acordar, dor no occipício; sensibilidade da audição; espirros etc.; ao despertar, gosto na boca; ao despertar, peso no braço; especialmente ao entrar e sair da cama, sensibilidade dolorosa etc. no quadril esquerdo.

  • ( Fim da manhã ), Após as 10 horas, depois de movimento rápido e curto etc., sacudidas na cabeça.

  • ( Tarde ), Gosto na boca; sensação de frio.

  • ( Noite ), Descontente; após deitar-se, dor na testa etc.; dor nos dedos; prurido.

  • ( Noite avançada ), Sede; prurido no ombro.

  • ( Cerveja ), Coriza.

  • ( Frio ), Dor nos dentes.

  • ( Exercício ), Calor no estômago etc.

  • ( Eliminação de flatos ), Dor nas entranhas.

  • ( Movimento ), Dor no tórax esquerdo.

  • ( Reclinar-se ), Opressão no tórax etc.

  • ( Repouso ), Muitos sintomas.

  • ( Ao levantar-se ), Todos os sintomas.

  • ( No quarto ), Ao ler ou escrever, quase todos os sintomas.

  • ( Em pé ), Muitos sintomas.

  • ( Curvar-se ), Dor na parte superior da testa; dor na testa etc.; pressão sobre o olho.

  • ( Sentado e escrevendo ), Dor no tórax; dor nas costas.

  • ( Ao começar a andar após ter ficado de pé ), Afluxo de sangue à testa.

  • ( Tempo quente ), Prurido etc.

  • ( Vinho ), Calor do rosto; afluxo de sangue ao ânus.

  • ( Vinho tinto ), Coriza abundante etc.

  • Melhora.

  • ( Manhã ), Alegre etc.

  • ( Enfaixamento ), Sensação no abdômen.

  • ( Após o desjejum ), As dores cessam, exceto na cabeça.

  • ( Água fria ), Dor no maxilar superior.

  • ( Comer ), Sensação no abdômen.

  • ( Excitação ), Coriza.

  • ( Exercício ), Contração nos músculos do pescoço.

  • ( Fricção ), Dor no joelho.

  • ( Movimento ), Os sintomas.

  • ( Caminhar ), Todos os sintomas; dor na articulação do tornozelo.

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