Bondonneau
por Timothy F. Allen — Enciclopédia da Matéria Médica Pura
Água mineral de Bondonneau. (Saintes-fontaines).
Análise química.
Em um litro, continha-se: Ácido sulfúrico livre, um traço, mas muito perceptível na nascente.
Ácido carbónico livre, 2/3 do volume da água.
Bicarbonato de [cal, magnésia], 0,390 gramas.
Bicarbonato de soda, 0,006 gramas.
Sais de potassa, um traço.
Sulfatos (provavelmente anidros) de [soda, cal, magnésia], 0,043 gramas.
Cloreto de sódio, 0,030.
Iodetos e brometos alcalinos, 0,008.
Arseniatos, um traço.
Sesquióxido de ferro com manganês, 0,002.
Sílica e alumina, 0,128.
Fosfatos terrosos, um traço.
Matérias orgânicas nitrogenadas, quantidade incerta.
Autoridade.
Dr. Espanet, Journ. de la Soc. Gallicane, 2ª Série, vol. 4, p. 65.
MENTE
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Pensamentos sombrios; ansiedade penosa.
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Irritabilidade, mau humor (desde o primeiro dia).
CABEÇA
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Ligeira tontura, às vezes seguida de obnubilação (durante os primeiros dias).
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Embotamento, sensação de peso e mal-estar na cabeça, com mau humor.
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Dor de cabeça compressiva (continuando após suspender a água).
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A cabeça parece demasiado cheia, com pulsação interna na base do cérebro, quase todo o tempo à noite.
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Latejamento na cabeça, com picadas na garganta.
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Ao mover a cabeça, dor como de contusão internamente, com tontura (no começo).
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Sensação de constrição na fronte, com irritabilidade colérica. [10.]
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Inchaço das veias temporais e das mãos, com latejamento, mas sem rubor (após quinze dias).
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Ligeira dor lancinante, com calor, nas têmporas.
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Repuxamento e coceira no couro cabeludo.
OLHOS
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Pontadas lancinantes nas órbitas e na cabeça, com sensação de frio ao anoitecer.
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Tumefação vermelha e indolor dos pontos lacrimais (num homem idoso).
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Uma sucessão de terçóis durante um mês após suspender a água.
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As pálpebras parecem inchadas e tensas, sobretudo de manhã.
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Repuxamento nas pálpebras de tempos em tempos; abrem-se com dificuldade durante a primeira quinzena.
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Coceira nas pálpebras e sensibilidade dos olhos à luz (após um mês).
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Coloração amarelada da esclera, com palidez da conjuntiva e da mucosa do céu da boca e dos lábios (após cinco semanas). [20.]
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Rubor da conjuntiva, sem dor (após três semanas).
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O globo ocular parece como se estivesse comprimido, durante a primeira semana.
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Faíscas diante dos olhos (durante a primeira quinzena, em um doente sofrendo de obstrução hepática).
OUVIDOS
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Aumento da secreção de um muco mais claro (após três semanas).
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Secura com calor nos ouvidos (no começo).
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Calor e latejamento nos ouvidos (no começo).
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Sensação de plenitude nos ouvidos, com surdez.
NARIZ
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De manhã, várias vezes, ligeira saída de sangue negro pelo nariz (após quinze dias).
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Obstrução nasal crónica, em um indivíduo gotoso.
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Obstrução nasal repetida e de curta duração. [30.]
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Secura do nariz, com picadas.
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Latejamento na raiz do nariz, com rubor do nariz (após duas semanas).
FACE
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Palidez e coloração variável da face, ao entardecer.
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Gretamento dos lábios, como pelo tempo de inverno (pouco antes de suspender a água).
BOCA
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Dentes descoloridos e descarnados, com pequenas úlceras nas gengivas.
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Ranger de dentes à noite (no fim da estação).
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Vários molares parecem demasiado longos e doem todas as noites.
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Língua pontiaguda, amarela, com ponta vermelho-viva.
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Língua com saburra branca, com papilas vermelhas.
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Boca viscosa, com sabor azedo (no final). [40.]
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Boca seca sem sede (invulgar).
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Sensação de calor e inchaço na boca (após repetição da água).
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Salivação copiosa (após um mês).
GARGANTA
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O fundo da garganta é vermelho-vivo.
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Secura da garganta.
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Calor com picadas e pontadas lancinantes nas amígdalas (nos primeiros dias).
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Sensação incômoda, como por congestão das amígdalas (após três semanas).
ESTÔMAGO
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Fome grande e contínua (enquanto toma as águas, e depois).
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Sede durante os primeiros dias; depois, ausência completa de sede.
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Eructações insípidas e mucosas, após tomar a água. [50.]
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Inchaço da região epigástrica, com calor habitual.
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Borborigmo líquido no estômago ao deitar à noite (no final).
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Calor queimante, com mal-estar no estômago após uma refeição (após duas semanas).
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Calor doloroso na região epigástrica, como por flatulência. Desloca-se, muitas vezes fixando-se nos hipocôndrios, mais para o final.
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Sensação de plenitude, que tira o apetite (a princípio).
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A região epigástrica e os hipocôndrios são sensíveis ao toque, após a primeira semana.
ABDÓMEN
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Distensão do abdómen.
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Sensação de peso no abdómen.
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Tensão e calor do abdómen (mais para o final).
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Cólica, seguida de evacuação diarreica, com tenesmo, após os primeiros dias. [60.]
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Dores lancinantes aqui e ali no abdómen.
RECTO E ÂNUS
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Protrusão do ânus após cada evacuação, numa criança com vermes. Em uma semana, este sintoma desapareceu permanentemente.
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Calor e picadas no ânus (após um mês).
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Coceira no ânus (após quinze dias).
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Suor profuso do períneo (após a estação).
EVACUAÇÕES
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Mais para o final, as evacuações tornam-se mais fáceis e mais regulares.
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Evacuações aquosas e mucosas (no começo).
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Evacuações amarelas, depois verdes (em um doente que tivera icterícia).
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Evacuações duras, encurvadas, verde-escuras (após um mês).
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No começo, evacuações difíceis em longos intervalos (em um doente caquético, previamente dispéptico).
ÓRGÃOS URINÁRIOS. [70.]
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Uma antiga secreção da uretra reaparece no fim da estação.
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Picadas na uretra.
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Descarga frequente e abundante de urina, que se torna turva depois de eliminada.
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A urina é muito abundante e clara (no começo).
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No começo, urina avermelhada, de odor forte.
ÓRGÃOS SEXUAIS
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Corrimento mucoso do prepúcio, com coceira.
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Ereções mais frequentes de manhã.
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Calor seco da vagina (na primeira quinzena).
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Corrimento mucoso ou seroso (após três semanas).
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O fluxo menstrual aparece pela primeira vez (após três semanas). [80.]
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Retorno regular do fluxo menstrual após uma supressão de cinco meses.
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Menstruação demasiado precoce (em uma jovem muito linfática).
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A menstruação, geralmente regular, atrasa-se por uma semana (após quinze dias).
APARELHO RESPIRATÓRIO
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Fungar constante, como se houvesse um corpo estranho na laringe.
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No começo, irritação e tosse seca irritativa, com dor de cabeça.
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De tempos em tempos, rouquidão de curta duração (mais para o fim).
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Ligeira tosse seca (em um doente com gastrite).
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Expectoração estriada de sangue (em bronquite crónica).
TÓRAX
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Paroxismo de opressão espasmódica, com soluços.
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Opressão habitual, com sensação de calor sob o esterno, após os primeiros dias. [90.]
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Sensação de calor, plenitude e opressão no tórax (mais para o final).
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Dor pungitiva na porção inferior direita do tórax.
CORAÇÃO
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Palpitação, nos primeiros dias.
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Ação tumultuosa do coração após uma refeição (após três semanas).
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Sensação de tensão e plenitude na região do coração (após um mês).
PESCOÇO E DORSO
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Repuxamento e rigidez nos músculos cervicais.
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Ligeira dor nas costas, mudando rapidamente de lugar.
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Dores nos rins, estendendo-se em direção à bexiga, após cada refeição.
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Ligeiras pontadas lancinantes, com calor, na região dos rins (após um mês).
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Dor compressiva nos lombos (no final).
MEMBROS EM GERAL. [100.]
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As veias dos membros tornam-se mais proeminentes (após a estação).
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Peso nos membros, com dificuldade em movê-los (após a estação).
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Tensão nervosa e maior agilidade nos membros (após uma semana).
MEMBROS SUPERIORES
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Sensibilidade extrema, com quase nenhum inchaço, das glândulas axilares.
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Persiste um endurecimento prévio de uma glândula mamária.
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Calor constante nas palmas das mãos.
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Rigidez e sensibilidade das articulações dos dedos.
MEMBROS INFERIORES
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Dor surda e profunda na face interna das coxas (no final).
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Dores, quando na cama, nos ossos longos dos membros inferiores.
GENERALIDADES
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Sensibilidade aumentada de toda a superfície cutânea (na primeira quinzena).
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Caquexia, resultados de tratamento antissifilítico e antifebril. [110.]
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Convalescenças que deixaram os doentes em estado caquético confirmado.
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Vários sintomas de sífilis antiga.
PELE
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Pele mosqueada, como em tempo frio.
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Pequenas erupções sensíveis e incolores, como tubérculos, aparecem sucessivamente no couro cabeludo durante vários dias (após seis semanas).
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Erupção, aqui e ali, de grandes pápulas vermelhas e muito sensíveis (após a primeira semana).
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Pequenas pápulas vermelhas e pontiagudas na face (após seis semanas).
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Uma espécie de erupção muito pruriginosa, como urticária, aparece, no mesmo doente, cada vez que suspende a água.
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Erupção geral de manchas furfuráceas (após o quinto dia e o quinto banho, e durando até uma semana depois de suspender a água).
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Um dartro furfuráceo no nariz estende-se até a orelha externa e provoca secreção da prega desta, a qual desaparece com a erupção em quinze dias, e após tomar a água por seis semanas.
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Erupção de furúnculos muito dolorosos, que se sucedem uns aos outros durante cinco semanas. [120.]
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As úlceras deixam de supurar enquanto se tomam as águas e por muito tempo depois, com melhora geral da saúde.
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Uma úlcera fistulosa na tíbia, com supuração abundante, deixa de supurar.
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Prurido geral, especialmente incômodo nas porções mais musculosas dos membros.
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Coceira das asas do nariz e dos olhos, seguida de rubor e de pápulas muito pequenas (após um mês).
SONO E SONHOS
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Bocejos frequentes com calafrios (após quinze dias).
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Sonolência durante o dia (após quatro semanas).
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Sono leve, frequentemente interrompido (invulgar).
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Insónia habitual, com sobressalto ao ponto de adormecer.
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Sonhos que interrompem o sono (no começo).
FEBRE
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Tremores por todo o corpo (no começo). [130.]
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Calor interno, com afrontamentos no tórax (após a estação).
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Sensação de frio exterior, com tremores passageiros seguidos de calor e de picadas na pele.
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Suor fácil (desde o começo).
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O menor esforço provoca suor profuso (no final).
CONDIÇÕES
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Agravação.
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( Manhã ), As pálpebras parecem inchadas, etc.; sangramento nasal; ereções mais frequentes.
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( Ao entardecer ), Palidez, etc.
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( Noite ), A cabeça parece demasiado cheia; sensação de frio; ao deitar, borborigmo no estômago.
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( À noite ), Os dentes parecem demasiado longos, etc.
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( Após uma refeição ), Calor queimante no estômago; ação tumultuosa do coração; dores nos rins.